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    Setor de serviços do Brasil recua em março e interrompe 2 trimestres de ganhos

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - O volume de serviços do Brasil foi pressionado pela atividade de informação e comunicação em março e quebrou uma sequência de dois trimestres positivos com contração nos três primeiros meses deste ano, ampliando o cenário de economia fraca no início de 2019.

    Em março, o volume do setor apresentou perda de 0,7% em relação ao mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. Esse é o pior resultado para o mês desde 2017, quando o recuo foi de 3,2%

    Com isso, o terceiro trimestre encerrou com contração de 0,6% sobre os três meses anteriores, depois de ganhos de 0,6% e 1,0%, respectivamente, nos quarto e terceiro trimestres de 2018.

    Na comparação com março de 2018, houve queda de 2,3 por cento, a mais forte desde maio de 2018 (-3,8%).

    As expectativas em pesquisa da Reuters eram de recuos de 0,1 por cento na comparação mensal e de 0,8 por cento na base anual.

    O setor de serviços vem mostrando dificuldades em apresentar uma recuperação contínua em um ambiente de desemprego elevado, e acompanha os resultados fracos já vistos na indústria e no setor de varejo.

    'Por trás disso tudo tem uma economia lenta, com deterioração nas expectativas de empresários e com projeções cada vez menores para o crescimento do PIB', afirmou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

    'O poder público está sem fôlego para investir e o setor privado não está compensando e preenchendo essa lacuna. A nova aposta para uma abertura de portas aos investimentos e para a atividade econômica é a aprovação da reforma da Previdência, mas quem garante que isso vai realmente acontecer?', completou.

    O IBGE informou que em março três das cinco atividades apresentaram quedas, com destaque para o recuo de 1,7% em serviços de informação e comunicação. O volume de serviços profissionais, administrativos e complementares caiu 0,1% e o de outros serviços contraiu 0,2%.

    Na outra ponta, serviços prestados às famílias aumentaram 1,4%, enquanto transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio tiveram ganhos de 0,5%. Entretanto, o transporte terrestre teve queda de 1,9% no mês, também pesando sobre o resultado.

    'Telecomunicações é uma devolução de altas do fim do ano passado e, no caso dos transportes, é reflexo de uma economia lenta e com baixo dinamismo', explicou Lobo.

    Em uma economia com mais de 13 milhões de desempregados e desalento recorde, as expectativas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) vêm sofrendo sucessivas reduções.

    A pesquisa Focus mais recente do Banco Central mostrou que a projeção mais atual é de uma expansão de 1,45% este ano, indo a 2,50 por cento em 2020.

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    Vendas no varejo do Brasil sobem menos que o esperado em março e terminam 1º tri com leve ganho

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - As vendas no varejo do Brasil subiram menos do que o esperado em março e encerraram o primeiro trimestre com leve ganho, em um ritmo modesto refletindo o cenário de fraqueza econômica no país.

    Na comparação com o mês anterior, as vendas varejistas tiveram ganho de 0,3 por cento, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Esse foi o resultado mais fraco para o mês de março em dois anos e ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters de ganho de 0,8 por cento.

    Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve recuo de 4,5 por cento, interrompendo sete meses de alta e numa contração mais forte do que a projeção de perda de 2,63 por cento na mediana das estimativas.

    Desa forma, as vendas no varejo terminaram o primeiro trimestre com alta de 0,2 por cento sobre os três últimos meses de 2018, mostrando perda de força ante o ganho de 0,6 por cento do quarto trimestre sobre o período anterior.

    O varejo reflete o cenário de morosidade da economia apesar da inflação moderada, com um mercado de trabalho com mais de 13 milhões de desempregados. A indústria já havia mostrado em março queda de 1,e por cento, ritmo mais forte para o mês em dois anos.

    'Houve uma desaceleração, uma perda de ritmo no trimestre provocada pela baixa da atividade econômica, um mercado de trabalho com muitos desempregados e informais e uma subida de preços de alimentos e combustíveis. Isso afetou o poder de compra das pessoas no trimestre”, explicou a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.

    O IBGE apontou que, entre as atividades pesquisadas no varejo, as vendas de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos aumentaram 1,4 por cento e as de Outros artigos de uso pessoal e doméstico subiram 0,7 por cento. A comercialização de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação subiram 2,9 por cento.

    Entretanto, cinco das oito atividades tiveram queda nas vendas, com destaque para Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,4 por cento) e Combustíveis e lubrificantes (-0,8 por cento).

    No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, houve aumento de 1,1 por cento das vendas em março sobre o mês anterior, com crescimento de 4,5 por cento entre Veículos e motos, partes e peças e de 2,1 por cento de Material de construção.

    As expectativas do mercado para o crescimento econômico do Brasil vêm sofrendo sucessivas reduções. A pesquisa Focus mais recente do Banco Central mostrou que os economistas consultados veem expansão de 1,49 por cento em 2019, indo a 2,50 no próximo ano.

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    Indústria brasileira tem pior resultado para março em 2 anos e termina 1º tri em queda

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A produção industrial brasileira caiu no ritmo mais forte para março em dois anos, registrando o segundo trimestre seguido de contração, em uma economia que vem mostrando crescentes sinais de morosidade.

    Em março, a produção industrial caiu 1,3 por cento na comparação com o mês anterior, eliminando o ganho de 0,6 por cento de fevereiro, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O resultado foi pior do que a expectativa em pesquisa da Reuters de recuo de 0,7 por cento, e representou a maior queda para o mês de março desde um recuo de 2,5 por cento em 2017.

    Com isso, a indústria terminou o primeiro trimestre com contração de 0,7 por cento sobre o período anterior, depois de queda de 1,4 por cento nos três meses entre outubro e dezembro.

    'A indústria está produzindo hoje o equivalente ao que produzia em janeiro de 2009, estamos num patamar de 10 anos atrás. De maneira geral, a indústria vem numa trajetória descendente desde meados do ano passado', disse o gerente da pesquisa, André Macedo.

    Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve contração de 6,1 por cento em março, também pior do que a expectativa de perda de 4,6 por cento e a pior leitura para o mês em três anos nessa base de comparação.

    O mês de março foi marcado por resultados negativos generalizadas entre as categorias econômicas, com exceção apenas de Bens de Capital, uma medida de investimento.

    A maior queda no mês foi vista entre os Bens de Consumo, de 2 por cento, enquanto os Bens Intermediários apresentaram recuo de 1,5 por cento.

    A única taxa positiva foi em Bens de Capital, de 0,4 por cento, no segundo mês seguido de ganhos.

    Dos 26 ramos pesquisados, 16 tiveram perdas, sendo a principal influência negativa a queda de 4,9 por cento de produtos alimentícios.

    Também se destacaram as quedas de 3,2 por cento na produção de veículos automotores, reboques e carrocerias, e de 1,7 por cento em coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis.

    'O setor automotivo foi afetado pela menor exportação, paradas de algumas unidades e até a própria chuva que caiu em São Paulo afetou a produção em plantas por lá', explicou Macedo, afirmando que o rompimento da barragem de rejeitos de mineração da Vale em Brumadinho (MG) em janeiro ainda se refletiu na queda da produção em março.

    As expectativas do mercado para o crescimento econômico do Brasil vêm sofrendo sucessivas reduções, juntamente com a piora do cenário para a indústria.

    A pesquisa Focus mais recente do Banco Central mostrou que a expectativa para 2019 é de um crescimento da indústria 2 por cento, com previsão de expansão da economia de 1,70 por cento.

    'Temos problemas internos e externos. Há um elevado número de desempregados, um ambiente de incerteza que causa cautela de consumidores e de empresários na hora de fazer seus investimentos, e ainda tem o componente das exportações que também afetam a indústria com a crise na Argentina', completou Macedo.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Taxa de desemprego do Brasil sobe a 12,7% no 1º tri com desalento recorde

    Taxa de desemprego do Brasil sobe a 12,7% no 1º tri com desalento recorde

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - O desemprego no Brasil voltou a aumentar no primeiro trimestre e atingiu a maior taxa desde maio do ano passado, com o total de desempregados chegando a quase 13,4 milhões e número recorde de desalentados, em um cenário de fragilidade do crescimento econômico.

    A taxa de desemprego brasileira chegou a 12,7 por cento no período, na terceira alta consecutiva e a maior do ano, ante 12,4 por cento nos três meses até fevereiro e 11,6 por cento no quarto trimestre

    O resultado informado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra, entretanto, recuo em relação aos 13,1 por cento registrados no mesmo período de 2018, e ficou abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters com economistas, de uma taxa de 12,8 por cento.

    Ainda assim, é o mais alto desde os três meses encerrados em maio do ano passado, quando ficou no mesmo patamar.

    'Nenhum setor teve contratação significativa no primeiro trimestre deste ano. Esse é o retrato do mercado de trabalho em 2019', disse o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo.

    'A expectativa de uma melhora no mercado de trabalho que havia para 2019 não se confirma diante do cenário econômico', completou.

    Em meio a dispensas ainda sazonais e aumento da procura por emprego, o país tinha no trimestre até março 13,387 milhões de desempregados, ante 13,098 milhões nos três meses até fevereiro e 12,152 milhões no quarto trimestre de 2018. Nos três meses até março de 2018 eram 13,634 milhões de desempregados.

    Por outro lado, o total de pessoas ocupadas caiu a 91,863 milhões, de 92,127 milhões entre dezembro e fevereiro e 92,736 milhões no quarto trimestre.

    Nesse cenário, o número de desalentados, ou a quantidade de trabalhadores que desistiram de procurar uma vaga, foi ao recorde de 4,843 milhões no primeiro trimestre, de 4,663 milhões no trimestre anterior.

    'O número de desalentados é o maior da série. Esse é um retrato de um mercado de trabalho brasileiro frágil. Significa dizer que os desempregados poderiam ser de quase 18 milhões se essas pessoas estivessem pressionando o mercado a procura de uma vaga', completou Azeredo.

    O emprego com carteira assinada continua fraco, com 32,918 milhões de pessoas no primeiro trimestre deste ano, queda de 0,1 por cento sobre o período anterior e alta de apenas 0,2 por cento sobre o primeiro trimestre do ano passado.

    Ao mesmo tempo, o número de pessoas sem carteira assinada no setor privado entre janeiro e março caiu 3,2 por cento na comparação com o quarto trimestre, mas subiu 4,4 por cento sobre o mesmo período do ano passado, a 11,124 milhões.

    Em relação ao rendimento médio do trabalhador, este chegou a 2.291 reais no primeiro trimestre, contra 2.276 reais no quarto trimestre e 2.259 reais no mesmo período de 2018.

    Em março, o Brasil registrou fechamento líquido de 43.196 vagas formais de emprego, num resultado negativo que contrariou expectativas e foi puxado pela fraqueza no comércio, segundo dados do Ministério da Economia.

    O mercado de trabalho brasileiro vem refletindo diretamente a dificuldade que a economia vem apresentando de avançar, destacadamente o setor industrial.

    A mais recente pesquisa Focus realizada pelo Banco Central junto a uma centena de economistas mostra que a expectativa de crescimento econômico é de 1,70 por cento em 2019, indo a 2,5 por cento em 2020.

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    Inflação tem maior nível para março em 4 anos e supera centro da meta em 12 meses

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A inflação oficial brasileira acelerou a alta com força em março e registrou o maior nível para o mês em quatro anos, levando o acumulado em 12 meses a superar o centro da meta oficial pela primeira vez desde outubro.

    Em março, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,75 por cento, depois de ter subido em fevereiro 0,43 por cento, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

    Esse é o nível mais alto do índice desde junho de 2018 (1,26 por cento) e o mais forte para o mês de março desde a taxa de 1,32 por cento registrada em 2015.

    Com isso, o índice acumulado em 12 meses passou a registrar avanço de 4,58 por cento, sobre 3,89 por cento no mês anterior, o que representa o maior nível desde fevereiro de 2017 (4,76 por cento).

    Assim, o IPCA supera o centro da meta oficial de inflação do governo para 2019, de 4,25 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. É a primeira vez que isso acontece desde outubro do ano passado, quando o objetivo era de 4,5 por cento.

    No mês passado, o Banco Central antecipou que a inflação acumulada em 12 meses deve atingir um pico em torno de abril ou maio, para depois recuar para patamar abaixo do centro da meta deste ano.

    GASOLINA E TOMATE

    Em março, a pressão veio de alimentos e transportes, que juntos representam 43 por cento das despesas das famílias e responderam por 80 por cento do índice do mês.

    'O lado positivo da alta de março é que ela foi concentrada, e não espalhada. Isso mostra que ela pode ir e voltar. Temos que acompanhar o clima para os próximos meses', disse o economista do IBGE Fernando Gonçalves.

    Os preços de alimentação e bebidas aceleraram a alta a 1,37 por cento, de 0,78 por cento em fevereiro, com os alimentos para consumo no domicílio subindo 2,07 por cento e tomate (31,84 por cento por cento), batata-inglesa (21,11 por cento), feijão-carioca (12,93 por cento) e frutas (4,26 por cento) pesando.

    Já os custos de transportes aumentaram 1,44 por cento em março, deixando para trás a queda de 0,34 por cento no mês anterior. O avanço de 3,49 por cento nos preços dos combustíveis foi o principal responsável pelo resultado, com a gasolina custando 2,88 por cento a mais.

    A inflação de serviços, por sua vez, desacelerou levemente com taxa de 0,32 por cento, de 0,39 por cento em fevereiro.

    Apesar da maior pressão em 12 meses, o cenário para a inflação é confortável, diante do quadro de recuperação lenta e gradual da economia e do mercado de trabalho ainda fraco, mantendo a perspectiva de manutenção dos juros básicos este ano.

    Após manter a Selic na mínima histórica de 6,5 por cento, o BC indicou que, diante da retomada econômica abaixo do esperado, o balanço de riscos para a inflação passou a ter pesos iguais tanto para cima quanto para baixo, o que tirou o impedimento explícito que o BC vinha apontando para eventualmente diminuir os juros à frente.

    A pesquisa Focus mais recente realizada pelo BC mostra que os economistas projetam alta do IPCA este ano de 3,90 por cento, indo a 4 por cento em 2020.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Alimentos pesam e IPCA-15 acelera alta a 0,54% em março, taxa em 12 meses se aproxima de meta

    Alimentos pesam e IPCA-15 acelera alta a 0,54% em março, taxa em 12 meses se aproxima de meta

    SÃO PAULO (Reuters) - Os preços de alimentos subiram com força e a prévia da inflação oficial registrou em março o patamar mais elevado para o mês em quatro anos, depois de o Banco Central ter alertado que a inflação acumulada em 12 meses deve atingir um pico em torno de abril ou maio.

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subiu 0,54 por cento em março, depois de alta de 0,34 por cento em fevereiro, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O resultado representa a taxa mais alta para um mês de março desde 2015, quando o índice subiu 1,24 por cento.

    Em 12 meses, o indicador apresentou alta de 4,18 por cento, acima dos 3,73 por cento do mês anterior. Com isso, o resultado se aproxima da meta oficial de inflação do governo para 2019 --4,25 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Nesta terça-feira, o Banco Central antecipou que a inflação acumulada em 12 meses deve atingir um pico em torno de abril ou maio, para depois recuar para patamar abaixo do centro da meta deste ano. Mas o BC destacou que a consolidação desse 'cenário favorável' depende do andamento das reformas e ajustes na economia brasileira.

    Em março, a maior influência sobre o IPCA-15 foi exercida pelo grupo Alimentação e Bebidas, cuja alta acelerou a 1,28 por cento de 0,64 por cento em fevereiro, exercendo o maior impacto(0,32 ponto percentual).

    Alimentação no domicílio foi a principal colaboração para essa alta com os preços subindo 1,91 por cento em março, de 0,68 por cento no mês anterior, com destaque para o avanço de 41,44 por cento do feijão-carioca.

    Também pressionou o IPCA-15 a alta de 0,59 por cento dos Transportes, após queda de 0,46 por cento no mês anterior, sob pressão de passagem aérea (7,54 por cento) e etanol (2,64 por cento). Juntos, Alimentos e Transportes corresponderam a cerca de 80 por cento do índice do mês.

    Por outro lado, Artigos de Residência e Comunicação apresentaram deflação no mês, respectivamente de 0,23 e 0,19 por cento.

    Na semana passada, o BC manteve a taxa de juros no seu piso histórico de 6,5 por cento e indicou que, diante da retomada econômica aquém das expectativas, o balanço de riscos para a inflação ficou simétrico, com pesos iguais tanto para cima quanto para baixo.

    A decisão, a primeira com Roberto Campos Neto no comando da autoridade monetária, tirou o impedimento explícito que o BC vinha apontando para possivelmente diminuir os juros à frente.

    (Por Camila Moreira)

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    Governo marca leilão de ferrovia Norte-Sul e aeroportos para março

    SÃO PAULO (Reuters) - O governo federal lançou nesta quinta-feira editais de concessão da ferrovia Norte-Sul, além de 12 aeroportos do país e quatro terminais portuários, projetos que eram previstos para ir a leilão neste ano, mas que após meses de entraves ficaram para a gestão do presidente eleito Jair Bolsonaro.

    Segundo a estimativa do Programa de Parceria para Investimentos (PPI), as outorgas dos projetos devem levantar mais de 4,5 bilhões de reais, dos quais 1,35 bilhão de reais é relativo à ferrovia. Os leilões estão previstos para março.

    A Norte-Sul, que será concedida por 30 anos em leilão marcado para 28 de março, envolve o trecho de 1.537 quilômetros entre Porto Nacional (TO) e Estrela D’Oeste (SP). Atualmente, o trecho Porto Nacional a Anápolis (GO), com 855 quilômetros, já está concluído pela estatal Valec; de Ouro Verde (GO) até Estrela D’Oeste, 682 quilômetros, está com 96,5 por cento de avanço físico, informou o Ministério dos Transportes.

    Quando concluída, a Norte-Sul será uma das principais opções para escoamento de cargas tanto para os portos da Região Norte como para os terminais no Sul e Sudeste.

    Além da ferrovia, o governo também pretende leiloar em 15 de março do ano que vem 12 aeroportos do país, que serão concedidos em blocos na Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, também por 30 anos. No Nordeste, os terminais a serem concedidos serão os de Recife (PE), Maceió (AL), João Pessoa e Campina Grande (PB), Aracaju (SE) e Juazeiro do Norte (CE). No Centro-Oeste, o leilão envolve os aeroportos de Cuiabá, Sinop, Rondonópolis e Alta Floresta (MT). No Sudeste, os terminais de Vitória (ES) e Macaé (RJ).

    O valor mínimo de outorga para arrematar os 12 terminais será de 2,1 bilhões de reais.

    Já os terminais portuários, três em Cabedelo (PB) e um em Vitória (ES), terão outorga mínima de 1 real e o leilão foi marcado para 22 de março.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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