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    Última manobra de May para aprovar Brexit no Parlamento britânico fracassa

    Por Guy Faulconbridge e Costas Pitas

    LONDRES (Reuters) - A última manobra da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, para concretizar a separação britânica da União Europeia fracassou nesta quarta-feira, poucas horas depois de sua oferta de votação de um segundo referendo e de uma relação comercial mais próxima com o bloco se mostrarem incapazes de convencer os parlamentares da oposição, e até muitos de seu próprio partido.

    Quase três anos depois de o Reino Unido decidir sua saída da UE por 52% a 48% dos votos, May está tentando uma última vez que o Parlamento aprove seu acordo de saída antes que seu período conturbado como premiê se encerre.

    Na terça-feira, May apelou aos parlamentares para que apóiem o acordo, acenando com a perspectiva de um possível segundo referendo sobre o acordo e arranjos comerciais mais estreitos com a UE como incentivos.

    Mas a rejeição foi forte. Tanto parlamentares do governista Partido Conservador quanto do opositor Partido Trabalhista criticaram o Projeto de Lei do Acordo de Retirada, ou WAB, a legislação que implanta os termos do rompimento britânico – e alguns intensificaram os esforços para afastar a líder.

    'A segunda leitura proposta do WAB está claramente destinada ao fracasso, então não faz sentido perder mais tempo com a esperança fútil de salvação da primeira-ministra. Ela tem que partir', disse Andrew Bridgen, um parlamentar conservador, à Reuters.

    Ele é um dos muitos conservadores que rejeitam o pacto, algo que levou outros postulantes ao cargo de May a também fazê-lo. Boris Johnson, o favorito das casas de apostas para ser o próximo premiê britânico, disse que não votará a favor da proposta.

    Mais parlamentares conservadores entregaram cartas ao Comitê 1922, grupo conservador que decide os líderes partidários, para exigir uma moção de desconfiança contra May, cuja estratégia de separação da UE foi esfacelada.

    Vários parlamentares, incluindo o negociador trabalhista do Brexit, Keir Starmer, disseram não fazer muito sentido votar o projeto de lei, que a maioria concordou não ter chance de passar em um Parlamento tão profundamente dividido.

    Com o impasse em Londres, continua sendo incerto quando, como ou mesmo se o país saíra algum dia do clube ao qual se filiou em 1973. O novo prazo de saída é 31 de outubro.

    A crise britânica do Brexit surpreende aliados e rivais, e o impasse faz com que a quinta maior economia do mundo enfrente opções como uma saída com um acordo para suavizar a transição, uma saída sem um pacto, uma eleição ou um segundo referendo.

    A libra esterlina enfraqueceu, já que investidores veem uma chance crescente de um Brexit sem acordo.

    O líder trabalhista, Jeremy Corbyn, disse que sua sigla não pode votar a favor do Projeto de Lei de Retirada, descrevendo a nova proposta da premiê como 'essencialmente a posição do governo requentada' em conversas com os governistas que fracassaram na semana passada.

    'Hoje mostrei que estou disposta a fazer concessões para entregar o Brexit ao povo britânico', escreveu May. 'O WA é nossa última chance de fazê-lo.'

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    Adversários veem pedido de ajuda de May à UE para o Brexit como fracasso

    LONDRES (Reuters) - A tentativa da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, de obter garantias da União Europeia para seu acordo do Brexit foi considerada por adversários, nesta sexta-feira, como um fracasso humilhante que não serviu em nada para romper o impasse parlamentar sobre a separação britânica do bloco.

    Todos os líderes da UE descartaram novos acordos vinculantes para modificar o tratado, mas garantiram à premiê que o pacto não amarrará o Reino Unido às regras do bloco para sempre. Uma fonte disse que May não tinha respostas claras sobre o que quer quando foi pressionada pelos líderes da UE.

    May, que na quarta-feira sobreviveu a um complô dentro de seu partido para depô-la, pediu a ajuda da UE em uma cúpula em Bruxelas depois de admitir que o pacto do Brexit que firmou no mês passado seria rejeitado no Parlamento britânico.

    'Parece que a primeira-ministra fracassou em sua tentativa de apresentar mudanças significativas em seu acordo do Brexit', disse o porta-voz do opositor Partido Trabalhista, Keir Starmer.

    'Não podemos continuar assim. A primeira-ministra deveria reconvocar a votação sobre seu acordo na próxima semana e deixar o Parlamento retomar o controle'.

    Jornais britânicos disseram que May foi humilhada.

    'Líderes da UE rejeitam a ideia de May de salvar o acordo titubeante do Brexit', disse o The Guardian. 'Líderes da UE mandam premiê se danar', disse a manchete do The Sun.

    May buscou ajuda para superar a oposição doméstica à 'solução emergencial irlandesa' -- uma cláusula de garantia que obriga o Reino Unido a obedecer aos regulamentos comerciais da UE até se encontrar uma maneira melhor de evitar uma 'fronteira dura' danosa na ilha da Irlanda.

    A chanceler alemã, Angela Merkel, e outros descartaram qualquer renegociação do tratado de novembro, concebido para encaminhar a desfiliação de Londres do bloco no dia 29 de março.

    Com a política britânica em crise, o desfecho do Brexit não está claro, e as opções possíveis vão de uma separação caótica sem acordo a um novo referendo sobre a filiação ao bloco.

    O vice de fato de May, David Lidington, disse que a cúpula foi um primeiro passo bem-vindo, mas seus adversários o viram como um fracasso.

    'Acho que o que vocês viram na noite passada foi o fracasso completo da posição de negociação britânica posta a nu', disse Nigel Farage, que fez campanha para o Brexit.

    Em Bruxelas, May pediu garantias políticas e legais de que a solução emergencial para a Irlanda do Norte será temporária e exortou os líderes a olharem para seu histórico de entregar resultados mesmo quando as chances pareciam estar contra ela.

    'Durante os últimos dois anos, espero ter mostrado que vocês podem confiar em mim para fazer o que é certo, nem sempre o que é fácil, por mais difícil que possa ser para mim politicamente', disse May, de acordo com uma autoridade britânica graduada.

    May disse acreditar que há 'uma maioria no Parlamento que quer seguir em frente com o referendo e deixar com um acordo negociado', mas alertou que há a possibilidade do Reino Unido ficar acidentalmente sem um acordo.

    (Reportagem de Guy Faulconbridge)

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