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    Top-5 eleva expectativa para a Selic este ano a 7% na Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - O grupo dos economistas que mais acertam as previsões na pesquisa Focus do Banco Central elevou a expectativa para a taxa básica de juros a 7 por cento neste ano, mostrou o levantamento divulgado nesta segunda-feira.

    Por duas semanas, o chamado Top-5 projetou que a Selic permaneceria ao longo deste ano no atual patamar de 6,5 por cento, mas agora passou a ver duas altas de 0,25 ponto percentual, uma em outubro e outra em dezembro.

    Os economistas como um todo também veem a Selic a 7 por cento no final de 2019 na mediana das projeções, mantendo a previsão do levantamento anterior, prevendo também altas de 0,25 ponto em outubro e em dezembro. Para 2020, também permanece o cálculo de taxa básica de juros a 8 por cento.

    A pesquisa realizada semanalmente pelo BC com uma centena de economistas mostrou ainda ajuste de 0,01 ponto percentual para cima na perspectiva para a alta do IPCA em 2019, projetada agora a 4,02 por cento. Para 2020, a expectativa é de uma inflação de 4 por cento.

    Em 2018, a inflação terminou com alta acumulada de 3,75 por cento, abaixo do centro da meta oficial.

    O centro da meta oficial de 2019 é de 4,25 por cento e, de 2020, de 4 por cento, ambos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o Focus mostra que a projeção é de crescimento de 2,57 por cento este ano, de 2,53 por cento calculados antes, com a atividade crescendo 2,50 por cento em 2020.

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    Mercado reduz expectativa para Selic em 2019 a 7%

    Por Camila Moreira

    SÃO PAULO (Reuters) - A perspectiva do mercado para a taxa básica de juros em 2019 foi reduzida pela terceira semana seguida, em um cenário de inflação contida e depois que o Banco Central jogou para um futuro indeterminado eventual início de aperto monetário.

    Os economistas consultados na pesquisa Focus do BC divulgada nesta segunda-feira passaram a ver a Selic a 7 por cento no final deste ano, de 7,13 por cento na mediana das projeções do levantamento anterior. Para 2020, a perspectiva continua sendo de taxa básica de juros terminando o ano a 8 por cento.

    Já o Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, ainda vê que a Selic permanecerá em piso histórico de 6,5 por cento --patamar em que se encontra atualmente-- ao longo de 2019.

    O BC deixou de mencionar a possibilidade de um eventual início de aperto nos juros, jogando para um futuro indeterminado uma alta da Selic ao traçar um quadro favorável para a inflação, embora ainda alerte que os riscos altistas para o IPCA seguem no radar.[nL1N1YN0D7][nL1N1YP0S5]

    O Focus mostrou ainda que os economistas veem que o IPCA terminou 2018 com alta de 3,69 por cento, sem alterar sua projeção. Para 2019 também permanece o cálculo de inflação de 4,01 por cento.

    O centro da meta oficial de 2018 é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), a pesquisa semanal com uma centena de economistas mostra que o crescimento no ano passado continuou sendo calculado em 1,30 por cento, mas para este ano houve uma redução de 0,02 ponto percentual na conta, a 2,53 por cento.

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    Top-5 reduz expectativa para Selic em 2019 a 7% após BC afastar possibilidade de aperto à frente, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - Os economistas que mais acertam as expectativas na pesquisa Focus passaram a ver a taxa básica de juros ainda mais baixa em 2019 depois que o Banco Central afastou a possibilidade de uma eventual alta dos juros à frente e indicou que vê um quadro mais benigno para a inflação.

    O levantamento com uma centena de economistas mostrou que o Top-5 passou a ver a Selic a 7 por cento no final do próximo ano, de 7,25 por cento anteriormente, depois do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do ano. Para 2020, permanece a conta de que a taxa ficará a 8 por cento.

    Na semana passada, o BC manteve a Selic no seu piso histórico de 6,5 por cento, reafirmando que a conjuntura econômica ainda prescreve política monetária estimulativa. Mas excluiu menção de que 'esse estímulo começará a ser removido gradualmente caso o cenário prospectivo para a inflação no horizonte relevante para a política monetária e/ou seu balanço de riscos apresentem piora'.

    Os economistas como um todo, entretanto, deixaram inalterado o cenário para a política monetária de acordo com a pesquisa divulgada nesta segunda-feira, vendo a Selic a 7,5 por cento em 2019 e a 8 por cento em 2020.

    As pressões inflacionárias fracas no país permitem ao BC esperar mais tempo para elevar os juros. O Focus mostrou que os economistas veem que o IPCA terminará este ano com alta de 3,71 por cento e o próximo a 4,07 por cento, mantendo as projeções anteriores.

    O centro da meta oficial de 2018 é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    A perspectiva para o dólar no Focus este ano subiu, indo a 3,83 reais de 3,78 reais antes, mas para 2019 permaneceu em 3,80 reais.

    Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), a expectativa continua sendo de um crescimento de 1,30 por cento este ano, mas a projeção para 2019 melhorou em 0,02 ponto percentual, a 2,55 por cento.

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    Economistas passam a ver Selic mais baixa em 2019 com cenário de inflação cada vez mais fraca, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - Com o cenário de inflação cada vez mais fraca, os economistas consultados na pesquisa Focus do Banco Central ratificaram a expectativa de manutenção da taxa básica de juros nesta semana e ainda reduziram a projeção para 2019.

    O levantamento divulgado nesta segunda-feira mostrou que a perspectiva é de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC mantenha a Selic em 6,5 por cento na quarta-feira.

    Além, disso, os especialistas consultados passaram a ver que a taxa encerrará o próximo ano a 7,5 por cento, contra 7,75 por cento estimados anteriormente.

    O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também vê a Selic a 6,5 por cento neste ano e elevou a estimativa para 2019 a 7,25 por cento, de 7,00 por cento na semana anterior.

    O resultado fica em linha com pesquisa da Reuters divulgada na semana passada, segundo a qual todos os 35 economistas consultados veem manutenção da taxa esta semana e apenas quatro de 33 economistas que responderam a uma questão adicional esperam que o BC eleve os juros antes do segundo semestre de 2019.

    As pressões inflacionárias no país seguem fracas e permitem esse movimento pelo BC. No Focus, a projeção para a alta do IPCA em 2018 foi reduzida pela sétima semana seguida, a 3,71 por cento, de 3,89 antes. Em novembro, o índice que baliza a meta do governo recuou 0,21 por cento, maior deflação para o mês em 24 anos, levando o acumulado em 12 meses a 4,05 por cento.

    Para 2019, a conta na pesquisa do BC caiu a 4,07 por cento, de 4,11 por cento no levantamento anterior. O centro da meta oficial de 2018 é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), a expectativa agora é de um crescimento de 1,30 por cento este ano, 0,02 ponto percentual a menos, e de 2,53 por cento no próximo, sem alteração.

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    Economistas veem inflação mais baixa neste ano, mantêm estimativa para juros

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado voltou a reduzir as perspectivas para a inflação neste ano na pesquisa Focus do Banco Central, pela quarta semana seguida, em levantamento que ainda não deve ter refletido o anúncio do novo presidente da autoridade monetária.

    A expectativa agora segundo o levantamento divulgado nesta segunda-feira é de uma inflação de 4,13 por cento em 2018, conta 4,23 por cento estimados há uma semana. Para 2019, a projeção foi ajustada em 0,01 ponto percentual para baixo, a 4,20 por cento.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    O governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciou na quinta-feira passada, feriado de Proclamação da República, que o economista Roberto Campos Neto assumirá a presidência do BC no lugar de Ilan Goldfajn, e que Mansueto Almeida permanecerá no cargo de secretário do Tesouro Nacional. O Focus é fechado na sexta-feira.

    A perspectiva para o dólar no levantamento permaneceu em 3,70 reais para este ano e em 3,76 reais para 2019. Já em relação à economia, não houve alterações nas contas de que o Produto Interno Bruto (PIB) deve apresentar crescimento respectivamente de 1,36 por cento e de 2,50 por cento.

    A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que não mudou a perspectiva de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019, a 8 por cento. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, vê a taxa básica de juros a 6,5 por cento e a 7,5 por cento ao final de cada um desses anos.

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    Mercado reduz expectativa para inflação este ano; mantém projeção para PIB e dólar, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado voltou a reduzir a perspectiva para a inflação neste ano na pesquisa Focus do Banco Central, depois de a autoridade monetária afirmar que a inflação deve ter seu pico no segundo trimestre de 2019.

    A pesquisa divulgada nesta segunda-feira mostrou que a expectativa agora é de uma inflação de 4,23 por cento neste ano, contra 4,40 por cento previstos anteriormente, com as contas para a alta dos preços administrados caindo a 7,48 por cento, de 7,55 por cento.

    Para 2019, a projeção de alta do IPCA sofreu apenas ajuste para baixo de 0,01 ponto percentual, a 4,21 por cento, com a expectativa para os administrados permanecendo de avanço de 4,80 por cento.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Na semana passada, o BC apontou na ata de sua última reunião que a inflação acumulada em 12 meses deve se elevar até atingir um pico por volta do segundo trimestre de 2019, recuando então em direção à meta ao longo do próximo ano.

    Em outubro, o IPCA subiu 0,45 por cento, a maior taxa para o período em três anos, e foi a 4,56 por cento no acumulado em 12 meses.

    A perspectiva para o dólar no Focus permaneceu em 3,70 reais em 2018, mas para o ano que vem caiu a 3,76 reais, de 3,80 reais.

    Já em relação à economia, o levantamento aponta que as contas para Produto Interno Bruto (PIB) continuam sendo de uma expansão de 1,36 por cento e 2,50 por cento respectivamente em 2018 e 2019.

    A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que não mudou a perspectiva de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, consideram que a taxa básica de juros ficará respectivamente em 6,5 e 7,5 por cento.

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    Economistas reduzem projeção para inflação este ano a 4,4%, com pressão menor de administrados, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - As perspectivas do mercado para a inflação neste ano voltaram a cair, com recuo nas contas para a alta dos preços administrados, enquanto os economistas que mais acertam as previsões passaram a ver a Selic mais baixa em 2019, na primeira pesquisa Focus do Banco Central realizada após a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) na eleição presidencial.

    O levantamento divulgado nesta segunda-feira mostrou que a expectativa agora é de uma inflação de 4,40 por cento em 2018 ante 4,43 por cento estimados na semana anterior, com os preços administrados subindo 7,55 por cento, de 7,68 por cento anteriormente.

    A expectativa para a alta do IPCA em 2019 permaneceu em 4,22 por cento, com a inflação dos administrados em 4,80 por cento.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    No Focus, a perspectiva para o dólar este ano foi ajustada a 3,70 reais de 3,71 reais anteriormente, permanecendo em 3,80 reais para 2019. Para a economia, não houve mudanças nas projeções de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano de 3,36 por cento e de 2,50 por cento em 2019.

    Esta foi a primeira pesquisa realizada semanalmente pelo BC junto a mais de 100 economistas com projeções feitas depois do segundo turno da eleição à Presidência da República, no dia 28 de outubro.

    Bolsonaro defendeu compromisso com a responsabilidade fiscal, em discurso ecoado pelo economista Paulo Guedes, que comandará o Ministério da Fazenda no novo governo, afirmando que buscará zerar o déficit fiscal e colocará a reforma da Previdência como prioridade.

    O levantamento do BC mostrou ainda que não mudou a perspectiva de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também vê a taxa básica de juros a 6,5 por cento em 2018, mas reduziu a conta para 2019 a 7,5 por cento, de 7,88 por cento na mediana das projeções.

    (Por Camila Moreira)

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    Mercado vê produção industrial maior e Top-5 eleva expectativa para juros em 2019, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado elevou as perspectivas para a produção industrial neste ano e no próximo enquanto os economistas que mais acertam as projeções na pesquisa Focus do Banco Central voltaram a elevar a conta para a taxa básica de juros em 2019, em cenário que ainda não incorporou o resultado das eleições presidenciais.

    A pesquisa divulgada nesta segunda-feira mostrou que agora a expectativa é de um crescimento da produção industrial de 2,71 por cento em 2018 e de 3,14 por cento em 2019, ante 2,67 e 3 por cento respectivamente antes.

    Com isso, as contas para o PIB foram ajustadas para cima a 1,36 por cento e 2,50 por cento, altas respectivamente de 0,02 e 0,01 ponto percentual.

    O levantamento ainda não levou em consideração o resultado da eleição presidencial em que Jair Bolsonaro (PSL) saiu vitorioso, dado que foi fechado na sexta-feira. O capitão da reserva do Exército, de 63 anos, foi eleito no domingo presidente da República e em seu primeiro pronunciamento prometeu respeitar a Constituição, fazer um governo democrático e unificar o Brasil.

    Para a inflação, a projeção de 2018 passou a 4,43 por cento, de 4,44 por cento, enquanto que para 2019 permaneceu em 4,22 por cento.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    No Focus, a perspectiva para o dólar este ano caiu a 3,71 reais, de 3,75 dólar no levantamento anterior, mas para o ano que vem continuou em 3,80 reais.

    O levantamento semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que não mudou a perspectiva de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também continua vendo a taxa básica a 6,5 por cento este ano, mas para o próximo elevou a estimativa a 7,88 por cento na mediana das projeções, de 7,75 por cento antes.

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    Expectativa para inflação em 2018 sobe com aumento em preços administrados

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado voltou a aumentar as contas para a inflação neste ano diante de maior alta esperada para os preços administrados, mas sem alterar o cenário para taxa básica de juros, de acordo com a pesquisa Focus do BC divulgada nesta segunda-feira, que ainda não incorporou o resultado das eleições presidenciais.

    O levantamento mostrou que a projeção para o IPCA em 2018 agora é de uma alta de 4,40 por cento, de 4,30 por cento na semana anterior, com os preços administrados subindo 7,73 por cento, de 7,60 por cento estimados antes.

    Para 2019 a perspectiva para a inflação permaneceu em 4,20 por cento, com os preços administrados subindo 4,80 por cento.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

    O Focus mostrou ainda que não houve mudanças nas expectativa para o câmbio, com o dólar calculado a 3,89 reais em 2018 e a 3,83 reais em 2019.

    Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa para este ano foi diminuída em 0,01 ponto percentual, a 1,34 por cento, enquanto que para 2019 permaneceu em 2,50 por cento.

    O levantamento divulgado nesta segunda-feira ainda não levou em consideração o resultado do primeiro turno da eleição presidencial no domingo, uma vez que foi fechado na sexta-feira. O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, conquistou votação expressiva, mas não o suficiente para evitar um segundo turno contra o petista Fernando Haddad.

    O levantamento semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que não mudou a perspectiva de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também manteve sua projeção para este ano em 6,5 por cento, mas para o ano que vem subiu o patamar esperado de 7,63 por cento a 7,88 por cento, na mediana das projeções.

    (Por Camila Moreira; Edição de Marcela Ayres)

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    Mercado vê maior pressão de administrados em 2018 e eleva projeção para inflação

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado voltou a elevar as contas para a inflação neste ano e no próximo, com aumento da expectativa para os preços administrados em 2018, mas sem alterar o cenário para taxa básica de juros.

    A pesquisa Focus do BC divulgada nesta segunda-feira mostrou que a projeção para a alta do IPCA neste ano subiu a 4,30 por cento, de 4,28 por cento, com a expectativa para o aumento dos preços administrados indo a 7,60 por cento, 0,10 ponto percentual a mais do que no levantamento anterior.

    Para 2019, a expectativa é de que o IPCA suba 4,20 por cento, ante 4,18 por cento estimados antes.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Na semana passada, o BC avaliou que o nível de repasse cambial para a inflação tem se mostrado contido, com exceção de alguns preços administrados, conforme ata do encontro em que manteve a taxa básica de juros em 6,5 por cento.

    Em seguida, no seu Relatório Trimestral de Inflação o BC avaliou que o grau de repasse cambial tende a ser atenuado pela ancoragem das expectativas de inflação, atividade econômica fraca e ociosidade das empresas.

    No Focus, a perspectiva para o dólar sofreu ajuste a 3,89 reais, de 3,90 reais para este ano; e a 3,83 reais, de 3,80 reais, para o ano que vem.

    O levantamento semanal com uma centena de economistas ainda mostrou que permanecem as estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano de 1,35 por cento e de 2,50 por cento em 2019.

    A perspectiva para a taxa básica de juros também não mudou, com a Selic estimada a 6,5 por cento no final de 2018 e a 8 por cento em 2019. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também manteve suas projeções respectivamente em 6,5 e 7,63 por cento, na mediana das projeções.

    (Por Camila Moreira)

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    Economistas elevam projeção para inflação e dólar em 2018 e 2019 e mantêm visão para juros, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - As expectativas para a inflação e o dólar neste ano e no próximo foram elevadas na pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira, enquanto a projeção para a taxa básica de juros permaneceu inalterada mesmo depois de a autoridade monetária ter indicado que pode subir a Selic à frente caso haja piora do quadro atual.

    A expectativa agora é de que alta do IPCA em 2018 chegue a 4,28 por cento, de 4,09 por cento antes. Para 2019, a conta subiu a 4,18 por cento, de 4,11 por cento.

    O IPCA-15 aumentou 0,09 por cento em setembro, ante alta de 0,13 por cento no mês anterior, atingindo em 12 meses avanço de 4,28 por cento.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos para ambos.

    A mudança ocorre na esteira de perspectiva de maior depreciação do real, com a expectativa de o dólar terminar este ano agora a 3,90 reais, de 3,83 reais na semana anterior. Em 2019, a moeda norte-americana deve ficar a 3,80 reais, ante 3,75 reais estimados antes.

    Na semana passada, o BC manteve a taxa de juros no seu piso histórico de 6,5 por cento, mas apontou que pode subir a Selic à frente caso haja piora do quadro atual, conforme as incertezas ligadas às eleições vêm guiando uma escalada do dólar frente ao real.

    No Focus, a Selic continua sendo estimada em 6,5 por cento no final deste ano e a 8 por cento em 2019. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, manteve suas projeções respectivamente em 6,5 e 7,63 por cento, na mediana das projeções.

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