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    Mercado reduz expectativa para inflação este ano; mantém projeção para PIB e dólar, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado voltou a reduzir a perspectiva para a inflação neste ano na pesquisa Focus do Banco Central, depois de a autoridade monetária afirmar que a inflação deve ter seu pico no segundo trimestre de 2019.

    A pesquisa divulgada nesta segunda-feira mostrou que a expectativa agora é de uma inflação de 4,23 por cento neste ano, contra 4,40 por cento previstos anteriormente, com as contas para a alta dos preços administrados caindo a 7,48 por cento, de 7,55 por cento.

    Para 2019, a projeção de alta do IPCA sofreu apenas ajuste para baixo de 0,01 ponto percentual, a 4,21 por cento, com a expectativa para os administrados permanecendo de avanço de 4,80 por cento.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Na semana passada, o BC apontou na ata de sua última reunião que a inflação acumulada em 12 meses deve se elevar até atingir um pico por volta do segundo trimestre de 2019, recuando então em direção à meta ao longo do próximo ano.

    Em outubro, o IPCA subiu 0,45 por cento, a maior taxa para o período em três anos, e foi a 4,56 por cento no acumulado em 12 meses.

    A perspectiva para o dólar no Focus permaneceu em 3,70 reais em 2018, mas para o ano que vem caiu a 3,76 reais, de 3,80 reais.

    Já em relação à economia, o levantamento aponta que as contas para Produto Interno Bruto (PIB) continuam sendo de uma expansão de 1,36 por cento e 2,50 por cento respectivamente em 2018 e 2019.

    A pesquisa semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que não mudou a perspectiva de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, consideram que a taxa básica de juros ficará respectivamente em 6,5 e 7,5 por cento.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Economistas reduzem projeção para inflação este ano a 4,4%, com pressão menor de administrados, mostra Focus

    Economistas reduzem projeção para inflação este ano a 4,4%, com pressão menor de administrados, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - As perspectivas do mercado para a inflação neste ano voltaram a cair, com recuo nas contas para a alta dos preços administrados, enquanto os economistas que mais acertam as previsões passaram a ver a Selic mais baixa em 2019, na primeira pesquisa Focus do Banco Central realizada após a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) na eleição presidencial.

    O levantamento divulgado nesta segunda-feira mostrou que a expectativa agora é de uma inflação de 4,40 por cento em 2018 ante 4,43 por cento estimados na semana anterior, com os preços administrados subindo 7,55 por cento, de 7,68 por cento anteriormente.

    A expectativa para a alta do IPCA em 2019 permaneceu em 4,22 por cento, com a inflação dos administrados em 4,80 por cento.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    No Focus, a perspectiva para o dólar este ano foi ajustada a 3,70 reais de 3,71 reais anteriormente, permanecendo em 3,80 reais para 2019. Para a economia, não houve mudanças nas projeções de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano de 3,36 por cento e de 2,50 por cento em 2019.

    Esta foi a primeira pesquisa realizada semanalmente pelo BC junto a mais de 100 economistas com projeções feitas depois do segundo turno da eleição à Presidência da República, no dia 28 de outubro.

    Bolsonaro defendeu compromisso com a responsabilidade fiscal, em discurso ecoado pelo economista Paulo Guedes, que comandará o Ministério da Fazenda no novo governo, afirmando que buscará zerar o déficit fiscal e colocará a reforma da Previdência como prioridade.

    O levantamento do BC mostrou ainda que não mudou a perspectiva de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também vê a taxa básica de juros a 6,5 por cento em 2018, mas reduziu a conta para 2019 a 7,5 por cento, de 7,88 por cento na mediana das projeções.

    (Por Camila Moreira)

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    Mercado vê produção industrial maior e Top-5 eleva expectativa para juros em 2019, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado elevou as perspectivas para a produção industrial neste ano e no próximo enquanto os economistas que mais acertam as projeções na pesquisa Focus do Banco Central voltaram a elevar a conta para a taxa básica de juros em 2019, em cenário que ainda não incorporou o resultado das eleições presidenciais.

    A pesquisa divulgada nesta segunda-feira mostrou que agora a expectativa é de um crescimento da produção industrial de 2,71 por cento em 2018 e de 3,14 por cento em 2019, ante 2,67 e 3 por cento respectivamente antes.

    Com isso, as contas para o PIB foram ajustadas para cima a 1,36 por cento e 2,50 por cento, altas respectivamente de 0,02 e 0,01 ponto percentual.

    O levantamento ainda não levou em consideração o resultado da eleição presidencial em que Jair Bolsonaro (PSL) saiu vitorioso, dado que foi fechado na sexta-feira. O capitão da reserva do Exército, de 63 anos, foi eleito no domingo presidente da República e em seu primeiro pronunciamento prometeu respeitar a Constituição, fazer um governo democrático e unificar o Brasil.

    Para a inflação, a projeção de 2018 passou a 4,43 por cento, de 4,44 por cento, enquanto que para 2019 permaneceu em 4,22 por cento.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    No Focus, a perspectiva para o dólar este ano caiu a 3,71 reais, de 3,75 dólar no levantamento anterior, mas para o ano que vem continuou em 3,80 reais.

    O levantamento semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que não mudou a perspectiva de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também continua vendo a taxa básica a 6,5 por cento este ano, mas para o próximo elevou a estimativa a 7,88 por cento na mediana das projeções, de 7,75 por cento antes.

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    Top-5 em pesquisa Focus passa a ver taxa básica de juros mais baixa em 2019, a 7,75%

    SÃO PAULO (Reuters) - Os economistas que mais acertam as projeções na pesquisa Focus do Banco Central passaram a ver a taxa básica de juros mais baixa no ano que vem, enquanto as perspectivas para a inflação e a atividade em 2019 sofreram leves ajustes.

    A pesquisa divulgada nesta segunda-feira mostrou que o Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, passou a ver a Selic a 7,75 por cento no ano que vem, de 8 por cento anteriormente. Para este ano permanece a expectativa de que os juros básicos terminarão a 6,50 por cento.

    Para os economistas em geral, não mudou o cenário de Selic a 6,5 por cento em 2018 e a 8 por cento em 2019.

    O levantamento semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que a expectativa agora é de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano de 1,34 por cento, sem alterações, e de 2,49 por cento em 2019, 0,01 ponto a menos do que na semana anterior

    Para a inflação, as projeções foram ajustadas em 0,01 ponto para cima para ambos os anos, para 4,44 por cento em 2018 e para 4,22 por cento em 2019.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Já a perspectiva para o dólar caiu a 3,75 reais este ano de 3,81 reais antes, mas para o próximo ano permaneceu em 3,80 reais.

    (Por Camila Moreira)

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    Expectativa para inflação em 2018 sobe com aumento em preços administrados

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado voltou a aumentar as contas para a inflação neste ano diante de maior alta esperada para os preços administrados, mas sem alterar o cenário para taxa básica de juros, de acordo com a pesquisa Focus do BC divulgada nesta segunda-feira, que ainda não incorporou o resultado das eleições presidenciais.

    O levantamento mostrou que a projeção para o IPCA em 2018 agora é de uma alta de 4,40 por cento, de 4,30 por cento na semana anterior, com os preços administrados subindo 7,73 por cento, de 7,60 por cento estimados antes.

    Para 2019 a perspectiva para a inflação permaneceu em 4,20 por cento, com os preços administrados subindo 4,80 por cento.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

    O Focus mostrou ainda que não houve mudanças nas expectativa para o câmbio, com o dólar calculado a 3,89 reais em 2018 e a 3,83 reais em 2019.

    Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa para este ano foi diminuída em 0,01 ponto percentual, a 1,34 por cento, enquanto que para 2019 permaneceu em 2,50 por cento.

    O levantamento divulgado nesta segunda-feira ainda não levou em consideração o resultado do primeiro turno da eleição presidencial no domingo, uma vez que foi fechado na sexta-feira. O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, conquistou votação expressiva, mas não o suficiente para evitar um segundo turno contra o petista Fernando Haddad.

    O levantamento semanal com uma centena de economistas mostrou ainda que não mudou a perspectiva de que a Selic terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também manteve sua projeção para este ano em 6,5 por cento, mas para o ano que vem subiu o patamar esperado de 7,63 por cento a 7,88 por cento, na mediana das projeções.

    (Por Camila Moreira; Edição de Marcela Ayres)

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    Mercado vê maior pressão de administrados em 2018 e eleva projeção para inflação

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado voltou a elevar as contas para a inflação neste ano e no próximo, com aumento da expectativa para os preços administrados em 2018, mas sem alterar o cenário para taxa básica de juros.

    A pesquisa Focus do BC divulgada nesta segunda-feira mostrou que a projeção para a alta do IPCA neste ano subiu a 4,30 por cento, de 4,28 por cento, com a expectativa para o aumento dos preços administrados indo a 7,60 por cento, 0,10 ponto percentual a mais do que no levantamento anterior.

    Para 2019, a expectativa é de que o IPCA suba 4,20 por cento, ante 4,18 por cento estimados antes.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento. A margem de tolerância para ambos os anos é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Na semana passada, o BC avaliou que o nível de repasse cambial para a inflação tem se mostrado contido, com exceção de alguns preços administrados, conforme ata do encontro em que manteve a taxa básica de juros em 6,5 por cento.

    Em seguida, no seu Relatório Trimestral de Inflação o BC avaliou que o grau de repasse cambial tende a ser atenuado pela ancoragem das expectativas de inflação, atividade econômica fraca e ociosidade das empresas.

    No Focus, a perspectiva para o dólar sofreu ajuste a 3,89 reais, de 3,90 reais para este ano; e a 3,83 reais, de 3,80 reais, para o ano que vem.

    O levantamento semanal com uma centena de economistas ainda mostrou que permanecem as estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano de 1,35 por cento e de 2,50 por cento em 2019.

    A perspectiva para a taxa básica de juros também não mudou, com a Selic estimada a 6,5 por cento no final de 2018 e a 8 por cento em 2019. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também manteve suas projeções respectivamente em 6,5 e 7,63 por cento, na mediana das projeções.

    (Por Camila Moreira)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Economistas elevam projeção para inflação e dólar em 2018 e 2019 e mantêm visão para juros, mostra Focus

    Economistas elevam projeção para inflação e dólar em 2018 e 2019 e mantêm visão para juros, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - As expectativas para a inflação e o dólar neste ano e no próximo foram elevadas na pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira, enquanto a projeção para a taxa básica de juros permaneceu inalterada mesmo depois de a autoridade monetária ter indicado que pode subir a Selic à frente caso haja piora do quadro atual.

    A expectativa agora é de que alta do IPCA em 2018 chegue a 4,28 por cento, de 4,09 por cento antes. Para 2019, a conta subiu a 4,18 por cento, de 4,11 por cento.

    O IPCA-15 aumentou 0,09 por cento em setembro, ante alta de 0,13 por cento no mês anterior, atingindo em 12 meses avanço de 4,28 por cento.

    O centro da meta oficial para este ano é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos para ambos.

    A mudança ocorre na esteira de perspectiva de maior depreciação do real, com a expectativa de o dólar terminar este ano agora a 3,90 reais, de 3,83 reais na semana anterior. Em 2019, a moeda norte-americana deve ficar a 3,80 reais, ante 3,75 reais estimados antes.

    Na semana passada, o BC manteve a taxa de juros no seu piso histórico de 6,5 por cento, mas apontou que pode subir a Selic à frente caso haja piora do quadro atual, conforme as incertezas ligadas às eleições vêm guiando uma escalada do dólar frente ao real.

    No Focus, a Selic continua sendo estimada em 6,5 por cento no final deste ano e a 8 por cento em 2019. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, manteve suas projeções respectivamente em 6,5 e 7,63 por cento, na mediana das projeções.

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    Economistas reduzem expectativa de crescimento do PIB este ano a 1,40%, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - As expectativas para o crescimento da economia brasileira neste ano foram reduzidas ainda mais na pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira diante do ritmo lento da atividade, bem como a conta para a inflação.

    O levantamento realizado semanalmente com uma centena de economistas mostrou que a projeção agora é de uma expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 de 1,40 por cento, redução de 0,04 ponto percentual sobre a semana anterior. Para 2019, a conta permanece em 2,50 por cento.

    A redução acontece mais uma vez na esteira da expectativa de uma produção industrial mais fraca neste ano, com o crescimento do setor projetado agora em 2,26 por cento, de 2,43 por cento antes.

    A atividade econômica vem crescendo muito lentamente, tendo avançado apenas a uma taxa de 0,2 por cento no segundo trimestre sobre o período anterior, em meio às incertezas às vésperas da eleição presidencial de outubro.

    Na pesquisa do BC, o número para a inflação em 2018 foi reduzido pela segunda semana seguida, com a estimativa para a alta do IPCA a 4,05 por cento de 4,16 por cento, mas para o ano que vem seguiu em 4,11 por cento.

    O centro da meta oficial do governo para 2018 é de 4,50 por cento e, para 2019, de 4,25 por cento, sendo que para ambos os anos há margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Permaneceram inaltadas as contas para a taxa básica de juros, com a Selic estimada a 6,5 por cento no final deste ano e a 8 por cento em 2019. O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também continua vendo os juros a 6,5 por cento em 2018, mas reduziu a previsão para a taxa em 2019 de 7,75 por cento a 7,63 por cento na mediana das estimativas.

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    Economistas elevam projeções para inflação e dólar neste ano, mostra Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - As expectativas do mercado para a inflação neste ano e no próximo foram elevadas na pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira diante da perspectiva de um dólar mais alto em 2018.

    Para este ano, a alta do IPCA é calculada no levantamento em 4,17 por cento, enquanto que para 2019 fica em 4,12 por cento, 0,02 ponto percentual a mais do que na semana anterior em ambos os casos.

    Enquanto para 2018 o centro da meta oficial é de 4,50 por cento, para o próximo ano é de 4,25 por cento. Para ambos, entretanto, a margem de tolerância é de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Em agosto, a alta do IPCA-15 desacelerou a 0,13 por cento, ante 0,64 por cento em julho, menor nível para o mês em oito anos, levando o avanço em 12 meses para 4,30 por cento.

    Para o dólar, o Focus mostrou que os especialistas consultados passaram a ver uma cotação de 3,75 reais no final de 2018, de 3,70 reais antes, depois de a moeda norte-americana ter terminado a semana passada no patamar de 4,10 reais. A projeção para o final de 2019 é de que o dólar encerre a 3,70 reais, sem alteração sobre o levantamento anterior.

    Mesmo com a atual pressão do dólar, o nível baixo de inflação e as expectativas ancoradas mantêm o espaço para que o BC deixe os juros baixos, e os especialistas consultados mantiveram a visão de que a Selic fechará este ano no atual patamar e mínima histórica de 6,50 por cento, terminando 2019 a 8 por cento.

    O Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, também vê a Selic a 6,5 por cento este ano, mas para o ano que vem elevou sua projeção a 7,75 por cento, de 7,63 por cento na mediana das estimativas da pesquisa anterior.

    Já em relação ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2018, houve ajuste para baixo a 1,47 por cento, de 1,49 por cento, com as contas para o aumento da produção industrial sofrendo forte corte a 2,61 por cento, de 2,73 por cento. Para 2019, entretanto, permanece a expectativa de expansão de 2,50 por cento do PIB.

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    Mercado faz poucas mudanças nas projeções econômicas; vê preços administrados um pouco maiores

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado fez poucos ajustes nas suas projeções para a economia na semana passada, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central nesta segunda-feira, mantendo as visões de que a taxa básica de juros não será mexida tão cedo e que a inflação continuará abaixo do centro da meta oficial neste e no próximo ano.

    Uma leve mudança houve nas estimativas sobre os preços administrados, cuja alta para 2018 passou a 7,10 por cento, sobre 7,00 por cento antes, mas nada suficiente para mudar as cotas sobre o IPCA, que continuaram mostrando alta de 4,15 e 4,10 por cento em 2018 e 2019, respectivamente.

    Para este ano, o centro da meta oficial é 4,50 por cento e, para o ano seguinte, de 4,25 por cento, ambas com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Em julho, o IPCA desacelerou sua alta mensal a 0,33 por cento, após salto de 1,26 por cento no mês anterior devido aos impactos da greve dos caminhoneiros. O movimento de desaceleração já era esperado, mas foi menos intenso do que as projeções de analistas ouvidos pela Reuters, de alta mensal de 0,27 por cento.

    Com isso, o mercado manteve sua visão de que a Selic fechará este ano no atual patamar e mínima histórica de 6,50 por cento e 8 por cento no fim de 2019.

    Recentemente, o BC reforçou que o cenário de inflação continuará favorável se não houver choques adicionais. No início deste mês, o BC manteve a taxa básica de juros em 6,50 por cento, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros.

    O Focus mostrou ainda que as estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2018 foram mantidas em 1,49 por cento e, para 2019, em 2,50 por cento. Também não mudaram as visões sobre o dólar, a 3,70 reais tanto no fim deste ano quanto no ano que vem.

    Na semana passada, foi divulgado que o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), subiu 3,29 por cento em junho, compensando totalmente a queda de 3,28 por cento vista no mês anterior, marcado pela greve dos caminhoneiros.

    Porém, a economia brasileira fechou o segundo trimestre com queda de 0,99 por cento em relação aos três meses anteriores, depois de ter subido 0,20 por cento entre janeiro e março na mesma base de comparação.

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    Mercado vê inflação maior em 2018, mas não muda visão sobre Selic estável

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado passou a ver mais inflação neste ano, mas manteve a visão de que o Banco Central não vai mexer na Selic tão cedo, em meio ao cenário de fraca atividade econômica.

    Pesquisa Focus do BC divulgada nesta segunda-feira mostrou que as projeções de alta do IPCA neste ano passaram a 4,15 por cento, frente a 4,11 por cento antes, mas ainda abaixo do centro da meta oficial de 4,50 por cento, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Para 2019, as estimativas foram mantidas em avanço de 4,10 por cento.

    Em julho, o IPCA desacelerou sua alta mensal a 0,33 por cento, após salto de 1,26 por cento no mês anterior devido aos impactos da greve dos caminhoneiros. O movimento de desaceleração já era esperado, mas foi menos intenso do que as projeções de analistas ouvidos pela Reuters, de alta mensal de 0,27 por cento.

    Apesar de ver um pouco mais de inflação neste ano, os analistas consultados na pesquisa Focus continuaram projetando que o BC manterá a taxa básica de juros na sua mínima histórica de 6,50 por cento até o final deste ano, mesmo cenário do Top 5, grupo que mais acerta as previsões no levantamento. Para o final de 2019, também foi mantida a estimativa de que a Selic estará em 8 por cento.

    Na semana passada, o BC reforçou que o cenário de inflação continuará favorável se não houver choques adicionais. No início deste mês, o BC manteve a taxa básica de juros em 6,50 por cento, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros.

    Sobre a paralisação, ocorrida no final de maio, o BC assinalou que os efeitos que elevaram a inflação de junho 'devem ser temporários'.

    O levantamento mostrou ainda que as estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2018 foram reduzidas ligeiramente a 1,49 por cento, ante 1,50 antes, com as contas de expansão de 2,50 por cento para 2019 mantidas. Também não mudaram as visões sobre o dólar, a 3,70 reais tanto no fim deste ano quanto no ano que vem.

    Na semana passada, o dólar saltou 4,23 por cento e foi acima do patamar de 3,85 reais, interrompendo cinco semanas seguidas de perdas, com maior aversão ao risco na cena externa e maior cautela dos investidores com a proximidade das eleições presidenciais de outubro no Brasil.

    (Por Patrícia Duarte)

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    Economistas mantêm projeção de Selic estável em 6,50% até fim de 2018 em pesquisa Focus

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado manteve sua projeção de que a Selic não será mexida tão cedo pelo Banco Central, em meio ao cenário de inflação e atividade econômica fracas, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.

    Segundo o levantamento semanal, os economistas consultados mantiveram as previsões de que a taxa básica de juros será mantida na mínima histórica de 6,50 por cento até o final deste ano, subindo a 8 por cento em 2019.

    O BC manteve a Selic em 6,50 por cento ao ano na semana passada, ressaltando que a retomada da atividade econômica será ainda mais gradual do que a esperada antes da greve dos caminhoneiros, num cenário de menor pressão inflacionária que pavimenta o caminho para os juros continuarem em seu menor nível histórico à frente. [nL1N1US26X]

    Sobre a paralisação dos caminhoneiros, ocorrida no final de maio, o BC assinalou que os efeitos que elevaram a inflação de junho 'devem ser temporários'.

    O Focus mostrou ainda que o mercado manteve sua estimativa de alta do IPCA em 4,11 e 4,10 por cento em 2018 e 2019, respectivamente, ambas abaixo do centro da meta, de 4,25 por cento. Para 2020, as contas também continuaram em 4 por cento mas, para 2021, houve uma diminuição das projeções a 3,93 por cento, ante 4 por cento na semana anterior.

    Para 2020 e 2021, a meta de inflação do governo é de 4,0 e 3,75 por cento pelo IPCA. Em todas elas, a margem de tolerância é de 1,5 ponto percentual.

    O cenário de inflação baixa vem junto com o de economia com menos ímpeto. Segundo o Focus, as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano continuaram em 1,50 por cento, depois de terem chegado a 3 por cento alguns meses atrás. Para 2019, a estimativa é de expansão de 2,50 por cento, também inalterada.

    (Por Patrícia Duarte)

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