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    Retirada de tropas dos EUA da Síria ressuscitará Estado Islâmico, dizem combatentes curdos

    Por Ellen Francis

    BEIRUTE (Reuters) - A decisão dos Estados Unidos de se retirarem da Síria permitirá ao Estado Islâmico se reagrupar em um momento crucial do conflito, disseram os parceiros curdos dos EUA nesta quinta-feira, depois que aliados ocidentais expressaram alarme com a medida súbita.

    As Forças Democráticas da Síria (FDS), que têm apoio dos EUA, disseram que a decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, de retirar todas as tropas do país também deixaria os sírios 'nas garras de partes hostis' que lutam por territórios na guerra de sete anos.

    O anúncio feito por Trump na quarta-feira reverteu um pilar central da política dos EUA para o Oriente Médio e surpreendeu parlamentares e aliados, que contestaram a reivindicação de vitória do presidente.

    As FDS, apoiadas por cerca de dois mil soldados dos EUA, estão nos estágios finais de uma campanha para recapturar áreas tomadas por militantes do Estado Islâmico.

    No entanto, os curdos encaram a ameaça de uma incursão militar da Turquia, que os considera terroristas, e possíveis avanços de forças sírias apoiadas pela Rússia e o Irã comprometidas a restaurar o controle do presidente Bashar al-Assad sobre todo o país.

    Depois de três anos lutando ao lado de forças dos EUA, as FDS disseram que a batalha contra o Estado Islâmico chegou a uma fase decisiva que exige mais apoio, e não uma retirada precipitada dos norte-americanos.

    Aliados ocidentais, como França e Reino Unido, também descreveram o brado de vitória de Trump como prematuro.

    Autoridades disseram que a França manterá seus soldados no norte da Síria por ora porque os militantes do Estado Islâmico não foram eliminados e representam uma ameaça a interesses franceses.

    'Por ora é claro que vamos ficar na Síria, porque a luta contra o Estado Islâmico é essencial', disse a ministra de Assuntos Europeus, Nathalie Loiseau.

    A França tem cerca de 1.100 tropas no Iraque e na Síria oferecendo logística, treinamento e apoio de artilharia pesada, além de caças.

    Na Síria o país tem dezenas de forças especiais, conselheiros militares e alguns servidores do Ministério de Relações Exteriores.

    Na quarta-feira o ministro da Defesa britânico disse discordar fortemente de Trump. '(O Estado Islâmico) assumiu outras formas de extremismo, e a ameaça ainda é muito grande', afirmou Tobias Ellwood em um tuíte.

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    ONU e palestinos fazem apelo humanitário após corte de fundos

    JERUSALÉM (Reuters) - A Organização das Nações Unidas (ONU) e a Autoridade Palestina pediram nesta segunda-feira 350 milhões de dólares de ajuda humanitária para os palestinos no ano que vem, dizendo que precisam de mais, mas que têm que ser realistas diante de um financiamento que atingiu uma baixa recorde.

    O Plano de Reação Humanitária 2019 delineou 203 projetos a serem realizados por 88 grupos diferentes, incluindo agências da ONU e organizações não governamentais.

    O plano priorizou os 1,4 milhão de palestinos mais necessitados de alimento, cuidados de saúde, abrigo, água e saneamento, disse Jamie McGoldrick, coordenador humanitário da ONU na Faixa de Gaza, na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental.

    'Os agentes humanitários estão enfrentando desafios inéditos, incluindo uma baixa recorde no financiamento e um aumento nos ataques para deslegitimar a ação humanitária', disse ele em um comunicado conjunto nesta segunda-feira, antes da divulgação do apelo em Ramallah, na Cisjordânia ocupada por Israel.

    Embora 'muito mais assistência seja necessária', disse McGoldrick, o plano está 'refletindo o que podemos conseguir realisticamente neste contexto altamente tensionado'.

    Os Estados Unidos reduziram seus fundos para os palestinos ao longo do ano passado, inclusive à agência da ONU que presta serviços a 5 milhões de refugiados palestinos.

    Washington prometeu 365 milhões de dólares à agência em 2018, mas só pagou uma primeira parcela de 60 milhões e em agosto anunciou que suspenderia todas as doações futuras.

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    'Não consigo respirar': as últimas palavras de Khashoggi, segundo a CNN

    ISTAMBUL (Reuters) - O jornalista Jamal Khashoggi disse 'não consigo respirar' várias vezes aos assassinos durante os últimos momentos no consulado saudita em Istambul, disse a rede CNN nesta segunda-feira.

    Citando uma fonte que disse ter lido a íntegra da transcrição traduzida de uma gravação de áudio, a CNN disse que Khashoggi reconheceu um dos homens, o general Maher Mutreb, que lhe disse: 'Você vai voltar'.

    Khashoggi respondeu: 'Vocês não podem fazer isso... há pessoas esperando lá fora'.

    Sua noiva turca, Hatice Cengiz, esperou durante horas do lado de fora do consulado no dia 2 de outubro, e quando ele não voltou procurou as autoridades da Turquia para comunicar seu desaparecimento.

    Não houve mais nenhum diálogo na transcrição relativamente curta, preparada pelas autoridades turcas, disse a fonte da CNN.

    Khashoggi começou a ter dificuldades para respirar quando as pessoas se lançaram sobre ele, repetindo 'não consigo respirar' ao menos três vezes. Depois a transcrição usou palavras no singular para descrever os ruídos, como 'grito', 'ofegando', 'serra' e 'cortando'.

    Fontes turcas disseram à Reuters que uma serra de osso foi usada para esquartejar o jornalista.

    A transcrição não incluiu nenhuma menção adicional sobre levar Khashoggi de volta à Arábia Saudita e nenhuma indicação de que ele foi drogado -- como o procurador-geral saudita afirmou em novembro.

    Uma das vozes foi identificada pelas autoridades turcas na transcrição como a do doutor Salah al-Tubaigy, um perito forense especializado em autópsias ligado ao Ministério do Interior saudita, noticiou a CNN.

    Tubaigy aconselha outros a colocarem fones de ouvido ou ouvirem música como ele, disse a fonte da CNN.

    Mutreb, autoridade de inteligência de alto escalão que é parte da equipe de segurança do príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, chamou autoridades e detalhou o passo a passo da operação, relatou a CNN, dizendo ao final: 'Digam ao seus que a coisa está feita, está feita'.

    Na semana passada autoridades turcas disseram que a Procuradoria de Istambul concluiu haver uma 'forte suspeita' de que Saud al-Qahtani, assessor graduado do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, e o general Ahmed al-Asiri, que atuou como vice-diretor do serviço de inteligência estrangeira, estão entre os mentores do assassinato de Khashoggi.

    A Arábia Saudita disse que o príncipe não teve conhecimento prévio do crime. Depois de oferecer várias explicações contraditórias, Riad disse mais tarde que Khashoggi foi morto e que seu corpo foi esquartejado quando negociações para persuadi-lo a voltar à Arábia Saudita fracassaram.

    Uma autoridade turca disse que, extraditando todos os suspeitos à Turquia, as autoridades sauditas podem responder às preocupações da comunidade internacional, mas o ministro das Relações Exteriores de Riad, Adel al-Jubeir, descartou a ideia no domingo.

    (Por Sarah Dadouch)

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    Fronteira entre Israel e Gaza tem piores confrontos desde guerra de 2014

    Por Nidal al-Mughrabi e Dan Williams

    GAZA/JERUSALÉM (Reuters) - Militantes palestinos mantiveram nesta terça-feira os disparos de foguetes mais intensos contra Israel desde a guerra de 2014, desencadeando ataques aéreos israelenses contra a rede de televisão do Hamas e outros alvos.

    A escalada, na qual cinco palestinos, quatro deles militantes, e um civil de Israel morreram, ameaça minar os esforços do Egito, do Catar e da Organização das Nações Unidas (ONU) para mediar um cessar-fogo de longo prazo e impedir mais um conflito de grande escala no enclave empobrecido.

    O Hamas, movimento islâmico dominante em Gaza, e outras facções armadas lançaram mais de 400 foguetes ou morteiros através da fronteira depois de realizarem um ataque-surpresa de míssil teleguiado contra um ônibus na segunda-feira que feriu um soldado israelense, disseram os militares.

    O Hamas disse estar retaliando uma operação israelense em Gaza que matou um de seus comandantes e seis outros atiradores. Um coronel israelense também morreu no incidente.

    O acionamento de sirenes em cidades do sul israelense e no porto de Ashkelon fez os moradores correrem para abrigos antibomba. Várias casas foram atingidas, e os militares disseram que o sistema antifoguetes Domo de Ferro interceptou mais de 100 foguetes e morteiros.

    Israel reagiu com dezenas de ataques aéreos contra edifícios de Gaza, incluindo um complexo de inteligência do Hamas e os estúdios da TV Al-Aqsa, cujos funcionários haviam sido alertados previamente pelo militares para se retirarem.

    O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu convocou seu gabinete de segurança nesta terça-feira para debater as próximas ações de Israel, e os militares disseram ter enviado infantaria e reforços blindados para a fronteira de Gaza.

    Um comunicado emitido por grupos militantes de Gaza disse que Ashdod, um grande porto israelense, e Beersheba, a maior cidade do sul de Israel, serão os próximos alvos se o Estado judeu não cessar fogo.

    O Cairo exortou Israel a recuar. Os Estados Unidos, cuja mediação da paz está emperrada desde a guerra de sete semanas de 2014, criticou o Hamas.

    'A escalada das últimas 24 horas é extremamente perigosa e irresponsável', tuitou Nickolay Mladenov, enviado para o Oriente Médio na ONU. 'Os foguetes precisam parar, todos devem mostrar comedimento!'.

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    Fronteira entre Israel e Gaza se acalma após operação israelense

    Por Nidal al-Mughrabi e Jeffrey Heller

    GAZA/JERUSALÉM (Reuters) - A calma voltou à fronteira entre Israel e Gaza nesta segunda-feira após uma operação secreta israelense na Faixa de Gaza que foi descoberta e levou a combates que resultaram na morte de um comandante do Hamas, seis outros militantes palestinos e um coronel israelense.

    Palestinos lançaram 17 foguetes contra o sul de Israel na noite de domingo em reação à incursão e a ataques aéreos que o Hamas, o principal grupo armado de Gaza, disse terem visado cobrir o recuo de um carro usado pelos soldados israelenses.

    Não surgiram relatos de feridos ou danos em Israel, mas os militares disseram que um coronel, identificado somente como 'M', foi morto na operação e que outro militar ficou ferido.

    O Hamas disse que as ações israelenses minaram os esforços do Egito, do Catar e da Organização das Nações Unidas (ONU) para mediar um cessar-fogo de longo prazo entre o grupo palestino e o Estado judeu e abrandar um bloqueio israelense que aprofundou as dificuldades econômicas em Gaza.

    Mas nenhum dos lados parece disposto a intensificar o conflito.

    Na sexta-feira o Hamas recebeu 15 milhões de dólares doados pelo Catar via Israel para pagar salários de funcionários civis e combustível para amenizar a crise energética de Gaza.

    Não surgiram relatos de novos lançamentos de foguetes na manhã desta segunda-feira.

    A violência tem irrompido com regularidade na fronteira Israel-Gaza desde que palestinos iniciaram protestos no local em 30 de março para exigir direitos a terras perdidas na guerra de 1948 que levou à fundação de Israel.

    Disparos israelenses mataram mais de 220 palestinos desde o início das manifestações, que incluíram invasões pela cerca da divisa de Israel.

    O Hamas disse que, durante os confrontos de domingo, agressores em um veículo em movimento abriram fogo contra um grupo de seus homens armados e mataram um de seus comandantes locais, Nour Baraka.

    Em seguida houve uma perseguição, e testemunhas afirmaram que aeronaves israelenses dispararam mais de 40 mísseis na área. Autoridades palestinas disseram que, além de Baraka, cinco outros homens do Hamas e um membro dos Comitês de Resistência Popular foram mortos.

    Em uma tentativa aparente de apaziguar as tensões, o principal porta-voz dos militares de Israel disse que as forças especiais não foram acionadas para assassinar comandantes do Hamas, uma tática que intensificou conflitos no passado e que foi praticamente descartada.

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    EXCLUSIVO-Assassinato de Khashoggi complica ainda mais plano de Trump para 'Otan árabe', dizem fontes

    Por Jonathan Landay e Yara Bayoumy

    WASHINGTON (Reuters) - A estratégia do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para conter o poder do Irã no Oriente Médio atraindo aliados árabes para uma aliança de segurança apoiada por Washington já era problemática antes mesmo do assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi. Agora, dizem três fontes dos EUA, o plano enfrenta novas complicações.

    A morte de Khashoggi dentro do consulado da Arábia Saudita em Istambul no dia 2 de outubro provocou uma revolta internacional contra o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, e autoridades turcas e alguns parlamentares norte-americanos acusaram o governante de fato do reino de ter ordenado o assassinato.

    A Aliança de Segurança do Oriente Médio (Mesa) pretende unir os governos muçulmanos sunitas da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Catar, Omã, Barein, Egito e Jordânia em um pacto político, econômico e de segurança liderado pelos EUA para fazer frente ao Irã xiita.

    Mas as desavenças entre aliados árabes, especialmente um boicote político e econômico ao Catar liderado pelos sauditas, vêm impedindo a criação da aliança desde que Riad a propôs no ano passado.

    Uma cúpula nos EUA na qual Trump e os aliados árabes assinariam um acordo preliminar para a aliança era esperada para janeiro, mas as três fontes norte-americanas e um diplomata do Golfo Pérsico disseram que agora a reunião parece incerta, acrescentando que ela já foi adiada várias vezes.

    O assassinato de Khashoggi criou 'um monte de problemas' para serem resolvidos antes de o plano --informalmente apelidado de 'Otan árabe'-- poder avançar, disse uma fonte dos EUA. Uma das questões é como Washington faria para o príncipe herdeiro saudita, conhecido pelas iniciais MbS, participar da cúpula sem causar uma revolta generalizada.

    'Não é palatável', disse a fonte.

    Na terça-feira uma autoridade de alto escalão do governo Trump negou que a morte de Khashoggi complique o progresso da aliança, dizendo que a Mesa 'é muito maior do que um país e uma questão'.

    Riad negou o envolvimento de MbS no assassinato de Khashoggi e disse que uma investigação sobre os responsáveis está em andamento.

    Robert Malley, um dos principais conselheiros do ex-presidente Barack Obama para o Oriente Médio que hoje comanda o International Crisis Group, uma organização de prevenção de conflitos, disse que será difícil MbS comparecer à cúpula de janeiro 'dado o que aconteceu e como as emoções estão à flor da pele'.

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    Rebeldes sírios veem acordo sobre Idlib como vitória; Damasco diz ser teste para Turquia

    AMÃ/BEIRUTE (Reuters) - Autoridades de oposição da Síria louvaram um acordo entre a Rússia e a Turquia a respeito da província síria de Idlib nesta terça-feira, dizendo que o pacto poupou a região controlada por rebeldes de uma ofensiva sangrenta do governo e que frustrará o objetivo do presidente Bashar al-Assad de recuperar toda a Síria.

    O governo da Síria, embora tenha saudado o acordo revelado na segunda-feira, prometeu levar adiante sua campanha para retomar 'cada centímetro' do país. O embaixador sírio no Líbano disse que o acordo testará a capacidade da Turquia de cumprir a promessa de desarmar os rebeldes.

    Em uma cúpula realizada na segunda-feira, o presidente russo, Vladimir Putin, o aliado mais poderoso de Assad, e o presidente turco, Tayyip Erdogan, concordaram em criar uma zona desmilitarizada em Idlib da qual se exigirá a saída de rebeldes 'radicais' até meados do próximo mês.

    O pacto diminuiu a possibilidade de uma ofensiva do governo sírio que, segundo um alerta da Organização das Nações Unidas (ONU), criaria uma catástrofe humanitária na região de Idlib, lar de cerca de três milhões de habitantes.

    A região de Idlib e o território adjacente ao norte de Aleppo representam o último grande bastião opositor da Síria, onde o apoio militar iraniano e russo ajudou Assad a reconquistar a maioria das áreas antes dominadas pela insurgência.

    Mas a grande oposição turca a um ataque em Idlib obstruiu os planos do governo para uma ofensiva, e o acordo anunciado na segunda-feira parece manter um papel para Ancara no noroeste – algo que Assad considera inaceitável.

    'O acordo de Idlib poupa as vidas de civis e impede que sejam alvos diretos do regime. Ele enterra o sonho de Assad de impor seu controle total sobre a Síria', disse Mustafa Sejari, autoridade do Exército Livre da Síria (FSA), à Reuters.

    'Esta área continuará nas mãos do Exército Livre da Síria e forçará o regime e seus apoiadores a iniciarem um processo político sério, que leve a uma transição verdadeira para acabar com o controle de Assad', disse Sejari.

    O porta-voz da opositora Comissão de Negociações da Síria disse que o acordo deteve uma ofensiva para a qual forças governamentais vinham se preparando nas últimas semanas, classificando-o como 'uma vitória do desejo de viver sobre o desejo de matar'.

    A 'conjuntura do ataque está praticamente excluída, ao menos por um período de tempo que não é pequeno, e esperamos que seja permanente', disse Yahya al-Aridi à Reuters por telefone.

    (Por Suleiman Al-Khalidi em Beirute e Tom Perry e Ellen Francis em Beirute)

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    Israel sugere que pode atacar posições militares iranianas no Iraque

    Por Dan Williams

    JERUSALÉM (Reuters) - Israel sinalizou nesta segunda-feira que pode atacar supostas posições militares iranianas no Iraque, como fez com diversos ataques aéreos na Síria.

    Citando fontes iranianas, iraquianas e ocidentais, a Reuters reportou na semana passada que o Irã transferiu mísseis balísticos de curto alcance a aliados xiitas no Iraque nos últimos meses. Teerã e Bagdá negaram formalmente a informação.

    Israel vê a expansão regional do Irã como uma tentativa de abrir novas frentes contra as forças israelenses, e tem repetidamente realizado ataques na Síria para impedir qualquer consolidação de militares iranianos que ajudam Damasco na guerra.

    'Estamos certamente monitorando tudo que está acontecendo na Síria e, em relação a ameaças do Irã, não estamos nos limitando apenas ao território sírio. Isso também precisa estar claro', disse o ministro de Defesa, Avigdor Lieberman, em evento transmitido ao vivo pela Israel Television News Company.

    Questionado se isso inclui possíveis ações no Iraque, Lieberman disse: 'Estou dizendo que vamos enfrentar qualquer ameaça do Irã, não importa de onde venha... a liberdade de Israel é total. Nós mantemos essa liberdade de ação'.

    Não houve resposta imediata do governo iraquiano, que tecnicamente está em guerra com Israel, ou do Comando Central dos Estados Unidos em Washington, que supervisiona operações militares norte-americanas no Iraque.

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    Israel volta a permitir entrada de produtos em Gaza durante negociações mediadas pelo Egito

    Por Nidal al-Mughrabi

    GAZA (Reuters) - Israel permitiu que bens comerciais voltem a entrar na Faixa de Gaza nesta quarta-feira, em um sinal de relaxamento nas tensões no momento em que o vizinho Egito busca um cessar-fogo de longo prazo entre Israel e o Hamas, a facção armada dominante no enclave palestino.

    Mas a perspectiva de um acordo entre Israel e o grupo islâmico faz o governo de direita do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, temer que o Hamas tire proveito de qualquer pausa nos combates para recompor seu arsenal de foguetes.

    Na passagem comercial israelense de Kerem Shalom, remessas de frutas, vegetais, combustível e material de construção entraram no território de dois milhões de habitantes na manhã desta quarta-feira, disse uma equipe de câmeras da Reuters.

    Na terça-feira Israel anunciou a suspensão da proibição de bens comerciais que impôs em 9 de julho em reação aos lançamentos palestinos de balões incendiários através da fronteira.

    Nos últimos dias houve menos relatos de tais incidentes, que queimaram grandes trechos de terras de cultivo e florestas no sul israelense.

    O Estado judeu também ampliou a zona de pesca de Gaza em águas sujeitas a um bloqueio naval israelense -- entre 3 e 9 milhas náuticas no litoral sul e seis milhas náuticas no norte, disse o chefe do sindicato de pescadores de Gaza.

    Os acordos de paz provisórios de Oslo, firmados no início dos anos 1990, estabeleceram um limite de 20 milhas náuticas que jamais foi implantado. Desde então a extensão da zona de pesca tem variado entre 3 e 6 milhas náuticas.

    'Agora esperamos pegar bastante coisa em nove milhas náuticas', disse Khader Baker, de 25 anos, que tem dois barcos de pesca. 'Quase não havia peixe dentro de três milhas náuticas. Quase passávamos fome'.

    Restrições anteriores à importação de bens comerciais que Israel diz também poderem ser usados para fins militares continuam em vigor, disse uma autoridade de fronteira palestina, acrescentando que elas incluem balões e pneus.

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    Israel e Hamas acertam trégua para encerrar confrontos em Gaza, dizem palestinos

    Por Nidal al-Mughrabi e Eli Berlzon

    GAZA/SDEROT, Israel (Reuters) - Israel e o Hamas, grupo palestino que controla a Faixa de Gaza, concordaram com uma trégua nesta quinta-feira, disseram duas autoridades palestinas, em um entendimento de que irá encerrar um agravamento em confrontos que geraram ameaças mútuas de guerra.

    Não houve comentário formal de Israel, mas uma autoridade israelense que falou sob condição de anonimato negou que um cessar-fogo havia sido feito. Israel raramente reconhece qualquer tipo de acordo com o Hamas, um grupo que classifica como uma organização terrorista e contra o qual lutou três guerras na última década.

    Um aumento em ataques aéreos e de foguetes entre as fronteiras nas semanas recentes fizeram com que a Organização das Nações Unidas e o Egito tentassem mediar uma trégua para impedir outro conflito em larga escala.

    Na noite de quarta-feira e nesta quinta-feira, aeronaves israelenses atingiram mais de 150 alvos em Gaza e militantes palestinos dispararam dezenas de foguetes, incluindo um míssil de longa distância contra Israel, aumentando disputas apesar das conversas de trégua em andamento.

    “Esforços egípcios conseguiram restaurar a calma entre facções palestinas e Israel que irá encerrar o agravamento atual”, disse uma autoridade palestina, que também falou em condição de anonimato. “Facções palestinas irão respeitar a calma enquanto Israel fizer isto”, acrescentou à Reuters.

    Uma segunda autoridade palestina com conhecimento das conversas disse que o cessar-fogo iria começar às 17h45, no horário de Brasília.

    Abu Mujahed, porta-voz dos Comitês de Resistência Popular, uma facção menor em Gaza, disse em sua página no Facebook: “Em consequência de esforços egípcios e internacionais, um cessar-fogo entre resistência palestina começou condicional ao comprometimento da ocupação”.

    Horas antes, após o ataque palestino com míssil de longo alcance – o primeiro do tipo desde uma guerra em 2014, ataques aéreos israelenses foram retomados após uma breve pausa, destruindo um prédio que o Exército israelense descreveu como uma sede do Hamas.

    Uma palestina grávida e seu filho de 18 meses foram mortos nos ataques israelenses durante a noite de quarta-feira, assim como um militante do Hamas, disseram autoridades médicas de Gaza. Centenas de pessoas participaram do funeral da mulher e da criança.

    O Exército israelense informou que sete pessoas ficaram feridas por foguetes e morteiros palestinos, e que sua aeronave havia atingido mais de 150 alvos do Hamas durante a noite, enquanto mais de 180 foguetes e morteiros palestinos atingiram o sul de Israel.

    A 40 quilômetros da fronteira, sirenes de ataques aéreos soavam na principal cidade do sul de Israel, Beersheba.

    A rádio militar israelense informou que militantes palestinos haviam disparado um míssil Grad capaz de atingir o centro de Israel. A polícia disse ter encontrado seus restos em uma área aberta nos arredores da cidade de 200 mil habitantes e que ninguém ficou ferido.

    Israel respondeu ao atingir o prédio, primeiro com pequenas bombas aparentemente para que pessoas se retirassem, e então destruindo o prédio com uma grande explosão que abalou a cidade e levantou nuvens de poeira e fumaça

    Moradores disseram que o prédio funcionava principalmente como um centro cultural. Autoridades locais da saúde disseram que 18 transeuntes ficaram feridos na explosão. O Hamas negou que usava o prédio.

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