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    Trump ficará “decepcionado” com Kim se relatos sobre unidade de lançamento forem verdadeiros

    Por Jeff Mason e David Brunnstrom

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que ficará decepcionado com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, se relatos sobre reconstrução em uma instalação de lançamento de foguetes na Coreia do Norte forem verdadeiros.

    Dois institutos de estudos norte-americanos e a agência de notícias sul-coreana Yonhap relataram na terça-feira que obras estavam em andamento para restaurar parte da estação de lançamento de satélites norte-coreana Sohae mesmo enquanto Trump se reunia com Kim em sua segunda cúpula em Hanói na semana passada.

    “Eu ficaria muito decepcionado se isso estiver acontecendo”, disse Trump a repórteres no Salão Oval, quando questionado sobre os relatos.

    “É um relato muito inicial. Fomos nós que o divulgamos. Mas eu ficaria muito, muito decepcionado com o presidente Kim, e eu não acho que ficarei, mas vamos ver o que acontece. Vamos analisar. No final das contas isso será resolvido.”

    A Coreia do Norte começou a desmantelar uma instalação de testes de motores de míssil em Sohae no ano passado, após se comprometer a fazê-lo durante sua primeira cúpula com Trump em junho do ano passado.

    Uma segunda cúpula entre Trump e Kim terminou antes do previsto na semana passada em Hanói devido a discordâncias sobre o quanto a Coreia do Norte estaria disposta a limitar o seu programa nuclear e sobre a disposição dos EUA em atenuar sanções.

    “Nós temos um problema bem desagradável aqui. Nós temos que solucionar um problema”, disse Trump, acrescentando em uma aparente referência a Kim: “O relacionamento é bom”.

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    Malogro de cúpula põe em dúvida futuro de diplomacia nuclear entre EUA e Coreia do Norte

    Por Jeff Mason e Hyonhee Shin

    HANÓI (Reuters) - A segunda cúpula entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, fracassou nesta quinta-feira em torno do tema sanções, e os dois lados forneceram relatos conflitantes sobre exatamente o que aconteceu, levantando dúvidas sobre o futuro de suas negociações de desnuclearização.

    Trump disse que houve um bom progresso nos dois dias de negociações em Hanói, capital do Vietnã, na construção de relações e na questão-chave da desnuclearização, mas afirmou que é importante não se precipitar e acabar em um acordo ruim.

    'Foi tudo por causa das sanções', disse Trump em entrevista coletiva após as negociações serem encerradas antes do previsto.

    'Basicamente, eles queriam que as sanções fossem retiradas por completo, e não podemos fazer isso.'

    Entretanto, o ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong Ho, disse em coletiva de imprensa realizada horas depois de Trump deixar Hanói que Pyongyang havia buscado apenas a suspensão parcial de sanções “relacionadas à subsistência da população e não relacionadas a sanções militares”.

    O chanceler disse que a Coreia do Norte fez uma proposta realista envolvendo o desmantelamento de todas as suas principais instalações nucleares em Yongbyon, incluindo unidades de plutônio e urânio, por engenheiros dos dois países.

    “Esse é o maior passo de desnuclearização que podemos tomar, com base no atual nível de confiança entre os dois países”, disse Ri, em uma rara entrevista de autoridades norte-coreanas.

    “É difícil dizer se haverá algo melhor do que o que oferecemos. Nós podemos não ter uma oportunidade como esta novamente. Nós precisamos de um primeiro passo como este no caminho para completar a desnuclearização. Nosso posicionamento fundamental nunca irá mudar e mesmo se os EUA buscarem conversas adicionais, nosso posicionamento não mudará”, disse Ri.

    A vice-chanceler norte-coreana, Choe Son Hui, disse durante a mesma coletiva de imprensa que tem a impressão que Kim “pode perder sua disposição de buscar um acordo”, depois que o lado norte-americano rejeitou uma suspensão parcial das sanções em troca da destruição de Yongbyon, “algo que nunca tínhamos oferecido antes”.

    Mais tarde, a agência de notícias estatal norte-coreana KCNA relatou que Kim e Trump decidiram dar continuidade a produtivas conversações para resolver os problemas discutidos durante sua cúpula em Hanói.

    Questionada sobre os comentários da Coreia do Norte, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que Trump está ciente dos comentários e que a Casa Branca não tem nada a acrescentar ao que o presidente disse durante a coletiva de imprensa em Hanói.

    O presidente dos EUA conversou com os líderes da Coreia do Sul e do Japão em seu trajeto de volta de Hanói e lhes disse que os Estados Unidos continuarão a trabalhar com eles e a dialogar com a Coreia do Norte, segundo a porta-voz.

    Trump e Kim encerraram suas conversas antes do previsto, pulando um planejado almoço de negociações no hotel colonial Metropole após uma manhã de reuniões.

    'Às vezes você tem que ir embora, e esta foi uma dessas vezes', disse Trump acrescentando: 'foi um abandono amigável.'

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    Trump diz que não houve acordo com Coreia do Norte por exigência de Kim sobre sanções

    Por Jeff Mason e Josh Smith

    HANÓI (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que não houve acordo em sua reunião com o líder norte-coreano Kim Jong Un por causa de exigências inaceitáveis da Coreia do Norte para que sanções impostas pelos EUA ao país fossem retiradas.

    Trump disse que houve um bom progresso nos dois dias de negociações em Hanói, capital do Vietnã, na construção de relações e na questão-chave da desnuclearização, mas afirmou que é importante não se precipitar e acabar em um acordo ruim.

    'Foi tudo por causa das sanções', disse Trump em entrevista coletiva após as negociações serem encerradas antes do previsto.

    'Basicamente, eles queriam que as sanções fossem retiradas por completo, e não podemos fazer isso.'

    A Organização das Nações Unidas (ONU) e os EUA intensificaram as sanções sobre a Coreia do Norte quando o país realizou uma série de testes de mísseis nucleares balísticos em 2017, cortando as principais fontes de recursos do país.

    Tanto Trump quanto Kim deixaram o local onde aconteceram as negociações, o hotel Metropole, da era colonial francesa, sem participar de um almoço a que, inicialmente, os dois iriam comparecer.

    'Às vezes você tem que ir embora, e esta foi uma dessas vezes', disse Trump acrescentando: 'foi um abandono amigável'.

    O fracasso em obter um acordo é um revés para Trump, um negociador de estilo próprio que está sendo pressionado nos EUA por suas relações com a Rússia e pelo depoimento de seu ex-advogado Michael Cohen, que o acusa de violar a lei no governo.

    Trump disse que Cohen 'mentiu muito' no depoimento que prestou ao Congresso em Washington na quarta-feira, embora tenha afirmado que seu ex-advogado falou a verdade quando disse que 'não houve conluio' com a Rússia.

    O fracasso das negociações com Kim também levantará questões sobre o preparo do governo Trump e sobre as críticas de alguns ao estilo de diplomacia adotado por ele.

    Desde sua primeira cúpula em Cingapura, em junho, Trump tem enfatizado a boa química com Kim, mas surgiram dúvidas de que a bonomia poderia ultrapassar a pompa da reunião e se transformar em um avanço palpável para a eliminação do arsenal nuclear norte-coreano que ameaça os EUA.

    As coisas pareciam mais promissoras quando os líderes se encontraram na quarta-feira, prenunciando conversas bem-sucedidas antes de um jantar social com assessores de primeiro escalão.

    A Casa Branca estava confiante o suficiente para agendar uma 'cerimônia conjunta de assinatura de um acordo' após a conclusão das conversas. Como o almoço, a cerimônia não aconteceu.

    SURPRESA

    'Nenhum acordo é uma surpresa, especialmente porque ambos estavam sorridentes a noite passada', disse Lim Soo-ho, do Instituto de Estratégia de Segurança Nacional.

    'Mas nenhum acordo hoje não significa que não haverá um nos próximos meses. Significa que as apostas eram altas demais para os dois líderes emitirem outro comunicado insípido como fizeram em Cingapura.'

    A cúpula de Cingapura, a primeira entre um presidente norte-americano no exercício do cargo e um líder norte-coreano, produziu um comunicado vago no qual Kim prometeu trabalhar para a desnuclearização da península coreana, e que rendeu pouco progresso.

    A Coreia do Sul, velha rival da Coreia do Norte que apoia os esforços para encerrar a confrontação na península, disse que lamenta que não se tenha chegado a um acordo, mas que os dois lados avançaram.

    O graduado diplomata chinês Wang Yi disse que as dificuldades eram inevitáveis nas conversas, mas que os dois lados deveriam persistir e que a China desempenhará um papel construtivo.

    O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, por sua vez, disse que apoia a decisão de Trump e que deseja uma reunião com Kim.

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    Trump e Kim se reunirão para jantar em hotel colonial de Hanói

    Por Jeff Mason e Khanh Vu

    HANÓI (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, darão início a sua segunda cúpula em menos de um ano quando se encontrarem na capital do Vietnã na quarta-feira, com o lado norte-americano buscando passos tangíveis da Coreia do Norte para desmantelar seu programa de armas nucleares.

    A Casa Branca disse que Trump se encontrará com Kim no Hotel Metrópole, da era colonial francesa, às 18h30 locais, com quem terá uma conversa individual de cerca de 20 minutos, antes de um jantar com duração prevista de pouco mais de uma hora e meia.

    Trump chegou a Hanói no Air Force One nesta terça-feira.

    “Acabei de chegar ao Vietnã”, escreveu em publicação no Twitter. “Obrigado a todas as pessoas pela ótima recepção em Hanói. Multidões tremendas, e muito amor.”

    Kim chegou de trem à capital mais cedo nesta terça-feira após uma viagem de três dias e 3 mil km de Pyongyang, passando pela China. Ele completou a última etapa do trajeto de uma estação fronteiriça até Hanói de carro.

    Os dois líderes, que parecem ter desenvolvido um relacionamento surpreendentemente caloroso durante sua primeira cúpula em Cingapura no último mês de junho, serão acompanhados no jantar por dois assessores e intérpretes, disse a Casa Branca.

    Eles se encontrarão novamente na quinta-feira.

    As conversas acontecem oito meses após a histórica cúpula de Cingapura, a primeira entre um presidente dos EUA em exercício e um líder norte-coreano.

    Enquanto a primeira reunião se centrou mais em quebrar o gelo após décadas de hostilidade entre os dois países, desta vez haverá pressão para ir além de um comprometimento vagamente formulado por Kim para trabalhar pela completa desnuclearização da península coreana.

    Críticos de Trump nos Estados Unidos têm advertido o presidente contra firmar um acordo que pode fazer pouco para frear as ambições nucleares da Coreia do Norte, pedindo ações específicas e verificáveis por parte de Pyongyang para abandonar as armas nucleares que ameaçam os EUA.

    Em troca, Kim poderia esperar significativas concessões dos EUA como a atenuação de sanções punitivas e a declaração de que a Guerra da Coreia de 1950-53 está finalmente encerrada oficialmente.

    Trump, pousando após o anoitecer, acenou enquanto desembarcava do Air Force One e foi recebido por graduadas autoridades dos EUA e do Vietnã.

    Seu comboio passou por multidões tremulando bandeiras do Vietnã, dos Estados Unidos e da Coreia do Norte, a caminho do hotel JW Marriott, onde ficará para a cúpula de dois dias.

    Mais cedo, autoridades vietnamitas receberam Kim na estação da cidade de Dong Dang, depois que ele cruzou a fronteira do país com a China de trem.

    Ele foi recebido pela guarda de honra, pela banda militar e com bandeiras da Coreia do Norte e do Vietnã.

    Kim estava acompanhado por sua irmã, Kim Yo Jong, uma importante assessora.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Presidente sul-coreano realiza sonho ao visitar montanha sagrada da Coreia do Norte com Kim

    Presidente sul-coreano realiza sonho ao visitar montanha sagrada da Coreia do Norte com Kim

    Por Hyonhee Shin e Joyce Lee

    SEUL (Reuters) - O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, riscou um dos principais itens de sua lista de sonhos a realizar nesta quinta-feira: subir a Montanha Paektu, na Coreia do Norte, com o líder norte-coreano, Kim Jong Un.

    Depois de prometerem novas medidas para manter as conversas nucleares na quarta-feira, Moon e Kim decidiram aproveitar o último dia de um cúpula de três dias para subirem juntos a montanha simbólica na fronteira com a China.

    Moon é conhecido por seu gosto pelo alpinismo, e fez escaladas no Himalaia ao menos duas vezes.

    O presidente dizia há muito tempo que visitar a Montanha Paektu, que também é chamada de Baekdu na Coreia do Sul e de Changbai na China, era um 'sonho muito aguardado'.

    'Muitas pessoas do Sul poderiam subir a Montanha Paektu pelo lado chinês, mas decidi não fazê-lo, prometendo a mim mesmo que o faria em nosso solo', disse Moon a Kim depois de chegar ao pico.

    'Mas o tempo passou muito rápido, e pensei que meu desejo podia não se realizar, mas se realizou hoje'.

    Quando Moon chegou ao aeroporto próximo da montanha, cerca de 1 mil norte-coreanos o saudaram acenando com flores e bradando 'Pátria! Unificação!'

    Moon e Kim pegaram um bonde até o Lago Paraíso, uma cratera vulcânica no topo da montanha, e caminharam pela área com suas mulheres e autoridades de ambos os lados.

    Imagens mostraram os dois líderes sorrindo e posando com suas esposas, e Moon enchendo uma garrafa com água do lago.

    'Os chineses nos invejam porque não conseguem descer ao lago pelo seu lado, mas nós podemos', disse Kim.

    'Deveríamos escrever outro capítulo da história entre o Norte e o Sul refletindo nossa nova história neste Lago Paraíso'.

    Algumas autoridades sul-coreanas que acompanhavam Moon sugeriram convidar Kim e sua esposa à Montanha Halla, que é a mais alta de seu país e abriga um resort turístico.

    'Temos um ditado antigo que diz que saudamos o sol em Paektu e saudamos a unificação em Halla', disse a mulher de Kim, Ri Sol Ju.

    Na quarta-feira Kim disse que visitará Seul no futuro próximo, o que seria a primeira viagem de um líder norte-coreano à capital da Coreia do Sul.

    (Reportagem adicional de Soyoung Kim, Haejin Choi e Pyogyang Presso Corps)

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