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    Consumo de gás no Brasil cai 8% em outubro com menor uso em térmicas, diz Abegás

    SÃO PAULO (Reuters) - O consumo de gás natural no Brasil caiu 7,88 por cento em outubro na comparação com mesmo mês do ano passado, principalmente devido à forte retração no uso do insumo para a geração de energia em termelétricas, apontou relatório da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) nesta quarta-feira.

    No total, o consumo de gás em outubro somou 71,08 milhões de metros cúbicos/dia, o que também significou retração de 10,27 por cento ante setembro.

    O uso do gás para geração termelétrica em outubro foi de cerca de 28,3 milhões de m³/dia, forte recuo de 22,9 por cento frente ao mesmo mês de 2017, quando um acionamento maior de usinas térmicas levou a um consumo de 36,69 milhões de m³/dia no segmento.

    Em setembro, as térmicas haviam liderado o consumo de gás no país, com uso total de 34,4 milhões de m³/dia.

    No final daquele mês, no entanto, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) decidiu pelo desligamento das termelétricas mais caras do sistema devido a uma melhoria nas chuvas no Sul, que favoreceu a geração hidrelétrica.

    Em outubro houve recuo também no uso de gás como matéria-prima, com queda de 12,8 por cento na comparação anual, para 494 mil m³/dia, enquanto todos outros segmentos de consumo apresentaram avanço.

    O setor industrial, que alterna com as termelétricas o posto de maior consumidor de gás do país, liderou o consumo em outubro com 28,54 milhões de metros cúbicos, alta de 2,35 por cento na comparação anual. Frente a setembro, houve recuo de 3,5 por cento.

    O uso do gás no setor automotivo também teve importante alta em outubro, com avanço de 15,29 por cento na comparação anual, para cerca de 6,3 milhões de m³/dia, maior patamar da série histórica da Abegás.

    'Desde que a Petrobras adotou uma política de preços de mercado para os combustíveis líquidos em 2017, a competitividade do Gás Natural Veicular (GNV) tem ficado mais evidente para o consumidor. O consumo de GNV desde então vem aumentando de forma consistente ', destacou em nota o presidente da associação, Augusto Salomon.

    No segmento residencial, o consumo de gás avançou 17,76 por cento na comparação com outubro passado, para 1,33 milhão de m³/dia.

    O levantamento estatístico da Abegás, feito com concessionárias em 20 Estados, apontou ainda uma alta de 2,95 por cento no consumo de gás natural do Brasil no acumulado dos 10 primeiros meses de 2018, quando na comparação com igual período do ano anterior.

    (Por Luciano Costa)

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    Distribuidoras de gás esperam que novo governo dê continuidade a mudanças no setor

    Por José Roberto Gomes

    SÃO PAULO (Reuters) - Distribuidoras de gás natural no Brasil avaliam que o novo governo, que se posiciona como mais liberal, dará continuidade às reformas já em curso, potencialmente atraindo investimentos bilionários em infraestrutura nos próximos anos, disse à Reuters um dirigente da Abegás.

    O remodelamento das regras do setor, retirando da Petrobras a exclusividade na comercialização de gás natural no país, é defendido há algum tempo pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado.

    O governo federal e a ANP estão realizando uma ampla reforma regulatória, visando atrair novos concorrentes para a Petrobras no setor de gás. Há, inclusive, uma chamada pública sobre novos ofertantes do insumo em andamento.

    Com o presidente eleito Jair Bolsonaro e sua equipe econômica liderada por Paulo Guedes, futuro ministro da Economia, assumindo o governo a partir de janeiro, a entidade espera pela concretização de algumas mudanças.

    'Pelo que demonstra, ele (Bolsonaro) é pragmático. Até a forma de o governo atuar é mais liberal... A abertura de mercado, a abertura para novos agentes, é uma agenda que não dá para retroceder. Acho que o governo Bolsonaro vai reforçar essa agenda', afirmou o gerente de Estratégia e Competitividade da Abegás, Marcelo Mendonça.

    As atuais regras do setor apresentam diversos impedimentos para a chegada de novos ofertantes de gás, como por exemplo limitações de acesso à infraestrutura de transporte e de processamento da Petrobras, dentre outras inúmeras questões, embora 'um terço da produção esteja nas mãos de outros agentes', disse ele.

    'É preciso um mercado mais aberto, mais competitivo, para se ter mais infraestrutura', comentou o gerente da Abegás, que reúne 22 associadas em seu quadro.

    A Abegás projeta 32 bilhões de dólares em investimentos em um período de dez anos, envolvendo desde novos terminais de gás natural liquefeito (GNL) e gasodutos de escoamento da produção e de transporte até expansão do serviço de distribuição de gás canalizado e armazenamento e estocagem.

    CLIMA

    Esses dez anos de investimentos praticamente coincidem com o prazo assumido pelo Brasil no Acordo do Clima de Paris, elaborado após a COP-21, para reduzir em mais de 40 por cento suas emissões de gases do efeito estufa até 2030, tendo por base os níveis de 2005.

    Na avaliação de Mendonça, o gás natural poderia desempenhar papel importante para que o país alcance seus objetivos climáticos, privilegiando o produto na geração de energia em termelétricas em detrimento do óleo diesel, muito mais poluente.

    Isso também reduziria os custos com geração, pouparia os reservatórios de hidrelétricas e compensaria as fontes solar e eólica em caso de não produção, destacou o gerente da Abegás.

    'É preciso fazer um releitura do setor elétrico', resumiu ele.

    Conforme dados do governo, o gás natural responde por 8 por cento da capacidade instalada de geração do Sistema Elétrico Nacional, acima do 1 por cento de diesel e bem atrás dos 60 por cento da hidrelétrica.

    Enquanto mudanças não ocorrem, o setor comemora o aumento no consumo de gás, diante da retomada econômica. Em agosto, por exemplo, a demanda pela indústria foi recorde.

    (Por José Roberto Gomes)

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