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    Trump diz que pacto com Canadá e México é um 'grande acordo' para todos os lados

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou nesta segunda-feira a entrada do Canadá em um acordo comercial reformulado com os Estados Unidos e o México, depois que os dois países assinaram um pacto no domingo para salvar o Nafta.

    O acordo anunciado no domingo é uma reformulação do Acordo de Livre Comércio da América do Norte, de 1994, que envolve 1,2 trilhão de dólares em negócios entre os três países. Trump descreveu o Nafta como um mau negócio para os norte-americanos e ameaçou sair do grupo como parte de sua política 'América Primeiro'.

    O novo acordo entre os Estados Unidos, México e Canadá (USMCA, na sigla em inglês) visa trazer mais empregos para os Estados Unidos, com o Canadá e o México aceitando um comércio mais restritivo com os Estados Unidos, seu principal parceiro de exportação.

    Trump disse que vai realizar uma coletiva de imprensa às 12h (horário de Brasília) nesta segunda-feira e, no Twitter, chamou o acordo com seu vizinho do norte de 'maravilhoso' e de 'uma transação histórica'.

    'É um grande negócio para todos os três países, resolve as muitas deficiências e erros no Nafta, abre muitos mercados para nossos agricultores e fabricantes, reduz barreiras comerciais para os EUA e vai aproximar as três grandes nações em concorrência com o resto do mundo', escreveu Trump.

    O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, disse no domingo que 'é um bom dia para o Canadá', depois que os negociadores trabalharam freneticamente antes do prazo de meia-noite imposto pelos EUA. Trudeau deve falar com repórteres às 13h (horário de Brasília).

    (Por Susan Heavey)

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    Em vitória para Trump, acordo entre Canadá e EUA salva Nafta como pacto trilateral

    Por David Ljunggren e Roberta Rampton

    OTTAWA/WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos e o Canadá fecharam um acordo de último minuto no domingo para salvar o Nafta como um pacto trilateral com o México, resgatando uma zona de livre comércio entre três países de 1,2 trilhão de dólares que estava prestes a entrar em colapso após quase 25 anos.

    Em uma grande vitória para a sua agenda de reorganizar uma era de livre comércio global que muitos associam à assinatura do Nafta em 1994, o presidente norte-americano, Donald Trump, obrigou o Canadá e o México a aceitarem um comércio mais restritivo com seu principal parceiro de exportação.

    O principal objetivo de Trump ao retrabalhar o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) era reduzir os déficits comerciais dos EUA, meta que ele também busca com a China, impondo centenas de bilhões de dólares em tarifas sobre produtos importados do gigante asiático.

    Embora o novo Acordo Estados Unidos-México-Canada (USMCA, na sigla em inglês) evite tarifas, ele dificultará que montadoras globais construam carros a preço reduzido no México e tem o objetivo de criar mais empregos nos Estados Unidos.

    Desde que as negociações começaram há mais de um ano, ficou claro que o Canadá e o México teriam que fazer concessões diante das ameaças de Trump de destruir o Nafta e o alívio era palpável em ambos os países no domingo de que o acordo tenha ficado amplamente intacto e não tenha fraturado as cadeias de oferta entre acordos bilaterais mais fracos.

    'É um bom dia para o Canadá', disse o primeiro-ministro, Justin Trudeau, a repórteres, após reunião do gabinete para discutir o acordo.

    Em comunicado conjunto, Canadá e EUA disseram que ele 'resultará em mercados mais livres, comércio mais justo e crescimento econômico robusto em nossa região'.

    Negociadores trabalharam freneticamente antes de um prazo imposto pelos EUA para resolver as diferenças, com ambos os lados fazendo concessões para selar o acordo. OS EUA e o México já haviam chegado a um acordo bilateral em agosto.

    Trump aprovou o acordo com o Canadá, disse uma fonte familiarizada com a decisão.

    (Reportagem adicional de David Shepardson e David Lawder em Washington e Diego Oré, Ana Isabel Martinez e Anthony Esposito na Cidade do México)

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    EUA vão avançar com acordo comercial com México e continuar conversando com Canadá

    Por Julie Gordon e Sharay Angulo e Allison Martell

    WASHINGTON/TORONTO (Reuters) - O presidente dos EUA, Donald Trump, notificou o Congresso nesta sexta-feira de sua intenção de assinar um acordo comercial com o México, depois que as negociações com o Canadá desmoronaram na sexta-feira, sem nenhum acordo imediato para atualizar o Tratado de Livre Comércio da América do Norte.

    O representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, disse que autoridades norte-americanas retomarão as conversas com suas contrapartes canadenses na próxima quarta-feira, com o objetivo de obter um acordo que os três países possam assinar.

    Todos os três países têm enfatizado a importância do Nafta, o abrange bilhões de dólares em comércio regional, e um acordo bilateral entre os Estados Unidos e o México na segunda-feira pavimentou o caminho para o Canadá voltar às negociações esta semana.

    Mas na sexta-feira o clima azedou, parcialmente por comentários feitos 'em off' por Trump para a Bloomberg News de que qualquer acordo comercial com o Canadá ocorreria 'totalmente em nossos termos'. Mais tarde ele confirmou os comentários, divulgados primeiro pelo Toronto Star.

    'Ao menos o Canadá conhece a minha posição', disse ele mais tarde no Twitter.

    Ottawa resistiu firme a assinar 'um acordo qualquer'.

    O dólar canadense

    Lighthizer se recusou a ceder, apesar de repetidos esforços da ministra das Relações Exteriores do Canadá, Chrystia Freeland, de oferecer algumas concessões em laticínios para manter um mecanismo de resolução independente de disputas comerciais no Nafta, informou o Globe and Mail.

    Uma das questões para o Canadá na revisão do acordo é o esforço dos EUA de abandonar o mecanismo de solução de controvérsias do Capítulo 19, que impede os Estados Unidos de investigar casos de subsídio ou dumping. O representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, disse na segunda-feira que o México concordou em eliminar o mecanismo.

    Mas Freeland disse mais cedo na sexta-feira que sua equipe 'ainda não chegou lá' na solução de grandes diferenças.

    'Estamos procurando por um bom acordo e não um acordo qualquer. E só vamos concordar com um acordo que seja um bom acordo para o Canadá', disse Freeland a repórteres.

    Trump argumenta que as altas tarifas do Canadá sobre produtos lácteos prejudicam fazendeiros dos EUA, uma importante base política de seu Partido Republicano. Mas produtores de laticínios também possuem forte influência política no Canadá, e concessões poderiam prejudicar os liberais que comandam o governo antes da eleição federal de 2019.

    Em um discurso na Carolina do Norte, Trump deu mais uma estocada no Canadá. 'Eu amo o Canadá, mas eles levaram vantagem sobre o nosso país por muitos anos', disse ele.

    (Reportagem adicional de David Lawder em Washington, Veronica Gomez na Cidade do México e Allison Lampert em Montreal)

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    EUA e México chegam a acordo sobre o Nafta e pressão se volta para o Canadá

    Por Roberta Rampton e Jeff Mason

    WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos e o México concordaram nesta segunda-feira em reformular o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês), pressionando o Canadá a concordar com os novos termos sobre o comércio de automóveis e outras questões para continuar fazendo parte do pacto.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, disseram que as negociações com o Canadá começarão imediatamente, embora Trump tenha ameaçado impor tarifas sobre carros produzidos no Canadá se não for possível chegar a um acordo entre as três nações.

    'Eu acho que com o Canadá, francamente, o mais fácil que podemos fazer é tarifar os carros dele que chegam. É uma quantia tremenda de dinheiro e é uma negociação muito simples. Isso pode terminar em um dia e nós receberemos um monte de dinheiro no dia seguinte', disse Trump.

    As negociações entre os três parceiros comerciais se arrastaram por mais de um ano e repetidas ameaças de Trump de que ele abandonaria o acordo de 1994 perturbaram os mercados financeiros, pressionando o peso mexicano e o dólar canadense.

    As discussões entre o México e os Estados Unidos se concentraram na elaboração de novas regras para a indústria automotiva, que Trump colocou no centro de seus esforços para retrabalhar o pacto que descreveu repetidamente como 'um desastre' para os trabalhadores norte-americanos.

    O Canadá continuará a negociar, mas só assinará um novo acordo que seja bom para o país, disse um porta-voz da chanceler canadense, Chrystia Freeland.

    Os Estados Unidos, o México e o Canadá negociam mais de 1 trilhão de dólares entre si todos os anos.

    O anúncio de um acordo entre EUA e México impulsionou os mercados financeiros. Trump afirmou que conversará com o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau. Uma autoridade sênior norte-americana disse que há esperanças de um acordo final entre os três países possa ser alcançado até sexta-feira.

    O acordo entre os Estados Unidos e o México exigirá que 75 por cento do conteúdo automotivo seja fabricado na região do Nafta, ante os atuais 62,5 por cento, disse uma segunda autoridade dos EUA.

    Também exige que 40 a 45 por cento do conteúdo automotivo seja feito por trabalhadores que ganhem pelo menos 16 dólares por hora, segundo a segunda autoridade.

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    Presidente eleito do México quer permanecer no Nafta e laços amigáveis com EUA

    Por Stefanie Eschenbacher e David Alire Garcia

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O presidente eleito do México, Andrés Manuel López Obrador, disse nesta segunda-feira que buscará permanecer no Nafta junto com os Estados Unidos e com o Canadá e que respeita a atual equipe mexicana que está renegociando o acordo comercial.

    López Obrador venceu a eleição de domingo, com mais que o dobro dos votos de seu adversário mais próximo, em um golpe para partidos tradicionais, e se tornando o primeiro político de esquerda a conquistar a Presidência do México desde o fim de um governo de partido único no ano 2000.

    Nós vamos acompanhar o atual governo nessa negociação, vamos ser muito respeitosos e vamos apoiar a assinatura do acordo , disse ao canal Milenio TV em entrevista por telefone, dizendo que o objetivo é um acordo do Acordo de Livre Comércio da América do Norte que seja bom para o México.

    Ele também disse que irá buscar um diálogo franco e relações amigáveis com os Estados Unidos. López Obrador, que assumirá o poder em dezembro, disse que irá discutir o Nafta com o atual presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, em sua primeira reunião após a eleição marcada para terça-feira.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem sido abertamente contrário ao México em questões comerciais e de imigração desde sua própria campanha presidencial. As atuais negociações do Nafta começaram no ano passado depois que Trump pediu que o acordo fosse revisado para beneficiar mais os interesses de Washington.

    Embora Trump tenha parabenizado López Obrador em publicação no Twitter na noite de domingo, um assessor da Casa Branca depois reiterou uma das promessas de campanha mais controversas do presidente dos Estados Unidos.

    No caso do México, obviamente nós compartilhamos uma fronteira com eles (e) esse presidente tem sido muito claro sobre construir um muro e fazer o México pagar por ele , disse Kellyanne Conway à Fox News.

    Políticos mexicanos têm dito há muito tempo que o México não irá pagar pelo muro proposto por Trump, que ele diz ser necessário para impedir a entrada de imigrantes ilegais e de drogas.

    López Obrador já disse que quer tornar o México mais independente economicamente dos Estados Unidos.

    Ao mesmo tempo, ele espera convencer Trump a ajudar a desenvolver o México e a América Central para conter a imigração ilegal.

    (Reportagem adicional de Dave Graham, Julia Love, Christine Murray, Anthony Esposito, Berengere Sim e Delphine Schrank)

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