alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE governo

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Moro diz que “no mundo real” não há crise no governo

    Moro diz que “no mundo real” não há crise no governo

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou nesta terça-feira, ao entregar seu pacote anticrime ao Congresso Nacional, que “no mundo real” não há crise no governo e que a nova gestão trabalha para apresentar novas medidas, um dia após a primeira demissão no alto escalão ministerial.

    Em consonância com a tentativa do governo de transparecer normalidade, Moro afirmou que tanto o seu pacote --com propostas legislativas para combater o crime de corrupção, o crime organizado e crimes violentos-- quanto a reforma da Previdência são exemplos da ausência de crise.

    “No mundo real não existe nenhuma crise dentro do governo. O governo está apresentando projetos”, afirmou o ministro.

    “Hoje é um projeto consistente, amanhã vai ser apresentado o projeto da Nova Previdência, absolutamente consistente”, disse Moro a jornalistas, após audiência com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para apresentar o pacote, encontro que contou também com a presença dos ministros Paulo Guedes (Economia), Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos).

    “Viemos aqui vários ministros... para demonstrar coesão do governo em relação a esse projeto. O mesmo pode ser dito em relação, amanhã, ao projeto da nova Previdência.”

    A mais recente crise atingiu Gustavo Bebianno, que comandava a Secretaria-Geral da Presidência, ocupando um gabinete no Palácio do Planalto, exonerado na segunda-feira após turbulência que se arrastou por uma semana.

    Protagonista do episódio, Bebianno é alvo de denúncias de uso de candidaturas-laranjas em Estados para desvio de recursos eleitorais enquanto presidia o PSL.

    Mas a confusão ganhou escala mesmo quando o hoje ex-ministro foi chamado de mentiroso pelo filho do presidente, o vereador fluminense Carlos Bolsonaro (PSC), após Bebianno ter dito que havia conversado com o presidente em meio às denúncias sobre irregularidades nas candidaturas.

    Primeira baixa no alto escalão do governo, Bebianno foi convidado por uma comissão do Senado, por 6 votos a 5, para explicar as denúncias.

    Em entrevistas e nota oficial, Bebianno negou irregularidade e disse que cabe aos diretórios estaduais responderem pelas acusações.

    Para o líder da oposição na Câmara, Alessandro Molon (PSB-RJ), o atual governo já enfrentava crises mesmo antes de tomar posse.

    “Não há crise no governo, não. O governo é a crise real”, afirmou o deputado.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

    1

    0

    24

    2 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Onyx diz que governo é apenas espectador nas eleições no Congresso nesta sexta-feira

    Onyx diz que governo é apenas espectador nas eleições no Congresso nesta sexta-feira

    BRASÍLIA (Reuters) - O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que deixou temporariamente o cargo de ministro da Casa Civil para tomar posse de seu mandato parlamentar nesta sexta-feira, reiterou que o governo do presidente Jair Bolsonaro não está interferindo nas eleições para as presidências da Câmara e do Senado, sendo apenas um espectador do processo.

    'Do ponto de vista das eleições de hoje, cabe ao governo ser um espectador dessas eleições, porque a decisão é de quem foi escolhido pela sociedade para fazer essa decisão', disse Onyx a jornalistas, referindo-se aos parlamentares.

    Onyx tem sido criticado por parlamentares aliados a candidatos na disputa que o acusam de estar tentando interferir no processo, especialmente no Senado, onde estaria buscando emplacar a candidatura do companheiro de partido Davi Alcolumbre (AP), contra o nome do MDB, escolhido na noite de quinta-feira, Renan Calheiros (AL).

    Procurando mostrar indiferença sobre o resultado, Onyx reforçou que o governo Bolsonaro terá como marca o diálogo com o Congresso.

    'Após a eleição, como representante do governo que vai dialogar com as duas Casas, eu vou dialogar com quem os deputados e senadores escolherem', disse.

    Onyx disse ainda que a definição da reforma da Previdência está na reta final e reafirmou que a decisão final sobre qual proposta será apresentada ao Congresso caberá a Bolsonaro.

    'A reforma da Previdência, o presidente Jair Bolsonaro já tem as linhas', disse. 'Ainda hoje eu converso com algumas pessoas da equipe do professor Paulo Guedes, na próxima semana, quando o presidente retornar, vão ser retomadas as conversas com ele, porque a definição é dele.'

    (Reportagem de Ricardo Brito)

    0

    0

    17

    2 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Paralisação do governo dos EUA torna-se a mais longa da história do país

    Paralisação do governo dos EUA torna-se a mais longa da história do país

    Por David Brunnstrom e David Morgan

    WASHINGTON (Reuters) - A paralisação parcial do governo norte-americano, pela exigência do presidente Donald Trump por 5,7 bilhões de dólares para construir um muro na fronteira com o México, entrou no seu 22º dia neste sábado, tornando-se o mais longo da história do país, e ainda não tem previsão para acabar.

    O recorde anterior, de 21 dias, aconteceu entre 1995 e 1996, sob o ex-presidente Bill Cliton.

    Trump afirmou na sexta-feira que não declararia emergência nacional 'imediatamente' para encerrar o impasse sobre segurança na fronteira que paralisou cerca de um quarto do governo norte-americano. Ele falou após parlamentares pararem para o fim de semana, impedindo qualquer possível ação até a próxima semana.

    No Twitter, neste sábado, Trump atacou os democratas. 'Os democratas deveriam retornar a Washington e trabalhar para encerrar a paralisação e, ao mesmo tempo, encerrar a horrível crise humanitária na fronteira. Estou na Casa Branca esperando vocês!', escreveu.

    Trump também pediu que seus 57,2 milhões de seguidores no Twitter entrassem em contato com parlamentares democratas e dissessem a eles para 'resolverem isso!'.

    Democratas no Congresso, que consideram o muro uma resposta ineficiente e ultrapassada para um problema complexo, votaram diversas leis para reabrir o governo sem financiar a barreira de Trump. Mas elas foram ignoradas pelo Senado, controlado por republicanos.

    Trump originalmente afirmou que o México pagaria pelo muro, que ele afirma ser necessário para impedir o fluxo de imigrantes ilegais e drogas. Mas o México se recusou.

    Departamentos do governo norte-americano, inclusive Tesouro, Energia, Comércio e Estado, fecharam as portas quando o financiamento terminou, em 22 de dezembro. Financiamento para outras áreas do governo, como o Departamento de Defesa e o Congresso, foi aprovado, mantendo as operações regulares.

    A disputa afetou tudo, do tráfego aéreo à cobrança de impostos, e suspendeu o pagamento de muitos servidores públicos.

    Por volta de 800 mil funcionários do governo federal não receberam os pagamentos que deveriam ter sido depositados na sexta-feira. Alguns recorreram à venda de suas posses ou a apelos em financiamentos coletivos na internet para pagar as contas.

    O Aeroporto Internacional de Miami afirmou que fecharia um de seus terminais mais cedo nos próximos dias pela falta de seguranças, que alegaram doenças em uma taxa duas vezes maior do que o normal.

    Um sindicato que representa milhares de controladores de tráfego aéreo entrou com um processo contra a Administração Federal de Aviação, na sexta-feira, afirmando que ela violou a lei de salários federais ao não pagar os trabalhadores. É pelo menos o terceiro processo de sindicatos em nome de trabalhadores sem salários.

    O chefe do Serviço Secreto dos Estados Unidos, responsável por proteger Trump, alertou que seus funcionários que o estresse financeiro pode levar a depressão e ansiedade. 'Fiquem de olho nos sinais de alerta de problemas', escreveu o diretor R. D. 'Tex' Alles, em um memorando visto pela Reuters.

    Trump tem descrito a situação na fronteira com o México como uma 'crise humanitária', enquanto especulações cresceram esta semana de que ele ignoraria o Congresso para começar a construir seu muro - uma medida que certamente levaria a uma contestação na Justiça de Democratas que afirmam que o muro seria uma medida bárbara e ineficiente.

    Em vez disso, o presidente pediu que os parlamentares lhe fornecessem os 5,7 bilhões de dólares que ele busca para a segurança nas fronteiras.

    Uma emergência nacional permitira a Trump desviar dinheiro de outros projetos para pagar pelo muro, uma promessa central da sua campanha em 2016. Isso, por sua vez, poderia levá-lo a assinar leis que restauram o financiamento de agências que foram afetadas pela paralisação.

    (Reportagem adicional de Ginger Gibson)

    0

    0

    13

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Norte-americanos culpam mais Trump por paralisação do governo, mostra pesquisa Reuters/Ipsos

    Norte-americanos culpam mais Trump por paralisação do governo, mostra pesquisa Reuters/Ipsos

    Por Chris Kahn e Ginger Gibson

    NOVA YORK/WASHINGTON (Reuters) - Mais norte-americanos culpam o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela paralisação parcial do governo do que culpam parlamentares democratas, mostrou uma pesquisa da Reuters/Ipsos divulgada nesta quinta-feira, ainda sem vislumbre de uma solução rápida para o problema.

    A pesquisa, realizada entre 21 e 25 de dezembro, em grande parte depois do início da paralisação, mostra que 47 por cento dos adultos entrevistados acham que Trump é o responsável, enquanto 33 por cento culpam os democratas no Congresso. Outros 7 por cento culpam parlamentares republicanos.

    A paralisação parcial do governo dos EUA foi provocada pela exigência de Trump, amplamente rejeitada pelos democratas e por alguns republicanos, de destinar 5 bilhões de dólares em recursos públicos para a construção de um muro na fronteira com o México. O custo total da obra está estimado em 23 bilhões de dólares.

    Somente 35 por cento dos entrevistados na pesquisa Reuters/Ipsos disseram apoiar a inclusão de recursos para o muro no orçamento votado no Congresso. E apenas 25 por cento disseram apoiar a paralisação do governo promovida por Trump devido à questão.

    Agora em seu sexto dia, a paralisação teve impacto limitado até o momento, em parte por causa das férias dos 800 mil servidores federais afetados, embora o quadro possa mudar em breve.

    Algumas agências do governo têm notificado o público, nesta quinta-feira, sobre interrupções nos serviços.

    No Capitólio, o Senado e a Câmara de Deputados se reuniram nesta quinta, mas, como esperado, nenhuma ação imediata foi tomada. A falta de urgência demonstrada alimenta os rumores entre analistas de que a paralisação pode se arrastar janeiro adentro.

    Os departamentos de Segurança Interna, Justiça, Agricultura, Comércio e outros paralisaram operações “não essenciais” desde sábado, quando um possível acordo sobre o orçamento fracassou com a insistência de Trump em garantir recursos para o muro.

    A Câmara aprovou medidas para encerrar a paralisação, incluindo os 5 bilhões de dólares exigidos por Trump, mas as perspectivas para aprovação no Senado eram reduzidas.

    A pesquisa Reuters/Ipsos foi conduzida pela Internet, em inglês, por todos os Estados Unidos. Foram coletadas 2.440 respostas de adultos, incluindo 946 democratas e 846 republicanos. O intervalo de credibilidade, uma medida da precisão da pesquisa, é de dois pontos percentuais para toda a amostragem, e de quatro pontos percentuais para o universo de membros dos dois partidos.

    (Reportagem adicional de David Morgan, Makini Brice e Jason Lange em Washington)

    0

    0

    20

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Governo passa a permitir que bancos abram contas para empresas por meio eletrônico

    Governo passa a permitir que bancos abram contas para empresas por meio eletrônico

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo passou a permitir que bancos abram conta para empresas por meio eletrônico, a exemplo do que já ocorria para pessoas físicas desde 2016, numa medida que poderá elevar a competitividade no setor e aumentar o acesso das companhias a serviços bancários.

    Por meio de resolução editada nesta terça-feira pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que tem vigência imediata, as instituições financeiras poderão agora abrir contas para pessoas jurídicas sem que haja necessidade de ida a agências para apresentação de documentos e assinatura presencial de contratos.

    'Dado um cenário de evolução tecnológica, de facilidade de desenvolvimento de aplicatovos, de controle de segurança, se julgou viável dar mais esse passo no sentido de se permitir também abertura para pessoas jurídicas', afirmou o chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central, João Andre Pereira.

    'A gente pode considerear que tem esse efeito (de aumento da competitividade) também, na medida que possibilita que instituições financeiras que não têm capilaridade, não têm agências, que elas também alcancem esse tipo de público', acrescentou.

    Desde janeiro deste ano, o governo já tinha permitido que microempreendedores individuais pudessem abrir contas por meio eletrônico.

    Em outra decisão tomada nesta tarde, o CMN também aprimorou a regulamentação sobre operações de arrendamento mercantil, conhecidas como leasings.

    Em nota, o BC pontuou que o objetivo é esclarecer as regras de classificação dos arrendamentos nas modalidades financeiro e operacional, usando como referência os padrões internacionais mais recentes.

    'Na nova regulamentação, define-se o arrendamento mercantil financeiro como aquele que não possa ser classificado como operacional, acrescentando-se os critérios de que o bem arrendado na modalidade operacional seja suficientemente genérico para ser arrendado de novo sem modificações significativas e que as perdas com a desvalorização do bem no cancelamento do contrato sejam majoritariamente suportadas pelo arrendador', informou o BC.

    Segundo Pereira, as alterações talvez promovam algum crescimento nas operações de leasing no país, mas o BC não espera nenhum grande impacto.

    MAIS MUDANÇAS

    Em outro voto divulgado pelo BC, o CMN instituiu que o chamado Custo Efetivo Total passe a ser divulgado também nos financiamentos rurais, num ajuste que vale a partir do próximo Plano Safra, que tem início em julho de 2019.

    Em outra frente, o CMN aprimorou regras dos limites de exposição por cliente, incorporando 'sugestões pontuais feitas a partir de avaliação conduzida neste ano pelo Comitê de Basileia para Supervisão Bancária'.

    De acordo com o BC, esses aperfeiçoamentos não comprometem a implementação das regras para os limites de exposição por cliente no prazo previsto, nem têm impacto no custo de observância das instituições.

    (Por Marcela Ayres)

    1

    0

    18

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Em palestra, Onyx diz que governo estará montado em novembro e que não vai 'atrapalhar' empreendedores

    Em palestra, Onyx diz que governo estará montado em novembro e que não vai 'atrapalhar' empreendedores

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou, em palestra a portas fechadas nesta quarta-feira, que o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciará toda a equipe de ministros até o fim de novembro e que a nova gestão não vai 'atrapalhar' empreendedores no país, segundo relatos de dois presentes ao encontro à Reuters.

    No encontro promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) em um hotel em Brasília, Onyx afirmou que o futuro governo ainda não definiu o número de ministérios que terá. Disse que poderá ter de 16 a 20 pastas -- atualmente são 29 autoridades com status de ministros de Estado.

    Sem anunciar qualquer medida concreta no evento, Onyx afirmou que o novo governo estará de 'portas abertas' para ajudar o setor da construção a voltar a crescer e que não vai dificultar o empreendedor -- ao contrário, ele enfatizou que trabalhará para garantir a liberdade para que as pessoas não dependam do Estado.

    'O Estado tem que dar um passo para atrás para que a população possa dar um passo para a frente', disse Onyx, segundo relato de uma das fontes. Destacou que o novo governo vai refundar a relação entre o público e o privado no país.

    No encontro, o presidente da CBIC, José Carlos Martins, chamou a atenção para o fato de que há 3 mil obras paradas no país e que, se reativadas, podem ajudar na melhoria do nível de emprego. Atualmente, segundo último dado do IBGE, existem 12,5 milhões de pessoas desempregadas.

    Onyx não se pronunciou no encontro a portas fechadas sobre a eventual criação do superministério da Infraestrutura, que poderia abranger áreas como o transporte e a construção civil, e também sobre o superministério da Economia - que abrangeria as atuais pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio Exterior e cuja fusão já foi anunciada por Bolsonaro. Parte do setor de construção defende que o ministério da Indústria, chamado de MDIC, deveria ficar separado.

    0

    0

    18

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Governo Bolsonaro deve começar 2019 com perda de arrecadação no setor financeiro

    Governo Bolsonaro deve começar 2019 com perda de arrecadação no setor financeiro

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - A retomada de uma alíquota menor da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre o setor financeiro em 2019, de 20 para 15 por cento, fará o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro iniciar o mandato com perda de arrecadação.

    Executivos do setor bancário calculam que, com a volta da alíquota anterior, a perda líquida de arrecadação do governo federal deve ficar em torno de cinco bilhões de reais.

    Pelas estimativas da Reuters, só o lucro conjunto das cinco maiores instituições financeiras do país (Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Caixa Econômica Federal e Santander Brasil) deve subir ao redor de 17 por neste ano, para cerca de 83 bilhões de reais.

    Aprovado em 2015 no governo da então presidente Dilma Rousseff, o aumento da alíquota, de 15 para 20 por cento, entrou em vigor 1º de setembro daquele ano e vale até 31 de dezembro próximo, envolvendo bancos, seguradoras, administradoras de cartões de crédito, corretoras de câmbio, entre outras.

    Com a volta para o patamar anterior, só o grupo dos cinco maiores bancos representaria uma perda de aproximadamente 4 bilhões de reais em arrecadação. Mas com a ativação de créditos fiscais, prática frequente no setor, o montante líquido acaba sendo menor.

    Nas estimativas de Receita Federal para 2019 (PLOA), o impacto do retorno da CSLL para 15 por cento no setor financeiro será de 2,7 bilhões de reais.

    A perda deve ampliar o desafio do economista Paulo Guedes, apontado por Bolsonaro como próximo ministro da Fazenda, que prometeu zerar o déficit primário do governo federal já no primeiro ano do governo.

    A equipe econômica atual prevê um rombo fiscal de 159 bilhões de reais para este ano e de 139 bilhões de reais em 2019, o sexto ano seguido de déficit primário do país.

    (Reportagem adicional de Marcel Ayres; Edição de Iuri Dantas)

    1

    0

    39

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia TCU adia nova exigência que poderia ameaçar mega leilão de petróleo neste ano

    TCU adia nova exigência que poderia ameaçar mega leilão de petróleo neste ano

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu que novas exigências do órgão que ameaçavam atrasar tratativas para a realização de um mega leilão de áreas do pré-sal, pré-agendado para 29 de novembro pelo governo federal, serão válidas apenas a partir de 2019, segundo aprovou o plenário da corte nesta quarta-feira.

    Em uma instrução normativa publicada no Diário Oficial da União na semana passada, o TCU havia definido que o governo deve apresentar informações para a realização de leilões com 150 dias de antecedência.

    Essa regra poderia impedir a licitação do pré-sal, uma vez que a União não está preparada para enviar informações sobre o certame, que ainda depende de uma série de outras questões, como a aprovação de um projeto de lei pelo Congresso, que inclusive é crucial para viabilizar um acordo entre Petrobras e governo necessário para o leilão.

    Mas o TCU decidiu agora que haverá uma regra de transição, por meio de uma alteração na instrução normativa, que adiará para 2019 o início da nova exigência de prazo, o que elimina essa incerteza sobre a realização do importante leilão em novembro.

    É uma notícia excelente... Continuamos trabalhando para 29 de novembro , afirmou à Reuters o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix.

    A ideia do governo é leiloar um excedente de óleo e gás na região associada ao chamado contrato da cessão onerosa, que concedeu à Petrobras o direito de produzir até 5 bilhões de barris de óleo equivalente em determinadas áreas do pré-sal. Isso porque acredita-se que a região possui volumes muito superiores aos previstos no contrato.

    Em declarações anteriores, o governo informou que o Tesouro poderia arrecadar até 100 bilhões de reais com um leilão dos excedentes. Mas a licitação depende de um acerto entre Petrobras e governo.

    Ao assinar o acordo da cessão onerosa, em 2010, a Petrobras pagou 74,8 bilhões de reais à União pelo direito de explorar as áreas. No entanto, uma revisão desse valor já estava prevista desde o início, com base em variações de indicadores como preço do barril de petróleo e dólar.

    A estatal tem defendido que é credora nessa renegociação, e um acerto com a União sobre o tema é necessário para liberar a realização do leilão de excedentes.

    (Por Marta Nogueira; Edição de Luciano Costa)

    0

    0

    37

    7 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Governo amplia saques do PIS/Pasep e disponibiliza R$39,3 bi

    Governo amplia saques do PIS/Pasep e disponibiliza R$39,3 bi

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo ampliou os saques do PIS/Pasep para todos que trabalharam entre 1971 e 1988, disponibilizando ao todo 39,3 bilhões de reais, que podem representar, de acordo com o Ministério do Planejamento, 0,55 por cento do Produto Interno Bruto.

    Comemoramos muito os 44 bilhões dos saques do FGTS. Agora, são 39 bilhões que podem se inserir na economia brasileira , disse o presidente Michel Temer em cerimônia no Palácio do Planalto.

    No ano passado, os saques totais às contas inativas do FGTS somaram 44 bilhões de reais, ajudando a dar algum ímpeto à economia após dois anos de profunda recessão. Em agosto do ano passado, o Planejamento estimava o impacto dos saques do FGTS no PIB de 2017 em 0,6 ponto percentual.

    O governo liberou no início deste ano o saque dos recursos do PIS/Pasep para pessoas com mais de 60 anos. A medida agora mantém por tempo indeterminado o saque para pessoas acima desta idade, mas libera até 28 de setembro deste ano o saque também para pessoas com menos de 60 anos que trabalharam com carteira assinada entre 1971 e 1988.

    Segundo o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Gleisson Rubin, dos 39 bilhões de reais, cerca de 5 bilhões de reais já foram sacados por trabalhadores com mais de 60 anos, restando cerca de 34 bilhões de reais ainda nas contas.

    Pelos dados do ministério, 16 bilhões de reais estão em contas de pessoas com menos de 60 anos, que tem o prazo até setembro para fazer a retirada. Outros 18 bilhões de reais estão ainda nas contas de trabalhadores com mais de 60, que não tem prazo limite para saque.

    São contas que estão sem movimentação já há 30 anos, só com a correção, e que tinham condições de saque muito restritivas , explicou Rubin.

    A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, onde ficam depositadas as contas do PIS e do Pasep, irão abrir os saques a partir da próxima segunda-feira, dia 18, até o dia 29 de junho. Depois, os saques voltarão a ser permitidos a partir de 14 de agosto.

    (Por Lisandra Paraguassu)

    0

    0

    120

    8 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. governo

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.