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    Fed eleva juros dos EUA e sinaliza fim de política monetária 'expansionista'

    Por Howard Schneider e Jason Lange

    WASHINGTON (Reuters) - O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, elevou a taxa de juros nesta quarta-feira, como esperado, e deixou sua perspectiva de política monetária para os próximos anos praticamente inalteradas em meio ao crescimento econômico estável e a um mercado de trabalho forte no país.

    Em um comunicado que marcou o fim da era de política monetária 'expansionista', as autoridades do Fed elevaram os juros básicos em 0,25 ponto percentual, para um intervalo de 2,00 a 2,25 por cento.

    O Fed ainda prevê outro aumento de juros em dezembro, mais três no ano que vem e um aumento em 2020.

    Isso colocaria os juros do Fed em 3,4 por cento, cerca de 0,5 ponto percentual acima da taxa de juros 'neutra' estimada, na qual os juros não estimulam nem restringem a economia.

    A projeção é de que essa postura de política monetária de maior rigidez permaneça até 2021.

    Mas o Fed vê a economia norte-americana crescendo a um ritmo mais rápido do que o esperado de 3,1 por cento este ano e continuando a expandir moderadamente por pelo menos mais três anos, em meio ao desemprego baixo e inflação estável perto da meta de 2 por cento do banco central dos EUA.

    'O mercado de trabalho continuou a se fortalecer ... a atividade econômica vem subindo a um ritmo forte', disse o Fed em comunicado que removeu sua antiga referência ao fato de que a política monetária permanecia 'expansionista'.

    O Fed não inseriu nenhuma linguagem substituta para a frase, que foi algo básico em sua orientação para os mercados financeiros e a população norte-americana durante grande parte da última década. A redação se tornou menos e menos precisa desde que o banco central começou a aumentar os juros no final de 2015 de um nível próximo de zero, e sua remoção significa que o Fed agora considera juros quase neutros.

    O aumento desta quarta-feira foi o terceiro em 2018 e o sétimo nos últimos oito trimestres. Antes do comunicado desta quarta-feira, os operadores colocavam a chance de um aumento dos juros em 95 por cento, de acordo com o CME Group.

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    Fed não muda taxa de juros e mantém caminho para alta em setembro

    WASHINGTON (Reuters) - O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, manteve a taxa de juros no intervalo entre 1,75 e 2 por cento nesta quarta-feira, mas caracterizou a economia como forte, mantendo o Fed no caminho para aumentar os custos dos empréstimos em setembro.

    O Fed informou que a economia dos EUA tem crescido fortemente e que o mercado de trabalho norte-americano continua se fortalecendo, enquanto a inflação permaneceu perto da meta de 2 por cento desde sua última reunião de junho, quando elevou os juros.

    'Os ganhos com emprego foram fortes, em média, nos últimos meses, e a taxa de desemprego permaneceu baixa. Os gastos das famílias e os investimentos fixos nos negócios cresceram fortemente', informou o Fed via declaração unânime após a conclusão de sua mais recente reunião de política monetária.

    O Fed atualmente espera mais dois aumentos de juros até o final do ano. Os investidores haviam descartado a possibilidade de mudança na reunião desta semana, com expectativa de aumento das taxas no próximo mês e em dezembro.

    O chair do Fed, Jerome Powell, disse recentemente que a economia está em um 'lugar realmente bom' e prometeu continuar com aumentos graduais nos custos dos empréstimos, a fim de manter expansão econômica dos EUA.

    A economia cresceu ao ritmo de 4,1 por cento no segundo trimestre, o melhor desempenho em quase quatro anos, com consumidores impulsionando os gastos e agricultores apressando os embarques de soja para a China para se anteciparem às tarifas retaliatórias.

    A inflação também está se recuperando após seis anos sem cumprir a meta do Fed. A medida preferencial de inflação do banco central --o índice de preços ao consumidor (PCE, na sigla em inglês) excluindo alimentos e componentes de energia-- subiu ao ritmo de 2 por cento no segundo trimestre.

    Os custos trabalhistas dos EUA, vistos como um dos melhores indicadores de quanta folga é deixada no mercado, também registraram o maior ganho anual desde 2008 no segundo trimestre.

    (Por Lindsay Dunsmuir e Pete Schroeder)

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