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    Vazamento de petróleo atinge Baía de Guanabara após tentativa de furto em duto

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Um vazamento de ao menos 60 mil litros de petróleo atingiu a Baía de Guanabara no sábado, após uma tentativa de furto em oleoduto da Transpetro, subsidiária da Petrobras, informou a empresa.

    A Transpetro informou nesta segunda-feira que suas equipes de emergência já recolheram cerca de 45 mil litros de óleo, do total que vazou na região do município de Magé, Baixada Fluminense. O duto já foi reparado e voltou a operar.

    A companhia pontuou que um sobrevoo de helicóptero realizado na manhã desta segunda-feira 'somente constatou a presença de vestígios de óleo contidos na foz e nas margens do rio Estrela, em decorrência do furto de petróleo ocorrido sábado'.

    'A companhia continua trabalhando nas ações de limpeza e recuperação da área atingida e instalou uma unidade de atendimento à fauna no local, com atuação de médica veterinária e especialistas em meio ambiente', disse a empresa em nota.

    Pescadores que trabalham na Baía de Guanabara publicaram imagens do vazamento nas redes sociais mostrando a camada de óleo que tomou conta de parte do local.

    'Foi um vazamento de grandes proporções, com impacto em manguezais, e a mancha já está chegando à Ilha de Paquetá', disse a jornalistas o analista ambiental Maurício Muniz, do Instituto Chico Mendes.

    A Transpetro disse ainda que são 413 profissionais mobilizados, 24.600 metros de barreiras absorventes e de contenção, 19 caminhões, 22 embarcações de apoio, uma aeronave, três drones, dentre outros recursos.

    Na véspera, a empresa disse que 'ao detectar a ação criminosa, imediatamente interrompeu as operações do duto, acionou equipes de emergência e conteve o vazamento do oleoduto'.

    A Petrobras e a Transpetro têm sido alvos frequentes de ações criminosas de furto de óleo e derivados em suas instalações.

    'A companhia esclarece que é vítima de ações criminosas de furto de óleo e derivados e colabora com as investigações das autoridades', disse a empresa, destacando que 'intervenções criminosas nos dutos podem trazer riscos como vazamentos, incêndios e explosões.'

    A Transpetro tem contado com a colaboração de moradores vizinhos para realizar denúncias, por meio de canais de atendimento.

    Em 2000, um vazamento de óleo na Baía de Guanabara provocado pelo rompimento de um duto da Refinaria Duque de Caxias (Reduc) derramou cerca de 1,3 milhão de litros de óleo no local e afetou fauna e flora da região.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier e Marta Nogueira)

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    Furto em duto da Transpetro provoca vazamento de óleo na Baía de Guanabara

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Ao menos 60 mil litros de óleo vazaram na Baía de Guanabara durante o fim de semana em decorrência de uma tentativa de furto ocorrida em um duto da Transpetro na Baixada Fluminense, no Estado do Rio de Janeiro, informou a empresa subsidiária da Petrobras.

    Metade do óleo derramado foi recolhido pelas equipes de emergência da Transpetro acionadas logo após o incidente, segundo a empresa.

    A tentativa de furto, de acordo com a Transpetro, ocorreu em um duto localizado no município de Magé, e um rio da região também foi atingido pelo vazamento.

    A Transpetro informou que “ao detectar a ação criminosa, imediatamente interrompeu as operações do duto, acionou equipes de emergência e conteve o vazamento do oleoduto”.

    A Petrobras e a Transpetro têm sido alvos frequentes de ações criminosas de furto de óleo e derivados em suas instalações.

    Pescadores que trabalham na Baía de Guanabara publicaram imagens do vazamento nas redes sociais mostrando a camada de óleo que tomou conta de parte do local.

    “Foi um vazamento de grandes proporções, com impacto em manguezais, e a mancha já está chegando à Ilha de Paquetá”, disse a jornalistas o analista ambiental Maurício Muniz, do Instituto Chico Mendes.

    Em 2000, um vazamento de óleo na Baía de Guanabara provocado pelo rompimento de um duto da Refinaria Duque de Caxias (Reduc) derramou cerca de 1,3 milhão de litros de óleo no local e afetou fauna e flora da região.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Sem acordo com Rússia, corte de oferta de petróleo da Opep corre risco

    Por Rania El Gamal e Ahmad Ghaddar

    VIENA (Reuters) - A Opep e aliados estão trabalhando para reduzir a produção de petróleo em até 1,5 milhão de barris por dia, mas não conseguirão chegar a um pacto se não houver um acordo com a Rússia, que não integra o grupo, disse o ministro saudita da Energia, Khalid al-Falih, nesta quinta-feira.

    A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) se reúne nesta quinta-feira em Viena, mas está à espera de notícias do ministro da Energia da Rússia, Alexander Novak, que deixou a capital austríaca para possíveis conversas com o presidente russo, Vladimir Putin.

    Novak retorna a Viena na sexta-feira para conversas entre a Opep e seus aliados.

    A Opep espera elevar o preço do petróleo, que caiu quase um terço desde outubro, mas o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigiu que o petróleo seja mais barato, evitando os cortes na produção.

    'Esperamos concluir algo até o final do dia de amanhã... Temos de incluir os países não membros da Opep', disse o ministro saudita a repórteres. 'Se todos não estiverem dispostos a se unir e contribuir igualmente, vamos esperar até que eles estejam.'

    Perguntado se a Opep poderia não conseguir chegar a um acordo, ele disse que todas as opções estavam na mesa. Possíveis cortes na produção da Opep e de seus aliados variavam de 500 mil a 1,5 milhão bpd, e 1 milhão de bpd era aceitável, disse.

    Os futuros do petróleo Brent e nos EUA operam em queda nesta quinta-feira, com operadores dizendo que um corte de 1 milhão de bpd estava abaixo das expectativas.

    'Achamos que a Opep vai gastar algum tempo para escolher as palavras que estão sendo usadas. Ser cauteloso demais nas palavras, para agradar o presidente Trump, corre o risco de diluir a mensagem', disse Olivier Jakob, da consultoria Petromatrix.

    Delegados da Opep disseram que a organização e aliados poderiam cortar a produção em 1 milhão de barris por dia se a Rússia contribuísse com 150 mil bpd dessa redução. Se a Rússia contribuísse com cerca de 250 mil bpd, o corte total poderia ultrapassar 1,3 milhão de bpd.

    Novak disse nesta quinta-feira que a Rússia acharia mais difícil cortar a produção de petróleo no inverno do que outros produtores por causa do clima frio.

    Os preços do petróleo caíram à medida que a Arábia Saudita, Rússia e Emirados Árabes Unidos aumentaram a produção desde junho, depois que Trump pediu maior produção para compensar as exportações mais baixas do Irã, o terceiro maior produtor da Opep.

    (Reportagem adicional de Shadia Nasralla, Olesya Astakhova e Alex Lawler)

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    Catar anuncia saída da Opep, critica Arábia Saudita e focará em gás

    Por Eric Knecht

    DOHA (Reuters) - O Catar anunciou nesta segunda-feira que deixará a Opep em janeiro para se concentrar em seus negócios de gás, atacando a líder de fato do grupo, a Arábia Saudita, e prejudicando esforços para mostrar certa unidade antes do encontro de exportadores do petróleo nesta semana que visa reverter a queda de preços.

    O Catar, um dos menores produtores de petróleo entre os membros da Opep, mas o maior exportador mundial de gás natural liquefeito (GNL), está envolvida em uma disputa diplomática prolongada com a Arábia Saudita e alguns outros Estados árabes.

    O governo de Doha informou que sua decisão não foi motivada por política, mas, em um aparente ataque a Riad, o ministro de Estado para Assuntos Energéticos, Saad al-Kaabi, disse: 'Não estamos dizendo que vamos sair do setor petrolífero, mas isso é controlado por um organização gerida por um país'. Ele não nomeou a nação.

    Al-Kaabi disse em uma coletiva de imprensa que a decisão de Doha 'foi comunicada à Opep', mas disse que o Catar participará da reunião do grupo na quinta e na sexta, e cumprirá seus compromissos.

    Ele disse que Doha se concentrará em seu potencial de gás porque não é prático para o Catar 'colocar esforços, recursos e tempo em uma organização na qual somos um participante muito pequeno, e eu não tenho nada a dizer sobre o que acontece'.

    Delegados da Opep, que tem 15 membros, incluindo o Catar, procuraram minimizar o impacto, mas perder um membro de longa data prejudica a tentativa de mostrar uma frente unida antes de uma reunião que deverá reduzir o corte de oferta para reforçar os preços do petróleo, que perderam quase 30 por cento desde o pico de outubro.

    'Eles não são grandes produtores, mas tiveram um grande papel na história da (Opep)', disse uma fonte da Opep.

    A fonte destacou o crescente domínio sobre a elaboração de políticas no mercado de petróleo por Arábia Saudita, Rússia e Estados Unidos, os três maiores produtores de petróleo do mundo, que juntos respondem por quase um terço da produção global.

    Riad e Moscou têm decidido cada vez mais as políticas de produção, sob pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, na Opep, para reduzir os preços. O Brent está sendo negociado a cerca de 62 dólares por barril, ante 86 dólares em outubro.

    'Isso pode sinalizar um ponto de virada histórica da organização em relação à Rússia, Arábia Saudita e Estados Unidos', disse o ex-ministro da Energia da Argélia e presidente da Opep, Chakib Khelil, comentando a decisão do Catar.

    (Reportagem adicional por Florence Tan, em Cingapura, Rania El Gamal, em Dubai, Ahmed Ghaddar, em Vienna,e Lamine Chikhi, em Algiers)

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    Petróleo nos EUA desaba quase 8% apesar de conversas sobre cortes pela Opep

    Por Christopher Johnson

    BOSTON (Reuters) - Os preços do petróleo nos Estados Unidos caíram quase 8 por cento nesta sexta-feira, ao menor nível em mais de um ano, registrando a sétima perda semanal consecutiva em meio a receios de um excesso de oferta, apesar de nações produtoras considerarem cortes na produção.

    A oferta de petróleo, liderada pelos produtores norte-americanos, está crescendo mais rapidamente do que a demanda, e para evitar o acúmulo de combustível, como o que surgiu em 2015, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo deve começar a reduzir a produção após uma reunião prevista para 6 de dezembro.

    Mas isso não fez muito até agora para dar suporte aos preços. O valor do barril de petróleo caiu mais de 20 por cento até agora em novembro, em um período de sete semanas de perdas. O petróleo está a caminho da maior queda mensal desde o final de 2014.

    'O mercado está precificando a desaceleração econômica -- eles estão antecipando que as negociações comerciais com a China não vão ser boas', disse Phil Flynn, analista na Price Futures Group, referindo-se ao esperado encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, durante a cúpula do G20 em Buenos Aires na próxima semana.

    'O mercado não acredita que a Opep vai ser ágil o suficiente para compensar a queda da demanda', disse Flynn.

    Os futuros do petróleo Brent perderam 3,80 dólares, ou 6,1 por cento, a 58,80 dólares por barril. Durante a sessão, a referência tocou 58,41 dólares, sua mínima desde outubro de 2017.

    Os petróleo dos EUA (WTI) recuou 4,21 dólares, ou 7,7 por cento, para 50,42 dólares o barril, também sua mínima desde outubro do ano passado. Em negociações pós-fechamento, o contrato estendeu as perdas.

    Na semana, o Brent teve um declínio de 11,3 por cento, enquanto o WTI perdeu 10,8 por cento, a maior queda semanal desde janeiro de 2016.

    A produção de petróleo subiu este ano. A Agência Internacional de Energia espera que apenas a produção de países não integrantes da Opep aumente 2,3 milhões de barris por dia (bpd) em 2018. A demanda por petróleo no próximo ano, por sua vez, deverá crescer 1,3 milhão de barris por dia.

    Com o ajuste para reduzir a demanda, a Arábia Saudita, maior exportadora de petróleo do mundo, disse na quinta-feira que pode reduzir a oferta, uma vez que pressiona a Opep a concordar com um corte conjunto de 1,4 milhão de barris por dia.

    Se a Opep concordar em cortar a produção em sua reunião no próximo mês, os preços do petróleo poderão se recuperar drasticamente, dizem os analistas.

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    Irã consegue vender todo petróleo que precisa apesar de pressão dos EUA, diz vice-presidente

    GENEBRA (Reuters) - O Irã tem conseguido vender todo o petróleo que precisa apesar da pressão dos Estados Unidos, disse o vice-presidente iraniano, Eshaq Jahangiri, nesta terça-feira.

    Na segunda-feira, os Estados Unidos restauraram sanções contra os setores bancários, de petróleo e de transportes do Irã, e ameaçaram tomar mais ações para interromper o que descreveram como políticas 'ilegais' de Teerã. O Irã chamou as ações de guerra econômica e prometeu desafiá-las.

    As medidas fazem parte de um esforço mais amplo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para acabar com os programas nucleares e de mísseis de Teerã e para diminuir a influência da República Islâmica na Oriente Médio, principalmente seu apoio a forças na Síria, Iêmen e Líbano.

    Os passos de Trump visam as duas principais fontes de renda do Irã, suas exportações de petróleo, assim como seu setor financeiro, basicamente tornando 50 bancos iranianos e seus subsidiários zona proibida para bancos estrangeiros, que temem perder acesso ao sistema financeiro dos EUA.

    'Os norte-americanos diziam constantemente que iriam reduzir a venda de petróleo do Irã a zero mas, eu tenho que dizer que até agora, nós temos sido capazes de vender nossa quantidade necessária de petróleo', disse Jahangiri, segundo a agência de notícias Tasnim.

    'Os norte-americanos, com a ajuda da propaganda, não veem as realidades'.

    Jahangiri disse ainda ter conversado com alguns gerentes de companhias que estão na lista de sanções dos EUA e que eles já formularam planos para lidar com as medidas.

    (Reportagem de Babak Dehghanpisheh)

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    Começam sanções dos EUA contra petróleo do Irã, mas Washington isenta alguns países

    Por Jane Chung e Osamu Tsukimori

    SEUL/TÓQUIO (Reuters) - Os Estados Unidos reintroduziram sanções contra o petróleo iraniano nesta segunda-feira, enquanto garantiram algumas isenções aos seus aliados mais próximos, permitindo que os maiores clientes de Teerã, principalmente na Ásia, ainda comprem petróleo por enquanto.

    Washington restaurou medidas suspensas em um acordo nuclear de 2015 negociado com Teerã pela administração do presidente Barack Obama.

    A administração do presidente Donald Trump adicionou 300 novas designações, incluindo os setores de petróleo, transporte, seguros e bancário do Irã, com o objetivo de prejudicar as principais receitas de exportação da indústria iraniana de petróleo.

    Apesar disso, o Irã continuará a vender um pouco de petróleo, após Washington dizer na sexta-feira que permitirá temporariamente que oito importadores continuem comprando barris iranianos.

    O governo dos EUA não citou quem recebeu as isenções, que durarão até 180 dias e foram concedidas com base no fato de que os importadores já reduziram as compras e as reduzirão ainda mais no futuro.

    Ainda não estava claro quais volumes individuais ou o volume agregado dos 'waivers'.

    A Coreia do Sul disse nesta segunda-feira que recebeu uma dispensa para pelo menos temporariamente continuar a importar condensado do Irã e realizar transações financeiras com o país do Oriente Médio. O condensado --um petróleo super leve-- é um insumo crítico para a indústria petroquímica coreana.

    A Coreia do Sul, aliada dos EUA e um dos maiores compradores asiáticos de petróleo iraniano, pediu a Washington 'máxima flexibilidade' na semana passada, depois que algumas de suas construtoras cancelaram contratos relacionados à energia na república islâmica devido a dificuldades de financiamento.

    O Japão informou nesta segunda-feira que está em estreita comunicação com os Estados Unidos sobre as medidas, embora o chefe do gabinete, Yoshihide Suga, tenha se recusado a fornecer detalhes.

    Outros compradores asiáticos de petróleo iraniano, incluindo seus dois maiores, China e Índia, também estão pedindo isenção do embargo, embora ainda não esteja claro nesta segunda-feira os volumes que estariam autorizados a comprar.

    O Ministério das Relações Exteriores chinês reiterou suas objeções às sanções, mas não disse diretamente se a China recebeu ou não uma isenção.

    O ministro do Comércio turco, Ruhsar Pekcan, disse no sábado que a Turquia recebeu indícios de que estará entre os países que receberão uma isenção, mas ainda aguardava esclarecimentos na segunda-feira. Alguns países europeus também podem receber isenções.

    Os maiores compradores de petróleo do Irã nos últimos anos foram a China, a Índia, a Coreia do Sul, a Turquia, a Itália, os Emirados Árabes Unidos e o Japão.

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    REUTERS SUMMIT-Mercuria diz que petróleo a US$70 é teste a estratégia de produtores

    Por Amanda Cooper e Julia Payne

    LONDRES (Reuters) - Os maiores produtores globais de petróleo podem rever sua estratégia de aumentar a produção e mudá-la para redução de oferta, se os preços do óleo ficarem em torno de 70 dólares no ano que vem, disse o presidente-executivo da Mercuria, Marco Dunand, nesta quinta-feira.

    A Organização de Países Exportadores de Petróleo, junto com a Rússia, Omã e outros, adotaram uma estratégia de cortes de oferta em 2017, para drenar um vasto excesso nos estoques globais de petróleo e impulsionar os preços.

    'Se nós começarmos a entrar na faixa de 70 e poucos dólares no Brent, eu penso que alguns desses produtores começarão a se perguntar se eles não exageraram em relação ao rali anterior dos preços e começarão a considerar um balanceamento', Dunand disse no Reuters Global Commodities Summit.

    'Eles passaram os últimos três anos reduzindo os estoques para níveis históricos. Haverá coesão o suficiente entre eles para cortar a produção de novo?'

    O plano dos produtores foram bem sucedidos ao ponto dos preços do petróleo terem avançado para uma máxima em quatro anos, por volta dos 85 dólares o barril, no começo de outubro, ante menos de 45 dólares em meados de 2017, enquanto os estoques globais caíram para a meta de cinco anos da Opep.

    Com a iminente perda de até 2 milhões de barris por dia em exportações iranianas, devido a sanções dos Estados Unidos, a Opep, liderada pela Arábia Saudita, prometeu aumentar a produção para evitar que a diferença entre a oferta e a demanda se torne muito estreita. As sanções entram em vigor no dia 4 de novembro.

    O preço da commodity escorregou para cerca de 72 dólares nas últimas semanas, devido em grande parte aos receios com o impacto da crescente disputa comercial sino-norte-americana sobre o crescimento da demanda, enquanto os estoques mundiais começaram a inchar novamente.

    (Por Amanda Cooper e Julia Payne)

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    Arábia Saudita 'não tem intenção' de repetir embargo de petróleo de 1973, diz ministro

    Por Dmitry Zhdannikov

    LONDRES (Reuters) - A Arábia Saudita não tem intenção de repetir um embargo de petróleo nos moldes daquele realizado em 1973 aos consumidores ocidentais, e isolará a commodity de questões políticas, disse nesta segunda-feira o ministro da Energia saudita, em meio ao agravamento da crise devido ao assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.

    'Não há intenção', disse Khalid al-Falih à agência russa de notícias Tass, quando perguntado se poderia haver uma repetição do embargo de petróleo.

    Importantes parlamentares norte-americanos voltaram sua indignação para o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, no domingo, e disseram acreditar que ele ordenou a morte de Khashoggi, embora o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha mantido uma postura mais cautelosa.

    Vários parlamentares norte-americanos sugeriram sanções pesadas sobre a Arábia Saudita nos últimos dias, enquanto o reino, maior exportador de petróleo do mundo, prometeu retaliar contra qualquer sanção com 'medidas maiores'.

    'Esse incidente vai passar. Mas a Arábia Saudita é um país muito responsável, por décadas nós usamos nossa política de petróleo como uma ferramenta econômica responsável e a isolamos da política', disse Falih.

    'Meu papel como ministro da Energia é implementar o papel construtivo e responsável do meu governo e estabilizar os mercados de energia do mundo de acordo com isso, contribuindo para o desenvolvimento econômico global', disse Falih.

    Ele disse que, se os preços do petróleo subirem, isso desacelerará a economia global e desencadeará uma recessão.

    A crise do petróleo de 1973 começou quando produtores árabes liderados pela Arábia Saudita colocaram um embargo de petróleo aos aliados ocidentais de Israel em sua guerra com o Egito, visando Canadá, Japão, Holanda, Reino Unido e Estados Unidos.

    (Por Dmitry Zhdannikov e Vladimir Soldatkin)

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    Mercado aposta em petróleo a US$100/barril com sanções ao Irã

    Por Devika Krishna Kumar e Amanda Cooper

    NOVA YORK/LONDRES (Reuters) - Operadores do mercado de petróleo apostam que os preços de referência da commodity nos EUA poderão subir a 100 dólares o barril até o próximo ano, um patamar que até recentemente muitos consideravam impensável devido ao crescimento recorde da produção norte-americana e à demanda global relativamente estável.

    Mas o iminente retorno das sanções dos EUA sobre o Irã e gargalos que impedem o petróleo norte-americano de chegar ao mercado alimentaram uma recuperação que levou os preços de referência a máximas em quatro anos.

    Enquanto grandes nações produtoras dizem que a oferta é ampla, fundos de hedge e especuladores estão cada vez mais céticos em relação a esse argumento, apostando que o mercado poderia se recuperar à medida que as sanções sobre as exportações de petróleo do Irã voltarem em 4 de novembro.

    O viés de alta é visível no mercado de opções dos EUA. O número de posições em aberto em 100 dólares por barril em dezembro de 2019, com opções de compra, ou seja, apostando em futuros nesse nível, subiu 30 por cento na semana passada, para um recorde de 31 mil lotes, de acordo com dados da CME.

    'Nas últimas duas semanas, tem havido muito mais evidências de que mesmo alguns dos maiores clientes --Índia e China-- não vão comprar petróleo iraniano a partir de novembro', disse John Saucer, vice-presidente de pesquisa e análise da Mobius Risk.

    Como resultado, ele disse, 'essas sanções provavelmente serão muito mais eficazes do que as pessoas pensavam'.

    As exportações globais do Irã caíram para 2 milhões de barris por dia (bpd) em setembro, ante 2,8 milhões de bpd em abril, segundo o Instituto de Finanças Internacionais.

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    Petrobras vê avanço de Exxon e Shell no pré-sal ao ser coadjuvante em leilão pela 1ª vez

    Por Marta Nogueira e Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Gigantes petroleiras estrangeiras, como Exxon Mobil, Shell, BP e Chevron, foram os destaques nesta sexta-feira do último leilão de blocos exploratórios do pré-sal do governo Michel Temer, em uma rodada sob regime de partilha que teve a estatal Petrobras como coadjuvante pela primeira vez.

    Com a venda dos quatro blocos ofertados, o governo brasileiro arrecadou 6,8 bilhões de reais apenas em bônus de assinatura --nas rodadas sob partilha ganha a disputa quem oferta a maior parcela de óleo à União.

    Entre as ganhadoras do leilão, que teve um ágio de 170,58 por cento, estiveram ainda a chinesa CNOOC, QPI do Qatar e a colombiana Ecopetrol, que levou pela primeira vez áreas no pré-sal sob regime de partilha.

    A atuação da Petrobras --cujos representantes saíram sem dar entrevistas-- mais tímida foi avaliada por autoridades como positiva, porque mostra que o setor está menos dependente de uma só empresa.

    Isso em meio a medidas regulatórias realizadas nos últimos dois anos para abrir o setor de petróleo a mais investidores internacionais, gerando maior concorrência.

    'Esse processo que a gente viveu foi muito positivo porque mostra que não estamos na dependência de apenas uma única empresa, só da Petrobras... o setor de petróleo e gás do Brasil é muito maior do que a Petrobras, sem demérito à Petrobras...', afirmou à Reuters o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone.

    Segundo cálculos de Oddone, desde setembro do ano passado, rodadas de partilha e de concessão trouxeram uma arrecadação total de aproximadamente 28 bilhões de reais em bônus de assinatura.

    Ele estimou que, com os leilões desta sexta-feira, serão investidos no país em exploração e produção de petróleo cerca de 1,8 trilhão de reais, nos próximos dez anos, o que ajudará o país a se colocar entre os quatro maiores produtores de petróleo em meados da próxima década, dobrando sua extração.

    Às vésperas da eleição, o clima na rodada foi permeado por discursos de autoridades e também declarações de investidores sobre a necessidade de se manter o caminho de reformas no setor de petróleo do Brasil, em busca de maior competição. A exceção foi um protesto de cerca de 20 pessoas, incluindo índios, que fizeram uma manifestação pacífica contra a realização da licitação.

    O secretário-executivo de Minas e Energia, Márcio Félix, afirmou acreditar que o próximo governo não poderá abrir mão da realização de leilões para a atração de riquezas e também declarou que 'o Brasil é bem maior que a Petrobras e a gente está descobrindo isso aí'.

    VENCEDORES

    A Shell, empresa privada com maior produção no Brasil e forte presença no pré-sal, foi o grande destaque do leilão, arrematando como operadora 50 por cento de participação, em consórcio com a Chevron, o bloco Saturno, na Bacia de Santos. As empresas deram lance de 70,20 por cento de lucro em óleo para a União, com o maior ágio da rodada, de mais de 300 por cento.

    'A Shell está no Brasil há 105 anos e já vivemos com muita volatilidade, e esse é um país que respeita contratos e a gente continua avançando nas nossas apostas no país', disse o presidente da Shell no Brasil, André Araujo, ao ser perguntado se empresa não temia os riscos políticos.

    'O que a gente espera é que o próximo governo continue entendendo o papel que a indústria de óleo e gás traz para o país e mantendo regras cada vez mais claras e previsibilidade.'

    Já o consórcio formado por Exxon Mobil e QPI, do Catar, levou o bloco de Titã no pré-sal da Bacia de Santos, com lance de 23,49 por cento de excedente em óleo à União, versus percentual mínimo de 9,53 por cento --a norte-americana ficou como operadora do consórcio, com 64 por cento de participação.

    'Estamos muito felizes, o desfecho dessa rodada, realmente, nesse último ano, foi excelente para a gente... passamos a ter 26 blocos no Brasil... Nós acreditamos no cronograma que a ANP está desenvolvendo, de ter licitações contínuas. Claro, vamos continuar avaliando cada licitação', disse a presidente da Exxon no Brasil, Carla Lacerda.

    O consórcio formado pelas companhias BP Energy, Ecopetrol e CNOOC arrematou o bloco de Pau Brasil, também no pré-sal da Bacia de Santos, com lance de 63,79 por cento de excedente em óleo, versus percentual mínimo de 24,82 por cento.

    A BP Energy, como operadora do consórcio vencedor, terá 50 de participação; Ecopetrol terá 20 por cento, e CNOOC, 30 por cento.

    O presidente da BP Upstream na América Latina, Felipe Arbelaez, comemorou a estreia como operador em uma área do pré-sal sob regime de partilha de produção.

    Ele disse ter ficado satisfeito após vencer o lance concorrente, feito por um consórcio formado pela Petrobras, em parceria com a CNODC e a Total (operadora), com uma pequena diferença entre os percentuais ofertados. O perdedor ofertou 62,40 por cento.

    A Petrobras, conforme a lei para o pré-sal, poderia ter exercido o direito de ser operadora da área antes do leilão, mas não o fez.

    Já a Petrobras arrematou o bloco Sudoeste de Tartaruga Verde, no pré-sal da Bacia de Campos. A petroleira estatal foi a única a dar lance pelo bloco, oferecendo o percentual mínimo de 10,01 por cento de excedente em óleo.

    A estatal tem interesse na área por já contar com concessão em um bloco adjacente.

    No leilão do pré-sal anterior, realizado em junho, a Petrobras havia reafirmado seu domínio no pré-sal ao bancar lances elevados que garantiram à companhia o status de operadora dos consórcios vencedores nos três blocos que foram negociados.

    (Por Marta Nogueira, Rodrigo Viga Gaier, Alexandra Alper e Gabriel Stargardter)

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