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    Bolsonaro diz que não vai declarar apoio em disputa a governos estaduais para não perder voto

    (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, afirmou nesta terça-feira que vai ficar neutro nas disputas a governos estaduais no segundo turno para não atrapalhar seu desempenho na votação final contra o adversário petista, Fernando Haddad.

    Em entrevista à rádio Jovem Pan, Bolsonaro afirmou que a exceção será em Roraima, Estado em que o candidato do PSL, Antonio Denarium, vai disputar contra o tucano José de Anchieta o governo local. Ele disse que vai ficar neutro até na disputa de Santa Catarina, local em que o candidato do seu partido, Comandante Moisés, concorre ao governo estadual contra Gelson Merísio (PSD), que também é apoiador de Bolsonaro.

    'Nos demais Estados nós ficaremos neutro, inclusive em Santa Catarina. Se eu assumir um lado, eu vou ter problema do outro, vai cair a votação', disse à rádio.

    O candidato do PSL agradeceu o apoio público do candidato tucano ao governo de São Paulo, João Doria. Ele frisou, no entanto, que ainda não viu uma manifestação do adversário de Doria na disputa estadual paulista, o atual governador Márcio França (PSB). Ele disse que não quer 'briga' com quem apoia Doria nem com quem apoia França.

    LULA

    Bolsonaro usou a entrevista para criticar duramente o adversário. Disse que, não fosse por determinação médica --ele está se recuperar de um atentado à faca--, debateria por até 10 horas com Haddad. Mas ele fez questão de destacar que o candidato do PT não vai governar e será tutelado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso em Curitibia e a quem Haddad tem ido visitar toda segunda-feira durante a eleição. O presidenciável do PT é um dos advogados constituídos de Lula.

    'Tem que mostrar quem vai mandar no governo é o Lula e aqueles todos que afundaram o Brasil na ética, na moral, na economia vão voltar para o poder e o Haddad não vai ter poder para indicar nem o chefe da faxina, quem vai indicar vai ser o Lula. Então não podemos ter um cara desse na Presidência, imagine a vergonha junto ao mundo de ter um cara, padrão do Haddad, que toda semana se consulta com um presidiário', disse.

    'Quer dizer, não tenho problema em debater com ele, agora preciso da liberação médica, porque não é recomendação, é decisão', completou. Ele afirmou que vai receber uma visita de equipe médica do hospital Albert Einstein na quarta-feira para saber se receberá liberação para participar de debates e outros atos de campanha.

    DEMOCRACIA

    Bolsonaro disse na entrevista que acredita na democracia e afirmou que respeitará o resultado das urnas, depois de declarações suas que colocavam em dúvida a lisura do processo de votação.

    “Eu acredito na democracia e vou respeitar o resultado das urnas', disse Bolsonaro em entrevista à rádio Jovem Pan. 'Ninguém teve uma votação tão maciça como eu tive.”

    No domingo, Bolsonaro teve quase 50 milhões de votos, mas não conseguiu a maioria absoluta dos votos válidos e terá que enfrentar o petista Fernando Haddad no segundo turno, no final do mês.

    Bolsonaro costuma ser criticado por declarações polêmicas sobre a ditadura que governou o Brasil entre 1964 e 1985 e chegou a afirmar que se não vencesse a eleição não reconheceria seu resultado, diante das possibilidades, segundo ele, de fraude.

    (Por Ricardo Brito)

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    PSB vai confirmar neutralidade nas eleições e deixar Ciro isolado

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O PSB vai optar pela neutralidade nas eleições presidenciais, uma decisão que terá ainda de ser confirmada na convenção do partido marcada para o dia 5 deste mês, depois de um acordo com o PT que levou à retirada da candidatura de Marília Arraes (PT) ao governo de Pernambuco e de Márcio Lacerda (PSB) ao governo de Minas Gerais.

    O movimento para levar o PSB à neutralidade cresceu nas últimas horas, após negociação direta entre os dois partidos, o que descarta uma aliança com o pedetista Ciro Gomes, uma das alternativas mais fortes até então.

    No final da tarde desta quarta-feira, depois de reunião da Comissão Executiva Nacional, o PT divulgou a aprovação de resolução, por 17 votos a 8, em que declarou o apoio à reeleição do governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), em detrimento da candidatura de Arraes.

    Na nota, o PT declara que irá apoiar formalmente os candidatos do PSB no Amazonas, Amapá, Paraíba e Pernambuco, além da reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB) no Maranhão, com o objetivo de criar 'condições para ampliar nacionalmente a candidatura Lula' e formar a 'unidade do campo popular'.

    De acordo com uma fonte ouvida pela Reuters, ao final da reunião da Executiva, a direção do PT recebeu do PSB a informação de que o acordo para retirada da candidatura de Lacerda estava fechado. O presidente do partido, Carlos Siqueira, embarcou para Belo Horizonte para informá-lo pessoalmente da retirada de sua candidatura ao governo do Estado.

    'Isso é o que vai acontecer, o que reforça a tese que a neutralidade será aprovada sem disputa no domingo na convenção. Isso é uma neutralidade, mas não total porque vai demarcar o campo nos candidatos de esquerda', disse à Reuters uma fonte socialista.

    Depois da conversa com Lacerda, o próprio PSB deve soltar uma nota confirmando o acordo que, se não dá a aliança que o PT queria, tira o PSB do acordo com Ciro Gomes e deixa o pedetista isolado.

    'Primeiro o PT exigia o apoio formal. Depois o PT desistiu do apoio formal e pediu a neutralidade, lógico que para desidratar o Ciro', disse a fonte.

    A decisão do PSB também garante a unidade interna do partido e agrada aos dois diretórios que eram mais fortemente contrários à aliança com o pedetista Ciro Gomes.

    Em São Paulo, o governador Márcio França, candidato à reeleição, queria apoiar o tucano Geraldo Alckmin. Em Pernambuco, o partido preferia o PT justamente para tirar Arraes da disputa com o atual governador candidato à reeleição, Paulo Câmara.

    Em Pernambuco, segundo as últimas pesquisas locais, Arraes estava em empate técnico com Câmara e disputava com o governador eleitorado semelhante. Em Minas, Lacerda está em terceiro lugar, atrás do senador Antonio Anastasia (PSDB) e do atual governador, Fernando Pimentel (PT).

    Na noite de terça-feira, depois de uma reunião entre PSB, PCdoB, PT e PDT, Carlos Siqueira admitiu que o partido poderia chegar a uma posição de não ter 'coligação formal' no primeiro turno com nenhum dos três partidos. Siqueira disse que não gostava da palavra neutralidade e não significaria não ter posição, mas apenas não apoiar formalmente nenhum dos 'três candidatos que nos interessam'.

    A neutralidade do PSB acaba com a última chance de Ciro Gomes formar uma aliança significativa para as eleições e deixa o pedetista, que também tentou cooptar o chamado blocão (DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade) e o PCdoB, isolado.

    A decisão do PSB também mantém a divisão da esquerda, que deve chegar ao primeiro turno com dois candidatos com alguma força, o próprio Ciro e um eventual substituto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no caso da impugnação da sua candidatura pelo PT.

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