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    Sem acordo com Rússia, corte de oferta de petróleo da Opep corre risco

    Por Rania El Gamal e Ahmad Ghaddar

    VIENA (Reuters) - A Opep e aliados estão trabalhando para reduzir a produção de petróleo em até 1,5 milhão de barris por dia, mas não conseguirão chegar a um pacto se não houver um acordo com a Rússia, que não integra o grupo, disse o ministro saudita da Energia, Khalid al-Falih, nesta quinta-feira.

    A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) se reúne nesta quinta-feira em Viena, mas está à espera de notícias do ministro da Energia da Rússia, Alexander Novak, que deixou a capital austríaca para possíveis conversas com o presidente russo, Vladimir Putin.

    Novak retorna a Viena na sexta-feira para conversas entre a Opep e seus aliados.

    A Opep espera elevar o preço do petróleo, que caiu quase um terço desde outubro, mas o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigiu que o petróleo seja mais barato, evitando os cortes na produção.

    'Esperamos concluir algo até o final do dia de amanhã... Temos de incluir os países não membros da Opep', disse o ministro saudita a repórteres. 'Se todos não estiverem dispostos a se unir e contribuir igualmente, vamos esperar até que eles estejam.'

    Perguntado se a Opep poderia não conseguir chegar a um acordo, ele disse que todas as opções estavam na mesa. Possíveis cortes na produção da Opep e de seus aliados variavam de 500 mil a 1,5 milhão bpd, e 1 milhão de bpd era aceitável, disse.

    Os futuros do petróleo Brent e nos EUA operam em queda nesta quinta-feira, com operadores dizendo que um corte de 1 milhão de bpd estava abaixo das expectativas.

    'Achamos que a Opep vai gastar algum tempo para escolher as palavras que estão sendo usadas. Ser cauteloso demais nas palavras, para agradar o presidente Trump, corre o risco de diluir a mensagem', disse Olivier Jakob, da consultoria Petromatrix.

    Delegados da Opep disseram que a organização e aliados poderiam cortar a produção em 1 milhão de barris por dia se a Rússia contribuísse com 150 mil bpd dessa redução. Se a Rússia contribuísse com cerca de 250 mil bpd, o corte total poderia ultrapassar 1,3 milhão de bpd.

    Novak disse nesta quinta-feira que a Rússia acharia mais difícil cortar a produção de petróleo no inverno do que outros produtores por causa do clima frio.

    Os preços do petróleo caíram à medida que a Arábia Saudita, Rússia e Emirados Árabes Unidos aumentaram a produção desde junho, depois que Trump pediu maior produção para compensar as exportações mais baixas do Irã, o terceiro maior produtor da Opep.

    (Reportagem adicional de Shadia Nasralla, Olesya Astakhova e Alex Lawler)

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    Catar anuncia saída da Opep, critica Arábia Saudita e focará em gás

    Por Eric Knecht

    DOHA (Reuters) - O Catar anunciou nesta segunda-feira que deixará a Opep em janeiro para se concentrar em seus negócios de gás, atacando a líder de fato do grupo, a Arábia Saudita, e prejudicando esforços para mostrar certa unidade antes do encontro de exportadores do petróleo nesta semana que visa reverter a queda de preços.

    O Catar, um dos menores produtores de petróleo entre os membros da Opep, mas o maior exportador mundial de gás natural liquefeito (GNL), está envolvida em uma disputa diplomática prolongada com a Arábia Saudita e alguns outros Estados árabes.

    O governo de Doha informou que sua decisão não foi motivada por política, mas, em um aparente ataque a Riad, o ministro de Estado para Assuntos Energéticos, Saad al-Kaabi, disse: 'Não estamos dizendo que vamos sair do setor petrolífero, mas isso é controlado por um organização gerida por um país'. Ele não nomeou a nação.

    Al-Kaabi disse em uma coletiva de imprensa que a decisão de Doha 'foi comunicada à Opep', mas disse que o Catar participará da reunião do grupo na quinta e na sexta, e cumprirá seus compromissos.

    Ele disse que Doha se concentrará em seu potencial de gás porque não é prático para o Catar 'colocar esforços, recursos e tempo em uma organização na qual somos um participante muito pequeno, e eu não tenho nada a dizer sobre o que acontece'.

    Delegados da Opep, que tem 15 membros, incluindo o Catar, procuraram minimizar o impacto, mas perder um membro de longa data prejudica a tentativa de mostrar uma frente unida antes de uma reunião que deverá reduzir o corte de oferta para reforçar os preços do petróleo, que perderam quase 30 por cento desde o pico de outubro.

    'Eles não são grandes produtores, mas tiveram um grande papel na história da (Opep)', disse uma fonte da Opep.

    A fonte destacou o crescente domínio sobre a elaboração de políticas no mercado de petróleo por Arábia Saudita, Rússia e Estados Unidos, os três maiores produtores de petróleo do mundo, que juntos respondem por quase um terço da produção global.

    Riad e Moscou têm decidido cada vez mais as políticas de produção, sob pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, na Opep, para reduzir os preços. O Brent está sendo negociado a cerca de 62 dólares por barril, ante 86 dólares em outubro.

    'Isso pode sinalizar um ponto de virada histórica da organização em relação à Rússia, Arábia Saudita e Estados Unidos', disse o ex-ministro da Energia da Argélia e presidente da Opep, Chakib Khelil, comentando a decisão do Catar.

    (Reportagem adicional por Florence Tan, em Cingapura, Rania El Gamal, em Dubai, Ahmed Ghaddar, em Vienna,e Lamine Chikhi, em Algiers)

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    Opep concorda com modesto aumento de produção após acordo entre sauditas e Irã

    Por Rania El Gamal e Alex Lawler e Shadia Nasralla

    VIENA (Reuters) - A Opep concordou nesta sexta-feira com um modesto aumento na produção de petróleo a partir de julho, depois que seu líder, a Arábia Saudita, persuadiu o Irã a cooperar em meio a pedidos de grandes consumidores para ajudar a reduzir o preço da commodity.

    Mas o acordo falhou em anunciar uma clara meta de aumento de produção, deixando operadores avaliando quanto a Opep vai efetivamente produzir. Os preços do petróleo nos EUA subiram 5 por cento.

    Espero que a Opep aumente a produção substancialmente. É preciso manter os preços baixos! , escreveu o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Twitter, menos de uma hora depois de a Opep ter anunciado sua decisão.

    Os Estados Unidos, a China e a Índia pediram à Opep que liberasse mais oferta para evitar um déficit petrolífero que prejudicaria a economia global.

    A Organização de Países Exportadores de Petróleo disse em comunicado que o grupo retomará o comprometimento de 100 por cento dos cortes de produção acordados anteriormente, o que na prática representaria aumento de produção. A Opep não deu um volume específico.

    A Arábia Saudita disse que a mudança seria traduzida em um aumento nominal da produção de 1 milhão de barris por dia (bpd), ou 1 por cento da oferta global. O Iraque disse que o aumento efetivo seria de cerca de 770 mil bpd, porque muitos países que sofreram com o declínio da produção teriam dificuldade de alcançar as cotas completas.

    Ao evitar estabelecer objetivos individuais para os países, o acordo parece dar margem de manobra para a Arábia Saudita produzir mais do que o seu objetivo oficial da Opep e preencher a lacuna deixada por produtores como a Venezuela, que não conseguem bombear o suficiente para suprir sua cota oficial.

    O Irã, terceiro maior produtor da Opep, exigiu que a organização rejeite pedidos do presidente dos EUA, Donald Trump, por um aumento no fornecimento de petróleo, argumentando que o norte-americano contribuiu para um aumento recente dos preços ao impor sanções ao Irã e à Venezuela.

    Trump impôs novas sanções a Teerã em maio, e analistas do mercado esperam que a produção do Irã caia em um terço até o final de 2018. Isso significa que o país tem pouco a ganhar com um acordo para aumentar a produção da Opep, diferentemente da Arábia Saudita.

    No entanto, o ministro de Energia da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, parece ter convencido seu colega iraniano Bijan Zanganeh a apoiar o aumento poucas horas antes da reunião desta sexta-feira, em Viena, na Áustria.

    A Opep e seus aliados participaram desde o ano passado de um pacto para reduzir a produção em 1,8 milhão de bpd. A medida ajudou a reequilibrar o mercado nos últimos 18 meses e impulsionou os preços para cerca de 75 dólares por barril, de 27 dólares em 2016.

    Mas interrupções inesperadas na Venezuela, Líbia e Angola reduziram efetivamente os cortes de oferta para cerca de 2,8 milhões de bpd nos últimos meses.

    O aumento do bombeamento acordado nesta sexta-feira tem sido altamente influente no mercado e foi visto como modesto.

    Será o suficiente para o momento, mas não o suficiente para o quarto trimestre para suprir os cortes nas exportações iranianas e da Venezeula , disse Gary Ross, chefe de análises globais de petróleo na S&P Global.

    Não há muita capacidade ociosa no mundo. Se perdermos 1 milhão de bpd de produção da Venezuela e do Irã no quarto trimestre, de onde virão esses barris? Estamos em busca de preços mais altos por mais tempo , ele disse.

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