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    Imperador Naruhito ascende ao trono do Japão com 'sentimento de solenidade'

    Por Elaine Lies e Kiyoshi Takenaka

    TÓQUIO (Reuters) - O imperador japonês Naruhito assumiu formalmente o cargo nesta quarta-feira, um dia depois da abdicação de seu pai, dizendo estar tomado por um 'sentimento de solenidade', e prometendo trabalhar como um símbolo da nação e da unidade de seu povo.

    O ex-imperador Akihito e a imperatriz Michiko saíram de cena depois de três décadas na terça-feira, em uma cerimônia breve e simples na qual Akihito agradeceu ao povo do Japão e disse que pede paz em suas preces.

    Naruhito, de 59 anos, sucedeu tecnicamente seu pai após a meia-noite de terça-feira, mas sua ascensão ao Trono de Crisântemo foi formalizada em uma cerimônia realizada no meio da manhã, a primeira parte da qual sua esposa e outras mulheres da realeza não puderam assistir.

    Naruhito, o primeiro imperador nascido após a Segunda Guerra Mundial e o primeiro a ser criado unicamente pelos pais, expressou gratidão pelo trabalho deles e disse que se sente solene ao pensar no fardo que recebe.

    'Prometo que sempre pensarei no povo e, ao mesmo tempo em que me aproximo dele, cumprirei minhas funções como um símbolo do Estado japonês e da unidade do povo japonês, de acordo com a Constituição', disse Naruhito, que vestia uma casaca e várias medalhas grandes, com um sorriso contido.

    'Anseio sinceramente pela felicidade do povo e pelo progresso futuro do país, e pela paz mundial', disse ele no Salão do Pinheiro do Palácio Imperial.

    Na primeira etapa da cerimônia, camareiros imperiais levaram os selos do Estado e do Conselho ao salão, além de dois dos 'Três Tesouros Sagrados' do Japão – uma espada e uma joia – que, juntamente com um espelho, são símbolos do trono e, segundo a lenda, têm origem na mitologia antiga.

    Naruhito foi flanqueado pelo irmão e príncipe herdeiro, Akishino, durante a cerimônia, que durou cerca de cinco minutos.

    Sua esposa, a imperatriz Masako, não estava no recinto, de acordo com costumes que proíbem a presença de mulheres da realeza, mas pela primeira vez uma mulher assistiu ao acontecimento – Satsuki Katayama, que participava como membro do gabinete do primeiro-ministro, Shinzo Abe.

    Masako, que usava um vestido branco até o chão e uma tiara, entrou no recinto para a segunda parte da cerimônia com as outras mulheres adultas da realeza.

    Abe disse que o Japão se inspira no imperador.

    'Estamos determinados a criar, em meio ao ambiente internacional que muda rapidamente, um futuro brilhante para um Japão orgulhoso que é pacífico e cheio de orgulho', afirmou.

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    Imperador do Japão reza por paz na primeira abdicação em 200 anos

    Por Linda Sieg e Kiyoshi Takenaka

    TÓQUIO (Reuters) - O imperador japonês Akihito, nos comentários com que encerrou seu reinado de três décadas nesta terça-feira, agradeceu ao povo por seu apoio e expressou esperança em um futuro pacífico.

    Akihito, de 85 anos, o primeiro monarca a abdicar no país em dois séculos, procurou atenuar as lembranças dolorosas da Segunda Guerra Mundial e aproximar a monarquia do povo, inclusive os marginalizados da sociedade.

    O popular Akihito foi o primeiro monarca a assumir o Trono do Crisântemo sob uma Constituição pós-guerra que define o imperador como um símbolo do povo sem poder político.

    Seu pai, Hirohito, em cujo nome as tropas japonesas lutaram na Segunda Guerra Mundial, foi considerado um semideus até a derrota do Japão em 1945, quando renunciou à sua divindade.

    'Ao povo que me aceitou e apoiou como um símbolo, expresso minha gratidão sincera', disse Akihito, usando um fraque de estilo ocidental, em uma cerimônia curta de abdicação no Salão do Pinheiro do Palácio Imperial.

    'Juntamente com a imperatriz, espero de coração que a nova era Reiwa que começa amanhã seja pacífica e frutífera, e rezo pedindo paz e felicidade para nosso país e a população do mundo', disse Akihito, solene, referindo-se à nova era imperial.

    Ele estava de pé em um estrado branco e acompanhado pela imperatriz Michiko, que usava um vestido branco e cinza longo.

    Cerca de 300 pessoas assistiram à cerimônia, transmitida ao vivo pela televisão, entre eles o primeiro-ministro, Shinzo Abe, o príncipe herdeiro, Naruhito, e a princesa herdeira, Masako, além dos presidentes das duas casas do Parlamento e de juízes da Suprema Corte.

    Akihito e Michiko, sua esposa há 60 anos e a primeira plebeia a se casar com um herdeiro imperial, foram muito atuantes como símbolos de reconciliação, paz e democracia.

    Akihito, que recebeu tratamento para um câncer de próstata e passou por uma cirurgia cardíaca, disse em um discurso televisionado em 2016 que temia que sua idade dificultasse o cumprimento de suas tarefas.

    No início da cerimônia, camareiros levaram os selos do Estado e do Conselho ao salão, além de dois dos 'Três Tesouros Sagrados' do Japão – uma espada e uma joia – que, juntamente com um espelho, são símbolos do trono e, segundo a lenda, têm origem na mitologia antiga.

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    Segurança é intensificada em Tóquio às vésperas de imperador abdicar

    Por Ayai Tomisawa e Kwiyeon Ha

    TÓQUIO (Reuters) - Mergulhadores atuavam no entorno do Palácio Imperial e policiais com cães farejadores vasculhavam arbustos nesta segunda-feira em um momento que as autoridades aumentavam a segurança para o início da nova era imperial 'Reiwa' no Japão.

    A nova era começa na quarta-feira, quando o príncipe Naruhito assumirá o Trono de Crisântemo, um dia depois da abdicação de seu pai, o imperador Akihito, que encerrará a era Heisei, que durou 31 anos.

    A polícia aumentou a segurança no Palácio Imperial, uma área de 115 hectares que é a casa do imperador e da imperatriz e fica localizada no coração de Tóquio.

    Autoridades checavam arbustos com bastões de metal em busca de objetos escondidos, enquanto cães farejavam os arredores. Mergulhadores checavam a água no fosso ao redor do palácio.

    O acesso do público à praça em frente ao palácio será restrito durante as cerimônias de abdicação e de ascensão.

    A segurança também será rígida na residência de Naruhito, na propriedade imperial de Akasaka, disse uma autoridade policial.

    'Vamos aprimorar a segurança para evitar que comportamento ilegal, incluindo atos terroristas, aconteçam perto do palácio e da propriedade imperial de Akasaka, assim como nas ruas de acesso', disse a autoridade que pediu para não ter o nome revelado por não ser autorizada a falar com a imprensa.

    A agência de notícias Kyodo disse que milhares de policiais farão a segurança das cerimônias e de uma aparição pública do novo imperador na quinta-feira, quando multidões gigantescas são esperadas.

    'Percebo que há mais policiais hoje. Vejo muito mais pessoas que o comum', disse Mariko Hiratsuka, 36, que pratica corrida ao redor do palácio numa vez por semana.

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759)) REUTERS ES

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    Ghosn se diz 'inocente' e pede ajuda da França após nova prisão

    Por Tim Kelly e Naomi Tajitsu

    TÓQUIO (Reuters) - Procuradores japoneses prenderam Carlos Ghosn novamente nesta quinta-feira devido à suspeita de que o ex-chefe da Nissan tenha tentado se enriquecer à custa da montadora, em outra reviravolta dramática que seus advogados disseram ser uma tentativa de silenciá-lo.

    A prisão, que especialistas jurídicos sem relação com o caso descreveram como muito rara para alguém já solto sob fiança, é a quarta obtida pelos procuradores contra o executivo, no âmbito de um escândalo que abalou a indústria automotiva global e provocou questionamentos sobre o sistema judicial do Japão.

    Procuradores de Tóquio disseram que Ghosn deu 5 milhões de dólares de prejuízo à Nissan durante um período de dois anos e meio que se estendeu até julho de 2018, violando sua obrigações legais com a empresa e visando o ganho pessoal.

    A agência de notícias Kyodo relatou que o prejuízo envolve a transferência de fundos por meio de uma empresa de Omã para a conta de uma empresa que, na prática, é de posse de Ghosn. A agência não citou nenhuma fonte.

    Ghosn, que tem cidadania francesa, libanesa e brasileira, pediu ajuda do governo da França.

    'Sou inocente', afirmou Ghosn em uma entrevista exibida nesta quinta-feira nas emissoras de televisão francesas TF1 e LCI. 'Peço que o governo francês me defenda, e defenda meus direitos como cidadão'.

    Não ficou claro onde a entrevista foi gravada. O ministro das Finanças francês disse que Ghosn precisa usufruir da presunção de inocência e que está recebendo proteção consular.

    O principal advogado do executivo, Junichiro Hironaka, disse que os procuradores querem silenciar Ghosn, que na quarta-feira tuitou planos de realizar sua primeira coletiva de imprensa no dia 11 de abril.

    'A intenção dos procuradores é pressionar Ghosn, e impedi-lo de falar livremente', argumentou Hironaka, acrescentando que o acesso ao que viram como indícios adicionais também foi um motivo provável para a nova prisão.

    A acusação adicional provavelmente prolongará o julgamento de Ghosn, que deve começar no final deste ano, disse Hironaka, para quem a falta de acesso a documentos relacionados ao julgamento pode criar uma desvantagem para seu cliente na contestação do caso.

    Procuradores confiscaram o celular, documentos, cadernos e diários de Ghosn, disse ele, além do celular e do passaporte de sua esposa.

    (Reportagem adicional de Malcolm Foster, Ami Miyazaki, Maki Shiraki, Linda Sieg e Billy Mallard)

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    Ghosn promete dizer a verdade após notícia sobre novo processo

    Por Kenneth Maxwell e Tim Kelly

    TÓQUIO (Reuters) - Demitido da direção da Nissan, Carlos Ghosn prometeu 'dizer a verdade' em uma coletiva de imprensa na próxima semana, usando o Twitter para fazer seu primeiro comunicado desde que foi solto sob fiança e horas depois de uma reportagem dizer que procuradores preparam um novo caso contra ele.

    Ghosn, elogiado por muitos por resgatar a Nissan de uma falência iminente duas décadas atrás, caiu em desgraça de forma dramática, o que abalou a indústria automotiva global e provocou dúvidas sobre o futuro da aliança da Nissan com a francesa Renault.

    Ele foi preso em Tóquio em novembro e enfrenta acusações de má conduta financeira e violação de confiança grave por supostamente omitir cerca de 82 milhões de dólares em salários e transferir perdas financeiras pessoais temporariamente para os livros contábeis da Nissan durante a crise financeira.

    Libertado no mês passado com uma fiança de 9 milhões de dólares, Ghosn negou as acusações, que afirmou 'não terem mérito', e disse ser vítima de um golpe da diretoria.

    'Estou me preparando para dizer a verdade sobre o que está acontecendo. Coletiva de imprensa na quinta-feira, 11 de abril', escreveu Ghosn no Twitter, que mostrou a marca azul que indica que o tuíte foi verificado pela rede social.

    Foi a única mensagem, em japonês e inglês, na conta criada neste mês.

    Pelos termos da fiança, Ghosn não tem permissão de usar a internet, mas o tuíte pode ter sido publicado em seu nome, como é comum para celebridades e figuras de grande destaque.

    Não foi possível contatar representantes de Ghosn para obter comentários sobre a mensagem.

    Mais cedo, o jornal japonês Yomiuri noticiou que procuradores de Tóquio estão preparando um novo caso contra ele devido a supostos pagamentos que a montadora fez a um parceiro de negócios em Omã.

    Os procuradores estão conversando com a Suprema Procuradoria-Geral e outras entidades e planejam decidir em breve se processarão Ghosn por novas acusações de violação de confiança grave, disse o jornal, citando fontes envolvidas no caso.

    Um porta-voz da Procuradoria-Geral de Tóquio disse não estar ciente de nenhuma investigação nova quando foi indagado pela Reuters.

    Já o porta-voz de Ghosn havia dito que pagamentos de 32 milhões de dólares feitos ao longo de nove anos foram recompensas pelo fato de a empresa de Omã ser uma concessionária destacada da Nissan. Estes incentivos não estavam a cargo de Ghosn e os fundos não saldaram dívidas pessoais, segundo o porta-voz.

    (Reportagem adicional de Chang-Ran Kim, Kaori Kaneko e Sam Nussey)

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    Comitê da Nissan diz que fatos mostram violações de Carlos Ghosn

    Por Naomi Tajitsu

    YOKOHAMA, Japão (Reuters) - Um comitê externo que analisa a governança na Nissan Motor disse nesta quarta-feira que há fatos suficientes para se suspeitar de violações de leis e de uso particular de fundos da empresa por parte do ex-presidente do conselho Carlos Ghosn.

    Após uma auditoria de três meses da governança da Nissan na esteira de um escândalo que abalou a indústria automotiva global, o comitê atribuiu a culpa diretamente ao que classificou como concentração de poder de Ghosn. O órgão também apontou o papel de Hiroto Saikawa, diretor-executivo da empresa, no arranjo salarial de Ghosn que está no cerne do escândalo.

    Exatamente 20 anos depois que a montadora francesa Renault concordou em resgatar a Nissan, o comitê descreveu uma cultura corporativa na Nissan 'na qual ninguém pode fazer nenhuma objeção ao senhor Ghosn', que era 'de certa forma endeusado dentro da Nissan como um salvador que resgatou a Nissan do colapso'.

    O grupo emitiu 38 recomendações para fortalecer a governança da Nissan, entre elas que altos cargos executivos da montadora japonesa não devem ser ocupados por pessoas que têm cargos executivos na Renault ou na parceira minoritária Mitsubishi Motors.

    Ele também propôs que a maioria dos diretores, inclusive o presidente do conselho, seja de diretores independentes e de fora e que o cargo de presidente da empresa seja abolido.

    As recomendações do comitê externo de sete membros vêm semanas depois de Nissan e Renault anunciarem que reformularão sua aliança, uma das maiores montadores de veículos do mundo, para acabar com a todo-poderosa presidência antes exercida por Ghosn.

    'Existem fatos suficientes para se suspeitas de violações de leis e regulamentos, violações de regras internas e de uso particular de fundos e gastos da empresa... por parte do senhor Ghosn', disse o comitê em seu relatório.

    Ele também destacou Greg Kelly, diretor da Nissan que também foi indiciado, por supostamente ter ajudado Ghosn a evitar a supervisão, e disse que Saikawa assinou documentos relacionados a compensações que Ghosn receberia depois de se aposentar.

    'Está claro que há questões que exigem melhoras com respeito à governança da Nissan, já que esta não poderia evitar a má conduta'.

    Ghosn, que foi libertado neste mês pagando uma fiança de 9 milhões de dólares depois de passar mais de 100 dias em um centro de detenção de Tóquio, disse que as acusações que lhe foram imputadas 'não têm mérito'. Kelly também negou as acusações.

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    Tribunal do Japão impede Ghosn de participar de reunião do conselho da Nissan

    Por Tim Kelly e Sudip Kar-Gupta

    TÓQUIO/PARIS (Reuters) - Um tribunal de Tóquio rejeitou um pedido do ex-chefe da Nissan Carlos Ghosn para participar de uma reunião do conselho da empresa nesta semana, negando-lhe um lugar na mesa apesar de a montadora estar prestes a fortalecer uma aliança que ele construiu ao longo de duas décadas.

    Procuradores entregaram um documento da Nissan ao Tribunal Distrital de Tóquio expressando oposição à participação de Ghosn na reunião do conselho da empresa na terça-feira, disse o advogado de Ghosn, Junichiro Hironaka, a repórteres.

    'A forte oposição da Nissan à participação de Ghosn é muito lamentável', disse Hironaka diante de seu escritório. A equipe de defesa ainda teria tempo para apelar da decisão, acrescentou e mais tarde os advogados de fato o fizeram, segundo a agência Kyodo News.

    Ghosn foi solto da prisão na semana passada graças a uma fiança de 9 milhões de dólares depois de passar mais de 100 dias preso. Ele é acusado de não ter declarado cerca de 82 milhões de dólares de seu salário na Nissan ao longo de mais de uma década -- acusações que ele classificou de 'infundadas'.

    Nesta segunda-feira, o Tribunal Distrital de Tóquio se recusou a suspender temporariamente uma condição da fiança de Ghosn que o impede de se encontrar com pessoas ligadas ao caso, inviabilizando o que teria sido uma confrontação dramática entre o antes festejado executivo e os colegas que ele acusou de fomentarem um golpe.

    A corte não justificou sua decisão.

    Não foi possível contatar a Nissan para obter comentários fora do horário comercial.

    A decisão da corte veio no momento em que a montadora francesa Renault, a principal acionista da Nissan, confirmou estar conversando com a Nissan e a Mitsubishi Motors sobre a criação de um novo organismo para aprimorar a colaboração.

    A prisão impactante de Ghosn em novembro provocou temores sobre o futuro da aliança tripartite -- a maior fabricante de automóveis do mundo, com exceção dos caminhões pesados.

    'O arranjo proposto não terá nenhum impacto na existência dele (acordo de aliança) e da estrutura de propriedade conjunta cruzada, que continuarão em vigor', informou a Renault.

    Nissan, Renault e Mitsubishi planejam criar uma estrutura de reunião do conselho conjunta provavelmente a cargo do novo presidente da Renault, Jean-Dominique Senard, disseram à Reuters pessoas com conhecimento direto do assunto.

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    Advogados de Ghosn vão monitorar telefonemas e câmeras de vigilância antes de julgamento

    Por Mayuko Ono e Tim Kelly

    TÓQUIO (Reuters) - O ex-chefe da Nissan Carlos Ghosn saiu da cela de prisão japonesa onde passou 108 dias depois de pagar fiança de 9 milhões de dólares, mas terá que viver com uma série de restrições enquanto aguarda um julgamento que pode demorar um ano.

    Como parte do acordo de fiança acertado por sua nova equipe jurídica no mês passado, Ghosn está proibido de acessar a internet e emails, e só pode usar um computador sem conexão com a rede no escritório de um de seus advogados.

    Ghosn, que tem cidadania francesa, brasileira e libanesa, foi indiciado por quebra de confiança e por ter informado ganhos inferiores aos de seu salário. Ele precisará pagar pela instalação de câmeras de vigilância na entrada de sua residência de Tóquio.

    As imagens serão vistas por membros de sua equipe legal, e seus registros serão enviados ao Tribunal Distrital de Tóquio, disse o renomado advogado de defesa de Ghosn, Junichiro Hironaka.

    'As câmeras serão instaladas onde podem monitoram quem entra e sai. Não são para registrar a vida cotidiana de Ghosn', explicou Hironaka, que é reconhecido devido aos muitos casos de destaque que ganhou em um país cujo índice de condenação é de 99,9 por cento.

    Hironaka disse que ele e seus colegas farão rodízio no monitoramento.

    'Uma pessoa não dá conta, então dividiremos entre os escritórios dos três advogados de defesa', disse.

    Os telefonemas de Ghosn também serão registrados por sua equipe legal e entregues à corte, segundo Hironaka. O telefone manterá os registros mesmo que seu cliente tente apagá-los, disse.

    Não ficou claro de imediato como a proibição do uso de internet será aplicada.

    Se Ghosn violar qualquer uma destas condições, as cortes podem mandá-lo de volta à prisão e confiscar sua fiança de 9 milhões de dólares, tornando arriscado tentar driblar as regras.

    O Tribunal Distrital de Tóquio não quis comentar como as restrições serão monitoradas.

    Ghosn também está proibido de deixar o Japão, o que muitos esperavam, mas tem que permanecer na capital. Ele precisa de permissão da corte se quiser sair de casa por mais de duas noites.

    Ghosn teve seu pedido de fiança negado duas vezes quando estava sob os cuidados de outra equipe legal, que propôs que ele usasse um monitor de tornozelo com GPS, por se temer que ele tentasse fugir ou destruir provas.

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    Japão rejeita exigência de desculpas por 'mulheres de conforto' sul-coreanas

    TÓQUIO (Reuters) - O Japão disse nesta terça-feira que apresentou uma queixa à Coreia do Sul depois que um parlamentar sul-coreano disse que o imperador japonês deveria se desculpar às 'mulheres de conforto' obrigadas a servir em bordeis militares japoneses durante a Segunda Guerra Mundial.

    As relações entre o Japão e a Coreia do Sul, ambos aliados dos Estados Unidos, azedaram em meio a uma desavença crescente sobre seus históricos na guerra – o que inclui a ocupação japonesa da península coreana entre 1910 e 1945 e o uso das mulheres de conforto, muitas delas coreanas.

    O presidente da Assembleia Nacional sul-coreana, Moon Hee-sang, disse em uma entrevista à Bloomberg na semana passada que o imperador japonês Akihito, 'como filho do principal culpado por crimes de guerra', deveria pedir desculpas às mulheres antes de renunciar no final de abril.

    Este seria um sinal de que Tóquio quer encerrar a longa disputa, disse Moon.

    O Japão lutou na Segunda Guerra Mundial em nome do imperador Hirohito, pai de Akihito.

    O secretário-chefe de gabinete japonês, Yoshihide Suga, disse em uma coletiva de imprensa na capital nesta terça-feira que os comentários de Moon foram 'extremamente lamentáveis'.

    'Protestamos fortemente, já que seus comentários têm um conteúdo absolutamente inadequado e são extremamente lamentáveis', disse Suga.

    'Ao mesmo tempo, exigimos um pedido de desculpas e a retirada de seus comentários.'

    Também nesta terça-feira o Ministério das Relações Exteriores sul-coreano disse que Moon estava salientando a necessidade de Tóquio mostrar uma 'atitude sincera' para curar as feridas.

    Em 2015 a Coreia do Sul chegou a um acordo com o Japão para resolver a disputa, segundo o qual este último se desculpou às vítimas e providenciou o equivalente a 9 milhões de dólares a um fundo para ajudá-las.

    Mas algumas vítimas recusaram o dinheiro, dizendo que as desculpas não foram sinceras, e em 2017 o atual governo de Seul disse que o acordo é falho.

    'Nosso governo continuará se esforçando para fomentar relações voltadas para o futuro, ao mesmo tempo incentivando uma solução inteligente para questões do legado histórico', disse o porta-voz do ministério, Roh Kyu-deok, em um boletim.

    O relacionamento entre os dois gigantes do leste asiático também se deteriorou depois que o principal tribunal da Coreia do Sul se pronunciou no ano passado a favor dos sul-coreanos que pedem indenizações de empresas japonesas pelo trabalho forçado durante a guerra.

    (Por Kaori Kaneko; reportagem adicional de Hyonhee Shin em Seul)

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    Ghosn propõe usar tornozeleira eletrônica para ter direito à fiança

    Por Linda Sieg

    TÓQUIO (Reuters) - O ex-presidente do conselho de administração da Nissan Carlos Ghosn propôs utilizar uma tornozeleira eletrônica e contratar guardas para monitorá-lo, em uma oferta incomum para conseguir ser solto mediante pagamento de fiança após dois meses preso no Japão por suspeita de crimes financeiros.

    Ghosn também está disposto a permanecer em Tóquio, onde alugou um apartamento, e a usar ações que possui da Nissan como garantia, segundo sua porta-voz. Uma nova audiência de fiança está prevista para esta semana, depois que um pedido anterior foi negado em parte devido a preocupações de que o executivo pudesse fugir.

    A libertação permitiria que Ghosn se reunisse com mais frequência com seus advogados e se defendesse no conselho da Renault, da qual permanece como presidente do conselho e CEO, em meio a pedidos pela sua remoção e potenciais passos para reestruturar a parceria com a Nissan.

    À medida que a prisão do executivo continua a comprometer a perspectiva para a aliança da Nissan, com a francesa Renault e a Mitsubishi Motors, a Nissan disse que não é hora de discutir a revisão dos laços entre os parceiros.

    Ghosn, que liderou a recuperação da Nissan duas décadas atrás, pressionava por uma aliança mais profunda entre a Nissan e a Renault, incluindo uma possível fusão completa, apesar de fortes ressalvas por parte da empresa japonesa.

    “Nós não estamos no momento para discussões do tipo”, disse o CEO da Nissan, Hiroto Saikawa, a repórteres nesta segunda-feira.

    Saikawa também disse não ter ouvido diretamente sobre uma suposta proposta francesa para integrar a administração da montadora japonesa com a Renault, acrescentando que não é hora de discutir a revisão dos laços entre os parceiros.

    O jornal japonês Nikkei reportou no domingo que uma delegação do governo francês havia informado a Tóquio que irá buscar uma integração da Renault com a Nissan, provavelmente sob o guarda-chuva de uma única holding.

    “Como não ouvi isso diretamente, não posso comentar”, disse Saikawa a repórteres.

    Segundo a emissora pública japonesa NHK, o ministro da Economia da França, Bruno Le Maire, disse a jornalistas que uma proposta de integração “não está sobre a mesa agora”.

    Uma fonte com conhecimento do funcionamento da Nissan disse que a suposta proposta francesa não “faz sentido”, dada as diferentes culturas das duas empresas, a menor produtividade da Renault e a maior contribuição da Nissan para tecnologias-chave.

    “É uma fusão virtual, eu não acho que faça sentido”, disse a fonte, acrescentando que não ouviu diretamente sobre uma proposta do tipo.

    Ghosn nega ter cometido qualquer irregularidade, à medida que aguarda o julgamento por fraude financeira.

    “Eu vou comparecer ao meu julgamento não apenas porque sou legalmente obrigado, mas porque estou ansioso para finalmente ter a oportunidade de me defender”, disse Ghosn em comunicado no domingo.

    “Eu não sou culpado das acusações feitas contra mim e estou ansioso para defender a minha reputação no tribunal”.

    (Reportagem de Kwiyeon Ha)

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