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    Nova procuradora-geral do Peru critica lei proposta por presidente para reformar Ministério Público

    LIMA (Reuters) - A nova procuradora-geral do Peru, Zoraida Ávalos, criticou na terça-feira uma legislação proposta pelo presidente peruano, Martín Vizcarra, para reformular a Procuradoria, advertindo que a medida violaria a autonomia da instituição.

    Zoraida disse que enviará ao Congresso seu próprio projeto de lei para fortalecer a confiança no Ministério Público peruano, que ficou comprometida depois que seu predecessor no comando da organização tentou demitir dois importantes promotores da investigação de corrupção envolvendo a construtora brasileira Odebrecht, na semana passada.

    Os comentários de Zoraida refletem o argumento de críticos que têm acusado Vizcarra de ultrapassar os limites do cargo, à medida que o presidente busca políticas para combater a corrupção enraizada em uma das economias que cresce mais rápido na América Latina.

    Vizcarra propôs a legislação, que mudaria a estrutura da liderança da Procuradoria, depois que o ex-procurador-geral Pedro Chávarry inicialmente se recusou a renunciar, apesar de crescente pressão e de protestos na semana passada.

    Chávarry acabou renunciando na terça-feira, se retratando como a vítima de uma campanha midiática para difamá-lo.

    “Eu entendo que esse projeto de lei foi proposto devido à crise que vivíamos”, disse Zoraida a repórteres após assumir o cargo. “Mas acho que é claro que é um projeto de lei que, de uma maneira, viola a estrutura constitucional ou o projeto constitucional da Procuradoria”.

    O gabinete de Vizcarra não respondeu de imediato a pedidos por comentário.

    Ex-vice-presidente do Peru, Vizcarra tem feito do combate à corrupção o foco de seu governo, após assumir a Presidência no ano passado para substituir Pedro Pablo Kuczynski, que renunciou devido a um dos muitos escândalos de corrupção a abalar o Peru nos últimos anos.

    Vizcarra havia pedido repetidamente a renúncia de Chávarry, mas não tinha poderes para demiti-lo diretamente. De acordo com a Constituição peruana, apenas o Congresso, onde Chávarry contava com apoio da maioria de oposição, pode remover o procurador-geral.

    Zoraida também havia pedido a renúncia de Chávarry. Após assumir o cargo para substituí-lo, ela prometeu apoio completo aos promotores que investigam a corrupção.

    Os dois promotores inicialmente demitidos por Chávarry, Rafael Vela e José Domingo Pérez, são vistos como figuras essenciais na investigação envolvendo a Odebrecht no Peru.

    Os dois haviam recentemente elaborado um acordo de leniência que obrigava a construtora a fornecer evidências sobre 30 milhões de dólares em propinas que admite ter pago a políticos locais.

    A investigação contra a Odebrecht foi deflagrada pela operação Lava Jato no Brasil e repercute na América Latina, no que procuradores dos Estados Unidos disseram ser o maior esquema de corrupção política já revelado.

    Em 2016 a Odebrecht admitiu ter pago milhões de dólares em propinas a autoridades de diversos países para obter contratos de obras públicas ao longo de uma década, e se comprometeu a pagar multas de bilhões de dólares.

    (Reportagem de Marco Aquino e Mitra Taj)

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    Procurador-geral do Peru renuncia em meio a investigação da Odebrecht

    Por Marco Aquino

    LIMA (Reuters) - O procurador-geral do Peru, Pedro Chávarry, disse que irá renunciar nesta terça-feira, em meio à crescente indignação pública com a maneira como tem lidado com a investigação de corrupção envolvendo a construtora brasileira Odebrecht.

    A decisão de Chávarry acontece pouco mais de uma semana depois que ele demitiu dois importantes promotores do inquérito, uma medida que desencadeou ampla condenação e uma ameaça do presidente peruano, Martín Vizcarra, de suspendê-lo.

    Chávarry negou as acusações de que estaria tentando interferir na investigação e, mais tarde, reconvocou os dois promotores, ambos admirados no Peru como combatentes da corrupção.

    Entretanto, a reversão não foi suficiente para acalmar muitos peruanos, que têm continuado a protestar contra Chávarry.

    Na noite de segunda-feira, Chávarry disse em comunicado que irá apresentar sua renúncia do Ministério Público peruano às 10h (13h no horário de Brasília) desta terça-feira por “respeito a minha instituição”.

    A decisão de Chávarry marca uma importante vitória para o presidente Vizcarra que, na semana passada, enviou ao Congresso uma legislação para suspender o procurador-geral do cargo.

    Vizcarra, que substituiu o ex-presidente Pedro Pablo Kuczynski após sua renúncia devido a um escândalo de corrupção no ano passado, tem feito do combate à corrupção o foco de seu governo.

    Os dois promotores inicialmente demitidos por Chávarry, Rafael Vela e José Domingo Pérez, são vistos como figuras essenciais na investigação da Odebrecht no Peru.

    Os dois haviam recentemente elaborado um acordo de leniência que obrigava a construtora a fornecer evidências sobre 30 milhões de dólares em propinas que a empresa admite ter pago a políticos locais.

    A investigação contra a Odebrecht foi deflagrada pela operação Lava Jato no Brasil e repercute na América Latina, no que procuradores dos Estados Unidos disseram ser o maior esquema de corrupção política já revelado.

    Em 2016 a Odebrecht admitiu ter pago milhões de dólares em propinas a autoridades de diversos países para obter contratos de obras públicas ao longo de uma década, e se comprometeu a pagar multas de bilhões de dólares.

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    Procurador-geral do Peru reverte afastamento de procuradores de inquérito da Odebrecht

    LIMA (Reuters) - O procurador-geral do Peru, Pedro Chavarry, reconvocou na quarta-feira dois procuradores destacados que havia afastado do inquérito sobre corrupção envolvendo a Odebrecht, depois que a decisão causou um repúdio generalizado e o presidente Martín Vizcarra ameaçou suspendê-lo.

    Os procuradores Rafael Vela e José Domingo Pérez acertaram um acordo de leniência com a Odebrecht que obrigava a empreiteira brasileira a apresentar provas de cerca de 30 milhões de dólares em propinas que disse ter pago a políticos locais.

    Muitos peruanos os louvam por vê-los como verdadeiros combatentes da corrupção por mirarem políticos notórios, inclusive quatro ex-presidentes e a líder opositora Keiko Fujimori.

    No entanto, na noite de segunda-feira Chavarry anunciou que estava afastando Vela e Pérez do caso por excederem sua autoridade.

    Na quarta-feira, depois de ser alvo de protestos e críticas, Chavarry assinou uma resolução restituindo ambos aos seus postos e dizendo que outros procuradores se recusaram a substituí-los.

    O recuo foi mais uma vitória de Vizcarra, que havia prometido fazer tudo que pudesse para reconduzir os dois procuradores ao caso.

    No início da quarta-feira Vizcarra enviou uma legislação ao Congresso para afastar Chavarry de seu cargo e declarar um estado de emergência na Procuradoria-Geral para reestruturá-la.

    Chavarry negou ter tentado interferir no inquérito sobre a Odebrecht dispensando Pérez e Vela.

    Vizcarra, que assumiu no lugar do ex-presidente Pedro Pablo Kuczynski, que renunciou no ano passado devido a um escândalo de corrupção, fez do combate à corrupção um dos pilares de seu governo. Seu índice de aprovação superava os 60 por cento no final de 2018, na esteira de reformas para extirpar o nepotismo enraizado que foram aprovadas com grande respaldo em um referendo.

    Vizcarra pediu a renúncia de Chavarry diversas vezes, mas pela Constituição peruana só o Congresso pode afastar o procurador-geral.

    A investigação contra a Odebrecht foi deflagrada pela operação Lava Jato no Brasil e repercute na América Latina, no que procuradores dos Estados Unidos disseram ser o maior esquema de corrupção política já revelado.

    Em 2016 a Odebrecht admitiu ter pago milhões de dólares em propinas a autoridades de uma dúzia de países para obter contratos de obras públicas ao longo de uma década, e se comprometeu a pagar multas de bilhões de dólares.

    (Por Mitra Taj)

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    Presidente do Peru visa reforma trabalhista após pacote anticorrupção

    Por Mitra Taj e Marco Aquino

    LIMA (Reuters) - O governo do presidente do Peru, Martín Vizcarra, que teve sucesso na aprovação de propostas anticorrupção, está trabalhando em um objetivo menos popular: afrouxar as leis trabalhistas do país.

    O ministro das Finanças, Carlos Oliva, disse à Reuters na quinta-feira que o governo trabalhará para aprovar leis trabalhistas menos rígidas na esperança de incentivar mais empregos formais e, ao mesmo tempo, reduzir os custos das empresas e reforçar a produtividade.

    Conseguir aprová-lo não será uma tarefa pequena. Apesar de consecutivos governos pró-mercado, nenhum presidente peruano recente mexeu no tópico politicamente delicado das fortes proteções da nação para os trabalhadores formais.

    Comentários de Vizcarra sobre algum tipo de reforma trabalhista já irritaram sindicatos de trabalhadores e provocaram a renúncia do ministro do Trabalho.

    'Sabemos que é complicado. Sabemos que é difícil. Mas ao mesmo tempo sabemos que não podemos usar a abordagem 'esconder a cabeça na areia' dizendo 'vamos deixar o próximo fazê-lo, é difícil demais'', disse Oliva durante uma entrevista em seu gabinete.

    Vizcarra era relativamente desconhecido quando tomou posse em março, depois de seu antecessor renunciar devido a um escândalo de corrupção. Mas seu índice de aprovação foi a mais de 60 por cento depois que ele propôs leis para acabar com a corrupção enraizada, um gesto que a grande maioria dos peruanos apoiou em um referendo neste mês.

    Indagado se Vizcarra usará seu capital político para garantir a aprovação da reforma trabalhista, Oliva respondeu: 'Vamos levá-la até o fim. Usaremos toda nossa força, todas nossas habilidades para conseguir as reformas que o país precisa'.

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    Peru está perto de fechar acordo com Odebrecht em inquérito de corrupção, diz procurador

    Por Marco Aquino

    LIMA (Reuters) - A empreiteira brasileira Odebrecht está perto de fechar um acordo com procuradores peruanos que investigam propinas pagas pela empresa por contratos de obras públicas no Peru, disse um procurador na segunda-feira.

    A Odebrecht admitiu ter gasto cerca de 30 milhões de dólares em subornos para obter contratos no país sul-americano e concordou em fornecer detalhes dos pagamentos aos procuradores, o que culminará em um acordo formal de admissão de culpa para diminuir a exposição da empresa a riscos legais.

    'É verdade que estamos quase fechando tudo', disse Rafael Vela, um dos procuradores que investigam a Odebrecht, à Reuters. Ele não quis dar detalhes sobre o que o acordo incluirá.

    O jornal Valor Econômico de segunda-feira disse que a construtora assinará um acordo definitivo com as autoridades peruanas que a investigam nesta semana.

    Não foi possível obter comentários de representantes da procuradoria-geral de imediato.

    O escritório da Odebrecht em Lima disse à Reuters que a empresa está envolvida em conversas para fechar um acordo, mas não quis dar maiores detalhes.

    'A Odebrecht Peru mantém seu compromisso de colaborar com a justiça e a confidencialidade do caso, por isso não pode fazer nenhum comentário sobre a questão', disse à Reuters em um email.

    A Odebrecht está no cerne da Operação Lava Jato, escândalo de corrupção que repercutiu em toda a América Latina. Em 2016 ela admitiu em um acordo de leniência que subornou autoridades de uma dúzia de países para assegurar contratos de obras públicas ao longo de mais de uma década e concordou em pagar a soma inédita de 3,5 bilhões de dólares em acordos feitos nos Estados Unidos, no Brasil e na Suíça.

    Depois do Brasil, o Peru é o país onde o escândalo da Odebrecht causou mais impacto. Os quatro últimos presidentes peruanos estão sendo investigados por ligações com supostas propinas pagas pela Odebrecht.

    A investigação emperrou em julho, quando a empreiteira fez queixas do inquérito peruano a autoridades brasileiras. À época fontes disseram que a companhia quer proteções legais por se sentir tratada como suspeita, e não como uma informante voluntária.

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    Peru defende solução não militar para Venezuela, diz presidente

    Por Dave Graham

    NOVA YORK (Reuters) - O Peru rejeita uma solução militar para a crise da Venezuela, mas outras opções estão sendo discutidas para aumentar a pressão imposta ao governo do presidente Nicolás Maduro, incluindo a apresentação de uma queixa sobre direitos humanos, afirmou o presidente peruano, Martín Vizcarra, em entrevista.

    A Venezuela, que tem sofrido um colapso econômico e uma emigração em massa sob o governo Maduro, deve ser um dos assuntos centrais da Assembleia Geral da ONU realizada em Nova York nesta semana.

    Vizcarra disse que novas medidas econômicas e diplomáticas contra a Venezuela estão sendo consideradas, incluindo a apresentação de uma queixa de 'direitos humanos', mas que não há a possibilidade de ação militar.

    'Como país, precisamos ser claros ao dizer que rejeitamos uma solução militar, como de guerra', disse Vizcarra à Reuters em Nova York.

    'O que precisamos fazer é encontrar um jeito de sancionar o regime sem afetar a população', acrescentou.

    Vizcarra não entrou em detalhes sobre a medida de direitos humanos, mas pouco depois o presidente da Colômbia, Ivan Duque, disse em evento, também em Nova York, que ele e outros chefes de Estado assinarão nesta semana uma declaração denunciando o governo Maduro ao Tribunal Penal Internacional, em Haia.

    A Venezuela tem rejeitado as críticas ao governo Maduro como propagandas hostis e tentativas de abrir caminho para uma intervenção de potências estrangeiras no país.

    (Reportagem adicional de Dan Bases e Michelle Nichols)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Em vitória rara de presidente peruano, Congresso aprova voto de confiança no governo

    Em vitória rara de presidente peruano, Congresso aprova voto de confiança no governo

    Por Mitra Taj e Marco Aquino

    LIMA (Reuters) - O Congresso de maioria opositora do Peru renovou a confiança no governo do presidente Martín Vizcarra, na noite de quarta-feira, evitando uma crise política que teria lhe custado seu gabinete e provocado novas eleições legislativas.

    A votação de 82 a 22 a favor do governo de centro de Vizcarra compromete os legisladores com a aprovação de suas reformas políticas e judiciais até 4 de outubro, em uma vitória rara sobre o partido de oposição conservador Força Popular, que controla o Congresso.

    Mais cedo na quarta-feira a líder do Força Popular, Keiko Fujimori, candidata presidencial derrotada duas vezes e filha do ex-autocrata Alberto Fujimori, acusou Vizcarra de tentar dar um golpe de Estado legislativo.

    Pela Constituição peruana, uma moção de rejeição teria obrigado Vizcarra a substituir todo seu gabinete, mas como o Congresso já demitiu um gabinete ele também teria podido reagir convocando eleições legislativas.

    Vizcarra pediu união após a votação.

    'Não há vencedores ou perdedores aqui', disse Vizcarra no Twitter. 'Só o Peru vence'.

    Vizcarra havia pedido uma moção de confiança na noite de domingo para forçar a aprovação de leis visando combater a corrupção enraizada e reinstaurar a confiança nas instituições públicas após escândalos consecutivos no último ano e meio.

    Críticos do Força Popular pressionavam Vizcarra a adotar uma postura mais combativa diante do partido opositor, que ajudou a depor seu antecessor, o ex-presidente Pedro Pablo Kuczynski.

    Kuczynski renunciou devido a alegações de corrupção às vésperas da segunda votação de um impeachment apoiado pelo Força Popular em março. Vizcarra, seu vice, tomou posse prometendo combater a corrupção 'a qualquer preço'.

    'Tenho confiança total de receber o voto de confiança hoje', disse Vizcarra aos jornalistas, cercado por seu gabinete, antes da votação. 'Os quatro projetos de lei precisam ser aprovados'.

    As propostas de Vizcarra, que exigem alterações na Constituição, incluem adotar um novo sistema de seleção de juízes, acabar com a reeleição de parlamentares, voltar a ter um Congresso bicameral e endurecer o financiamento de campanhas.

    Ele as apresentou em julho, depois que um escândalo de tráfico de influência no judiciário provocou protestos nas ruas e revolta contra a classe política.

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    Presidente do Peru desafia Congresso a destituir ministério em disputa sobre reformas

    LIMA (Reuters) - O presidente do Peru, Martín Vizcarra, desafiou no domingo parlamentares a demitirem seu ministério em meio a uma disputa sobre reformas anticorrupção, invocando um procedimento constitucional que o coloca em rota de colisão com o partido opositor que controla o Congresso.

    A escalada nas tensões entre o Executivo e o Legislativo está fomentando um novo período de incerteza no Peru, o segundo maior produtor de cobre do mundo e uma das economias mais estáveis da América Latina.

    Vizcarra pediu um novo voto de confiança do Congresso a seu gabinete para medir o apoio a quatro projetos de lei de combate à corrupção que ele enviou aos parlamentares em julho em resposta a um escândalo envolvendo juízes, parlamentares e procuradores que desencadeou protestos e diminuiu a confiança nas instituições públicas.

    Ao fazer da aprovação dos projetos de lei uma questão de confiança em seu governo, Vizcarra está pressionando o Congresso na parede.

    Pela Constituição peruana, se o Congresso desfizer dois gabinetes formados por um mesmo governo o presidente pode fechar o Congresso e convocar eleições legislativas. A legislatura atual já desmontou o gabinete formado pelo ex-presidente Pedro Pablo Kuczynski, que Vizcarra substituiu em março depois de servir como seu vice.

    'Esperamos que a história não se repita depois de um ano, quando este Congresso se recusou a renovar sua confiança no gabinete', alertou Vizcarra em uma mensagem televisionada à nação na noite de domingo, dizendo aos peruanos que cumprirá suas promessas de luta contra a corrupção a qualquer preço.

    Em março Kuczynski renunciou em reação a um escândalo de corrupção às vésperas de seu impeachment quase certo no Congresso, onde parlamentares que representam um partido conservador liderado pela líder opositora Keiko Fujimori têm a maioria dos assentos.

    Kuczynski atribuiu sua queda à sigla de Keiko e alertou uma semana atrás que o Congresso está planejando depor o presidente novamente. Parlamentares da oposição negaram a acusação e dizem que as reformas propostas por Vizcarra são menos urgentes do que outras questões.

    'Vimos parlamentares tentando prolongar e redefinir o espírito da legislação, com modificações absurdas que, se aprovadas, se tornarão leis inúteis e prejudiciais', argumentou Vizcarra.

    Ele propôs criar um novo sistema de seleção de juízes e procuradores, acabar com a reeleição imediata de parlamentares, criar uma segunda câmara no Congresso e criminalizar contribuições de campanha não declaradas.

    (Reportagem de Mitra Taj e Marco Aquino)

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    Equador e Peru aumentam exigências para entrada de venezuelanos

    Por Alexandra Valencia e Mitra Taj

    QUITO/LIMA (Reuters) - Os venezuelanos que entram no Equador e no Peru terão que mostrar seus passaportes, e não mais apenas suas carteiras de identidade, disseram o governo equatoriano e fontes oficiais peruanas na quinta-feira, devido aos receios provocados por um influxo de imigrantes.

    Até agora Equador e Peru permitiam que os venezuelanos ingressassem usando seus documentos de identidade, oferecendo assim uma rota mais fácil para pessoas desesperadas que fogem da crise que assola a Venezuela.

    'A partir deste sábado o governo exigirá que qualquer um entrando no Equador apresente seu passaporte', disse o ministro do Interior equatoriano, Mauro Toscanini. Mais tarde o Ministério de Relações Exteriores disse que isso se aplicará especificamente aos venezuelanos.

    Quito declarou um estado de emergência em três províncias neste mês em reação a um surto de imigrantes venezuelanos cruzando a fronteira entre o Equador e a Colômbia no alto dos Andes.

    As autoridades disseram que até 4.500 venezuelanos estavam cruzando as fronteiras diariamente -- muito mais do que os 500 a 1 mil anteriores.

    Um funcionário da chancelaria equatoriana disse a uma rádio local que cerca de 600 mil venezuelanos já entraram no país neste ano, e que aproximadamente 109 mil permaneceram.

    Incapazes de pagar voos e muitas vezes recebendo um salário mínimo de alguns dólares por mês, os venezuelanos vêm fazendo viagens de ônibus que duram dias pela América do Sul, e muitos atravessam o Equador viajando para o sul rumo ao Peru e ao Chile.

    O Peru também está planejando exigir passaportes de venezuelanos em breve, disseram duas fontes governamentais sob condição de anonimato, antes de um anúncio oficial ainda pendente.

    Autoridades de imigração calculam haver quase 400 mil venezuelanos no Peru. Cerca de 20 por cento destes ingressaram no Peru sem passaportes, disse o ministro do Interior peruano no início desta semana.

    Venezuelanos vendendo alimentos ou bugigangas nas ruas se tornaram uma visão comum em Lima e Quito, fazendo os locais temerem a perda de empregos e um aumento na criminalidade.

    O presidente do Equador, Lenín Moreno, é de esquerda como seu colega venezuelano, Nicolás Maduro, mas se distanciou de Caracas desde que tomou posse no ano passado.

    O presidente de centro do Peru, Martín Vizcarra, tomou posse em março depois que seu antecessor, Pedro Pablo Kuczynski, crítico explícito de Maduro, renunciou em reação a um escândalo.

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    Venezuela pede ajuda do Peru para encontrar suspeitos de explosões de drones

    LIMA (Reuters) - A Venezuela pediu ajuda à polícia peruana para encontrar dois cidadãos venezuelanos que acredita estarem envolvidos na explosões de drones durante um discurso do presidente Nicolás Maduro no início deste mês, informou o Ministério de Relações Exteriores do Peru em comunicado na quarta-feira.

    O governo da Venezuela acusou políticos da oposição e ativistas anti-Maduro no exterior de planejarem assinar o líder de esquerda com drones repletos de explosivos durante uma parada militar.

    Na terça-feira, dois militares graduados foram presos por suspeita de envolvimento com o incidente. No total, quatorze pessoas foram presas e outras continuam à solta, inclusive na vizinha Colômbia e nos Estados Unidos, segundo autoridades venezuelanas.

    'Hoje a embaixada peruana em Caracas recebeu um pedido do Ministério de Relações Exteriores da Venezuela para encontrar dois cidadãos venezuelanos procurados pelas autoridades daquele país por seu suposto envolvimento no que o governo descreve como um 'ataque contra o presidente da Venezuela'', disse o ministério peruano.

    A pasta acrescentou que repassou as informações às autoridades peruanas pertinentes, que localizarão os dois venezuelanos 'caso eles tenham entrado no Peru'.

    Críticos de Maduro dizem que o presidente está usando o incidente para reprimir dissidências e consolidar seu poder no país em meio a uma crise econômica que tem provocado hiperinflação e quedas de energia.

    Maduro diz que seu governo é vítima de uma 'guerra econômica' liderada por ativistas opositores com a ajuda de Washington.

    (Reportagem de Teresa Cespedes)

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