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    Número de mortos por ciclone sobe para 38 e chuvas impedem ajuda aérea em Moçambique

    Por Mike Hutchings

    PEMBA, Moçambique (Reuters) - As chuvas impediram pelo segundo dia o envio aéreo de ajuda para o nordeste de Moçambique, nesta segunda-feira, prejudicando os esforços para alcançar sobreviventes do ciclone Kenneth, enquanto o número de mortos subiu para 38.

    Equipes de resgate conseguiram se valer de um breve intervalo nas precipitações para enviar um helicóptero repleto de itens de ajuda para a ilha de Ibo, onde centenas de casas foram derrubadas pelo segundo ciclone a atingir o país em menos de seis semanas.

    As chuvas, entretanto, voltaram a cair, e as condições se tornaram muito perigosas para que o voo seguinte pudesse decolar, informou a Organização das Nações Unidas (ONU). As estradas nos distritos rurais do norte do país encontram-se inundadas e intransitáveis após as chuvas torrenciais de domingo.

    'Infelizmente as condições climáticas estão mudando muito rápido e ameaçando a operação', disse Saviano Abreu, porta-voz do Ocha, sigla em inglês do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários

    O ciclone Kenneth atingiu as ilhas de Comores e depois a província de Cabo Delgado, em Moçambique, na quinta-feira, com tempestades e ventos de até 280 quilômetros por hora – agravando a falta de recursos numa região que ainda se recuperava da passagem do ciclone Idai, mais ao sul, em março.

    As tempestades provocaram o corte de energia e de comunicações. Algumas comunidades rurais ficaram reduzidas escombros de madeira, com apenas raras estruturas ou palmeiras ainda de pé.

    Quatro pessoas morreram no país insular de Comores, segundo a ONU. O Instituto Nacional de Gestão de Desastres de Moçambique disse que, até esta segunda-feira, o número de mortos encontrava-se em 38, maior do que a estimativa anterior, de cinco mortos. Mais de 168 mil pessoas foram afetadas.

    Após a chegada do ciclone à terra, chuvas fortes castigaram o norte de Moçambique, área propícia a enchentes e deslizamentos. Ainda há falta de informações sobre as inundações em áreas mais remotas.

    Na cidade portuária de Pemba as águas começam a descer, disse Abreu, da Ocha. O nível da água ainda permanece na altura da cintura em alguns bairros. Um homem fazia o transporte de pessoas em um barco de madeira. Outros apenas perambulavam em meio ao dilúvio, alguns com seus pertences sobre as cabeças.

    O Idai destruiu a cidade portuária de Beira e deixou debaixo d'água vilas inteiras, vastas faixas de território e 700 mil hectares de plantações. O ciclone matou mais de 1 mil pessoas em Moçambique, Malaui e Zimbábue.

    De acordo com meteorologistas, o Kenneth pode provocar o dobro de precipitação sobre o norte de Moçambique. As autoridades alertaram as pessoas que moram perto de rios a buscarem áreas mais elevadas no fim de semana.

    A ONU disse ter liberado 13 milhões de dólares em fundos de emergência para Moçambique e Comores, destinados à compra de alimentos e água potável e ao reparo de infraestrutura.

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    Ciclone Kenneth atinge Comores e segue para Moçambique

    Por Ali Amir Ahmed

    MORONI (Reuters) - O ciclo Kenneth, com ventos de até 140 quilômetros por hora, atingiu na madrugada a nação-ilha de Comores, no leste africano, deixando três mortos, disseram autoridades nesta quinta-feira, e se deslocou para Moçambique, já vitimado por inundações.

    Em Comores, os ventos causaram blecautes generalizados na parte norte da ilha principal, Grande Comore, na capital Moroni e na ilha de Anjouan, segundo moradores.

    O ciclone seguia para Moçambique na tarde local desta quinta-feira, pouco mais de um mês depois de o ciclone Idai assolar o centro do país, praticamente arrasando a cidade portuária de Beira, inundando uma área do tamanho de Luxemburgo e matando mais de mil pessoas em toda a região.

    O Kenneth pode ganhar força antes de chegar ao continente, disse Dipuo Tawana, meteorologista do Serviço Climático Sul-Africano.

    Ele pode provocar ondas de sete a nove metros e marés de tempestade de três metros, disse ela, e provavelmente estacionará sobre Moçambique, causando chuvas até o final da noite de segunda-feira e criando o risco de grandes inundações.

    'A precipitação que prevemos para os próximos quatro dias na parte nordeste de Moçambique (...) é de 500 a mil milímetros de chuva', disse Dipuo.

    Na quarta-feira, as autoridades moçambicanas disseram que cinco rios transbordaram, além de canais litorâneos, e que a tempestade ameaça mais de 680 mil pessoas.

    A empresa de energia Anadarko, que está desenvolvendo grandes campos de gás natural no litoral de Moçambique, disse que suspendeu o transporte aéreo que parte e chega ao local por precaução.

    (Reportagem adicional de Emma Rumney e Alexander Winning em Joanesburgo e Stephen Eisenhammer em Luanda)

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    Fome ameaça Moçambique depois de ciclone destruir plantações

    Por Stephen Eisenhammer

    NHAMPUEPUA, Moçambique (Reuters) - Fulai Joaquim tem alimento suficiente para alimentar seus 10 filhos por mais uma semana, talvez duas. Depois, disse, está nas mãos de Deus.

    Um ciclone devastou sua plantação de mandioca e deixou as raízes apodrecendo no campo, e as enchentes que se seguiram varreram seu milho.

    'Muitas lágrimas', disse Joaquim, de 45 anos, caminhando pelos pequenos lotes de terra que abrigam as casas de barro e estacas de Nhampuepua, também destruídas pela tempestade. 'Todos estão famintos'.

    Centenas de comunidades rurais mergulharam em uma crise alimentar depois que o ciclone Idai arrasou o centro de Moçambique em 14 de março, disseram agentes humanitários. O governo estima que mais de 700 mil hectares de terras de cultivo foram inundadas, deixando agricultores sem nada para colher.

    Mais de 750 pessoas foram mortas pela tempestade e por chuvas intensas que atingiram o sul africano pouco antes do ciclone.

    Duas semanas depois, à medida que as operações de busca e resgate diminuem, o foco se transfere para o sustento dos sobreviventes.

    As importações de milho de Moçambique podem ser o dobro das 100 mil toneladas de costume neste ano, disse Wandile Sihlobo, economista da associação sul-africana de agronegócio Agbiz. Ainda não se sabe como isso pode impactar os preços.

    'No quesito segurança alimentar, foi devastador', disse Lola Castro, diretora do Programa Mundial de Alimentos (PMA) para o sul da África, à Reuters no aeroporto da cidade portuária de Beira, atingida pelo ciclone.

    'Temos que acelerar o atendimento rápido'.

    O PMA já levou comida a cerca de 200 mil moçambicanos e pretende socorrer um milhão na próxima quinzena, disse Lola.

    Mas isso não basta. Os agricultores também precisam de sementes para replantar o mais rápido possível.

    'Isso é para ontem', acrescentou Lola.

    A tempestade não poderia ter vindo em um momento pior: pouco antes da principal colheita de milho, a mais importante da região.

    Em incontáveis vilarejos, a Reuters viu famílias tentando desesperadamente secar espigas de milho ainda verdes retiradas das águas das enchentes, mas os moradores disseram que comê-las os está adoecendo.

    (Reportagem adicional de Tanisha Heiberg em Johanesburgo)

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    Moçambique confirma primeiros casos de cólera entre sobreviventes de ciclone

    Por Emma Rumney

    BEIRA, Moçambique (Reuters) - Moçambique informou nesta quarta-feira que cinco casos de cólera foram confirmados na região da cidade portuária de Beira, duramente atingida pela passagem de um ciclone intenso que matou mais de 700 pessoas ao longo de uma porção do sul africano.

    O ciclone Idai se abateu sobre Moçambique perto da meia-noite do dia 14 de março e depois rumou para os vizinhos Zimbábue e Malaui, deslocando centenas de milhares de pessoas e arrasando uma área de 3 mil quilômetros quadrados.

    Os esforços de ajuda têm se concentrado cada vez mais na prevenção ou contenção do que muitos acreditam serem surtos inevitáveis de doenças como malária e cólera.

    'Fizemos os exames de laboratório e podemos confirmar que estas cinco pessoas testaram positivo para cólera', disse Ussein Isse, autoridade de saúde moçambicana graduada, aos repórteres. 'Ele se espalhará. Quando você tem um caso, tem que esperar mais casos na comunidade'.

    Agentes de saúde também estão lidando com 2.700 casos de diarreia aguda, que pode ser um sintoma do cólera, alertou Isse, acrescentando que o governo organizou um centro de tratamento de cólera no hospital de Beira.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) está enviando 900 mil doses de vacina oral anticólera de suas reservas globais para áreas afetadas. O carregamento deve partir no final desta semana.

    O saldo de mortes do ciclone Idai em Moçambique subiu para 468, disse uma autoridade moçambicana de gerenciamento de desastres – o que coloca o número total de mortes em Moçambique, Zimbábue e Malaui acima de 700 pessoas, e muitas mais estão desaparecidas.

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    Cerca de 1,85 milhão de pessoas são afetadas por ciclone em Moçambique, diz ONU

    BEIRA, Moçambique (Reuters) - Cerca de 1,85 milhão de pessoas foram afetadas pelo ciclone Idai e suas consequências apenas em Moçambique, disse a agência humanitária da ONU, nesta terça-feira, enquanto a ajuda humanitária tentava avaliar a proporção do desastre e determinar qual tipo de auxílio é mais urgente.

    'Alguns vão estar em situações críticas, de vida ou morte. Outros terão tristemente perdido suas vidas, o que, apesar de ser uma tragédia, não é ameaça instantânea à vida', disse o coordenador do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha), Sebastian Rhodes Stampa.

    O Idai destruiu casas e provocou inundações de rápida propagação quando atingiu o solo na cidade portuária de Beira, em Moçambique, em 14 de março. Então, o ciclone se espalhou para o Zimbábue e o Malaui, países vizinhos.

    Ao menos 686 pessoas morreram com a tempestade e seus impactos nos três países, um número que pode aumentar à medida que as equipes de resgate se preparam para o que dizem ser surtos de doenças, incluindo malária e cólera.

    Moçambique é o país mais atingido pela crise humanitária, com milhares de lares destruídos e pessoas deslocadas por uma área de 3 mil quilômetros quadrados -- praticamente o tamanho de Luxemburgo.

    'Podemos determinar o tamanho, mas não a circunstância. Então estamos trabalhando no solo, resgatando pessoas com auxílio de helicópteros para determinar quais são as necessidades críticas', disse Stampa.

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    Escassez de alimentos e água aumenta indignação em cidade de Moçambique atingida por ciclone

    BEIRA, Moçambique (Reuters) - A situação na cidade portuária moçambicana de Beira está 'em ebulição', uma vez que os moradores estão sofrendo com a escassez de alimentos, água e outros itens essenciais uma semana após a passagem de um ciclone devastador, disse o chefe de uma operação de resgate da África do Sul nesta sexta-feira.

    O ciclone Idai se abateu sobre Beira, cidade de 500 mil habitantes, com ventos fortes e chuvas torrenciais na semana passada, e depois seguiu terra adentro rumo ao Zimbábue e ao Malaui.

    Em Moçambique, 242 pessoas foram mortas pela tempestade e pelas inundações resultantes, segundo o saldo de mortes oficial, que se acredita poder aumentar. No Malaui, cerca de 56 pessoas morreram, e o Zimbábue registrou 259 mortes.

    Cerca de 15 mil pessoas ainda estão desaparecidas em Moçambique, disse o ministro da Terra e do Meio Ambiente, Celso Correia, na quinta-feira.

    Ao instruir sua equipe na noite de quinta-feira, Connor Hartnady, líder de uma força-tarefa de operações de resgate da Resgate África do Sul, disse que os moradores de Beira estão ficando fartos com a escassez.

    'Houve três incidentes de segurança hoje, todos relacionados à comida', disse ele à sua equipe, sem dar maiores detalhes.

    Hartnady também disse que um grupo de 60 pessoas foi descoberto preso por águas das enchentes em uma área ao norte de Beira durante um voo de reconhecimento. Equipes de resgate e o governo estão decidindo a melhor maneira de ajudá-las, explicou, retirando-as pelo ar ou levando suprimentos.

    As chuvas torrenciais da tempestade causaram o transbordamento dos rios Buzi e Pungwe, cujas fozes estão na área de Beira.

    Estradas que levam a Beira foram bloqueadas pela tempestade, e a maior parte da cidade está sem energia. A Cruz Vermelha estimou que 90 por cento dela foi danificada ou destruída pela tempestade.

    O Ministério da Informação zimbabuano disse que ao menos 30 estudantes, dois diretores e um professor de três escolas estão desaparecidos na região leste do país.

    Na capital Harare, a falta de diesel cria longas filas, e no início desta semana surgiram relatos de que uma sala de controle do oleoduto de Beira, que transporta combustível vindo do Zimbábue, foi danificada.

    (Por Emma Rumney; Reportagem adicional de MacDonald Dzirutwe, em Harare)

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    Agentes de resgate ampliam buscas por sobreviventes de ciclone em Moçambique

    Por Emma Rumney

    BEIRA, Moçambique (Reuters) - Agentes de resgate ampliaram, nesta quinta-feira, a busca de sobreviventes de inundações devastadoras em Moçambique provocadas pela passagem de um ciclone poderoso que assolou o sul da África uma semana atrás, matando centenas e destruindo construções e terras de cultivo.

    O saldo de mortes em Moçambique subiu para 217, e cerca de 15 mil pessoas, muitas delas doentes, ainda precisam ser resgatadas, disse o ministro da Terra e do Meio Ambiente, Celso Correia, mas os agentes de resgate continuam encontrando corpos e o saldo de mortes pode aumentar dramaticamente.

    Connor Hartnady, líder de uma força-tarefa de operações de resgate da África do Sul, disse que uma das maiores prioridades nesta quinta-feira é avançar nas áreas remanescentes afetadas por inundações que ainda não foram alcançadas em busca de pessoas necessitadas de resgate.

    Helicópteros estavam transportando pessoas, algumas retiradas dos tetos de casas e de topos de árvores, para a cidade portuária de Beira, o principal quartel-general da enorme operação de resgate.

    Um helicóptero voltou com quatro crianças e duas mulheres, resgatadas de um pequeno estádio de futebol de um vilarejo de resto submerso. Um menino pequeno, com uma perna quebrada, estava sozinho e dava sinais de exaustão quando os agentes de resgate o deitaram na grama antes de levá-lo a uma ambulância.

    Uma idosa estava sentada, atordoada, perto de dois de seus netos. Os três estavam ilesos, mas as crianças perderam a mãe.

    Agora que as águas das inundações começaram a baixar, a prioridade é levar alimentos e outros suprimentos às pessoas, ao invés de retirar pessoas de áreas afetadas, embora isso também esteja sendo feito, disse Correia.

    Cerca de 3 mil pessoas foram resgatadas até agora, afirmou.

    'Nossa maior luta é contra o relógio', disse o ministro em uma coletiva de imprensa, acrescentando que as autoridades estão usando todos os meios possíveis para salvar vidas e trabalhando 24 horas por dia.

    O ciclone Idai atingiu a cidade portuária moçambicana de Beira com ventos de até 170 km/h uma semana atrás, depois rumou para o continente na direção do Zimbábue e de Malaui, derrubando edifícios e ameaçando as vidas de milhões.

    Estima-se que 56 pessoas morreram no Malaui.

    O saldo de mortes no vizinho Zimbábue chegou a 139 nesta quinta-feira. O Programa Mundial de Alimentos da ONU (WFP, na sigla em inglês), que está coordenando a entrega de comida na região, disse que 200 mil pessoas no Zimbábue precisariam de assistência urgente na almentação por três meses.

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))

    REUTERS PF

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    Mortes por ciclone em Moçambique devem crescer significativamente, diz Cruz Vermelha

    JOHANESBURGO (Reuters) - O número de pessoas mortas em Moçambique por fortes tempestades e inundações que atingiram o sudeste da África deve aumentar significativamente, disse a Cruz Vermelha nesta terça-feira.

    As equipes de resgate têm enfrentado dificuldades para avaliar a devastação causada pelo ciclone Idai, que chegou do Oceano Índico com ventos de a 170 km/h no final da semana passada, atingindo Moçambique e, depois, seus vizinhos do interior do Zimbábue e do Malaui.

    A contagem oficial de mortos em Moçambique é de 84, o presidente do país, Filipe Nyusi, disse na segunda-feira que sobrevoou algumas das áreas mais atingidas, viu corpos boiando em rios e que se estima que mais de 1.000 pessoas podem ter morrido no país.

    Também morreram 98 pessoas no Zimbábue, que também registrou ao menos 200 desaparecidos, disse o governo na segunda-feira.

    A tempestade atingiu a região próxima ao porto de Beira, em Moçambique, e inundou enormes áreas do local, destruindo estradas e redes de comunicações em todo território.

    A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho publicou na internet imagens de drones que mostraram prédios no assentamento costeiro da Praia Nova, fora de Beira, danificados por ventos da tempestade.

    'Estamos trabalhando com a Nasa e a Agência Espacial Europeia para obter informações de satélite e ter uma visão completa das áreas afetadas e do número de pessoas presas lá', disse Caroline Haga, da Federação Internacional, à Reuters.

    'Devido ao tamanho dessas áreas, esperamos que o número de mortes aumente significativamente.'

    As pessoas ainda estavam presas nas áreas mais elevadas do país, disse Gerald Bourke, do Programa Mundial de Alimentos da ONU.

    'Não temos dados claros sobre o número de mortes, mas estamos olhando para áreas enormes que estão debaixo d'água. Estamos vendo metro após metro de aldeias sob vários metros de água', disse Bourke.

    (Reportagem de Mfuneko Toyana)

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    Número de mortos por ciclone e enchentes em Moçambique pode superar 1 mil, diz presidente

    MAPUTO/HARARE (Reuters) - O número de pessoas mortas por uma forte tempestade e inundações anteriores em Moçambique pode superar 1.000, disse o presidente do país nesta segunda-feira, colocando o possível total de vítimas fatais muito acima dos dados atuais.

    Até o momento foram confirmadas 84 mortes em Moçambique como resultado do ciclone Idai, que também deixou um rastro de morte e destruição no Zimbábue e em Malawi, com vastas áreas de terra inundadas, estradas destruídas e comunicação danificada.

    Em entrevista à Rádio Moçambique, o presidente Filipe Nyusi disse que sobrevoou a região afetada, onde dois rios transbordaram. As aldeias desapareceram, afirmou, e corpos boiavam na água.

    'Tudo indica que podemos registrar mais de 1 mil mortes', afirmou.

    A cidade portuária moçambicana de Beira sofreu grandes danos, informou a Cruz Vermelha. 'A escala da devastação (em Beira) é enorme. Parece que 90 por cento da área está completamente destruída', disse Jamie LeSueur, líder da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC) no local.

    O ciclone também matou 89 pessoas no Zimbábue, segundo uma autoridade do Ministério da Informação, enquanto o número de vítimas fatais no Malawi decorrentes de enchentes era de 56 até a semana passada. Não foram divulgados novos números de vítimas no país após a chegada do ciclone.

    No Zimbábue, o distrito de Chimanimani ficou isolado do resto do país devido a chuvas torrenciais e ventos de até 170 quilômetros por hora que varreram estradas, casas e pontes e derrubaram linhas de energia e comunicação.

    (Por MacDonald Dzirutwe, no Zimbábue, e Manuel Mucari, em Moçambique; Reportagem adicional de Emma Rumney, em Johanesburgo)

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