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    Uber define termos para IPO, divulga prejuízo de US$1 bi no 1º tri

    Por Joshua Franklin

    (Reuters) - A Uber Technologies divulgou nesta sexta-feira os termos para sua oferta pública inicial (IPO), dizendo a investidores que a empresa de transporte por aplicativo e os envolvidos buscam vender até 10,35 bilhões de dólares em ações, avaliando a companhia em até 91,5 bilhões de dólares.

    A Uber também disse que o PayPal concordou em comprar 500 milhões de dólares em ações em uma colocação privada no IPO.

    Em documento enviado ao órgão regulador, a Uber definiu uma faixa de preço-alvo de 44 a 50 dólares por ação para seu IPO. A empresa venderá 180 milhões de ações na oferta, com um adicional de 27 milhões de papéis vendidos por investidores existentes.

    No documento, a Uber também informou um prejuízo líquido atribuível à empresa no primeiro trimestre de 2019 de cerca de 1 bilhão de dólares e receita de aproximadamente 3 bilhões de dólares.

    O envio do documento ocorre com a Uber se preparando para começar seu roadshow de investidores, no qual a administração da companhia passará os próximos 10 dias apresentando a empresa para investidores do mercado.

    A Uber enfrentará uma série de perguntas, inclusive quando ela gerará lucro, como navegará na transição para veículos autônomos e se seu modelo de negócios poderá suportar custos mais altos de motoristas a partir das regras do salário mínimo.

    A avaliação que a Uber está buscando em seu IPO é menor do que os 120 bilhões de dólares que os bancos de investimento disseram ao Uber no ano passado e mais perto da avaliação de 76 bilhões de dólares alcançada em sua última rodada privada de captação de recursos no ano passado.

    A moderação das expectativas de avaliação da Uber reflete o fraco desempenho de seu concorrente menor Lyft após o seu IPO no mês passado. As ações da Lyft encerraram as negociações na quinta-feira em queda de mais de 20 por cento em relação ao preço do IPO, em meio a um ceticismo do investidor no que diz respeito à lucratividade.

    (Reportagem de Joshua Franklin)

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    Uber planeja lançar IPO em abril, dizem fontes

    Por Carl O'Donnell e Heather Somerville

    (Reuters) - O Uber planeja lançar sua oferta pública inicial de ações em abril, concorrendo com a rival menor Lyft, afirmaram fontes próximas do assunto nesta quinta-feira.

    Em abril, a companhia vai divulgar a operação e iniciar apresentação a investidores, disseram as fontes.

    O momento para o IPO do Uber implica que a operação deve chegar ao mercado pouco depois da Lyft completar sua própria oferta pública, que deve ocorrer no final deste mês, disseram as fontes. Representantes da companhia não comentaram o assunto.

    Os IPOs estendem a longa rivalidade entre as empresas, que têm lutado por passageiros e motoristas desde que surgiram.

    Os negócios do Uber são muito maiores e mais diversificados do que os da Lyft. Ambas se moveram de forma relativamente rápida para abrir o capital, considerando que apresentaram documentos para um IPO em dezembro.

    A Uber, companhia de logística e transporte recentemente avaliada em 76 bilhões de dólares, está buscando uma avaliação de até 120 bilhões de dólares, embora alguns analistas tenham estimado seu valor mais próximo de 100 bilhões de dólares, com base em alguns dados financeiros divulgados pela companhia.

    A Lyft, que fornece serviços de carona e aluguel de bicicletas nos Estados Unidos e em diversas cidades canadenses, busca uma avaliação de 20 a 25 bilhões de dólares, frente a sua avaliação de 15 bilhões de dólares como uma empresa fechada.

    A receita do Uber no ano passado foi de 11,3 bilhões de dólares, enquanto a receita bruta de viagens foi de 50 bilhões de dólares. Mas a companhia teve prejuízo de 3,3 bilhões de dólares, excluindo ganhos da venda de suas unidades comerciais na Rússia e no Sudeste Asiático.

    A receita da Lyft no ano passado foi de 2,2 bilhões de dólares, com 8,1 bilhões de dólares em receita bruta de viagens. A companhia teve prejuízo de 911 milhões de dólares.

    O Uber opera em mais de 70 países.

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    Neoenergia buscará bancos para relançar IPO, diz fonte

    Por Carolina Mandl e Marcela Ayres

    SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) - Acionistas da Neoenergia irão em breve buscar assessoria financeira para relançar a oferta pública inicial de ações da companhia elétrica brasileira, que é controlada pela espanhola Iberdrola, afirmou uma fonte com conhecimento direto do assunto.

    Os acionistas minoritários Banco do Brasil e o fundo de pensão Previ querem vender parcialmente suas participações na operação, disse a fonte. As duas instituições têm fatias de 9,34 por cento e 38,21 por cento na empresa, respectivamente.

    'Já há concordância entre os sócios', afirmou a fonte, que falou à Reuters em condição de anonimato.

    Nos últimos meses, BB e Previ tentaram fechar um acordo para vender suas ações à Iberdrola, mas as tratativas não foram adiante, acrescentou a fonte.

    O novo diretor-executivo de Finanças da Neoenergia, Leonardo Gadelha, foi eleito em fevereiro e, assim que assumir o cargo na semana que vem, trabalhará para preparar a empresa para ser listada, ainda de acordo com a fonte.

    Uma segunda fonte afirmou, por outro lado, que os mandatos formais para bancos de investimento ainda vão depender das condições de mercado, com a recente saída de capital estrangeiro da bolsa levantando questões sobre o apetite dos investidores.

    Nenhuma companhia brasileira abriu capital em bolsa até agora em 2019.

    Em 2017, a Neonergia tentou listar suas ações na bolsa de valores de São Paulo, mas fracassou, uma vez que os preços ficaram aquém das expectativas de seus acionistas domésticos.

    Como os resultados da empresa melhoraram desde sua fusão em junho de 2017 com a Elektro, que já era controlada pela Iberdrola, os acionistas agora esperam uma melhor avaliação para a companhia.

    Desta vez, eles também deverão contratar um grupo menor de bancos de investimento para administrar o IPO, disse a fonte. Há dois anos, nove bancos estavam encarregados da listagem.

    Controlado pelo Estado, o BB está buscando a venda de seus ativos não essenciais, que incluem a fatia na Neoenergia. A Previ também está interessada em vender participações em empresas que passaram por valorização recente. A Iberdrola, por sua vez, não manifestou interesse em vender sua participação de 52,45 por cento na Neoenergia.

    O presidente do Conselho de Administração do grupo Iberdrola, Ignacio Sanchez Galan, disse em fevereiro que via como provável uma oferta inicial de ações da Neoenergia neste ano.

    Procurados, BB e Previ não quiseram comentar o assunto. Neoenergia e Iberdrola não responderam imediatamente aos pedidos por comentários.

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    Ação da Stone fecha em alta de 30% em estreia na Nasdaq, valor de mercado alcança US$9 bi

    (Reuters) - As ações da Stone fecharam em alta de 30 por cento em sua estreia na bolsa norte-americana Nasdaq nesta quinta-feira, avaliando a processadora brasileira de cartões em quase 9 bilhões de dólares.

    Os papéis abriram a 32 dólares, um terço acima do valor precificado em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de 24 dólares.

    A Stone vendeu 50,72 milhões de ações na véspera, por valor acima da faixa indicativa, captando 1,22 bilhão de dólares, que espera usar para aquisições. Sócios da empresa venderam 4,8 milhões de ações.

    A ação da companhia encerrou em alta de 30,6 por cento, cotada a 31,35 dólares. O índice Nasdaq fechou com valorização de 2,95 por cento nesta quinta-feira.

    A PagSeguro, outra processadora brasileira de cartões de crédito que compete diretamente com a Stone, listou suas ações na Bolsa de Nova York (Nyse) em janeiro, movimentando 1,1 bilhão de reais. A ação da companhia fechou no primeiro dia com alta de 35,8 por cento.

    Entre os principais rivais da Stone, também estão a Cielo, maior processadora de pagamentos do Brasil, que fechou nesta quinta-feira em queda de 2,4 por cento.

    A Stone atraiu nomes famosos para o IPO como a Ant Financial, subsidiária de pagamento da gigante de e-commerce chinesa Alibaba, que aportou 100 milhões de dólares na operação; e a Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, que demonstrou interesse em comprar até 14,2 milhões de ações.

    A Stone, que atende mais de 200 mil comerciantes online e em unidades físicas, faz de processamento de pagamentos, incluindo máquinas para pontos de venda e serviços de meios de pagamentos. Ela é controlada pelos fundadores André Street e Eduardo Pontes.

    A Madrone Capital Partners, empresa de investimentos dos EUA que administra parte da fortuna da família Walton family, controladora do Walmart, tem uma fatia de 5,3 por cento nas ações de classe A da Stone, e a Tiger Global Management tem uma participação de 7,1 por cento nos papéis de classe B.

    Os acionistas da Stone incluem ainda os sócios da 3G Capital, os bilionários brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira,

    A Stone divulgou receita de 164,9 milhões de dólares para os primeiros seis meses de 2018, quase o dobro de um ano antes. O lucro alcançou 22,7 milhões de dólares no período, revertendo o prejuízo do primeiro semestre de 2017.

    Goldman Sachs, J.P. Morgan, e Citigroup coordenaram o IPO.

    (Por Bharath Manjesh)

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    Brasileira Stone levanta US$1,5 bi em IPO nos EUA, com preço acima de faixa sugerida

    SÃO PAULO (Reuters) - A processadora de cartões de crédito brasileira Stone Co Ltd precificou sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) na bolsa norte-americana Nasdaq acima da faixa de preço inicialmente sugerida, levantando 1,5 bilhão de dólares, disse uma pessoa com conhecimento do assunto.

    A forte demanda permitiu à empresa vender suas ações a 24 dólares, ante uma faixa de preço entre 21 e 23 dólares, e elevar o volume de ações, acrescentou a fonte, que pediu anonimato para discutir livremente a transação. A Stone Co e seus acionistas inicialmente esperavam levantar até 1,1 bilhão de dólares.

    A precificação foi antecipada de quinta para quarta-feira, desconsiderando os receios que levaram a uma queda de 4,4 por cento da Nasdaq na quarta-feira.

    Mesmo antes de definir o preço de suas ações, Stone já havia atraído importantes investidores para o IPO, como a Berkshire Hathaway Inc., de Warren Buffett, e a Ant Financial, subsidiária de pagamento da gigante de e-commerce chinesa Alibaba.

    Controlada pelos fundadores André Street e Eduardo Pontes, os acionistas da Stone incluem os sócios da 3G Capital Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, além da Madrone Capital Partners, uma empresa de investimentos norte-americana que administra parte da fortuna da família Walton, sócia majoritária do Wal-Mart Stores.

    A Stone disse em documentos apresentados ao órgão regular dos mercados norte-americanos que pretende usar os recursos para fusões, aquisições e capital de giro. A empresa disse que pretende crescer oferecendo serviços bancários e criando um programa de fidelidade.

    As ações da Stone estreiam na Nasdaq nesta quinta-feira.

    (Por Carolina Mandl)

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    Infraero prepara venda de metade do capital por cerca de R$14 bi, diz presidente

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente da estatal federal de serviços aeroportuários Infraero, Antônio Claret de Oliveira, disse nesta terça-feira que a empresa está com planos prontos para vender 49 por cento do capital por meio de uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) ou a venda para um sócio estratégico.

    'O projeto está praticamente pronto', disse Oliveira durante evento do setor de infraestrutura. No entanto, o executivo afirmou que o projeto só deve ser apresentado ao próximo presidente da República, a ser eleito em outubro.

    Segundo ele, a venda de 49 por cento do capital da companhia por IPO ou venda a um sócio estratégico deve render cerca de 14 bilhões de reais.

    Como parte dos esforços para tornar a empresa, outrora monopolista do setor aeroportuário brasileiro, Oliveira revelou planos para enxugar ainda mais o quadro de funcionários e elevar receitas.

    De uma folha de pagamento com mais de 12 mil empregados no fim de 2015, o montante caiu para os atuais 8,1 mil. E a meta é reduzir a folha para cerca de 6 mil antes de o plano de atração de investidores ir adiante.

    Esse corte se dará sobretudo, disse o executivo mais tarde à Reuters, com a transferência de cerca de 1,8 mil funcionários do setor de navegação aérea para a Aeronáutica.

    Simultaneamente, a Infraero tem buscado fontes adicionais de receitas, incluindo a ocupação de espaços vagos em grandes aeroportos do país para uso comercial, além de aumentar a capacidade de alguns terminais para receber mais público.

    Como exemplo, Oliveira citou a expansão da pista do aeroporto de Foz do Iguaçu (PR), que qualificará o terminal para receber voos diretos da Europa e dos Estados Unidos.

    Depois de anos no vermelho, a Infraero teve lucro operacional de 505,4 milhões de reais no ano passado. Para 2018, a empresa espera lucrar 472 milhões de reais, mesmo com a saída de quatro grandes aeroportos da rede: Florianópolis, Porto Alegre, Salvador e Fortaleza.

    (Por Aluísio Alves)

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