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    Economistas reduzem expectativa de crescimento do PIB este ano a 1,40%, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - As expectativas para o crescimento da economia brasileira neste ano foram reduzidas ainda mais na pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira diante do ritmo lento da atividade, bem como a conta para a inflação.

    O levantamento realizado semanalmente com uma centena de economistas mostrou que a projeção agora é de uma expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 de 1,40 por cento, redução de 0,04 ponto percentual sobre a semana anterior. Para 2019, a conta permanece em 2,50 por cento.

    A redução acontece mais uma vez na esteira da expectativa de uma produção industrial mais fraca neste ano, com o crescimento do setor projetado agora em 2,26 por cento, de 2,43 por cento antes.

    A atividade econômica vem crescendo muito lentamente, tendo avançado apenas a uma taxa de 0,2 por cento no segundo trimestre sobre o período anterior, em meio às incertezas às vésperas da eleição presidencial de outubro.

    Na pesquisa do BC, o número para a inflação em 2018 foi reduzido pela segunda semana seguida, com a estimativa para a alta do IPCA a 4,05 por cento de 4,16 por cento, mas para o ano que vem seguiu em 4,11 por cento.

    O centro da meta oficial do governo para 2018 é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento, sendo que para ambos os anos há margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Permaneceram inaltadas as contas para a taxa básica de juros, com a Selic estimada a 6,5 por cento no final deste ano e a 8 por cento em 2019. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também continua vendo os juros a 6,5 por cento em 2018, mas reduziu a previsão para a taxa em 2019 de 7,75 por cento a 7,63 por cento na mediana das estimativas.

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    Economistas elevam projeções para inflação e dólar neste ano, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - As expectativas do mercado para a inflação neste ano e no próximo foram elevadas na pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira diante da perspectiva de um dólar mais alto em 2018.

    Para este ano, a alta do IPCA é calculada no levantamento em 4,17 por cento, enquanto que para 2019 fica em 4,12 por cento, 0,02 ponto percentual a mais do que na semana anterior em ambos os casos.

    Enquanto para 2018 o centro da meta oficial é de 4,50 por cento, para o próximo ano é de 4,25 por cento. Para ambos, entretanto, a margem de tolerância é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Em agosto, a alta do IPCA-15 desacelerou a 0,13 por cento, ante 0,64 por cento em julho, menor nível para o mês em oito anos, levando o avanço em 12 meses para 4,30 por cento.

    Para o dólar, o Focus mostrou que os especialistas consultados passaram a ver uma cotação de 3,75 reais no final de 2018, de 3,70 reais antes, depois de a moeda norte-americana ter terminado a semana passada no patamar de 4,10 reais. A projeção para o final de 2019 é de que o dólar encerre a 3,70 reais, sem alteração sobre o levantamento anterior.

    Mesmo com a atual pressão do dólar, o nível baixo de inflação e as expectativas ancoradas mantêm o espaço para que o BC deixe os juros baixos, e os especialistas consultados mantiveram a visão de que a Selic fechará este ano no atual patamar e mínima histórica de 6,50 por cento, terminando 2019 a 8 por cento.

    O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também vê a Selic a 6,5 por cento este ano, mas para o ano que vem elevou sua projeção a 7,75 por cento, de 7,63 por cento na mediana das estimativas da pesquisa anterior.

    Já em relação ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2018, houve ajuste para baixo a 1,47 por cento, de 1,49 por cento, com as contas para o aumento da produção industrial sofrendo forte corte a 2,61 por cento, de 2,73 por cento. Para 2019, entretanto, permanece a expectativa de expansão de 2,50 por cento do PIB.

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    Mercado faz poucas mudanças nas projeções econômicas; vê preços administrados um pouco maiores

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado fez poucos ajustes nas suas projeções para a economia na semana passada, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central nesta segunda-feira, mantendo as visões de que a taxa básica de juros não será mexida tão cedo e que a inflação continuará abaixo do centro da meta oficial neste e no próximo ano.

    Uma leve mudança houve nas estimativas sobre os preços administrados, cuja alta para 2018 passou a 7,10 por cento, sobre 7,00 por cento antes, mas nada suficiente para mudar as cotas sobre o IPCA, que continuaram mostrando alta de 4,15 e 4,10 por cento em 2018 e 2019, respectivamente.

    Para este ano, o centro da meta oficial é 4,50 por cento e, para o ano seguinte, de 4,25 por cento, ambas com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Em julho, o IPCA desacelerou sua alta mensal a 0,33 por cento, após salto de 1,26 por cento no mês anterior devido aos impactos da greve dos caminhoneiros. O movimento de desaceleração já era esperado, mas foi menos intenso do que as projeções de analistas ouvidos pela Reuters, de alta mensal de 0,27 por cento.

    Com isso, o mercado manteve sua visão de que a Selic fechará este ano no atual patamar e mínima histórica de 6,50 por cento e 8 por cento no fim de 2019.

    Recentemente, o BC reforçou que o cenário de inflação continuará favorável se não houver choques adicionais. No início deste mês, o BC manteve a taxa básica de juros em 6,50 por cento, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros.

    O Focus mostrou ainda que as estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2018 foram mantidas em 1,49 por cento e, para 2019, em 2,50 por cento. Também não mudaram as visões sobre o dólar, a 3,70 reais tanto no fim deste ano quanto no ano que vem.

    Na semana passada, foi divulgado que o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), subiu 3,29 por cento em junho, compensando totalmente a queda de 3,28 por cento vista no mês anterior, marcado pela greve dos caminhoneiros.

    Porém, a economia brasileira fechou o segundo trimestre com queda de 0,99 por cento em relação aos três meses anteriores, depois de ter subido 0,20 por cento entre janeiro e março na mesma base de comparação.

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    Mercado vê inflação maior em 2018, mas não muda visão sobre Selic estável

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado passou a ver mais inflação neste ano, mas manteve a visão de que o Banco Central não vai mexer na Selic tão cedo, em meio ao cenário de fraca atividade econômica.

    Pesquisa Focus do BC divulgada nesta segunda-feira mostrou que as projeções de alta do IPCA neste ano passaram a 4,15 por cento, frente a 4,11 por cento antes, mas ainda abaixo do centro da meta oficial de 4,50 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para 2019, as estimativas foram mantidas em avanço de 4,10 por cento.

    Em julho, o IPCA desacelerou sua alta mensal a 0,33 por cento, após salto de 1,26 por cento no mês anterior devido aos impactos da greve dos caminhoneiros. O movimento de desaceleração já era esperado, mas foi menos intenso do que as projeções de analistas ouvidos pela Reuters, de alta mensal de 0,27 por cento.

    Apesar de ver um pouco mais de inflação neste ano, os analistas consultados na pesquisa Focus continuaram projetando que o BC manterá a taxa básica de juros na sua mínima histórica de 6,50 por cento até o final deste ano, mesmo cenário do Top 5, grupo que mais acerta as previsões no levantamento. Para o final de 2019, também foi mantida a estimativa de que a Selic estará em 8 por cento.

    Na semana passada, o BC reforçou que o cenário de inflação continuará favorável se não houver choques adicionais. No início deste mês, o BC manteve a taxa básica de juros em 6,50 por cento, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros.

    Sobre a paralisação, ocorrida no final de maio, o BC assinalou que os efeitos que elevaram a inflação de junho 'devem ser temporários'.

    O levantamento mostrou ainda que as estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2018 foram reduzidas ligeiramente a 1,49 por cento, ante 1,50 antes, com as contas de expansão de 2,50 por cento para 2019 mantidas. Também não mudaram as visões sobre o dólar, a 3,70 reais tanto no fim deste ano quanto no ano que vem.

    Na semana passada, o dólar saltou 4,23 por cento e foi acima do patamar de 3,85 reais, interrompendo cinco semanas seguidas de perdas, com maior aversão ao risco na cena externa e maior cautela dos investidores com a proximidade das eleições presidenciais de outubro no Brasil.

    (Por Patrícia Duarte)

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    Economistas mantêm projeção de Selic estável em 6,50% até fim de 2018 em pesquisa Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado manteve sua projeção de que a Selic não será mexida tão cedo pelo Banco Central, em meio ao cenário de inflação e atividade econômica fracas, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.

    Segundo o levantamento semanal, os economistas consultados mantiveram as previsões de que a taxa básica de juros será mantida na mínima histórica de 6,50 por cento até o final deste ano, subindo a 8 por cento em 2019.

    O BC manteve a Selic em 6,50 por cento ao ano na semana passada, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros, num cenário de menor pressão inflacionária que pavimenta o caminho para os juros continuarem em seu menor nível histórico à frente. [nL1N1US26X]

    Sobre a paralisação dos caminhoneiros, ocorrida no final de maio, o BC assinalou que os efeitos que elevaram a inflação de junho 'devem ser temporários'.

    O Focus mostrou ainda que o mercado manteve sua estimativa de alta do IPCA em 4,11 e 4,10 por cento em 2018 e 2019, respectivamente, ambas abaixo do centro da meta, de 4,25 por cento. Para 2020, as contas também continuaram em 4 por cento mas, para 2021, houve uma diminuição das projeções a 3,93 por cento, ante 4 por cento na semana anterior.

    Para 2020 e 2021, a meta de inflação do governo é de 4,0 e 3,75 por cento pelo IPCA. Em todas elas, a margem de tolerância é de 1,5 ponto percentual.

    O cenário de inflação baixa vem junto com o de economia com menos ímpeto. Segundo o Focus, as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano continuaram em 1,50 por cento, depois de terem chegado a 3 por cento alguns meses atrás. Para 2019, a estimativa é de expansão de 2,50 por cento, também inalterada.

    (Por Patrícia Duarte)

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    FOCUS-Mercado confirma expectativa que BC manterá Selic em 6,50% nesta semana

    SÃO PAULO (Reuters) - Economistas consultados semanalmente pelo Banco Central corroboraram suas projeções de manutenção da taxa básica de juros e para o comportamento anual da inflação até 2021, segundo relatório Focus divulgado nesta segunda-feira, dois dias antes da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom).

    A taxa Selic deve continuar inalterada em sua mínima recorde de 6,50 por cento ao ano após os dois dias de reunião do Copom, prevê a pesquisa, preservando a mesma projeção da semana anterior.

    Pesquisa da Reuters com analistas também mostrou a mesma direção, com previsões consensuais de que o BC provavelmente vai manter os juros básicos após a greve dos caminhoneiros alavancar a inflação acima do centro da meta.

    O Focus mostrou ainda que a inflação medida pelo IPCA deve encerrar 2018 a 4,11 por cento, mesmo número do levantamento anterior, antes de avançar 4,10 por cento em 2019, 4 por cento em 2020 e 4 por cento em 2021, último ano do horizonte relevante usado pelo BC para avaliar a trajetória dos juros.

    Ao mesmo tempo, os economistas consultados pelo BC reduziram sua estimativa para a inflação do IPCA nos próximos 12 meses de 3,70 por cento para 3,67 por cento.

    A meta de inflação é de 4,5 por cento neste ano, caindo 0,25 ponto percentual por ano até 3,75 por cento em 2021, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

    Os preços administrados pelo governo, como tarifas de energia, por exemplo, devem subir 6,81 por cento neste ano, sobre previsão anterior de 6,71 por cento uma semana antes, de acordo com o Focus.

    (Por Iuri Dantas)

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    Mercado reduz estimativa de inflação neste ano e vê câmbio pressionado até 2019

    SÃO PAULO (Reuters) - Os economistas de instituições financeiras reduziram a estimativa para a inflação deste ano, ao mesmo tempo em que elevaram a projeção para a taxa de câmbio no fim do ano que vem, mostra pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.

    A projeção de alta do IPCA chegou agora a 4,11 por cento em 2018, ante 4,15 por cento na semana anterior, com a conta para 2019 sendo mantida em 4,10 por cento.

    Nos cinco dias anteriores ao fechamento da pesquisa, os economistas de mercado passaram a esperar um pouco mais de inflação para 2021, fim do horizonte relevante da política do Banco Central, a 3,98 por cento, ante 3,75 por cento anteriormente, segundo mediana de 74 respostas.

    A atualização contraria expectativa do BC, que na semana passada chamou atenção para a convergência das expectativas do mercado para o centro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional para 2021, em 3,75 por cento, após resposta de 33 analistas.

    A taxa de câmbio, estimada em 3,68 para 2019 reais na pesquisa da semana anterior, passou a ser projetada em 3,70 reais, mostra a pesquisa, mesmo patamar que o dólar terminará este ano de acordo com os analistas consultados pelo BC.

    O centro da meta de inflação para este ano é de 4,5 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento, ambos com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Sobre a atividade econômica, o cenário de retomada foi mantido pelos economistas até o ano de 2021, com uma expansão de 1,5 por cento do PIB neste ano, subindo para 2,50 por cento nos anos de 2019, 2020 e 2021.

    MENOS INFLAÇÃO

    Ultrapassados os principais impactos na economia da greve dos caminhoneiros no fim de maio e com o IPCA-15 de julho mais fraco que o esperado, o mercado passou a ser mais otimista sobre o comportamento dos preços no curto e médio prazo, com atualizações de última hora elevando as projeções para 2021.

    Segundo o chamado Top-5, grupo que reúne os que mais acertam as previsões, o IPCA de julho deve terminar em 0,29 por cento, ante previsão anterior de 0,39 por cento, levando o índice de referência de preços da meta de inflação a terminar o ano em 3,94 por cento e não superar os 4 por cento até 2021.

    As expectativas para a taxa básica de juros, por sua vez, não sofreram alterações. A visão dos economistas é de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento.

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    Mercado vê PIB crescendo menos neste ano, a 1,5%

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - Os economistas diminuíram mais uma vez a expectativa para o crescimento econômico este ano, reduzindo também a projeção para a inflação em 2018, segundo pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.

    Agora, a previsão é que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 será de 1,50 por cento, sobre 1,53 por cento na leitura anterior e o patamar de 3 por cento que já chegou a ser indicado poucos meses antes, após a greve dos caminhoneiros e queda na confiança dos agentes econômicos. Para o ano que vem, a conta segue de crescimento de 2,50 por cento do PIB.

    A economia brasileira teve contração de 3,34 por cento em maio sobre o mês anterior, conforme Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do PIB, divulgado também nesta manhã.

    Diretamente afetado pela greve dos caminhoneiros que paralisou o país no mês, o desempenho corrobora a leitura de grande parte dos agentes de uma atividade bem mais fraca que a esperada este ano. O próprio Ministério da Fazenda, que também chegou a falar em crescimento de 3 por cento neste ano, agora calcula expansão de 1,6 por cento, mesmo cenário do Banco Central.

    Já para a alta do IPCA, a estimativa segundo o Focus caiu a 4,15 por cento este ano, sobre 4,17 por cento na semana anterior, com a conta para 2019 permanecendo em 4,10 por cento.

    O centro da meta de inflação para este ano é de 4,5 por cento e para 2019 é de 4,25 por cento, ambos com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Para o dólar, os especialistas consultados no levantamento semanal continuaram vendo a moeda a 3,70 reais neste ano. Para o ano que vem, contudo, a expectativa subiu a 3,68 reais, sobre 3,60 reais anteriormente.

    As expectativas para a taxa básica de juros não sofreram alterações. A visão dos economistas é de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento.

    O Top-5, o grupo que reúne os que mais acertam as previsões, também manteve as contas de taxa básica de juros a 6,50 por cento ao fim de 2018 e 7,75 por cento ao fim de 2019, pela mediana de médio prazo.

    Veja abaixo as principais projeções do mercado para a economia brasileira, de acordo com a pesquisa semanal do Banco Central com cerca de 100 instituições financeiras.

    Expectativas de mercado 2018 2018 2019 2019

    Mediana Há 1 Hoje Há 1 Hoje

    semana semana

    IPCA (%) 4,17 4,15 4,10 4,10

    PIB (%) 1,53 1,50 2,50 2,50

    Dólar (fim de período-R$) 3,70 3,70 3,60 3,68

    Selic (fim de período-% a.a.) 6,50 6,50 8,00 8,00

    Preços administrados (%) 6,40 6,45 4,44 4,40

    Produção industrial (%) 2,65 2,96 3,05 3,00

    Conta corrente (US$ bi) -20,00 -20,00 -35,90 -34,10

    Balança comercial (US$ bi) 57,81 57,81 49,50 49,30

    IDP (US$ bi) 70,00 70,00 75,30 74,65

    Dívida líquida pública (%/PIB) 54,95 54,93 58,00 58,00

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Economistas pioram estimativas para inflação e PIB em 2018; Top-5 vê Selic mais baixa em 2019

    Economistas pioram estimativas para inflação e PIB em 2018; Top-5 vê Selic mais baixa em 2019

    BRASÍLIA (Reuters) - As projeções para a inflação neste ano continuaram em trajetória de alta, com novas reduções nas contas para a atividade, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.

    Ao mesmo tempo, o grupo dos economistas que mais acertam as previsões, o chamado Top-5, reduziu novamente o cálculo para a taxa básica de juros no final de 2019, passando a vê-la em 7,75 por cento, sobre 7,88 por cento na leitura anterior, no cálculo de médio prazo.

    Para 2018, a expectativa do Top-5 segue sendo de uma taxa a 6,50 por cento no fim do ano.

    A mediana geral para a Selic, contudo, seguiu sem alterações. A visão dos economistas é de que a taxa básica terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento.

    Diante das incertezas que rondam a economia brasileira, o BC decidiu não se comprometer com sinalizações sobre seus próximos passos na política monetária, mas reafirmou que ela tem foco exclusivo na inflação, seus balanços de risco e atividade econômica, segundo a ata de seu último encontro.

    Ainda segundo o Focus, estimativa geral de alta do IPCA chegou agora a 4,17 por cento em 2018, sobre 4,03 por cento na semana anterior, com a conta para 2019 permanecendo em 4,10 por cento.

    Sobre a atividade econômica, o cenário ficou mais pessimista uma vez que a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 foi reduzida a 1,53 por cento, ante 1,55 por cento antes. Para o ano que vem, a expectativa continua sendo de um avanço de 2,50 por cento.

    Os economistas pioraram sua visão para o crescimento industrial em 2018 a 2,65 por cento, contra 3,17 por cento antes. Para o próximo ano, o ajuste também foi para baixo, mas em menor intensidade: 3,05 por cento, ante 3,10 por cento no levantamento anterior.

    Para o dólar, os especialistas consultados no levantamento semanal veem a moeda encerrando este ano a 3,70 reais, patamar que ficou inalterado em relação à semana anterior. Para o ano que vem, a estimativa também permaneceu em 3,60 reais.

    (Por Marcela Ayres)

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    Top-5 de pesquisa Focus passa a ver taxa básica de juros mais baixa ao final de 2019

    SÃO PAULO (Reuters) - O grupo dos economistas que mais acertam as previsões na pesquisa Focus do Banco Central passou a ver a taxa básica de juros mais baixa no final de 2019, em meio a expectativas de menor crescimento econômico para o próximo ano.

    O chamado Top-5 agora calcula a Selic a 7,88 por cento no ano que vem na mediana das projeções, sobre8 por cento anteriormente, mas manteve a expectativa de que a taxa terminará 2018 na atual mínima histórica de 6,5 por cento.

    A visão dos economistas como um todo não mudou e a pesquisa aponta que continuam vendo a Selic a 6,5 por cento neste ano e a 8 por cento em 2019.

    Diante das incertezas que rondam a economia brasileira, o BC decidiu não se comprometer com sinalizações sobre seus próximos passos na política monetária, mas reafirmou que ela tem foco exclusivo na inflação, seus balanços de risco e atividade econômica, segundo a ata de seu último encontro.

    O Focus mostrou ainda que cenário para a atividade econômica ficou mais pessimista para o ano que vem, com a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) reduzida a 2,50 por cento, frente a 2,60 por cento. Para este ano permanece a expectativa de crescimento de 1,55 por cento.

    A estimativa de alta do IPCA em 2018 subiu 0,03 ponto percentual e foi a 4,03 por cento, com a conta para 2019 permanecendo em 4,10 por cento.

    Para o dólar, os especialistas consultados viam a moeda a 3,70 reais neste ano, contra 3,65 reais antes. Para 2019, a expectativa continuava em 3,60 reais.

    (Por Camila Moreira)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Expectativa para Selic este ano permanece em 6,5%; mercado vê dólar e inflação mais altos

    Expectativa para Selic este ano permanece em 6,5%; mercado vê dólar e inflação mais altos

    SÃO PAULO (Reuters) - As expectativas para a taxa básica de juros foram mantidas na pesquisa Focus com economistas, que ainda reduziram as projeções de crescimento e elevaram as contas para a inflação e o dólar este ano, depois que o Banco Central citou piora no mercado externo e recuperação mais gradual da economia brasileira neste ano.

    O mercado continua vendo que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento, mesmo cenário do grupo que reúne os que mais acertam as previsões, o chamado Top-5.

    Na semana passada, o BC manteve a taxa básica de juros em 6,50 por cento ao ano como esperado, indicando, segundo especialistas, que não deve mexer tão cedo na Selic. Os investidores aguardam agora a ata do encontro a ser divulgada na terça-feira em busca da mais pistas sobre o pensamento do BC.

    Os especialistas consultados no Focus elevaram a projeção para o dólar neste ano pela segunda semana seguida, a 3,65 reais, de 3,63 reais antes. Para 2019, a conta permaneceu em 3,60 reais.

    Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), as estimativas sofreram fortes reduções -- para 2018, os especialistas passaram a ver crescimento de 1,55 por cento e, para 2019, de 2,60 por cento, ante 1,76 e 2,70 por cento respectivamente antes.

    Para a inflação, a estimativa de alta do IPCA chegou a 4,00 por cento em 2018, de 3,88 por cento na semana anterior, com a conta para 2019 permanecendo em 4,10 por cento.

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    Economistas veem dólar acima de R$3,50 este ano e Selic a 6,5% esta semana, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - Economistas de instituições financeiras passaram a ver o dólar acima de 3,50 reais no final deste ano, ao mesmo tempo em que a projeção para a expansão da economia brasileira foi ainda mais abaixo de 2 por cento e a expectativa para a taxa básica de juros permanece sendo de manutenção nesta semana.

    A pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira mostrou que, diante da recente pressão vista no mercado de câmbio e que levou o dólar ao patamar de 3,80 reais durante a semana passada, o mercado passou a ver a moeda norte-americana a 3,63 reais no final de 2018, de 3,50 anteriormente. Para 2019, a projeção também subiu, a 3,60 reais, de 3,50 reais.

    Esse cenário, entretanto, não foi suficiente para alterar a visão de que a taxa básica de juros Selic será mantida nos atuais 6,50 por cento na reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom), como apontado em pesquisa da Reuters.

    Também permanece a expectativa de que a Selic terminará 2018 a 6,50 por cento e 2019, a 8 por cento, mesmo cenário do Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões.

    Para a economia, os economistas veem agora expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 de 1,76 por cento na mediana das projeções, de 1,94 por cento antes. Para o ano que vem, a conta caiu em 0,10 ponto percentual, a 2,70 por cento.

    As contas vêm sendo reduzidas na esteira da greve dos caminhoneiros que afetou o abastecimento em todo o país no final de maio. Na semana passada, o Ministério da Fazenda calculou que os impactos diretos do movimento na economia somaram 15 bilhões de reais.

    Os cálculos para a inflação voltaram a subir. A alta do IPCA foi calculada agora em 3,88 por cento em 2018 e em 4,10 por cento em 2019, respectivamente 0,06 e 0,03 ponto percentual a mais do que na semana anterior.

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