alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE haddad

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Haddad admite que houve crimes durante governos petistas e defende punição

    Haddad admite que houve crimes durante governos petistas e defende punição

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, admitiu na segunda-feira, durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, que membros do seu partido cometeram crimes, não apenas erros, durante o período que o PT esteve no governo, e devem pagar por isso.

    Haddad foi mais uma vez cobrado a reconhecer problemas do PT durante seu tempo de governo e voltou a criticar partes da condução econômica do governo da ex-presidente Dilma Rousseff, além do fato do partido não ter sido mais duro na vigilância contra a corrupção em empresas estatais.

    Ao ser questionado se havia crime ou apenas erros, Haddad afirmou que em sua visão houve sim crimes de caixa 2 e enriquecimento ilícito, mesmo ressalvando que não houve ainda julgamentos em última instância e, por isso, considera que não se pode declarar culpados.

    'Mas certamente teve pessoas que usaram o financiamento de caixa 2, financiamento ilegal de campanha, para enriquecer. São dois crimes, o financiamento de caixa 2 e o enriquecimento, que é ainda mais grave. Acredito que teve gente que se valeu disso para enriquecer e sou a favor de punição exemplar para essas pessoas', afirmou.

    A falta de um 'mea culpa' é uma das críticas mais constantes feitas ao PT por adversários e até mesmo por outros políticos de centro-esquerda, como o senador eleito Cid Gomes, irmão do ex-candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes. Nas últimas semanas Haddad tem repetido o que considera erros no partido, mas vinha se concentrando em questões como a falta de controles e os erros econômicos.

    O petista voltou, no entanto, a defender o legado de crescimento econômico e justiça social dos governos petistas, e disse que não se deve jogar fora o que houve de bom em nome dos erros.

    'Eu represento um projeto que precisa ser resgatado. Houve problemas sim, já admiti em várias entrevistas, não tenho dificuldade com isso. Mas não podemos jogar o bebê fora com a água do banho', afirmou.

    Durante o programa, Haddad negou que a possibilidade de uma frente contra seu adversário no segundo turno da disputa presidencial, Jair Bolsonaro (PSL), seja um fracasso. O candidato ressaltou o apoio declarado por Marina Silva (Rede) nesta segunda, através de uma nota, e ressaltou que ainda espera um sinal de Ciro Gomes.

    Haddad lembrou que desde o final de 2017 conversava com Ciro e defendia uma frente, com a aproximação de PT e PDT, e revelou que intermediou um encontro entre o presidente do PDT, Carlos Lupi, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antes de petista ser preso em abril.

    'Eu sempre agi com muito desprendimento porque acho que o que está em jogo no Brasil é tão sério que, na minha opinião, projetos pessoais jamais deveriam se impor sobre qualquer interesse que não fosse o interesse nacional', disse o petista. 'Ciro sabe de tudo isso, ele conhece essa história toda. Então eu esperava e espero que o Ciro dê um alô, de onde estiver, porque é muito importante para o Brasil que ele se manifeste publicamente. Aguardo ansiosamente o seu aceno porque precisamos ganhar a eleição e governar juntos o Brasil'.

    ESTATAIS

    Haddad foi questionado sobre sua promessa mais recente, de reduzir o preço do gás de cozinha do valor atual, em torno de 80 reais, para 49 reais, e defendeu a proposta afirmando que é possível fazê-la reduzindo o subsídio dado hoje ao diesel devido à greve dos caminhoneiros e passando parte para o gás.

    Segundo o petista, com a declaração do Supremo Tribunal Federal (STF) de que a tabela de frete criada pelo atual governo é constitucional, será possível negociar com o setor um valor de frete que cubra os custos mesmo reduzindo o subsídio.

    'O subsídio do diesel é quatro vezes maior do que seria necessário para o gás. É possível diminuir e fazer o do gás. Tem que equilibrar. É possível e não representa nada para a Petrobras, não vai custar um centavo a mais', defendeu.

    O petista ainda foi questionado se privatizaria alguma estatal, e foi lembrado que os governos petistas criaram cerca de 50 empresas públicas. Haddad afirmou que não tem em seu radar a venda de nenhuma empresa, mas que poderia fechar algumas e fundir outras.

    'Tem estatal que só tem nome, são repartições públicas. Sou a favor de fundir algumas, eliminando outras, fazer o enxugamento', disse, questionando quem iria comprar algumas das estatais existentes. 'Quem iria comprar a estatal do trem-bala?', lembrou, dizendo que nesse caso seria necessário extinguir ou incorporar em outra.

    (Por Lisandra Paraguassu)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Não queremos ser símbolo da resistência, queremos ser a vitória da resistência, diz Haddad

    Não queremos ser símbolo da resistência, queremos ser a vitória da resistência, diz Haddad

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira durante ato com intelectuais e artistas em São Paulo que não quer ser apenas o símbolo da resistência contra a ameaça à democracia, representada, segundo ele, pelo candidato do PSL ao Planalto, Jair Bolsonaro, mas sim a vitória dessa resistência.

    Em discurso voltado principalmente à militância petista, Haddad também criticou duramente seu rival no segundo turno da disputa presidencial.

    'A gente quer ganhar a eleição', disse Haddad à plateia que lotou o Teatro da Universidade Católica (Tuca) e que também fechou uma rua adjacente acompanhando o ato político em um telão.

    'Não queremos só ser o símbolo da resistência, queremos ser a vitória da resistência', disse o petista, afirmando acreditar na virada até a eleição de domingo, já que Bolsonaro lidera com folga as pesquisas de intenção de voto.

    Haddad afirmou que Bolsonaro saiu 'das trevas da ditadura' e classificou o rival de 'anti-ser humano'.

    'Bolsonaro é a volta dos anos de chumbo neste país', disparou Haddad. 'Precisamos salvar o Brasil desse pesadelo chamado Jair Bolsonaro.'

    Do lado de fora do teatro, onde centenas acompanharam o ato em um telão, houve algumas trocas de insultos entre moradores da região, que gritavam o nome de Bolsonaro, e simpatizantes do PT que gritavam 'ele não'.

    'Quero dizer para o Bolsonaro, esse soldadinho de araque, que o projeto que ele representa já está derrotado', discursou Haddad atraindo aplausos da plateia.

    (Por Eduardo Simões)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Marina declara 'voto crítico' em Haddad diante de 'risco iminente'

    Marina declara 'voto crítico' em Haddad diante de 'risco iminente'

    BRASÍLIA (Reuters) - Candidata à Presidência da República no primeiro turno das eleições deste ano, Marina Silva (Rede) afirmou que dará um 'voto crítico' ao presidenciável Fernando Haddad (PT), diante de riscos de banalização do 'mal'.

    Marina reconhece que sua opinião é restrita, por ter obtido pouco mais 1 por cento dos votos no primeiro turno, mas defendeu seu valor 'simbólico' que obedece a um dever 'ético e político'.

    'Diante do pior risco iminente, de ações que, como diz Hannah Arendt, 'destroem sempre que surgem', 'banalizando o mal', propugnadas pela campanha do candidato Bolsonaro, darei um voto crítico e farei oposição democrática a uma pessoa que, 'pelo menos' e ainda bem, não prega a extinção dos direitos dos índios, a discriminação das minorias, a repressão aos movimentos, o aviltamento ainda maior das mulheres, negros e pobres, o fim da base legal e das estruturas da proteção ambiental, que é o professor Fernando Haddad', diz Marina, em nota divulgada nesta segunda-feira.

    Para a política, ex-ministra do Meio Ambiente e ex-senadora, Bolsonaro representa um projeto que 'minimiza a importância de direitos e da diversidade existente na sociedade', promove a 'incitação sistemática ao ódio, à violência, à discriminação', e 'mostra pouco apreço às regras democráticas, acumula manifestações irresponsáveis e levianas a respeito das instituições públicas e põe em xeque as conquistas históricas desde a Constituinte de 1988'.

    Marina também não poupou críticas a Haddad. Para ela, ainda que tenha discurso pró-democracia e direitos sociais, a campanha de Haddad erra ao 'esconder' e 'não assumir' 'os graves prejuízos causados pela sua prática política predatória, sustentada pela falta de ética e pela corrupção que a Operação Lava Jato revelou, além de uma visão da economia que está na origem dessa grave crise econômica e social que o país enfrenta'.

    O candidato, por sua vez, declarou no Twitter que o voto de Marina o 'honra por tudo que ela representa e pelas causas que defende'.

    'Nossa convivência como ministros foi extremamente produtiva e até hoje compartilhamos amizades de brasileiros devotados à causa pública. Esse reencontro democrático me enche de orgulho', tuitou.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Haddad diz que Bolsonaro ameaça democracia antes das eleições e pode fazer pior se eleito

    Haddad diz que Bolsonaro ameaça democracia antes das eleições e pode fazer pior se eleito

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira que as instituições brasileiras estão sendo ameaçadas pelas declarações de seu adversário na corrida presidencial, Jair Bolsonaro (PSL), dizendo que o concorrente ameaça a democracia antes mesmo das eleições e pode fazer ainda pior se eleito.

    'Ontem a ameaça era uma ameaça física à oposição em caso de ele ganhar as eleições, ou seja, ele está dizendo que se ganhar as eleições não vai haver espaço para oposição no Brasil', disse Haddad a jornalistas durante visita a uma cooperativa de catadores em São Paulo, um dia depois de Bolsonaro prometer que fará uma “faxina” e que os “marginais vermelhos” serão “banidos” do país se ele for eleito presidente no domingo.

    'Ou a gente acorda para esse problema esta semana, e bota de lado essa tradição autoritária que o Brasil sempre teve, mas que estava bem comportada até aqui, ou vamos correr riscos inclusive físicos... Se ele tem coragem de ameaçar a democracia antes das eleições, o que ele fará com o apoio dos eleitores?”

    Além da fala de Bolsonaro no domingo transmitida ao vivo a manifestantes a favor de sua candidatura reunidos na Avenida Paulista, em São Paulo, o deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidenciável, afirmou em um vídeo que circulou nas redes sociais que para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF) basta enviar um soldado e um cabo.

    Haddad elogiou o posicionamento do ministro Celso de Mello, decano do STF, que chamou de 'inconsequente e golpista' a fala de Eduardo Bolsonaro, e também citou posicionamento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que repudiou a declaração do deputado eleito e disse que cheira a fascismo.

    O candidato do PT chamou Bolsonaro de uma 'pessoa perigosa' que faz questão de não esconder isso, como demonstrado pelas ameaças feitas na transmissão aos apoiadores, segundo Haddad.

    O petista afirmou ainda que as instituições estão se sentindo ameaçadas por uma postura 'linha dura' de parte das Forças Armadas, e citou a presença do ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen, em entrevista coletiva concedida no domingo pela presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Rosa Weber.

    Segundo Haddad, não deveria haver envolvimento dos militares com a Justiça Eleitoral.

    'Qual a autoridade do Etchegoyen dentro do TSE? O que ele tem com isso? Ele foi lá se colocar como uma ameaça, tutelar? Isso nunca aconteceu, os tribunais não precisam disso', afirmou.

    Haddad também voltou a criticar o TSE por não ter agido com velocidade para responder às denúncias feitas pelo PT de uso irregular do aplicativo de mensagens WhatsApp por parte da campanha de Bolsonaro, com suposto financiamento irregular de empresas para disparos em massa de mensagens políticas.

    O candidato do PT disse que o tribunal é 'analógico demais' para lidar com a questão das notícias falsas e o uso de aplicativos como o WhatsApp.

    Na semana passada, o PT entrou com ação contra Bolsonaro no TSE afirmando que empresários teriam financiado o envio em massa de mensagens pelo WhatsApp contra a campanha petista, o que configuraria caixa 2 e financiamento ilegal de campanha.

    (Reportagem de Taís Haupt; Texto de Pedro Fonseca; Edição de Alexandre Caverni)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Haddad promete reajuste para Bolsa Família e teto para botijão de gás

    Haddad promete reajuste para Bolsa Família e teto para botijão de gás

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, prometeu neste domingo reajustar o Bolsa Família e definir um teto para o preço do botijão de gás de cozinha.

    O petista, que cumpriu evento de campanha em São Luís, afirmou que os benefícios do programa terão acréscimo de 20 por cento, caso eleito, e que os botijões terão o preço máximo de 49 reais.

    “Quero dizer para vocês, Bolsa Família em janeiro: 20 por cento de acréscimo. Porque as famílias estão sofrendo muito”, afirmou Haddad em discurso após caminhada em bairro da periferia da capital maranhense.

    Segundo o candidato, um beneficiário que recebe atualmente 200 reais passaria a um benefício de 240 reais.

    O Bolsa Família tem sido abordado pelos dois candidatos, que enfrentam-se nas urnas no segundo turno das eleições no próximo domingo.

    Jair Bolsonaro (PSL), adversário de Haddad e primeiro colocado nas pesquisas eleitorais, chegou a prometer um 13º para o programa, apesar da situação fiscal do Brasil, que tem limitado o governo de fazer investimentos públicos.

    Em seu perfil no Twitter, Haddad comentou neste domingo que ainda há chance de virar sua desvantagem na disputa.

    “Se a gente ganhar 1 ponto por dia, basta apenas isso, a gente vira esse jogo e vamos juntos subir a rampa do Planalto”, publicou o candidato.

    Haddad aproveitou, também via Twitter, para criticar a ausência do adversário em debates televisivos. Bolsonaro já avisou que não pretende comparecer a esse tipo de atividade alegando questões de saúde e segurança após o atentado a faca que sofreu em setembro durante evento de sua campanha.

    “Essa semana eu descobri porque o Bolsonaro não participa dos debates. O soldadinho de araque não pode reafirmar o que ele fala no submundo da internet olhando no meu olho”, disse Haddad na rede social.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Eleitores vão decidir entre um miliciano e um professor, diz Haddad

    Eleitores vão decidir entre um miliciano e um professor, diz Haddad

    (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, afirmou que os brasileiros vão escolher entre um miliciano que quer armar a população e um professor no segundo turno da eleição que ele disputa contra Jair Bolsonaro (PSL).

    'O Brasil está entre dois projetos. De um lado nós temos um miliciano que quer armar a população e do outro um professor que quer educar, um professor que quer gerar emprego', disse Haddad em comício no Ceará neste sábado.

    O petista criticou seu adversário por, segundo ele, insuflar um atrito com a Venezuela. Bolsonaro tem afirmado que uma vitória de Haddad na eleição pode levar o Brasil a uma crise nos moldes dos venezuelanos.

    'Estão querendo que a gente crie uma guerra com a Venezuela, temos que encontrar a paz. Não vamos transformar o Brasil num Oriente Médio', disse à multidão de apoiadores.

    Haddad passou o sábado no Ceará, Estado em que Ciro Gomes (PDT) obteve a liderança no primeiro turno, em busca de votos do pedetista, que anunciou 'apoio crítico' ao PT no segundo turno.

    Ao comentar os elogios de Bolsonaro às políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e vídeo em que o adversário aparece batendo continência para a bandeira dos EUA, Haddad ressaltou que pretende defender os interesses nacionais.

    'Eu não bato continência para a bandeira americana. Não vou deixar instalar uma base americana aqui, não vou dar Alcântara para os americanos, não vou dar Amazônia, não vou dar o pré-sal...Quem é ele para alienar o nosso patrimônio? Nós é que descobrimos, com pesquisa, com ciência', afirmou.

    (Por Tatiana Ramil, em São Paulo)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Haddad lamenta que TSE não tenha permitido busca e apreensão em investigação de mensagens

    Haddad lamenta que TSE não tenha permitido busca e apreensão em investigação de mensagens

    (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, lamentou neste sábado que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tenha rejeitado os pedidos requeridos pela coligação petista para fazer busca e apreensão em empresas supostamente envolvidas no envio de mensagens em massa por WhatsApp para favorecer o candidato Jair Bolsonaro (PSL).

    O ministro Jorge Mussi, do TSE, autorizou na sexta-feira a abertura de uma investigação sobre mensagens supostamente bancadas por empresários contra petistas, mas barrou pedidos para conceder liminares para fazer busca e apreensão e quebrar sigilos bancário, telefônico e telemático de empresários.

    'Esse esquema de corrupção que foi montado para ajudá-lo (Bolsonaro) precisa ser desbaratado e eu lamento que a Justiça Eleitoral não tenha permitido a busca e apreensão, porque busca e apreensão dos computadores das empresas criminosas e eventual prisão de um dos empresários que fez contribuição ilegal poderia resolver esse problema agora, e ele saindo do primeiro turno para a entrada do (terceiro colocado) Ciro (Gomes)', disse Haddad a jornalistas em Fortaleza.

    'O WhatsApp já baniu 100 mil perfis falsos ligados a Bolsonaro. Ele tinha 100 mil robôs trabalhando para ele a peso de ouro, mentindo sobre mim e minha família. Ele é um sujeito desqualificado, por isso que ele não me enfrenta', completou.

    Segundo Haddad, o TSE precisa agir para barrar esse tipo de comportamento nas próximas eleições também.

    'É uma quadrilha que tem de ser desbaratada porque pode atuar em outras eleições. Já atuou no primeiro turno, elegendo parlamentares que ninguém conhece. São parlamentares de WhatsApp, e pode eleger governador que nunca ninguém viu, que não tem currículo. É muito grave para a democracia', afirmou.

    Em campanha no Nordeste, Haddad destacou a importância de dar continuidade ao Programa de Aceleração do Crescimento na região, local onde obteve grande votação no primeiro turno, e que, segundo ele, será decisiva para tentar reverter a vantagem de Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto.

    'Nós temos que retomar as obras do PAC. Sem o PAC, o Nordeste vai parar. Retomar as obras é gerar emprego e aumentar a produtividade da economia local', defendeu.

    (Por Tatiana Ramil, em São Paulo)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Haddad faz aceno a militares e diz que generais não evitarão 'maluquices' de Bolsonaro em eventual governo

    Haddad faz aceno a militares e diz que generais não evitarão 'maluquices' de Bolsonaro em eventual governo

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, fez um aceno aos militares nesta sexta-feira ao afirmar que durante o regime militar houve iniciativas mais positivas do que as defendidas atualmente por seu adversário no segundo turno, Jair Bolsonaro (PSL), e alertou que os generais que estão ligados à campanha do capitão reformado do Exército não vão conseguir evitar 'maluquices' em um eventual governo.

    Haddad destacou que os militares da ditadura tinham uma vocação nacionalista, diferentemente de Bolsonaro, que tem uma postura entreguista, por ser favorável à venda de empresas estatais.

    O candidato do PT afirmou ainda que no regime militar havia uma viés liberalizante do ponto de vista comportamental ao passo que Bolsonaro representa uma regressividade. Para o petista, a única semelhança entre os militares do regime e o capitão reformado é truculência presente nos dois casos.

    “A única herança que ele representa do regime militar é a truculência com quem pensa diferente. Nisso ele herdou até a medula a genética do regime militar”, disse o petista em palestra no Rio de Janeiro.

    Haddad afirmou que eleger Bolsonaro é entregar “um cheque em branco” nas mãos de um político inexperiente que passou 28 anos no Congresso sem ter um projeto decente aprovado pelos seus pares na Câmara dos Deputados.

    Ao criticar mais uma vez a ausência de Bolsonaro dos debates eleitorais, o petista disse que não sabe com quem está disputando o segundo turno e classificou novamente o deputado como um dos piores parlamentares da história republicana.

    “Não é justo passar um cheque em branco para quem quer que seja', disse. 'Independentemente do resultado... nós não vamos abdicar de defender o Brasil desse entreguismo, desse projeto antinacional e antissocial, desse projeto covarde que não se apresenta”, atacou Haddad.

    “Ninguém pode fazer de uma tragédia (a facada) um pretexto para ter um cheque em branco', acrescentou. 'A vida de um presidente não vai ser fácil, mas de um despreparado e omisso tenho certeza que vai ser muito mais difícil. Vem para o debate Jair”, desafiou Haddad.

    Mais tarde, falando a jornalistas, o petista fez um outro alerta sobre o despreparo do adversário.

    “Todo mundo acha que o Bolsonaro vai ser tutelado pelos generais, e não vão deixar ele fazer maluquice', disse. 'Só que não é assim que funciona quando você dá uma caneta de presidente a uma pessoa com as características dele.”

    Para o candidato do PT, o risco Bolsonaro é ainda maior devido a fragilidades das instituições brasileiras.

    “Não funciona assim (tutelar um presidente), sobretudo no Brasil, onde as instituições não têm esse poder que pensam que têm', argumentou Haddad.

    'Veja quem deveria estar atuando nas eleições e não está, por medo. Tem jornalista ameaçado, ministro do Supremo ameaçado e tem general aliado ao Bolsonaro que ameaçou ministro de impeachment e prisão. É nessa circunstância que estamos vivendo”, acrescentou.

    Haddad finalizou criticando a elite brasileira, que chegou a sonhar com um Emmanuel Macron nacional, após o impeachment da petista Dilma Rousseff, referindo-se ao presidente francês, e agora está apostando em um candidato do padrão de Bolsonaro.

    “Nesse ambiente as pessoas acham que vão tutelar (o Bolsonaro)? Não vão. É um erro, estão cometendo um erro. A elite brasileira está cometendo um erro”, concluiu o petista.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Haddad minimiza pesquisas e diz que, se TSE apurar denúncias contra Bolsonaro, chance de virada aumenta

    Haddad minimiza pesquisas e diz que, se TSE apurar denúncias contra Bolsonaro, chance de virada aumenta

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, minimizou resultados de pesquisas eleitorais divulgados na quinta e nesta sexta-feira, que mostram vantagem folgada de Jair Bolsonaro (PSL) na corrida presidencial, e disse que se a Justiça Eleitoral apurar denúncias contra a campanha rival, se torna ainda mais confiante em uma virada.

    Pesquisa Datafolha divulgada na noite de quinta mostrou Bolsonaro na liderança com 59 por cento dos votos válidos, contra 41 por cento de Haddad. Já nesta sexta, levantamento do DataPoder360 colocou o candidato do PSL com 64 por cento dos votos válidos, enquanto o petista soma 36 por cento, e levantamento do Ipespe para a XP Investimentos deu 58 por cento dos votos válidos a Bolsonaro e 42 por cento a Haddad.

    “Acho que dá (para virar), sobretudo com as denúncias de corrupção na campanha do Bolsonaro”, disse Haddad à Reuters ao chegar no aeroporto do Rio de Janeiro. 'Se o TSE apurar as denúncias, estou confiante.”

    O PT entrou nesta quinta-feira no Tribunal Superior Eleitoral com um pedido de investigação judicial contra a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) por abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação social, com base na suspeita de que a campanha esteja sendo beneficiada pelo disparo em massa de mensagens contra o PT, pagas por empresários simpatizantes do candidato. [nL2N1WY21D]

    Haddad disse nesta sexta que o adversário vai na contramão dos princípios democráticos.

    “Ainda temos 10 dias para tentar salvar a democracia', disse ele ao desembarcar no aeroporto Santos Dumont, onde foi recepcionado por um grupo de simpatizantes e políticos.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Haddad diz que Bolsonaro tentou fraudar eleição e que 2º turno deveria ser entre ele e Ciro

    Haddad diz que Bolsonaro tentou fraudar eleição e que 2º turno deveria ser entre ele e Ciro

    Por Eduardo Simões e Pedro Belo

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, disse nesta quinta-feira que o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, tentou fraudar a eleição usando recursos de caixa 2 para enviar mensagens contra ele no WhatsApp e que, por isso, o segundo turno da eleição presidencial deveria ser entre ele e o candidato do PDT, Ciro Gomes.

    Haddad citou uma testemunha, que teria sido mencionada pela revista Piauí, que teria afirmado que o ex-capitão do Exército pediu pessoalmente que empresários financiassem o disparo em massa de mensagens pelo WhatsApp para difamar e caluniar a candidatura petista na reta final do primeiro turno da disputa presidencial.

    'Eu acho que o segundo turno tem que se dar entre mim e o Ciro. É isso que a legislação prevê, porque ele fraudou, tentou fraudar a eleição. Felizmente não deu o primeiro turno, porque se dá no primeiro turno, ia tudo para debaixo do tapete', disse Haddad a jornalistas em São Paulo.

    Bolsonaro disse em sua conta no Twitter que 'apoio voluntário é algo que o PT desconhece e não aceita', e que o partido de seu adversário no segundo turno da eleição presidencial não está sendo prejudicado por 'fake news', mas pela verdade, uma vez que 'roubaram o dinheiro da população'.

    O presidenciável do PSL publicou os tuítes após Haddad afirmar que irá à Justiça Eleitoral para impedir o presidenciável do PSL de 'violentamente agredir a democracia', ao comentar a reportagem da Folha.

    No Twitter, Bolsonaro disse ainda que o PT sempre fez política 'comprando consciências', e acusou o partido de ter mergulhado o país no caos.

    Mais cedo, em entrevista coletiva, Haddad havia dito que testemunhas relataram que Bolsonaro havia pedido pessoalmente a empresários durante um jantar que eles financiassem o envio em massa de mensagens contra a candidatura petista pelo WhatsApp. Mais tarde, entretanto, ele esclareceu que a testemunha havia sido citada pela revista Piauí.

    'Ele estava no jantar pedindo recursos para o WhatsApp, todo mundo sabe disso, a Piauí sabe disso', disse Haddad. 'Saiu publicado pela imprensa, ou vocês desmentem a Piauí? Pode falar que eles mentiram. Agora, estou me baseando numa informação publicada numa revista que eu suponho que seja séria.'

    Na entrevista coletiva de mais cedo, Haddad disse que eventuais investigações podem chegar à quantia de 'centenas de milhões de reais despejados ilegalmente' na campanha de Bolsonaro e fez um alerta de que o PT rastreará empresários que eventualmente estejam envolvidos no caso para que sejam responsabilizados criminalmente.

    'Vamos mobilizar toda a legislação em vigor, nós entendemos isso como uma prática de crime continuado, portanto hoje esse crime está sendo cometido, talvez, venhamos a pedir prisões em flagrante ou preventivas para que tenhamos nos próximos dez dias alguma normalidade democrática depois da devastação que foi a última semana do primeiro turno', disse Haddad, visivelmente irritado, durante a entrevista.

    Na edição desta quinta-feira, o jornal Folha de S. Paulo revela que empresários têm bancado a compra de distribuição de mensagens contra o PT por WhatsApp, em uma prática que se chama pacote de disparos em massa de mensagens, e estariam preparando uma ação para a próxima semana, antes do segundo turno.

    Na entrevista pela tarde, o petista voltou a defender a prisão de empresários envolvidos no suposto esquema de envio de notícias falsas pela campanha de Bolsonaro.

    'O importante agora é prender os empresários que com caixa 2 financiaram o bolsonaro numa campanha de difamação, isso é o que vocês têm que cobrir hoje', disse Haddad aos jornalistas.

    Mais cedo, o petista disse que, independentemente do resultado do segundo turno da eleição, marcado para o dia 28 de outubro, irá 'até as últimas consequências' em busca de reparação para o que afirmou ser calúnia e difamação que sofreu e afirmou que a campanha do PT também irá recorrer à missão de observadores eleitorais da Organização dos Estados Americanos (OEA).

    'Nós vamos levar ao conhecimento da Justiça todos os indícios, alguns que estão nos chegando agora de reuniões que ele... de viva voz pediu apoio via WhatsApp, ou seja, ele próprio em jantares com empresários fez um pedido para que a atuação fosse feita dessa maneira, de forma ilegal', disse o presidenciável petista.

    'Evidentemente, no que me diz respeito, a luta pela minha dignidade extrapola o 28 de outubro, porque eu vou buscar reparação dos ataques que ele me fez via internet, porque ele patrocinou com dinheiro sujo uma campanha de difamação e isso não tem prazo para acabar, eu vou buscar reparação até as últimas consequências.'

    O petista cobrou um posicionamento do WhatsApp e disse que, se a empresa, controlada pelo Facebook, tiver algum compromisso com valores, tomará providências.

    “O WhatsApp pode ajudar, se quiser. O WhatsApp pode fingir que não é com ele, mas pode ajudar, se quiser. Se tiver compromisso com valores, se essa empresa tiver algum compromisso com valores, vai tomar providências em relação a matéria de hoje, e vai procurar evitar o que aconteceu em relação à última semana do primeiro turno”, afirmou.

    Haddad também fez um alerta duro a empresários que eventualmente tenham financiado o envio em massa de mensagens ofensivas a ele pelo aplicativo.

    “Eu estou prevenindo esses empresários, eles vão ser rastreados, nós vamos rastreá-los e, independentemente do resultado eleitoral. Nós vamos chegar à autoria deste crime. É um alerta que fica: parem o crime, parem de cometer crime. Isso é crime.”

    O WhatsApp, por meio da assessoria de imprensa, informou que ainda não tem um posicionamento específico sobre esse caso.

    (Reportagem adicional de Taís Haupt)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Haddad diz que campanha de Bolsonaro pediu e recebeu 'dinheiro sujo' de empresários para mensagens no WhatsApp

    Haddad diz que campanha de Bolsonaro pediu e recebeu 'dinheiro sujo' de empresários para mensagens no WhatsApp

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, disse nesta quinta-feira que sua campanha sabia que havia 'dinheiro sujo' na campanha do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, e que tem testemunhas que afirmam que o ex-capitão do Exército pediu pessoalmente que empresários financiassem o disparo em massa de mensagens pelo WhatsApp contra o petista.

    Em entrevista coletiva, Haddad disse que eventuais investigações podem chegar à quantia de 'centenas de milhões de reais despejados ilegalmente' na campanha de Bolsonaro e fez um alerta de que o PT rastreará empresários que eventualmente estejam envolvidos no caso para que sejam responsabilizados criminalmente.

    'Vamos mobilizar toda a legislação em vigor, nós entendemos isso como uma prática de crime continuado, portanto hoje esse crime está sendo cometido, talvez, venhamos a pedir prisões em flagrante ou preventivas para que tenhamos nos próximos dez dias alguma normalidade democrática depois da devastação que foi a última semana do primeiro turno', disse Haddad, visivelmente irritado, durante a entrevista.

    'Nós calculamos em centenas de milhares de mensagens encaminhadas para os eleitores falsas, todas falsas, nenhuma verdadeira, para orientar o voto na direção do adversário, em qualquer lugar do mundo isso seria um escândalo de proporções avassaladoras poderia se dar até em cassação da candidatura com a chamada do terceiro colocado para disputar o segundo turno', afirmou.

    Na edição desta quinta-feira, o jornal Folha de S. Paulo revela que empresários têm bancado a compra de distribuição de mensagens contra o PT por WhatsApp, em uma prática que se chama pacote de disparos em massa de mensagens, e estariam preparando uma ação para a próxima semana, antes do segundo turno.

    Haddad disse que, independentemente do resultado do segundo turno da eleição, marcado para o dia 28 de outubro, irá 'até as últimas consequências' em busca de reparação para o que afirmou ser calúnia e difamação que sofreu e afirmou que a campanha do PT também irá recorrer à missão de observadores eleitorais da Organização dos Estados Americanos (OEA).

    'Nós vamos levar ao conhecimento da Justiça todos os indícios, alguns que estão nos chegando agora de reuniões que ele... de viva voz pediu apoio via WhatsApp, ou seja, ele próprio em jantares com empresários fez um pedido para que a atuação fosse feita dessa maneira, de forma ilegal', disse o presidenciável petista.

    'Evidentemente, no que me diz respeito, a luta pela minha dignidade extrapola o 28 de outubro, porque eu vou buscar reparação dos ataques que ele me fez via internet, porque ele patrocinou com dinheiro sujo uma campanha de difamação e isso não tem prazo para acabar, eu vou buscar reparação até as últimas consequências.'

    O petista cobrou um posicionamento do WhatsApp e disse que, se a empresa, controlada pelo Facebook, tiver algum compromisso com valores, tomará providências.

    “O WhatsApp pode ajudar, se quiser. O WhatsApp pode fingir que não é com ele, mas pode ajudar, se quiser. Se tiver compromisso com valores, se essa empresa tiver algum compromisso com valores, vai tomar providências em relação a matéria de hoje, e vai procurar evitar o que aconteceu em relação à última semana do primeiro turno”, afirmou.

    Haddad também fez um alerta duro a empresários que eventualmente tenham financiado o envio em massa de mensagens ofensivas a ele pelo aplicativo.

    “Eu estou prevenindo esses empresários, eles vão ser rastreados, nós vamos rastreá-los e, independentemente do resultado eleitoral. Nós vamos chegar à autoria deste crime. É um alerta que fica: parem o crime, parem de cometer crime. Isso é crime.”

    Em mensagem no Twitter na tarde desta quinta-feira, Bolsonaro afirmou que apoio voluntário é 'algo que o PT desconhece e não aceita'.

    'Sempre fizeram política comprando consciências. Um dos ex-filiados de seu partido de apoio, o PSOL, tentou nos assassinar. Somos a ameaça aos maiores corruptos da história do Brasil', escreveu.

    O WhatsApp, por meio da assessoria de imprensa, informou que ainda não tem um posicionamento específico sobre esse caso.

    (Com reportagem de Pedro Belo, reportagem adicional de Taís Haupt)

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. haddad

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.