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    Macron diz que Brexit não pode dividir UE e critica isolacionismo de Trump

    PARIS (Reuters) - O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta segunda-feira que preservar a unidade da União Europeia é mais importante do que estabelecer um relacionamento estreito com o Reino Unido após o Brexit, e criticou o que chamou de isolacionismo 'agressivo' do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Macron, que se encontrou com a primeira-ministra britânica, Theresa May, para conversar sobre a saída britânica da UE durante as férias de verão na Europa, disse que deseja fechar um acordo para o Brexit até o final do ano, e não deu sinais de que romperá com as outras capitais do bloco.

    'A França quer manter um relacionamento forte e especial com Londres, mas não se o preço for o desmantelamento da União Europeia', disse ele em uma reunião de embaixadores franceses.

    O Brexit, disse Macron, 'é uma escolha soberana, que precisamos respeitar, mas não pode vir à custa da integridade da União Europeia'.

    Em um discurso de uma hora e meia no qual delineou suas prioridades diplomáticas para o próximo ano, Macron não apresentou grandes mudanças de diretriz, mas falou com ênfase sobre o que rotulou como a 'crise do multilateralismo' e a necessidade de tornar a Europa mais 'soberana'.

    O líder francês conclamou o continente a ser 'uma potência comercial e econômica' que defenda seus interesses estratégicos e sua independência financeira com ferramentas que possam conter sanções dos EUA.

    'O multilateralismo está passando por uma grande crise que colide com toda a nossa atividade diplomática, acima de tudo por causa das políticas dos EUA', disse.

    'O parceiro com o qual a Europa construiu a nova ordem pós-Guerra Mundial parece estar dando as costas a esta história compartilhada'.

    Em seu primeiro ano Macron apostou em relacionamentos com líderes difíceis, como Trump e o presidente russo, Vladimir Putin, e pareceu engajado na arena mundial, mas muitas vezes sem tomar posição e tentando ser conciliador sem incomodar ninguém.

    Essa abordagem foi testada depois que Trump rompeu com Macron e outros aliados retirando seu país de um acordo climático global, adotou sanções contra o Irã e impôs tarifas ao aço e ao alumínio da UE.

    Na Síria, apesar dos ataques franceses, Macron tem tido pouca influência sobre Putin.

    Enquanto isso, as operações de forças francesas para combater um levante islâmico na África Ocidental, iniciadas pelo antecessor de Macron, François Hollande, e transformadas por ele em uma prioridade, vêm tendo dificuldades para expulsar jihadistas do Mali e de países vizinhos.

    (Por Michel Rose, Richard Lough e Brian Love)

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    Macron ordena reformulação na Presidência francesa após escândalo envolvendo guarda-costas

    Por Sophie Louet e Matthias Blamont

    PARIS (Reuters) - O presidente da França, Emmanuel Macron, ordenou uma reformulação em seu gabinete depois de admitir falhas na maneira como a Presidência tratou de um escândalo com seu principal guarda-costas, filmado espancando um manifestante no feriado de 1º de Maio, disse uma fonte próxima ao Palácio do Eliseu.

    O guarda-costas, Alexandre Benalla, passou a ser investigado no domingo em um caso que provocou uma tempestade política e as piores críticas que Macron enfrentou desde que tomou posse 14 meses atrás.

    Na semana passada o jornal Le Monde divulgou um vídeo que mostrou Benalla nos protestos de 1º de maio em Paris com um capacete de tropa de choque e insígnias da polícia fora do horário de trabalho.

    Na filmagem, Benalla é visto arrastando uma mulher para longe de um protesto e mais tarde espancando um manifestante. Nesta sexta-feira a mídia francesa divulgou um segundo vídeo que mostra Benalla usando força contra uma mulher.

    Macron demitiu Benalla, o chefe de sua equipe de segurança pessoal, na sexta-feira, mas foi questionado por não ter agido antes. Inicialmente Benalla foi suspenso por 15 dias antes de poder voltar ao trabalho.

    Macron se reuniu com vários membros de seu governo no domingo para debater o caso, disse a fonte.

    'O presidente disse que o comportamento de Alexandre Benalla no 1º de maio foi inaceitável, chocante e que ele não pode permitir a ideia de que alguém de seu entorno pode estar acima da lei', afirmou a fonte.

    Foi o primeiro relato a respeito de comentários de Macron sobre o caso.

    Reconhecendo uma série de lapsos no Palácio do Eliseu desde o feriado em questão, Macron pediu ao secretário-geral da Presidência, Alexis Kohler, para trabalhar em uma reorganização de seu gabinete pessoal para evitar que isso volte a acontecer, disse a fonte.

    Parlamentares iniciaram um inquérito sobre o incidente, a leniência da punição inicial de Benalla e a omissão das autoridades por não denunciá-lo imediatamente ao Judiciário.

    Críticos de Macron disseram que o incidente reforçou a percepção de um presidente desconectado da realidade na esteira de polêmicas ligadas a gastos do governo com peças de louça oficial, uma piscina em um retiro presidencial e comentários ásperos de Macron a respeito dos custos da assistência social.

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    Macron demite guarda-costas filmado espancando manifestante

    Por Jean-Baptiste Vey e Michel Rose

    PARIS (Reuters) - O presidente da França, Emmanuel Macron, demitiu o chefe de sua equipe de segurança pessoal nesta sexta-feira, mas enfrentou críticas por não ter agido antes, depois da divulgação de um vídeo que mostra o guarda-costas se passando por policial e espancando um manifestante fora do horário de trabalho em maio.

    Inicialmente Alexandre Benalla recebeu uma suspensão de 15 dias por causa do incidente, ocorrido quando ele compareceu aos protestos de 1º de maio com um capacete de tropa de choque e insígnias da polícia.

    Fontes judiciais disseram à Reuters que o guarda-costas --que poucos dias atrás foi visto em público ajudando a organizar a segurança para as comemorações do retorno da seleção de futebol campeã do mundo-- está detido pela polícia no momento.

    Parlamentares iniciaram um inquérito sobre o incidente, a leniência da punição inicial de Benalla e a omissão das autoridades por não denunciá-lo imediatamente ao Judiciário.

    Na filmagem, divulgada na quarta-feira pelo jornal Le Monde, Benalla é visto arrastando uma mulher para longe de um protesto e mais tarde espancando um manifestante. Nesta sexta-feira a mídia francesa divulgou um segundo vídeo que mostra Benalla usando força contra uma mulher.

    O gabinete de Macron refutou as acusações de que só reagiu porque os vídeos de quase três meses atrás vieram a público, dizendo que agora se tomou a decisão de demitir Benalla porque o guarda-costas obteve um documento de forma indevida enquanto tentava se defender das acusações.

    'Novos fatos que poderiam constituir um delito de Alexandre Benalla foram levados ao conhecimento do presidente', disse um funcionário do palácio presidencial à Reuters. 'Como resultado... a Presidência decidiu iniciar o processo de demissão de Alexandre Benalla.'

    Mas críticos de Macron classificaram sua reação lenta ao incidente como mais um sinal de que ele está desconectado da realidade.

    O caso vem na esteira de polêmicas ligadas a gastos do governo com peças de louça oficial, uma piscina em um retiro presidencial e comentários ásperos de Macron a respeito dos custos da assistência social.

    Partidos da oposição repudiaram a maneira como a Presidência tratou do caso, exigindo saber por que o incidente não foi encaminhado prontamente às autoridades judiciais. Depois de horas de debate na câmara baixa na quinta-feira, parlamentares concordaram em iniciar um inquérito sobre o caso.

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    França reage a apresentador de TV que disse que 'África venceu a Copa do Mundo'

    PARIS (Reuters) - O apresentador sul-africano de um programa de televisão popular Trevor Noah discutiu pela internet com o embaixador francês nos Estados Unidos depois de brincar dizendo que a África, não a França, venceu a Copa do Mundo da Rússia.

    A vitória da seleção francesa multicultural diante da Croácia na final de domingo em Moscou repercutiu em todo o mundo, sendo comemorada na França e em outros locais como um triunfo da diversidade, mas incitando ofensas racistas em alguns lugares.

    'A África venceu a Copa do Mundo', disse o comediante Noah, apresentador do The Daily Show, em um segmento da atração de fim de noite nesta semana. 'Entendo, eles têm que dizer que foi o time francês. Mas olhem esses caras. Você não consegue esse bronzeado passeando no sul da França, meus amigos'.

    Entre os 23 jogadores franceses no Mundial, 15 têm ascendência africana, de Camarões ao Congo e Mali, mas só dois deles nasceram na África e se mudaram para a França quando ainda eram crianças de colo.

    O comentário de Noah provocou reações raivosas na França, onde políticos de extrema-direita vêm criticando a seleção há tempos por ter muitos negros, e uma repreensão do embaixador francês nos Estados Unidos, Gérard Araud.

    'Ao chamá-los de time africano, parece que você está negando seu caráter francês. Isso, mesmo de brincadeira, legitima a ideologia que afirma a brancura como a única definição de francês', escreveu Araud em uma carta publicada na conta de Twitter da embaixada francesa.

    Na noite de quarta-feira, Noah respondeu ao diplomata.

    'Quando digo 'africano' não estou dizendo-o para privá-los de seu caráter francês, estou dizendo-o para incluí-los em minha africanidade', afirmou, depois de ler a carta no programa.

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    Liderada por Mbappé, França pode manter domínio do futebol mundial por anos

    Por Mark Gleeson

    MOSCOU (Reuters) - Quando o jovem Kylian Mbappé marcou o quarto gol da França na final da Copa do Mundo contra a Croácia, muitos passaram a acreditar que o atacante francês pode seguir o caminho das seleções brasileiras dominantes lideradas por Pelé.

    Aos 19 anos, Mbappé se tornou apenas o segundo jogador de menos de 20 anos a fazer gols em uma decisão de Mundial, depois de Pelé, quando uma seleção francesa repleta de jovens talentos superou uma Croácia resistente com um placar de 4 x 2 e conquistou o maior troféu do futebol pela segunda vez na história, 20 anos após seu primeiro triunfo.

    Pelé o fez aos 17 anos de idade em 1958, iniciando um período de predominância que levou o Brasil a conquistar três títulos de Copa do Mundo em um intervalo de 12 anos (1958, 1962 e 1970), que culminou com uma vitória incontestável sobre a Itália na final da Copa de 1970.

    Embora se compare cada vez mais Mbappé a Pelé, o parisiense ainda tem muito a fazer antes de chegar sequer perto de rivalizar com as conquistas do brasileiro.

    Mas o precoce Mbappé pode ser um dos pilares de uma seleção francesa com potencial para dominar o futebol mundial da maneira que Pelé e seus colegas de equipe fizeram entre o final dos anos 1950 e 1970.

    Ao lado de Antoine Griezmann, eleito o melhor da partida na final de domingo em Moscou, no ataque, Paul Pogba na sala de máquinas do meio-campo e os imponentes Samuel Umtiti e Raphael Varane na defesa, a França tem uma fundação firme para se desenvolver.

    O elenco que enviou à Rússia tem uma idade média de 26 anos e uma abundância de jogadores de alto nível, mas a maneira como o time administrou o torneio com inteligência e firmeza dá ainda mais motivos para ser otimista em relação ao futuro.

    Os franceses foram eficientes, calculistas e inteligentes, e mandaram na maioria das partidas sem dar grandes mostras de virtuosismo.

    Em todos os sete jogos que disputou, a seleção teve uma média de 48 por cento de posse de bola.

    Taticamente ela soube se adaptar ao longo do torneio e mostrar flexibilidade -- a marca registrada de um elenco bem-sucedido.

    Suas chances de manter uma sequência de vitórias também aumentam com o fato de o técnico Didier Deschamps, muito popular com seus jogadores, continuar no cargo por no mínimo mais dois anos.

    Ele tem contrato até a Euro 2020, mas, com tanto potencial para aproveitar, certamente ficará tentado a se manter no emprego além disso.

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    Comemorações por Copa do Mundo animam a França; parada da vitória será na Champs Élysées

    Por Luke Baker

    PARIS (Reuters) - Jornais e emissoras de TV da França comemoraram nesta segunda-feira a vitória da seleção francesa na Copa do Mundo, enquanto funcionários de limpeza trabalhavam contra o relógio para arrumar a cidade após uma noite de comemorações em Paris e em preparação para uma parada de vitória na Champs Élysées.

    'Nosso dia de glória está aqui', disse o Le Figaro, em referência a trecho do hino nacional francês.

    'História feita', escreveu o jornal esportivo L'Équipe, enquanto a publicação Les Echos optou pelo mais direto 'Campeões do Mundo'.

    Fotos dos astros Kylian Mbappé, Antoine Griezmann e Paul Pogba, assim como registros do time segurando e beijando o troféu, dominaram a cobertura.

    A vitória criou um senso de união nacional, com comentaristas valorizando o fato de que a seleção, a segunda mais jovem no torneio, incluía muitos jogadores com ascendência africana, mesmo que todos, com exceção de dois, tenham nascido na França.

    Quando o país ganhou sua primeira Copa do Mundo em 1998, com Zinedine Zidane como estrela, muitos se referiam à seleção como 'Black-Blanc-Beur' (Negro-Branco-Árabe), um apelido devido à diversidade étnica de sua composição.

    Mas, este ano, alguns tentaram rejeitar a frase, vendo nela um sentido de segregação, mesmo se a intenção original fosse positiva.

    'Nós não estamos em 1998', disse Mounir Mahjoubi, secretário de Estado para questões digitais, cujos pais emigraram do Marrocos. 'Nós não estamos mais celebrando 'Black-Blanc-Beur', estamos celebrando a irmandade', disse sobre a seleção atual.

    Após o apito final de domingo, milhões de torcedores franceses foram às ruas, com milhares se reunindo ao longo da Champs Élysées na capital francesa. Mas, durante a noite, a polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar multidões na avenida, depois que confrontos com um pequeno grupo de torcedores ameaçou estragar as comemorações.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia ANÁLISE-Jovem seleção da França brilha e promete ainda mais para o futuro

    ANÁLISE-Jovem seleção da França brilha e promete ainda mais para o futuro

    Por Simon Evans

    MOSCOU (Reuters) - Enérgica, disciplinada e decisiva, a França conquistou o título da Copa do Mundo, neste domingo, com uma vitória por 4 x 2 sobre a Croácia que deixou uma sensação de que o incrível e jovem time do técnico Didier Deschamps pode fazer muito mais no futuro.

    Com o talento de Kylian Mbappé, de apenas 19 anos, e o segundo elenco mais jovem do torneio, o triunfo pode ser apenas o começo de uma era memorável para o futebol francês.

    Deschamps foi criticado por ser pragmático demais, até mesmo enfadonho, dois anos atrás, quando a França perdeu para Portugal na final da Eurocopa de 2016, em Paris, mas seus detratores agora estão silenciados. 

    Enquanto ele continua sendo um treinador que se concentra em criar uma sólida estrutura organizacional, desta vez ele acrescentou truques com a velocidade e habilidade de Mbappé, a inteligência de Antoine Griezmann e a presença física e a movimentação de Olivier Giroud. 

    Esta não é a França de 1984, campeã europeia com a criatividade dos gênios Michel Platini e Jean Tigana, e é um time menos expressivo do que o que conquistou a Copa do Mundo de 1998 com o brilhantismo de Zinedine Zidane. 

    É, no entanto, um time moderno, com jogadores jovens e técnicos, uma identidade distinta e nenhum ponto fraco óbvio.

    “Não fizemos um grande jogo, mas mostramos muita qualidade mental. E marcamos quatro gols. Eles (os jogadores) mereceram vencer”, disse Deschamps -- e é difícil discordar. 

    O triunfo é, de fato, merecido. Simplesmente não houve nenhum time melhor do que a França no torneio.

    Após ter liderado o seu grupo na primeira fase, a equipe revelou seu dom pelo contra-ataque com Mbappé na vitória por 4 x 3 sobre a Argentina nas oitavas de final, mas as partidas que realmente mostraram seu caráter foram as quartas de final e a semifinal, administradas com excelência, contra Uruguai e uma excelente Bélgica, respectivamente. 

    LONGO CAMINHO

    A França não esteve no seu melhor na final, com a Croácia dominando a posse de bola por longos trechos e a defesa sofrendo em alguns momentos contra o jogo direto e veloz de Ivan Perisic. 

    Foi um gol contra e um pênalti marcado depois da revisão do árbitro de vídeo que colocaram o time de Deschamps em vantagem, mas, uma vez que Paul Pogba marcou o terceiro, e Mbappé acrescentou o quarto, o título estava muito próximo. 

    De maneira impressionante, a França venceu a final sem uma grande contribuição de N’Golo Kanté, a âncora defensiva e o melhor protetor da defesa, que formou uma excelente parceria com Pogba no centro do gramado. 

    Kanté recebeu cartão amarelo aos 27 minutos e não estava em um dia normal, mas a força e a profundidade do elenco de Deschamps foi evidente, quando entrou o confiável Steven N’Zonzi no lugar do volante, aos 10 minutos do segundo tempo. 

    Com N’Zonzi dominando o setor, a França ficou ainda mais forte e seus últimos dois gols saíram depois da mudança. 

    Como fez ao longo do torneio, Pogba jogou com muita disciplina tática em um papel mais defensivo, mas ainda conseguiu aparecer no campo de ataque para fazer 3 x 1. 

    Mas o jogador que captura a imaginação desta equipe é sem dúvida Mbappé, cuja incrível velocidade às vezes mascara seu excelente toque da bola e habilidade. 

    Com a experiência, sua tomada de decisão melhorará com o passar dos anos, e ele deve se tornar uma ameaça ainda maior na Eurocopa de 2020. 

    A equipe relativamente jovem da França não melhorará obrigatoriamente, e eles terão que mostrar a mesma quantidade de fome e desejo que a Croácia demonstrou ao longo do torneio. 

    Mas é difícil não sentir que o time de Deschamps tem outra marcha disponível, e é capaz de algo realmente especial, se for necessário. 

    Argentina e Croácia exigiram bastante da França, e ambas acabaram concedendo quatro gols.

    Isso é, realmente, algo reservado apenas aos campeões.

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    Após França vencer a Copa, sorte de Macron pode ganhar força

    PARIS (Reuters) - Parece que Emmanuel Macron teve sorte novamente. O surpreendente triunfo da França sobre a Croácia neste domingo por 4 a 2 na final da Copa do Mundo, marcou uma onda de otimismo nacional e é o tipo de notícia que a maioria dos presidentes sonha.

    Depois de 14 meses no poder, as taxas de Macron em pesquisas caíram de forma constante, para apenas 40 por cento. Apesar de supervisionar uma série de reformas econômicas e sociais, o ex-banqueiro de investimentos de 40 anos ganhou o rótulo de presidente dos ricos de muitos críticos de esquerda, e a marca continua.

    Controvérsias recentes sobre gastos com louça oficial, uma piscina construída em um retiro presidencial e críticas sobre os custos do bem-estar reforçaram a imagem de um líder fora de contato com o povo.

    Mas assim como ele aproveitou uma extraordinária série de sorte durante a campanha presidencial de 2017, quando seu mais forte rival conservador teve que se retirar após um escândalo de corrupção, a sorte de Macron pode estar voltando.

    Em Moscou para assistir a final com sua esposa Brigitte, Macron foi superado pela vitória, em pé no campo debaixo de chuva para abraçar cada um dos jogadores e depois beijar o troféu da Copa do Mundo.

    Em 1998, a popularidade do então presidente Jacques Chirac disparou para o efeito Copa do Mundo , um salto de 18 pontos, de acordo com pesquisas do Ifop.

    Analistas políticos dizem que um impulso de algum tipo não está fora de questão para Macron, em casa e no exterior.

    Está longe de ser verdade de que o que aconteceu em 1998 será reproduzido da mesma forma agora , disse à Reuters o pesquisador Gael Sliman, da Odoxa. (Mas) pode-se muito bem ver 5, 6, 10 pontos de ganhos de popularidade .

    Também pode ter impacto significativo sobre a moral econômica francesa, a confiança das pessoas no futuro, seu otimismo em geral, inclusive no que diz respeito ao comportamento do consumidor , acrescentou.

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    França vence Croácia por 4 x 2 na final e conquista 2º título mundial

    Por Mitch Phillips

    MOSCOU (Reuters) - A França conquistou a Copa do Mundo pela segunda vez em sua história com uma vitória por 4 x 2 sobre a Croácia na final deste domingo em Moscou, encerrando o sonho dos croatas de conquistarem seu primeiro título, em uma das decisões mais movimentadas e animadas em décadas.

    A França foi para o intervalo vencendo por 2 x 1, com um gol contra de Mario Mandzukic e um pênalti convertido por Antoine Griezmann, após intervenção do árbitro de vídeo. Ivan Perisic chegou a empatar o placar brevemente para a Croácia, estreante em finais. 

    Gols em curto intervalo de tempo de Paul Pogba e Kylian Mbappé na metade do segundo tempo colocaram a França próxima do título, mas Mandzukic ganhou um gol de presente do goleiro francês Hugo Lloris para dar início a nervosos 20 minutos finais.

    A França, no entanto, resistiu a uma corajosa Croácia para levantar o troféu pela segunda vez, depois do sucesso em casa no Mundial de 1998, e garantir que o fim da história não fosse o mesmo de dois anos atrás, quando foi derrotada na final da Eurocopa por Portugal.

    A vitória significa que Didier Deschamps, capitão da equipe de 1998, se torna o terceiro homem a vencer a Copa do Mundo como jogador e como técnico, depois do brasileiro Mário Zagallo e do alemão Franz Beckenbauer.

    Essa foi a final com mais gols desde a vitória da Inglaterra sobre a Alemanha Ocidental por 4 x 2, na prorrogação, em 1966, e a que mais teve bolas na rede no tempo normal desde que o Brasil derrotou a Suécia por 5 x 2, 60 anos atrás.

    GOL CONTRA E VAR

    A Croácia começou cheia de energia, mas saiu atrás quando Mandzukic, que garantiu a vitória na prorrogação contra a Inglaterra na semifinal, tornou-se o primeiro homem a fazer um gol contra em uma final de Copa do Mundo. Uma falta cobrada por Griezmann desviou na cabeça do atacante, aos 18 minutos, e se transformou no 12º gol contra do torneio na Rússia -- um recorde.

    Foi a quarta vez seguida no mata-mata que a Croácia saiu atrás no placar, mas Perisic, que marcou o gol de empate contra a Inglaterra, igualou o marcador novamente 10 minutos depois, mandando um chute cruzado, depois de Sime Vrsaljko desviar de cabeça uma cobrança de falta de Luka Modric para a área.

    Mas foi a vez de Perisic ir de herói a vilão quando bloqueou uma bola com o braço dentro da área. Depois de checar o vídeo, o árbitro argentino Nestor Pitana concedeu o 28º pênalti do torneio, outro recorde, e Griezmann converteu, aos 38 minutos, para marcar seu quarto gol na Copa da Rússia.

    Esse foi o primeiro tempo com mais gols desde 1974, quando a Alemanha Ocidental fez 2 x 1 contra a Holanda -- que acabou sendo o placar final daquela partida. 

    Foi um golpe duro para a Croácia, que havia sido responsável pela maioria das ações no primeiro tempo e estava no campo de ataque também depois do intervalo, continuando a vencer os duelos individuais pelo ar, ganhando as divididas e mostrando uma variação de jogadas. 

    Mas a defesa francesa, tão impressionante no torneio, segurou a pressão e a equipe fez 3 x 1, por volta dos 15 minutos do segundo tempo, quando Mbappé e Griezmann trocaram passes e prepararam para chute de Pogba da entrada da área. O arremate de perna direita foi bloqueado pela zaga, mas o segundo, de esquerda, balançou as redes.

    Depois de três partidas seguidas de mata-mata com prorrogação, as chances de outra recuperação da Croácia foram pequenas e pareceram mortas e enterradas, seis minutos depois. Lucas Hernández subiu pela esquerda e passou para Mbappé, que soltou um chute rasteiro, para também fazer o seu quarto gol no torneio. 

    Um erro terrível de Lloris reviveu a Croácia, quando o goleiro francês tentou driblar Mandzukic, mas encontrou o pé do atacante que mandou a bola para as redes desprotegidas.

    A Croácia, derrotada pela França nas semifinais da primeira Copa do Mundo que disputou, em 1998, continuou a pressionar, mas a energia havia desaparecido, e a França, com segurança, segurou a vitória.

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    Africanos adotam seleção francesa com um sentimento familiar

    Por Mark Gleeson

    MOSCOU (Reuters) - O interesse direto da África na Copa do Mundo terminou de forma decepcionante na fase de grupos na Rússia, mas com a França tendo 14 jogadores com raízes no continente, há poucas dúvidas sobre qual lado africanos irão torcer na final de domingo.

    O progresso da França até o jogo decisivo em Moscou contra a Croácia manteve vivo o interesse para a África, com a diversificada e multicultural seleção francesa não só representando a heterogeneidade do país, mas também uma diáspora africana que é um berço de talentos no futebol.

    “A diversidade da seleção é a imagem deste belo país que é a França”, disse na sexta-feira o meia Blaise Matuidi, nascido em Toulouse, filho de pai angolano e mãe congolesa.

    “Para nós, é incrível. Nós estamos orgulhosos em representar esta bela camisa e eu acho que as pessoas também estão orgulhosas de ter uma seleção assim”.

    Não só comunidades imigrantes fornecem um número significativo de jogadores para seleções na Europa, mas nações africanas também se beneficiam, sendo capazes de aumentar seus talentos ao escalar assiduamente jogadores que saíram do continente.

    Frequentemente há uma batalha de sentimentos, conforme autoridades do futebol africano travam disputas com federações europeias pela lealdade de um jogador nascido na Europa mas com raízes africanas e consideram muitos dos que irão jogar a final de domingo como talentos que escaparam por suas mãos.

    Os irmãos gêmeos mais velhos de Paul Pogba jogam pela Guiné, mas o meia da França, nascido nos subúrbios de Paris, tinha somente 20 anos quando a França o convocou pela primeira vez, assim, amarrando-o à sua causa. A Fifa permite que um jogador mude sua fidelidade internacional somente antes de ter jogado uma partida internacional competitiva pela seleção principal.

    Camarões enviou o famoso atacante Roger Milla para tentar persuadir Samuel Umtiti a jogar pelo país. Ele nasceu em Iaundé, mas se mudou para França ainda pequeno e jogou nas seleções de base da França.

        O goleiro reserva Steve Mandanda é outro membro da seleção francesa nascido na África e tem um irmão que é goleiro da República Democrática do Congo.

    O restante da seleção com ligações com a África é nascido na França, mas filhos de pais da Argélia, Angola, Congo, Mali, Mauritânia, Marrocos, Nigéria, Senegal e Togo.

    Ligações íntimas entre o futebol francês e africano vão até 80 anos atrás. O senegalês Raoul Diagne jogou na Copa do Mundo de 1938 e mais tarde se tornou membro da Assembleia francesa, assim como o primeiro técnico do Senegal independente.

        Just Fontaine, cujos 13 gols na Copa de 1958 permanecem um recorde na Copa do Mundo, veio do Marrocos. Zinedine Zidane, para muitos o maior jogador francês de todos os tempos, nasceu em Marselha, filho de pais argelinos.

    Ele foi o herói da seleção francesa vitoriosa na Copa do Mundo há 20 anos, cujo sucesso foi saudado como uma poderosa e inspiradora rejeição ao racismo na sociedade francesa.

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