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    Hedge em gasolina da Petrobras completa um mês com menos reajustes e volatilidade reduzida

    Por José Roberto Gomes

    SÃO PAULO (Reuters) - O mecanismo de hedge adotado pela Petrobras para os preços da gasolina completa um mês no sábado, com a volatilidade nas refinarias recuando sensivelmente, enquanto analistas já defendem algo semelhante para o diesel, uma vez que a subvenção oferecida pelo governo expira no fim do ano.

    De 6 de setembro, quando a opção pelo hedge foi anunciada, até agora, a volatilidade das cotações do combustível nas refinarias foi de 1,8 por cento, com apenas quatro reajustes realizados.

    A título de comparação, no mês imediatamente anterior, a oscilação de preço em relação a um ponto médio beirou 10 por cento em meio a 16 alterações nos valores do derivado de petróleo. Considerando-se todo o período anterior à aplicação do mecanismo, a volatilidade foi superior a 20 por cento desde julho do ano passado, conforme cálculos da Reuters a partir de dados informados pela Petrobras.

    A estatal anunciou em meados de 2017 uma política de reajustes diários nos valores de diesel e gasolina nas refinarias, mas a sistemática passou a ser contestada quando os preços atingiram recordes neste ano em razão do fortalecimento das referências internacionais do petróleo e, mais recentemente, do dólar.

    Diante de protestos e críticas, a Petrobras primeiro recorreu à subvenção oferecida pelo governo para segurar os preços do diesel e, depois, ela criou o mecanismo de hedge para a gasolina, o que permite que as cotações do produto fiquem congeladas nas refinarias por até 15 dias, em tese sem incorrer em perdas por oscilações de mercado.

    Na ocasião, executivos da Petrobras ressaltaram que a opção pelo hedge, calcada em contratos futuros do combustível nos EUA, não implica em qualquer alteração na política de preços da empresa.

    Procurada para comentar o assunto e fazer um balanço acerca do primeiro mês de funcionamento do hedge para a gasolina, a Petrobras não respondeu.

    Atualmente, o preço da gasolina praticado pela companhia nas refinarias está em 2,2159 reais por litro, o que representa leve aumento de 0,41 por cento desde 6 de setembro, apesar das fortes oscilações vistas no câmbio e no mercado de petróleo no período.

    Desde julho do ano passado, contudo, a gasolina tem alta de 60 por cento nas refinarias.

    OPINIÕES

    Analistas ouvidos pela Reuters disseram que o hedge adotado pela Petrobras foi algo positivo ao dar previsibilidade ao mercado, e já defendem que mecanismo similar seja usado para o diesel, uma vez que a subvenção oferecida pelo governo só será válida até 31 de dezembro.

    'Na nossa visão, o hedge é apenas uma forma de suavizar o impacto diário. A questão do repasse foi preservada. Ainda que você tenha uma 'pseudo-estabilidade', o repasse acaba sendo feito', destacou o sócio-diretor da Raion Consultoria Empresarial, Eduardo Oliveira de Melo.

    'Não vejo o hedge como uma proteção contra a alta (da gasolina), vejo como um controle da volatilidade', disse ele, especializado em combustíveis.

    Na mesma linha, o diretor da consultoria Valêncio, que também presta serviços ao setor, Bruno Valêncio, afirmou que o novo mecanismo da Petrobras 'engloba o lado empresarial e o social'.

    'Para a Petrobras, tem segurança acerca de rentabilidade de custo, mesmo que tenha muita volatilidade (no mercado). E os consumidores, os postos, têm maior previsibilidade. Isso deveria ter sido feito desde o início da política... Não tira a governança da Petrobras e dá grande previsibilidade', defendeu.

    Para ele, 'do jeito que está é o ideal', mas o mesmo terá de ser feito com o diesel.

    'Vai ter de ser implementada para o diesel, o próximo governo que assumir não vai ter como manter esse subsídio. Essa questão do diesel, essa subvenção, é paliativa', avaliou, referindo-se ao próximo presidente da República, a ser definido nas eleições deste mês.

    A possibilidade de a Petrobras se valer de hedge também para os preços do diesel já foi aventada pela própria estatal. No mês passado, o presidente da petroleira, Ivan Monteiro, destacou que o mecanismo está em estudo para quando a subvenção se encerrar.

    (Por José Roberto Gomes)

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    Petrobras sobe preço da gasolina em refinarias, na 1ª alta após política de hedge

    SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras elevará em 1 por cento o preço médio da gasolina em suas refinarias a partir da quinta-feira, para 2,2294 reais por litro, no primeiro reajuste desde o anúncio pela companhia da adoção de mecanismos de hedge para tentar conter a volatilidade das cotações do combustível.

    A alta vem após uma desvalorização do real frente ao dólar nos últimos dias, devolvida em parte nesta terça-feira, e em meio a uma elevação nos preços do petróleo no mercado internacional.

    O barril do petróleo Brent, referência internacional, subiu cerca de 3 por cento desde o útltimo reajuste da Petrobras, em 5 de setembro. Já os futuros da gasolina nos EUA, utilizados pela Petrobras em sua política de hedge, saltaram 3,4 por cento no período.

    Com a nova alta, registrada no site da estatal, os preços da gasolina nas refinarias da Petrobras acumulam agora alta de 61,10 por cento e estão em nível recorde desde que a companhia passou a adotar sua atual política de reajustes até diários das cotações, em meados do ano passado.

    Nos postos, o preço médio da gasolina no Brasil atingiu 4,525 reais por litro na semana encerrada em 8 de setembro, maior valor desde a semana encerrada em 23 de junho, quando o valor atingiu 4,538 reais por litro.

    A marca histórica para a gasolina na bomba foi verificada em junho, segundo pesquisa da reguladora ANP, quanto bateu uma média histórica, a 4,614 reais por litro.

    A Petrobras anunciou na quinta-feira passada que passou a adotar mecanismos de hedge para a gasolina em busca de reduzir a frequência dos reajustes em momentos de volatilidade, o que poderia permitir manter preços congelados por até 15 dias sem incorrer eventualmente em perdas, segundo executivos da petroleira.

    DIESEL

    Já o diesel da Petrobras segue com o preço congelado em 2,2964 reais por litro, em meio a um programa de subvenção do governo federal ao combustível, anunciado após uma histórica greve de caminhoneiros em maio disparada por protestos contra a alta nas cotações.

    O programa de subsídio está em vigor até o final deste ano.

    Após o fim do programa, a política de hedge da gasolina poderá eventualmente ser adotada pela Petrobras também para o diesel, segundo o presidente da companhia, Ivan Monteiro, que ressaltou nesta semana que ainda não há uma decisão sobre o tema, que será avaliado internamente.

    (Por Luciano Costa; com reportagem adicional de Marta Nogueira)

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    Petrobras adota hedge para gasolina; busca conter volatilidade sem perdas

    Por Marta Nogueira e José Roberto Gomes

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras anunciou nesta quinta-feira que terá a opção de adotar um mecanismo hedge para os preços da gasolina, podendo mantê-los congelados nas suas refinarias por até 15 dias sem incorrer eventualmente em perdas, uma vez que utilizará contratos futuros do combustível nos EUA como proteção das cotações.

    O mecanismo, que foi recebido com ressalvas por analistas de mercado, que temem retrocessos sobre a política de preços, ocorre em meio a valores recordes da gasolina nas refinarias da Petrobras, que refletem a disparada do dólar e uma alta nos preços do petróleo no exterior.

    A opção do uso do hedge foi aprovada pela diretoria da petroleira na quarta-feira e já está válida.

    O anúncio, ressaltaram executivos da Petrobras, não implica em qualquer mudança na política de preços da empresa, pouco mais de um ano depois de a companhia adotar uma sistemática de reajustes quase diários, em linha com o mercado internacional e o câmbio.

    Desde o início dos reajustes quase diários, o preço médio da gasolina nas refinarias da Petrobras acumulou uma alta de 59,5 por cento. Atualmente, o valor médio está em 2,2069 reais por litro, valor que será mantido na sexta-feira pelo terceiro dia seguido.

    'A política de preços da Petrobras não mudou, a gente está mantendo a paridade de importação, temos a opção de seguir (o reajuste) diário, desde que isso não se traduza em uma volatilidade excessiva', disse a jornalistas o diretor-executivo da Área Financeira e de Relacionamento com Investidores, Rafael Grisolia, em uma coletiva de imprensa sobre o tema no Rio de Janeiro.

    'Quando a volatilidade do mercado estiver muito excessiva, a gente poderá utilizar essas opções.'

    Os princípios de preço de paridade internacional (PPI), margens para remuneração dos riscos inerentes à operação e nível de participação no mercado continuam em vigor, assim como a correlação com as variações do preço da gasolina no mercado internacional e a taxa de câmbio, explicou Grisolia.

    O diretor-executivo de Refino e Gás Natural da Petrobras, Jorge Celestino, disse que a compra dos derivativos de gasolina no mercado futuro norte-americano será realizada assim que for visualizada uma volatilidade importante no mercado.

    O executivo citou como um exemplo de fenômeno que gerou volatilidade a tempestade tropical Gordon, que impactou recentemente as referências internacionais do petróleo.

    'O que essa ferramenta está tirando é a volatilidade. Se existe uma tendência de aumento, ela tira essa variação, mas o delta no final dos períodos se mantém', disse Celestino.

    As ações preferenciais da Petrobras subiam 0,3 por cento na bolsa paulista B3 por volta das 16:30, enquanto o índice de referência da Bovespa subia 1,2 por cento.

    PRESSÃO?

    A medida ocorre depois que uma greve histórica de caminhoneiros em maio contra os altos preços do diesel causou sérios danos à economia brasileira e forçou o presidente Michel Temer a cortar os preços do combustível por meio de um programa de subsídios.

    Questionados sobre o momento escolhido para adotar a medida com a gasolina, se ela estaria relacionada a pressões sociais, vindas do cenário de eleições e após as manifestações de caminhoneiros, o diretor de refino não respondeu diretamente e defendeu que a decisão faz parte de uma evolução da política de preços.

    'Obviamente aprendemos com sinais que outros agentes têm encaminhado para a Petrobras... Na verdade, isso é uma trajetória de sofisticação da política de preços da Petrobras, que permanece mantida.'

    Anteriormente, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) chegou a fazer uma consulta pública sobre a possibilidade de estabelecer por meio de resolução um período mínimo para o repasse ao consumidor dos reajustes dos preços dos combustíveis, o que foi descartado posteriormente.

    Para o analista Gabriel Fonseca Francisco, da XP Investimentos, entretanto, 'a notícia deve ser lida como negativa, pois pode ser interpretada como um retrocesso na política de preços, dado que a empresa ficaria mais exposta a potenciais perdas em momentos de volatilidade de petróleo e principalmente do câmbio', segundo nota distribuída a clientes.

    O Itaú BBA, por sua vez, considerou a notícia neutra, citando que a estratégia, se efetivamente empregada, reduziria a volatilidade dos preços da gasolina para o consumidor final. O analista André S. Hachem ponderou em nota a clientes que a sua principal incerteza será em relação a como essa estratégia será empregada, 'já que provavelmente não sabemos a estrutura das posições de hedge enquanto os preços estão congelados'.

    O professor e pesquisador do Grupo de Economia da Energia do Instituto de Economia da UFRJ, Edmar de Almeida, acredita que a medida ajuda a melhorar a qualidade do mercado de gasolina no Brasil.

    'Eu acho positivo, porque é uma política que a própria Petrobras está propondo por meio de inovações financeiras... Volatilidade nunca é bom para qualquer mercado, não só porque afeta os consumidores, mas também porque diminui a transparência com relação a preços na cadeia de valor', afirmou.

    O Goldman Sachs afirmou em relatório a clientes que 'será fundamental monitorar a implementação do mecanismo de hedge... a fim de avaliar se os preços domésticos refletirão as referências internacionais à luz da maior volatilidade nos preços internacionais e nos níveis de câmbio'.

    Segundo a Petrobras o preço das refinarias representa cerca de um terço do valor do combustível vendido nos postos ao consumidor final. Entram na composição de preços ao consumidor, ainda, o custo do etanol, os tributos e as margens de distribuidoras e revendedores.

    (Por Marta Nogueira, no Rio de Janeiro, e José Roberto Gomes, em São Paulo; reportagem adicional de Paula Laier)

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    Gasolina da Petrobras vai a recorde nas refinarias; analista vê alta no diesel

    Por José Roberto Gomes

    SÃO PAULO (Reuters) - O preço médio da gasolina praticado pela Petrobras nas refinarias será elevado ao maior patamar da era de reajustes diários na quinta-feira, com a empresa adotando sua política que segue cotações do mercado internacional e as oscilações do câmbio.

    Já a cotação do diesel, congelada desde junho por conta dos subsídios oferecidos pelo governo após a paralisação dos caminhoneiros, será alterada com a aplicação de uma nova fórmula a partir de 1º de setembro. O preço do combustível na refinaria poderia subir cerca de 10 por cento, segundo um analista ouvido pela Reuters.

    Conforme informado no site da estatal, o preço da gasolina irá a 2,1079 reais por litro na quinta-feira, alta de 1,20 por cento ante o registrado atualmente.

    Com isso, a valorização da gasolina na refinaria em agosto chegará a 7,10 por cento. Desde o início da sistemática de oscilações diárias, há pouco mais de um ano, o ganho é superior a 50 por cento, de acordo com cálculos da Reuters com base em números da Petrobras.

    A disparada no valor da gasolina ocorre em meio à firmeza das referências internacionais do petróleo e à apreciação de quase 10 por cento do dólar ante o real em agosto, fatores estes utilizados pela petroleira em sua política de formação de preços de combustíveis.

    Para o diretor da consultoria Valêncio, especializada em combustíveis, Bruno Valêncio, os ganhos recentes se dão mesmo em razão do câmbio.

    'Em agosto, o dólar teve um forte aumento e é realmente este o impacto que a gente tem nas últimas semanas', afirmou ele, que vê a gasolina mantendo uma paridade 'correta' com o exterior.

    Procurada para comentar o assunto, a estatal disse que o motivo dos reajustes, 'para cima ou para baixo', é o mesmo dos anteriores e faz parte da política de preços da Petrobras, 'que reflete os movimentos do mercado internacional e câmbio, seguindo a lógica aplicável a commodities comercializadas em economias abertas'.

    A estatal disse ainda que o reajuste da gasolina não tem 'nenhuma relação com o incidente ocorrido na Replan', principal refinaria da Petrobras, em Paulínia (SP), que sofreu uma explosão em 20 de agosto e ainda não retomou as atividades.

    Já o analista disse não ver a Petrobras elevando o preço da gasolina para compensar eventualmente uma perda relacionada ao diesel, cujo preço está congelado.

    Em campanhas recentes, a companhia vinha destacando que o preço da gasolina por ela praticado representava cerca de um terço do valor final nas bombas dos postos, sobre o qual incidem tributos e é formado conforme estratégia de distribuidores e revendedores.

    Um eventual repasse dessa valorização encareceria a gasolina nas bombas e tornaria o etanol hidratado, seu concorrente direto, ainda mais competitivo. Nos últimos meses, as vendas do biocombustível vêm se mantendo em níveis elevados ou mesmo atingindo recordes.

    DIESEL

    A política de reajustes da Petrobras esteve no cerne dos protestos de caminhoneiros de maio, uma vez que o diesel, combustível mais consumido do país, atingiu patamares recordes pouco antes das manifestações.

    Desde junho, o diesel está com seu valor congelado nas refinarias, a 2,0316 reais por litro, uma vez que a Petrobras participa de um programa de subvenção instituído pelo governo como forma de atender as reivindicações dos caminhoneiros.

    Os pagamentos dos subsídios ao diesel, contudo, ainda não foram aprovados pela reguladora ANP para a Petrobras.

    Mas a partir de 1º de setembro o produto voltará a sofrer reajustes. As oscilações ocorrerão a cada 30 dias, tendo por base um preço de referência estabelecido pela reguladora ANP, que definiu uma nova metodologia nesta semana.

    'A tendência é que se tenha um reajuste de 10 a 11 por cento', calculou Valêncio.

    Na véspera, analistas do banco UBS escreveram em relatório que a explosão na Replan ocorre em um momento ruim para a Petrobras, que está tendo de importar mais diesel para compensar a parada da refinaria.

    Com os preços internacionais em alta, a fórmula para os subsídios não tem sido suficiente para garantir a paridade de importação e uma margem para os agentes do mercado doméstico e importadores, mesmo após mudanças anunciadas pela reguladora ANP na segunda-feira, de acordo com o relatório do UBS.

    A Petrobras disse nesta semana que vai comprar 1,5 milhão de barris de diesel no exterior para abastecer o mercado doméstico.

    (Por José Roberto Gomes)

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