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    Em delação, sócio da Gol cita 'benefícios financeiros' a Rodrigo Maia

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O empresário Henrique Constantino, um dos sócios da companhia aérea Gol, citou em acordo de delação premiada o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como envolvido em 'benefícios financeiros' por meio da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), segundo informações obtidas pela Reuters.

    A menção a Maia e a outros sete parlamentares e ex-parlamentares consta do Anexo 7, um dos 10 anexos do acordo de colaboração que o empresário firmou em fevereiro com o Ministério Público Federal (MPF), que foi homologado pela Justiça Federal em Brasília.

    O conteúdo da delação que envolve o presidente da Câmara e os demais parlamentares e ex-parlamentares, que foi obtido pela Reuters, está sob sigilo.

    Em entrevista durante viagem que faz a Nova Yok, Maia disse que Constantino está mentindo e que esse será “mais um” dos casos de investigação arquivada. “Nunca me pagou nada, isso é mentira dele. Não tem como provar e vai ser mais um inquérito arquivado na Justiça brasileira”, afirmou Maia, ao chegar para um jantar com empresários e investidores estrangeiros organizado pelo Grupo Safra, na segunda-feira.

    “Nunca tive relação com ele, nunca tive nenhum benefício deles. Como outras delações que já foram arquivadas, como da Odebrecht, essa vai ser arquivada também”, completou.

    O presidente da Câmara disse que não conhece o empresário e que vai dar explicações à Justiça com “a maior tranquilidade do mundo”. “Nunca falei com ele na minha vida”, afirmou.

    Em nota, a Abear disse desconhecer os fatos e o teor da delação de Constantino. 'Caso a entidade seja procurada pela Justiça para esclarecimentos, estará à disposição', acrescentou.

    A Gol afirmou, também em nota, que Constantino não faz parte da administração da empresa desde o final de julho de 2016, quando deixou o conselho de administração, e disse que a companhia sempre esteve à disposição e colaborou com as autoridades.

    TEMER E OUTROS

    Na delação, Constantino acusou também, em depoimento ao Ministério Público Federal em Brasília, políticos do MDB —como o ex-presidente Michel Temer, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e o deputado cassado Eduardo Cunha.

    Na delação, o empresário disse que houve pagamentos de propina em troca da liberação de financiamentos da Caixa Econômica Federal para suas empresas.

    Henrique Constantino relatou, em depoimento feito no dia 25 de fevereiro a procuradores da República, que participou de uma reunião com o então vice-presidente da República Michel Temer, em 2012, na qual houve a solicitação de 10 milhões de reais em troca da atuação dos emedebistas em favor dos financiamentos pleiteados pelo seu grupo empresarial na Caixa.

    Segundo o empresário, o repasse de 10 milhões de reais foi efetuado por meio de pagamentos para a campanha a prefeito de São Paulo de Gabriel Chalita, à época filiado ao MDB, por meio de empresas indicados pelo doleiro Lúcio Funaro.

    Temer, que está preso desde a semana passada e deve ter julgado nesta terça-feira um pedido de liberdade pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou qualquer irregularidade, por meio de nota da defesa.

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    Gol e Latam entram em processo de aquisição de ativos da Avianca Brasil

    Por Paula Arend Laier e Marcelo Rochabrun

    SÃO PAULO (Reuters) - A Gol e a Latam Airlines Brasil, afiliada da Latam Airlines, disseram nesta quarta-feira que fariam ofertas de pelo menos 70 milhões de dólares por alguns ativos da Avianca Brasil, quarta maior companhia aérea do país e que pediu recuperação judicial em dezembro.

    As duas empresas disseram que foram abordadas pelo fundo Elliott Management, maior credor no âmbito do processo de recuperação judicial da Avianca Brasil.

    No mês passado, a Azul assinou um acordo não vinculante de 105 milhões de dólares para compra de ativos da Avianca Brasil, incluindo slots em aeroportos e contratos de leasing de aviões da rival. Porém, uma fonte envolvida no processo de recuperação disse na semana passada que desentendimentos entre a Azul e os credores ameaçaram atrapalhar um acordo.

    Pela nova proposta apresentada nesta quarta-feira, a Avianca Brasil planeja se separar em sete unidades que serão vendidas separadamente em leilão. O plano encaminhado ao tribunal que acompanha a recuperação judicial da companhia aérea, marca uma mudança significativa em relação à proposta da Azul e adiciona concorrência pelos slots detidos pela Avianca em alguns dos aeroportos mais movimentados do país, incluindo Congonhas e Santos Dumont.

    A Azul não quis comentar sobre a situação de sua oferta. A empresa ainda pode participar do leilão das sete unidades.

    Às 14h, as ações preferenciais da Gol subiam 0,75 por cento, enquanto o Ibovespa tinha elevação de 0,7 por cento. A Azul PN caía 0,6 por cento. No Chile, as ações da Latam tinham acréscimo de 3,2 por cento.

    Se fosse adiante, a oferta da Azul poderia fazer a empresa mais que duplicar sua presença em Congonhas, elevando os slots da empresa de 13 para 34. Gol e Latam dominam o aeroporto atualmente, com cerca de 130 slots cada uma.

    Em comunicado, a Gol disse que a proposta prevê a separação dos direitos de uso de horários de pouso e decolagem de voos da companhia, além do programa de milhagem Amigo, para que possam ser vendidos separadamente a qualquer empresa interessada no processo de leilão. Se aprovado pela Avianca Brasil, a Gol disse que o acordo será apresentado aos credores da companhia em assembleia geral marcada para a próxima sexta-feira.

    Segundo a Gol, a nova proposta envolve a criação de sete Unidades Produtivas Isoladas (UPIs), que irão a leilão no processo de recuperação judicial da Avianca Brasil. Seis delas terão os direitos de uso dos horários de pouso e decolagem de voos nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos (SP) e Santos Dumont (RJ), bem como os certificados de operador aéreo. A última unidade trará os ativos relacionados ao programa Amigo.

    A Gol e a Latam disseram que já se comprometeram a apresentar uma oferta no valor mínimo de 70 milhões de dólares por pelo menos uma das UPIs.

    A Gol informou que também se comprometeu a adquirir da Elliott 5 milhões de dólares em financiamentos pós-concursais, na medida em que estes forem concedidos por ela à Avianca Brasil, entre esta quarta-feira e a próxima sexta-feira.

    A Gol poderá conceder financiamentos adicionais no montante de até 8 milhões de dólares no curso das próximas semanas para promover a liquidez da companhia.

    'Simultaneamente, a Gol concederá um adiantamento para a Elliott no valor de 35 milhões de dólares. Este montante será restituído caso a Gol ou outro interessado adquira a respectiva UPI no leilão, ou ainda se outro plano de recuperação judicial que envolva venda de horários de pouso e decolagem for considerado válido e aconteça com sucesso', afirmou a nota.

    Em contrapartida, pela concessão do adiantamento, a Elliott pagará para a Gol uma parcela dos recursos efetivamente recuperados no processo de recuperação judicial.

    A Latam disse que se comprometeu em fornecer à Avianca Brasil empréstimos no valor de pelo menos 13 milhões de dólares para financiar, em parte, o capital de giro e apoiar a continuidade das operações.

    Em março, o presidente-executivo da Azul, John Rodgerson, tinha afirmado que acreditava ser improvável que Latam ou Gol pudessem participar de um processo de venda de ativos da Avianca diante de possíveis preocupações de autoridades de defesa da concorrência. Mas a divisão da Avianca Brasil em parcelas menores pode ajudar as duas companhias a evitar problemas antitruste.

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    Procon-SP quer que Gol deixe em terra avião Boeing envolvido em queda na África

    SÃO PAULO (Reuters) - A Fundação Procon-SP informou nesta segunda-feira que vai pedir para a companhia aérea Gol suspender operações com as aeronaves Boeing 737 MAX 8, após nova queda de avião do modelo ocorrida no domingo na África.

    'O objetivo da ação é prevenir que ocorram futuros acidentes colocando em risco a vida dos usuários do transporte aéreo', afirmou a entidade de defesa de direitos dos consumidores em comunicado à imprensa.

    A companhia aérea informou mais cedo que mantém seus sete Boeing 737 MAX 8 em operação e que está em contato próximo com a Boeing para esclarecimentos. 'A companhia reitera a confiança na segurança da sua operação', afirmou a empresa aérea brasileira.

    No domingo, um Boeing 737 MAX 8 com destino a Nairóbi, operado pela Ethiopian Airlines, caiu minutos depois de decolar de Addis Abeba, matando 157 pessoas. O mesmo modelo, operado pela Lion Air, caiu na costa da Indonésia em outubro, matando todas as 189 pessoas que estavam no avião.

    'Considerando que a segurança é um direito fundamental do consumidor, a Fundação Procon-SP...notificará hoje a Gol Linhas Aéreas para que suspenda imediatamente a operação de todas as aeronaves da Boeing modelo 737 MAX 8, em razão da ocorrência de acidentes de perfil semelhante em curto espaço de tempo', afirmou a entidade.

    A Gol afirmou que os 737 MAX 8 utilizados pela empresa atualmente operam basicamente em rotas internacionais como Quito e Flórida (EUA). A empresa tem atualmente uma frota de 121 aviões Boeing e encomenda de 135 aeronaves MAX 8 e MAX 10, a serem entregues até 2028.

    Procurada, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que está acompanhando as investigações em torno do modelo da Boeing.

    As ações da Boeing despencavam cerca de 6 por cento. Após a queda do avião no domingo, o regulador da indústria de aviação da China (CAA) proibiu nesta segunda-feira voos de quase 100 aeronaves Boeing 737 MAX 8 operados pelas companhias aéreas do país.

    Já as ações da Gol lideravam as quedas do Ibovespa, recuando 2,85 por cento às 15h34, enquanto o índice tinha alta de 2,6 por cento.

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    Gol mantém em operação Boeing 737 MAX 8, ações recuam

    SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea Gol informou nesta segunda-feira que mantém em operação sete aeronaves Boeing 737 MAX 8 em rotas internacionais, enquanto segue acompanhando investigações sobre o acidente envolvendo queda de avião de mesmo modelo na Etiópia no domingo, que matou 157 pessoas.

    A Gol 'mantém contato próximo com a Boeing para esclarecimentos. A companhia reitera a confiança na segurança da sua operação', afirmou a empresa aérea brasileira nesta segunda-feira.

    As ações da Gol exibiam queda de 3,8 por cento, às 11h50, enquanto o Ibovespa tinha alta de 2 por cento. Operadores do mercado citavam também a notícia de mais cedo em que a rival Azul anúnciou acordo não vinculante para comprar cerca de 60 por cento das operações da Avianca Brasil.

    No domingo, um Boeing 737 MAX 8 com destino a Nairóbi, operado pela Ethiopian Airlines, caiu minutos depois de decolar de Addis Ababa. O mesmo modelo, operado pela Lion Air, caiu na costa da Indonésia em outubro, matando todas as 189 pessoas que estavam no avião.

    As ações da Boeing despencavam mais de 8 por cento. Após o queda do avião no domingo, o regulador da indústria de aviação da China (CAA) proibiu nesta segunda-feira voos de quase 100 aeronaves Boeing 737 MAX 8 operados pelas companhias aéreas do país.

    A Gol afirmou que os 737 MAX 8 utilizados pela empresa atualmente operam basicamente em rotas internacionais como Quito e Flórida (EUA). A empresa tem atualmente uma frota de 121 aviões Boeing e tem encomenda de 135 aeronaves MAX 8 e MAX 10, a serem entregues até 2028, informou a companhia.

    Procurada, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que está acompanhando as investigações em torno do modelo da Boeing.

    (Por Alberto Alerigi Jr., com reportagem adicional de Marcelo Rochabrun e Paula Arend Laier)

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    Gol tem prejuízo de R$409 mi no 3ºtri pressionado por câmbio e petróleo

    SÃO PAULO (Reuters) - A GOL Linhas Aéreas Inteligentes, maior companhia aérea do Brasil, registrou nesta quinta-feira prejuízo líquido de 409 milhões de reais no terceiro trimestre, devido principalmente à depreciação do real e aos preços mais elevados do petróleo.

    A perda foi muito maior que a previsão de analistas de um prejuízo líquido de 33 milhões dólares, de acordo com dados I/B/E/S da Refinitiv, e levou a Gol a revisar negativamente suas estimativas para o ano inteiro.

    A empresa agora espera um prejuízo líquido por ação entre 1,8 e 2 reais no ano, ante estimativa anterior de prejuízo de 1 e 1,2 real por ação. Para o próximo ano, foi mantida a estimativa de um lucro entre 1,5 a 1,9 real por ação.

    O terceiro trimestre, geralmente lucrativo para as companhias aéreas, viu a Gol reverter o lucro líquido de 330 milhões de reais que registrou no mesmo período de 2017, de acordo com dado divulgado nesta quinta-feira.

    A Gol é particularmente sensível às flutuações cambiais porque 77 por cento de sua dívida é em dólares. As oscilações do câmbio também afetam o poder de compra dos brasileiros e o custo de compra de petróleo, precificado em dólares. A dívida total da Gol somava de 8 bilhões de reais no fim de setembro.

    A companhia aérea disse que a desvalorização do real custou à empresa 187 milhões de reais.

    Ainda assim, a receita operacional líquida da Gol somou 2,89 bilhões de reais, alta de 8,3 por cento em relação ao terceira trimestre de 2017.

    Nos nove meses até agora este ano, a Gol registrou uma perda acumulada de 1,588 bilhão de reais, ante lucro de 14,7 milhões de reais no mesmo período de 2017.

    (Por Marcelo Rochabrun)

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    Reestruturação da Gol enfraquece direitos dos minoritários da Smiles

    Por Ana Paula Ragazzi e Tatiana Bautzer

    SÃO PAULO (Reuters) - A planejada incorporação da Smiles pela Gol, em um negócio em dinheiro e ações, vai forçar os acionistas minoritários da empresa de programas de fidelidade a receberem ações da Gol com direito de voto menos abrangente do que tinham, segundo documentos relacionados à transação e cinco fontes com conhecimento do assunto.

    As ações da Smiles despencaram 40 por cento na segunda-feira depois do anúncio da transação, com minoritários enfrentando a incerteza em relação ao preço estabelecido para a companhia. Nesta tarde, as ações da Smile operavam em leve alta de 0,52 por cento.

    A Smiles é listada no Novo Mercado da B3, que proíbe a listagem de ações preferenciais sem direito a voto e a reserva de ações com direito a votos para os acionistas controladores.

    Sob a estrutura desenhada pela Gol, cujas as ações ordinárias são todas controladas pela família do fundador Constantino de Oliveira Junior por meio de um veículo de investimento chamado Volluto, a companhia aérea vai migrar para o Novo Mercado após a incorporação da Smiles.

    As empresas listadas no Novo Mercado só podem ser compradas através de uma operação de troca de ações de outra empresa listada no segmento ou em dinheiro.

    A atual estrutura de capital da Gol é em parte para cumprir a legislação brasileira que proíbe a propriedade estrangeira de companhias aéreas. Além das ações com a família, outras participações, incluindo a fatia da Delta Airlines, são detidas por meio de ações preferenciais sem direito a voto. A Delta possui 12,3 por cento das ações preferenciais e 9,44 por cento do capital da Gol.

    Compradores listados em outros segmentos da B3 são obrigadosa fazer oferta em dinheiro aos minoritários para deslistagem, como a usada pela Latam Airlines na incorporação do programa de fidelidade Multiplus. Uma transação como essa seria difícil para a Gol, que tem 600 milhões de reais em caixa e dívida líquida ajustada de 12,1 bilhões de reais. A Smiles tem um valor de mercado de 3,9 bilhões de reais atualmente.

    A Gol listada no Novo Mercado vai dar direito de voto a todos os seus acionistas, mas a companhia terá como único ativo ações preferenciais da GLA, a companhia operacional que controlara as atividades da companhia aérea e do programa de fidelidade Smiles.

    A mudança será um rebaixamento para os acionistas da Smiles, que hoje têm ações na empresa operadora do programa de fidelidade e também voz nas decisões de gerência da empresa.

    Um acionista da Gol, que pediu para não ser identificado,afirmou que tal estrutura é inédita no Novo Mercado e pode abrir espaço para questionamento de investidores. 'O Novo Mercadodeveria representar uma estrutura de governança melhorada',afirmou a fonte.

    Outros acionistas reclamaram sobre a decisão da Smiles emmarço, que cortou a distribuição de dividendos da empresa de 100para 25 por cento do lucro. Na ocasião, analistas disseram que adecisão fortaleceria a liquidez da Gol.

    Desde então, as ações acumulam queda de quase 60 por cento, incluindo o tombo de segunda-feira, e alguns acionistas estão questionando o quanto as quedas recentes vãoafetar o preço da Smiles em ações e dinheiro. Entreos maiores acionistas da Smiles estão fundos administrados porBaron Capital, Morgan Stanley e XP Gestão.

    A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu uma análiseformal da operação pretendida pela Gol, mas ainda não identificou qualquer irregularidade, disse uma fonte comconhecimento do assunto. A fonte acrescentou que até aterça-feira nenhum acionista havia feito uma reclamação formal ao órgão regulador.

    A Gol afirmou em resposta a questionamentos da Reuters quetodos os detalhes da transação são legais e não há espaço para questionamento por minoritários. 'Quanto ao racional da transação, acreditamos que nosso movimento está em linha com decisões recentemente tomadas por outras linhas aéreas e a constante mudança no cenário competitivo do setor de fidelidade', afirmou a companhia.

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    Gol vê forte redução em margem operacional no 3º tri ante 2017, com câmbio e combustível

    SÃO PAULO (Reuters) - A Gol Linhas Aéreas estima redução de cerca de 7 pontos percentuais na margem operacional do terceiro trimestre ante igual período do ano passado, de acordo com projeções divulgadas nesta segunda-feira, devido à valorização do dólar ante o real e à alta nos preços de combustível,

    Com isso, a margem Ebit (lucro antes de juros e impostos) deve ficar entre 5 por cento e 5,5 por cento no período de julho a setembro deste ano. No terceiro trimestre de 2017, a margem operacional foi de 12,2 por cento.

    Em relação ao segundo trimestre deste ano, quando a margem Ebit foi de 1,8 por cento, a projeção para o terceiro trimestre aponta melhora. No início de agosto, quando divulgou os resultados do período de abril a junho, a Gol reafirmou a projeção para margem operacional deste ano em cerca de 11 por cento, mas revisou a estimativa para 2019 para cerca de 12 por cento, ante 13 por cento.

    A empresa estima ainda que o preço médio do combustível por litro no terceiro trimestre deste ano foi entre 3,05 reais e 3,10 reais, enquanto a taxa média de câmbio estimada do terceiro trimestre foi de 3,95 reais.

    Para o período de julho a setembro, a Gol estima crescimento de 4,5 por cento a 5 por cento na receita unitária de passageiro (PRASK) em relação ao mesmo período do ano passado. A melhora na linha, segundo a empresa, reflete a 'disciplina de capacidade e as estratégias de gerenciamento de receita da Gol', que continuam beneficiando os resultados.

    Os custos unitários excluindo combustíveis (CASK ex-combustíveis) devem mostrar queda de cerca de 2,5 por cento no terceiro trimestre na comparação anual.

    (Por Flavia Bohone)

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    Gol amarga prejuízo de R$1,3 bi no 2º tri com impacto do câmbio

    Por Flavia Bohone

    SÃO PAULO (Reuters) - A Gol registrou prejuízo líquido depois da participação minoritária de 1,326 bilhão de reais no segundo trimestre, um aumento de 177,6 por cento em relação à perda verificada um ano antes, pressionada pela variação cambial que pesou sobre o resultado financeiro do período.

    Antes da participação de minoritários, o prejuízo líquido somou 1,272 bilhão de reais no período de abril a junho, um aumento do rombo de mais de 200 por cento em relação à perda de 409,5 milhões de reais um ano antes, com margem líquida negativa de 54 por cento.

    A margem líquida após a diluição dos minoritários ficou negativa 56,3 por cento.

    'A tradicional baixa temporada em viagens aéreas no Brasil foi particularmente desafiadora pela apreciação acelerada do dólar americano frente ao real e pela ruptura no equilíbrio de oferta da indústria que impactou a demanda do transporte aéreo', disse o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, em comunicado sobre o balanço trimestral.

    O resultado financeiro ficou negativo em 1,261 bilhão de reais no segundo trimestre, afetado principalmente pela perda com a variação cambial e monetária de 1 bilhão de reais. Um ano antes, o resultado financeiro foi negativo em 425,3 milhões de reais.

    'Esse resultado foi decorrente da desvalorização do real em 16 por cento incidente sobre o saldo de dívida bruta de 2 bilhões de dólares no nosso balanço patrimonial consolidado', disse o vice-presidente financeiro da Gol, Richard Lark, em vídeo divulgado pela empresa para comentar o resultado.

    A receita operacional líquida do segundo trimestre subiu 9 por cento em relação ao mesmo período do ano passado, somando 2,354 bilhões de reais.

    O resultado operacional, medido pelo lucro antes de juros e impostos (Ebit), somou 42,8 milhões de reais no período, alta de 92,7 por cento em relação ao mesmo período de 2017, engatando o oitavo trimestre seguido de resultado operacional positivo. No período de abril a junho, a margem Ebit foi de 1,8 por cento, ante 1 por cento um ano antes.

    Segundo Lark, o preço médio do combustível de aviação subiu 12,6 por cento sobre o primeiro trimestre, mas 'a combinação de maiores tarifas, maior demanda e ganhos de 36 milhões de reais com hedge permitiram' o crescimento de 0,8 ponto percentual na margem Ebit.

    Em relação ao preço dos combustíveis, Lark afirmou que a empresa possui hedge para cerca de 70 por cento da exposição ao preço de petróleo para o restante deste ano.

    Às 14:34 as ações da Gol subiam 1,53 por cento, revertendo as perdas vistas mais cedo, quando os papéis perderam 3,21 por cento na mínima da sessão.

    Para os analistas do BTG Pactual, a Gol reportou resultados relativamente sólidos, considerando a sazonalidade desfavorável do segundo trimestre e os eventos negativos do período.

    A equipe do banco tem recomendação de compra para as ações da Gol, mas reduziu o preço-alvo do papel para 18 reais, ante 25 reais.

    Após os impactos em maio e junho, em decorrência da greve dos caminhoneiros, a Gol viu as reservas de voos voltando a 'patamares mais normais' em julho, disse Lark em teleconferência depois da divulgação dos resultados.

    Em relação à demanda, o executivo afirmou que a empresa segue confiante na força da demanda corporativa, que tem o maior peso na composição dos clientes da empresa. No entanto, Lark destacou que a empresa está mais cautelosa em relação à demanda do segmento lazer, que responde por cerca de 30 por cento.

    'Essa situação de crescimento econômico talvez menor que o esperado poderia impactar um pouco a demanda desse segmento muito mais suscetível a questões econômicas', disse Lark.

    PROJEÇÕES

    Com o resultado do segundo trimestre, a Gol elevou sua estimativa para a despesa financeira líquida em 2018 para aproximadamente 800 milhões de reais, de cerca de 650 milhões de reais na previsão anterior. Para 2019, a projeção foi mantida em cerca de 500 milhões de reais.

    A Gol manteve a estimativa de crescimento da oferta total entre 1 e 2 por cento neste ano, e entre 5 e 10 por cento em 2019.

    A projeção para margem operacional (Ebit) para este ano foi mantida em cerca de 11 por cento. No entanto, para o próximo ano, a estimativa foi revisada para cerca de 12 por cento, de 13 por cento.

    A companhia aérea revisou ainda suas projeções para o resultado por ação diluído, prevendo agora para 2018 um prejuízo de 1,20 real a 1 real, ante estimativa anterior de lucro de 0,90 real a 1,10 real. Para 2019, a expectativa é de lucro de 1,50 real a 1,90 real, ante projeção anterior de ganho de 1,70 real a 2,30 real.

    A estimativa para o preço do combustível em 2018 passou a cerca de 2,9 reais por litro, acima da projeção anterior de cerca de 2,5 reais por litro. Para 2019, a companhia aérea estima preço médio de combustível de 2,9 reais por litro, também superior à previsão anterior de 2,6 reais.

    SMILES

    Separadamente, a Gol disse que seu conselho de administração aprovou um contrato de compra e venda antecipada de passagens aéreas a ser firmado com a Smiles, por meio do qual a Smiles adquire novos créditos para utilização futura na aquisição de passagens aéreas de emissão da Gol. A compra antecipada consistirá em uma tranche de pagamento, com desembolso imediato pela Smiles no valor de até 300 milhões de reais.

    Além disso, o conselho aprovou ainda o aumento de capital da Gol no valor de 2,472 milhões de reais, mediante a emissão de 331.418 ações, decorrentes do exercício de opções de compra de ações no âmbito do plano de opção de compra de ações aprovado em outubro de 2012.

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