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    Inflação em 12 meses deve ter pico no 2º tri de 2019, mas depois convergir à meta, diz BC

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O Banco Central afirmou que a inflação acumulada em 12 meses deve se elevar até atingir um pico por volta do segundo trimestre de 2019, recuando então em direção à meta ao longo do próximo ano, conforme ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta terça-feira.

    O BC, contudo, não demonstrou preocupação com o esperado avanço de preços na economia, numa indicação de que o movimento não deve levá-lo a subir os juros tão cedo após a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) na corrida presidencial ter reduzido temores de uma alta do dólar sobre o real.

    'Ajustes de preços relativos parecem ter contribuído para elevar a inflação para níveis compatíveis com as metas em contexto com expectativas ancoradas, o que não deveria constituir risco para a manutenção da inflação nesses níveis após concluídos os referidos ajustes', disse o BC no documento, assinalando que seguirá acompanhando essa trajetória.

    No documento, o BC também afirmou que já deveria estar claro que não há relação mecânica entre choques que produzem ajustes de preços relativos e a política monetária, razão pela qual irá excluir esta mensagem a partir da próxima reunião do Copom, 'com o entendimento que isso não deveria ser interpretado como mudança de sua forma de condução da política monetária'.

    Na semana passada, o BC manteve a taxa básica de juros em seu piso histórico de 6,50 por cento ao ano e ponderou que houve alguma melhora em seu balanço de riscos, corroborando apostas no mercado de que não subirá a Selic num horizonte próximo, embora tenha mantido a porta aberta para fazê-lo se houver piora no quadro inflacionário. A mensagem foi repetida na ata nesta terça-feira.

    Em pesquisa Reuters, 40 de 42 economistas já esperavam que o BC deixasse os juros inalterados, o que ocorreu pela quinta reunião consecutiva do Copom, a primeira após a realização das eleições presidenciais.

    'Reforçamos nossa projeção de manutenção da atual taxa até ao menos o primeiro trimestre de 2019, quando finalmente serão conhecidos em sua compleição a nova equipe econômica e os planos de governo que podem estimular a economia ao ponto de se necessitar a retirada dos estímulos', avaliou o economista-chefe da Infinity Asset, Jason Vieira, em nota.

    Na ata, o BC foi um pouco mais direto sobre o quadro que passou a ver ao assinalar que, em relação ao cenário doméstico, houve diminuição de incertezas, que produziu redução dos prêmios de risco embutidos nos preços de ativos brasileiros.

    '(Isso) contribuiu para redução do grau de assimetria no balanço de riscos para a inflação. Não obstante essa melhora, os membros do Copom concluíram que os riscos altistas para a inflação seguem com maior peso em seu balanço', afirmou o BC, em referência ao risco de frustração das expectativas sobre a continuidade de reformas na economia e de deterioração do cenário externo para economias emergentes.

    Em setembro, o BC havia dito pela primeira vez que poderia subir a Selic à frente caso houvesse piora do cenário inflacionário, conforme incertezas ligadas às eleições e um movimento global de aversão a risco pressionavam o câmbio aos valores mais altos desde a criação do real.

    Agora, a possibilidade de eventual aumento de juros seguiu na mesa, mas parece mais distante com o reconhecimento que o balanço de riscos mudou para melhor.

    Ao longo das últimas semanas, os mercados demonstraram forte alívio com o favoritismo e posterior vitória de Bolsonaro à Presidência do país, pelo fato de o capitão da reserva ter sido abraçado como o candidato reformista no embate com o petista Fernando Haddad.

    Em outubro, a moeda norte-americana teve a maior queda percentual ante o real desde junho de 2016, para o patamar de 3,70 reais. O recuo do dólar frente ao real pode baratear importados e insumos da indústria e agricultura, reforçando a perspectiva de inflação lenta nos próximos meses.

    Apesar de o IPCA em 12 meses ter subido para acima do centro da meta deste ano, de 4,5 por cento, o chamado núcleo da inflação, que não leva em conta componentes voláteis, tem ficado contido, em meio à lenta recuperação econômica e desemprego elevado.

    'No que tange à inflação subjacente, nos últimos meses suas diversas medidas se elevaram a partir de níveis considerados baixos, atingindo níveis que o Comitê julga apropriados – ou seja, de modo geral consistentes com as metas para a inflação', avaliou o BC na ata.

    Na mais recente pesquisa Focus, feita pelo BC junto a uma centena de economistas, as perspectivas para inflação neste ano voltaram a cair, a 4,40 por cento, ao mesmo tempo em que os economistas que mais acertam as previsões passaram a ver a Selic mais baixa em 2019, a 7,5 por cento, ante 7,88 por cento anteriormente.

    Para o ano que vem, a projeção geral dos economistas é de um IPCA em 4,22 por cento, praticamente no centro da meta, que é de 4,25 por cento em 2019.

    Considerando a manutenção da Selic em 6,5 por cento e o dólar constante a 3,70 reais, o BC calcula um cenário parecido, com inflação de 4,4 por cento para 2018, 4,2 por cento para 2019 e 4,1 por cento para 2020, sendo que para o último ano o centro da meta de inflação é de 4,0 por cento.

    Em todos os anos, a margem para a meta é de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

    'As projeções de inflação divulgadas no documento estão muito próximas das metas no médio prazo, sugerindo um quadro relativamente benigno para a variação de preços', afirmou o Bradesco, em nota a clientes, prevendo estabilidade da Selic até o fim deste ano e elevação a 8 por cento ao fim de 2019.

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    Venezuela vai remover cinco zeros de enfraquecida moeda

    Por Brian Ellsworth

    CARACAS (Reuters) - A Venezuela vai remover cinco zeros de sua moeda, o bolívar, em vez dos três zeros planejados inicialmente, disse o presidente Nicolás Maduro na quarta-feira, em um esforço para acompanhar a inflação prevista para alcançar 1 milhão por cento neste ano.

    O país-membro da Opep têm estado em crise desde que o colapso dos preços do petróleo em 2014 o tornou incapaz de manter seu sistema econômico socialista que por anos forneceu generosos subsídios enquanto impunha rígidos controles sobre os preços.

    A inflação anual em junho chegou a 46 mil por cento, de acordo com o Congresso controlado pela oposição. O FMI disse nesta semana que a inflação pode alcançar 7 dígitos ainda este ano, a colocando no mesmo nível das crises do Zimbábue nos anos 2000 e da Alemanha na década de 1920.

    'A reconversão monetária começará no dia 20 de agosto', disse Maduro em declaração transmitida pela televisão, mostrando novas notas que devem ser lançadas no próximo mês.

    O presidente disse que a reforma irá vincular o bolívar à criptomoeda petro, recém-lançada pelo Estado, sem fornecer detalhes.

    Especialistas em criptomoedas dizem que o petro sofre de falta de credibilidade devido à falta de confiança no governo Maduro e à má gestão da atual moeda nacional do país.

    A Venezuela tem dito que é vítima de uma 'guerra econômica' comandada por líderes de oposição com a ajuda dos Estados Unidos, que, no ano passado, impuseram diversas rodadas de sanções contra o governo Maduro e importantes autoridades do país.

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    Economistas pioram estimativas para inflação e PIB em 2018; Top-5 vê Selic mais baixa em 2019

    BRASÍLIA (Reuters) - As projeções para a inflação neste ano continuaram em trajetória de alta, com novas reduções nas contas para a atividade, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira.

    Ao mesmo tempo, o grupo dos economistas que mais acertam as previsões, o chamado Top-5, reduziu novamente o cálculo para a taxa básica de juros no final de 2019, passando a vê-la em 7,75 por cento, sobre 7,88 por cento na leitura anterior, no cálculo de médio prazo.

    Para 2018, a expectativa do Top-5 segue sendo de uma taxa a 6,50 por cento no fim do ano.

    A mediana geral para a Selic, contudo, seguiu sem alterações. A visão dos economistas é de que a taxa básica terminará este ano a 6,5 por cento e 2019 a 8 por cento.

    Diante das incertezas que rondam a economia brasileira, o BC decidiu não se comprometer com sinalizações sobre seus próximos passos na política monetária, mas reafirmou que ela tem foco exclusivo na inflação, seus balanços de risco e atividade econômica, segundo a ata de seu último encontro.

    Ainda segundo o Focus, estimativa geral de alta do IPCA chegou agora a 4,17 por cento em 2018, sobre 4,03 por cento na semana anterior, com a conta para 2019 permanecendo em 4,10 por cento.

    Sobre a atividade econômica, o cenário ficou mais pessimista uma vez que a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 foi reduzida a 1,53 por cento, ante 1,55 por cento antes. Para o ano que vem, a expectativa continua sendo de um avanço de 2,50 por cento.

    Os economistas pioraram sua visão para o crescimento industrial em 2018 a 2,65 por cento, contra 3,17 por cento antes. Para o próximo ano, o ajuste também foi para baixo, mas em menor intensidade: 3,05 por cento, ante 3,10 por cento no levantamento anterior.

    Para o dólar, os especialistas consultados no levantamento semanal veem a moeda encerrando este ano a 3,70 reais, patamar que ficou inalterado em relação à semana anterior. Para o ano que vem, a estimativa também permaneceu em 3,60 reais.

    (Por Marcela Ayres)

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    CMN fixa meta de inflação em 3,75% para 2021, mantendo tendência de queda

    SÃO PAULO (Reuters) - O Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou a meta de inflação para 2021 em 3,75 por cento pelo IPCA com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual, como mais um passo para a obtenção, de forma sustentável, de taxas de inflação mais baixas na economia brasileira , informou o Ministério da Fazenda em comunicado nesta terça-feira.

    O CMN, formado pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento e pelo Banco Central, manteve as metas já definidas anteriormente até 2020. O centro da meta de inflação para este ano é de 4,5 por cento, de 4,25 por cento para 2019 e de 4 por cento para 2020, todas com margem de 1,5 ponto.

    A percepção de que a economia brasileira pode conviver com taxas de inflação mais baixas de forma sustentável se manifesta nas expectativas dos analistas de mercado , diz o comunicado.

    Esta perspectiva da inflação foi beneficiada pelo redirecionamento da política econômica e a adoção de reformas e ajustes que, combinados com a condução da política monetária, permitiram reancorar as expectativas de inflação.

    Segundo a secretária-executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, foi possível manter a previsão de uma redução gradual na meta de inflação devido a uma atuação coordenada das políticas monetária e fiscal do governo federal.

    A meta de 2021 mais baixa foi possível por uma atuação coordenada de políticas monetária e fiscal , disse em entrevista coletiva.

    Acreditamos que a atuação da política monetária nos dois últimos anos foi emblemática para demonstrar que é possível conviver com uma trajetória sinalizada de ajuste fiscal ao longo do tempo, que é o que acontece hoje no Brasil.

    A meta para 2021 foi aprovada pelo CMN que, desde o ano passado, passou a fixar objetivos para mais anos à frente. A intenção foi ampliar o horizonte da política monetária com mais transparência e ajudar a levar a inflação para níveis mais baixos e consistentes.

    Entre 2005 e 2018, o centro da meta esteve em 4,5 por cento, mudando apenas a margem de tolerância.

    A inflação brasileira tem ficado baixa, apesar de o BC já ter trazido a taxa básica de juros ao menor nível histórico de 6,50 por cento, em meio ao cenário de atividade econômica mais fraca do que o esperado e elevado desemprego, que afeta o consumo.

    Segundo pesquisa Focus do BC, que ouve uma centena de economistas todas as semanas, as projeções são de alta do IPCA de 4 por cento em 2020 e 2021. Para este ano e o próximo, estavam em 4 e 4,10 por cento, respectivamente.

    (Por Mateus Maia e Iuri Dantas)

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