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    Governo libera R$10 mi e prevê 'custo vultoso' para recuperação do Museu Nacional

    (Reuters) - O governo federal anunciou nesta segunda-feira o repasse de 10 milhões de reais para o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, em meio a um embate sobre os recursos destinados à instituição depois que um incêndio destruiu boa parte do local e da projeção de um 'custo vultoso' para recuperá-lo.

    De acordo com o ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, o montante inicial destinado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), instituição à qual está vinculado o museu, visa garantir a proteção da estrutura física, bem como reforçar as estruturas e a cobertura.

    'Imediatamente o Ministério da Educação vai repassar à UFRJ neste primeiro momento 10 milhões de reais para garantir a segurança do patrimônio', disse o ministro a jornalistas, após reunião no Rio sobre o incêndio, acrescentando que vai ser criado um comitê executivo visando a recuperação do Museu Nacional, que já serviu como Palácio Imperial no século 19.

    'Esse comitê é para acelerarmos efetivamente as ações de recuperação envolvendo o governo como um todo, a UFRJ e instituições que sejam importantes, a Unesco (órgão da ONU para educação, ciência e cultura) vai contribuir com esse processo', afirmou.

    O incêndio no emblemático prédio da zona norte do Rio de Janeiro acendeu uma polêmica sobre a liberação de recursos para a instituição, com a UFRJ dizendo que o repasse de recursos caiu nos últimos anos, enquanto a secretária executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, alegando que houve aumento.

    'Entre 2015 e 2017, o orçamento do Ministério da Educação destinado à Universidade Federal, no caso, do Rio de Janeiro, aumentou em 15 por cento, nominalmente', disse ela, segundo áudio divulgado pelo Ministério da Fazenda.

    O aumento das verbas em valores não significa necessariamente um aumento em termos reais, quando se leva em conta a inflação acumulada no período.

    Por sua vez, o reitor da UFRJ, Roberto Leher, afirmou que desde 2014 'houve perda de orçamento e isso é um assunto permanente com o governo'.

    'A UFRJ faz a distribuição de seus recursos de custeio da maneira mais cuidadosa, profissional, ética e qualificada possível', disse.

    O reitor acrescentou que estava confiante em fazer melhorias no prédio com um financiamento de 21,6 milhões de reais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), anunciado em junho e que ainda não havia sido liberado.

    HISTÓRICO

    O Museu Nacional foi fundado em 1818. Seu acervo contava com diversas coleções importantes, incluindo artefatos egípcios e o fóssil humano mais antigo encontrado no Brasil.

    Segundo levantamento da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados, de 2013 para cá os recursos destinados ao local caíram significativamente, embora tenham oscilado ano a ano.

    De janeiro a agosto de 2018, foram pagos 98.115 reais à instituição, sendo 46.235 reais via UFRJ, para funcionamento do museu, e outros 51.880 reais pelo Ministério da Cultura, para concessão de bolsas de estudo. No total, a cifra corresponde a 15 por cento da verba de 2017.

    De acordo com o levantamento da Câmara, o total de recursos recebidos pelo museu foi de 979.952 reais em 2013 e de 941.064 reais em 2014, com forte recuo em 2015, quando passou a 638.267 reais. Em 2016 houve alguma recuperação, para 841.167 reais, valor que novamente voltou a cair no ano passado, para 643.568 reais pagos.

    Em 2017, após uma infestação de cupins que levou ao fechamento da sala de exposição de fósseis de dinossauros, o Museu Nacional recorreu a um site de financiamento coletivo para buscar recursos para reabrir a exibição, e arrecadou quase 60.000 reais, quase o dobro da meta.

    'CUSTO VULTOSO'

    O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, disse que o presidente Michel Temer entrou em contato com empresas e bancos privados e que essas instituições sinalizaram interesse em patrocinar a recuperação do museu, via lei federal de incentivo à cultura.

    'Acho que seremos capazes de viabilizar essa obra que terá um custo vultoso', declarou.

    Ao ser questionado por que não foi feito investimento antes no museu, ele respondeu: 'A questão não deve ser endereçada ao Ministério da Cultura, porque a 'Lei Rouanet (de incentivo à cultura) estava disponível e de fato poderia ter sido utilizada'.

    Sá Leitão disse que parte das obras do museu não foi destruída, mas as autoridades evitaram afirmar quanto está danificado, uma vez que o acesso ao prédio ainda está interditado para resguardar as condições de segurança e de lisura da investigação sobre as causas do incêndio.

    A Polícia Federal participou da reunião nesta tarde e vai comandar investigações sobre a tragédia, enquanto a UFRJ fará a sua própria perícia.

    (Por Tatiana Ramil, em São Paulo; com reportagem adicional de Mateus Maia, em Brasília)

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    Incêndio no Museu Nacional provoca indignação por 'tragédia anunciada'

    Por Gabriel Stargardter

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Policiais usaram bombas de gás para afastar dezenas de pessoas que se reuniram no entorno do Museu Nacional nesta segunda-feira para demonstrar indignação e manifestar apoio à instituição, após um incêndio devastador da noite de domingo que atingiu o emblemático prédio na zona norte do Rio de Janeiro.

    Imagens aéreas transmitidas ao vivo pela emissora GloboNews mostraram policiais lançando bombas de gás e usando cassetetes para afastar algumas dezenas de pessoas, principalmente pesquisadores, estudantes e funcionários, que tentavam entrar pelos portões do parque onde fica o museu.

    Após alguns minutos de tensão, a polícia liberou o acesso à área externa do Museu Nacional, e dezenas de pessoas formaram um cordão humano no entorno do prédio histórico para dar um abraço simbólico no museu, mostraram imagens aéreas.

    Depois do incêndio de domingo, a fachada amarela do Museu Nacional, que já serviu como Palácio Imperial, permanecia de pé na manhã desta segunda-feira, mas suas grandes janelas revelavam corredores queimados e vigas de madeira carbonizadas em um interior sem teto.

    De vez em quando, bombeiros saíam do prédio com um vaso ou pintura que conseguiram resgatar entre os 20 milhões de itens que foram provavelmente destruídos após o incêndio de domingo, cuja causa ainda não foi determinada por autoridades.

    O Ministério Público Federal (MPF) pediu instauração de inquérito policial para apurar as causas e as responsabilidades pelo dano causado ao imóvel e ao acervo, e informou que no final de junho do ano passado a Câmara do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural realizou encontro técnico sobre prevenção de incêndios em bens culturais protegidos, 'voltado à produção de norma pelo Iphan que compatibilize as exigências do Corpo de Bombeiros com aquelas inerentes ao patrimônio cultural'.

    'Infelizmente, passado mais de um ano do evento, as instituições públicas federais responsáveis não publicaram a referida norma, padronização mínima para atuação dos bombeiros e outras instituições em todo o Brasil', disse o MPF em nota.

    O vice-diretor do museu, Luiz Duarte, disse à GloboNews que a instituição vinha sendo negligenciada por sucessivos governos federais, e que um financiamento ainda não liberado de 21,6 milhões de reais do BNDES anunciado em junho incluía, ironicamente, um plano para instalar equipamentos modernos de proteção contra incêndios.

    O comandante do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Roberto Robadey, disse a repórteres nesta segunda-feira que os dois hidrantes localizados do lado de fora do prédio estavam secos. Isso forçou bombeiros a utilizarem água de um lago próximo para abastecer os caminhões, mas as chamas consumiram o prédio rápido demais.

    'Em um mundo ideal, nós teríamos muitas coisas que não temos aqui: sprinkler dentro da edificação', disse Robadey, acrescentando que o Corpo de Bombeiros irá avaliar sua resposta ao incêndio e tomar medidas se necessário. 'Ontem foi um dos dias mais tristes da minha carreira.'

    Renato Rodriguez Cabral, professor de geologia e paleontologia do Museu Nacional, disse que o declínio do museu não aconteceu de um dia para o outro.

    'Isso não é de hoje. É uma tragédia anunciada desde 1892 quando o museu veio para cá', disse Cabral enquanto abraçava alunos e colegas de trabalho. 'Sucessivos governos republicanos nunca deram dinheiro, nunca investiram em infraestrutura'.

    Cabral disse que o prédio recebeu novas fiações há 15 anos, mas que claramente não havia um plano suficiente para proteger o museu de um incêndio, acrescentando: 'Os bombeiros praticamente assistiram ao incêndio'.

    'Para a história e ciência brasileiras, isso é uma tragédia completa', disse. 'Não tem como recuperar o que perdemos'.

    MENOS RECURSOS

    O museu, ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ao Ministério da Educação, foi fundado em 1818. Seu acervo contava com diversas coleções importantes, incluindo artefatos egípcios e o fóssil humano mais antigo encontrado no Brasil.

    De 2013 para cá os recursos destinados ao local caíram significativamente, embora tenham oscilado ano a ano, segundo levantamento da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados.

    De janeiro a agosto de 2018, foram pagos apenas 98.115 reais à instituição, sendo 46.235 reais via UFRJ, para funcionamento do museu, e outros 51.880 reais pelo Ministério da Cultura, para concessão de bolsas de estudo. No total, a cifra corresponde a 15 por cento da verba de 2017.

    De acordo com o levantamento da Câmara, o total de recursos recebido pelo museu foi de 979.952 reais em 2013 e de 941.064 reais em 2014, com forte recuo em 2015, quando passou a 638.267 reais. Em 2016 houve alguma recuperação, para 841.167 reais, valor que novamente voltou a cair no ano passado, para 643.568 reais pagos.

    Em 2017, após uma infestação de cupins que levou ao fechamento da sala de exposição de fósseis de dinossauros, o Museu Nacional recorreu a um site de financiamento coletivo para buscar recursos para reabrir a exibição, e arrecadou quase 60.000 reais, quase o dobro da meta.

    A destruição do prédio, onde imperadores já viveram, foi uma perda 'incalculável para o Brasil', disse o presidente Michel Temer em publicação no Twitter. 'Foram perdidos 200 anos de trabalho, pesquisa e conhecimento'.

    O Palácio do Planalto disse em nota oficial que Temer se reuniu nesta manhã com entidades financeiras e empresas pu?blicas e privadas, e que ficou definida a criação de uma rede de apoio econo?mico para viabilizar a reconstruc?a?o do Museu Nacional.

    (Reportagem adicional de Rodrigo Viga Gaier, no Rio de Janeiro, e Marcela Ayres, em Brasília)

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    Terceira edição do M-V-F- chega ao Brasil

    No último final de semana, chegou ao Brasil a terceira edição do M-V-F-2015 (Music Video Festival) que esteve aberto ao público no Museu da Imagem e do Som, na capital paulista. Tratar o videoclipe como uma obra de arte, por meio de suas multi-linguagens, foi o objetivo dos organizadores.

     

    O evento contou com nomes notáveis do cenário musical contemporâneo, além de instalações artísticas, exibição de videoclipes nacionais e internacionais inéditos e premiações – que serviram como incentivo a novos talentos. Debates com diretores e grandes nomes da música também fizeram parte da noite - encerrada ao som de pockets shows e DJ sets ao vivo, que agitaram o público.

     

    Um dos destaques internacionais da programação foi o videomaker Daniel Askill, responsável pelos videoclipes das canções “Elastic Heart”, “Chandelier” e “Big Girls Cry” - todos da cantora Sia. Em uma conversa aberta com o público, Daniel contou um pouco sobre a produção do vídeo de “Chadelier”, que se tornou um grande sucesso mundial - atingindo mais de 700 milhões de visualizações no YouTube.

     

    Durante o bate papo, o videomaker contou que a ideia inicial de Sia para o clipe era fazer um candelabro humano balançando no teto. Contudo, ele acabou sugerindo algo mais simples, como uma dançarina. A artista aceitou a ideia de Daniel e resolveu convidar a bailarina Maddie Ziegler para atuar na produção. A cantora é fã de reality shows e conheceu a garota de apenas 12 anos no programa norte-americano Dance Moms.

     

    A noite de evento musical contou também com a presença da cantora Nomi Ruiz, vocal da banda Hercules & Love Affair - que veio pela primeira vez ao Brasil. A experiência da nova iorquina no país incluiu alguns dias no Rio de Janeiro, na companhia do curador belga Tim Goossens e do artista Ricardo Càstro. Após uma apresentação extraordinária na área externa do MIS, Nomi Ruiz concedeu entrevista exclusiva à equipe de jornalismo da Antena 1. Confira:

     Acervo

     

    O M-V-F-2015 é um festival que trata videoclipes como obras de arte. Qual é o elemento artístico comum entre o seu trabalho e a proposta do evento?

     

    - Eu trago a experiência da minha vida para o meu trabalho. Eu estava em turnê, passando pela Colômbia e Chile, quando recebi um convite de Tim Goossens para vir ao Brasil, e me perguntei, por que não? Desde que cheguei tem sido uma experiência incrível! São Paulo tem uma energia urbana muito parecida com a minha: eu sou de Nova York e amo minha cidade, mas São Paulo me passa a mensagem de que aqui eu posso ser o que sou. Eu acredito que o meu lado urbano conversa e reflete a ideia do festival.

     

    O que você preparou para o DJ set apresentado mais cedo? Você levou as pessoas à loucura!

     

    - Eu não preparei nada, trabalho com “free style”. Eu estava tão nervosa, mas quando senti a energia que vinha do público fui me soltando e música foi evoluindo junto comigo. Eu gosto de esperar a resposta de quem está me ouvindo, para saber até onde devo ir. Não sou DJ, mas tive aula com os melhores e com isso fui me divertindo. Acho que o mais importante de tudo é isso: se divertir junto com as pessoas.

     

    Essa é sua primeira visita ao Brasil. Do que você mais gostou? E o que traria você de volta?

     

    - A parte mais bonita de quando você viaja é aproveitar tudo que o lugar pode te oferecer, aprender coisas novas, conhecer gente nova, a beleza de se viajar está ai. Eu fiz grandes amigos aqui. O Ricky (Ricardo Càstro) é uma pessoa que queria levar para casa comigo, passamos um tempo muito divertido. Também conheci o Parque Lage (Escola de Artes Visuais – RJ) que é um dos lugares mais lindos que eu já vi. Se tivesse que voltar a estudar, eu queria estudar artes lá! Toda aquela beleza natural e as salas ao redor daquela piscina... Foi absolutamente incrível.

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