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    IGP-M tem alta de 1,34% na 2ª prévia de setembro, pressionado por preços no atacado, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A alta dos preços dos produtos agropecuários e industriais no atacado acelerou e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu 1,34 por cento na segunda prévia de setembro, depois de avançar 0,67 por cento no mesmo período do mês anterior.

    Os dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostraram nesta terça-feira que, na segunda prévia de setembro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, acelerou a alta a 1,95 pro cento, de 0,95 por cento na leitura anterior.

    Os Produtos Agropecuários passaram a subir 1,83 por cento no período de 1,37 por cento antes, enquanto os Industriais registraram alta de 1,98 por cento, contra 0,81 por cento na segunda prévia de agosto.

    Para os consumidores a pressão no período também foi maior, uma vez que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, passou a subir 0,16 por cento, depois de variação positiva de 0,05 por cento na segunda prévia de agosto.

    A principal contribuição partiu do grupo de Educação, Leitura e Recreação, que registrou avanço de 0,47 por cento, depois de ter apresentado variação negativa de 0,46 por cento no mês anterior.

    O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) desacelerou a alta de 0,19 por cento na segunda leitura de setembro, sobre avanço de 0,36 por cento em agosto.

    O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

    A segunda prévia do IGP-M calculou as variações de preços no período entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

    (Por Stéfani Inouye)

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    IGP-M acelera alta a 0,67% na 2ª prévia de agosto, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 0,67 por cento na segunda prévia de agosto, sobre avanço de 0,53 por cento no mesmo período do mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira.

    O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, teve alta de 0,95 por cento, contra aumento de 0,52 por cento no mês anterior.

    O destaque ficou para o grupo de Matérias-Primas Brutas, que avançou 2 por cento, ante variação negativa de 1,10 por cento em julho. Neste caso, contribuíram para o avanço os preços de milho em grão, com alta de 1,87 por cento agora, frente à deflação de 9,05 por cento antes.

    A FGV informou ainda que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, desacelerou a alta a 0,05 por cento, contra o avanço de 0,39 por cento antes.

    A principal contribuição para o movimento veio do grupo Habitação, que avançou 0,54 por cento, abaixo da variação positiva de 1,22 por cento registrada no mês anterior.

    O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,36 por cento em julho, depois de subir 0,90 por cento antes.

    O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

    A segunda prévia do IGP-M calculou as variações de preços no período entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

    (Por Stéfani Inouye)

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    IGP-M acelera alta a 0,70% na 1ª prévia de agosto, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 0,70 por cento na primeira prévia de agosto, sobre avanço de 0,41 por cento no mesmo período do mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira.

    O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou no período avanço de 1,03 por cento, depois de subir 0,34 por cento no mês anterior. O IPA mede a variação dos preços no atacado e responde por 60 por cento do índice geral.

    No IPA, o destaque ficou para o índice referente às Matérias-Primas Brutas, que avançou 1,66 por cento na primeira prévia de agosto, depois de ter caído 2,29 por cento no mês anterior.

    A FGV divulgou ainda que Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, caiu 0,07 por cento, frente à alta de 0,39 por cento na primeira leitura de julho.

    Seis das oito classes de despesa que compõem o índice apresentaram queda em suas variações, com destaque para o grupo de Transportes, cujos preços recuaram 0,13 por cento no mês, depois de ter avançado 0,72 por cento em julho.

    O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, desacelerou a alta a 0,41 por cento na primeira prévia de agosto, contra alta de 0,91 por cento no mesmo período do mês anterior.

    O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

    (Por Stéfani Inouye)

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    IGP-M desacelera alta a 0,51% em julho, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) desacelerou a alta em julho diante de uma redução em praticamente todos os índices que contribuem para a formação do indicador, com destaque para queda nos preços de alimentos e insumos.

    O indicador subiu 0,51 por cento em julho, sobre avanço de 1,87 por cento no mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira. Na segunda prévia de julho, o indicador havia registrado alta de 0,53 por cento.

    O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, apresentou variação positiva de 0,50 por cento, contra 2,33 por cento no mês anterior.

    O destaque ficou para os Produtos Agropecuários, cujos preços recuaram 1,83 por cento, depois de terem subido 3,03 por cento em junho.

    A FGV informou ainda que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, desacelerou a alta a 0,44 por cento, contra 1,09 por cento antes, com recuo em sete das oito classes de despesa que compõem o índice.

    A principal contribuição para o movimento veio do grupo de alimentação, que registrou queda de 0,19 por cento, ante avanço de 1,55 por cento no mês anterior.

    O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,72 por cento em julho, depois de subir 0,76 por cento antes.

    O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

    (Por Stéfani Inouye)

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    IGP-M desacelera alta a 0,41% na 1ª prévia de julho após efeito da greve dos caminhoneiros perder força

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) desacelerou a alta a 0,41 por cento na primeira prévia de julho, contra 1,50 por cento no mesmo período do mês anterior, conforme perdem força os efeitos da greve dos caminhoneiros sobre os preços.

    A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou nesta quarta-feira que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou no período avanço de 0,34 por cento, depois de subir 2,06 por cento no mês anterior. O IPA mede a variação dos preços no atacado e responde por 60 por cento do índice geral.

    No IPA, os preços dos Produtos Agropecuários passaram a cair no período 3,43 por cento após alta de 2,72 por cento na primeira quadrissemana de junho, quando foram impactados pelo desabastecimento provocado pela paralisação dos caminhoneiros no final de maio.

    O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, mostrou que no varejo a pressão foi menor na primeira prévia de julho ao subir 0,39 por cento, de 0,54 por cento na primeira leitura de junho.

    O destaque para o resultado partiu do grupo Alimentação, que apresentou queda de 0,14 por cento na primeira leitura de julho, ante 0,61 por cento em junho, com forte queda nos preços de hortaliças e legumes também com o fim do efeito da greve.

    O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, avançou 0,91 por cento na primeira prévia de julho, contra alta de 0,18 por cento no mesmo período do mês anterior.

    O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

    (Por Stéfani Inouye)

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