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    OCDE derruba previsão de crescimento do PIB brasileiro a 1,2% em 2018 por incertezas políticas

    Por Stefani Inouye

    SÃO PAULO (Reuters) - A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) adotou um tom mais pessimista que o mercado sobre o desempenho do PIB brasileiro neste ano e promoveu uma forte redução em sua projeção para o crescimento do Brasil em 2018, devido às incertezas sobre a condução da economia nos próximos anos.

    Em um relatório divulgado nesta quinta-feira, o fórum econômico apontou que o país deve crescer 1,2 por cento em 2018, apresentando uma forte queda em relação à previsão anterior de 2 por cento, feita há três meses.

    Segundo a entidade, 'o ritmo da recuperação no Brasil desacelerou em meio a considerável incerteza política sobre as políticas futuras' além dos reflexos da recente greve dos caminhoneiros.

    'As condições financeiras também se estreitaram um pouco, apesar das vulnerabilidades externas menores do que em muitas outras economias emergentes.'

    'Reiniciar reformas, particularmente a da Previdência, ajudaria a melhorar a confiança e o gasto do setor privado, permitindo que o crescimento do PIB avance para cerca de 2,5 por cento em 2019', completa.

    As estimativas da OCDE ficaram ainda menores do que o mostrado na pesquisa Focus, realizada semanalmente pelo Banco Central com mais de 100 economistas, que preveem um avanço da atividade econômica neste ano de 1,36 por cento, ante 1,4 por cento na semana anterior. [nL2N1W30AZ]

    A OCDE também estima que o país crescerá 2,5 por cento em 2019, abaixo da projeção feita em maio de 2,8 por cento.

    Na véspera, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, reforçou a necessidade de o Brasil seguir no caminho das reformas fiscais, destacadamente a da Previdência, devido ao aumento da despesas e defendeu uma maior abertura do mercado do país. [nL2N1W50FQ]

    O Banco Central manteve na véspera a taxa de juros no seu piso histórico, de 6,5 por cento, mas apontou que pode subir a Selic à frente caso haja piora do quadro atual, conforme as incertezas ligadas às eleições vêm guiando uma escalada do dólar frente ao real. [nL2N1W51QP]

    MENOR CRESCIMENTO GLOBAL

    O Brasil, no entanto, não foi o único que teve sua previsão econômica reduzida pela entidade, já que o relatório mostrou que a economia mundial está a caminho de crescer 3,7 por cento neste e no próximo ano, ante 3,6 por cento no ano anterior. [nL2N1W6092]

    'A escalada das tensões comerciais, o aperto das condições financeiras nos mercados emergentes e os riscos políticos podem minar ainda mais o crescimento forte e sustentável a médio prazo em todo o mundo', destacou organização.

    A entidade também cortou as previsões de crescimento da Argentina e da Turquia, apontando que os dois países, além do Brasil, enfrentam problemas com o aumento dos juros nos EUA e a força do dólar norte-americano.

    A prolongada disputa comercial entre a China e os Estados Unidos se intensificou novamente nesta semana, uma vez que a China impôs tarifas sobre 60 bilhões de dólares em produtos norte-americanos em retaliação à última rodada de tarifas dos EUA sobre produtos chineses. [nL2N1W416C]

    No dia anterior à divulgação do relatório, o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, afirmou que o acirramento da guerra comercial no mundo e o avanço de medidas protecionistas devem ter um impacto maior sobre os países emergentes e em desenvolvimento. [nE6N1TY02D]

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    OCDE reduz previsão de crescimento econômico global por dificuldades no comércio e mercados emergentes

    Por Leigh Thomas

    PARIS (Reuters) - O crescimento econômico global atingiu um pico diante das tensões comerciais e turbulências nos mercados emergentes, disse a OCDE nesta quinta-feira, após reduzir sua previsão anterior.

    A economia mundial está a caminho de crescer 3,7 por cento neste e no próximo ano, ante 3,6 por cento no ano passado, disse a Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE).

    Em sua previsão econômica anterior, de maio, o fórum de políticas baseado em Paris previa um crescimento de 3,8 por cento neste ano e de 3,9 por cento em 2019, mas disse em uma atualização nesta quinta-feira que o crescimento chegou ao ritmo máximo desde que essas últimas projeções foram feitas.

    A OCDE disse que o crescimento do comércio, o motor por trás do avanço global nos anos recentes, desacelerou neste ano para cerca de 3 por cento, ante 5 por cento em 2017, com tensões entre os Estados Unidos e seus maiores parceiros comerciais pesando sobre a confiança e investimentos.

    'Encomendas de exportações começaram a diminuir e isso tem ocorrido por alguns meses e o que isso significa é uma desaceleração no crescimento do comércio que vai continuar', disse a jornalistas a economista-chefe da OCDE, Laurence Boone.

    'Nós estamos vendo o aumento do protecionismo reduzindo a nossa previsão', ela acrescentou.

    Embora os Estados Unidos sejam a fonte destas tensões comerciais, a perspectiva econômica para os EUA foi a melhor entre as economias mais desenvolvidas da OCDE, graças a cortes de impostos e gastos do governo.

    A OCDE manteve sua previsão para o crescimento dos EUA neste ano a 2,9 por cento, mas reduziu sua estimativa para o próximo ano para 2,7 por cento, ante 2,8 por cento.

    A organização disse que as tarifas de importação dos Estados Unidos estavam começando a ter impacto na maior economia do mundo, estimando que as tarifas já impostas elevariam os preços dos Estados Unidos em 0,3 a 0,4 por cento.

    Produtos específicos foram ainda mais afetados, com os preços nos EUA de máquinas de lavar saltando 20 por cento entre março e julho, enquanto exportações de automóveis dos EUA para a China recuavam 40 por cento ao longo de um ano.

    Enquanto isso, a OCDE disse que uma moeda mais fraca até agora ajudou a China - que não é membro da OCDE - a absorver o impacto das tarifas mais altas dos EUA, mantendo sua previsão de crescimento inalterada a 6,7 por cento neste ano e 6,4 por cento no próximo ano.

    A elevação das taxas de juros nos EUA e um dólar mais forte representam problemas para economias emergentes como a Argentina, Brasil e Turquia, disse a OCDE, reduzindo sua previsão para esses países.

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