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    México retira milhares de pessoas do litoral antes de chegada do furacão Willa

    Por David Alire Garcia

    MAZATLÁN, México (Reuters) - Milhares de pessoas foram retiradas de áreas de risco, janelas e portas foram cobertas com tábuas e aulas foram canceladas no litoral mexicano do Pacífico devido à aproximação do furacão Willa, que ameaça resorts turísticos com ventos fortes e chuvas pesadas nesta terça-feira.

    Na noite de segunda-feira moradores protegeram janelas e portas com grandes tábuas de madeira em hotéis que ficam diante do calçadão histórico de Mazatlán, cidade litorânea popular do Estado de Sinaloa, enquanto turistas passeavam e palmeiras oscilavam sob uma brisa suave.

    Previsto para ser um dos furacões mais fortes a atingirem o México vindos do Pacífico nos últimos anos, o Willa deve chegar à terra alguns quilômetros ao sul de Mazatlán na tarde desta terça-feira.

    Em um posto de combustível nos arredores da cidade, uma fila constante de carros esperava para reabastecer e fazer compras na loja de conveniência vizinha.

    A frentista Zulema Pardo contou que os moradores estavam se enfileirando há horas para armazenar itens básicos, comprando garrafões de água e gasolina e deixando a prateleira de pão completamente vazia.

    'As pessoas estão realmente assustadas', disse. 'Estão loucas e tensas'.

    Na noite de segunda-feira a tempestade estava avançando cerca de 280 quilômetros ao sul-sudoeste de Mazatlán, de acordo com o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC), sediado em Miami

    Vários outros refúgios turísticos de Nayarit, além da estância litorânea de Puerto Vallarta, no Estado de Jalisco, também ficam próximas da rota da tempestade, que se prevê provocar 'elevação das marés, vento e chuvas', disse o NHC.

    O Willa, que era um furacão de categoria 4 na escala Saffir-Simpson que vai até 5, estava gerando ventos contínuos máximos de quase 215 km/h na noite de segunda-feira e rajadas até maiores, segundo o NHC.

    O Willa está rumando para o norte, e se prevê que enfraqueça depois que chegar à costa, disse o centro.

    Antonio Echevarria, governador de Nayarit, disse que mais de 10 mil pessoas estão sendo retiradas e que as escolas serão fechadas. Ele aconselhou os locais a não desafiarem a tempestade.

    'Não vamos dar uma de machões. Não vamos agir como super-heróis. É um furacão muito forte, muito potente, e não queremos nenhuma tragédia'.

    Sinaloa também cancelou aulas na maior parte do Estado.

    (Reportagem adicional de Dave Graham e Brendan O'Brien)

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    Número de mortos por furacão Michael sobe a 16 nos EUA enquanto buscas prosseguem

    Por Rod Nickel

    PORT ST. JOE, Estados Unidos (Reuters) - O número de mortos nos Estados Unidos pelo furacão Michael subiu para 16 nesta sexta-feira, disseram policiais, enquanto equipes de resgate trabalhavam nas cidades na região de Florida Panhandle, mais duramente atingidas pela tempestade.

    Três mortes adicionais foram registradas em Marianna, no condado de Jackson, na Flórida, disse o xerife Lou Roberts em entrevista coletiva.

    O número de fatalidades deve aumentar ainda mais, já que ainda não foram registradas mortes em comunidades à beira-mar, como a de Mexico Beach, Port St. Joe e Panama City, que sofreram o impacto da ira da tempestade. Os socorristas até agora não conseguiram realizar buscas completas nesses locais.

    'Eu acho que você vai ver isso subir', disse Brock Long, administrador da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (FEMA, na sigla em inglês), sobre a contagem de mortes. 'Ainda não entramos em algumas das áreas mais atingidas.'

    As equipes da FEMA usaram equipamentos pesados, cães farejadores, drones e satélites de posicionamento global em suas buscas.

    O Michael atingiu o solo perto da pequena cidade de Miami Beach, na Florida Panhandle, como uma das tempestades mais poderosas da história dos EUA, com ventos de até 250 km por hora. Ele empurrou uma parede de água do mar para o interior, causando inundações generalizadas.

    A tempestade, uma categoria 4 na escala Saffir-Simpson de cinco níveis, destruiu bairros inteiros na região e muitas casas em Mexico Beach foram reduzidas a fundações de concreto descobertas ou pilhas de escombros.

    O serviço de telefone para as áreas mais danificadas caiu, deixando os sobreviventes sem contato com parentes preocupados. Um repórter da CNN leu, no ar, vários nomes de moradores com quem conversou, para permitir que as partes interessadas soubessem que estavam em segurança.

    Cerca de 40 oficiais do Exército foram enviados para limpar estradas perto da pequena cidade de praia de Alligator Point.

    Apesar de mais fraca à medida que avançava sobre o sudeste dos Estados Unidos, a tempestade ainda tinha fortes ventos e provocou chuvas torrenciais na Geórgia, nas Carolinas e na Virgínia.

    Cerca de 1,5 milhão de residências e empresas estavam sem energia da Flórida para a Virgínia na sexta-feira, de acordo com empresas de serviços públicos.

    Pode levar semanas até que a energia seja restaurada nas partes mais danificadas da Flórida.

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    Furacão Michael segue para nordeste dos EUA depois de provocar estragos na Flórida

    Por Rod Nickel

    PANAMA CITY BEACH, Estados Unidos (Reuters) - O furacão Michael, a terceira tempestade mais forte a atingir o território continental dos Estados Unidos, seguiu para o nordeste do país nesta quinta-feira, enfraquecido mas ainda ameaçando provocar danos na Geórgia e nas Carolinas depois de danificar cidades da Flórida.

    Um homem morreu quando uma árvore caiu sobre sua casa na Flórida, e uma menina foi morta por destroços que atingiram uma casa na Geórgia, disseram autoridades e a mídia local.

    O furacão de categoria 4 foi o mais violento a atingir a Flórida em 80 anos quando chegou ao Estado na quarta-feira, mas perdeu força ao rumar para a Geórgia. Na manhã desta quinta-feira ele foi rebaixado para tempestade tropical, com ventos contínuos máximos reduzidos a 96 km/h.

    Mais de 700 mil casas e negócios estavam sem energia na Flórida, no Alabama e na Geórgia na manhã desta quinta-feira. Milhares de pessoas foram para abrigos de madrugada para fugir da tempestade, que se aproximava rapidamente.

    A tempestade, que chegou a ter ventos de 248 km/h, atingiu comunidades da Flórida derrubando edificações, árvores e linhas de transmissão e transformando ruas em rios que alcançaram tetos de casos, como mostraram imagens de televisão.

    'O vento que passou por aqui foi surreal. Destruiu tudo', disse Jason Gunderson, membro do Cajun Navy, um grupo de agentes de resgate, à rede CNN na manhã desta quinta-feira de Callaway, um subúrbio de Panama City Beach, na Flórida. 'Está inabitável. É de partir o coração'.

    O Michael ganhou força rapidamente ao seguir pelo norte pelo Golfo do México e pegou muitos de surpresa. A tempestade chegou à terra na tarde de quarta-feira perto de Mexico Beach, cerca de 32 quilômetros a sudeste de Panama City Beach.

    Os governadores da Carolina do Norte e do Sul instruíram os moradores a se prepararem para chuvas pesadas e ventos dignos de uma tempestade enquanto o Michael rumava para o norte pelo litoral do Atlântico. As Carolinas ainda estão se recuperando do furacão Florence, que as assolou menos de um mês atrás.

    O Centro Nacional de Furacões (NHC) disse que o Michael provocará até 20 centímetros de chuva em algumas áreas, e até 30 centímetros de chuva estão previstos para a Flórida.

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    Furacão Michael aterroriza norte-americanos que não saíram de áreas de risco

    Por Rod Nickel

    PANAMA CITY BEACH, Estados Unidos (Reuters) - Andrew Lamonica, aposentado de 64 anos e morador de longa data de Panama City Beach, ignorou as ordens de retirada emitidas pelas autoridades antes de um dos furacões mais intensos que já atingiram os Estados Unidos e aguardou o fim da tempestade em seu bangalô alugado.

    Um pinheiro grande caiu sobre sua casa após um estalo assustador, inundando o interior do local enquanto a chuva entrava pelo teto destroçado. Duas outras árvores dentro da propriedade caíram, mas seu Cadillac 2011 --'minha preciosidade'-- não sofreu nem um arranhão.

    'Moro aqui a vida inteira, e a tempestade trouxe coisas que nunca vi', disse Lamonica. 'Houve vários momentos em que pensei que talvez devesse ter partido'.

    Lamonica teve sorte. A primeira morte nos Estados Unidos causada pela chegada do furacão Michael na quarta-feira, segundo as autoridades locais, foi de uma 'pessoa do sexo masculino' atingida pela queda de uma árvore em sua casa na área de Tallahassee.

    Michael causou danos em Panama City de diversas formas --placas de sinalização invadiram alguns pontos comerciais, enquanto outros locais escaparam ilesos. Sem eletricidade e com as ruas repletas de linhas de transmissão caídas, árvores derrubadas e destroços, a cidade foi submetida a um toque de recolher à noite.

    Joey Morrison, vidraceiro de 30 anos, disse que os ventos de 250 km/h do Michael atingiram a porta de sua casa em Panama City Beach com tanta força que ele teve que reforçá-la com parafusos -- e mesmo assim teve que se sentar de encontro a ela para mantê-la fechada.

    'Fiquei tão assustado que pensei 'devia ter partido'. Porque não foi parecido com nada que já aconteceu aqui', contou.

    Alguns dos que saíram de Panama City Beach não ficaram menos aterrorizados.

    'Meu Deus, é assustador. Não esperava tudo isso', disse Bill Manning, funcionário de 63 anos de uma mercearia que deixou seu trailer em Panama City e se hospedou em um hotel.

    Ele viu árvores e postes oscilando através de uma janela.

    'Panama City, não sei se sobrará muita coisa', disse.

    Michael atingiu o continente norte-americano em Mexico Beach, cerca de 30 quilômetros a leste de Panama City, como uma tempestade de categoria 4 e depois seguiu terra adentro rumo ao sudeste.

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    Furacão Florence atinge os EUA e causa 4 mortes

    Por Ernest Scheyder

    WILMINGTON, Estados Unidos (Reuters) - Uma mãe e um bebê morreram em Wilmington nesta sexta-feira, quando uma árvore caiu em sua casa após o furacão Florence, que também deixou outras duas pessoas mortas, atingir o Estado norte-americano da Carolina do Norte, inundando ruas com chuvas torrenciais.

    A polícia disse que a morte da mãe e da criança foram as primeiras confirmadas diretamente relacionadas à tempestade --o pai da criança foi levado para o hospital. A CNN mostrou o local, uma pequena casa de tijolos.

    No condado de Pender, na Carolina do Norte, uma mulher morreu depois de sofrer um ataque cardíaco e os paramédicos não conseguiram chegar até o local onde ela estava devido a bloqueios de estradas. Uma quarta pessoa foi morta no condado de Lenoir enquanto ligava um gerador, informou o gabinete do governador.

    Depois de atingir o solo, o Florence reduziu a velocidade a um ritmo que significa que assolaria a região com dias de inundação. A tempestade do furacão 'dominou' a cidade de New Bern, na confluência dos rios Neuse e Trent, disse o governador da Carolina do Norte, Roy Cooper.

    'Para aqueles que estão no caminho da tempestade, se puderem me ouvir, por favor, fiquem protegidos', afirmou em entrevista coletiva em Raleigh, acrescentando que Florence 'continuará sua agitação violenta em todo o Estado por dias'.

    Nenhuma morte ou feridos graves foram relatados nas horas imediatamente após a chegada de Florence, mas as autoridades disseram que mais de 60 pessoas, incluindo muitas crianças e animais de estimação, tiveram que ser retirados de um hotel em Jacksonville, Carolina do Norte, depois que ventos causaram a queda de partes do telhado.

    O olho do furacão tocou o solo perto das 7h15 (horário local) próximo de Wrightsville Beach, nas proximidades de Wilmington, na Carolina do Norte, com ventos contínuos de 150 km/h, disse o Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC).

    Às 13h50, os ventos caíram para 120 quilômetros por hora e o centro estava se movendo para oeste a 10 quilômetros por hora, disse o NHC, e partes das Carolinas do Norte e do Sul receberiam cerca de 1 metro de chuva.

    Mais de 634.000 residências e empresas ficaram sem energia na Carolina do Norte e na Carolina do Sul na sexta-feira, disseram autoridades das concessionárias. Prestadoras de serviço afirmaram que milhões devem ficar sem energia e que a restauração do serviço pode levar semanas.

    Meteorologistas disseram que, devido ao seu tamanho extraordinário, a tempestade pode se abater sobre a Costa Leste dos EUA com ventos dignos de um furacão durante quase um dia inteiro.

    Cerca de 10 milhões de pessoas podem ser afetadas pela tempestade e mais de 1 milhão foram obrigadas a se retirar dos litorais das Carolinas e da Virgínia.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Aproximação do furacão Florence provoca ventos e alagamentos na Carolina do Norte

    Aproximação do furacão Florence provoca ventos e alagamentos na Carolina do Norte

    Por Ernest Scheyder e Anna Mehler Paperny

    WILMINGTON/WASHINGTON (Reuters) - As extremidades do furacão Florence começaram a castigar o litoral do Estado norte-americano da Carolina do Norte com ventos fortes e alagamentos de estradas nesta quinta-feira, a prévia de uma chegada ao continente com paredes de água e aguaceiros prolongados.

    A previsão é que o centro do Florence atingirá a costa sul da Carolina do Norte na sexta-feira, depois rumará para o sudoeste e seguirá terra adentro no sábado, tempo suficiente para provocar mais de um metro de chuva em alguns locais, disse o Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC).    Estima-se que 10 milhões de pessoas moram no caminho da tempestade, de acordo com o Centro de Previsões Meteorológicas, e casas e negócios litorâneos fora cobertos de tábuas por precaução. Mais de um milhão de pessoas receberam ordens de retirada nas Carolinas e na Virgínia e milhares foram para abrigos de emergências, disseram autoridades.    Os ventos contínuos máximos do Florence chegaram a 165 quilômetros por hora nesta quinta-feira, quando ele foi rebaixado para a Categoria 2 da escala Saffir-Simpson de 5 graus, segundo o NHC. Os ventos chegaram a 224 quilômetros por hora no início da semana.    Algumas pessoas que rejeitaram as ordens de retirada da área em risco passearam à beira da água para tentar aproveitar as últimas horas de normalidade antes de o Florence chegar com toda a fúria.    Em Sea Breeze, Roslyn Fleming, de 56 anos, gravou um vídeo da baía onde sua neta foi batizada porque 'não acho que muito disso vai estar aqui' depois da tempestade.    Em Wilmington, a 16 quilômetros de distância, rajadas de vento faziam o rio Cabo do Medo espumar.    'Estamos um pouco preocupados com a maré de tempestade, então viemos ver o que o rio está fazendo agora', disse Linda Smith, diretora aposentada de 67 anos de uma entidade beneficente. 'Estou com medo do que acontecerá. Só queremos que todos rezem por nós'.    O governador da Carolina do Norte, Roy Cooper, alertou para que as pessoas não sejam negligentes.    'O furacão Florence não foi convidado, mas está chegando mesmo assim', disse ele em uma coletiva de imprensa. 'Fiquem de guarda. Esta é uma tempestade poderosa que pode matar. Hoje a ameaça se torna uma realidade'.    O centro da tempestade estava cerca de 180 quilômetros ao leste de Wilmington, na Carolina do Norte, às 14h locais, mas ventos dignos de uma tempestade tropical e chuvas pesadas já estavam assolando as ilhas da barreira de Outer Banks, cuja principal rodovia de acesso estava fechada em partes devido ao avanço da água do mar.    (Reportagem adicional de Bernie Woodall em Fort Lauderdale, Flórida, Carlo Allegri em Wilmington, Mana Raibee em Sea Breeze, Carolina do Norte, Brendan O'Brien em Milwaukee e Stephanie Nebehay em Genebra)

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