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    Projeto para legalizar aborto na Argentina perde força após senadora de oposição retirar apoio

    Por Hugh Bronstein

    BUENOS AIRES (Reuters) - Perspectivas para a aprovação de um projeto de lei que legalizaria o aborto na Argentina diminuíram durante o final de semana, quando uma senadora de oposição disse ter mudado de opinião e que votará contra a medida quando o assunto for levado ao plenário na quarta-feira.

    A proposta, que ampliaria os direitos ao aborto permitido segundo a lei atual somente em casos de estupro ou quando a saúde da mãe está em risco, foi aprovada na Câmara dos Deputados no mês passado com 129 votos contra 125.

    Desde então, ativistas religiosos, especialmente em partes rurais da Argentina, têm pressionado contra a medida, que é apoiada por feministas e grupos de direitos humanos estimulados nos últimos anos por esforços para acabar com a violência contra as mulheres.

    A lei tornaria a Argentina o terceiro país da América Latina a legalizar amplamente o aborto, depois do Uruguai e de Cuba.

    A mudança de opinião da senadora Silvina García Larraburu leva a 37 a estimativa de votos contrários, representando a maioria no Senado de 72 membros da Argentina.

    Aliada da ex-presidente Cristina Kirchner, García Larraburu acusou o presidente Mauricio Macri de usar o debate sobre o aborto como uma distração para a economia instável do país, uma acusação que o governo Macri nega.

    Kirchner pode concorrer à presidência no próximo ano, quando acredita-se que Macri irá tentar a reeleição.

    García Larraburu disse a mídia local que sua mudança de opinião 'também tem a ver com minhas convicções mais intimas'.

    O projeto de lei, que permitira o aborto até as primeiras 14 semanas de gravidez, pode ser alterado pelo Senado e enviado de volta à Câmara dos Deputados.

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    Zuckerberg perde US$16 bi com queda recorde de ações do Facebook

    (Reuters) - O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, sofreu uma perda de 16 bilhões de dólares em seu patrimônio nesta quinta-feira, em meio à forte queda nas ações da rede social que ocorria depois que executivos da empresa projetaram anos de margens de lucro menores.

    Pelo menos 16 corretoras cortaram seus preços-alvo para o Facebook depois que executivos da companhia afirmaram que os custos de melhoria de recursos de privacidade dos usuários, bem como desaceleração nos maiores mercados publicitários, vão afetar as margens de lucro da companhia por mais de dois anos.

    Às 12h07, as ações do Facebook tinham queda de quase 20 por cento, a 175,5 dólares, uma queda que reduziu o valor de mercado da companhia em cerca de 124 bilhões de dólares, ou quase quatro vezes o valor de mercado da rival Twitter, que tinha queda de 3 por cento.

    Os resultados de segundo trimestre do Facebook marcaram o primeiro sinal de que uma nova lei de privacidade e uma série de escândalos envolvendo a consultoria política Cambridge Analytica e outros criadores de aplicativos atingiram os negócios da rede social.

    Descrevendo os anúncios como 'bombásticos', analistas da Barid afirmaram que as questões foram em grande parte 'autoinfligidas' uma vez que o Facebook está sacrificando a monetização de seu aplicativo principal para incentivar seu uso.

    De 47 analistas que cobrem o Facebook, 43 recomendam 'compra' para a ação, dois recomendam 'manutenção' e dois indicam 'venda'. A mediana do preço-alvo da ação para eles é de 219,30 dólares.

    Os cerca de 16 bilhões de dólares em valor líquido que Zuckerberg perde é equivalente à fortuna da 81ª pessoa mais rica do mundo, o empresário japonês Takemitsu Takizaki, segundo ranking da revista Forbes.

    Alguns analistas afirmaram que os problemas do Facebook não serão facilmente resolvidos.

    'Diferente da Netflix, cuja queda de resultado trimestral foi considerada como temporária, vemos aqui uma evolução na história, embora uma parte dela já esperávamos', disse Daniel Salmon, analista da BMO Capital Markets.

    Outros, porém, avaliaram que a ênfase do Facebook em conteúdo de maior engajamento e conteúdos promocionais no histórico de notícias dos usuários vai apoiar a receita da companhia no longo prazo.

    'Os pessimistas ganharam este trimestre... mas não a guerra', disse Brent Thill, analista da Jefferies.

    (Por Vibhuti Sharma, Munsif Vengattil e Devbrat Saha em Bangalore, Índia)

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    TST impõe derrota à Petrobras em ação que pode gerar perda bilionária à estatal

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Em um longo julgamento que teve início na manhã desta quinta-feira e foi decidido no último voto, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) impôs uma derrota à Petrobras em um processo que discute a forma de pagamento de uma verba salarial e que pode levar a um prejuízo bilionário à estatal.

    A derrota pode significar perdas de até 17 bilhões de reais para a Petrobras, conforme estimativa de uma fonte da empresa apresentada à Reuters.

    A causa em questão se refere à política remuneratória pela companhia desde 2007 a seus empregados, com a adoção da Remuneração Mínima de Nível e Regime (RMNR). Em jogo estava a forma de cálculo dessa rubrica.

    O presidente do TST, Brito Pereira, deu o voto de desempate no processo e concordou com a tese defendida pelos representantes dos empregados. Ele se posicionou a favor da exclusão da base de cálculo da RMNR de pagamentos adicionais relacionados a regimes especiais de trabalho, como adicional noturno e periculosidade.

    Com essa tese prevalecente, a Petrobras pode ser obrigada a ter de complementar uma quantia maior ao que atualmente tem repassado a seus empregados para que a RMNR fosse atingida.

    A Petrobras e a Advocacia-Geral da União (AGU) haviam defendido a tese de que esses pagamentos de adicionais deveriam ser incluídos pela estatal na base de cálculo da RMNR. Essa é a prática que a estatal tem adotado desde o primeiro acordo coletivo assinado com a categoria. Ao todo, 12 ministros votaram nesse sentido.

    A defesa da estatal, que contava nos bastidores com uma vitória no julgamento, já informou que deverá recorrer ao próprio tribunal a fim de tornar claro o resultado do julgamento, com embargos de declaração, e ao Supremo Tribunal Federal (STF), tentando reverter a decisão do TST no mérito, segundo uma fonte afirmou à Reuters durante a semana.

    Vamos aguardar a publicação do acórdão e avaliar as alternativas de recursos cabíveis dentro do tribunal ou no Supremo Tribunal Federal. A Petrobras está absolutamente confiante em reverter a decisão de hoje , disse a gerente jurídica da Petrobras, Thaisa Maciel, em entrevista após o julgamento, ao destacar que a decisão não produz nenhum efeito econômico e financeiro para a estatal.

    Em fato relevante divulgado após o julgamento, a Petrobras também afirmou que o julgamento não representa impacto financeiro e econômico imediato à companhia.

    A própria empresa não fez qualquer tipo de provisionamento no balanço de eventuais perdas com a ação. Há um valor de 15,2 bilhões de reais classificado como perda possível referente a esse processo, isto é, com poucas chances de ter de pagar.

    A tese vencedora foi apresentada, logo no início da votação, pelo relator do processo, ministro Alberto Bresciani.

    Os adicionais de origem constitucional e legal, destinados a remunerar o trabalho em condições especiais ou prejudiciais -- adicionais de periculosidade e insalubridade, adicionais pelo trabalho noturno, de horas extras, repouso e alimentação e outros-- não podem ser incluídos na base de cálculo , afirmou.

    Revisora da ação, a ministra Maria de Assis Calsing abriu, logo em seguida a Bresciani, divergência e concordou com a tese da Petrobras.

    Chega-se à convicção de que a categoria profissional tinha plena convicção e conhecimento da base de cálculo e de que nesses moldes foram celebrados os diversos acordos de trabalho , destacou.

    Para a advogada Flávia Rosa, da Advocacia Maciel, o TST estabelece “importante regra de conduta empresarial em relação pactuação de normas coletivas”.

    “O TST, decidindo desfavoravelmente à Petrobras, considera preponderante o princípio constitucional da isonomia em acordos coletivos, determinando que os adicionais não podem ser incluídos na base de cálculo de complemento da RMNR, ou seja, os valores de adicionais, de periculosidade e insalubridade, por exemplo, devem ser excluídos do salário e a Petrobras terá de complementar o pagamento a seus empregados” , avaliou.

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    TST impõe derrota à Petrobras em ação que pode gerar perda bilionária à estatal

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Em uma manifestação de desempate, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Brito Pereira, votou na noite desta quinta-feira para impor uma derrota para a Petrobras em um processo que discute a forma de pagamento de uma verba salarial e que pode resultar em perda bilionária à estatal.

    A derrota pode significar perdas de até 17 bilhões de reais para a Petrobras, conforme estimativa de uma fonte da empresa apresentada à Reuters.

    A causa se refere à política remuneratória pela companhia desde 2007 a seus empregados, com a adoção da Remuneração Mínima de Nível e Regime (RMNR).

    Brito Pereira deu o décimo terceiro voto a favor da tese defendida pelos representantes dos empregados a favor da exclusão da base de cálculo da RMNR de pagamentos adicionais relacionados a regimes especiais de trabalho, como adicional noturno e periculosidade.

    Com essa tese prevalecente, a Petrobras pode ser obrigada a ter de complementar uma quantia maior para que a RMNR seja atingida.

    A Petrobras e a Advocacia-Geral da União (AGU) haviam defendido a tese de que esses pagamentos de adicionais deveriam ser incluídos pela estatal na base de cálculo da RMNR. Essa é a prática que a estatal tem adotado desde o primeiro acordo coletivo assinado com a categoria.

    A defesa da estatal, que contava nos bastidores com uma vitória no julgamento, deverá recorrer ao próprio tribunal a fim de tornar claro o resultado do julgamento, com embargos de declaração, e ao Supremo Tribunal Federal, tentando reverter a decisão do TST no mérito, segundo uma fonte afirmou à Reuters durante a semana.

    (Por Ricardo Brito)

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