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    Vendas no varejo do Brasil sobem mais que o esperado em janeiro

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - As vendas no varejo do Brasil registraram avanço acima do esperado em janeiro, iniciando o ano com força generalizada entre as atividades, mas acompanhando o ritmo moderado da economia do país.

    Em janeiro, as vendas no varejo brasileiro tiveram ganho de 0,4 por cento em relação a dezembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

    Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve crescimento de 1,9 por cento, sexta taxa positiva seguida.

    Os dois resultados foram melhores do que as expectativas em pesquisa da Reuters de aumentos de 0,2 por cento na comparação mensal e de 0,8 por cento na anual, na mediana das projeções.

    O varejo apresentou perda de fôlego ao longo do segundo semestre do ano passado, mas iniciou 2019 com resultado melhor do que da indústria, que em janeiro teve a maior queda em quatro meses.

    As perspectivas continuam sendo de ritmo morno para a economia em 2019, mas com lenta recuperação do mercado de trabalho.

    'Depois de um novembro muito alto e um dezembro muito baixo, o comércio parece ter encontrado o seu ponto de equilíbrio. O ritmo do comércio é lento e gradual como o da economia como um todo”, disse a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.

    “A vantagem do comércio sobre a indústria foi que a renda se mantém estável, e isso acaba por fomentar a demanda de bens de primeira necessidade', completou.

    O IBGE informou que, entre as atividades pesquisadas, somente o setor de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos teve recuo em janeiro, de 0,5 por cento.

    Entre as altas, destaque para Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (8,2 por cento); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (7,2 por cento); e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,6 por cento).

    No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, as vendas aumentaram 1,0 por cento em janeiro sobre o mês anterior. A atividade de Veículos, motos, partes e peças cresceu 5,7 por cento, após recuar 3,5 por cento no mês anterior.

    Em 2018, o consumo das famílias aumentou 1,9 por cento, com crescimento de 0,4 por cento no quarto trimestre na comparação com o terceiro, de acordo com os dados do Produto Interno Bruto. A economia brasileira teve expansão de apenas 0,1 por cento nos três últimos meses do ano sobre o perído anterior, crescendo 1,1 por cento no ano.

    A expectativa é de aceleração econômica neste ano, com a pesquisa Focus do Banco Central mostrando que os economistas veem uma expansão do PIB de 2,28 por cento neste ano, em meio a uma esperada melhora das condições financeiras e do mercado de crédito.

    (Edição de Pedro Fonseca)

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    Brasil abre 34.313 vagas formais de trabalho em janeiro, abaixo do esperado

    Por Mateus Maia

    BRASÍLIA (Reuters) - O Brasil registrou criação líquida de 34.313 vagas formais de emprego em janeiro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério da Economia, num dado abaixo do esperado e que reforça o cenário de lenta recuperação econômica.

    Em pesquisa Reuters, a expectativa era de abertura de 82.500 postos. O dado também mostrou piora em relação à janeiro do ano passado, quando foram abertas 77.822 vagas.

    'No ano passado o país voltou a gerar emprego e agora em janeiro esse processo tende a continuar, mas naturalmente é o resultado do estado econômico geral da economia, que ainda sofre um pouco em termos de alinhamento de expectativas, retomada de investimentos', afirmou o secretário do Trabalho, Bruno Silva Dalcolmo.

    Dos oito setores pesquisados, cinco ficaram no azul, com destaque para serviços, com abertura de 43.449 vagas. Na sequência, aparece a indústria de transformação, com abertura de 34.929 postos, seguida pelos setores de construção civil (+14.275), agropecuária (+8.328) e extrativa mineral (+84).

    Na outra ponta, o fechamento de vagas foi encabeçado pelo comércio, que perdeu 65.978 vagas em janeiro. Com resultados bem menos expressivos aparecem a administração pública (-686) e o setor de serviços industriais de utilidade pública (-88).

    Na véspera, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Brasil iniciou o ano com elevação na taxa de desemprego para o nível mais alto em cinco meses e avanço no número de desempregados, em um movimento sazonal de dispensa após as contratações de final de ano. [nL1N20M0F1]

    A taxa de desemprego brasileira foi a 12,0 por cento no trimestre encerrado em janeiro, contra 11,6 por cento nos três meses até dezembro.

    PREVIDÊNCIA

    O secretário do Trabalho também ressaltou a importância da reforma da Previdência e de outras reformas na área econômica para uma melhora do cenário do emprego, que é, segundo ele, muito aderente ao crescimento da economia.

    'Não havendo aprovação da reforma da Previdência, seguramente o mercado de trabalho, investimentos e todos os fatores macroeconômicos sofrerão', disse.

    Segundo ele, o resultado do mercado de trabalho tem uma grande correlação com o do Produto Interno Bruto (PIB), que representa a atividade econômica do país.

    Mais cedo hoje, o IBGE informou que o Brasil cresceu apenas 1,1 por cento em 2018, repetindo a taxa vista em 2017, depois de contrações de 3,3 e 3,5 por cento, respectivamente em 2016 e 2015. [nL1N20N0M1]

    'Os especialistas têm afirmado que a aprovação da reforma da PrevidênFcia, em conjunto com outras reformas que estão sendo discutidas pelo governo, podem colocar o Brasil numa rota de crescimento entre 2,5 e 3 por cento sem maiores problemas'.

    'O que importa é o saneamento das contas públicas e a gente sabe que o maior instrumento para fazê-lo é a reforma da Previdência', completou.

    A aprovação dessas medidas seria o caminho para a retomada da economia e, consequentemente, do mercado de trabalho. Contudo, Dalcolmo ressaltou que o processo de melhora não será rápido.

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    IPCA acelera alta a 0,32% em janeiro sob pressão de alimentos

    Por Camila Moreira

    SÃO PAULO (Reuters) - A inflação oficial brasileira acelerou a alta em janeiro devido à pressão dos preços de alimentos, mas ainda permaneceu abaixo do centro da meta do governo em 12 meses, favorecendo a perspectiva de estabilidade dos juros.

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou em janeiro alta de 0,32 por cento, depois de subir 0,15 por cento no mês anterior.

    Os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que o resultado é o mais forte em três meses.

    Em 12 meses, o IPCA passou a subir assim 3,78 por cento, após ter encerrado 2018 com alta de 3,75 por cento, resultado que ficou abaixo do centro da meta do governo, então de 4,5 por cento.

    Para 2019 a meta oficial de inflação do governo é de 4,25 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Em janeiro a maior pressão veio do grupo Alimentação e bebidas, que equivale a cerca de um quarto das despesas das famílias e cujos preços passaram a subir 0,90 por cento depois de alta de 0,44 por cento em dezembro.

    A alimentação no domicílio avançou 0,97 por cento no mês, resultado principalmente das altas nos preços do feijão-carioca (19,76 por cento), cebola (10,21 por cento), frutas (5,45 por cento) e carnes (0,78 por cento).

    'No caso das frutas, é um aumento de demanda comum nos meses mais quentes do ano', explicou o analista do IBGE Pedro Costa.

    As Despesas Pessoais, por sua vez, aceleraram a alta a 0,61 por cento no primeiro mês do ano, de 0,29 por cento em dezembro. Juntos, alimento e despesas pessoais responderam por cerca de 90 por cento do IPCA do mês.

    Somente os preços de Vestuário apresentaram deflação em janeiro, de 1,15 por cento, contra alta de 1,14 por cento no mês anterior.

    'Se pegarmos os últimos anos, vemos que em dezembro há uma alta nos preços desse grupo, por causa das vendas no Natal, e liquidações em janeiro”, completou Costa.

    Mesmo com a pressão maior no início do ano, as perspectivas para a inflação permanecem confortáveis, com as projeções ancoradas e com um ritmo ainda moderado de crescimento econômico e da recuperação do mercado de trabalho no Brasil.

    Na quarta-feira, o BC manteve a taxa de juros no seu piso histórico, de 6,5 por cento, e indicou que o quadro para a inflação ficou mais benigno, mas reforçou que vê assimetria no seu balanço de riscos.

    Mantendo o tom de cautela, evitou abrir a porta para eventual diminuição da Selic, reforçando a perspectiva de estabilidade dos juros.

    A pesquisa Focus realizada semanalmente pelo BC mostra que os economistas consultados veem manutenção da Selic este ano na mínima de 6,5 por cento. Para o IPCA, a projeção é de uma alta acumulada de 3,94 por cento neste ano.

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    IGP-DI sobe 0,07% em janeiro com aumento da pressão sob preços ao consumidor, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) teve em janeiro alta de 0,07 por cento, depois de recuar 0,45 por cento no mês anterior, com avanço nos preços para o consumidor, mostraram nesta quinta-feira os dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    Em janeiro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60 por cento do indicador todo, passou a recuar 0,19 por cento, sobre deflação de 0,82 por cento no mês anterior.

    O IPA mostrou que o grupo Bens Intermediários recuou 0,53 por cento no mês, ante uma queda de 1,74 por cento em dezembro. Vale ressaltar o comportamento do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção.

    A pressão no varejo ficou mais forte, uma vez que a alta do Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI), que responde por 30 por cento do IGP-DI, acelerou a 0,57 por cento, de 0,29 por cento em dezembro.

    A principal contribuição para este resultado foi dado pelo Educação, Leitura e Recreação, cujos preços passaram a subir 3,13 por cento em janeiro de 0,83 por cento antes, em um movimento sazonal de início de ano.

    O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI), por sua vez, subiu 0,49 por cento em janeiro, contra avanço de 0,13 por cento em dezembro.

    O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Produção de veículos no Brasil cai 10% em janeiro sobre um ano antes

    SÃO PAULO (Reuters) - A produção brasileira de veículos em janeiro caiu 10 por cento sobre o mesmo período do ano passado, para 196,8 mil unidades, pressionada em parte por recuo de vendas externas, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela associação de montadoras, Anfavea.

    Na comparação com dezembro, porém, a produção subiu 10,9 por cento.

    A Anfavea informou ainda que as vendas de veículos novos - carros, comerciais leves, caminhões e ônibus - cresceram 10,2 por cento na comparação anual em janeiro, mas recuaram 14,8 por cento ante dezembro, para 199,8 mil unidades.

    O setor apurou exportações de 710 milhões de dólares em janeiro, incluindo máquinas agrícolas e rodoviárias, uma queda anual de 29 por cento. Em unidades, as exportações de veículos montados de janeiro recuaram 46 por cento ante janeiro de 2018, para 25.034. No ano passado, as exportações do mês tinham sido recordes para janeiro, somando 47 mil unidades.

    A Anfavea estima para este ano crescimento de 11,4 por cento nas vendas de veículos, para 2,86 milhões de unidades. A produção deve avançar 9 por cento, para 3,14 milhões de veículos. Mas as vendas externas devem mostrar recuo de 6,2 por cento, para 590 mil unidades, atingidas por fraqueza do mercado Argentino, principal destino das exportações do setor.

    A indústria terminou o mês passado com estoque de 245,6 mil veículos em pátios de montadoras e concessionárias, segundo a Anfavea, ante 255,1 mil em dezembro e 228,7 mil em janeiro de 2018.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    IPCA-15 sobe 0,30% pressionado por alimentos, mas tem menor nível para janeiro em 25 anos

    SÃO PAULO (Reuters) - A prévia da inflação oficial brasileira iniciou o ano sob pressão dos preços de alimentos, mas ainda assim registrou a menor taxa para janeiro em 25 anos e permaneceu abaixo do centro da meta do governo em 12 meses.

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) avançou 0,30 por cento em janeiro na comparação com o mês anterior, deixando para trás a queda de 0,16 por cento registrada em dezembro.

    Apesar da retomada da alta, essa é a leitura mais baixa do IPCA-15 para janeiro desde a implantação do Plano Real, em 1994, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Com isso, o IPCA-15 acumulou em 12 meses alta de 3,77 por cento, depois de ter fechado o ano com avanço de 3,86 por cento.

    A meta oficial de inflação do governo para 2019 é de 4,25 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Em 2018, o IPCA fechou o ano com avanço de 3,75 por cento, sendo que o centro da meta era de 4,5 por cento.

    As expectativas em pesquisa da Reuters eram de alta de 0,33 por cento na base mensal, subindo 3,81 por cento em 12 meses.

    Em janeiro, o destaque foi alta de 0,87 por cento do grupo Alimentação e bebidas, representando o maior impacto no índice do mês, depois de avanço de 0,35 por cento em dezembro.

    Os preços da alimentação no domicílio pressionaram o grupo, ao subirem 1,07 por cento em janeiro depois de avançarem 0,22 por cento no mês anterior. Os aumentos de 6,52 por cento nos preços das frutas e de 1,72 por cento das carnes foram o destaque.

    Por outro lado, o grupo Transportes teve deflação de 0,47 por cento, mas o ritmo de queda diminuiu após recuo de 0,93 por cento em dezembro. A gasolina caiu 2,73 por cento, no segundo mês consecutivo de queda, e teve o maior impacto individual no índice.

    Já os preços de Vestuário caíram 0,16 por cento em janeiro, deixando para trás alta 0,31 por cento no mês anterior.

    Apesar do avanço no primeiro mês do ano, as perspectivas para a inflação permanecem confortáveis, com as projeções ancoradas e com o ritmo da atividade econômica e da recuperação do mercado de trabalho ainda moderado.

    Isso mantém aberto o espaço para que o Banco Central deixe a política monetária inalterada por um longo período. Os economistas consultados na pesquisa Focus realizada pelo BC veem aumentos da taxa básica de juros Selic somente em outubro e dezembro, terminando o ano a 7 por cento, contra o atual patamar de 6,5 por cento.

    Na terça-feira, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, afirmou à Reuters que a autoridade monetária vai sempre olhar no momento adequado se a política monetária está suficientemente estimulativa.

    (Por Camila Moreira)

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    Preços ao consumidor pressionam e IGP-M tem variação negativa de 0,01% na 2ª prévia de janeiro, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - As pressões sobre os preços ao consumidor aumentaram e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) passou a registrar variação negativa de 0,01 por cento na segunda prévia de janeiro, após recuo de 1,15 por cento no mesmo período do mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira.

    O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, teve no período um recuo de 0,26 por cento, depois de deflação de 1,74 por cento na segunda leitura de dezembro.

    O IPA mostrou que a queda dos preços das Matérias-Primas Brutas atenuou a 0,24 por cento em janeiro, ante recuo de 2,51 por cento antes, com destaque para o movimento dos itens minério de ferro, aves e leite in natura.

    O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30 por cento no índice geral, passou a subir 0,49 por cento na segunda prévia de janeiro, depois de queda de 0,05 por cento no período anterior.

    Nesta apuração, a principal contribuição foi dada pelo grupo Transportes, que recuou 0,06 por cento, depois de uma deflação de 1,09 por cento no mês anterior.

    O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, acelerou alta a 0,38 por cento na segunda prévia de janeiro, de 0,10 por cento no período anterior.

    O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

    A segunda prévia do IGP-M calculou as variações de preços no período entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

    (Por Stéfani Inouye)

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