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    Economistas pioram estimativas para inflação e PIB em 2018; Top-5 vê Selic mais baixa em 2019

    BRASÍLIA (Reuters) - As projeções para a inflação neste ano continuaram em trajetória de alta, com novas reduções nas contas para a atividade, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.

    Ao mesmo tempo, o grupo dos economistas que mais acertam as previsões, o chamado Top-5, reduziu novamente o cálculo para a taxa básica de juros no final de 2019, passando a vê-la em 7,75 por cento, sobre 7,88 por cento na leitura anterior, no cálculo de médio prazo.

    Para 2018, a expectativa do Top-5 segue sendo de uma taxa a 6,50 por cento no fim do ano.

    A mediana geral para a Selic, contudo, seguiu sem alterações. A visão dos economistas é de que a taxa básica terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento.

    Diante das incertezas que rondam a economia brasileira, o BC decidiu não se comprometer com sinalizações sobre seus próximos passos na política monetária, mas reafirmou que ela tem foco exclusivo na inflação, seus balanços de risco e atividade econômica, segundo a ata de seu último encontro.

    Ainda segundo o Focus, estimativa geral de alta do IPCA chegou agora a 4,17 por cento em 2018, sobre 4,03 por cento na semana anterior, com a conta para 2019 permanecendo em 4,10 por cento.

    Sobre a atividade econômica, o cenário ficou mais pessimista uma vez que a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 foi reduzida a 1,53 por cento, ante 1,55 por cento antes. Para o ano que vem, a expectativa continua sendo de um avanço de 2,50 por cento.

    Os economistas pioraram sua visão para o crescimento industrial em 2018 a 2,65 por cento, contra 3,17 por cento antes. Para o próximo ano, o ajuste também foi para baixo, mas em menor intensidade: 3,05 por cento, ante 3,10 por cento no levantamento anterior.

    Para o dólar, os especialistas consultados no levantamento semanal veem a moeda encerrando este ano a 3,70 reais, patamar que ficou inalterado em relação à semana anterior. Para o ano que vem, a estimativa também permaneceu em 3,60 reais.

    (Por Marcela Ayres)

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    CMN fixa meta de inflação em 3,75% para 2021, mantendo tendência de queda

    SÃO PAULO (Reuters) - O Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou a meta de inflação para 2021 em 3,75 por cento pelo IPCA com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual, como mais um passo para a obtenção, de forma sustentável, de taxas de inflação mais baixas na economia brasileira , informou o Ministério da Fazenda em comunicado nesta terça-feira.

    O CMN, formado pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento e pelo Banco Central, manteve as metas já definidas anteriormente até 2020. O centro da meta de inflação para este ano é de 4,5 por cento, de 4,25 por cento para 2019 e de 4 por cento para 2020, todas com margem de 1,5 ponto.

    A percepção de que a economia brasileira pode conviver com taxas de inflação mais baixas de forma sustentável se manifesta nas expectativas dos analistas de mercado , diz o comunicado.

    Esta perspectiva da inflação foi beneficiada pelo redirecionamento da política econômica e a adoção de reformas e ajustes que, combinados com a condução da política monetária, permitiram reancorar as expectativas de inflação.

    Segundo a secretária-executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, foi possível manter a previsão de uma redução gradual na meta de inflação devido a uma atuação coordenada das políticas monetária e fiscal do governo federal.

    A meta de 2021 mais baixa foi possível por uma atuação coordenada de políticas monetária e fiscal , disse em entrevista coletiva.

    Acreditamos que a atuação da política monetária nos dois últimos anos foi emblemática para demonstrar que é possível conviver com uma trajetória sinalizada de ajuste fiscal ao longo do tempo, que é o que acontece hoje no Brasil.

    A meta para 2021 foi aprovada pelo CMN que, desde o ano passado, passou a fixar objetivos para mais anos à frente. A intenção foi ampliar o horizonte da política monetária com mais transparência e ajudar a levar a inflação para níveis mais baixos e consistentes.

    Entre 2005 e 2018, o centro da meta esteve em 4,5 por cento, mudando apenas a margem de tolerância.

    A inflação brasileira tem ficado baixa, apesar de o BC já ter trazido a taxa básica de juros ao menor nível histórico de 6,50 por cento, em meio ao cenário de atividade econômica mais fraca do que o esperado e elevado desemprego, que afeta o consumo.

    Segundo pesquisa Focus do BC, que ouve uma centena de economistas todas as semanas, as projeções são de alta do IPCA de 4 por cento em 2020 e 2021. Para este ano e o próximo, estavam em 4 e 4,10 por cento, respectivamente.

    (Por Mateus Maia e Iuri Dantas)

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