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    Tribunal da Coreia do Sul revolta Japão ao determinar indenização da Nippon Steel a operários da 2ª Guerra

    Por Hyonhee Shin e Kiyoshi Takenaka

    SEUL/TÓQUIO (Reuters) - O principal tribunal da Coreia do Sul decidiu nesta terça-feira que a japonesa Nippon Steel & Sumitomo Metal Corp precisa indenizar quatro sul-coreanos por seu trabalho forçado durante a Segunda Guerra Mundial, um veredicto que o Japão disse ser 'impensável', mas expressando a esperança de que a cooperação com o vizinho para reduzir as tensões com a Coreia do Norte não seja afetada.

    A Suprema Corte sul-coreana tomou uma decisão histórica ao confirmar uma ordem de 2013 para que a empresa pague o equivalente a 87.700 dólares a cada um dos quatro operários da siderúrgica, que iniciaram a ação em 2005 em busca de indenizações e salários nunca pagos.

    A corte determinou que o direito dos ex-operários à indenização não foi anulado por um tratado de 1965 que normalizou os laços diplomáticos, rejeitando a posição adotada pelo governo e pelos tribunais do Japão, informou a agência de notícias Yonhap.

    Lee Choon-shik, de 94 anos, o único sobrevivente entre os demandantes, saudou a decisão, dizendo em uma coletiva de imprensa televisionada que lhe 'partiu o coração vê-la hoje, sendo o único ainda vivo'.

    O Japão e a Coreia do Sul compartilham uma história amarga, que inclui a colonização japonesa da península coreana entre 1910 e 1945 e o uso de 'mulheres de consolo', um eufemismo japonês para meninas e mulheres, muitas delas coreanas, obrigadas a trabalhar em seus prostíbulos nos tempos da guerra.

    O veredicto provocou uma reação rápida e raivosa de Tóquio.

    Discursando no Parlamento, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, disse que a questão foi 'completa e finalmente' decidida pelo tratado de 1965. 'Este veredicto é uma decisão impossível à luz da lei internacional', afirmou.

    O ministro das Relações Exteriores, Taro Kono, que convocou o embaixador sul-coreano, Lee Su-hoon, após a decisão, disse que ela 'subverteu fundamentalmente a base legal de uma amizade bilateral desde a normalização dos laços em 1965'.

    Mas Kono disse aos repórteres que espera que Seul faça o necessário para evitar que a questão afete a cooperação dos dois aliados asiáticos dos Estados Unidos para tentar conter o programa nuclear da Coreia do Norte.

    A Nippon Steel disse que o veredicto é 'profundamente lamentável' e que o analisará antes de adotar qualquer medida.

    (Por Hyonhee Shin, em Seul; Kiyoshi Takenaka e Elaine Lies, em Tóquio; Reportagem adicional de Jeongmin Kim e Jane Chung, em Seul; e Linda Sieg, Yuka Obayashi e Kiyoshi Takenaka, em Tóquio)

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    Fabricante japonesa de amortecedores de terremoto falsifica dados de qualidade desde 2003

    Por Kiyoshi Takenaka e Elaine Lies

    TÓQUIO (Reuters) - Uma fabricante japonesa de amortecedores usados em estruturas antiterremoto, KYB Corp, afirmou nesta sexta-feira que pelo menos 70 edifícios no Japão podem ter usado seus produtos. A empresa admitiu nesta semana que falsificou dados sobre a qualidade de alguns de seus produtos desde pelo menos 2003.

    A KYB representa mais um episódio em uma série de escândalos que abalou a confiança do público nos produtos produzidos no país.

    A companhia divulgou uma lista inicial de 70 edifícios que podem ter usado seus produtos com dados falsificados, incluindo prédios como o do Ministério das Finanças em Tóquio e várias outras estruturas governamentais.

    A imprensa publicou que outros edifícios, incluindo a principal estação ferroviária de Tóquio e algumas instalações das Olimpíadas de 2020, podem ter usado produtos da KYB.

    Representantes da KYB afirmaram durante entrevista coletiva que apesar da lista inicial ser formada por 70 edifícios houve confirmações de 28 deles utilizando seus produtos.

    O número real de edifícios que podem estar usando produtos da companhia pode chegar a 1.000, afirmaram os executivos.

    'Gostaríamos de pedir desculpas por este tipo de ação inapropriada', disse Keisuke Saito, um executivo sênior da empresa.

    Shigeki Hirokado, presidente da subsidiária Kayaba System Machinery, que também se envolveu na falsificação dos dados, afirmou que os absorvedores de impacto foram exportados para Taiwan e que alguns deles eram defeituosos, mas que o volume era 'extremamente pequeno'.

    Um dos tipos mais comuns de absorvedores de impacto de terremoto é um mecanismo semelhante a um pistão, normalmente instalado na fundação de um edifício. Outro produto, usado em prédios mais altos, é incorporado às paredes em diferentes níveis da estrutura.

    ESCÂNDALO

    Um porta-voz da Tóquio 2020 afirmou na quinta-feira que a organização foi avisada pelo governo japonês que produtos da KYB foram usados em várias instalações dos Jogos e que ainda estão esperando por mais detalhes sobre os equipamentos.

    Nobuo Fukuwa, diretor do Centro de Pesquisa de Mitigação de Desastres da Universidade de Nagoya, minimizou a falsificação dos dados, afirmando que variações na qualidade dos amortecedores não é um problema grave.

    'Algumas flutuações não terão impacto na segurança dos edifícios ou na vida das pessoas, então não é preciso muita preocupação', afirmou o pesquisador à Reuters, acrescentando que o tipo mais comum de absorvedor de impacto, os instalados em fundações, podem ser substituídos com facilidade.

    Mas a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, afirmou a jornalistas nesta sexta-feira que o incidente é 'extremamente lamentável'.

    As ações da KYB despencaram 35 por cento nos três dias após a revelação da falsificação. Os papéis encerraram em alta de 3,27 por cento nesta sexta-feira.

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    Premiê do Japão relata primeira rodada de conversas comerciais construtivas com Trump

    TÓQUIO (Reuters) - O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, disse ter tido conversas construtivas com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a respeito do comércio em Nova York no domingo, antes da segunda rodada de diálogos comerciais entre os dois países nesta semana.

    Ele disse aos repórteres em Nova York que os dois conversaram sobre comércio e investimento e reafirmaram seu compromisso de desnuclearizar a Península Coreana.

    'Continuarei as discussões sobre comércio com ele em nossa cúpula depois da reunião do ministro da Economia Motegi com o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer', disse Abe aos repórteres em um boletim à imprensa transmitido pela emissora japonesa NHK.

    Abe e Trump realizarão uma cúpula na quarta-feira nos bastidores da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York, disse o principal porta-voz do governo japonês na sexta-feira.

    Os principais negociadores comerciais das duas nações – o ministro da Economia do Japão, Toshimitsu Motegi, e Lighthizer – prepararão o terreno para a cúpula em sua segunda rodada de conversas comerciais nesta segunda-feira.

    Trump tuitou: 'Indo para Nova York. Estarei com o primeiro-ministro Abe do Japão para falar de assuntos militares e comerciais. Fizemos muito para ajudar o Japão, gostaria de ver um relacionamento mais recíproco. Tudo dará certo!'

    Abe disse que os EUA e o Japão se manterão em contato constante a respeito da Coreia do Norte e que transmitiu a Trump uma mensagem de familiares de japoneses sequestrados pela Coreia do Norte décadas atrás.

    (Por Ayai Tomisawa)

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    Abe se mantém como premiê japonês com vitória em disputa por liderança partidária

    Por Linda Sieg e Leika Kihara

    TÓQUIO (Reuters) - O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, venceu uma votação pela liderança do partido governista nesta quinta-feira e caminha para consolidar seu legado como premiê mais longevo do Japão, inclusive revendo a Constituição pacifista pós-guerra.

    Se Abe permanecer no cargo até novembro de 2019, Abe terá ultrapassado os 2.886 dias de Taro Katsura na função de primeiro-ministro no início do século 20.

    'Quero abordar a reforma constitucional com todos vocês', disse Abe ao seu Partido Liberal Democrata após a votação. O líder, que voltou ao poder em 2012 prometendo revigorar a economia e fortalecer a defesa após renunciar abruptamente de um mandato no período 2006-2007, derrotou o ex-ministro da Defesa Shigeru Ishiba na eleição da liderança do PLD.

    Abe obteve 553 votos e Ishiba ficou com 254, um resultado algo melhor do que o esperado. Dos 810 votos de parlamentares e filiados do PLD em disputa, 807 foram válidos.

    Abe disse em uma coletiva de imprensa que reformulará seu gabinete depois que voltar de uma viagem a Nova York para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) na semana que vem. Ele não quis falar de postos específicos, mas o jornal de negócios Nikkei disse que aliados próximos, como o secretário-chefe de gabinete, Yoshihide Suga, e o ministro das Finanças, Taro Aso, permanecerão.

    (Reportagem adicional de Kiyoshi Takenaka)

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    Putin convida premiê do Japão a assinar acordo de paz ainda em 2018

    Por Denis Pinchuk e Polina Nikolskaya

    VLADIVOSTOK, Rússia (Reuters) - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, se voltou ao primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, no palco de uma conferência nesta quarta-feira e propôs a assinatura de um tratado de paz até o final deste ano para encerrar formalmente as hostilidades da Segunda Guerra Mundial entre os dois países.

    Mas pouco depois de Putin fazer a proposta, um porta-voz do governo japonês em Tóquio disse que o Japão quer a devolução de ilhas do Pacífico capturadas por tropas russas nos últimos dias da guerra antes de assinar um tratado de paz.

    Rússia e Japão disputam as ilhas há décadas, e por isso ainda não encerraram formalmente as hostilidades da Segunda Guerra Mundial. O impasse vem impedindo a criação de laços econômicos entre os dois países quase vizinhos.

    'Uma ideia acabou de passar pela minha cabeça', disse Putin a Abe durante uma sessão de perguntas e respostas em um fórum econômico na cidade russa de Vladivostok.

    'Vamos concluir um tratado de paz antes do final deste ano, sem quaisquer precondições'.

    Abe não respondeu.

    Mais tarde na mesma sessão, Putin disse sobre sua proposta: 'Eu não estava brincando'. Ele disse que sua ideia é que os dois lados assinem um tratado primeiro e depois acertem as questões que os dividem.

    Tanto Moscou quanto Tóquio reivindicam a soberania das ilhas, conhecidas na Rússia como Ilhas Kurile e no Japão como Territórios do Norte.

    Em um boletim de rotina à imprensa realizado em Tóquio após a proposta de Putin, o secretário-chefe de gabinete japonês, Yoshihide Suga, disse: 'Não quero comentar o que o presidente Putin disse... entretanto, nossa posição de que a questão dos Territórios do Norte seja resolvida antes de qualquer tratado de paz não mudou'.

    Abe e Putin dizem querer uma solução para a disputa. O líder japonês disse que um acordo destravaria o comércio e o investimento de empresas japonesas para a Rússia, que sofre um boicote de investimentos ocidentais por causa de sanções.

    Mas para Putin, que divulga a imagem pública de um defensor aguerridos dos interesses de seu país, ceder as ilhas poderia ter uma repercussão negativa em casa.

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    Japão começa trabalho de recuperação após tufão que deixou 11 mortos

    TÓQUIO (Reuters) - O Japão começou a se recuperar nesta quarta-feira depois que um forte tufão deixou ao menos 11 mortos, centenas de feridos e milhares de pessoas isoladas em um aeroporto inundado, embora ainda não se saiba quando a estrutura de um polo turístico do país será reaberta.

    O tufão Jebi, cujo nome significa 'engolir' em coreano, chegou a alcançar momentaneamente o status de supertufão e é a tempestade mais forte a atingir o Japão em 25 anos.

    O Jebi chega após meses de fortes chuvas, deslizamentos de terra, enchentes, e temperaturas recordes que deixaram centenas de mortos no Japão.

    Cerca de 3 mil turistas ficaram presos durante a noite no aeroporto de Kansai, no oeste do país, construído em uma baía perto de Osaka e conectado ao continente por uma ponte que foi danificada quando um navio se chocou com sua estrutura durante a tempestade.

    Muitas pessoas foram resgatadas em barcos para sair do aeroporto, onde ainda era possível ver poças de água na principal pista após a inundação de terça-feira.

    'Mais do que tudo, eu realmente quero tomar um banho', disse uma mulher à televisão pública NHK.

    O secretário-chefe do gabinete japonês, Yoshihide Suga, disse nesta quarta-feira que cerca de 470 pessoas ficaram feridas e que ainda não se sabe quando o aeroporto será reaberto. Segundo ele, algumas linhas férreas das áreas afetadas ainda estão fechadas.

    Entretanto, o número de casas sem energia já foi reduzido para cerca de 530 mil.

    'O governo continuará a fazer tudo que for possível para lidar com esses problemas com a maior urgência', disse Suga em coletiva de imprensa.

    (Reportagem de Osamu Tsukimori, Makiko Yamazaki, Chang-Ran Kim, Kiyoshi Takenaka e Elaine Lies)

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    Investigação mostra que faculdade do Japão reduziu notas de mulheres em vestibular de medicina

    Por Elaine Lies

    TÓQUI (Reuters) - Uma faculdade de medicina do Japão reduziu deliberadamente as notas de exames de admissão de mulheres durante ao menos uma década, disse uma comissão de investigação nesta terça-feira, classificando a prática como um caso 'muito sério' de discriminação, mas autoridades da universidade negaram ter conhecimento das manipulações.

    O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, tornou prioridade a criação de uma sociedade 'na qual as mulheres possam brilhar', mas as mulheres japonesas ainda enfrentam muitos desafios para conseguir empregos e voltar ao trabalho depois de ter filhos, um dos fatores por trás do declínio da taxa de natalidade.

    As alterações foram descobertas em uma investigação interna após uma acusação de corrupção relativa ao exame de admissão da Universidade de Medicina de Tóquio, o que provocou protestos e revolta.

    Advogados que investigam acusações de corrupção no exame de admissão do filho de um funcionário graduado do Ministério da Educação disseram ter concluído que sua nota, e as de vários outros homens, foram reforçadas 'injustamente' -- em até 49 pontos em um caso.

    Eles também concluíram que as notas foram manipuladas para dar mais pontos a homens do que a mulheres, diminuindo o número de mulheres aceitas, já que autoridades da escola acreditam que elas estão mais inclinadas a deixar a profissão depois de ter filhos, ou por outras razões.

    'Esse incidente é realmente lamentável – por meio de procedimentos de recrutamento enganosos eles tentaram iludir os inscritos, suas famílias, autoridades da escola e a sociedade como um todo', disse o advogado Kenji Nakai em uma coletiva de imprensa.

    'Fatores que indicam uma discriminação muito séria contra as mulheres também foram parte disso', acrescentou Nakai, um dos advogados externos que a universidade contratou para investigar o incidente.

    O inquérito mostrou que as notas dos homens, incluindo alguns que já haviam sido reprovados uma ou duas vezes, foram aumentadas, enquanto as de todas as mulheres, e de homens que haviam sido reprovados ao menos três vezes, não foram.

    Os advogados disseram não saber quantas mulheres foram afetadas, mas que parece que as notas dos exames das mulheres foram adulteradas durante ao menos uma década.

    Na coletiva de imprensa, autoridades graduadas da escola se curvaram e desculparam, prometendo estudar 'sinceramente' sua reação, como possíveis indenizações, mas disseram não estar a par da manipulação.

    (Reportagem adicional de Tim Kelly)

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