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    Condições financeiras em mercados emergentes estão se apertando, diz presidente do BC brasileiro

    (Reuters) - O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, avaliou que o crescimento global tornou-se mais desigual e as condições financeiras nos mercados emergentes mais apertadas, com um quadro geral ainda benigno, mas que requer uma visão 'mais cautelosa'.

    Em discurso preparado para a plenária do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC, na sigla em inglês) em Bali, na Indonésia, Ilan apontou que, com a normalização das condições monetárias nos Estados Unidos, o sentimento do mercado provavelmente ficará mais nervoso durante um período de transição, em direção a um menor apetite ao risco.

    'Condições financeiras mais apertadas e surtos de volatilidade devem ser esperados durante essa mudança para um novo equilíbrio', disse ele, segundo documento divulgado nesta sexta-feira pelo BC.

    Ilan também afirmou que as tensões comerciais vigentes alimentam-se da descrença na globalização e podem levar a um menor equilíbrio de crescimento, uma vez que a economia global perde eficiência.

    Segundo o presidente do BC, a materialização desses riscos pode levar a uma deterioração nas condições financeiras globais, razão pela qual o Fundo Monetário Internacional (FMI) deve estar bem financiado e preparado para enfrentar a volatilidade internacional. Nesse sentido, Ilan fez um apelo para a comunidade internacional para garantir o financiamento ao FMI através da revisão geral de cotas.

    Sobre o Brasil, Ilan reiterou mensagem que já havia divulgado na véspera, de que o país está bem posicionado para resistir a choques em sua economia, citando um robusto balanço de pagamentos, regime de câmbio flutuante, nível adequado de reservas, inflação em níveis baixos e expectativas de inflação bem ancoradas.

    (Por Marcela Ayres, em Brasília)

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    FMI reduz projeções de crescimento econômico global por guerra tarifária e turbulência nos mercados emergentes

    Por David Lawder

    NUSA DUA, Indonésia (Reuters) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) cortou suas previsões de crescimento econômico global para 2018 e 2019, afirmando que a guerra comercial está pesando e que os mercados emergentes enfrentam dificuldades com condições financeiras mais restritivas e fluxo de saída de capitais.

    As novas projeções, divulgadas na ilha indonésia de Bali, onde as reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial estão sendo realizadas, mostram que a onda de forte crescimento, alimentada em parte pelos cortes nos impostos dos EUA e pela crescente demanda por importações, está começando a diminuir.

    O FMI disse em uma atualização do seu relatório 'Perspectiva Econômica Mundial' que agora prevê um crescimento global de 3,7 por cento em 2018 e 2019, abaixo da previsão de julho, de crescimento de 3,9 por cento para os dois anos.

    A redução reflete uma confluência de fatores, incluindo a introdução de tarifas de importação entre os Estados Unidos e a China, desempenhos mais fracos dos países da zona do euro, Japão e Reino Unido e crescentes taxas de juros que pressionam alguns mercados emergentes com saídas de capital, especialmente Argentina, Brasil, Turquia, África do Sul, Indonésia e México.

    'O crescimento dos EUA vai diminuir quando partes de seu estímulo fiscal retrocederem', disse o economista-chefe do FMI, Maurice Obstfeld, em comunicado. 'Apesar da força da demanda presente, reduzimos nossa projeção de crescimento dos EUA em 2019 devido às tarifas recentemente adotadas sobre uma série de importações da China e à retaliação da China.'

    Com a maior parte do impacto da guerra tarifária entre EUA e China a ser sentida no próximo ano, o FMI reduziu a previsão de crescimento dos EUA em 2019 a 2,5 por cento de 2,7 por cento anteriormente, enquanto a estimativa para a China passou a 6,2 por cento de 6,4 por cento. Para 2018 as projeções para os dois países permaneceram em 2,9 por cento para os EUA e 6,6 por cento para a China.

    Obstfeld disse não estar preocupado com a capacidade do governo chinês de defender sua moeda contra mais enfraquecimento, mas afirmou em entrevista à imprensa que Pequim enfrentará um 'exercício de equilíbrio' entre ações para sustentar o crescimento e garantir a estabilidade financeira.

    Se a China e os EUA resolverem suas diferenças comerciais, 'haverá uma alta significativa nas projeções'.

    A estimativa de crescimento da zona do euro em 2018 foi reduzida a 2 por cento de 2,2 por cento anteriormente, com a Alemanha particularmente afetada pela queda nas encomendas à indústria e nos volumes comerciais.

    Obstfeld disse que o FMI não vê um recuo generalizado dos mercados emergentes nem contágio para as economias emergentes com situação mais forte e que tenham evitado grandes fluxos de saída, como alguns na Ásia e alguns países exportadores de petróleo e metais.

    'Mas não há como negar que a suscetibilidade a grandes choques globais aumentou', disse Obstfeld. 'Qualquer forte reversão para os mercados emergentes apresentará uma ameaça significativa para as economias avançadas.'

    O Brasil teve sua estimativa de crescimento em 2018 reduzida em 0,4 ponto percentual, a 1,4 por cento, devido à greve dos caminhoneiros. O Irã, que enfrenta uma nova rodada de sanções dos EUA no próximo mês, também teve sua projeção reduzida.

    Alguns países emergentes ricos em energia tiveram desempenho melhor devido aos preços mais altos do petróleo, com a Arábia Saudita e a Rússia recebendo revisões para cima em suas projeções.

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    FMI vê crescimento menor no Brasil em 2018 e 2019 por greve dos caminhoneiros e aperto global no crédito

    SÃO PAULO (Reuters) - Os problemas provocados pela greve dos caminhoneiros e as condições financeiras externas mais apertadas pressionam a economia do Brasil neste ano e levaram o Fundo Monetário Internacional (FMI) a reduzir suas estimativas de crescimento para 2018 e 2019.

    O Produto Interno Bruto do Brasil deve crescer 1,4 por cento em 2018 nas contas do FMI, que reduziu sua estimativa em 0,4 ponto percentual em relação à projeção anterior feita em julho, de acordo com seu novo relatório 'Perspectiva Econômica Mundial'.

    Isso se deve a 'problemas causados pela greve nacional dos motoristas de caminhões e condições financeiras externas mais apertadas, que são uma fonte de risco para as perspectivas', disse o FMI no relatório.

    Para 2019, o corte foi de 0,1 ponto percentual, a 2,4 por cento. O crescimento esperado é impulsionado 'pela recuperação da demanda privada conforme o déficit de produção gradualmente diminui', apontou o FMI.

    A greve dos caminhoneiros, em maio, pesou sobre a indústria e os investimentos e o PIB do país cresceu apenas 0,2 por cento no segundo trimestre sobre os três meses anteriores, destacando a instabilidade da atividade econômica.[nL2N1VM0K5]

    Os dados do FMI ficam em linha com aqueles do governo e do Banco Central. Recentemente o BC piorou sua projeção de crescimento do Brasil a 1,4 por cento neste ano, prevendo uma aceleração para 2,4 por cento no ano que vem.[nL2N1WD0CX]

    Os ministérios da Fazenda e do Planejamento preveem uma elevação de 1,6 por cento do PIB neste ano e de 2,5 por cento no ano que vem. Já o mercado vê a atividade crescendo 1,34 por cento em 2018 e 2,5 por cento em 2019, conforme a leitura mais recente da pesquisa semanal Focus.[nL2N1WO0DP]

    O FMI destacou que a consolidação fiscal deve ser a prioridade para o Brasil.

    'A reforma da Previdência é essencial para garantir a sustentabilidade fiscal e garantir a igualdade, dado que os gastos previdenciários são altos e as aposentadorias são excessivamente generosas para alguns segmentos da população', disse o FMI.

    'Também será necessário continuar restringindo a folha de pagamento do governo, harmonizando os regimes tributários federal e estatal e melhorando as finanças do governo, ao mesmo tempo em que se protege os programas sociais', completou.

    O FMI também projeta inflação de 3,7 por cento no Brasil em 2018 e 4,2 por cento em 2019, sendo que o centro da meta oficial do governo brasileiro é de respectivamente 4,50 por cento e 4,25 por cento, com margem de tolerância para ambos os anos de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

    A taxa de desemprego, segundo o Fundo, deve diminuir, passando de 11,8 por cento neste ano para 10,7 por cento no próximo. No trimestre encerrado em agosto, a taxa caiu pela quinta vez seguida para 12,1 por cento, informou o IBGE no fim do mês passado. [nL2N1WE0CE]

    As revisões promovidas pelo FMI para o Brasil ajudaram a pressionar para baixo o crescimento das economias emergentes e em desenvolvimento como um todo, junto com o esperado impacto das medidas comerciais implementadas desde abril sobre a atividade na China e a desaceleração da economia da Turquia.

    Assim o FMI cortou a expectativa para a expansão desse grupo em 0,2 e 0,4 ponto percentual respectivamente para 2018 e 2019, vendo um crescimento de 4,7 por cento para ambos os anos.

    Para a América Latina e o Caribe, a redução foi de 0,4 ponto para cada um dos dois anos, com as novas estimativas de crescimento a 1,2 por cento em 2018 e de 2,2 por cento em 2019.

    (Por Camila Moreira)

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    Incertezas políticas e greve reduzem projeção de crescimento do Brasil em 2018 a 1,8%, diz FMI

    SÃO PAULO (Reuters) - As incertezas políticas e os prolongados efeitos da greve dos caminhoneiros levaram o Fundo Monetário Internacional Internacional (FMI) a reduzir com força a projeção de crescimento do Brasil em 2018, deixando a perspectiva para o país bem aquém da expectativa esperada para os mercados emergentes.

    O FMI cortou em 0,5 ponto percentual sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2018, a 1,8 por cento, de acordo com a atualização de seu relatório 'Perspectiva Econômica Mundial' publicada nesta segunda-feira. Para 2019, o FMI manteve a projeção feita em abril, de expansão de 2,5 por cento.

    'Embora preços mais altos de commodities continuem a dar suporte a exportadores de commodities na região, o cenário fraco comparado com a abril reflete mais perspectivas difíceis para economias importantes', apontou o FMI, citando especificamente para o Brasil a greve e a incerteza política.

    A revisão para baixo promovida pelo FMI acompanha reduções feitas pelo próprio governo, Banco Central e economistas em geral, mas ainda é melhor do que o cenário visto dentro do país.

    O Ministério da Fazenda chegou a falar em crescimento de 3 por cento neste ano, mas agora calcula expansão de 1,6 por cento, mesmo cenário do BC.

    Pesquisa Focus com especialistas aponta expectativa de expansão do PIB em 2018 de 1,5 por cento, projeção que vem sendo reduzida constantemente ainda em meio às incertezas que rondam o país poucos meses antes da eleição presidencial de outubro.

    O impacto da paralisação dos caminhoneiros no final de maio ficou claro no resultado do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do PIB, que em maio registrou a pior leitura mensal na série histórica iniciada em 2003 ao recuar 3,34 por cento.

    Com isso, o Brasil fica bem atrás se comparado com as expectativas para as economias emergentes e em desenvolvimento como um todo. O FMI calcula crescimento de 4,9 por cento este ano para o grupo e de 5,1 por cento em 2019, inalterado ante o relatório de abril.

    Para a América Latina e o Caribe, entretanto, as contas foram reduzidas a expansão de 1,6 por cento este ano e 2,6 por cento no próximo, contra respectivamente 2 e 2,8 por cento.

    'O crescimento está se tornando mais desigual entre economias emergentes e em desenvolvimento, refletindo as influências combinadas de alta dos preços do petróleo, rendimentos mais altos nos Estados Unidos, mudanças de sentimento após a intensificação das tensões comerciais e incertezas políticas domésticas', explicou o FMI.

    O FMI destacou que muitos desses países precisam melhorar a resiliência através de uma combinação de políticas fiscal, monetária e cambial para reduzir a vulnerabilidade ao aperto das condições financeiras globais e fortes movimentos cambiais, além das reversões dos fluxos cambiais.

    (Por Camila Moreira)

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    Diretoria do FMI aprova acordo de financiamento de US$50 bi para Argentina

    BUENOS AIRES (Reuters) - A diretoria do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou um acordo de financiamento de 50 bilhões de dólares para a Argentina nesta quarta-feira e desembolsará imediatamente 15 bilhões de dólares ao governo do país, informou o FMI em comunicado.

        De acordo com o FMI qualquer desembolso dos 35 bilhões de dólares adicionais estará sujeito a revisões trimestrais pelo conselho.

    A Argentina anunciou que estava recorrendo ao FMI em maio, após uma queda na moeda local. A medida foi politicamente arriscada para o presidente Mauricio Macri, já que muitos argentinos culpam as políticas de austeridade impostas pelo FMI por exacerbar a crise econômica de 2001 e 2002.

    O governo de Macri se comprometeu a acelerar seus esforços para reduzir o déficit orçamentário como parte do acordo.

    O presidente do banco central argentino, Luis Caputo, disse em entrevista aos jornais locais Clarín e La Nación nesta quarta-feira que a chegada dos fundos estabilizaria o mercado de câmbio do país.

    O FMI informou que as autoridades argentinas usarão metade do desembolso inicial, ou 7,5 bilhões de dólares, para financiar o orçamento. O Tesouro e o Ministério da Fazenda disseram que venderão esses fundos nos mercados de câmbio em leilões diários previamente anunciados.

    O peso argentino fechou em queda de 0,4 por cento na véspera, a 27,80 dólares, após fortes ganhos na segunda-feira, quando Caputo aumentou as exigências de reservas dos bancos.

    Caputo disse que o mercado operou com calma absoluta na terça-feira após as ações do banco central. Os mercados argentinos estão fechados por conta de um feriado nesta quarta-feira.

    (Por Luc Cohen e Jorge Otaola)

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