alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE imigrantes

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Menino da Guatemala se torna 2ª criança a morrer sob custódia dos EUA em dezembro

    Menino da Guatemala se torna 2ª criança a morrer sob custódia dos EUA em dezembro

    Por Yeganeh Torbati

    WASHINGTON (Reuters) - Um menino de 8 anos da Guatemala morreu na manhã do dia de Natal após ser detido por agentes de fronteira dos Estados Unidos, informou a agência de Alfândega e Proteção de Fronteira norte-americana (CBP), confirmando o segundo caso em que uma criança imigrante morreu sob custódia dos EUA neste mês.

    O menino e seu pai estavam sob custódia da CBP na segunda-feira, quando um agente da Patrulha de Fronteira percebeu que a criança mostrava sinais de doença, disse a agência em comunicado. Os dois foram levados ao Centro Médico Regional Gerald Champion de Alamogordo, no Estado do Novo México, onde o menino foi diagnosticado com gripe e febre e acabou sendo liberado pela equipe médica.

    Mas, na mesma noite, o menino começou a vomitar e foi levado de volta ao hospital, onde morreu na manhã de terça-feira, disse a CBP, acrescentando que a causa oficial da morte não é conhecida.

    O pai e o filho não foram identificados, e a agência disse que divulgará mais detalhes 'quando disponíveis e adequados'. Autoridades da Guatemala foram notificadas da morte, afirmou a CBP.

    A morte do menino acontece após o falecimento de Jakelin Caal, de 7 anos e também da Guatemala, no início de dezembro. A menina morreu após ser detida por agentes da fronteira dos EUA com o pai em uma parte remota do Novo México.

    Após a segunda morte, a CPB anunciou que está desenvolvendo diversas mudanças de diretrizes, reportou a rede CNN na manhã desta quarta-feira.

    A agência realizará exames médicos adicionais em todas as crianças sob sua custódia, com atenção especial para os menores de 10 anos, segundo a CNN. A CPB também trabalhará com a agência de Imigração e Alfândega para melhorar as opções de custódia, como no transporte a Centros Residenciais Familiares e na liberação supervisionada, e para trabalhar com agências não-governamentais em busca de abrigo.

    Autoridades da CPB não tinham comentário de imediato.

    O Ministério de Relações Exteriores da Guatemala disse que seu cônsul em Phoenix está tentando entrevistar o pai do menino, a quem prometeu dar toda a assistência consular e proteção necessária. Em comunicado, o ministério disse que também pediu relatórios médicos para esclarecer a causa da morte.

    Segundo a pasta, o menino e seu pai entraram nos Estados Unidos por El Paso, no Texas, no dia 18 de dezembro e foram transferidos a uma estação da Patrulha de Fronteira em 23 de dezembro.

    (Reportagem adicional de Sofia Menchu em San Antonio Secortez, Guatemala, e Rich McKay em Atlanta)

    0

    0

    19

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia EUA enviarão imigrantes de volta ao México para esperarem pedidos de asilo

    EUA enviarão imigrantes de volta ao México para esperarem pedidos de asilo

    Por Yeganeh Torbati e Anthony Esposito

    WASHINGTON/CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira uma grande mudança na política imigratória, dizendo que enviará imigrantes que não forem mexicanos de volta para o sul da fronteira enquanto seus pedidos de asilo são processados.

    O governo do México disse que aceitaria alguns destes imigrantes por razões humanitárias, o que muitos verão como uma concessão ao governo do presidente dos EUA, Donald Trump.

    'Estrangeiros tentando burlar o sistema para entrar em nosso país ilegalmente não conseguirão mais desaparecer nos Estados Unidos, onde muitos faltam às suas sessões no tribunal', disse a secretária de Segurança Interna, Kirstjen Nielsen, em um comunicado.

    'Ao invés disso, eles esperarão pela decisão de uma corte de imigração enquanto estão no México'.

    Em resposta, o Ministério de Relações Exteriores mexicano ressaltou que ainda tem o direito de aceitar ou rejeitar a entrada de estrangeiros em seu território.

    'O governo do México decidiu adotar as seguintes ações para beneficiar os imigrantes, em particular menores desacompanhados e acompanhados, e proteger os direitos daqueles que querem iniciar um processo de asilo nos Estados Unidos'.

    A chancelaria disse que as ações adotadas pelos governos mexicano e norte-americano não constituem um esquema de 'terceiro país seguro' no qual imigrantes teriam que solicitar asilo nos EUA enquanto no México.

    Defensores dos imigrantes e especialistas em direitos humanos rapidamente denunciaram a mudança política dos EUA como ilegal e que viola os direitos dos refugiados.

    Em 24 de novembro Trump tuitou que os imigrantes na fronteira EUA-México ficarão neste segundo país até seus pedidos de asilo serem aprovados individualmente nos tribunais dos EUA.

    O novo presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, tomou posse em 1o de dezembro.

    A chegada de vários milhares de centro-americanos à cidade fronteiriça mexicana de Tijuana cerca de um mês atrás levou Trump a mobilizar os militares para reforçarem a segurança na divisa e ao mesmo tempo a restringir os números de pedidos de asilo aceitos por dia.

    As travessias ilegais na fronteira sul diminuíram dramaticamente desde o final dos anos 1970, mas nos últimos anos as solicitações de asilo dispararam e mais famílias centro-americanas e crianças desacompanhadas estão imigrando aos EUA.

    1

    0

    19

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Dois imigrantes de Honduras são assassinados no México, dizem autoridades

    Dois imigrantes de Honduras são assassinados no México, dizem autoridades

    Por Christine Murray e Lizbeth Diaz

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - Os corpos de dois imigrantes hondurenhos jovens assassinados foram encontrados na cidade fronteiriça mexicana de Tijuana no final de semana, disseram autoridades na terça-feira, ressaltando os perigos enfrentados por centro-americanos que tentam entrar ilegalmente nos Estados Unidos.

    A Procuradoria de Tijuana disse em um comunicado que está investigando as mortes dos dois jovens, que parecem ter sido esfaqueados e estrangulados. Acredita-se que as vítimas tinham cerca de 16 ou 17 anos, disse a Procuradoria.

    As vítimas, que estavam morando em um abrigo para imigrantes jovens em Tijuana, seguiam para outro abrigo quando foram interceptadas por pessoas que aparentemente pretendiam assaltá-las, segundo a procuradoria. Um terceiro garoto sobreviveu.

    O incidente não parece ter relação com o crime organizado, disse Jorge Alvarez Mendoza, um procurador de Tijuana.

    Milhares de imigrantes centro-americanos chegaram a Tijuana nos últimos meses com a esperança de ingressar nos EUA. Muitos estão esperando no México enquanto solicitam asilo através de um sistema conhecido como 'medição', que limita quantos podem fazer solicitações a cada dia.

    Não foi possível determinar de imediato se as vítimas planejavam pedir asilo.

    O México e os EUA estão debatendo a possibilidade de enviar imigrantes centro-americanos nos EUA de volta ao México enquanto seus pedidos de asilo são processados.

    A proposta foi muito criticada por grupos de direitos humanos, que dizem que manter postulantes a asilo nas cidades fronteiriças mexicanas os coloca em perigo. Não houve nenhum avanço desde que a iniciativa foi noticiada pela mídia.

    Alden Rivera, embaixador de Honduras no México, disse que os adolescentes eram hondurenhos e que o ataque que os vitimou aconteceu na tarde de sábado.

    'No momento, tudo que podemos dizer é que os três meninos foram levados a um lugar', disse Rivera à Reuters. 'Dois deles foram assassinados brutalmente e um deles é um sobrevivente do incidente que está sendo protegido pelas autoridades mexicanas'.

    0

    0

    11

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Não culpem os imigrantes por tudo, diz papa a políticos

    Não culpem os imigrantes por tudo, diz papa a políticos

    Por Philip Pullella

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco criticou nesta terça-feira líderes nacionalistas que culpam os imigrantes pelos problemas dos próprios países e fomentam a desconfiança na sociedade buscando ganho desonesto e promovendo políticas xenófobas e racistas.

    O pontífice de 82 anos, que fez da defesa dos imigrantes um pilar de seu papado, fez os comentários em sua mensagem para o Dia Mundial da Paz da Igreja Católica, em 1º de janeiro, que é enviada a chefes de Estado e de governo e a organizações internacionais.

    A mensagem chega em um momento no qual a imigração é uma das questões mais polarizadoras em países como Estados Unidos, Itália, Alemanha e Hungria.

    Francisco já trocou farpas com o presidente norte-americano, Donald Trump, e o político italiano de direita, Matteo Salvini, por causa dos direitos dos imigrantes.

    'Discursos políticos que tendem a atribuir todo o mal aos imigrantes e a privar os pobres de esperança são inaceitáveis', disse o papa, que não mencionou qualquer país ou líder.

    Ele disse que os tempos atuais estão 'marcados por um clima de desconfiança enraizado no medo dos outros ou de estrangeiros, ou na angústia a respeito da própria segurança pessoal'.

    Francisco disse ser triste que a desconfiança 'também seja vista no nível político, em atitudes de rejeição ou formas de nacionalismo que criam dúvidas sobre a fraternidade de que nosso mundo globalizado tem tanta necessidade'.

    Na semana passada o papa elogiou o primeiro Pacto Global para a Migração da Organização das Nações Unidas (ONU), que estabelece objetivos para o aprimoramento da administração da migração.

    Várias nações, inclusive EUA, Itália, Hungria e Polônia, não foram à reunião no Marrocos, enquanto o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, anunciou que vai retirar o país do pacto.

    Francisco denunciou uma lista de 'vícios' de políticos que disse terem minado a democracia autêntica e desgraçado a vida pública através de várias formas de corrupção.

    Entre eles, incluiu a malversação de recursos públicos, o ganho desonesto, a xenofobia, o racismo, a falta de preocupação com o meio ambiente e a pilhagem de recursos naturais.

    Ele propôs oito 'Beatitudes do Político' --formuladas primeiramente pelo falecido cardeal vietnamita François-Xavier Nguyen Van Thuan-- como um guia para o comportamento daqueles que ocupam cargos públicos.

    Estas, afirmou, estabeleceriam metas para políticos que, entre outras qualidades, deveriam ter uma compreensão profunda de seu papel, exemplificar pessoalmente a credibilidade, trabalhar pelo bem comum e realizar mudanças radicais.

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))

    REUTERS PF

    1

    0

    13

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump diz que Arizona receberá enorme onda de imigrantes

    Trump diz que Arizona receberá enorme onda de imigrantes

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quinta-feira, sem apresentar provas, que o Estado do Arizona 'está se preparando para um aumento enorme' de imigrantes ao longo da fronteira que não tem cerca de proteção, reiterando seu apelo para que os democratas apoiem o financiamento do muro que propôs erguer na divisa.

    'O Arizona, juntamente com nossos militares e a patrulha de fronteira, está se preparando para um surto enorme em uma área sem muro. Não os deixaremos passar', escreveu Trump no Twitter, parecendo manter a pressão para os parlamentares aprovarem uma legislação para manter o governo em funcionamento até 30 de setembro do ano que vem.

    Representantes da Casa Branca, do Departamento de Segurança Interna e do Pentágono não responderam de imediato a pedidos de comentário. Não ficou claro se Trump tinha um grupo específico de imigrantes em mente.

    Na quarta-feira a agência de Alfândega e Proteção de Fronteira dos EUA disse que os agentes de fronteira do Arizona apreenderam dois grupos de famílias de Honduras e da Guatemala, um total de 124 imigrantes que havia cruzado para o território norte-americano.

    O Congresso aprovou um projeto de lei de gastos provisórios de uma quinzena na quinta-feira, mas os parlamentares ainda precisam acertar uma medida de financiamento de longo prazo para subsidiar agências do governo até o final do ano fiscal, em setembro.

    Trump, que fez da construção do muro um fundamento de sua presidência, exigiu 5 bilhões de dólares do Congresso neste ano para a divisa e ameaçou paralisar o governo se os parlamentares não consentirem.

    0

    0

    18

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia ONU busca US$738 milhões para ajudar países vizinhos a lidar com fluxo de venezuelanos

    ONU busca US$738 milhões para ajudar países vizinhos a lidar com fluxo de venezuelanos

    Por Stephanie Nebehay

    GENEBRA (Reuters) - A Organização das Nações Unidas (ONU) disse nesta terça-feira que está buscando 738 milhões de dólares para ajudar países vizinhos a lidar com a chegada de milhões de imigrantes e refugiados venezuelanos, que não têm 'nenhuma perspectiva de retorno no curto e médio prazo'.

    Essa foi a primeira vez que a crise do país sul-americano foi incluída no apelo de ajuda humanitária anual da ONU, cujo valor total é de 21,9 bilhões de dólares, sem a Síria.

    Três milhões de venezuelanos fugiram da crise econômica e política que afeta o país, a maioria desde 2015, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

    'Existe uma crise para a qual pela primeira vez nós temos um plano de resposta, que é ajudar os países vizinhos da Venezuela a lidar com as consequência do grande número de venezuelanos deixando o país', disse o coordenador de ajuda emergencial da ONU, Mark Lowcock, em entrevista em Genebra.

    A maioria dos venezuelanos fugiu para 16 países da América Latina e do Caribe, sendo que a maioria foi para Brasil, Colômbia, Equador e Peru.

    'Em 2019, estimadas 3,6 milhões de pessoas precisarão de assistência e proteção, sem nenhuma perspectiva de retorno no curto e médio prazo', disse a ONU.

    A Colômbia, que já recebeu um milhão de venezuelanos, está 'carregando o maior peso de todos', disse Lowcock.

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, culpa os problemas econômicos do país a sanções financeiras impostas pelos Estados Unidos e a uma 'guerra econômica' liderada por adversários políticos. Maduro deve se reunir com o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou na quarta-feira.

    A fuga de venezuelanos, motivados pela violência, hiperinflação e escassez de alimentos e remédios, levou a ONU a fazer um pequeno apelo de emergência na semana passada, pedindo 9 milhões de dólares para projetos de saúde e nutrição dentro da Venezuela.

    Questionado se o governo venezuelano aceitaria o auxílio dentro do país, Lowcock disse:

    'Acho que há um entendimento compartilhado de que mais ajuda da ONU nesses tipos de áreas seria uma coisa muito útil para reduzir o sofrimento das pessoas dentro da Venezuela.'

    'O que nós acertamos com o governo da Venezuela é que nós devemos fortalecer nosso trabalho colaborativo e apoio, por exemplo, nas áreas de serviços de saúde e nutrição', disse.

    (Reportagem de Stephanie Nebehay)

    1

    0

    13

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Imigrantes centro-americanos permanecem na fronteira dos EUA apesar das más condições

    Imigrantes centro-americanos permanecem na fronteira dos EUA apesar das más condições

    Por Christine Murray

    TIJUANA, México (Reuters) - Milhares de imigrantes centro-americanos estão se instalando a longo prazo em um complexo esportivo mexicano sujo e superlotado à vista dos Estados Unidos, enquanto um número pequeno deles preferiu voltar para casa depois que confrontos com forças da fronteira diminuíram sua esperança de cruzar o local.

    Os homens, mulheres e crianças enlameados de uma caravana de maioria hondurenha começaram a se espremer no complexo de Tijuana cerca de três semanas atrás. Agora eles passam de 6 mil em um espaço que a prefeitura local preparou inicialmente para um terço desse número.

    Como os postulantes a asilo nos EUA estão se dando conta de que provavelmente terão que ficar na cidade mexicana fronteiriça durante meses, 350 pessoas pediram às autoridades que as ajudem a voltar para casa.

    Jose Luis Tepeu, um guatemalteco de 22 anos, estava dormindo sobre caixas de papelão no chão. Ele disse que só esperará mais cinco dias para ver se recebe ajuda para ir aos EUA, ou ao Canadá.

    'Se não vier, voltarei para minha casa', disse, dizendo que no México os salários são baixos demais para ele ficar e enviar dinheiro para ajudar sua família. 'Você não é bem pago aqui.'

    Para pedirem asilo, os imigrantes precisam primeiro se inscrever em uma lista de espera para ver autoridades de fronteira dos EUA. A lista já tinha um acúmulo de semanas antes de a caravana chegar, e conversas entre os dois países vizinhos que visam manter os imigrantes no México por mais tempo aumentam a incerteza.

    No domingo guardas de fronteira norte-americanos dispararam cilindros de gás lacrimogêneo contra um grupo menor, que incluía mulheres e crianças, que correu para a divisa.

    A violência pareceu ter chocado algumas pessoas, e outras dezenas pediram para ser enviadas voluntariamente para casa na segunda-feira, disse Rodolfo Olimpo, agente de imigração de Tijuana.

    A superlotação também contribuiu para a disseminação de doenças. Surgiram diversos casos de doenças respiratórias, piolhos e catapora, segundo três autoridades municipais que não quiseram se identificar por não estarem autorizadas a falar com a mídia.

    Como são muitos para se acolher em abrigos, os imigrantes, que viajaram cerca de 4.800 quilômetros desde meados de outubro, foram encaminhados ao complexo para esperar até que as autoridades de EUA e México se entendam sobre como lidar com eles.

    Mas apesar das condições difíceis muitos parecem determinados a esperar no México para pleitear seu caso nos EUA, e mais de 600 solicitaram permissão para trabalhar em solo mexicano só na terça-feira, segundo o Ministério das Relações Exteriores.

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447702)) REUTERS AC

    0

    0

    13

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump diz que tropas não vão atirar contra caravana de migrantes

    Trump diz que tropas não vão atirar contra caravana de migrantes

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na sexta-feira que os imigrantes ilegais que jogarem pedras contra militares serão presos, mas não serão atacados pelas tropas.

    Ele fez os comentários a repórteres um dia de sugerir que os militares poderiam atirar contra os membros da caravana de migrantes que tenta chegar nos Estados Unidos se eles atirassem pedras nos militares.

    'Eles não terão que atirar. O que eu não quero é que eu não quero essas pessoas jogando pedras', disse Trump a repórteres em frente à Casa Branca.

    'Se eles fizerem isso conosco, eles serão presos por um longo tempo', acrescentou Trump.

    Trump tem endurecido sua posição sobre imigração e, especificamente, contra a caravana de migrantes antes das eleições parlamentares da próxima semana, nas quais o Partido Republicano de Trump procura manter o controle de ambas casas do Congresso.

    Na segunda-feira, o Pentágono informou que enviou mais de 5.200 soldados para a fronteira depois que Trump disse no Twitter que estava enviando militares para enfrentar a caravana de migrantes, um grupo de homens, mulheres e crianças viajando através do México enquanto fogem da violência e da pobreza na América Central.

    Trump disse na quarta-feira que os Estados Unidos podem enviar até 15 mil soldados para a fronteira, mais do que no Afeganistão.

    Na quinta-feira, Trump disse que seu governo estava finalizando um plano para exigir que os requerentes de asilo entrassem no país através de portos legais de entrada, embora ainda não esteja claro se tal limitação seria legalmente possível.

    (Por Roberta Rampton)

    0

    0

    91

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Juiz impede EUA de suspenderem proteção para imigrantes de 4 países

    Juiz impede EUA de suspenderem proteção para imigrantes de 4 países

    WASHINGTON (Reuters) - Um juiz federal do Estado norte-americano da Califórnia impediu o governo do presidente Donald Trump de implantar um plano para suspender temporariamente proteções para mais de 300 mil imigrantes de El Salvador, Haiti, Nicarágua e Sudão nos Estados Unidos.

    O juiz Edward M. Chen emitiu uma liminar na quarta-feira referente a uma ação civil apresentada por diversos imigrantes com status de proteção temporária, ou TPS.

    A TPS oferece proteção contra a deportação para imigrantes já residindo nos EUA, incluindo aqueles que entraram ilegalmente, vindos de países afetados por desastres naturais, conflitos civis e outros problemas.

    O governo não demonstrou haver algum perigo real se 'o status quo (que existe já há duas décadas) for mantido durante a pendência deste litígio', escreveu Chen na ordem.

    'De fato, o que os demandantes e amigos estabelecerem sem dúvida foi que as economias local e nacional serão prejudicadas se centenas de milhares de beneficiários do TPS forem expulsos e removidos', disse.

    Existem mais de 263 mil beneficiários do TPS de El Salvador, 58 mil do Haiti, 5 mil da Nicarágua e mil do Sudão, de acordo com os autos.

    O governo do presidente norte-americano, Donald Trump, vem mostrando grande ceticismo com o programa de status de proteção temporária e tentou revogar o tratamento especial concedido a milhares de imigrantes de diversos países, incluindo os quatro mencionados na ação.

    Os imigrantes salvadorenhos contemplados pelo TPS perderão seu status de proteção em setembro de 2019, os haitianos em julho de 2019, os nicaraguenses em janeiro de 2019 e os sudaneses em novembro de 2019.

    0

    0

    17

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Imigrantes venezuelanos sobrevivem com dificuldades nas ruas de Boa Vista

    Imigrantes venezuelanos sobrevivem com dificuldades nas ruas de Boa Vista

    Por Nacho Doce

    BOA VISTA (Reuters) - Muito venezuelanos acreditavam que estavam trocando uma economia em colapso por uma terra de leite e mel logo ao lado.

    Mas muitos daqueles que fugiram do caos na Venezuela entrando no Brasil pela fronteira em Pacaraima, no Estado de Roraima, agora estão sobrevivendo nas ruas e dormindo em barracas, redes ou caixas de papelão.

    Seu drama é parte de uma crise humanitária regional provocada pelo êxodo de dezenas de milhares de venezuelanos que estão abandonando seu país, principalmente rumo à vizinha Colômbia, ao Equador e o Peru.

    Boa Vista, capital de Roraima, recebeu cerca de 35 mil imigrantes venezuelanos nos últimos dois anos, o que aumentou sua população em mais de 10 por cento. Hoje cerca de 3 mil são sem-teto, de acordo com a prefeitura.

    Perto do terminal de ônibus da cidade, venezuelanos dormem em canteiros centrais e em áreas de compras. Alguns têm a sorte de passar a noite em barracas doadas por agências de refugiados.

    Outros penduram redes do lado de fora de oficinas e lojas de autopeças cujos proprietários brasileiros lhes permitem dormir sob uma área coberta -- desde de que partam pela manhã.

    Essa generosidade de donos de comércios locais contrasta com ataques xenófobos registrados no dia 18 de agosto contra imigrantes venezuelanos em Pacaraima, desencadeados quando um brasileiro foi supostamente assaltado e esfaqueado por venezuelanos.

    'Alguns brasileiros nos tratam mal, mas não todos', disse Anyi Gomez, de 19 anos, que está grávida e sobrevive limpando vidros de carros com um rodo em um semáforo.

    O atendimento pré-natal que recebe em um hospital público de Roraima fez com que valesse a pena deixar a Venezuela, onde seu bebê poderia morrer por falta de alimento e remédios, disse.

    Na terça-feira, o presidente Michel Temer disse que as Forças Armadas passarão ao menos duas semanas em Roraima para ajudar a manter a ordem e garantir a segurança dos imigrantes.

    Temer culpou as autoridades do governo da Venezuela por uma crise regional que exige uma reação coletiva.

    Igrejas locais fornecem refeições ou dão alimento e suco para os venezuelanos desabrigados.

    'Temos comida, mas não um teto. E não há trabalho', disse Luis Daniel, de Caracas. 'Vim para arrumar um emprego e levar coisas para meus filhos, que estão passando fome na Venezuela. Mas agora tudo que tenho é exaustão por dormir ao ar livre'.

    (Reportagem adicional de Anthony Boadle, em Brasília)

    0

    0

    22

    5 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. imigrantes

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.