alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE fronteira

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump recua de ameaça de fechar fronteira dos EUA com México

    Trump recua de ameaça de fechar fronteira dos EUA com México

    Por Steve Holland e Roberta Rampton

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recuou nesta terça-feira da ameaça de fechar a fronteira do país com o México para combater a imigração ilegal, em meio à pressão de companhias que temiam que tal medida pudesse causar caos em suas cadeias de fornecimento.

    Na sexta-feira, Trump ameaçou fechar a fronteira nesta semana caso o México não agisse. Ele repetiu a ameaça nesta terça-feira, mas disse ainda não ter tomado uma decisão: “Vamos ver o que acontece nos próximos dias.”

    O fechamento da fronteira poderia comprometer milhões de travessias legais e bilhões de dólares em transações comerciais. Nos últimos dias, montadoras de veículos têm advertido privadamente a Casa Branca de que a medida levaria à inatividade das fábricas de automóveis dos EUA dentro de dias, uma vez que elas dependem da rápida entrega de peças fabricadas no México.

    Trump elogiou nesta terça-feira os esforços tomados pelo México para conter a imigração ilegal de cidadãos da América Central em sua própria fronteira sul.

    “O México, como vocês sabem, a partir de ontem começou a apreender muitas pessoas em sua fronteira sul vindo de Honduras e Guatemala e de El Salvador e eles realmente estão apreendendo milhares de pessoas”, disse Trump a repórteres.

    Na segunda-feira, o governo mexicano disse que ajudaria a regular o fluxo de imigrantes da América Central que está atravessando o seu país. Não ficou claro se houve um aumento no número de apreensões.

    “Eles dizem que vão detê-los. Vamos ver. Eles têm o poder de detê-los, eles têm as leis para detê-los”, disse Trump.

    Trump tem feito do combate à imigração ilegal do México e da América Central uma parte fundamental de sua agenda, mas fechar uma das fronteiras mais utilizadas do mundo pode ser demais, até para muitos de seus colegas republicanos.

    O líder republicano do Senado, Mitch McConnell, se juntou a democratas ao advertir Trump contra a medida.

    “Fechar a fronteira teria um impacto econômico potencialmente catastrófico em nosso país e eu espero que nós não façamos esse tipo de coisa”, disse McConnell a jornalistas no Congresso nesta terça-feira.

    Um grupo representando General Motors, Ford Motor e Fiat Chrysler disse em comunicado que “qualquer ação que interromper o comércio na fronteira seria prejudicial para a economia dos EUA e, em particular, para a indústria automotiva”.

    Dezenas de fábricas norte-americanas de veículos, motores e de autopeças poderiam parar de funcionar devido à falta de componentes alguns dias ou semanas após o fechamento da fronteira. A medida também impediria que milhares de veículos fabricados no México chegassem a concessionárias dos EUA.

    (Reportagem adicional de Roberta Rampton, Steve Holland e David Shepardson em Washington e Mica Rosenberg em Nova York)

    0

    0

    17

    2 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Militares de Brasil e Venezuela negociam para evitar confrontos na fronteira, diz ministério

    Militares de Brasil e Venezuela negociam para evitar confrontos na fronteira, diz ministério

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - Militares de Brasil e Venezuela negociaram para evitar a repetição de confrontos entre forças de segurança venezuelanos e cidadãos venezuelanos em território brasileiro, informou o Ministério da Defesa brasileiro em nota na noite de domingo, após episódios em que bombas de gás lançadas pelas forças venezuelanas atingiram o território do Brasil em Roraima.

    'O Ministério da Defesa intercedeu para que novos incidentes, na linha de fronteira, envolvendo venezuelanos e a Guarda Nacional Bolivariana, não voltem a se repetir', afirma a nota.

    'Os veículos antidistúrbios, que estavam na barreira montada no país vizinho, recuaram imediatamente. Militares brasileiros e venezuelanos negociaram, no local, e foi entendida a inconveniência da presença desse tipo de aparato militar. No lado brasileiro, o controle dos acolhidos foi reforçado para evitar novos confrontos.'

    O ministério acrescentou que a fronteira brasileira segue aberta para receber os refugiados venezuelanos que quiserem entrar no país.

    Na semana passada, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, cuja legitimidade é questionada por grande parte da comunidade internacional e por parcela significativa dos países da América Latina, determinou o fechamento da fronteira com o Brasil e, no fim de semana, forças leais a ele bloquearam a entrada de ajuda humanitária pelas fronteiras com o Brasil e a Colômbia.

    Com o agravamento nas tensões na fronteira com a Venezuela, o governador de Roraima, Antonio Denarium (PSL), decretou estado de calamidade no sistema de saúde do Estado devido ao elevado número de atendimentos de venezuelanos feridos na principal unidade hospitalar de Roraima.

    'Já estávamos com situação crítica no setor da saúde em Roraima. A partir dos conflitos na Venezuela, esse problema se agravou. Entraram aqui para atendimento no HGR (Hospital Geral de Roraima), nos últimos dois dias, dezenas de venezuelanos feridos por armas de fogo e quase todos precisaram de cirurgia', disse o governador segundo nota divulgada pelo governo estadual.

    'A situação local já era grave. Estávamos tentando fazer as compras, sem precisar decretar o estado de calamidade. No entanto, por causa dos acontecimentos desses dias, analisamos com a Sesau (Secretaria Estadual de Saúde e com a PGE (Procuradoria Geral do Estado) e entendemos que a capacidade de atendimento da saúde ficou sobrecarregada. Não sabemos o que pode acontecer de agora em diante e estamos nos prevenindo, para não deixar ninguém desassistido.'

    Também em nota na noite de domingo, a Presidência da República disse que está acompanhando os desdobramentos na região de fronteira com a Venezuela 'com atenção e mobilizando todos os meios do governo federal'.

    A Presidência afirmou ainda que os veículos com ajuda humanitária levados pelo governo do presidente Jair Bolsonaro à fronteira estão na região de Pacaraima (RR), em segurança e estacionados no pelotão de fronteira, depois da 'impossibilidade de prosseguir em território venezuelano'.

    'Novos deslocamentos serão planejados à medida que os meios de transportes estejam disponíveis e a situação diplomática e de segurança esclarecidas', afirmou a Presidência.

    Nesta segunda-feira, o vice-presidente Hamilton Mourão participa na Colômbia ao lado do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, da reunião do Grupo de Lima, que acompanha os desdobramentos na Venezuela. A maioria dos países do grupo considera Maduro líder ilegítimo e reconhece o presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, como presidente interino do país e chefe de Estado legítimo.

    0

    0

    22

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Soldados venezuelanos abrem fogo perto da fronteira com Brasil e deixam ao menos 2 mortos

    Soldados venezuelanos abrem fogo perto da fronteira com Brasil e deixam ao menos 2 mortos

    Por Carlos Suniaga e Nelson Bocanegra

    KUMARAKAPAY, Venezuela/CÚCUTA, Colômbia (Reuters) - Soldados da Venezuela abriram fogo contra membros de uma comunidade indígena perto da fronteira com o Brasil nesta sexta-feira, deixando ao menos dois mortos e diversos feridos, à medida que o presidente Nicolás Maduro desafia esforços da oposição para levar auxílio humanitário ao país economicamente devastado.

    Os Estados Unidos, que estão entre dezenas de países do Ocidente que reconheceram o líder da oposição Juan Guaidó como presidente legítimo da Venezuela, vêm armazenando carregamentos de auxílio humanitário na cidade de fronteira colombiana de Cúcuta para levar ao território venezuelano neste final de semana.

    Com tensões elevadas depois que o líder da oposição Juan Guaidó invocou a Constituição para se declarar presidente interino, Maduro tem negado a existência de uma crise humanitária, apesar da ampla escassez de alimentos e medicamentos e da hiperinflação.

    Maduro, que chegou ao poder em 2013 e foi reeleito no ano passado em uma votação amplamente considerada como uma fraude, diz que os esforços da oposição para levar auxílio ao país são um 'show barato' orquestrado pelos Estados Unidos para minar o seu governo.

    Maduro mandou fechar a fronteira sul da Venezuela com o Brasil e ameaçou fazer o mesmo com a fronteira colombiana antes do prazo de sábado determinado pela oposição para levar a assistência ao país.

    Um show de arrecadação de fundos para a Venezuela, apoiado pelo bilionário britânico Richard Branson e com a participação de grandes estrelas latinas como Luis Fonsi, de “Despacito”, levou dezenas de milhares a Cúcuta nesta sexta-feira.

    Alguns analistas políticos dizem que o impasse de sábado é menos sobre atender às necessidades da Venezuela e mais sobre testar a lealdade dos militares a Maduro, ao recusar ajuda.

    Com a inflação chegando a mais de 2 milhões por cento por ano e com controles monetários restringindo a importação de bens básicos, muitos venezuelanos não têm acesso a remédios e uma crescente parcela dos quase 30 milhões de habitantes do país sofre de desnutrição.

    A violência desta sexta-feira começou no vilarejo de Kumarakapay, no sul da Venezuela, depois que uma comunidade indígena bloqueou um comboio militar destinado à fronteira com o Brasil, que eles acreditavam estar tentando impedir a entrada do auxílio, de acordo com dois líderes do grupo.

    Em seguida, soldados entraram no vilarejo e abriram fogo, disseram os líderes. “Eu os enfrentei para apoiar o auxílio humanitário”, disse à Reuters o líder da comunidade Richard Fernández. “E eles vieram nos atacando. Eles atiraram contra pessoas inocentes que estavam em suas casas, trabalhando.”

    O Ministério de Informação da Venezuela não respondeu de imediato a pedido por comentário.

    Os Estados Unidos condenaram os assassinatos que aconteceram na Venezuela.

    “Nós estamos com as famílias das vítimas exigindo justiça”, disse autoridade do Departamento de Estado.

    Enquanto isso a China, que apoia Maduro junto com a Rússia, advertiu que a entrada do auxílio humanitário não deve ser forçada, porque isso pode levar a casos de violência.

    O derramamento de sangue na comunidade indígena se contrastou com o ambiente festivo do show “Venezuela Aid Live”, de Branson, em Cúcuta.

    Espectadores venezuelanos e colombianos, alguns chorando, levantavam bandeiras entoando “liberdade”, sob um sol escaldante enquanto mais pessoas chegavam para assistir ao show.

    Artistas como José Luis 'El Puma' Rodríguez, que é venezuelano, pediram que o governo socialista renuncie, enquanto fãs cantavam suas músicas.

    “É demais pedir liberdade após 20 anos de ignomínia, de uma ditadura marxista populista?”, disse o cantor. “Aos venezuelanos que estão aqui, não desistam, o sangue derramado não foi em vão.”

    Guaidó tem afirmado que a oposição levará auxílio humanitário de países vizinhos à Venezuela no sábado e pediu que as forças de segurança desobedeçam Maduro e permitam a entrada dos carregamentos.

    (Reportagem adicional de William Urdaneta, em Kumarakapay, Venezuela; Steven Grattan em Cúcuta, Colômbia; Julia Symmes Cobb e Helen Murphy em Bogotá; Brian Ellsworth, Vivian Sequera, Corina Pons e Sarah Marsh em Caracas; Lesley Wroughton em Washington e Anthony Boadle em Brasília)

    0

    0

    63

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Shows buscam atrair ajuda humanitária na fronteira Colômbia-Venezuela

    Shows buscam atrair ajuda humanitária na fronteira Colômbia-Venezuela

    Por Nelson Bocanegra e Steven Grattan

    CÚCUTA (Reuters) - Tensões na fronteira entre Colômbia e Venezuela em relação à entrada de ajuda para aliviar a escassez generalizada de alimentos e remédios no país socialista serão acompanhadas por música na sexta-feira, com shows nos dois lados da fronteira.

    O bilionário britânico Richard Branson está apoiando o 'Venezuela Aid Live' na cidade colombiana fronteiriça de Cúcuta, onde ele e 35 artistas esperam arrecadar 100 milhões de dólares para ajuda alimentar e médica.

    Cerca de 250.000 pessoas são esperadas no evento gratuito, que contará com apresentações de Alejandro Sanz, Maluma, Luis Fonsi e Carlos Vives. As doações serão recebidas online e por meio de depósitos diretos.

    Enquanto isso, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que nega qualquer crise em seu país, está planejando dois shows perto de Cúcuta, nas pontes fronteiriças de Tienditas e Simón Bolívar, que ligam a Venezuela à Colômbia.

    Sob alegação de que a ajuda não é necessária, Maduro se recusou a permitir auxílio internacional na Venezuela, apesar de prateleiras de supermercados muitas vezes vazias, longas filas para alimentos subsidiados pelo governo e hospitais carentes de suprimentos básicos e remédios.

    A turbulência política e o colapso econômico, incluindo a hiperinflação, colocaram a Venezuela em uma espiral descendente.

    O evento em Tienditas acontecerá perto de um depósito colombiano que armazena centenas de toneladas de ajuda humanitária internacional que a oposição pretende trazer para a Venezuela no sábado.

    O líder da oposição, Juan Guaidó, reconhecido como líder legítimo da Venezuela por dezenas de países, deixou Caracas em uma comitiva de simpatizantes na quinta-feira, prometendo garantir pessoalmente a entrada de ajuda na Venezuela.

    Guaidó, que invocou a Constituição para assumir uma presidência interina em janeiro e que denuncia Maduro como usurpador, não forneceu detalhes sobre seus planos. Alguns analistas políticos especularam que soldados venezuelanos podem barrar o caminho.

    0

    0

    53

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump declara emergência na fronteira EUA-México; democratas protestam

    Trump declara emergência na fronteira EUA-México; democratas protestam

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou uma emergência nacional nesta sexta-feira com a meta de obter financiamento para o muro que prometeu erguer na fronteira com o México sem aprovação do Congresso, uma ação que os democratas prometeram contestar por verem como uma violação da Constituição dos EUA.

    A medida do presidente republicano para contornar o Congresso representou uma nova abordagem a uma promessa da campanha presidencial de 2016 para deter o fluxo de imigrantes para o país, aos quais Trump insiste em atribuir a disseminação de crime e drogas.

    Também se espera que ele assine ainda nesta sexta-feira um projeto de lei orçamentária bipartidária que o Congresso aprovou na quinta-feira que evitaria mais uma paralisação parcial do governo financiando várias agências que de outra forma teriam que fechar no sábado.

    Nos comentários que fez no Jardim Rosa, Trump não mencionou diretamente o projeto de lei de financiamento, que representa uma derrota legislativa para ele por não conter nenhum dinheiro para seu muro proposto --o foco de semanas de conflito entre ele e os democratas do Congresso.

    A exigência de Trump de que o Congresso lhe disponibilize 5,7 bilhões de dólares para o muro como parte da legislação de financiamento das agências desencadeou uma paralisação do governo recorde de 35 dias entre dezembro e janeiro, que prejudicou a economia dos EUA e sua aprovação nas pesquisas de opinião pública.

    Ao redirecionar sua reivindicação do custeio do muro para uma estratégia legalmente incerta, baseada na declaração de uma emergência nacional, Trump agora corre o risco de se envolver em uma batalha prolongada com os democratas e de dividir seus colegas republicanos.

    Quinze democratas do Senado controlado pelos republicanos apresentaram uma legislação na quinta-feira para evitar a transferência de fundos de contas que Trump provavelmente visaria para pagar o muro.

    Nancy Pelosi, a presidente democrata da Câmara dos Deputados, e Chuck Schumer, o democrata mais graduado do Senado, reagiram rapidamente à declaração de Trump.

    'As ações do presidente violam claramente o poder exclusivo do Congresso sobre o erário, que nossos fundadores consagraram na Constituição', disseram em um comunicado. 'O Congresso defenderá nossa autoridade constitucional no Congresso, nos tribunais e em público, usando todos os recursos disponíveis.'

    A procuradora-geral do Estado de Nova York, Letitia James, disse que seu escritório também contestará Trump na Justiça.

    'Não vamos tolerar esse abuso de poder e reagiremos com todas as ferramentas legais à nossa disposição', escreveu James no Twitter.

    O presidente reconheceu que seu pedido enfrentará uma longa batalha legal. 'Nós vamos vencer na Suprema Corte', previu Trump.

    Se o Congresso não rejeitar a declaração de emergência de Trump, os tribunais relutarão em substituir seu julgamento sobre a segurança nacional por aqueles do Congresso e do presidente, disseram os professores de Direito Jonathan Turley, da Universidade Georgetown, e William Banks, da Universidade Syracuse.

    1

    1

    58

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump diz que irá declarar emergência na fronteira dos EUA com México

    Trump diz que irá declarar emergência na fronteira dos EUA com México

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira que irá declarar uma emergência nacional na fronteira com o México, uma manobra que deve colocá-lo numa briga com democratas pelo que chamam de tentativa inconstitucional de financiar um muro sem aprovação do Congresso.

    Trump havia exigido ao Congresso que incluísse dinheiro para o muro, uma de suas maiores promessas de campanha de 2016, em uma lei de financiamento que deverá sancionar ainda nesta sexta-feira ou sábado. Ela foi aprovada pelo Congresso no fim da quinta-feira sem a verba para o muro, uma derrota legislativa para ele.

    Uma emergência nacional, se não for impedida por tribunais ou pelo Congresso, permitirá a Trump utilizar fundos que parlamentares tinham aprovado para outros propósitos, que não um muro na fronteira.

    O governo identificou 8 bilhões de dólares em fundos que o presidente Trump poderá destinar para o pagamento do muro na fronteira com o México sob uma emergência nacional, disse uma importante autoridade da Casa Branca nesta sexta-feira.

    Além dos 1,38 bilhão de dólares da lei de financiamento bipartidária, o governo usará fundos de outras partes do governo, incluindo o Departamento do Tesouro e da Defesa, disse o chefe de gabinete da Casa Branca, Mick Mulvaney, a repórteres.

    A expectativa é que democratas se oponham à declaração de emergência nacional de Trump como uma tentativa inconstitucional de pagar pelo muro sem passar por aprovação do Congresso.

    (Por Roberta Rampton e Steve Holland)

    (Tradução Redação São Paulo 55 11 56447732))

    REUTERS LM ES

    0

    0

    33

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Parlamentares dos EUA chegam a acordo preliminar para evitar paralisação de governo

    Parlamentares dos EUA chegam a acordo preliminar para evitar paralisação de governo

    Por Richard Cowan e Susan Cornwell

    WASHINGTON (Reuters) - Negociadores parlamentares dos Estados Unidos chegaram na segunda-feira a um acordo preliminar para buscar evitar outra paralisação parcial do governo no sábado, mas assessores afirmam que ele não inclui uma verba de 5,7 bilhões de dólares que o presidente Donald Trump quer para um muro na fronteira com o México.

    'Chegamos a um acordo em princípio' sobre o financiamento de programas de segurança da fronteira até 30 de setembro, disse o senador republicano Richard Shelby a jornalistas.

    'Nossas equipes estão trabalhando febrilmente para colocar todas as especificidades juntas', disse Shelby. Nem ele nem outros três parlamentares experientes ao lado dele deram quaisquer detalhes sobre a tentativa de pacto.

    Não está claro se Trump abraçará o acordo. A exigência que ele fez em dezembro por 5,7 bilhões de dólares neste ano para ajudar a pagar por um muro na fronteira com o México --rejeitada por parlamentares democratas-- levou a uma paralisação de 35 dias do governo que terminou no mês passado sem que ele conseguisse financiamento para o muro.

    Um assessor parlamentar, que pediu para não ser identificado, disse que o acordo inclui 1,37 bilhão de dólares para erguer uma nova cerca ao longo da fronteira sul. É o mesmo montante que o Congresso alocou no ano passado e bem abaixo do pedido por Trump.

    O assessor disse que não há dinheiro destinado para o muro, uma promessa de Trump desde que lançou sua candidatura à Presidência em 2016. Democratas afirmam que o muro seria caro e ineficiente.

    Pouco depois de o acordo ser alcançado no Congresso dos EUA, Trump fez um comício na cidade fronteiriça de El Paso, no Texas, para defender o muro que, ele afirma, vai proteger os norte-americanos de criminosos violentos, drogas e 'ataques tremendos' de caravanas de imigrantes.

    Trump disse ter ouvido sobre avanço nas negociações pouco antes de subir ao palco, mas ele não discutiu detalhes. 'Só para que vocês saibam, vamos construir o muro de qualquer jeito', disse. 'Talvez tenha havido progresso, talvez não.'

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759)) REUTERS ES

    0

    0

    14

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump diz duvidar que parlamentares consigam acordo aceitável de segurança na fronteira

    Trump diz duvidar que parlamentares consigam acordo aceitável de segurança na fronteira

    Por Susan Cornwell e David Shepardson

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demonstrou no domingo que não acredita que parlamentares que tentam evitar mais uma paralisação do governo consigam fechar um acordo sobre segurança de fronteira que ele considere aceitável, e renovou a promessa de construir um muro na divisa com o México.

    Em uma entrevista ao Wall Street Journal, Trump disse serem poucas as chances de o Congresso elaborar um acordo e evitar outra paralisação parcial governo dos EUA em três semanas, quando o atual financiamento terminará.'Pessoalmente acho que é menos de 50 por cento, mas temos muitas pessoas ótimas nesse organismo', disse o presidente em referência ao comitê parlamentar nomeado para chegar a um meio-termo para o custeio da segurança de fronteira.Outra paralisação, disse Trump ao Wall Street Journal, 'certamente (é) uma opção'.O presidente ainda disse que pode declarar uma emergência nacional para erguer o muro na fronteira -- o que os democratas provavelmente contestariam nos tribunais.'Alguém realmente pensa que não construirei o muro? Fiz mais em dois anos do que qualquer presidente!', escreveu Trump no Twitter na noite de domingo.A resistência democrata à exigência do líder republicano por 5,7 bilhões de dólares para a obra na fronteira resultou em uma paralisação de 35 dias de cerca de um quarto do governo, que se encerrou na sexta-feira.O impasse de cinco semanas prejudicou a economia norte-americana, criou dificuldades financeiras para muitos servidores federais e testou a paciência da população com atrasos no tráfego aéreo, o fechamento de parques nacionais e outras interrupções.Depois que pesquisas de opinião mostraram que cada vez mais norte-americanos culpam Trump pela situação, na sexta-feira o presidente assinou uma medida para financiar o governo por três semanas enquanto negociadores do Congresso tentam arquitetar um projeto de lei para sustentar totalmente as agências até 30 de setembro.Mas Trump também ameaçou retomar a paralisação em 15 de fevereiro se não conseguir o que quer.Na entrevista ao Wall Street Journal, Trump também disse duvidar de um possível acordo envolvendo dinheiro para o muro e uma reforma das leis de imigração do país.Na manhã de domingo alguns parlamentares criticaram a paralisação de algumas agências federais como ferramenta de disputas a respeito de diretrizes políticas.(Reportagem adicional de Howard Schneider)

    1

    1

    13

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump visita fronteira dos EUA com México para defender construção de muro

    Trump visita fronteira dos EUA com México para defender construção de muro

    Por Patricia Zengerle

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visita o Estado do Texas nesta quinta-feira para reforçar o argumento de que o país passa por uma crise que só pode ser solucionada empregando bilhões de dólares para construir um muro ao longo da fronteira com o México.

    A visita à cidade de fronteira de McAllen acontece no 20º dia de uma paralisação parcial do governo norte-americano que deixou centenas de milhares de pessoas sem trabalhar, ou trabalhando sem receber, enquanto Trump e seus colegas republicanos discutem com democratas sua demanda por 5,7 bilhões de dólares para construir a barreira.

    O plano de construir um muro na fronteira sul do país foi uma das principais promessas da campanha presidencial de Trump em 2016. No mês passado, o presidente chegou a dizer que ficaria “orgulhoso” em paralisar o governo por causa da questão.

    Trump também tem considerado declarar uma emergência nacional para passar por cima do Congresso e usar recursos destinados ao Departamento de Defesa para construir o muro. Os democratas, que controlam a Câmara dos Deputados, se recusam a aprovar o financiamento para a barreira.

    Críticos dizem que tal medida seria ilegal e planejam recorrer judicialmente se a decisão for tomada. Até alguns republicanos que querem construir o muro têm se oposto a retirar dinheiro dos militares para pagar pela estrutura.

    Trump irá ao Texas acompanhado dos dois senadores do Estado, os republicanos John Cornyn e Ted Cruz. Após a visita do presidente, Cornyn realizará uma mesa redonda com prefeitos, juízes, autoridades de segurança locais e outros envolvidos na questão da fronteira.

    Em 22 de dezembro, cerca de 25 por cento do governo norte-americano --excluindo o Departamento de Defesa e programas de saúde-- foram paralisados devido à incapacidade do Congresso de chegar a um acordo sobre o financiamento de todas as agências do governo antes do prazo de setembro.

    Democratas acusam Trump de usar táticas de medo e de difundir informações incorretas sobre a situação ao longo da fronteira para cumprir a promessa de campanha de erguer o muro, à medida que se prepara para uma tentativa de reeleição em 2020.

    O presidente tem tentado fortalecer seu argumento junto ao público e garantir o apoio de qualquer parlamentar republicano que pode estar hesitante, à medida que seus eleitores por todo o país --incluindo agentes de fronteira e de segurança de aeroportos-- perdem seus dias de pagamento.

    Na terça-feira, Trump disse em seu primeiro pronunciamento televisionado no horário nobre direto do Salão Oval da Casa Branca que há uma crescente crise humanitária e de segurança na fronteira.

    1

    0

    27

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia EUA detêm líderes religiosos e ativistas durante protesto na fronteira com México

    EUA detêm líderes religiosos e ativistas durante protesto na fronteira com México

    Por Marty Graham

    SAN DIEGO (Reuters) - Ajoelhados diante de um batalhão de choque, 32 líderes religiosos e ativistas foram detidos em uma cerca na fronteira dos Estados Unidos com o México, na segunda-feira, durante um protesto em apoio a uma caravana de imigrantes centro-americanos.

    Mais de 400 manifestantes, muitos deles líderes de igrejas, mesquitas, sinagogas e comunidades indígenas, tentavam impedir a detenção e deportação de imigrantes e para que os EUA recebem a caravana que chegou a Tijuana, no México, em novembro.

    Cantando e orando, os líderes religiosos seguiam em frente em filas de quatro a seis pessoas, alguns com camisetas dizendo 'O Amor Não Conhece Fronteiras'. Eles foram algemados e levados por agentes federais ao entrarem em uma área restrita diante da cerca.

    'Como fiel que acredita em nossa humanidade em comum... estamos pedindo aos EUA que respeitem o direito dos imigrantes', disse Joyce Ajlouny, secretária-geral do Comitê de Serviço dos Amigos Americanos, que organizou uma semana de ações de apoio aos imigrantes.

    O porta-voz da Patrulha de Fronteira dos EUA, Theron Francisco, disse que 31 pessoas foram detidas pelos Serviços Federais de Proteção por invasão e que uma foi presa pela Patrulha de Fronteira por agredir um agente.

    As detenções marcaram o segundo confronto com as autoridades norte-americanas desde que a caravana chegou a Tijuana. Agentes da Patrulha de Fronteira dispararam gás lacrimogêneo contra os imigrantes em 25 de novembro porque disseram ter sido agredidos com pedradas.

    Milhares de imigrantes estão vivendo em abrigos e acampamentos lotados em Tijuana depois de partirem da América Central em fuga da pobreza e da violência. Eles podem ter que esperar semanas ou meses para pedirem asilo na fronteira dos EUA.

    Dados divulgados na segunda-feira pela Alfândega e Proteção de Fronteira (CBP) mostraram que os pedidos de asilo na divisa EUA-México aumentaram 67 por cento no ano fiscal de 2018 em relação ao ano anterior.

    Autoridades imigratórias dos EUA dizem que estes pedidos, a maioria dos quais é aceita, exploram uma brecha legal que permite que imigrantes entrem no país enquanto aguardam uma audiência a respeito de sua solicitação de asilo em um tribunal.

    'Como a maioria destes pedidos não terá sucesso quando forem adjudicados em um tribunal de imigração, precisamos que o Congresso trate destas vulnerabilidades', disse o comissário da CBP, Kevin McAleenan, em um comunicado.

    Os líderes do protesto disseram que o presidente norte-americano, Donald Trump, retratou a caravana como uma ameaça de segurança para impulsionar sua agenda 'anti-imigrante' e restringir ainda mais a capacidade de pedirem asilo.

    (Reportagem adicional de Andrew Hay, no Novo México)

    0

    0

    27

    4 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. fronteira

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.