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    Juiz impede EUA de suspenderem proteção para imigrantes de 4 países

    WASHINGTON (Reuters) - Um juiz federal do Estado norte-americano da Califórnia impediu o governo do presidente Donald Trump de implantar um plano para suspender temporariamente proteções para mais de 300 mil imigrantes de El Salvador, Haiti, Nicarágua e Sudão nos Estados Unidos.

    O juiz Edward M. Chen emitiu uma liminar na quarta-feira referente a uma ação civil apresentada por diversos imigrantes com status de proteção temporária, ou TPS.

    A TPS oferece proteção contra a deportação para imigrantes já residindo nos EUA, incluindo aqueles que entraram ilegalmente, vindos de países afetados por desastres naturais, conflitos civis e outros problemas.

    O governo não demonstrou haver algum perigo real se 'o status quo (que existe já há duas décadas) for mantido durante a pendência deste litígio', escreveu Chen na ordem.

    'De fato, o que os demandantes e amigos estabelecerem sem dúvida foi que as economias local e nacional serão prejudicadas se centenas de milhares de beneficiários do TPS forem expulsos e removidos', disse.

    Existem mais de 263 mil beneficiários do TPS de El Salvador, 58 mil do Haiti, 5 mil da Nicarágua e mil do Sudão, de acordo com os autos.

    O governo do presidente norte-americano, Donald Trump, vem mostrando grande ceticismo com o programa de status de proteção temporária e tentou revogar o tratamento especial concedido a milhares de imigrantes de diversos países, incluindo os quatro mencionados na ação.

    Os imigrantes salvadorenhos contemplados pelo TPS perderão seu status de proteção em setembro de 2019, os haitianos em julho de 2019, os nicaraguenses em janeiro de 2019 e os sudaneses em novembro de 2019.

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    Imigrantes venezuelanos sobrevivem com dificuldades nas ruas de Boa Vista

    Por Nacho Doce

    BOA VISTA (Reuters) - Muito venezuelanos acreditavam que estavam trocando uma economia em colapso por uma terra de leite e mel logo ao lado.

    Mas muitos daqueles que fugiram do caos na Venezuela entrando no Brasil pela fronteira em Pacaraima, no Estado de Roraima, agora estão sobrevivendo nas ruas e dormindo em barracas, redes ou caixas de papelão.

    Seu drama é parte de uma crise humanitária regional provocada pelo êxodo de dezenas de milhares de venezuelanos que estão abandonando seu país, principalmente rumo à vizinha Colômbia, ao Equador e o Peru.

    Boa Vista, capital de Roraima, recebeu cerca de 35 mil imigrantes venezuelanos nos últimos dois anos, o que aumentou sua população em mais de 10 por cento. Hoje cerca de 3 mil são sem-teto, de acordo com a prefeitura.

    Perto do terminal de ônibus da cidade, venezuelanos dormem em canteiros centrais e em áreas de compras. Alguns têm a sorte de passar a noite em barracas doadas por agências de refugiados.

    Outros penduram redes do lado de fora de oficinas e lojas de autopeças cujos proprietários brasileiros lhes permitem dormir sob uma área coberta -- desde de que partam pela manhã.

    Essa generosidade de donos de comércios locais contrasta com ataques xenófobos registrados no dia 18 de agosto contra imigrantes venezuelanos em Pacaraima, desencadeados quando um brasileiro foi supostamente assaltado e esfaqueado por venezuelanos.

    'Alguns brasileiros nos tratam mal, mas não todos', disse Anyi Gomez, de 19 anos, que está grávida e sobrevive limpando vidros de carros com um rodo em um semáforo.

    O atendimento pré-natal que recebe em um hospital público de Roraima fez com que valesse a pena deixar a Venezuela, onde seu bebê poderia morrer por falta de alimento e remédios, disse.

    Na terça-feira, o presidente Michel Temer disse que as Forças Armadas passarão ao menos duas semanas em Roraima para ajudar a manter a ordem e garantir a segurança dos imigrantes.

    Temer culpou as autoridades do governo da Venezuela por uma crise regional que exige uma reação coletiva.

    Igrejas locais fornecem refeições ou dão alimento e suco para os venezuelanos desabrigados.

    'Temos comida, mas não um teto. E não há trabalho', disse Luis Daniel, de Caracas. 'Vim para arrumar um emprego e levar coisas para meus filhos, que estão passando fome na Venezuela. Mas agora tudo que tenho é exaustão por dormir ao ar livre'.

    (Reportagem adicional de Anthony Boadle, em Brasília)

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    A pé, venezuelanos mais pobres buscam vida melhor na América do Sul

    Por Anastasia Moloney

    TULCÁN, Equador (Thomson Reuters Foundation) - Durante sua jornada de duas semanas pelas implacavelmente frias montanhas dos Andes, o venezuelano Jesus Mendoza se alimentou melhor do que nos últimos meses em sua terra natal.

    'Na Venezuela, eu comia duas refeições por dia se tinha sorte', disse Mendoza, caminhando pela rodovia Panamericana com uma mochila esfarrapada. Ele cruzou ilegalmente uma parte desprotegida da fronteira entre Equador e Colômbia.

    'Ao longo do caminho, os colombianos têm sido generosos. Eles nos deram comida e água', disse o carpinteiro de 25 anos à Thomson Reuters Foundation. 'Tenho comido frango, o que é um luxo em casa.'

    Uma crise econômica, crescentes níveis de pobreza e a escassez de remédios forçaram mais de 1,6 milhão de venezuelanos a fugir do país rico em petróleo, em uma das maiores migrações em massa na história da América Latina, segundo a ONU.

    Os venezuelanos mais ricos, qualificados e com formação universitária deixaram o país há anos para trabalhar na área de petróleo e estabelecer negócios no exterior.

    Hoje, a onda de imigrantes é composta pelos venezuelanos mais pobres e desesperados.

    Sem dinheiro para passagens aéreas, bilhetes de ônibus e até passaportes, milhares, alguns carregando bebês nos braços, estão a pé, andando para encontrar o que esperam ser vidas melhores no Equador, Peru, Chile, Brasil e Argentina.

    Karina Mendez, de 38 anos, e seu esposo deixaram a Venezuela há duas semanas com destino ao Peru, onde esperam conseguir dinheiro para comprar antibióticos e outros remédios para sua filha mais nova, que está doente.

    'Quando você finalmente consegue encontrar o remédio que precisa, é muito caro para comprar', disse Karina à Thomson Reuters Foundation, enquanto esperavam há horas para pegar uma carona com motoristas de caminhão.

    Com uma hiperinflação desenfreada, o Fundo Monetário Internacional prevê que a inflação na Venezuela pode chegar a 1 milhão por cento até o final do ano.

    O dinheiro se tornou tão desvalorizado, que notas estavam sendo usadas para fabricar bugigangas e souvenirs. Na semana passada, o governo implementou um novo pacote econômico e cortou cinco zeros da moeda nacional.

    'Com o que você ganha em um mês, não dá nem para comprar as coisas básicas que você precisa para sobreviver. Os preços das comidas podem subir 40 por cento durante a noite', disse Rafael Barboza, outro imigrante andando pela rodovia.

    A Colômbia tem recebido o maior número de venezuelanos, cerca de 870 mil, e números crescentes estão se espalhando por toda a América do Sul.

    No Equador, mais de 4 mil venezuelanos chegaram todos os dias durante um pico recorde no meio de agosto.

    Autoridades da Colômbia, Equador e Peru estão se reunindo em Bogotá nesta semana para buscar uma solução para o problema, que arrisca sobrecarregar a região.

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    Itália enfrenta UE por conta de imigrantes deixados em barco de resgate

    Por Steve Scherer e Gabriela Baczynska

    ROMA/BRUXELAS (Reuters) - O governo populista da Itália informou nesta sexta-feira que irá cortar fundos para a União Europeia a não ser que outros países recebam imigrantes que estão em um porto italiano, gerando uma resposta de Bruxelas contra o que considerou “ameaças” inaceitáveis.

    O primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, disse que diplomatas dos países da UE que se encontraram em Bruxelas nesta sexta-feira não chegaram a um acordo para dividir os 150 imigrantes a bordo do Diciotti, um navio da guarda-costeira italiana aportado em Catania desde segunda-feira.

    A Itália irá “agir de acordo”, ele disse em publicação no Facebook, destacando que a UE havia fracassado em ser fiel aos seus princípios de “solidariedade e responsabilidade” e que há um abismo “entre palavras e ações” que é colorido por “hipocrisia”.

    Mais de 650 mil pessoas chegaram às costas italianas desde 2014 e a Itália começou a adotar uma rígida postura anti-imigração, dizendo que não irá deixar mais navios de resgate aportarem a não ser que outros países da UE aceitem receber as pessoas.

    O ministro do Interior, Matteo Salvini, que comanda o partido anti-imigração Liga, insistiu que pessoas não terão permissão de desembarcar até que outros países da UE as aceitem --gerando uma investigação criminal sobre se imigrantes estão sendo detidos contra vontade.

    Salvini parecia ter feito certas concessões em uma entrevista a uma rádio nesta sexta-feira, sugerindo que poderia deixar imigrantes desembarcarem do Diciotti assim que for apurado quem são os “verdadeiros refugiados”.

    “Estou considerando a possibilidade de realizar procedimentos de identificação e reconhecimento para identificar verdadeiros refugiados, que são a minoria, dos refugiados falsos antes de desembarcarem”, disse à emissora estatal Rai.

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    Venezuelanos desesperados ignoram nova exigência de passaporte para entrar no Equador

    Por Steven Grattan

    IPIALES, Colômbia (Reuters) - Dezenas de imigrantes venezuelanos em fuga da crise econômica em seu país e buscando uma nova vida em outros lugares desafiaram no domingo as regras que exigem a apresentação de um passaporte válido para cruzar a fronteira da Colômbia para o Equador, e as autoridades pareceram aceitá-los.

    Centenas de pessoas desesperadas que viajaram durante dias depois de deixarem a Venezuela, a maioria de ônibus mas algumas a pé, foram impedidas de atravessar um posto de verificação próximo de Ipiales, cidade do sudoeste colombiano, por causa de uma regra determinada pelo presidente equatoriano, Lenín Moreno, que entrou em vigor no sábado.

    Como a tensão se elevou na fria cidade montanhosa, imigrantes decidiram enfrentar o risco de detenção e simplesmente cruzaram a fronteira sem portões e pouco vigiada depois de enfrentarem dias gelados na passagem de Rumichaca.

    'Não temos dinheiro, precisamos seguir em frente agora e recomeçar nossas vidas', disse Mayerly Isaguirre, ofegante por estar arrastando seus pertences pela colina íngreme do lado da fronteira equatoriana.

    A professora de escola primária de 37 anos viajava com o namorado e planejava cruzar ilegalmente com sua carteira de identidade venezuelana para procurar emprego no Peru, onde familiares chegaram com sucesso semanas atrás – mas os dois foram impedidos pelo novo regulamento.

    Depois de mais de 24 horas tremendo de frio na divisa, ela se arriscou.

    'Eles não nos disseram nada -- estamos esperando como idiotas', disse ela, puxando sua mala através do posto de verificação aberto sob os olhares dos guardas.

    O governo peruano anunciou medidas imigratórias semelhantes às do Equador na sexta-feira, passando a exigir passaportes dos venezuelanos a partir do dia 25 de agosto. No domingo o Equador disse que crianças e adolescentes viajando com os pais podem atravessar sem passaportes.

    'Eles estão no limbo', disse Gustavo Salvador, funcionário da Cruz Vermelha no Equador. 'Muitas pessoas que estão cruzando ilegalmente receberão multas na fronteira do Peru, e estas pessoas não têm dinheiro'.

    Os ministérios equatorianos de Relações Exteriores e do Interior não quiseram comentar. Não foi possível contatar uma porta-voz do escritório de imigração da Colômbia de imediato para obter comentários.

    Na manhã de domingo houve discussões entre imigrantes – alguns defendendo que as pessoas fossem ao Equador em grupos e outras argumentando que deveriam ficar e fazer as coisas 'do jeito certo'.

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    Itália recusa navio de organizações humanitárias com imigrantes

    Por Antonio Denti

    A BORDO DO AQUARIUS (Reuters) - A Itália disse nesta segunda-feira que não dará abrigo para as 141 pessoas resgatadas pelo navio humanitário Aquarius no litoral da Líbia na semana passada, pedindo que o Reino Unido ou outros membros da União Europeia os recebam.

    O navio Aquarius, operado pelas instituições de caridade SOS Mediterrâneo e Médicos Sem Fronteira (MSF), recolheu os imigrantes em duas operações separadas e atualmente está em águas internacionais entre a Itália e Malta.

    O Aquarius passou nove dias no mar em junho depois que o novo governo italiano tomou posse e fechou seus portos a todos os navios humanitários, classificando-os como 'serviço de táxi' e os acusando de ajudar traficantes de pessoas. As entidades humanitárias negam as acusações.

    'Ele pode ir para onde quiser, não para a Itália!', disse o ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, sobre o Aquarius, no Twitter, mencionando França, Alemanha, Reino Unido ou Malta como destinos.

    'Impeçam os traficantes de pessoas e seus cúmplices, #portosfechados e #coraçõesabertos', acrescentou Salvini, que é de extrema-direita.

    O ministro dos Transportes, Danilo Toninelli, que supervisiona os portos e a Guarda Costeira, disse que, como o navio tem bandeira de Gibraltar, este deveria se responsabilizar.

    'A esta altura, o Reino Unido deveria assumir sua responsabilidade pela salvaguarda dos náufragos', disse Toninelli no Twitter.

    O Ministério de Relações Exteriores britânico não estava disponível para comentar de imediato.

    A Comissão Europeia está em contato com vários países da UE e tentando ajudar a resolver o 'incidente' com o Aquarius, disse um porta-voz em Bruxelas.

    O centro de coordenação de resgates de Malta informou ao Aquarius no sábado que não o receberá, de acordo com o diário de bordo online do navio. O porta-voz do governo maltês não estava disponível para comentar de imediato nesta segunda-feira.

    Devido à pressão de Itália e Malta, a maioria dos navios humanitários não está mais patrulhando o litoral da Líbia. Mais de 650 mil imigrantes já chegaram às praias italianas desde 2014.

    Embora as partidas da Líbia tenham diminuído drasticamente neste ano, os traficantes de pessoas ainda estão lançando barcos ao mar, e estima-se que 720 pessoas morreram em junho e julho, quando a maioria dos navios humanitários estava ausente, avalia a Anistia Internacional.

    (Reportagem adicional de Chris Scicluna, em Valletta; Gabriela Baczynska, em Bruxelas; e Kylie MacLellan, em Londres)

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    Reunificação de famílias imigrantes nos EUA fica praticamente paralisada

    Por Tom Hals

    WILMINGTON, Estados Unidos (Reuters) - O número de crianças imigrantes sob os cuidados dos Estados Unidos que ainda não foram devolvidas às suas famílias depois de serem separadas na fronteira com o México quase não mudou na última semana, uma vez que o governo tem dificuldade para localizar pais que já não estão mais no país.

    Mais de 500 das mais de 2.500 crianças separadas dos pais por autoridades na divisa continuam sob responsabilidade do governo norte-americano. O número caiu de 572 na semana passada para 559 nesta semana, de acordo com dados apresentados na quinta-feira.

    A separação de crianças e pais era parte da política de 'tolerância zero' do presidente Donald Trump para desestimular a imigração ilegal. A diretriz foi descartada em 20 de junho devido às críticas em casa e no exterior.

    Pouco depois o juiz Dana Sabraw ordenou que o governo reunificasse as famílias dentro de 30 dias. Mas desde que a maioria das reunificações ocorreu, em julho, houve pouco progresso, principalmente porque muitos dos pais remanescentes foram transferidos dos EUA para Guatemala e Honduras.

    Nos documentos apresentados na quinta-feira, Washington disse que ainda não finalizou um plano para reunir 386 crianças cujos pais foram retirados do país, mas disse que indicou representantes de quatro agências governamentais para supervisionarem o processo juntamente com os demandantes no caso.

    Na terça-feira o governo forneceu informações de contato de pais e familiares destas crianças ao grupo União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU), que iniciou o caso, segundo os autos.

    A ACLU disse estar trabalhando com várias instituições de caridade para encontrar os pais, mas que está frustrada com a lentidão do governo para fornecer informações. Na semana passada Sabraw classificou o progresso do governo como 'inaceitável'.

    Nove crianças foram enviadas de volta à Guatemala na terça-feira, as primeiras daquela nação a serem transferidas de avião dos EUA para se reencontrarem com os pais.

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    Itália recusa barco com imigrantes e aumenta pressão sobre aliados da UE

    Por Steve Scherer

    ROMA (Reuters) - A Itália não permitiu que uma embarcação comercial com bandeira italiana desembarcasse imigrantes resgatados no mar, aparentemente se atendo a uma política imigratória linha-dura e mantendo a pressão sobre aliados europeus para que dividam o fardo de acolher o influxo de pessoas deslocadas.

    Um navio comercial que abastece plataformas de petróleo no litoral da Líbia resgatou 66 imigrantes na segunda-feira, mas foi instruído a não levá-los à Itália, disse uma fonte do Ministério do Interior.

    O ministro dos Transportes, Danilo Toninelli, disse que os imigrantes foram transferidos para uma embarcação da Guarda Costeira italiana nesta terça-feira. Uma fonte disse que eles serão levados à Itália, mas a fonte do Ministério do Interior não confirmou.

    O navio comercial recolheu os imigrantes mesmo tendo sido avisado que barcos de patrulha líbios estavam a caminho para resgatá-los, disse a fonte do Ministério do Interior.

    O fato ocorreu dois dias antes de uma reunião de ministros do Interior europeus na cidade austríaca de Innsbruck, onde o ministro alemão Horst Seehofer quer que seu homólogo italiano de extrema-direita, Matteo Salvini, concorde em receber de volta imigrantes que chegam às fronteiras de seu país vindos da Itália.

    O novo governo italiano, que tomou posse em 1º de junho, ajudou a recolocar a imigração na agenda europeia fechando seus portos a barcos de ajuda humanitária que resgatam imigrantes na costa líbia, e vem se recusando a aceitar imigrantes enviados de volta da divisa alemã.

    Mais de 650 mil imigrantes, a maioria da África e do Oriente Médio, enfrentaram o mar em barcos superlotados de traficantes de pessoas desde 2014. Muitos dos resgatados foram levados à Itália e de lá seguiram para o norte europeu.

    (Por Steve Scherer)

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    Trump reitera que imigrantes devem ser barrados na fronteira; Congresso dos EUA continua dividido

    Por Yeganeh Torbati

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou nesta segunda-feira sua frustração com as leis que concedem o devido processo legal a imigrantes irregulares, e as expectativas de que o Congresso norte-americano alcance uma solução rápida para a crise na fronteira estão diminuindo.

    Duramente criticado por uma diretriz que levou à separação de mais de duas mil crianças de seus pais na divisa EUA-México, Trump defendeu sua política imigratória de tolerância zero , mas as agências de governo mostram dificuldades para lidar com suas consequências práticas.

    Contratar milhares de juízes e passar por um processo legal longo e complicado não é a maneira de agir -- sempre será problemático , tuitou Trump. As pessoas devem simplesmente ser barradas na fronteira e informadas de que não podem entrar nos EUA ilegalmente. As crianças, levadas de volta a seu país .

    Trump expressou uma opinião semelhante no domingo, dizendo em um tuíte que não podemos permitir que todas estas pessoas invadam nosso país , e que elas deveriam ser enviadas de volta para casa sem que isso envolva juízes e processos nos tribunais.

    Democratas acusaram Trump de querer driblar a garantia constitucional do devido processo legal para as pessoas acusadas de crimes.

    Neste mês Trump enfrentou uma condenação global, que incluiu até críticas de alguns colegas republicanos, por causa das crianças que foram separadas de seus pais devido à política governamental que determina a detenção e o julgamento de qualquer pessoa flagrada entrando no país ilegalmente.

    O presidente cedeu na quarta-feira, emitindo um decreto que acabou com as separações -- mas a política de tolerância zero continua em vigor, provocando dúvidas sobre onde abrigar as famílias detidas na fronteira e como tratar de seus casos com rapidez.

    Apesar do decreto, o governo ainda tem que devolver mais de duas mil crianças aos seus pais.

    Ao invés de contratar mais juízes para arbitrarem os casos de imigrantes ilegais e gerar um acúmulo de processos, Trump quer ver menos gente atravessando a fronteira para aliviar o fardo dos tribunais.

    A crise na fronteira intensificou a revolta dos democratas com Trump e aprofundou a divisão partidária no Capitólio. Os republicanos controlam o Congresso, mas falta consenso para uma proposta única para a imigração, e um cisma entre moderados e conservadores diminuiu as perspectivas de uma concessão.

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    México diz que separação de filhos de pais imigrantes nos EUA é 'desumana' e 'racista'

    Por Lizbeth Diaz

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O ministro das Relações Exteriores mexicano, Luis Videgaray, classificou a separação de filhos de pais imigrantes na fronteira dos Estados Unidos com o México como cruel e desumana , na terça-feira, e o presidenciável de esquerda que lidera as pesquisas para a eleição do mês que vem rotulou a medida de racista .

    Vídeos divulgados nesta semana de crianças e jovens sentados em jaulas com pisos de concreto em abrigos dos EUA provocaram revolta. Autoridades norte-americanas defenderam as medidas dizendo serem uma forma de proteger a fronteira e diminuir as entradas ilegais.

    Isso é uma violação clara dos direitos humanos e coloca as crianças, inclusive aquelas com deficiências, em uma situação vulnerável , disse Videgaray em entrevista coletiva na Cidade do México, exortando os EUA a reavaliarem a prática.

    Videgaray disse que o governo mexicano deixou sua posição clara ao governo do presidente norte-americano, Donald Trump, e que abordou a questão com autoridades graduadas da Organização das Nações Unidas (ONU), incluindo seu secretário-geral, António Guterres.

    O candidato de esquerda Andrés Manuel López Obrador, que lidera as pesquisas antes da eleição de 1º de julho, pediu ao atual presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, que aja urgentemente para deter essa atitude arrogante, racista, desumana de deportar crianças, colocá-las em jaulas e separá-las de seus pais .

    Em breve, muito em breve, quando nosso movimento triunfar, defenderemos os imigrantes do México, da América Central, todo o continente americano, e todos os imigrantes do mundo , disse ele em um comício em Culiacán, capital de Sinaloa, Estado do noroeste.

    Dos cerca de 1.995 casos registrados pelas autoridades dos EUA, só cerca de um por cento das crianças afetadas são mexicanas, e a maioria já foi repatriada, disse Videgaray.

    Entre os 21 casos identificados de mexicanos separados dos pais está o de uma menina de 10 anos com Síndrome de Down que estava detida em McAllen, no Texas, disse Videgaray, acrescentando que a mãe da menina foi enviada a outro local.

    Em abril, o secretário de Justiça dos EUA, Jeff Sessions, anunciou uma política de tolerância zero segundo a qual todos os imigrantes apreendidos na divisa EUA-México devem ser acusados criminalmente, de acordo com o estatuto de entradas criminosas do país.

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