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    Menino da Guatemala se torna 2ª criança a morrer sob custódia dos EUA em dezembro

    Por Yeganeh Torbati

    WASHINGTON (Reuters) - Um menino de 8 anos da Guatemala morreu na manhã do dia de Natal após ser detido por agentes de fronteira dos Estados Unidos, informou a agência de Alfândega e Proteção de Fronteira norte-americana (CBP), confirmando o segundo caso em que uma criança imigrante morreu sob custódia dos EUA neste mês.

    O menino e seu pai estavam sob custódia da CBP na segunda-feira, quando um agente da Patrulha de Fronteira percebeu que a criança mostrava sinais de doença, disse a agência em comunicado. Os dois foram levados ao Centro Médico Regional Gerald Champion de Alamogordo, no Estado do Novo México, onde o menino foi diagnosticado com gripe e febre e acabou sendo liberado pela equipe médica.

    Mas, na mesma noite, o menino começou a vomitar e foi levado de volta ao hospital, onde morreu na manhã de terça-feira, disse a CBP, acrescentando que a causa oficial da morte não é conhecida.

    O pai e o filho não foram identificados, e a agência disse que divulgará mais detalhes 'quando disponíveis e adequados'. Autoridades da Guatemala foram notificadas da morte, afirmou a CBP.

    A morte do menino acontece após o falecimento de Jakelin Caal, de 7 anos e também da Guatemala, no início de dezembro. A menina morreu após ser detida por agentes da fronteira dos EUA com o pai em uma parte remota do Novo México.

    Após a segunda morte, a CPB anunciou que está desenvolvendo diversas mudanças de diretrizes, reportou a rede CNN na manhã desta quarta-feira.

    A agência realizará exames médicos adicionais em todas as crianças sob sua custódia, com atenção especial para os menores de 10 anos, segundo a CNN. A CPB também trabalhará com a agência de Imigração e Alfândega para melhorar as opções de custódia, como no transporte a Centros Residenciais Familiares e na liberação supervisionada, e para trabalhar com agências não-governamentais em busca de abrigo.

    Autoridades da CPB não tinham comentário de imediato.

    O Ministério de Relações Exteriores da Guatemala disse que seu cônsul em Phoenix está tentando entrevistar o pai do menino, a quem prometeu dar toda a assistência consular e proteção necessária. Em comunicado, o ministério disse que também pediu relatórios médicos para esclarecer a causa da morte.

    Segundo a pasta, o menino e seu pai entraram nos Estados Unidos por El Paso, no Texas, no dia 18 de dezembro e foram transferidos a uma estação da Patrulha de Fronteira em 23 de dezembro.

    (Reportagem adicional de Sofia Menchu em San Antonio Secortez, Guatemala, e Rich McKay em Atlanta)

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    Menina de 7 anos da Guatemala morre sob custódia de agentes de fronteira dos EUA, diz Post

    WASHINGTON (Reuters) - Uma menina de 7 anos da Guatemala morreu de desidratação e choque horas depois de ter sido posta sob custódia da Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos, disse o jornal Washington Post na quinta-feira.

    A menina e seu pai haviam sido detidos pelas autoridades imigratórias em 6 de dezembro no Estado do Novo México e faziam parte de um grupo de 163 pessoas que abordaram agentes dos EUA para se entregarem, relatou o Post.

    Na manhã de 7 de dezembro a menina começou a ter convulsões, e socorristas descobriram que sua temperatura estava em 40 graus, disse o Post. Ela foi levada ao hospital, onde morreu, segundo o jornal.

    A agência de Alfândega e Proteção de Fronteira não respondeu de imediato a um pedido de comentário da Reuters.

    Uma porta-voz do Hospital Providence de El Paso, no Texas, para onde o Post disse que a criança foi levada, tampouco respondeu de imediato a um pedido de comentário.

    Os nomes da menina e do pai não foram divulgados. A agência, que normalmente oferece alimento e água a imigrantes sob sua custódia, está investigando o incidente para saber se as diretrizes apropriadas foram seguidas, informou o Post.

    A chefe do Departamento de Segurança Interna, que supervisiona a agência de Alfândega e Proteção de Fronteira, comparecerá diante do Comitê Judiciário da Câmara dos Deputados na semana que vem, disse Jerry Nadler, a democrata mais graduada da entidade, no Twitter. 'Exigiremos respostas imediatas para esta tragédia', disse Nadler.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, fez do endurecimento da política imigratória um dos pilares de sua presidência e prometeu construir um muro ao longo da fronteira sul com o México.

    Durante o verão local sua política imigratória de 'tolerância zero', que resultou na separação de crianças e pais na divisa, causou revolta nacional, e foi revertida em grande parte.

    (Por Makini Brice e Eric Beech)

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    Chefe da agência de espionagem russa acusada de envenenamento no Reino Unido morre aos 62 anos

    Por Andrew Osborn e Maria Tsvetkova

    MOSCOU (Reuters) - O chefe da agência de inteligência militar da Rússia que o Ocidente culpou por uma série de ataques ousados morreu na quarta-feira após uma 'doença séria e longa', informou o Ministério da Defesa russo.

    Citando o ministério, a agência estatal de notícias Tass disse que Igor Korobov, de 62 anos, que comandava a agência de espionagem GRU desde 2016, foi declarado Herói da Rússia, a maior honraria concedida pelo Estado, por seus serviços no cargo.

    O Reino Unido acusou a GRU de tentar envenenar o ex-espião russo Sergei Skripal e a filha dele com um agente nervoso na cidade de Salisbury, a Holanda disse que a GRU tentou uma invasão cibernética à agência global de armas químicas, e agências de inteligência dos Estados Unidos acusaram a agência de espionagem russa de tentar interferir ciberneticamente na eleição presidencial de 2016.

    A Rússia nega todas estas acusações.

    As especulações sobre o destino de Korobov vinham crescendo desde que uma reportagem da mídia russa disse que ele foi convocado pelo presidente Vladimir Putin após o caso Skripal e criticado duramente pela operação, que não eliminou os Skripal e tornou a GRU um alvo de deboche na mídia ocidental.

    Neste mês Korobov não compareceu a uma cerimônia em Moscou na qual Putin e outras autoridades de alto escalão comemoraram o centenário da GRU e na qual o líder russo louvou a capacidade e 'habilidades únicas' desta.

    Agentes da entidade deram um exemplo para uma geração futura de espiões militares, disse Putin, ele mesmo um ex-agente de inteligência, citando sua prontidão para sacrificar tudo 'pela pátria-mãe'.

    Em março os EUA incluíram Korobov em uma lista negra de sanções contra pessoas que se acredita terem 'minado a segurança cibernética em nome do governo russo'.

    Korobov era um militar soviético veterano que atuou na Força Aérea e, segundo sua biografia oficial, começou a trabalhar para a GRU em 1985.

    A GRU, criada como um diretório de registro em 1918, após a revolução bolchevique, é uma das três principais agências de inteligência da Rússia, ao lado do Serviço Federal de Segurança e do Serviço de Inteligência Estrangeira (SVR).

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    Arábia Saudita confirma morte de jornalista Khashoggi em consulado e demite duas autoridades

    Por Aziz El Yaakoubi

    DUBAI (Reuters) - A Arábia Saudita anunciou que o jornalista saudita Jamal Khashoggi está morto e disse ter demitido duas autoridades devido ao incidente que provocou uma comoção internacional e afetou as relações entre Riad e o Ocidente.

    Uma nota do procurador público saudita informou que aconteceu uma briga entre Khashoggi e pessoas que ele encontrou no consulado saudita na Turquia, o que ocasionou a sua morte.

    'As investigações ainda estão sendo conduzidas e 18 cidadãos sauditas foram presos', diz a nota na imprensa estatal, acrescentando que o assessor da corte real Saud al-Qahtani e o vice-diretor de Inteligência Ahmeds Asiri foram demitidos de seus cargos.

    Khashoggi, crítico ao príncipe saudita Mohammed bin Salman, desapareceu após adentrar o consulado no dia 2 de outubro para obter documentos para seu casamento.

    Os comentários de sábado (horário local) marcaram a primeira vez, desde o desaparecimento de Khashoggi, que os sauditas admitiram sua morte.

    A Casa Branca afirmou nesta sexta-feira em comunicado que viu o anúncio da investigação da Arábia Saudita sobre a morte de Khashoggi e continuará pressionando por 'justiça que seja oportuna, transparente e de acordo com todo o processo'.

    Autoridades turcas já tinham dito que acreditavam que o jornalista havia sido morto no prédio. A Arábia Saudita negava as acusações anteriormente e dizia que Khashoggi havia deixado o local pouco depois de ter chegado.

    O rei Salman também ordenou a formação de um comitê ministerial, chefiado pelo príncipe da coroa, para reestruturar a agência de Inteligência geral, segundo informou a imprensa estatal.

    O desaparecimento de Khashoggi, que era residente nos Estados Unidos e colunista do jornal Washington Post, desgastou as relações entre a Arábia Saudita e seus aliados ocidentais. Aliados árabes se manifestaram em apoio a Riad, mas a pressão ocidental intensificada levou a Arábia Saudita a providenciar respostas convincentes.

    Antes dos anúncios dos sauditas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que poderia considerar sanções contra a Arábia Saudita após o desaparecimento de Khashoggi, ao mesmo tempo em que enfatizou a importância das relações entre EUA e Arábia Saudita.

    Em Istambul, procuradores turcos que investigam o desaparecimento de Khashoggi interrogaram funcionários do consulado saudita na sexta-feira.

    A polícia turca fez buscas em uma floresta nas imediações de Istambul e numa cidade próxima pelos restos mortais de Khashoggi, segundo disseram dois oficiais turcos à Reuters, rastreando as rotas dos carros que deixaram o consulado e residência consular no dia em que o jornalista desapareceu.

    Investigadores coletaram amostras em ambos os prédios para analisá-las em busca de traços do DNA de Khashoggi.

    Ao falar a jornalistas em Scottsdale, no Arizona, Trump disse que era muito cedo para dizer quais seriam as consequências do incidente, mas que o Congresso dos Estados Unidos estaria envolvido na determinação de uma resposta dos americanos.

    Perguntado sobre se sanções aos sauditas estariam entre as possíveis medidas consideradas, Trump disse 'Pode ser, pode ser', embora ele não tenha providenciado detalhes.

    'Vamos encontrar quem sabia do quê quando e onde. E vamos descobrir o que fazer', acrescentou Trump.

    O Congresso dos Estados Unidos é controlado pelos colegas republicanos de Trump, sendo que alguns deles pediram por ações firmes contra a Arábia Saudita.

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    Charles Aznavour, adorado cantor francês, morre aos 94 anos

    Por Julie Carriat

    PARIS (Reuters) - O cantor francês Charles Aznavour, que alcançou a fama apadrinhado pela cantora Edith Piaf e acabou roubando os corações de milhões com décadas de canções de amor, morreu aos 94 anos, informou sua porta-voz nesta segunda-feira.

    O cantor morreu durante a madrugada em uma de suas casas no sudeste da França.

    Aznavour, conhecido como Frank Sinatra francês, tinha pais armênios e nasceu em Paris com o nome de Shahnour Varinag Aznavouria.

    O cantor vendeu mais de 100 milhões de álbuns em 80 países, entre eles 'She' e 'Formidable'.

    Aznavour começou sua carreira vendendo músicas para famosos artistas franceses dos anos 1940 e 1950, como Edith Piaf, Maurice Chevalier e Charles Trenet.

    Ele descobriu seu talento de compositor cantando em cabarés com o colega Pierre Roché no piano.

    Mas, foi depois da Segunda Guerra Mundial que Piaf notou a dupla e os levou consigo em uma turnê pelos Estados Unidos e Canadá, com Aznavour compondo alguns dos sucessos mais populares da cantora.

    O jovem Aznavour cresceu na margem esquerda do Rio Sena, em Paris. Seu pai era cantor, mas também trabalhava como cozinheiro e gerente de restaurante, e sua mãe atriz.

    Em sua autobiografia, 'Aznavour by Aznavour', o cantor relembra a noite em que, após tentar assumir o papel de valentão com seus amigos adolescentes, foi desafiado a subir em um palco e cantar.

    'Ali tive uma revelação. Vi que as garotas olhavam muito mais para mim, com os olhos úmidos e os lábios entreabertos, do que quando fazia horrores... eu só tinha 15 ou 16 anos, mas entendi', escreveu.

    Mais tarde, fãs o elogiariam por sua maneira madura de contar histórias e por sua voz, que podia não ser considerada bela, mas era rica em sensibilidade e alcance.

    'Tenho um tipo de voz que combina com o tipo de canções que componho', escreveu em sua autobiografia.

    Sua capacidade de cantar em francês, espanhol, inglês, italiano e alemão também ajudava.

    O presidente da França, Emmanuel Macron, é um grande fã de Aznavour e cantava muitas de suas músicas em noites de karaokê com amigos quando era estudante, de acordo com ex-colegas de classe.

    (Reportagem de Sudip Kar-Gupta e Brian Love)

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    Explosões de gás em Boston deixam ao menos 1 mortos e forçam milhares a sair de casa

    Por Ted Siefer

    ANDOVER, Estados Unidos (Reuters) - Uma série de explosões de gás matou ao menos uma pessoa e obrigou cerca de 8 mil moradores a fugirem de suas casas nos arredores de Boston, e nesta sexta-feira ainda não estava claro quando os atingidos poderão voltar para seus lares.

    As explosões feriram 12 pessoas e destruíram dezenas de casas e outros edifícios em Andover, North Andover e Lawrence, na quinta-feira.

    Os moradores que foram retirados 'devem contar que o processo de restauração leve vários dias ou mais', disse Andrew Maylor, administrador municipal de North Andover, no Twitter.

    Bombeiros correram durante horas de um incêndio para outro, e equipes de prestadoras de serviço se apressaram para desligar o gás e a eletricidade para evitar novas explosões. Os bombeiros e estas equipes estavam indo de casa em casa para realizar inspeções de segurança, disseram autoridades.

    Cerca de 70 incêndios, explosões ou investigações de cheiro de gás foram relatadas, disse a Polícia Estadual de Massachusetts.

    'Obviamente este foi um dia incrivelmente difícil', disse o governador de Massachusetts, Charlie Baker, em uma coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira.

    Leonel Rondon, morador de 18 anos de Lawrence, morreu quando uma explosão derrubou uma chaminé que caiu sobre seu carro, informou a porta-voz do Hospital Geral de Massachusetts. O Hospital Geral de Lawrence disse ter tratado 13 pessoas com problemas que foram da inalação de fumaça a traumatismos causados pela explosão.

    Inspetores dos bombeiros suspeitam que a 'pressurização excessiva de um duto de gás' da Columbia Gas de Massachusetts provocou as explosões, disse o chefe dos bombeiros de Andover, Michael Mansfield, em uma coletiva de imprensa.

    (Reportagem adicional de Ross Kerber e Nate Raymond, em Boston, e Brendan O'Brien, em Milwaukee)

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    Mergulhador tailandês morre em operação de resgate de meninos presos em caverna

    Por Panu Wongcha-um e John Geddie

    CHIANG RAI, Tailândia (Reuters) - Um ex-mergulhador da Marinha tailandesa morreu durante os trabalhos para salvar 12 meninos e seu técnico de futebol que estão presos em uma caverna inundada no norte do país, destacando os riscos para equipes de resgate que tentam encontrar uma maneira de salvar o grupo que está há 13 dias debaixo da terra.

    O baixo nível de oxigênio dentro do complexo de cavernas e a previsão de mais chuvas aumentou a pressão sobre as autoridades para elaborar um plano de resgate.

    Samarn Poonan, de 38 anos, um ex-membro da unidade de elite da Marinha da Tailândia, morreu na noite de quinta-feira enquanto trabalhava debaixo d'água no complexo de cavernas distribuindo tanques de oxigênio ao longo de uma potencial rota de saída, disse o comandante da unidade.

    Não vamos deixar sua morte ser em vão. Vamos continuar , disse o almirante Arpakorn Yuukongkaew à repórteres nesta sexta-feira.

    Samarn estava trabalhando com um colega posicionando tanques de oxigênio em uma parte da caverna. Quando retornavam, Samarn ficou inconsciente a cerca de 1,5 km de distância da entrada da caverna.

    Quando sua missão terminou ele nadou de volta, mas no meio de seu retorno seu colega percebeu que Samarn estava inconsciente na água e tentou bombear seu coração, mas não conseguiu salvar a vida dele , disse a unidade de elite da Marinha tailandesa em comunicado.

    A morte do mergulhador também destacou os riscos para os meninos, que não têm nenhuma experiência de mergulho, se autoridades decidirem que eles devem tentar sair da caverna nadando.

    Um fuzileiro naval morreu na noite passada. E um menino de 12 anos que terá que passar? , disse Rafael Aroush, israelense que vive na Tailândia e está ajudando nas operações de resgate.

    Haverá chuva e muitas coisas podem dar errado. Não quero dizer, mas pode ser uma catástrofe , disse.

    O primeiro-ministro da Tailândia, Prayuth Chan-ocha, expressou suas condolências pela morte de Samarn, mas disse que isso não deterá as equipes de resgate, segundo porta-voz.

    Autoridades não perderam a esperança por causa disso , disse Thassada Thangkachan à repórteres em Bangcoc.

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