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    Mercado passa a ver Selic a 5,75% e crescimento abaixo de 1% em 2019

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado reduziu com força a expectativa para a taxa básica de juros neste ano após 18 semanas de estabilidade, ao mesmo tempo em que passou a ver crescimento econômico abaixo de 1% em 2019 pela primeira vez.

    A pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira mostrou que a estimativa agora é de que a taxa básica Selic termine este ano a 5,75%, uma forte redução ante estabilidade no atual patamar de 6,5% vista antes.

    Os economistas consultados passaram a ver três cortes seguidos de 0,25 ponto percentual na Selic, em setembro, outubro e dezembro.

    O cenário para 2020 também apresentou redução na estimativa para os juros, a 6,5% de 7% no levantamento anterior.

    Com isso, as perspectivas para o mercado como um todo se alinham às do Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, que também baixou a conta para a Selic este ano a 5,75%, de 6,5%, mantendo a perspectiva para 2020 em 6,5%.

    A pesquisa semanal com uma centena de economistas apontou ainda que a expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano caiu a 0,93%, de 1% antes, no 16º corte seguido. Para o próximo ano caiu 0,03 ponto percentual, a 2,20%.

    Para a inflação, a alta do IPCA em 2019 passou a ser calculada em 3,84%, de 3,89% antes, com os investidores mantendo a expectativa de avanço de 4% no próximo ano. O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    (Por Camila Moreira)

    13

    10 H

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    Economistas cortam no Focus previsão para indústria em 2019 em mais de 3 vezes; PIB deve crescer 1%

    SÃO PAULO (Reuters) - Economistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central cortaram em mais de três vezes a estimativa para a produção industrial neste ano, para o qual passaram a ver expansão econômica de 1% em 2019 pela primeira vez, enquanto reduziram também a previsão para a taxa básica de juros em 2020.

    O levantamento semanal apontou que a expectativa agora é de um crescimento da indústria de apenas 0,47% neste ano, contra expansão prevista anteriormente de 1,49%. Para 2020 permanece a projeção de crescimento de 3%.

    A produção industrial brasileira iniciou o segundo trimestre com alta abaixo do esperado de 0,3% em abril, pressionada pela indústria extrativa e mostrando irregularidade.

    Com isso, as contas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 passaram a 1%, de 1,13% na pesquisa anterior. A perspectiva para a economia no próximo ano também diminuiu, a 2,23%, de 2,50%.

    Com a fraqueza da economia, os economistas agora veem a taxa básica de juros Selic em 7% ao final de 2020, de 7,25% antes. Para este ano, entretanto, ainda esperam manutenção na mínima recorde atual de 6,5%.

    O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, vê a Selic ainda mais baixa em 2020, reduzindo a perspectiva a 6,5%, de 7% antes. Mas para este ano o grupo ainda vê estabilidade.

    Para a inflação, os economistas passaram a ver uma taxa em 2019 abaixo de 4%. A expectativa agora é de alta do IPCA de 3,89%, contra 4,03% há uma semana, enquanto que para 2020 permanece a estimativa de avanço de 4%.

    O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    (Por Camila Moreira)

    10

    1 S

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    Expectativa de crescimento do Brasil em 2019 é reduzida pela 14ª vez, a 1,13%, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - A expectativa para o crescimento econômico do Brasil foi reduzida mais uma vez na pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira após o país voltar a registrar contração no primeiro trimestre.

    O levantamento mostrou que os economistas consultados cortaram pela 14ª vez seguida a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) este ano, passando a ver uma expansão de 1,13%, de 1,23% antes.

    A economia brasileira iniciou 2019 com contração de 0,2% no primeiro trimestre, com fraqueza em indústria, agropecuária e investimentos, na primeira queda trimestral desde o fim de 2016.

    O cenário confirma o quadro de dificuldades da economia e as preocupações com as perspectivas, embora a estimativa do PIB para 2020 no Focus tenha permanecido em uma expansão de 2,50%.

    A pesquisa semanal mostrou também ajuste nas contas para a inflação, com a alta do IPCA neste ano estimada em 4,03%, de 4,07% antes. Para 2020 permanece a perspectiva de uma inflação de 4,0%.

    O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Apesar da fraqueza da economia, o BC deve manter a taxa básica Selic no atual patamar de 6,5% até o final do ano, segundo os economistas consultados, elevando a taxa para 7,25% no fim de 2020, em cenário inalterado.

    O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também manteve suas contas, com a Selic a 6,5% este ano e a 7,0% em 2020.

    (Por Camila Moreira)

    4

    2 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Projeções para PIB e indústria voltam a cair e economistas veem Selic a 7,25% em 2020

    Projeções para PIB e indústria voltam a cair e economistas veem Selic a 7,25% em 2020

    SÃO PAULO (Reuters) - As expectativa para a economia e a produção industrial neste ano voltaram a cair em pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira, depois que o BC apontou 'probabilidade relevante' de recuo da economia no primeiro trimestre.

    Diante desse cenário, a pesquisa mostrou ainda que o mercado passou a ver a política monetária ainda mais frouxa no próximo ano.

    Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento para 2019 no Focus passou a 1,24%, de 1,45% na semana passada, na 12ª semana seguida de redução, com as contas para a indústria caindo 0,23 ponto percentual, a 1,47%

    Para 2020 o cenário para o PIB e para a produção industrial não mudaram, respectivamente de expansões de 2,50% e 3,00%.

    Na semana passada, a morosidade da economia brasileira foi abordada duas vezes pelo BC. Na ata da reunião em que manteve a taxa básica de juros em 6,5%, a autoridade monetária citou o risco de que o PIB tenha recuado ligeiramente no primeiro trimestre deste ano sobre os três meses anteriores.

    Dias depois, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, expressou decepção em relação ao desempenho recente da economia, mas ressaltou que o banco não pode trocar inflação controlada por crescimento econômico.

    Os números do PIB relativos ao início de 2019 serão divulgados pelo IBGE em 30 de maio. No quarto trimestre do ano passado, o PIB cresceu 0,1 por cento sobre o terceiro e terminou 2018 com expansão de 1,1 por cento, de acordo com dados do IBGE.

    A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que para a taxa básica de juros Selic, os economistas ainda a veem no atual patamar de 6,5% ao final deste ano. Mas para 2020 a conta caiu a 7,25%, de 7,5%.

    O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também vê a Selic a 6,5% em 2019, mas calcula a taxa ainda mais baixa no próximo ano, a 7,0%, de 7,21% na mediana das projeções na semana passada.

    O levantamento semanal apontou que a expectativa para a alta do IPCA passou a 4,07% em 2019 de 4,04% antes, permanecendo em 4,00% para o próximo ano. O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    (Por Camila Moreira)

    13

    4 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Economistas reduzem expectativa de crescimento do PIB em 2019 a 1,45%

    Economistas reduzem expectativa de crescimento do PIB em 2019 a 1,45%

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado financeiro fez leves ajustes em suas projeções econômicas para este ano, com nova revisão para baixo na expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), pressionada pela fraqueza da produção industrial.

    A pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira mostrou que a projeção de crescimento do PIB em 2019 foi reduzida em 0,04 ponto percentual, para 1,45%, na 11ª semana seguida de redução.

    O cenário para a indústria piorou pela segunda vez seguida, com os economistas projetando agora um crescimento da produção de 1,70%, de 1,76% antes na mediana das estimativas.

    Para 2020 permanece a expectativa de expansão do PIB de 2,50%, com a indústria crescendo 3%.

    O levantamento semanal com uma centena de economistas apontou ainda que as expectativa para a alta do IPCA permanecem em 4,04% para este ano e em 4% para o próximo. O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Na semana passada, o IBGE divulgou que o IPCA avançou 0,57% em abril, indo a 4,94% em 12 meses, depois de o Banco Central ter avaliado que o balanço de riscos para a inflação mostra-se simétrico.

    Para a taxa básica de juros, também não sofreu alteração o cenário de Selic a 6,50% em 2019 e a 7,50% em 2020. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, continua vendo a taxa a 6,50% este ano e a 7,21% no próximo, na mediana das projeções.

    (Por Camila Moreira)

    9

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Mercado reduz expectativa para crescimento da economia brasileira em 2019 pela 10ª semana seguida

    Mercado reduz expectativa para crescimento da economia brasileira em 2019 pela 10ª semana seguida

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado voltou a reduzir com força a expectativa de crescimento da economia brasileira neste ano, em meio à deterioração do cenário para a indústria, de acordo com a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira.

    O levantamento semanal apontou que a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 passou a 1,49 por cento, de 1,70 por cento no levantamento anterior, na 10ª semana seguida de piora da projeção. A expectativa para a indústria foi reduzida a um crescimento de 1,76 por cento, contra 2 por cento antes.

    Para 2020, não houve alterações nas contas de uma expansão de 2,50 por cento do PIB, com a indústria aumentando 3 por cento.

    O cenário para a inflação neste ano piorou ligeiramente, com as contas para a alta do IPCA chegando a 4,04 por cento, uma alta de 0,03 ponto percentual em relação à semana anterior. Para 2020 a expectativa ainda é de uma inflação de 4,00 por cento.

    O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Apesar da piora no cenário para a atividade econômica, os especialistas consultados na pesquisa continuam vendo que a taxa básica de juros Selic terminará este ano no atual piso histórico de 6,5 por cento, indo a 7,50 por cento em 2020.

    O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também calcula a Selic a 6,50 por cento em 2019, mas reduziu a expectativa para o próximo ano a 7,21 por cento na mediana das projeções, de 7,25 por cento.

    (Por Camila Moreira)

    16

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Mercado melhora cenário para indústria em 2019 e Top-5 vê juros mais baixos em 2020

    Mercado melhora cenário para indústria em 2019 e Top-5 vê juros mais baixos em 2020

    SÃO PAULO (Reuters) - O cenário para a indústria brasileira neste ano melhorou segundo a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central divulgada nesta segunda-feira, enquanto o grupo dos economistas que mais acertam as previsões reduziu a perspectiva para os juros básicos no próximo ano.

    O levantamento semanal apontou que a expectativa para o crescimento da produção industrial este ano subiu a 2 por cento, de 1,70 por cento na semana anterior. Ainda assim, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foi ajustada a 1,70 por cento, 0,01 ponto percentual a menos.

    Para 2020, permanece a conta de um aumento da produção industrial de 3 por cento, com o PIB crescendo 2,50 por cento.

    A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que a taxa básica de juros Selic deverá terminar este ano no atual piso histórico de 6,5 por cento, indo a 7,50 por cento em 2020.

    Entretanto, o Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, passou a ver a Selic a 7,25 por cento em 2020, de 7,50 por cento antes.

    Para a alta do IPCA, o mercado não alterou a expectativa de 4,01 por cento em 2019 e de 4,00 por cento no próximo ano. O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Veja abaixo as principais projeções do mercado para a economia brasileira, de acordo com a pesquisa semanal do BC com cerca de 100 instituições financeiras:

    Expectativas de mercado 2019 2019 2020 2020

    Mediana Há 1 Hoje Há 1 Hoje

    semana semana

    IPCA (%) 4,01 4,01 4,00 4,00

    PIB (%) 1,71 1,70 2,50 2,50

    Dólar (fim de período-R$) 3,75 3,75 3,80 3,79

    Selic (fim de período-% a.a.) 6,50 6,50 7,50 7,50

    Preços administrados (%) 5,17 5,20 4,35 4,25

    Produção industrial (%) 1,70 2,00 3,00 3,00

    Conta corrente (US$ bi) -26,00 -25,29 -36,35 -36,35

    Balança comercial (US$ bi) 50,00 50,00 46,00 46,00

    IDP (US$ bi) 81,89 82,00 83,38 84,68

    Dívida líquida pública (%/PIB) 56,25 56,30 58,70 58,50

    (Por Camila Moreira)

    23

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Economistas passam a ver crescimento de 1,71% da economia brasileira em 2019

    Economistas passam a ver crescimento de 1,71% da economia brasileira em 2019

    SÃO PAULO (Reuters) - A estimativa de crescimento econômico do Brasil neste ano voltou a ser reduzida com força na pesquisa Focus que o Banco Central divulgou nesta segunda-feira, com um ritmo esperado para a indústria bem mais fraco.

    O levantamento semanal apontou que a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 agora é de um crescimento de 1,71 por cento, de 1,95 por cento na semana anterior, na oitava semana seguida de redução.

    O cenário para a produção industrial em 2019 sofreu forte piora, com as contas para o crescimento do setor passando a 1,70 por cento, de 2,30 por cento antes.

    A perspectiva para o PIB em 2020 também foi piorada, com os analistas consultados vendo agora uma expansão de 2,50 por cento, 0,08 ponto percentual a menos do que no levantamento anterior. Entretanto, o crescimento da produção industrial permaneceu sendo calculado em 3 por cento.

    Em relação à inflação, o levantamento mostrou que agora a expectativa é de uma alta do IPCA em 2019 de 4,01 por cento, de 4,06 por cento antes. Para o próximo ano permanece o cálculo de inflação de 4 por cento.

    O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que o cenário para a política monetária não mudou apesar do cenário de crescimento mais fraco, com a taxa básica de juros Selic calculada este ano no atual piso histórico de 6,5 por cento, indo a 7,5 por cento em 2020. Essa é a mesma perspectiva adotada pelo Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões.

    (Por Camila Moreira)

    20

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Economistas veem IPCA mais alto em 2019, pioram projeção para PIB neste ano e no próximo

    Economistas veem IPCA mais alto em 2019, pioram projeção para PIB neste ano e no próximo

    BRASÍLIA (Reuters) - Economistas elevaram ligeiramente a expectativa para a inflação neste ano, enquanto as projeções para o crescimento econômico pioraram mais uma vez tanto para 2019 quanto para 2020, conforme pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira.

    O levantamento semanal, feito com uma centena de economistas, apontou que a estimativa para a alta do IPCA foi a 3,90 por cento neste ano, sobre 3,89 por cento na pesquisa anterior. Para 2020, a estimativa permaneceu inalterada em 4,0 por cento.

    O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Para o Produto Interno Bruto (PIB), a perspectiva de crescimento caiu a 1,97 por cento para 2019, ante 1,98 por cento no levantamento da semana anterior. Já para o ano que vem, a conta agora é de alta de 2,70 por cento, ante 2,75 por cento anteriormente, na terceira semana seguida de ajuste para baixo.

    No fim de março, o próprio BC piorou a projeção do PIB neste ano a 2,0 por cento, citando a fraqueza observada na atividade no fim do ano passado, consequências da tragédia de Brumadinho (MG) e menor perspectiva para a safra agrícola neste ano.

    Em meio à fraqueza na retomada econômica, a pesquisa semanal do BC mostrou ainda que, para a taxa básica de juros, a expectativa continua sendo de que feche este ano a 6,5 por cento e o ano que vem a 7,50 por cento. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, enxerga o mesmo cenário para a Selic.

    Atualmente a taxa básica está no seu piso histórico de 6,5 por cento, sendo que o presidente do BC, Roberto Campos Neto, ressaltou recentemente que a autoridade monetária necessita de mais tempo para avaliar o cenário antes de eventuais mudanças na condução da política monetária.

    (Por Marcela Ayres)

    17

    2 M

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    Economistas passam a ver crescimento do PIB em 2019 abaixo de 2% pela primeira vez

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado voltou a reduzir as expectativas para a atividade econômica brasileira na Pesquisa Focus desta segunda-feira, com a estimativa para este ano indo abaixo de 2 por cento pela primeira vez.

    A expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 caiu a 1,98 por cento no levantamento divulgado nesta semana, ante 2,00 por cento na semana anterior. Para 2020 também houve piora do cenário, com a expansão passando a ser estimada em 2,75 por cento, de 2,78 por cento.

    O resultado acontece na esteira da piora das perspectivas para a produção industrial, com os economistas consultados calculando crescimento de 2,50 por cento em 2019, contra 2,57 por cento antes. Para 2020 a expectativa de aumento da produção industrial foi mantida em 3 por cento.

    Na semana passada, o BC piorou sua projeção de crescimento do PIB em 2019 a 2,0 por cento, contra 2,4 por cento antes, citando a fraqueza observada na atividade no fim do ano passado, consequências da tragédia de Brumadinho (MG) e menor perspectiva para a safra agrícola neste ano.

    Para a inflação, permanecem no Focus as contas de alta do IPCA de 3,89 por cento este ano e de 4,00 no próximo. O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Também não mudaram as expectativas de que a taxa básica de juros Selic terminará este ano no atual piso histórico de 6,5 por cento, indo a 7,50 por cento em 2020. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, prevê o mesmo cenário.

    Na reunião de política monetária de março, quando manteve os juros, o BC indicou que, diante da retomada econômica abaixo da esperada, o balanço de riscos para a inflação passou a ter pesos iguais tanto para cima quanto para baixo, o que tirou o impedimento explícito que o BC vinha apontando para eventualmente diminuir os juros à frente.

    (Por Camila Moreira)

    14

    2 M

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    Economistas reduzem de novo expectativa para Selic em 2020, a 7,5%

    SÃO PAULO (Reuters) - Economistas reduziram pela segunda vez seguida a expectativa para a taxa básica de juros no final de 2020, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira, após o BC indicar que vê a economia aquém do esperado e balanço equilibrado de riscos.

    O Focus mostrou que a expectativa para a Selic passou a 7,50 por cento no próximo ano, de 7,75 por cento previstos antes, e em linha agora com a projeção do Top-5, grupo daqueles que mais acertam as previsões. Para este ano, permanece a estimativa de taxa básica de juros a 6,50 por cento.

    O Banco Central indicou na semana passada que, diante da retomada econômica abaixo do esperado, o balanço de riscos para a inflação tem pesos iguais tanto para cima quanto para baixo.

    A decisão do BC, que manteve a taxa básica de juros em 6,5 por cento na semana passada, tira o impedimento explícito que a autoridade vinha apontando para possivelmente diminuir os juros à frente. O mercado aguarda agora a divulgação da ata desse encontro na terça-feira.

    O levantamento semanal continuou apontando piora do cenário econômico, com reduções de 0,01 ponto percentual e de 0,02 ponto para as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), respectivamente em 2019 e 2020, a 2,0 e 2,78 por cento.

    A pesquisa com uma centena de economistas apontou ainda que não houve mudanças nas expectativas para a alta do IPCA, permanecendo em 3,89 por cento para 2019 e 4,00 em 2020.

    O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    (Por Camila Moreira)

    18

    2 M

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