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    Escassez de alimentos e água aumenta indignação em cidade de Moçambique atingida por ciclone

    BEIRA, Moçambique (Reuters) - A situação na cidade portuária moçambicana de Beira está 'em ebulição', uma vez que os moradores estão sofrendo com a escassez de alimentos, água e outros itens essenciais uma semana após a passagem de um ciclone devastador, disse o chefe de uma operação de resgate da África do Sul nesta sexta-feira.

    O ciclone Idai se abateu sobre Beira, cidade de 500 mil habitantes, com ventos fortes e chuvas torrenciais na semana passada, e depois seguiu terra adentro rumo ao Zimbábue e ao Malaui.

    Em Moçambique, 242 pessoas foram mortas pela tempestade e pelas inundações resultantes, segundo o saldo de mortes oficial, que se acredita poder aumentar. No Malaui, cerca de 56 pessoas morreram, e o Zimbábue registrou 259 mortes.

    Cerca de 15 mil pessoas ainda estão desaparecidas em Moçambique, disse o ministro da Terra e do Meio Ambiente, Celso Correia, na quinta-feira.

    Ao instruir sua equipe na noite de quinta-feira, Connor Hartnady, líder de uma força-tarefa de operações de resgate da Resgate África do Sul, disse que os moradores de Beira estão ficando fartos com a escassez.

    'Houve três incidentes de segurança hoje, todos relacionados à comida', disse ele à sua equipe, sem dar maiores detalhes.

    Hartnady também disse que um grupo de 60 pessoas foi descoberto preso por águas das enchentes em uma área ao norte de Beira durante um voo de reconhecimento. Equipes de resgate e o governo estão decidindo a melhor maneira de ajudá-las, explicou, retirando-as pelo ar ou levando suprimentos.

    As chuvas torrenciais da tempestade causaram o transbordamento dos rios Buzi e Pungwe, cujas fozes estão na área de Beira.

    Estradas que levam a Beira foram bloqueadas pela tempestade, e a maior parte da cidade está sem energia. A Cruz Vermelha estimou que 90 por cento dela foi danificada ou destruída pela tempestade.

    O Ministério da Informação zimbabuano disse que ao menos 30 estudantes, dois diretores e um professor de três escolas estão desaparecidos na região leste do país.

    Na capital Harare, a falta de diesel cria longas filas, e no início desta semana surgiram relatos de que uma sala de controle do oleoduto de Beira, que transporta combustível vindo do Zimbábue, foi danificada.

    (Por Emma Rumney; Reportagem adicional de MacDonald Dzirutwe, em Harare)

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    Sucesso diplomático, viagem de Bolsonaro frustra negociadores e traz poucos avanços comerciais

    Por Lisandra Paraguassu

    WASHINGTON (Reuters) - Esperada como o grande avanço na relação Brasil-Estados Unidos, a viagem presidencial deixou um gosto de frustração para os negociadores brasileiros, que saíram de Washington com poucos avanços nas áreas comercial e agrícola, de acordo com duas fontes ouvidas pela Reuters.

    'Se é para avançar desse jeito, melhor até que fique como está', disse à Reuters uma das fontes envolvida diretamente na tentativa de abrir o mercado americano para novos produtos agrícolas brasileiros.

    O Brasil leva para casa o acordo de salvaguardas para uso da base de Alcântara pelos Estados Unidos e outros na área de segurança pública e inteligência, mas não conseguiu nada além de promessas vagas nas áreas que interessavam --uma solução para a questão da exportação de carne in natura e um apoio sem condições à entrada do país na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), por exemplo.

    Ao final da visita, ao lado de Bolsonaro, Trump declarou apoio ao pleito brasileiro mas, na declaração conjunta, o apoio está condicionado ao Brasil abdicar de estar na lista de países com tratamento especial e diferenciado da Organização Mundial do Comércio (OMC). Mais cedo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, havia afirmado que o apoio à entrada na OCDE não podia depender de uma troca.

    'Quem está preocupado com uma parceria estratégica somos nós, não eles. Eles estão preocupados com o varejo', reclamou um dos negociadores brasileiros.

    De acordo com a fonte, a reunião entre Guedes e o representante de comércio norte-americano, Robert Lighthizer, não foi boa e incomodou o ministro brasileiro. O duro discurso feito por Guedes na Câmara de Comércio, na tarde de segunda, foi um reflexo disso.

    'Eles pedem tudo, mas não estão dispostos a ceder em nada', reclamou a fonte. 'A questão dessa viagem é a aproximação, que funciona em algumas áreas, mas em outras não.'

    No lado agrícola, o Brasil pretendia ver avançar com mais rapidez a solução da suspensão da venda de carne in natura do Brasil, que se arrasta há dois anos, uma abertura maior para o açúcar brasileiro e para autopeças, entre outros pontos.

    'Eles não querem nada que a gente quer. Querem etanol, mas não querem dar açúcar. Nós já entregamos toda a documentação da carne in natura, fizemos tudo que eles pediram. Precisa de um pouco de boa vontade. Mas toda a conversa está muito difícil', disse a primeira fonte.

    A declaração conjunta dos presidentes mostra mais benefícios aos norte-americanos do que ao Brasil, quando se fala de comércio. O Brasil cedeu, unilateralmente, e vai implementar a cota de importação de trigo sem tarifas de 750 mil toneladas por ano. Apesar de não ser restrita aos EUA, a medida beneficia diretamente o país, que seria hoje um dos únicos a conseguir exportar o suficiente para preenchê-la.

    Em troca, o governo Trump faz promessas vagas de acelerar o envio de uma missão ao Brasil para verificar as condições de produção de carne in natura, mas sem uma data nem uma solução em vista.

    O governo norte-americano queria ainda uma outra exigência: a promessa do Brasil de que abriria para estrangeiros a possibilidade de terras no Brasil, contou uma fonte. O projeto, que já existe, está parado no Congresso há alguns anos e não tem a simpatia da ala militar do governo.

    CHINA

    Uma das maiores cobranças do governo norte-americano foi sobre o tamanho do espaço que a China tem no comércio com o Brasil. A resposta, dada por Guedes no discurso na Câmara de Comércio, foi de que o Brasil irá negociar com quem oferecer o melhor negócio, o que incomodou os norte-americanos.

    'Eles têm uma visão diferente em relação à China. Acham que estão entrando demais na América do Sul. Mas cabe a eles ajudar a mudar isso', disse uma das fontes.

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