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    Mercado vê PIB crescendo menos neste ano, a 1,5%

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - Os economistas diminuíram mais uma vez a expectativa para o crescimento econômico este ano, reduzindo também a projeção para a inflação em 2018, segundo pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.

    Agora, a previsão é que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 será de 1,50 por cento, sobre 1,53 por cento na leitura anterior e o patamar de 3 por cento que já chegou a ser indicado poucos meses antes, após a greve dos caminhoneiros e queda na confiança dos agentes econômicos. Para o ano que vem, a conta segue de crescimento de 2,50 por cento do PIB.

    A economia brasileira teve contração de 3,34 por cento em maio sobre o mês anterior, conforme Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do PIB, divulgado também nesta manhã.

    Diretamente afetado pela greve dos caminhoneiros que paralisou o país no mês, o desempenho corrobora a leitura de grande parte dos agentes de uma atividade bem mais fraca que a esperada este ano. O próprio Ministério da Fazenda, que também chegou a falar em crescimento de 3 por cento neste ano, agora calcula expansão de 1,6 por cento, mesmo cenário do Banco Central.

    Já para a alta do IPCA, a estimativa segundo o Focus caiu a 4,15 por cento este ano, sobre 4,17 por cento na semana anterior, com a conta para 2019 permanecendo em 4,10 por cento.

    O centro da meta de inflação para este ano é de 4,5 por cento e para 2019 é de 4,25 por cento, ambos com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Para o dólar, os especialistas consultados no levantamento semanal continuaram vendo a moeda a 3,70 reais neste ano. Para o ano que vem, contudo, a expectativa subiu a 3,68 reais, sobre 3,60 reais anteriormente.

    As expectativas para a taxa básica de juros não sofreram alterações. A visão dos economistas é de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento.

    O Top-5, o grupo que reúne os que mais acertam as previsões, também manteve as contas de taxa básica de juros a 6,50 por cento ao fim de 2018 e 7,75 por cento ao fim de 2019, pela mediana de médio prazo.

    Veja abaixo as principais projeções do mercado para a economia brasileira, de acordo com a pesquisa semanal do Banco Central com cerca de 100 instituições financeiras.

    Expectativas de mercado 2018 2018 2019 2019

    Mediana Há 1 Hoje Há 1 Hoje

    semana semana

    IPCA (%) 4,17 4,15 4,10 4,10

    PIB (%) 1,53 1,50 2,50 2,50

    Dólar (fim de período-R$) 3,70 3,70 3,60 3,68

    Selic (fim de período-% a.a.) 6,50 6,50 8,00 8,00

    Preços administrados (%) 6,40 6,45 4,44 4,40

    Produção industrial (%) 2,65 2,96 3,05 3,00

    Conta corrente (US$ bi) -20,00 -20,00 -35,90 -34,10

    Balança comercial (US$ bi) 57,81 57,81 49,50 49,30

    IDP (US$ bi) 70,00 70,00 75,30 74,65

    Dívida líquida pública (%/PIB) 54,95 54,93 58,00 58,00

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    Economistas pioram estimativas para inflação e PIB em 2018; Top-5 vê Selic mais baixa em 2019

    BRASÍLIA (Reuters) - As projeções para a inflação neste ano continuaram em trajetória de alta, com novas reduções nas contas para a atividade, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.

    Ao mesmo tempo, o grupo dos economistas que mais acertam as previsões, o chamado Top-5, reduziu novamente o cálculo para a taxa básica de juros no final de 2019, passando a vê-la em 7,75 por cento, sobre 7,88 por cento na leitura anterior, no cálculo de médio prazo.

    Para 2018, a expectativa do Top-5 segue sendo de uma taxa a 6,50 por cento no fim do ano.

    A mediana geral para a Selic, contudo, seguiu sem alterações. A visão dos economistas é de que a taxa básica terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento.

    Diante das incertezas que rondam a economia brasileira, o BC decidiu não se comprometer com sinalizações sobre seus próximos passos na política monetária, mas reafirmou que ela tem foco exclusivo na inflação, seus balanços de risco e atividade econômica, segundo a ata de seu último encontro.

    Ainda segundo o Focus, estimativa geral de alta do IPCA chegou agora a 4,17 por cento em 2018, sobre 4,03 por cento na semana anterior, com a conta para 2019 permanecendo em 4,10 por cento.

    Sobre a atividade econômica, o cenário ficou mais pessimista uma vez que a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 foi reduzida a 1,53 por cento, ante 1,55 por cento antes. Para o ano que vem, a expectativa continua sendo de um avanço de 2,50 por cento.

    Os economistas pioraram sua visão para o crescimento industrial em 2018 a 2,65 por cento, contra 3,17 por cento antes. Para o próximo ano, o ajuste também foi para baixo, mas em menor intensidade: 3,05 por cento, ante 3,10 por cento no levantamento anterior.

    Para o dólar, os especialistas consultados no levantamento semanal veem a moeda encerrando este ano a 3,70 reais, patamar que ficou inalterado em relação à semana anterior. Para o ano que vem, a estimativa também permaneceu em 3,60 reais.

    (Por Marcela Ayres)

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    Top-5 de pesquisa Focus passa a ver taxa básica de juros mais baixa ao final de 2019

    SÃO PAULO (Reuters) - O grupo dos economistas que mais acertam as previsões na pesquisa Focus do Banco Central passou a ver a taxa básica de juros mais baixa no final de 2019, em meio a expectativas de menor crescimento econômico para o próximo ano.

    O chamado Top-5 agora calcula a Selic a 7,88 por cento no ano que vem na mediana das projeções, sobre8 por cento anteriormente, mas manteve a expectativa de que a taxa terminará 2018 na atual mínima histórica de 6,5 por cento.

    A visão dos economistas como um todo não mudou e a pesquisa aponta que continuam vendo a Selic a 6,5 por cento neste ano e a 8 por cento em 2019.

    Diante das incertezas que rondam a economia brasileira, o BC decidiu não se comprometer com sinalizações sobre seus próximos passos na política monetária, mas reafirmou que ela tem foco exclusivo na inflação, seus balanços de risco e atividade econômica, segundo a ata de seu último encontro.

    O Focus mostrou ainda que cenário para a atividade econômica ficou mais pessimista para o ano que vem, com a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) reduzida a 2,50 por cento, frente a 2,60 por cento. Para este ano permanece a expectativa de crescimento de 1,55 por cento.

    A estimativa de alta do IPCA em 2018 subiu 0,03 ponto percentual e foi a 4,03 por cento, com a conta para 2019 permanecendo em 4,10 por cento.

    Para o dólar, os especialistas consultados viam a moeda a 3,70 reais neste ano, contra 3,65 reais antes. Para 2019, a expectativa continuava em 3,60 reais.

    (Por Camila Moreira)

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    Expectativa para Selic este ano permanece em 6,5%; mercado vê dólar e inflação mais altos

    SÃO PAULO (Reuters) - As expectativas para a taxa básica de juros foram mantidas na pesquisa Focus com economistas, que ainda reduziram as projeções de crescimento e elevaram as contas para a inflação e o dólar este ano, depois que o Banco Central citou piora no mercado externo e recuperação mais gradual da economia brasileira neste ano.

    O mercado continua vendo que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento, mesmo cenário do grupo que reúne os que mais acertam as previsões, o chamado Top-5.

    Na semana passada, o BC manteve a taxa básica de juros em 6,50 por cento ao ano como esperado, indicando, segundo especialistas, que não deve mexer tão cedo na Selic. Os investidores aguardam agora a ata do encontro a ser divulgada na terça-feira em busca da mais pistas sobre o pensamento do BC.

    Os especialistas consultados no Focus elevaram a projeção para o dólar neste ano pela segunda semana seguida, a 3,65 reais, de 3,63 reais antes. Para 2019, a conta permaneceu em 3,60 reais.

    Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), as estimativas sofreram fortes reduções -- para 2018, os especialistas passaram a ver crescimento de 1,55 por cento e, para 2019, de 2,60 por cento, ante 1,76 e 2,70 por cento respectivamente antes.

    Para a inflação, a estimativa de alta do IPCA chegou a 4,00 por cento em 2018, de 3,88 por cento na semana anterior, com a conta para 2019 permanecendo em 4,10 por cento.

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    Economistas veem dólar acima de R$3,50 este ano e Selic a 6,5% esta semana, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - Economistas de instituições financeiras passaram a ver o dólar acima de 3,50 reais no final deste ano, ao mesmo tempo em que a projeção para a expansão da economia brasileira foi ainda mais abaixo de 2 por cento e a expectativa para a taxa básica de juros permanece sendo de manutenção nesta semana.

    A pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira mostrou que, diante da recente pressão vista no mercado de câmbio e que levou o dólar ao patamar de 3,80 reais durante a semana passada, o mercado passou a ver a moeda norte-americana a 3,63 reais no final de 2018, de 3,50 anteriormente. Para 2019, a projeção também subiu, a 3,60 reais, de 3,50 reais.

    Esse cenário, entretanto, não foi suficiente para alterar a visão de que a taxa básica de juros Selic será mantida nos atuais 6,50 por cento na reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom), como apontado em pesquisa da Reuters.

    Também permanece a expectativa de que a Selic terminará 2018 a 6,50 por cento e 2019, a 8 por cento, mesmo cenário do Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões.

    Para a economia, os economistas veem agora expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 de 1,76 por cento na mediana das projeções, de 1,94 por cento antes. Para o ano que vem, a conta caiu em 0,10 ponto percentual, a 2,70 por cento.

    As contas vêm sendo reduzidas na esteira da greve dos caminhoneiros que afetou o abastecimento em todo o país no final de maio. Na semana passada, o Ministério da Fazenda calculou que os impactos diretos do movimento na economia somaram 15 bilhões de reais.

    Os cálculos para a inflação voltaram a subir. A alta do IPCA foi calculada agora em 3,88 por cento em 2018 e em 4,10 por cento em 2019, respectivamente 0,06 e 0,03 ponto percentual a mais do que na semana anterior.

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