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    Trump convida Putin para visitar Washington após declarações causarem turbulência

    Por Steve Holland e Doina Chiacu

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou a proposta do presidente da Rússia, Vladimir Putin, para que autoridades russas tivessem permissão de interrogar cidadãos norte-americanos, informou a Casa Branca nesta quinta-feira, após a oferta gerar fortes críticas nos EUA.

    O presidente republicano então pediu ao seu assessor de segurança nacional, John Bolton, que convide o presidente russo para visitar Washington no outono, disse a Casa Branca, quatro dias após a reunião com Putin em Helsinque.

    'O presidente Trump pediu a @Ambjohnbolton para convidar o presidente Putin a Washington no outono e essas discussões já estão em andamento', disse Sarah Sanders, porta-voz da Casa Branca, no Twitter.

    Após a cúpula entre os líderes na segunda-feira em Helsinque, Putin descreveu a proposta quando foi perguntado sobre a possível extradição de 12 autoridades da inteligência russa indiciadas na sexta-feira nos EUA por acusações de envolvimento na eleição presidencial norte-americana de 2016.

    A oferta que Putin descreveu era para permitir que autoridades dos EUA observassem interrogatórios feitos por autoridades russas dos russos indiciados, em troca de permitir que investigadores russos questionassem norte-americanos sobre outros assuntos, especificamente mencionando um caso envolvendo o investidor sediado em Londres Bill Browder, no passado investidor na Rússia.

    “Esta é uma proposta que foi feita com sinceridade pelo presidente Putin, mas o presidente Trump discorda dela”, disse em comunicado a porta-voz da Casa Branca. “É esperado que o presidente Putin faça os 12 russos identificados virem aos EUA para provarem inocência ou culpa”.

    Trump chamou a ideia na segunda-feira de “uma oferta incrível”. A Casa Branca informou na quarta-feira que Trump estava considerando a proposta, gerando amplas críticas de colegas republicanos, assim como de democratas.

    A Casa Branca fez o anúncio enquanto o Senado dos EUA se preparava nesta quinta-feira para votar uma resolução colocando o Congresso em oposição a permitir que quaisquer autoridades norte-americanas fossem interrogadas pela Rússia. O Senado - controlado pelos republicanos de Trump - aprovou por unanimidade a resolução.

    Esta é a turbulência mais recente na Casa Branca, num momento em que o governo luta para silenciar polêmicas por conta do fracasso de Trump em confrontar Putin sobre envolvimento russo na eleição norte-americana de 2016.

    Trump disse na terça-feira ter se expressado mal em uma entrevista coletiva em Helsinque, quando afirmou não ver motivo pelo qual a Rússia se envolveria na eleição. Na quarta-feira, Trump respondeu “não” para a pergunta de um repórter sobre se a Rússia ainda está mirando os EUA. Sanders disse horas depois que ele falou “não” para responder perguntas – e não para a pergunta em si.

    Na quarta-feira, o escritório do procurador-geral da Rússia listou norte-americanos que deseja interrogar por “atividades ilegais”, incluindo Michael McFaul, que foi embaixador dos EUA na Rússia durante o governo Obama.

    “Isto não vai acontecer”, disse o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, à CBN News nesta quinta-feira.

    “Eu acho que não há nenhum membro do Congresso, de qualquer um dos lados, que acredite que é remotamente inteligente exigir que nosso ex-embaixador, o sr. Browder, ou qualquer outra pessoa se submeta a interrogatórios pelo governo Putin”, disse o senador republicano Lindsey Graham. “Porque não há estado de direito, como eu disse, na Rússia. Há somente o estado de Putin”.

    SEGUNDO ENCONTRO

    Mais cedo nesta quinta-feira, tanto Trump quanto Putin culparam forças dentro dos EUA por estragos ao que chamaram de sucesso da primeira cúpula, com Trump dizendo estar ansioso para o segundo encontro.

    O presidente republicano acusou a mídia de distorcer comentários nos quais deu crédito às negações de Putin de intromissão eleitoral, apesar das conclusões da comunidade de inteligência norte-americana sobre a conduta de Moscou.

    “A cúpula com a Rússia foi um grande sucesso, exceto com o verdadeiro inimigo do povo, a mídia fake news”, tuitou Trump.

    “Aguardo nossa segunda reunião para que possamos começar a implementar algumas das muitas coisas debatidas, inclusive deter o terrorismo, segurança para Israel, proliferação nuclear, ataques cibernéticos, comércio, Ucrânia, a paz no Oriente Médio, a Coreia do Norte e mais”, acrescentou.

    Em Moscou, Putin acusou forças “poderosas” dos EUA de tentarem minar o sucesso de sua primeira cúpula com Trump, mas disse que os dois líderes conseguiram começar a melhorar os laços bilaterais apesar disso.

    (Reportagem de Steve Holland, Doina Chiacu, Richard Cowan, Lisa Lambert, Susan Heavey, em Washington, e Andrew Osborn e Olesya Astakhova, em Moscou)

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    Interrogatório de polícia em Mianmar focou em matéria sobre rohingya diz repórter da Reuters

    Por Thu Thu Aung e Aye Min Thant

    YANGON (Reuters) - Um repórter da Reuters que está sendo julgado em Mianmar disse que o interrogatório da polícia realizado depois que ele e um colega foram presos em dezembro focou em uma reportagem que estavam produzindo sobre o massacre de muçulmanos rohingya no país e não em documentos confidenciais que eles são acusados de obter.

    Wa Lone, de 32 anos, também disse que a polícia impediu que ele e Kyaw Soe Oo, de 28 anos, dormissem por mais de dois dias, e colocou capuzes pretos em suas cabeças enquanto os transportavam para um local de detenção secreto onde foram mantidos sem direito a comunicação por mais de duas semanas.

    Em depoimento prestado durante dois dias em tribunal de Yangon, Wa Lone também descreveu o que chamou de 'armadilha' da polícia para prendê-lo.

    Seu relato foi a contestação mais detalhada ouvida até agora à acusação de que os dois jornalistas teriam sido detidos durante operação de rotina, que descobriu que eles detinham documentos confidenciais de fonte desconhecida.

    'Durante todo o interrogatório, eles não perguntaram com interesse sobre os documentos confidenciais encontrados conosco, mas sondaram sobre nossa reportagem de Maungdaw, Rakhine', disse Wa Lone ao tribunal. 'Eu não dormia há muitas horas mas eles continuaram me interrogando. Eu estava exausto.'

    No momento de sua prisão, Wa Lone e Kyaw Soe Oo estavam trabalhando na investigação do assassinato de 10 muçulmanos rohingya no vilarejo de Inn Din, no Estado de Rakhine.

    Os assassinatos aconteceram durante uma repressão militar que agências da Organização das Nações Unidas (ONU) disseram ter feito com que mais de 700 mil muçulmanos fugissem para Bangladesh apenas no ano passado.

    Os jornalistas da Reuters estão sendo julgados por supostamente violar a Lei de Segredos Oficiais de Mianmar, que data da era colonial do país e cuja pena máxima é de 14 anos de prisão. Ambos se declararam inocentes.

    O caso tem atraído atenção global, com muitos governos pedindo pela liberação dos repórteres, no que tem sido visto como um teste para a liberdade de imprensa em Mianmar.

    (Reportagem adicional de Antoni Slodkowski e Poppy McPhearson)

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 22237141)) REUTERS MCP ES

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