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    Exportação de soja do Brasil reduz ritmo, aponta Secex; embarque de minério despenca

    Por Roberto Samora

    SÃO PAULO (Reuters) - As exportações de soja do Brasil perderam um pouco o ritmo registrado na primeira semana do mês, mas ainda continuam fortes na comparação com março e abril do ano passado, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do governo brasileiro.

    No acumulado até a segunda semana de abril, os embarques totais do país atingiram cerca de 5 milhões de toneladas, com uma média diária de 504 mil toneladas. Na primeira semana, os embarques haviam superado 600 mil toneladas ao dia, em média.

    Em todo o mês de março, as exportações do Brasil, maior exportador global de soja, somaram pouco mais de 9 milhões de toneladas (478 mil toneladas/dia), enquanto em abril do ano passado tinham atingido 10,2 milhões de toneladas (488 mil toneladas/dia).

    A exportação de soja do Brasil tem chance de fechar o mês no menor nível em quatro anos para abril, segundo informou a Reuters na semana passada, com o país colhendo uma safra menor e sofrendo concorrência maior dos Estados Unidos e da Argentina.

    Os meses de abril e maio são geralmente aqueles com as maiores exportações, uma vez que o Brasil está finalizando a colheita de sua safra.

    A soja tem liderado as exportações brasileiras em valores, seguida pelo petróleo. O minério de ferro, que já foi o principal produto exportado pelo Brasil, perdeu espaço nos últimos anos pela queda do preço.

    MINÉRIO CAI, PETRÓLEO DISPARA

    As exportações de minério de ferro do Brasil caíram para 747,6 mil toneladas em média diária no acumulado até a segunda semana de abril, levando o total do mês para 7,47 milhões de toneladas, com os embarques sentindo efeito das paralisações da Vale devido ao desastre de Brumadinho.

    Em março, quando os embarques haviam caído mais de 25 por cento na comparação anual, somaram 22,18 milhões de toneladas, sendo a média diária de mais de 1 milhão de toneladas. Já em abril do ano passado as exportações no fechado do mês somaram 25,8 milhões de toneladas, média diária de 1,2 milhão de toneladas.

    No caso das exportações de petróleo, os embarques no acumulado do mês atingiram mais de 4 milhões de toneladas, com 412 mil toneladas/dia, versus 268 mil toneladas/dia em março e 217,7 mil toneladas/dia em abril fechado do ano passado.

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    Exportação de minério de ferro do Brasil perde força em março diante de cortes da Vale

    Por Roberto Samora

    SÃO PAULO (Reuters) - As exportações de minério de ferro do Brasil no acumulado de março perderam força, na primeira fraqueza nos embarques do país desde o rompimento da barragem de Brumadinho (MG), da Vale, maior produtora global da commodity, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pelo governo brasileiro.

    Os embarques do país, que cresceram 9,5 por cento em fevereiro na comparação com igual mês do ano passado, apresentaram queda na média diária até a terceira semana de março em relação ao ritmo do início do mês, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

    Os preços médios, contudo, estão 16,6 por cento mais altos em março, na esteira da alta das cotações internacionais com os cortes de produção pela Vale, cuja capacidade produtiva foi reduzida em mais de 80 milhões de toneladas/ano por conta dos desdobramentos da tragédia em Brumadinho, que fez mais de 300 vítimas, entre mortos e desaparecidos, em 25 de janeiro.

    No acumulado do mês até a terceira semana de março, o Brasil exportou em média 1,29 milhão de toneladas ao dia, ante 1,68 milhão de toneladas da média verificada em março até a segunda semana, de acordo com a Secex.

    A média diária de fevereiro havia sido de 1,446 milhão de toneladas ao dia, enquanto em março de 2018 foi de 1,42 milhão de toneladas ao dia.

    No primeiro bimestre, as exportações de minério de ferro do Brasil, amplamente dominadas pelos embarques da Vale, totalizaram cerca de 62 milhões de toneladas, alta de 14 por cento ante o mesmo período do ano passado.

    Procurada, a Vale não tem se pronunciado sobre sua estratégia de vendas, se os embarques maiores no primeiro bimestre ocorreram com a utilização de estoques ou capacidade produtiva não atingida por cortes de produção decorrentes do rompimento da barragem --a maior parte da extração do companhia, e de melhor qualidade, está no Pará.

    A Vale afirmou anteriormente que compensaria uma parte das perdas, pelo descomissionamento das barragens, com a produção em outras unidades. Mas, diante de medidas judiciais que obrigaram a mineradora a suspender parte das operações, alguns analistas têm dito que a companhia só não será atingida financeiramente porque vai se beneficiar da alta dos preços do minério de ferro.

    Atualmente, o minério de ferro entregue na China, principal cliente do produto brasileiro e da Vale, está cotado a 88,50 dólares por tonelada, após um pico de mais de 94 dólares em 11 de fevereiro, segundo dados da consultoria SteelHome. No acumulado do ano, os preços subiram cerca de 22 por cento, com impulso dos problemas no Brasil.

    Esse aumento na cotação começou a aparecer no valor do produto exportado. Segundo dados da Secex, o preço do minério embarcado pelo Brasil foi de 61,70 dólares por tonelada no início de março, em média, alta de quase 17 por cento na comparação com a média de fevereiro.

    Mais recentemente, além dos cortes já anunciados de capacidade produtiva, a Vale sofreu os efeitos da interdição do terminal portuário de minério de ferro na Ilha da Guaíba, pela Prefeitura de Mangaratiba (RJ), que citou problemas de poluição. O terminal tem exportado cerca de 40 milhões de toneladas ao ano.

    (Com reportagem adicional de Marta Nogueira)

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    Exportação de minério do Brasil segue firme em fevereiro apesar de paradas da Vale

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A média diária de exportações de minério de ferro do Brasil nas primeiras quatro semanas deste mês foi 7,8 por cento maior na comparação com o registrado durante todo fevereiro de 2018, apesar de paradas em operações da Vale, mostraram dados oficiais do governo nesta segunda-feira.

    Os embarques firmes ocorrem mesmo após a Vale, maior produtora global de minério de ferro, ter sido levada a cortar operações em diversas minas em Minas Gerais, devido ao rompimento mortal de uma de suas barragens na cidade de Brumadinho, há exatamente um mês.

    Até a quarta semana de fevereiro, o que compreende 16 dias úteis, o país exportou 1,4 milhão de toneladas de minério de ferro por dia, totalizando 22,8 milhões de toneladas, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Há um ano, a média diária de embarques foi de 1,3 milhão de toneladas.

    Em janeiro, contudo, o Brasil exportou mais, com aproximadamente 1,5 milhão de toneladas por dia, mostrou a Secex.

    Os dados do governo apontam o preço médio de exportação ligeiramente maior em fevereiro ante o mês anterior. Até momento, a cotação média do mês está em 52,6 dólares por tonelada, ante 51,4 dólares em janeiro.

    As paradas de produção da Vale estão associadas a medidas da companhia para descomissionamento de barragens ou decisões de autoridades suspendendo operações, como no caso de Brucutu, maior mina produtora da companhia em Minas Gerais, com capacidade de 30 milhões de toneladas por ano.

    O colapso da Barragem 1 da mineradora, que atendia a mina Córrego do Feijão, liberou uma onda gigante de lama, que inundou área administrativa da própria empresa, além de atingir mata, rios e comunidades da região de Brumadinho.

    A estrutura continha mais de 12 milhões de metros cúbicos de rejeitos de beneficiamento de minério de ferro. O desastre socioambiental deixou centenas de mortos e desaparecidos.

    Procurada, a Vale não fez comentários sobre os dados da Secex.

    A empresa disse anteriormente que buscará compensar parcialmente as paradas em Minas Gerais com a produção em outras unidades.

    Os preços do minério de ferro chegaram a reagir fortemente após o desastre em Brumadinho, com o mercado temendo os desdobramentos da tragédia para a Vale. No início do mês a commodity chegou a superar 94 dólares/toneladas na China, maior valor desde fevereiro de 2017.

    Analistas avaliam que a alta no preço poderia compensar as perdas em produção para a Vale.

    (Por Marta Nogueira)

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    Preço do minério de ferro tem máxima de 22 meses na China

    Por Enrico Dela Cruz

    MANILA, 1 Fev (Reuters) - Os preços das matérias-primas siderúrgicas na China subiram para máximas de vários meses nesta sexta-feira, impulsionados por questões relacionadas à interrupção da oferta, com o minério de ferro atingindo seu nível mais alto em 22 meses após um rali de sete dias.

    O contrato de minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian subiu para 623 iuanes (92,46 dólares) a tonelada, alta de 6,6 por cento, fechando em 621,5 iuanes.

    O minério de ferro registrou seu quinto ganho semanal consecutivo e subiu mais de 20 por cento este ano.

    Há perspectiva de o mercado entrar em um déficit neste ano, na sequência de uma medida da Vale, maior produtora global, de parar operações em Minas Gerais para desmontar barragens, após o desastre de Brumadinho na semana passada.

    'Enquanto a empresa está propondo aumentar a produção em outros lugares, estimamos uma perda total líquida de cerca de 13 milhões de toneladas em 2019', disseram Daniel Hynes e Soni Kumari, estrategistas de commodities da ANZ, em nota.

    'Isso acabará empurrando o mercado de minério de ferro de volta ao déficit neste ano'.

    A Vale informou na véspera que obteve decisão favorável que garante o reestabelecimento das atividades no Terminal da Ilha Guaíba (TIG). O terminal teve suas atividades suspensas na manhã de quinta-feira, em função do auto de interdição da Prefeitura de Mangaratiba em razão de alegada não apresentação das licenças ambientais do terminal.

    O TIG apresentou todas as licenças ambientais e a Prefeitura de Mangaratiba decidiu cancelar a ordem de interdição no terminal.

    Dezenas de navios que transportam carvão e minério de ferro para a China estão parados fora dos portos esperando para descarregar, de acordo com os dados do setor.

    Isso provavelmente aumentará as preocupações com a oferta. As autoridades estão demorando mais do que o normal para liberar as importações junto aos funcionários da alfândega, segundo operadores.

    O contrato de carvão metalúrgico subiu até 4,2 por cento, para 1.290 iuanes, máxima de 17 meses, antes de encerrar a sessão em 1.288,5 iuanes.

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    Futuros do minério de ferro na China têm máxima em quase 17 meses após cortes da Vale

    Por Enrico Dela Cruz

    MANILA (Reuters) - Os futuros do minério de ferro na China subiram fortemente para o maior nível em quase 17 meses nesta quarta-feira, após a mineradora brasileira Vale anunciar que terá uma redução na produção devido à decisão de fechar mais barragens similares a uma unidade da empresa que rompeu na semana passada.

    A maior produtora de minério de ferro do mundo disse que terá de parar até 10 por cento de sua produção para descomissionar mais 10 barragens, após uma barragem de rejeitos ter rompido na sexta-feira passada em Brumadinho (MG), destruindo instalações da companhia, matando dezenas de pessoas e deixando centenas de desaparecidos.

    O contrato mais negociado do minério de ferro na bolsa de Dalian fechou a 587 iuanes (87,42 dólares) por tonelada, alta de 5,6 por cento, após tocar o limite diário de alta de 589 iuanes por tonelada mais cedo na sessão, maior nível desde o início de setembro de 2017.

    O desastre gerou incertezas para o mercado de minério de ferro na China, maior importador global da commodity, segundo operadores.

    A Vale é a principal fornecedora mundial de minério de ferro de baixo teor de alumínio, preferido pelas usinas siderúrgicas chinesas devido a seu baixo nível de impurezas, uma vez que a China está em meio a uma campanha contra a poluição.

    Levando em consideração a redução na produção da Vale, a empresa de análise de dados de aço e minério de ferro Tivlon Technologies, em Cingapura, projetou que os preços do minério de ferro devem atingir 120 dólares por tonelada em agosto.

    O desastre no Brasil também pode levar a regulamentações mais duras para a indústria de mineração também em outros países, como a Austrália, o que poderia desacelerar ou até reduzir a produção global, disse o cientista de dados da Tivlon, Darren Toth.

    'Mineradoras de minério de ferro de todo o mundo estiveram ocupadas aumentando sua produção nos últimos cinco anos. Os reguladores vão querer começar a avaliar mais de perto todas essas minas para prevenir acidentes'.

    O contrato mais ativo do vergalhão de aço na bolsa de Xangai ficou praticamente estável, com alta de 0,1 por cento, a 3.677 iuanes por tonelada, após chegar a subir 2,6 por cento na sessão.

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    De olho em qualidade, chineses buscam assegurar oferta de minério de ferro da Vale

    Por Muyu Xu e Manolo Serapio Jr

    DALIAN (Reuters) - Siderúrgicas chinesas e comerciantes estão correndo para assegurar contratos de longo prazo para minério de ferro de alta qualidade antes de cortes de produção no inverno, o que tem beneficiado a principal fornecedora do produto, a gigante brasileira da mineração Vale.

    A China, maior consumidora global de minério de ferro, utilizado na produção de aço, precisa do produto de maior qualidade, menos poluente, para seguir uma luta contra a poluição em suas cidades.

    Essa demanda evidencia como a prolongada guerra à poluição da China está mexendo com os mercados globais de minério de ferro.

    A corrida por contratos de minério de ferro de alta qualidade está ganhando ritmo conforme a China busca estabelecer limites de produção em unidades ao norte do país pelo segundo inverno consecutivo.

    A cidade de Tangshan, maior produtora de aço, está buscando cortar até 70 por cento da produção das usinas com base nas emissões de carbono de cada unidade.

    O Hebei Jingye Group, uma usina de aço de médio porte em Hebei, está em busca de um contrato com a Vale para fornecimento de minério de ferro de alto teor em 2019, disse um representante da companhia.

    Ela já fechou em 2018 um contrato para 1,5 milhão de toneladas por finos de minério de ferro da Vale conhecidos como Brazilian Blend, ou BRBF, com 63 por cento de ferro.

    'Nós já nos arrependemos de não ter comprado mais BRBF. Mesmo que nós não utilizemos tudo, ainda podemos vendê-lo no mercado spot e fazer muito dinheiro, uma vez que os preços subiram muito', disse Jia Zhanhui, que compra matérias-primas para o grupo Jingye.

    A Vale, maior mineradora de minério de ferro do mundo, disse que está ficando sem oferta imediata de alguns de seus produtos de maior teor devido à forte demanda da China.

    'As empresas chinesas estão buscando contratos de mais longo prazo conosco devido à qualidade', disse o diretor-executivo de ferrosos e carvão da Vale, Peter Poppinga, nos bastidores de uma conferência do setor na China.

    'Nós já vendemos tudo de Carajás', disse Poppinga, referindo-se a um dos projetos de minério de ferro de alta qualidade da companhia, no Pará, com cerca de 65 por cento de ferro.

    'Nós vamos alocar Carajás de acordo com contratos de longo prazo e com algumas oportunidades no mercado spot', adicionou.

    A Vale superou a fabricante de bebidas Ambev e se tornou a empresa mais valiosa da bolsa de valores paulista B3, nesta semana.

    QUATRO GIGANTES

    A Vale, que faz parte do grupo das quatro maiores mineradoras globais, deve ser a que mais vai se beneficiar da crescente mudança da China rumo a matérias-primas menos poluentes, devido a seus produtos de maior teor.

    A companhia disse na quinta-feira que está buscando expandir seu emblemático projeto de minério de ferro S11D, no Pará, para atender à demanda chinesa.

    'Se você tem um contrato de longo prazo com a Vale em mãos agora, é fácil para você vender no mercado com 5,5 dólares extras por tonelada além dos preços acertados no contrato', disse um comerciante de minério de ferro do Zheshang Development Group, sob a condição de anonimato.

    O preço do minério de ferro com teor de 65 por cento com origem no Brasil subiu 20 por cento desde março, para 96,80 dólares a tonelada na quinta-feira. Seu prêmio sobre os finos de minério de ferro com teor de 62 por cento atingiu um recorde de 29 dólares neste mês.

    'Há uma preocupação de que a oferta de material de alta qualidade não seja suficiente para atender à demanda do mercado, então as pessoas estão fazendo pré-pedidos para assegurar os embarques', disse o operador do grupo Zheshang.

    Enquanto isso, outras mineradoras como a Fortescue Metals Group dizem que o apetite por produtos de menor qualidade segue robusta.

    A presidente-executiva da Fortescue, Elizabeth Gaines, disse que os clientes da companhia estão buscando contratos de mais longo prazo para seu minério de ferro, principalmente com teor de 58 por cento, à medida que usinas buscam reduzir custos ao misturar o material com minério de ferro de maior teor.

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