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    Macron diz que equilibrará corte de impostos com redução de despesas

    Por Leigh Thomas

    PARIS (Reuters) - O presidente da França, Emmanuel Macron, ordenou que os cortes adicionais no imposto de renda sejam equilibrados euro por euro com uma redução de despesas públicas para evitar o agravamento do déficit orçamentário, disse o ministro das Finanças nesta sexta-feira.

    Em resposta a meses de protestos antigoverno, Macron anunciou na noite de quinta-feira que reduzirá o imposto de renda em mais 5 bilhões de euros.'O presidente estabeleceu um princípio do qual sou o fiador: cada euro de redução do imposto de renda precisa ser financiado por uma redução de um euro no gasto público', disse o ministro Bruno Le Maire à televisão LCI.O corte de impostos se soma a um pacote de 10 bilhões de euros de concessões aos manifestantes, concedido em dezembro, com a meta de fortalecer a renda dos trabalhadores e pensionistas mais pobres.'As medidas mais recentes são fiscalmente expansionistas, e o risco é que financiá-las por meio do corte de gastos se mostre difícil', escreveu Matthew Pennill, economista do Morgan Stanley.'O plano geral representa um incentivo fiscal considerável para a economia. Isso é bom da perspectiva do crescimento. Mas, apesar de um resultado orçamentário melhor em 2018, vemos riscos de emissão extra (de dívida) adiante, e a consolidação fiscal de larga escala parece menos provável agora', acrescentou.Le Maire disse que os cortes nos impostos beneficiarão 15 milhões de lares e que visam a classe média em particular. O ministro do Orçamento, Gérald Darmanin, disse que eles aliviarão o fardo para todos, com exceção dos contribuintes mais ricos, em cerca de 10 por cento a partir do ano que vem.Isso equivale a cerca de 300 euros a mais por família, disse Mathieu Plane, do centro de pesquisas econômicas OFCE, à Reuters.Macron apresentou o novo alívio tributário ao delinear sua reação aos protestos de cinco meses, que provocaram alguns dos piores episódios de vandalismo e saques nas ruas da França em décadas.Entre as medidas anunciadas, o líder de 41 anos disse que as pensões de menos de 2 mil euros por mês serão atreladas à inflação, o que Darmanin disse que custará 1,4 bilhão de euros a partir de 2020.Além dos cortes de gastos, Macron disse que os cortes de impostos serão compensados pela eliminação de isenções tributárias que beneficiam empresas, mas acrescentou que os franceses acabarão tendo que trabalhar mais.

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    França vai abrir concurso internacional para redesenhar torre de Notre-Dame

    PARIS (Reuters) - A França vai permitir que arquitetos internacionais participem de um processo para redesenhar o icônico telhado da Catedral de Notre-Dame de Paris depois que um incêndio na tarde de segunda-feira destruiu a estrutura de madeira e provocou a queda do pináculo de cerca de 90 metros, disse o primeiro-ministro francês, Edouard Philippe, nesta quarta-feira.

    Em um discurso televisionado na terça-feira, o presidente Emmanuel Macron garantiu à nação que a Notre-Dame, um dos símbolos mais amados da França, seria reconstruída dentro de cinco anos. Magnatas e empresas internacionais comprometeram-se com ajuda financeira e especializada.

    A catedral foi construída durante cerca de 200 anos, a partir da metade do século 12, apesar de o arquiteto Eugene Viollet-le-Duc adicionar o pináculo coberto de chumbo apenas durante um trabalho de restauração na metade do século 19.

    'A concorrência internacional nos permitirá questionar se devemos, inclusive, recriar a torre como foi concebida por Viollet-le-Duc', disse o primeiro-ministro a repórteres.

    'Ou se, como é frequentemente o caso na evolução do patrimônio, devemos equipar Notre-Dame com uma nova torre.'

    Durante o pronunciamento do primeiro-ministro, os bombeiros utilizavam um guindaste para içar suportes e estabilizar um pináculo devastado pelo fogo que abriga um dos históricos vitrais coloridos da catedral.

    Não havia perigo imediato de que a estrutura centenária entrasse em colapso, mas estátuas também eram removidas pra reduzir o risco de movimentação agora que não eram mais sustentadas pelo telhado de madeira, disse o porta-voz do Corpo de Bombeiros.

    (Reportagem de Jean-Baptiste Vey)

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    Presidente francês espera reconstruir Notre-Dame em 5 anos

    Por Richard Lough e Elizabeth Pineau

    PARIS (Reuters) - O presidente francês, Emmanuel Macron, prometeu nesta terça-feira que a França irá reconstruir a catedral Notre-Dame de Paris, devastada por um incêndio, dizendo que espera que o trabalho seja concluído em cinco anos e que o povo francês se una para reparar o símbolo nacional.

    Macron dedicou um breve pronunciamento televisionado no horário nobre ao fogo catastrófico de segunda-feira no coração da capital, adiando mais uma vez comentários planejados sobre sua resposta a meses de protestos contra o governo.

    “Nós vamos reconstruir a Notre-Dame de uma maneira ainda mais bonita e eu quero que seja concluído em cinco anos, nós podemos fazer isso”, disse Macron.

    “Depende de nós converter esse desastre em uma oportunidade para nos unirmos, tendo refletido profundamente sobre o que nós temos sido e o que nós precisamos ser, e nos tornarmos melhores do que somos. Depende de nós encontrarmos o fio condutor de nosso projeto nacional.”

    “Essa não é hora de política”, acrescentou Macron, que cancelou um discurso planejado para a noite de segunda-feira em resposta aos protestos dos “coletes amarelos”.

    Ele visitou o local do incêndio na noite de segunda-feira e prometeu reconstruir a catedral, que tem partes que datam do século 12.

    O pináculo e o telhado da catedral foram destruídos, mas as torres com os sinos ainda estavam de pé e muitas obras de arte valiosas foram salvas depois que mais de 400 bombeiros trabalharam para apagar o fogo, finalmente o contendo 14 horas após o início.

    Ao mesmo tempo que a cidade e o país estavam de luto por um forte símbolo nacional, bilionários, empresas e autoridades locais rapidamente ofereceram doações.

    Cerca de 24 horas após o incêndio, mais de 750 milhões de euros foram prometidos, incluindo 500 milhões das três famílias bilionárias que possuem os gigantescos impérios franceses de bens de luxo: Kering, LVMH e L'Oreal.

    O procurador de Paris, Remy Heitz, disse não haver nenhum indício óbvio de que o fogo teria sido criminoso. Cinquenta pessoas estão trabalhando no que será uma longa e complexa investigação, disseram autoridades.

    Um bombeiro ficou ferido durante o incêndio, mas mais ninguém se machucou, com o fogo começando por volta das 18h30 (horário local), depois que o local já havia sido fechado para o público.

    Investigadores não poderão entrar na estrutura da catedral, até que especialistas concluam que suas paredes sobreviveram ao calor e que o prédio está estruturalmente estável.

    “Ontem nós achamos que toda a catedral iria desmoronar. Mesmo assim, nessa manhã ela está de pé, valente, apesar de tudo”, disse a irmã Marie Aimee, uma freira que correu para uma igreja próxima para rezar conforme as chamas se espalhavam.

    (Reportagem de Sudip Kar-Gupta, Inti Landauro, Richard Lough, Sarah White, Emmanuel Jarry, Luke Baker e John Irish em Paris)

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    Incêndio de Notre-Dame provavelmente foi acidental, dizem procuradores franceses

    Por Matthias Blamont e Inti Landauro

    PARIS (Reuters) - O incêndio que atingiu a Catedral de Notre-Dame provavelmente foi causado por um acidente, disseram procuradores franceses nesta terça-feira, depois que bombeiros apagaram as últimas chamas nas ruínas de madrugada.

    Foram necessários mais de 400 bombeiros para conter o fogo, que consumiu o teto e provocou o desmoronamento do pináculo da catedral de oito séculos. Eles passaram a noite trabalhando para controlar o incêndio cerca de 14 horas após o início.

    'Estamos priorizando a teoria de um acidente', disse o procurador-geral de Paris, Remy Heitz, acrescentando que 50 pessoas estão trabalhando no que se acredita que será uma investigação longa e complexa.

    Um bombeiro se feriu, mas não há relatos de mais nenhum ferido no incêndio, que começou depois do horário de fechamento do edifício ao público.

    Do lado de fora, os campanários imponentes e as paredes externas, com seus vastos contrafortes, permaneciam firmes, mas o interior e a estrutura superior foram devastados pelo fogo.

    Os investigadores não conseguirão entrar na nave da catedral até que especialistas estejam convencidos de que suas paredes de pedra suportaram o calor e que o edifício está estruturalmente intacto. Imagens de televisão mostraram bombeiros no topo das torres.

    'O incêndio está totalmente apagado', disse o porta-voz dos bombeiros, Gabriel Plus, a repórteres. 'Nosso trabalho hoje é monitorar a estrutura e seus movimentos'.

    O fogo se espalhou rapidamente pelas escoras de madeira do teto da catedral, onde operários vinham realizando reformas amplas em corrimões caídos e gárgulas aos pedaços, além da estrutura de madeira do pináculo.

    O procurador de Paris iniciou uma investigação sobre uma 'destruição involuntária pelo fogo'. Nesta terça-feira a polícia começou a interrogar os operários envolvidos na reforma, informou a Procuradoria-Geral.

    Centenas de observadores chocados ocuparam as margens do rio Sena noite adentro, vendo o fogo arder, orando e entoando canções litúrgicas em harmonia.

    'É um símbolo do nosso país que corre o risco de ser destruído', disse o ministro da Cultura, Franck Riester.

    O presidente Emmanuel Macron prometeu que a França reconstruirá Notre-Dame, considerada um dos exemplos mais refinados de arquitetura gótica francesa e europeia e visitada por mais de 13 milhões de pessoas todos os anos.

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    Incêndio destrói Notre Dame; bombeiros de Paris temem desabamento de campanário

    Por Sybille de La Hamaide e Julie Carriat

    PARIS (Reuters) - Um imenso incêndio consumiu a Catedral de Notre Dame nesta segunda-feira, com as chamas sem controle destruindo o telhado do marco histórico de Paris enquanto os bombeiros lutavam para impedir o desabamento de um dos campanários principais.

    O fogo, que começou no início da noite, se espalhou rapidamente pelo telhado da catedral e engoliu o pináculo, que desabou pouco antes do próprio telhado também vir abaixo.

    Parisienses angustiados e turistas atônitos olhavam descrentes para o cenário infernal que destruía a catedral de mais de 850 anos. Milhares de observadores se aglomeraram sobre as pontes e as margens do rio Sena, por trás de um cordão de contenção montado pela polícia.

    “Ainda não estamos certos de que conseguiremos impedir o fogo de se espalhar para o campanário norte”, disse um oficial dos bombeiros à Reuters.

    Líderes mundiais expressarem choque e enviaram condolências ao povo francês. O presidente Emmanuel Macron disse que todo o país está abalado. “Como todos os nossos compatriotas, estou triste nesta noite de ver essa parte de nós queimar”, tuitou.

    Uma imensa nuvem de fumaça se espalhou sobre a cidade e cinzas caíram por uma grande área. As pessoas que observavam suspiraram quando o pináculo da catedral desabou sobre as chamas.

    Em torno das 19h30 (no horário local), cerca de três horas depois do início do incêndio, um porta-voz do Corpo de Bombeiros disse que os 90 minutos seguintes seriam cruciais para avaliar se as chamas podiam ser contidas.

    “Basicamente todo o telhado já se foi. Eu vejo pouca esperança para o prédio”, disse Kacek Poltorak, um observador que assistia ao incêndio de uma varanda no quinto andar de um edifício a duas quadras da fachada sul da catedral, que é um dos lugares mais visitados da França.

    Os bombeiros tentavam conter as chamas com mangueiras e isolaram a área em torno de Notre Dame, que fica em uma ilha do rio Sena e marca o centro geográfico de Paris. Testemunhas disseram que todos na ilha, chamada Île de la Cité, estavam sendo retirados.

    Ninguém ficou ferido, disse o ministro do Interior Laurent Nuñez. “É muito cedo para determinar a causa do incêndio”, acrescentou.

    O gabinete do procurador de Paris informou ter aberto um inquérito sobre o incêndio. Diversas fontes policiais disseram trabalhar com a hipótese inicial de que o fogo tenha se iniciado acidentalmente.

    “Tudo está desmoronando”, disse um policial diante da catedral que continuava a queimar.

    Macron cancelou um pronunciamento à nação que faria nesta segunda-feira à noite e rumou para o local do incêndio, onde conversou com os oficiais que tentavam conter as chamas.

    Numa possível resposta a uma sugestão feita pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de que os bombeiros deviam “agir rapidamente” e empregar aviões para lançar água sobre a catedral, a Defesa Civil da França descartou a possibilidade, alegando que isso poderia destroçar toda a edificação.

    A chanceler alemã, Angela Merkel, chamou a catedral de “símbolo da França e de nossa cultura europeia”. A premiê britânica, Theresa May, disse que seus pensamentos estavam com o povo francês e os serviços de emergência que tentavam lutar contra o “terrível incêndio”.

    O Vaticano disse que o fogo no “símbolo da cristandade na França e no mundo” provoca choque e tristeza, e que reza pelos bombeiros.

    A catedral, que data do século 12, ficou célebre na cultura popular desde o clássico romance de Victor Hugo “O Corcunda de Notre Dame”. O edifício é considerado um Patrimônio Mundial pela Unesco e atrai milhões de turistas todo ano.

    A catedral passava for reformas, com algumas seções do edifício cobertas por andaimes. Estátuas de bronze haviam sido removidas para restauro na semana passada.

    Construída por mais de um século a partir de 1163, Notre Dame é considerada um dos melhores exemplares da arquitetura gótica francesa, sendo famosa por sua colunata, seus icônicos arcobotantes e pelos impactantes vitrais, bem como por suas gárgulas esculpidas em pedra.

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    Incêndio atinge Catedral de Notre-Dame, em Paris

    Por Sybille de La Hamaide

    PARIS (Reuters) - Um incêndio atingia a Catedral de Notre-Dame nesta segunda-feira, com chamas violentas que devastavam um dos cartões postais de Paris, em uma enorme perda para a cidade e para a França.

    O fogo irrompeu no telhado da catedral de séculos de existência e rapidamente envolveu o pináculo, que desmoronou.

    Uma grande coluna de fumaça se espalhou pela cidade, e as cinzas cobriram uma área ampla.

    'Como todos nossos compatriotas, eu estou triste nesta noite de ver essa parte de todos nós queimar', escreveu o presidente francês, Emmanuel Macron, no Twitter.

    'Basicamente todo o telhado se foi. Eu não vejo esperanças para a construção', disse a testemunha Jacek Poltorak, que observava o incêndio de uma varanda no quinto andar de um prédio a duas quadras da fachada sul da catedral, um dos lugares mais visitados da França.

    Bombeiros isolaram a área ao redor da Notre-Dame, que fica em uma ilha no rio Sena e marca o centro exato de Paris. Os prédios ao redor também foram esvaziados.

    O presidente Emmanuel Macron cancelou um pronunciamento que deveria fazer à nação na noite desta segunda-feira. Uma autoridade presidencial disse que ele irá ao local do incêndio.

    A rede de televisão France 2 noticiou que a polícia está tratando o acontecimento como um acidente.

    A catedral do século 12, que está presente no romance clássico 'O Corcunda de Notre-Dame' de Victor Hugo, atrai milhões de turistas todos os anos.

    A Notre-Dame estava passando por reformas. Algumas seções estavam cobertas por andaimes e estátuas de bronze foram removidas na semana passada para receber cuidados.

    (Por Sybille de la Hamaide, Simon Carraud e Sudip Kar-Gupta)

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    França sedia cúpula do G7 sob sombra de rejeição dos EUA, Brexit e 'coletes amarelos'

    Por Richard Lough e John Irish

    DINARD, França (Reuters) - A França deu boas-vindas cautelosas aos ministros das Relações Exteriores do Grupo dos Sete (G7) que chegaram nesta sexta-feira para uma cúpula ofuscada pela ausência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo caos provocado pela separação britânica da União Europeia e por meses de protestos antigoverno em Paris e demais cidades francesas.

    Manifestantes picharam slogans atacando o presidente francês, Emmanuel Macron, no resort litorâneo pacato de Dinard, onde os chanceleres vão se reunir para estabelecer a pauta para seus líderes na reunião anual das potências, que acontecerá em agosto.

    De madrugada, operários esfregavam muros pichados com frases como 'Bancos ladrões', 'Revolução' e 'Não ao G7', que espelham a revolta extravasada em toda a França durante mais de cinco meses de protestos antigoverno dos chamados 'coletes amarelos'.

    Diplomatas franceses dizem que recuaram em suas ambições pela presidência do clube de países ricos depois que Trump desistiu de um comunicado conjunto na cúpula do ano passado no Canadá e criticou o primeiro-ministro e anfitrião, Justin Trudeau.

    O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, não comparecerá e enviará um assessor. Um diplomata veterano de Paris disse que Pompeo enviou uma mensagem afirmando ter 'coisas melhores para fazer'.

    Mas a pauta inclui questões importantes, que vão da segurança cibernética à interferência estrangeira em democracias, à reação ao tráfico no Sahel e à desigualdade.

    O chanceler britânico, Jeremy Hunt, disse que pedirá às suas contrapartes europeias que apoiem o pedido de seu governo por um novo adiamento da saída do Reino Unido da UE, agendado para daqui a uma semana, a menos que os países do bloco concordem com uma prorrogação.

    A primeira-ministra britânica, Theresa May, não conseguiu a aprovação do Parlamento ao seu acordo de saída. Hunt disse que o G7 é a prova de que o Reino Unido não está se distanciando de um papel internacional de destaque.

    'O envolvimento do Reino Unido no G7 é vital para nossa segurança e prosperidade coletivas, já que buscamos proteger o sistema internacional baseado em regras', disse. 'Não tenham dúvida de que, depois que o Brexit acontecer, o Reino Unido continuará sendo uma potência global'.

    Mas as tensões entre os EUA e seus aliados europeus, particularmente quanto ao comércio, a mudança climática e o acordo nuclear com o Irã, fazem com que agora as partes buscam um denominador comum onde antes se entendiam em grande medida.

    (Reportagem adicional de William James em Londres)

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    França recebe caixas-pretas de avião da Ethiopian Airlines; aumenta revolta de famílias de vítimas

    Por Richard Lough e Aaron Maasho

    PARIS/ADIS ABEBA (Reuters) - Investigadores franceses se encarregarão de examinar as caixas-pretas do avião da Ethiopian Airlines que caiu no fim de semana em busca de pistas sobre um desastre que provocou a suspensão do uso da frota de aviões 737 MAX, da Boeing, e deixou dezenas de famílias das vítimas revoltadas.

    O acidente de domingo, ocorrido pouco depois da decolagem de Adis Abeba, matou 157 pessoas de cerca de 30 nações. Foi a segunda tragédia aérea envolvendo o novo modelo e carro-chefe da Boeing em seis meses.

    Possíveis elos entre as tragédias abalaram a indústria internacional da aviação, assustaram passageiros de todo o mundo e obrigaram a maior fabricante de aviões do mundo a se desdobrar para provar a segurança de um modelo de grande procura que deveria ser o novo padrão durante décadas.

    Parentes dos mortos deixaram uma reunião com a Ethiopian Airlines, nesta quinta-feira, denunciando uma falta de transparência.

    'Estou com muita raiva', disse Abdulmajid Shariff, cidadão iemenita de 38 anos que perdeu um cunhado. 'Eles nos chamaram para nos dar um relatório sobre os corpos e as razões da queda, mas não havia informações'.

    Nações de todo o mundo --incluindo os Estados Unidos, inicialmente relutantes-- suspenderam operações com os aviões do mesmo modelo, mas as empresas aéreas em geral têm conseguido substituí-los.

    Quase 5 mil destes aviões foram encomendados, o que significa que as implicações financeiras para a indústria são imensas.

    Após um desentendimento aparente sobre onde a investigação deveria ser realizada, os dados de voo e os gravadores de voz da cabine chegaram a Paris, e a agência francesa de investigação de acidente aéreos BEA disse que os receberá ainda nesta quinta-feira.

    A investigação aumentou o sentimento de urgência surgido desde que a Agência Federal de Aviação norte-americana (FAA) suspendeu na quarta-feira os voos das aeronaves 737 MAX citando imagens de satélite e indícios do local apontando algumas semelhanças e 'a possibilidade de uma causa comum' com a queda de outubro na Indonésia, que matou 189 pessoas.

    Embora argumente que os aviões são seguros, a Boeing apoiou a decisão da FAA. Suas ações caíram quase 11 por cento desde o acidente, o que diminuiu seu valor de mercado em quase 26 bilhões de dólares.

    Em mais um dia de luto na Etiópia, mais famílias seguiram de ônibus às plantações áridas onde o voo 302 caiu e criou uma bola de fogo depois que o piloto fez contato por rádio dizendo que estava com problemas nos controles de voo.

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