O colesterol HDL nem sempre é tão bom
Geralmente, se escuta inúmeros aspectos positivos inerentes ao bom colesterol, o HDL, mas um novo estudo sugere que não é bem assim. A pequisa, publicada no jornal científico 'Arteriosclerosis, Thrombosis, and Vascular Biology', mostrou que ter o HDL elevado, o qual geralmente protege o coração movendo o colesterol ruim para longe das artérias, não é um fator favorável a todos os públicos. Em se tratando de pessoas do sexo feminino após a menopausa, essa situação pode mascarar um risco de doenças cardíacas. Porém, ainda são necessários mais estudos para entender tal relação complexa.
O que fazer?
De acordo com especialistas canadenses, devido as alterações no organismo ocorridas nessa fase da vida, o ideal é que as mulheres se previnam e comecem a se cuidar antes desse período, o que inclui: ter uma dieta balanceada e praticar atividades físicas.
Os experts do exterior apontam que essa é uma etapa da vida das mulheres, em que elas ficam propensas a um aumento do nível de colesterol ruim, ao deslocamento da deposição de gorduras para o abdômen e à mudanças na saúde vascular. Quesitos que podem influir significativamente na expansão do risco de doenças cardiovasculares. Por conta dos motivos apresentados é importante adotar estratégias e realizar intervenções antes de chegar em tal fase.
Coma de forma saudável
Porém de qualquer forma, segundo especialistas canadenses, o bom e o mau colesterol têm associação com o que comemos, independente da faixa-etária. Por isso, ter uma alimentação equilibrada é tão relevante.
Para os profissionais do Canadá, o ideal é evitar produtos repletos de gordura, como: batata frita, salgadinhos, margarinas.
O recomendado pelos canadenses é seguir uma dieta de estilo mediterrânea, que inclui poucos alimentos processados, por exemplo.
É importante, também, se exercitar e aumentar o nível de atividade física no cotidiano gradualmente, visto que ser ativo desencadeia em inúmeros benefícios, dentre eles, favorece à saúde cardíaca.