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    Atividade econômica do Brasil contrai 0,47% em abril e tem 4ª queda seguida, aponta BC

    SÃO PAULO (Reuters) - A atividade econômica do Brasil iniciou o segundo trimestre com recuo em abril depois de terminar os três primeiros meses do ano com contração, pressionada principalmente pelas vendas varejistas e ratificando as preocupações com o crescimento.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), apresentou queda de 0,47% em abril na comparação com março, segundo dado dessazonalizado divulgado pelo BC.

    O resultado configurou a quarta queda seguida do IBC-Br na comparação mensal e ainda mostrou piora em relação à leitura de março, quando o índice caiu 0,3%, em dado revisado pelo BC de queda de 0,28% divulgada antes.

    O dado de abril ainda frustrou a expectativa de avanço de 0,20% em pesquisa da Reuters.

    Na comparação com abril de 2018, o IBC-Br apresentou recuo de 0,62% e, no acumulado em 12 meses, teve avanço de 0,72%.

    'A economia continua a operar com alto grau de ociosidade em termos de utilização dos recursos. O avanço na direção da consolidação fiscal em níveis federal e subnacional continuam, em nossa avaliação, sendo essencial para ancorar o sentimento do mercado, sustentar a confiança do consumidor e das empresas e alavancar o que tem sido até agora uma recuperação extremamente rasa e decepcionante', disse em nota o diretor de pesquisa econômica do Goldman Sachs, Alberto Ramos.

    Segundo dados do IBGE, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil teve recuo de 0,2% no primeiro trimestre na comparação com os últimos três meses de 2018, na primeira queda trimestral desde o fim de 2016.

    Em abril, a produção industrial brasileira registrou avanço abaixo do esperado de 0,3% sobre março, pressionada pela indústria extrativa e mostrando irregularidade.

    As vendas varejistas tiveram no mês o primeiro resultado negativo para abril em quatro anos ao recuarem 0,6%, mas o volume de serviços teve alta pela primeira vez no ano, de 0,3%.

    A atividade econômica brasileira vem encontrando dificuldades de engrenar diante de uma taxa de desemprego de 12,5% com nível recorde de pessoas subutilizadas e de desalentados, bem como alto grau de capacidade ociosa.

    A consolidação fiscal permanece no foco das atenções, destacadamente a da Previdência, com o risco de o país sofrer nova recessão pesando sobre o governo do presidente Jair Bolsonaro.

    A reforma previdenciária é considerada imprescindível para melhorar o sentimento entre mercado, empresas e consumidores, e na véspera o relator Samuel Moreira (PSDB-SP) apresentou parecer com impacto fiscal total m torno de 1,13 trilhão de reais. O texto, entretanto ainda não tem uma data para ser votado pela comissão especial da Câmara dos Deputados.

    As expectativas de crescimento para o Brasil continuam sofrendo seguidos cortes, e a mais recente pesquisa Focus realizada semanalmente pelo Banco Central junto a uma centena de economistas mostrou que a estimativa para a atividade neste ano agora é de crescimento de 1%, indo a 2,23% em 2020.

    (Por Camila Moreira)

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    6 D

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    Atividade econômica do Brasil tem contração de 0,68% no 1º tri, aponta BC

    Por Camila Moreira

    SÃO PAULO (Reuters) - A economia brasileira terminou o primeiro trimestre com contração depois de três resultados mensais negativos, mostraram dados do Banco Central nesta quarta-feira, corroborando as preocupações com o ritmo da atividade econômica e as perspectivas de crescimento do país.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), caiu 0,28 por cento em março na comparação com o mês anterior, segundo dado dessazonalizado divulgado pelo BC.

    O resultado foi pior do que a expectativa de queda de 0,20 por cento em pesquisa da Reuters, e seguiu-se a recuos de 0,98 e 0,11 por cento, respectivamente, em janeiro e fevereiro.

    Com isso, o indicador apresentou contração de 0,68 por cento no primeiro trimestre em relação aos três meses anteriores, em número dessazonalizado.

    Na comparação com março de 2018, o IBC-Br apresentou queda de 2,52% e, no acumulado em 12 meses, teve alta de 1,05%, segundo números observados.

    O mês de março foi marcado por contrações tanto na indústria quanto nos serviços, em um ambiente de taxa de desemprego de 12,7 por cento no primeiro trimestre, com quase 13,4 milhões de desempregados, e número recorde de desalentados.

    A produção industrial caiu 1,3 por cento no mês, no ritmo mais forte de perdas para março em dois anos, enquanto o volume de serviços perdeu 0,7 por cento em março.

    As vendas no varejo tiveram crescimento de 0,3 por cento sobre fevereiro, porém em um resultado abaixo do esperado.

    'A economia continua a operar com um alto grau de ociosidade em termos de utilização de recursos. Progresso na direção de uma consolidação fiscal... permanece, em nossa avaliação, sendo determinante para ancorar o sentimento do mercado, sustentar o sentimento de consumidores e empresas e alavancar o que tem sido até agora uma recuperação rasa e decepcionante', avaliou o diretor de pesquisa econômica do Goldman Sachs para América Latina, Alberto Ramos.

    Depois da divulgação dos últimos números, Ramos reduziu a expectativa para o PIB no primeiro trimestre a uma contração de 0,1%, de alta de 0,2% antes, vendo aumento do PIB de 1,2% em 2019, antes 1,7%.

    Os números do PIB relativos ao início de 2019 serão divulgados pelo IBGE em 30 de maio. No quarto trimestre do ano passado, o PIB cresceu 0,1 por cento sobre o terceiro e terminou 2018 com expansão de 1,1 por cento, de acordo com dados do IBGE.

    'Indicadores de atividade econômica do primeiro trimestre sugerem queda de 0,2% do PIB no período', estimou o Bradesco em nota.

    Na terça-feira, o Banco Central apontou uma 'probabilidade relevante' de que a economia brasileira tenha recuado ligeiramente no primeiro trimestre deste ano sobre os três meses anteriores.

    As expectativas de crescimento para o Brasil vêm sofrendo sucessivas reduções. A mais recente pesquisa Focus realizada semanalmente pelo BC junto a uma centena de economistas mostrou que a estimativa para a atividade neste ano é de crescimento de 1,45 por cento, indo a 2,50 por cento em 2020.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes afirmou em audiência pública na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso que a projeção de crescimento do governo para a economia neste ano caiu para 1,5%. Por enquanto, o governo estima oficialmente alta de 2,2% do PIB.

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    1 M

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    Atividade econômica do Brasil tem em fevereiro maior contração em 9 meses, indica BC

    SÃO PAULO (Reuters) - O ritmo fraco da economia brasileira estendeu-se para fevereiro com a maior contração em nove meses, segundo dados do Banco Central divulgados nesta segunda-feira, ampliando as projeções de uma queda no primeiro trimestre e corroborando as preocupações com as perspectivas de crescimento do país.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), teve recuo de 0,73 por cento em fevereiro na comparação com o mês anterior, segundo dado dessazonalizado divulgado pelo BC.

    O resultado mensal foi o segundo negativo após recuo de 0,31 por cento em janeiro, em dado revisado pelo BC depois de divulgar contração de 0,41 por cento. E é também a pior leitura para o indicador desde a queda de 3,1 por cento vista em maio de 2018.

    'Indicadores de atividade econômica conhecidos até o momento seguem sugerindo uma leve queda de 0,1 pro cento do PIB no primeiro trimestre deste ano', afirmou o Bradesco em nota.

    Na comparação com fevereiro de 2018, o IBC-Br apresentou crescimento de 2,49 por cento e, no acumulado em 12 meses, teve alta de 1,21 por cento, segundo números observados.

    Em fevereiro, a produção industrial do Brasil mostrou alguma recuperação ao avançar 0,7 por cento sobre o mês anterior, devolvendo as perdas vistas em janeiro.

    Entretanto, as vendas no varejo ficaram estáveis no mês, com as compras voltadas para o Carnaval compensando perdas em supermercados e combustíveis. E o volume de serviços recuou 0,4 por cento em fevereiro, na segunda queda seguida.

    O cenário permanece sendo de lentidão da economia e mercado de trabalho fraco, com cerca de 13 milhões de desempregados no país, ainda que a inflação e taxa de juros baixas proporcionem alguma expectativa de melhora do consumo.

    As expectativas de crescimento para o Brasil vêm sofrendo sucessivas reduções. A mais recente pesquisa Focus realizada semanalmente pelo BC junto a uma centena de economistas mostra que a expectativa para a atividade neste ano é de crescimento de 1,95 por cento, indo a 2,58 por cento em 2020.

    Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a estimativa de expansão da economia brasileira em 2019 a 2,1 por cento, citando a necessidade de cortes de gastos com funcionalismo público e da reforma da Previdência para conter as crescentes despesas.

    (Por Camila Moreira)

    20

    2 M

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    Atividade econômica do Brasil recua mais que o esperado em janeiro, mostra BC

    SÃO PAULO (Reuters) - A atividade econômica brasileira iniciou o ano com contração acima do esperado em janeiro, de acordo com dados do Banco Central, em um mês marcado principalmente por perdas na indústria que reforçam a percepção de fraqueza do crescimento no início de 2019.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), recuou 0,41 por cento em janeiro sobre o mês anterior, informou o BC em dado dessazonalizado nesta segunda-feira. Em dezembro, o índice subiu 0,21 por cento.

    Na comparação com janeiro de 2017, o IBC-Br apresentou crescimento de 0,79 por cento e, no acumulado em 12 meses, teve alta de 1,00 por cento, segundo números observados.

    'Esse resultado e outros indicadores divulgados anteriormente sugerem uma recuperação mais gradual da atividade econômica do que o previsto inicialmente', afirmou o banco Bradesco em relatório.

    O destaque negativo em janeiro ficou para a indústria, cuja produção teve queda de 0,8 por cento sobre o mês anterior, no resultado mais fraco em quatro meses.

    O volume de serviços também surpreendeu ao recuar no mês, com queda no volume de 0,3 por cento em relação a dezembro.

    Somente o setor de varejo apresentou ganhos no início do ano, com as vendas subindo 0,4 por cento em janeiro sobre o mês anterior, acima do esperado.

    Em 2018, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou expansão 1,1 por cento, mas com o ritmo desacelerando no final do ano e crescendo 0,1 por cento no quarto trimestre sobre os três meses anteriores.

    A pesquisa Focus realizada semanalmente pelo BC junto a uma centena de economistas mostra que a expectativa para a atividade neste ano foi reduzida no último levantamento, com o PIB crescendo 2,01 por cento, de 2,28 por cento estimados antes.

    (Por Camila Moreira)

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    3 M

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    Atividade econômica do Brasil cresce 0,29% em novembro, diz BC

    BRASÍLIA (Reuters) - A economia brasileira cresceu pelo segundo mês seguido em novembro, mas sem fôlego expressivo, indicando que 2018 deve ter terminado com pouca força no último trimestre.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), avançou 0,29 por cento em novembro sobre o mês anterior, informou o BC em dado dessazonalizado nesta quinta-feira.

    Em outubro, o índice ficou praticamente estável, com aumento de apenas 0,02 por cento -- percentual que não foi revisado pelo BC.

    Na comparação com novembro de 2017, o IBC-Br apresentou crescimento de 1,86 por cento e, no acumulado em 12 meses, teve alta de 1,44 por cento, segundo números observados.

    Em novembro, o destaque positivo na economia ficou por conta das vendas no varejo, que subiram 2,9 por cento sobre outubro, no melhor dado para o mês em 18 anos, impulsionado pela Black Friday.

    A produção industrial brasileira chegou a interromper quatro meses de queda, mas o aumento de 0,1 por cento sobre o mês anterior foi o resultado mais fraco para novembro em três anos.

    Já o volume de serviços ficou estagnado pelo segundo mês seguido e teve o pior desempenho para novembro em dois anos, indicando moderação para o final do ano.

    A pesquisa Focus realizada semanalmente pelo BC junto a uma centena de economistas mostra que a expectativa é de que o PIB tenha crescido 1,28 por cento em 2018.

    Em um ambiente de baixa taxa de juros, aumento da confiança e expectativa de melhora dos gastos e investimentos passada a eleição presidencial, a projeção para 2019 é de uma expansão de 2,57 por cento.

    A melhora do mercado de trabalho e consumo doméstico, bem como aumento do crédito, dependem, entretanto, da manutenção da agenda de reformas e ajustes da economia pelo governo.

    (Por Marcela Ayres)

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    5 M

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    Atividade econômica inicia 4º tri quase estagnada, mas melhor que o esperado, aponta BC

    SÃO PAULO (Reuters) - A atividade econômica brasileira iniciou o último trimestre do ano praticamente estagnada, mantendo o ritmo paulatino e moroso que vem marcando 2018, porém com um resultado melhor do que o esperado.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), apresentou avanço de 0,02 por cento em outubro na comparação com o mês anterior, de acordo com dado dessazonalizado divulgado nesta segunda-feira pelo BC.

    O desempenho foi melhor que a expectativa em pesquisa da Reuters de contração de 0,20 por cento, representando o quinto resultado positivo no ano.

    'Esse resultado e outros indicadores divulgados anteriormente reforçam a nossa expectativa de crescimento de 0,1 por cento do PIB no quarto trimestre', projetou o Bradesco em nota.

    Os dados do BC mostram ainda que, na comparação com outubro de 2017, o IBC-Br registrou crescimento de 2,99 por cento e, no acumulado em 12 meses, teve alta de 1,54 por cento, segundo números observados.

    O mês de outubro foi marcado por frustrações de expectativas. A produção industrial avançou 0,2 por cento sobre setembro, porém em um resultado abaixo do esperado.

    As vendas varejistas tiveram recuo de 0,4 por cento contra expectativa de alta, enquanto o volume de serviços avançou 0,1 por cento, em um ritmo também abaixo do esperado.

    A economia do Brasil se firmou durante o terceiro trimestre e o PIB cresceu 0,8 por cento na comparação com os três meses anteriores, mostrando recuperação após a greve dos caminhoneiros.

    Entretanto, ainda opera com alto grau de ociosidade e com o desemprego elevado no país. Até outubro, o país foi marcado pelas incertezas em torno das eleições e, agora, o foco se volta para o avanço das reformas fiscais, destacadamente da Previdência.

    Na pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira pelo BC, a projeção dos economistas consultados é de um crescimento do PIB este ano de 1,30 por cento, avançando para 2,55 por cento em 2019.

    (Por Camila Moreira)

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    6 M

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    Atividade econômica cai 0,09% em setembro mas termina 3º tri no azul, indica BC

    SÃO PAULO (Reuters) - A economia brasileira registrou recuo em setembro mas ainda assim terminou o terceiro trimestre com expansão, voltando a mostrar crescimento trimestral após duas quedas seguidas, em uma recuperação principalmente após a greve dos caminhoneiros ter deprimido a atividade no período entre abril e junho.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), apresentou contração de 0,09 por cento em setembro na comparação com o mês anterior, de acordo com dado dessazonalizado divulgado nesta sexta-feira pelo BC.

    O resultado foi melhor que a expectativa em pesquisa da Reuters, de queda de 0,4 por cento, no primeiro desempenho negativo após três altas seguidas.

    Com isso, o indicador fechou o terceiro trimestre com expansão de 1,74 por cento sobre os três meses anteriores, também em dado dessazonalizado, após contração de 0,15 por cento no primeiro trimestre e de 0,79 por cento no segundo, sendo que no período entre abril e junho houve forte pressão da greve dos caminhoneiros.

    'Vemos os resultados dos distintos indicadores da atividade (no terceiro trimestre) tendendo claramente a positivos, em parte em resposta à base fraca do segundo trimestre', explicou o economista-chefe da Tullett Prebon Brasil, Fernando Miguel Monteiro, em nota.

    'A favor deste último trimestre jogam as maiores confianças e distensão do pós-eleições', completou.

    Na comparação com setembro de 2017, o IBC-Br registrou crescimento de 0,72 por cento e no acumulado em 12 meses teve alta de 1,45 por cento, segundo dados observados do BC.

    Os indicadores de atividade em setembro mostraram que a economia apresentou desempenho fraco no fim do terceiro trimestre, em um período marcado por fortes incertezas antes da eleição presidencial de outubro.

    A produção industrial registrou queda de 1,8 por cento sobre agosto, acima do esperado, enquanto as vendas no varejo sofreram contração de 1,3 por cento, no pior desempenho para o mês em 18 anos.

    Já o setor de serviços teve recuo inesperado na comparação com agosto, de 0,3 por cento, na performance mais fraca para setembro em três anos.

    A mais recente pesquisa Focus realizada pelo BC junto a economistas mostra que a expectativa é de um crescimento do PIB este ano de 1,36 por cento, acelerando a 2,5 por cento em 2019.

    O IBGE divulga os dados do PIB do segundo trimestre no dia 30 de novembro.

    (Por Camila Moreira; Edição de Marcela Ayres)

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    7 M

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    Varejo e serviços sustentam atividade e economia brasileira cresce 0,47% em agosto, diz BC

    SÃO PAULO (Reuters) - Os setores de varejo e serviços sustentaram a economia brasileira em agosto e ajudaram a atividade a crescer acima do esperado no período, porém a retomada segue em ritmo lento em meio à instabilidade provocada pelas incertezas com as eleições presidenciais.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB) divulgado nesta segunda-feira, registrou alta de 0,47 por cento em agosto na comparação com julho, segundo dado dessazonalizado divulgado nesta quarta-feira.

    O desempenho ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,25 por cento e marca o terceiro mês seguido de avanço.

    'Esse resultado e outros indicadores de atividade divulgados anteriormente sugerem um crescimento do PIB do terceiro trimestre superior ao esperado anteriormente. Assim, revisamos a nossa estimativa para o PIB do período, de 0,3 por cento na margem para 0,5 por cento', disse o Bradesco em nota.

    Entretanto, o IBC-Br de agosto também destaca a morosidade da economia, uma vez que o índice desacelerou após avanços de 3,45 por cento em junho --resultado provocado pela retomada após forte queda no mês anterior devido à greve dos caminhoneiros-- e de 0,65 por cento em julho.

    'Apesar da moderada recuperação da atividade em julho e agosto, nesse estágio do ciclo a dinâmica ainda é fraca e a economia opera com alto grau de ociosidade em termos de utilização dos recursos', apontou em relatório o diretor de pesquisa econômica do Goldman Sachs, Alberto Ramos.

    Na comparação com agosto de 2017, o IBC-Br registrou crescimento de 2,50 por cento e no acumulado em 12 meses teve alta de 1,50 por cento, segundo o BC.

    Em agosto, tanto as vendas varejistas quanto o volume de serviços aumentaram acima do esperado e tiveram os melhores resultados para o mês em vários anos, com altas de 1,3 por cento e 1,2 por cento, respectivamente, de acordo com dados do IBGE.

    Os números, entretanto, não indicam uma aceleração desses setores, em meio a um ambiente no país marcado por fortes incertezas com as eleições presidenciais e o desemprego elevado, o que vem prejudicando tanto o consumo quanto o ímpeto de investimento dos empresários.

    Esses fatores, inclusive, pressionaram a produção industrial a uma contração inesperada de 0,3 por cento em agosto na comparação com o mês anterior.

    Recentemente o BC piorou sua projeção de crescimento da economia brasileira para 1,4 por cento neste ano, e previu aceleração para 2,4 por cento no ano que vem.

    Os ministérios da Fazenda e do Planejamento preveem uma elevação de 1,6 por cento do PIB neste ano e de 2,5 por cento no ano que vem. Enquanto isso, a projeção mais recente de economistas ouvidos pela pesquisa Focus, feita semanalmente pelo BC, é de que o PIB crescerá 1,34 por cento em 2018 e 2,5 por cento em 2019.

    (Por Camila Moreira)

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    8 M

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    Economia cresce 0,57% em julho e tem 2º mês seguido de alta, aponta índice do BC

    BRASÍLIA (Reuters) - A economia brasileira cresceu em julho pelo segundo mês seguido, mas ainda dentro de um quadro de lenta recuperação econômica, com a confiança dos agentes cada vez mais afetada pelas incertezas eleitorais.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB) divulgado nesta segunda-feira, avançou 0,57 por cento em julho na comparação com junho, segundo dado dessazonalizado.

    Em junho, o crescimento foi de 3,42 por cento, revisou o BC, após ter divulgado uma leitura de 3,29 por cento para o mês. O forte desempenho reverteu todas as perdas sofridas em maio por conta da greve dos caminhoneiros.

    Na comparação com julho de 2017, o IBC-Br subiu 2,56 por cento e no acumulado em 12 meses teve alta de 1,46 por cento, segundo o BC, nos dois casos em dados observados.

    O mês de julho foi marcado por indicadores mistos, refletindo a inconstância da retomada da atividade, cada vez mais pressionada por temores políticos e econômicos com o desfecho das eleições.

    De um lado, o setor de serviços encolheu 2,2 por cento em julho sobre junho, no resultado mais fraco para o mês desde 2011 e bem pior do que o esperado.

    No mesmo caminho, as vendas no varejo caíram 0,5 por cento, na leitura mais fraca para o mês em dois anos.

    Apesar de também ter ficado no vermelho, com recuo de 0,2 por cento na mesma base de comparação, a produção industrial veio melhor que a estimativa.

    Para o ano, a projeção mais recentes de economistas ouvidos pela pesquisa Focus, feita semanalmente pelo BC, é de que o PIB aumentará 1,36 por cento, estimativa que foi revisada para baixo pela quarta semana seguida. Oficialmente, o governo estima alta de 1,6 por cento, após ter iniciado o ano prevendo expansão de 3 por cento na atividade.

    No primeiro trimestre, o PIB teve alta de apenas 0,1 por cento, acelerando o ritmo a uma alta de 0,2 por cento entre abril e junho, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    (Por Marcela Ayres)

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    9 M

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    Brasil cresce 3,29% em junho e reverte perda com greve; fecha 2º tri com queda de 0,99%, aponta BC

    SÃO PAULO (Reuters) - A economia brasileira conseguiu recuperar em junho todas as perdas sofridas no mês anterior por conta da greve dos caminhoneiros, mas ainda assim fechou o segundo trimestre com contração, a primeira depois de cinco períodos seguidos no azul.

    O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), subiu 3,29 por cento em junho, compensando totalmente a queda de 3,28 por cento vista no mês anterior, informou o BC nesta quarta-feira.

    O dado de maio foi revisado pelo BC, que apontou antes queda de 3,34 por cento, já a pior leitura mensal na série histórica do indicador, iniciada em 2003.

    O resultado mensal veio melhor que a expectativa de analistas em pesquisa da Reuters de expansão de 3 por cento.

    Ainda assim, a economia brasileira fechou o segundo trimestre com queda de 0,99 por cento em relação aos três meses anteriores, depois de ter subido 0,20 por cento entre janeiro e março na mesma base de comparação.

    Em maio o país sofreu com a paralisação dos caminhoneiros, que prejudicou diretamente a atividade e abalou ainda mais a confiança de empresariado e consumidores.

    Indicadores após esse período já mostraram alguma recuperação, mas não o suficiente para evitar que as projeções dos agentes econômicos sobre o PIB não sofressem reduções para este ano.

    Em junho, por exemplo, a produção industrial brasileira saltou 13,1 por cento sobre o mês anterior, apagando os efeitos negativos provocados pela paralisação nas rodovias.

    Na mais recente pesquisa Focus, feita pelo BC junto a uma centena de economistas todas as semanas, a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) passou a 1,49 por cento este ano, frente a 3 por cento há poucos meses.

    Ainda que a inflação e os juros sigam em níveis baixos, o desemprego elevado tem contido o consumo, barrando melhora mais significativa da economia num ano também marcado por incertezas ligadas às eleições presidenciais, quadro que tem entrado com cada vez mais força no radar dos agentes econômicos.

    O IBGE divulga os dados do PIB do segundo trimestre no dia 31 de agosto. De janeiro a março de 2018, o crescimento foi de 0,4 por cento sobre os três meses anteriores, marcando o quinto período seguido no azul, com ajuda da agropecuária.

    (Por Patrícia Duarte)

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