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    NOTÍCIAS SOBRE maio

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    Alimentos caem em maio e IPCA tem menor alta em seis meses

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - Os preços de alimentos passaram a cair em maio e a inflação oficial do Brasil desacelerou para o nível mais baixo em seis meses, mostrando que permanece sob controle enquanto o Banco Central busca mais tempo para avaliar o cenário.

    Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve alta de 0,13%, depois de subir 0,57% em abril, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Esse é o resultado mais fraco desde uma queda de 0,21% em novembro, e a inflação mais baixa para meses de maio desde 2006 (0,10%).

    Com isso, o IPCA em 12 meses passou a subir 4,66%, de 4,94% no mês anterior, aproximando-se ainda mais do centro da meta oficial de inflação do governo para 2019, de 4,25% pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    'Ainda não dá para falar em tendência, tem que ver os próximos meses. Cada mês teve um motivo para o movimento da taxa', disse o analista do IBGE Pedro Costa.

    'A taxa de 12 meses ainda embute o efeito da greve dos caminhoneiros (em maio de 2018), e esse efeito vai passar em junho', completou.

    Os resultados ficaram abaixo das expectativas em pesquisa da Reuters, de altas de 0,20% na base mensal e de 4,72% em 12 meses.

    Em maio, quatro dos nove grupos apresentaram deflação, sendo que o maior peso negativo foi exercido por Alimentação e Bebidas.

    Os preços de alimentação e bebidas passaram a cair 0,56%, depois de subirem 0,63% em abril, com destaque para a queda de 0,89% da alimentação no domicílio.

    Itens de peso na mesa do consumidor mostraram recuo, com os preços do tomate caindo 15,08% depois de alta de 28,64% no mês anterior, enquanto feijão-carioca recuou 13,04% e as frutas tiveram queda de 2,87%.

    'Os feijões estão como uma ótima segunda safra e os tomates foram beneficiados por clima mais ameno. Há um aumento de oferta que justifica essa desaceleração', explicou Costa.

    Tiveram deflação ainda em maio Artigos de Residência, de 0,10%; Educação, 0,04%; e Comunicação, de 0,03%. O índice de serviços também apresentou queda em maio, de 0,11%, após alta de 0,32% em abril.

    Por outro lado, os grupos Habitação e Saúde e cuidados pessoais exerceram os maiores impactos de alta, ao subirem respectivamente 0,98% e 0,59%. O primeiro foi influenciado principalmente pelo aumento d 2,18% da energia elétrica.

    Com os preços e as expectativas de inflação sob controle, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, vem defendendo que o país não pode cair na tentação de trocar crescimento de curto prazo por inflação mais alta, justificando que isso tende a causar inflação alta e crescimento baixo.

    A economia brasileira iniciou 2019 com contração de 0,2% no primeiro trimestre, com fraqueza em indústria, agropecuária e investimentos, na primeira queda trimestral desde o fim de 2016.

    Apesar do cenário de fraqueza econômica, os economistas consultados na pesquisa Focus do BC continuam vendo manutenção da taxa básica de juros Selic em 6,5% até o fim do ano. Para o IPCA a expectativa é de avanço de 4,03% em 2019.

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    Avaliação negativa do governo Bolsonaro vai de 26% para 31%, aponta pesquisa XP Ipespe

    (Reuters) - A avaliação negativa do governo do presidente Jair Bolsonaro passou para 31% em maio ante 26% em abril, com a provável migração para o campo ruim e péssimo de pessoas que antes disseram não saber ou que não responderam, apontou pesquisa XP Ipespe nesta sexta-feira.

    De acordo com o levantamento, o percentual daqueles que consideram o governo ótimo ou bom se manteve em 35%, enquanto os que consideram a administração Bolsonaro regular passaram para 31% em maio ante 32% no mês anterior.

    Não responderam ou não sabiam avaliar 3% dos entrevistados, ante 7% no levantamento passado. 'Considerando a redução de quatro pontos percentuais entre as pessoas que não responderam ou não sabiam avaliar, é provável que entrevistados desse grupo tenham migrado para uma avaliação negativa do governo', afirmaram os responsáveis pela pesquisa em comunicado.

    A margem de erro do levantamento é de 3,2 por cento. Foram feitas 1.000 entrevistas telefônicas nos dias 6 a 8 de maio.

    Sobre a expectativa dos entrevistados para o restante do mandato de Bolsonaro, 51% disseram acreditar que será ótimo ou bom ante 50% em abril, enquanto a expectativa de que será ruim ou péssimo passou a 27% ante 23% e a regular foi a 17% ante 18%.

    A pesquisa também abordou, pela primeira vez, a proposta de reforma da Previdência enviada pelo governo ao Congresso. A PEC da Nova Previdência tem o apoio de 44% da população, ainda que 21% divirjam parcialmente do texto. Outros 51% discordam da PEC, mas nesse grupo 22% acreditam que alguma reforma seja necessária.

    No total, para 62% dos entrevistados é necessária uma reforma da Previdência (eram 61% em abril), e 32% disseram não ser necessária (33% em abril).

    A pesquisa foi realizada pela XP Investimentos em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe).

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro, e Ricardo Brito, em Brasília)

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    Avaliação negativa do governo Bolsonaro vai de 26% para 31%, aponta pesquisa XP Ipespe

    (Reuters) - A avaliação negativa do governo do presidente Jair Bolsonaro passou para 31% em maio ante 26% em abril, com a provável migração para o campo ruim e péssimo de pessoas que antes disseram não saber ou que não responderam, apontou pesquisa XP Ipespe nesta sexta-feira.

    De acordo com o levantamento, o percentual daqueles que consideram o governo ótimo ou bom se manteve em 35%, enquanto os que consideram a administração Bolsonaro regular passaram para 31% em maio ante 32% no mês anterior.

    Não responderam ou não sabiam avaliar 3% dos entrevistados, ante 7% no levantamento passado. 'Considerando a redução de quatro pontos percentuais entre as pessoas que não responderam ou não sabiam avaliar, é provável que entrevistados desse grupo tenham migrado para uma avaliação negativa do governo', afirmaram os responsáveis pela pesquisa em comunicado.

    A margem de erro do levantamento é de 3,2 por cento. Foram feitas 1.000 entrevistas telefônicas nos dias 6 a 8 de maio.

    Sobre a expectativa dos entrevistados para o restante do mandato de Bolsonaro, 51% disseram acreditar que será ótimo ou bom ante 50% em abril, enquanto a expectativa de que será ruim ou péssimo passou a 27% ante 23% e a regular foi a 17% ante 18%.

    A pesquisa também abordou, pela primeira vez, a proposta de reforma da Previdência enviada pelo governo ao Congresso. A PEC da Nova Previdência tem o apoio de 44% da população, ainda que 21% divirjam parcialmente do texto. Outros 51% discordam da PEC, mas nesse grupo 22% acreditam que alguma reforma seja necessária.

    No total, para 62% dos entrevistados é necessária uma reforma da Previdência (eram 61% em abril), e 32% disseram não ser necessária (33% em abril).

    A pesquisa foi realizada pela XP Investimentos em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe).

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro, e Ricardo Brito, em Brasília)

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    Previdência não pode ir direto a plenário, mas votação no Congresso pode terminar até julho, diz Maia

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - A reforma da Previdência do presidente Jair Bolsonaro não pode ir direto ao plenário da Câmara dos Deputados mesmo que o governo lance mão de proposta que já tramita no Congresso, disse nesta terça-feira o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), destacando que, mesmo assim, há possibilidade de aprovação pelo Congresso até julho.

    'O nosso problema não é de prazo. Se a Câmara votar durante o mês de maio, como limite, o Senado vota em junho, em julho, porque o Senado é uma casa menor, tem um rito mais curto que o rito da Câmara dos Deputados e tem certamente um presidente que é liberal, que é do Democratas, que eu não tenho dúvida nenhuma que vai defender a aprovação da reforma também', disse Maia, sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

    Em entrevista a jornalistas após se encontrar com o ministro da Economia, Paulo Guedes, Maia avaliou que o desafio para aprovação está no trabalho que deve ser feito junto aos deputados para angariar apoio à proposta.

    A base do presidente Jair Bolsonaro na Casa ainda está em construção e a ideia é garantir em dois meses entre 320 e 330 votos a favor da reforma, disse ele.

    Inicialmente, a equipe econômica indicou que buscaria, em nome de 'economia processual', aproveitar o texto da reforma do ex-presidente Michel Temer, que já estava pronto para ser votado em plenário na Câmara.

    Questionado sobre a estratégia, Maia afirmou nesta terça-feira que 'isso não pode'.

    Ele assinalou que o governo pode até usar a PEC de Temer como base, mas ressaltou que a emenda feita ao texto terá que passar novamente pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, bem como por Comissão Especial na Casa antes de ir a plenário.

    'O regimento vai ser respeitado. Eu não vou dar uma sinalização hoje que sinalize um desrespeito ao regimento porque eu vou criar um ambiente de muito tensionamento com a oposição, com a minoria no plenário da Câmara', afirmou Maia.

    Para ser aprovada, uma PEC precisa do aval de três quintos dos parlamentares, em votação em dois turnos em cada Casa do Congresso. Depois do sinal verde na Câmara, ela ainda deverá passar antes do plenário pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no Senado.

    ESTRATÉGIA

    Maia avaliou que o corpo da proposta para a Previdência é 'muito bom', mas se esquivou de dar detalhes a respeito, ressaltando que isso caberá ao Ministério da Economia, no momento devido.

    Para o presidente da Câmara, a estratégia para garantir sucesso na tramitação deverá ser de combate a mentiras defendidas por algumas corporações e categorias do serviço público. Na discussão sobre a reforma enviada pelo ex-presidente Michel Temer, associações de servidores chegaram a negar a existência de um déficit na Previdência.

    Maia defendeu que o país talvez vivesse 'uma guerra civil quase' se a população entendesse que o sistema como estruturado atualmente abre espaço para uma transferência de renda às avessas, com os que recebem menos financiando a aposentadoria dos que ganham mais.

    'Quem se aposenta com um salário mínimo e com 65 anos de idade hoje, pelo fato de não conseguir cumprir o prazo mínimo de contribuição, é quem financia a aposentadoria do que se aposenta com 55 anos, com 28 mil reais', exemplificou.

    (Com reportagem adicional de Mateus Maia)

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    4 M

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    Economia brasileira tem maior queda mensal em maio, mostra BC, após greve dos caminhoneiros

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - A economia brasileira encolheu em maio da maneira mais intensa já vista, como reflexo dos fortes efeitos da greve dos caminhoneiros que prejudicou diretamente a atividade e abalou ainda mais a confiança de empresariado e consumidores. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB) e divulgado nesta segunda-feira, recuou 3,34 por cento em maio sobre o mês anterior. Foi a pior leitura mensal na série histórica do indicador, iniciada em 2003.

    A expectativa em pesquisa da Reuters era de queda de 3,45 por cento em maio, na mediana das projeções de especialistas consultados.

    'A greve veio e é principal fator sim. Mas já havia muitos indicativos de que a economia não apresentaria resultados tão expressivos', afirmou o analista da consultoria Tendências Lucas Souza, citando trajetória declinante dos índices de confiança.

    'A queda (de maio) deve ser revertida parcialmente em junho e nos próximos meses. Mas, dada a natureza da instabilidade que essa greve gerou, com tabelamento do frete, ela afeta mais uma vez a confiança', completou Souza.

    Após a greve dos caminhoneiros, a Tendências já havia reduzido sua expectativa de alta do PIB a 1,7 por cento em 2018, sobre 2,8 por cento antes.O resultado do IBC-BR em maio apagou a alta de 0,50 por cento registrada pelo índice em abril, em dado revisado pelo BC depois de divulgar avanço de 0,46 por cento anteriormente.

    Na comparação com o mesmo mês de 2017, o IBC-Br recuou 2,90 por cento e no acumulado em 12 meses registrou alta de 1,13 por cento, de acordo com o BC, nos dois casos em dados observados. Os impactos da greve dos caminhoneiros já foram sentidos em diversos setores da atividade e ajudaram a derrubar ainda mais as previsões de crescimento do PIB neste ano, inclusive dentro do governo. Em maio, a produção industrial despencou 10,9 por cento, ritmo mais forte de contração em quase uma década e desde a crise financeira mundial, enquanto que as vendas no varejo tiveram a primeira contração no ano e o volume de serviços a maior queda em sete anos. [nL1N1U00CR][nL1N1U80DZ][nL1N1U90E7] Pesquisa Focus do BC divulgada nesta manhã mostrou que a projeção de crescimento do PIB em 2018 agora é de 1,5 por cento, metade dos 3 por cento indicados há alguns meses.[nE6N1ST055] O Ministério da Fazenda, que também chegou a falar em crescimento de 3 por cento neste ano, agora calcula expansão de 1,6 por cento, mesmo cenário do BC. [nL1N1U80VC] O IBC-Br incorpora projeções para a produção nos setores de serviços, indústria e agropecuária, bem como o impacto dos impostos sobre os produtos.

    (Edição de Camila Moreira e Patrícia Duarte)

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    Vendas no varejo caem em maio por greve dos caminhoneiros, mas menos que o esperado

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - As vendas no varejo brasileiro recuaram menos do que o esperado em maio, mas marcaram a primeira contração no ano e resultado mais fraco para o mês em dois anos por conta dos reflexos da greve dos caminhoneiros, abalando ainda mais a atividade econômica.

    Em maio as vendas no varejo caíram 0,6 por cento na comparação com mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, resultado mais fraco desde a queda de 0,8 por cento em 2016.

    Expectativas em pesquisa da Reuters junto a economistas era de queda mensal de 1,2 por cento e foi a primeira contração neste ano.

    Em relação ao mesmo mês de 2017, as vendas avançaram 2,7 por cento, ante projeção de alta de 2,15 por cento.

    Em maio, seis das oito atividades pesquisadas apresentaram perdas nas vendas, lideradas por Combustíveis e lubrificantes (-6,1%) e Livros, jornais, revistas e papelarias (-6,7%).

    A única atividade que cresceu foi a de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,6 por cento), enquanto em Outros artigos de uso pessoal e doméstico as vendas ficaram estáveis.

    De acordo com a gerente da pesquisa no IBGE, Isabella Nunes, embora a greve de caminhoneiros no final de maio tenha provocado desabastecimento de alimentos no país, isso ficou restrito aos produtos hortifrutigranjeiros, e por isso as vendas em supermercados ainda conseguiram avançar no mês,

    O setor de hipermercados e mercados se mostrou no período da greve bem abastecido e teve perda com perecíveis. Os demais setores foram afetados porque as lojas não conseguiram funcionar por conta da dificuldade de deslocamento dos funcionários e porque os consumidores também se retraíram , explicou ela.

    As vendas no varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, tiveram por sua vez o pior resultado na série iniciada em 2004 ao recuarem 4,9 por cento em maio sobre abril. As vendas de Veículos e motos, partes e peças despencaram 14,6 por cento, enquanto as de Material de construção caíram 4,3 por cento.

    O varejo ampliado é quem reflete mais o efeito da greve por que está mais próximo da indústria , explicou Isabella.

    Maio foi marcado por desabastecimento em todo o país devido à greve dos caminhoneiros no final do mês, que abalou ainda mais a confiança tanto do empresariado quanto dos consumidores já estremecida pelas incertezas sobre a eleição presidencial.

    O movimento levou a produção industrial a despencar 10,9 por cento em maio sobre o mês anterior e provocou reduções nas expectativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano, que já chegam a 1,53 por cento ante 3 por cento anteriormente.[nL1N1U00CR][nL1N1U509N]

    Em junho, a confiança do consumidor apurada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) atingiu o menor nível em 10 meses, enquanto a do comércio recuou pela terceira vez seguida.[nEMNI6K0SQ][nL1N1TT09M]

    Veja detalhes dos resultados do varejo (%):

    Atividade Abril Maio

    Comércio Varejista +0,7 -0,6

    1.Combustíveis e lubrificantes +3,7 -6,1

    2.Hipermercados, supermercados, +1,0 +0,6

    produtos alimentícios, bebidas e fumo

    3.Tecidos, vestuário e calçados -0,7 -3,2

    4.Móveis e eletrodomésticos +0,4 -2,7

    5.Artigos farmacêuticos e perfumaria +1,9 -2,4

    6.Livros, jornais e papelaria +1,2 -6,7

    7.Equipamentos, material para +4,0 -4,2

    escritório e comunicação

    8.Outros artigos de uso doméstico 0,0 0,0

    Comércio Varejista Ampliado +1,5 -4,9

    9.Veículos, motos, peças e partes +1,2 -14,6

    10.Material de construção +0,8 -4,3

    17

    11 M

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    Cai participação de estrangeiros na dívida pública federal em maio, diz Tesouro

    BRASÍLIA (Reuters) - A fatia de investidores estrangeiros na dívida pública do Brasil recuou em maio, em meio às recentes turbulências nos mercados financeiros por conta do cenário externo e eleições presidenciais de outubro.

    Segundo informou o Tesouro Nacional nesta sexta-feira, a participação dos investidores estrangeiros na dívida mobiliária recuou a 11,96 por cento em maio, ante 12,28 por cento em abril, indo a 427,36 bilhões de reais.

    Os fundos de investimentos também reduziram sua fatia no estoque da dívida no período a 26,93 por cento do total, contra 27,29 por cento. Os demais detentores praticamente não mudaram suas participações, com destaque para a Previdência, com quase 25 por cento do total.

    O cenário externo ainda conturbado, somado a incertezas políticas internas, fez o Tesouro a partir de meados de maio atuar mais fortemente nos mercados, por meio de leilões extraordinários de venda e, sobretudo, compra de títulos públicos e cancelamento de leilões já programados.

    O Tesouro afirmou ainda que os títulos prefixados seguiram com maior peso na dívida em maio, a 34,67 por cento do total, acima dos 34,44 por cento em abril, mas ainda dentro da meta de 32 a 36 por cento no ano.

    Os títulos atrelados à taxa flutuante, como a Selic, encerraram o mês com 32 por cento do geral, em linha com o mês anterior. Para o ano, o objetivo é que esses papéis, representados pelas LFTs, respondam por 31 a 35 por cento da dívida pública federal.

    Os títulos indexados à inflação, por sua vez, representaram 29,32 por cento da dívida total em maio, contra 29,73 por cento em abril, sendo que a referência para o ano é de 27 a 31 por cento.

    O Tesouro informou ainda que dívida pública federal do Brasil saltou 1,59 por cento em maio sobre abril, a 3,717 trilhões de reais, enquanto que a dívida pública mobiliária interna cresceu 1,40 por cento, a 3,574 trilhões de reais.

    Neste período, o estoque da dívida externa saltou 6,62 por cento por conta do câmbio, somando 142,97 bilhões de reais. Em maio, a moeda norte-americana acumulou valorização de 6,6 por cento frente ao real, a maior desde setembro de 2015 (+9,33 por cento), em meio a temores de que os Estados Unidos poderiam subir mais os juros do que o esperado, afetando assim o fluxo global de capitais.

    O estoque total da dívida seguia abaixo do intervalo de 3,78 trilhões a 3,98 trilhões de reais estabelecido pelo Plano Anual de Financiamento (PAF) para 2018.

    (Por Mateus Maia; Edição de Patrícia Duarte e Iuri Dantas)

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    11 M

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    Brasil tem déficit primário de R$8,224 bi em maio, melhor que o esperado

    SÃO PAULO (Reuters) - O setor público consolidado brasileiro registrou déficit primário de 8,224 bilhões de reais em maio, abaixo do esperado pelo mercado e ajudado pelo desempenho positivo dos Estados, municípios e estatais, cenário que pode ser afetado à frente diante da atividade econômica mais fraca.

    Em pesquisa Reuters, a expectativa dos analistas consultados era de déficit primário de 11,6 bilhões de reais para maio.

    O resultado do governo central (governo federal, Banco Central e Previdência) ficou negativo em 11,120 bilhões de reais em maio, bem menor que o rombo de 32,106 bilhões de reais visto um ano antes, divulgou o BC nesta sexta-feira.

    Já os governos regionais (Estados e municípios) tiveram superávit primário de 2,229 bilhões de reais em maio, contra superávit de 894 milhões de reais um ano antes. A empresas estatais tiveram salto positivo de 688 milhões de reais em maio, contra dado positivo em 475 milhões de reais no mesmo mês do ano passado.

    Em 12 meses, o déficit primário consolidado foi a 95,885 bilhões de reais, equivalente a 1,44 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). Para 2018, a meta é de rombo de 161,3 bilhões de reais, que deverá marcar o quinto ano que o país não consegue economizar para pagar juros da dívida pública.

    O governo vem reiterando a viabilidade da meta fiscal deste ano, mas a tarefa ficou mais difícil após a greve dos caminhoneiros em maio, que causou forte desabastecimento no país e afetou a atividade econômica. Além disso, o governo teve custo fiscal de mais de 15 bilhões de reais para arcar com o pleito da categoria e garantir preço menor do diesel.

    Por isso, os economistas pioraram muito as expectativas para o déficit primário do governo central neste ano, segundo o relatório Prisma Fiscal divulgado pelo Ministério da Fazenda. Pela mediana, a projeção subiu a 151,192 bilhões de reais, contra 138,543 bilhões de reais anteriormente. Neste caso, a meta do ano é de 159 bilhões de reais.

    Pesquisa Focus do BC, que ouve uma centena de economistas todas as semanas, mostra que a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do país neste ano estava em torno de 1,50 por cento, depois de ter chegado a 3 por cento alguns meses antes.

    No mês passado, ainda segundo o BC, a dívida pública bruta ficou em 77,0 por cento do PIB, ao passo que a dívida líquida atingiu 51,3 por cento do PIB. Em pesquisa Reuters, a expectativa de 76,3 e 51,4 por cento do PIB, respectivamente.

    (Por Patrícia Duarte)

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    11 M

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