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    Votação da reforma da Previdência na CCJ fica para a próxima semana

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - A votação da admissibilidade da PEC da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara só ocorrerá na próxima semana, afirmaram líderes nesta segunda-feira após selarem um acordo para que ela possa ser discutida na comissão sem mais turbulências.

    Segundo o líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), a ideia é --após a votação do Orçamento impositivo nesta segunda-- dedicar a terça e a quarta-feiras a debates na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) sobre a reforma da Previdência, para avaliar o cenário após o feriado de Páscoa.

    “A gente não quer estabelecer um cronograma”, disse o líder do governo. “A gente estabeleceu aqui um acordo de procedimentos”, acrescentou, explicando que a ideia é avançar na lista de inscritos para debate e tentar esgotá-la ao máximo nesta semana.

    “Na segunda-feira ou na terça-feira, após todos os debatedores terem feito o uso da palavra, nós vamos realizar a votação da admissibilidade e a oposição vai fazer a sua obstrução natural”, afirmou.

    Vitor Hugo anunciou o acordo ao lado do deputado José Guimarães (PT-CE), vice-líder da Minoria na Casa. O PSOL ainda iria decidir se participará do acerto, que não exlcui as manobras regimentais de obstrução durante a votação em si da admissibilidade da PEC.

    “A gente fará um debate sem trava amanhã, todo mundo fala, não tem encerramento de discussão, e não tem obstrução. E vamos para o debate”, afirmou Guimarães.

    O acordo ocorre após uma tarde de idas e vindas em uma reunião tensa na CCJ. Oposição e integrantes do centrão firmaram uma aliança pontual --para votar o Orçamento impositivo nesta segunda e postergar a reforma da Previdência-- que forçou o governo a ceder.

    Pouco antes do acordo entre governo e oposição ser fechado --com a participação do centrão-- o presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), cobrava maior organização do governo.

    O deputado também estranhou o posicionamento de seu partido a favor de requerimento que possibilitou a inversão da pauta para que a votação do Orçamento impositivo pudesse ocorrer antes da reforma da Previdência.

    “Eu só acho que tinha que haver acordos prévios por parte dos partidos governistas para que evitasse tanta obstrução desnecessária, como leitura de ata, como questão de discussão de ata, que são totalmente desnecessárias”, disse o presidente.

    Questionado sobre um calendário de votação da reforma e se eventual adiamento da votação para a próxima semana configuraria uma derrota para o governo, Francischini disse que caberia ao governo responder.

    “O governo está ligando para os deputados, o governo está dialogando, o governo está se esmeirando para aprovar a reforma? Se ele está fazendo isso, então eu torço para que a gente possa votar o mais rapidamente possível.”

    Uma fonte parlamentar que preferiu a condição de anonimato avaliou que a oposição, unida ao centrão tinha número para atrapalhar os trabalhos, mas quem atrapalhou mesmo o andamento da CCJ, em determinados momentos, foi o próprio presidente da comissão e integrantes do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

    Para esse parlamentar, os deputados do PSL e Francischini demonstram, com a atitude, insatisfação por não terem sido procurados por integrantes do governo para tratar da reforma.

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    Bolsonaro não deve receber proposta da reforma da Previdência no hospital, diz porta-voz

    (Reuters) - A possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro receber a proposta de reforma da Previdência no Hospital Albert Einstein, onde ele está internado em São Paulo recuperando-se de uma cirurgia de retirada de uma bolsa de colostomia, está descartada a princípio, disse nesta segunda-feira o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros.

    'Inicialmente está descartada que a proposta da reforma da Previdência seja apresentada ao presidente Jair Bolsonaro no hospital', disse o porta-voz, em briefing a jornalistas no Palácio do Planalto.

    Rêgo Barros reafirmou que o presidente vai receber a proposta assim que ele estiver em condições de saúde, mas destacou que não podia 'afiançar' se isso iria ocorrer esta semana.

    Na semana passada, o secretário de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que o governo poderia apresentar a proposta da reforma da Previdência entre os dias 19 e 21.

    O general destacou que o presidente tem 'todo o interesse' em receber a proposta da reforma e que, quanto mais rápido ele deliberar sobre a proposta e encaminhar ao Congresso, mais rápido o poder legislativo vai aprová-la.

    O porta-voz também não quis precisar quando será a alta do presidente, dizendo apenas que ocorrerá quando ele poder sair 'pela porta da frente'. Nesta manhã, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse acreditar que Bolsonaro esteja de volta a Brasília entre quinta e sexta-feira desta semana.

    Segundo Rêgo Barros, que leu o boletim médico com a evolução do presidente, Bolsonaro passou 'muito bem' e recebeu as visitas dos ministros da Justiça, Sérgio Moro, da Defesa, general Fernando de Azevedo e Silva, e do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, além da visita de cortesia do governador de São Paulo, João Dória (PSDB).

    O boletim médico informou que o quadro do presidente melhorou e que ele deixou a unidade de terapia semi-intensiva, sendo transferido para um apartamento.

    (Por Ricardo Brito)

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    Não vou atropelar ninguém, diz Renan sobre candidatura de Simone Tebet ao comando do Senado

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou nesta terça-feira em entrevista à Reuters que não vai 'atropelar ninguém' na disputa à Presidência do Senado, numa referência à decisão da líder do MDB na Casa, Simone Tebet (MS), de colocar na véspera o nome dela para a escolha do partido, no dia 29, para o comando do Senado.

    'Não vou atropelar ninguém, absolutamente. Nem a Simone nem qualquer outra eventual candidatura que exista na bancada. O fundamental é construirmos a unidade para chegarmos juntos no dia 1º (de fevereiro, data da eleição à presidência do Senado)', disse ele, quando questionado se vai concorrer no voto contra ela.

    Renan preferiu não se manifestar sobre as declarações de Tebet, em conversa com jornalistas mais cedo, que criticou a atuação do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Para ela, o ministro estimula uma candidatura do senador do partido dele, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ao comando do Senado. A tradição na Casa é que o maior partido indique o candidato, o MDB continuará sendo, a partir de fevereiro, a maior bancada com 12 senadores

    'O nome é um detalhe, a bancada é forte porque está unida e deverá disputar no plenário com (o nome) mais competitivo. Mas todos os partidos têm direito regimentalmente de apresentar candidatos. Precisamos conviver com isso', disse Renan.

    O senador alagoano --que já foi quatro vezes presidente do Senado-- ainda não se lançou publicamente ao cargo. Ele tem sofrido restrições internas ou externas para concorrer diante de investigações judiciais das quais é alvo. Tebet tem sido vista dentro e fora do MDB como um nome mais palatável durante o governo do presidente Jair Bolsonaro.

    Renan fez um aceno a Tebet, com quem disse ter conversado 'longamente' por telefone, e disse que deve reunir-se com ela em breve pessoalmente. 'Eu gosto muito dela, acho ela um bom nome, fui muito amigo do Ramez (Tebet, ex-presidente do Senado, pai da senadora). Sou amigo da mãe dela. Acho ela realmente um bom nome', afirmou.

    Nesta tarde, o senador também publicou em uma rede social uma postagem sobre Simone. 'A candidatura da senadora Simone Tebet robustece o processo decisório, e consolidará ainda mais a união da nossa bancada. O fundamental é que cheguemos juntos ao plenário no dia 1 de fevereiro', frisou.

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    Junta médica diz que Bolsonaro não tem condições de participar de debate

    (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, não irá ao debate de quinta-feira na TV Globo por recomendação de uma junta médica do hospital Albert Einstein, onde esteve internado por três semanas para se recuperar de um atentado à faca, disse nesta quarta-feira um dos médicos responsáveis pelo atendimento ao deputado.

    Bolsonaro lidera as pesquisas de intenção de voto para o primeiro turno de domingo e viu sua vantagem sobre o segundo colocado, Fernando Haddad (PT), aumentar nos últimos levantamentos.

    Na semana passada, o presidente do PSL, Gustavo Bebianno, já havia dito à Reuters que Bolsonaro não participaria do debate da TV Globo, o último entre os candidatos ao Palácio do Planalto antes da votação de domingo, por recomendação médica.

    Médicos que visitaram Bolsonaro na casa do candidato no Rio de Janeiro nesta quarta-feira para uma reavaliação confirmaram que ele não irá ao debate para não prejudicar sua recuperação.

    'Depois da nossa avaliação clínica, nós contraindicamos a participação em debates ou em qualquer atividade que pudesse cansá-lo ou obrigá-lo a falar por mais de 10 minutos', disse o cirurgião Antonio Luiz Macedo a jornalistas em entrevista ao sair da casa de Bolsonaro, de acordo com vídeo publicado no Twitter oficial do deputado.

    'Ele ainda não tem condições de ficar por mais de 10 ou 15 minutos em discussão ou em uma atividade que exija esforço físico, isso pode prejudicar a evolução dele', acrescentou. 'Ele desejava participar... Ele não vai porque é extremamente obediente.'

    Bolsonaro recebeu alta hospitalar no sábado, após passar três semanas internado se recuperando de uma facada sofrida durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG) em 6 de setembro. O candidato passou por duas cirurgias, a primeira ainda na cidade mineira e outra para desobstrução intestinal já no hospital paulista.

    De acordo com o médico, Bolsonaro tem apresentado recuperação 'muito boa' e estará totalmente recuperado em mais 7 a 10 dias. O candidato já não está mais fazendo uso de antibióticos, e foi descartado qualquer risco de infecção, de acordo com o médico.

    'Pudemos observar que a recuperação dele está indo muito bem, ele é extremamente correto, extremamente cuidadoso na fisioterapia, nos cuidados médicos, extremamente obediente, e então esta tendo uma recuperação muito boa.'

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Peru defende solução não militar para Venezuela, diz presidente

    Por Dave Graham

    NOVA YORK (Reuters) - O Peru rejeita uma solução militar para a crise da Venezuela, mas outras opções estão sendo discutidas para aumentar a pressão imposta ao governo do presidente Nicolás Maduro, incluindo a apresentação de uma queixa sobre direitos humanos, afirmou o presidente peruano, Martín Vizcarra, em entrevista.

    A Venezuela, que tem sofrido um colapso econômico e uma emigração em massa sob o governo Maduro, deve ser um dos assuntos centrais da Assembleia Geral da ONU realizada em Nova York nesta semana.

    Vizcarra disse que novas medidas econômicas e diplomáticas contra a Venezuela estão sendo consideradas, incluindo a apresentação de uma queixa de 'direitos humanos', mas que não há a possibilidade de ação militar.

    'Como país, precisamos ser claros ao dizer que rejeitamos uma solução militar, como de guerra', disse Vizcarra à Reuters em Nova York.

    'O que precisamos fazer é encontrar um jeito de sancionar o regime sem afetar a população', acrescentou.

    Vizcarra não entrou em detalhes sobre a medida de direitos humanos, mas pouco depois o presidente da Colômbia, Ivan Duque, disse em evento, também em Nova York, que ele e outros chefes de Estado assinarão nesta semana uma declaração denunciando o governo Maduro ao Tribunal Penal Internacional, em Haia.

    A Venezuela tem rejeitado as críticas ao governo Maduro como propagandas hostis e tentativas de abrir caminho para uma intervenção de potências estrangeiras no país.

    (Reportagem adicional de Dan Bases e Michelle Nichols)

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