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    Presidente eleito vai 'subir morro em dia de chuva com lata d'água na cabeça', diz Alckmin

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin, disse que o candidato que assumir o Brasil em 2019 terá muitos obstáculos para recuperar a economia e comparou as dificuldades que serão enfrentadas a subir uma ladeira com chuva e ainda carregando peso.

    O tucano argumentou que ano que vem será o sexto seguido a registrar déficit primário, com milhões de desempregados e as contas públicas desarrumadas. Alckmin acredita que serão necessários dois anos para zerar o déficit fiscal e o melhor caminho será uma agenda reformista.

    “O Brasil tem uma grande capacidade de recuperação, agora quem assumir não vai ser convidado para um banquete. É subir o morro em dia de chuva com lata d'água na cabeça', disse ele em visita ao mercadão de Madureira, o centro comercial mais famoso do subúrbio do Rio de Janeiro.

    “Estabelecemos dois anos para zerar o déficit... acho que é possível e trazer confiança e investimentos de volta”, acrescentou.

    Mais cedo, no mesmo bairro, o candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes , disse que se conseguir implementar as fiscais que propõe para zerar o déficit, criará dois milhões de empregos no primeiro ano de governo e o país poderá crescer mais de 5 por cento já em 2020. [nL2N1WA0QV]

    Alckmin, que praticamente metade do tempo da propaganda de TV e rádio e vem mostrando dificuldades para crescer nas pesquisas eleitorais, aposta no que chamou de a última onda para conseguir votos dos eleitores que ainda indecisos a menos de duas semanas para o pleito.

    ”Acho que mais da metade da população não quer esse extremismo e o radicalismo e acho que a racionalidade vai ganhar e o Brasil já errou e não pode errar de novo”, disse, referindo-se aos líderes da corrida presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

    “Nós temos de um lado o PT que é muito ruim, vide o governo da Dilma, e você tem uma parte de pessoas bem intencionadas que acham que para vencer o PT não é Bolsonaro que não dá conta do PT nem do governo“, completou.

    O tucano, candidato favorito do mercado financeiro e de parte do empresariado, afirmou que “não vai ser pau mandado de banqueiro para reduzir imposto de rico, criar CPMF ou para onerar o povo”, numa alusão a supostas propostas do economista Paulo Guedes, coordenador econômico de Bolsonaro.

    “Se você somar os votos dos dois primeiros nas pesquisas não passa de 45 por cento, ou seja mais da metade não quer nenhum nem outro e é esse eleitor que vamos buscar nesses 12, 13 dias. O que vale é a última onda”, disse o tucano.

    Em discurso , Alckmin prometeu mais investimentos em transportes públicos como trem, corredores de ônibus e metrô, para dar mais conforto e qualidade às pessoas e gerar mais empregos no país. O tucano prometeu ainda estimular o comércio e os serviços, dois grandes geradores de postos de trabalho no Brasil.

    (Reportagem de Rodrgo Viga Gaier)

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    Carne e veículos ainda são obstáculos para acordo UE-Mercosul, diz Aloysio Nunes

    BRASÍLIA (Reuters) - Os negociadores de um acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul querem bater o martelo até setembro, mas diferenças a respeito da carne bovina, do açúcar e da indústria automotiva podem acabar com essas esperanças, disse o ministro de Relações Exteriores, Aloysio Nunes.

    Questões sobre propriedade intelectual, regras de origem e serviços marítimos também precisam ser resolvidas, disse o chanceler brasileiro em uma entrevista concedida na quinta-feira.

    'A UE não tem respondido aos movimentos que o Mercosul tem feito como nós esperamos', disse.

    O Mercosul solicitou um período de transição de 15 anos para a importação de veículos europeus e peças automotivas, mais do que os 10 anos propostos originalmente, para amenizar o impacto sobre sua indústria. Em troca, ofereceu aceitar uma quota generosa de importações da Europa durante o período de transição que 'praticamente anula' seu efeito, argumentou.

    A resistência da UE para dar acesso a algumas exportações de alimentos do Mercosul continua sendo um obstáculo central para a conclusão do acordo, que vem sendo negociado desde 1995.

    Nunes disse não ver nenhuma chance de alterar a quota oferecida pela comissão da UE para a importação de 99 mil toneladas de carne bovina do Mercosul por ano, menos do que a oferta europeia feita em 2004 – mas o bloco sul-americano insiste que essa quota entre livre de tarifas.

    O mesmo vale para o açúcar do Mercosul, que terá uma quota de 150 mil toneladas por ano, mas ainda precisa pagar uma tarifa de 98 euros por tonelada, o que tornará difícil ganhar espaço no competitivo mercado de açúcar europeu, disse Nunes.

    'Se eles nos oferecem uma quota, que seja uma quota para valer, e não uma quota fictícia'.

    Nunes disse que o Mercosul, que é formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai e é o quarto maior bloco comercial do mundo, ofereceu à UE um grande mercado de consumidores de classe média disposto a comprar produtos europeus.

    Como as negociações comerciais com os Estados Unidos foram interrompidas depois da vitória presidencial de Donald Trump em 2016, a UE fechou acordo comerciais com o Japão e o México, e o Mercosul é o próximo da lista.

    Em termos de redução de tarifas, pode se tratar do pacto comercial mais lucrativo do bloco até hoje, já que a economia pode ser até três vezes maior do que a de acordos com o Canadá e o Japão somados.

    Nunes disse que a separação britânica da UE não terá impacto no acordo UE-Mercosul para além de servir como base para uma futura negociação com o Reino Unido.

    'Boris Johnson me disse, quando era ministro, que o acordo da UE seria o 'padrão mínimo' para um acordo Mercosul-Reino Unido', afirmou Nunes.

    (Por Anthony Boadle e Jake Spring)

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