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    Petrobras busca parceiro para revitalizar campos terrestres

    Por Alexandra Alper

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras lançou, em maio, licitação para contratar empresa prestadora de serviço para a revitalização de campos terrestres do Polo Canto do Amaro, no Rio Grande do Norte, na Bacia Potiguar.

    Pelo contrato de serviço, que terá prazo de 15 anos, a empresa vencedora fará investimentos e aportará conhecimento e tecnologias com o objetivo de elevar o fator de recuperação dos campos e, assim, aumentar o retorno para a Petrobras.

    A empresa vencedora, segundo a petroleira, terá sua remuneração baseada no resultado da produção total obtida pela Petrobras no Polo Canto do Amaro. O plano foi noticiado pela primeira vez pela Reuters em junho.

    Essa é a primeira vez que a companhia utiliza esse modelo de negócio, derivado de iniciativa estratégica que busca soluções de projeto através de serviços com aporte tecnológico, para a revitalização e aumento do fator de recuperação em campos maduros , disse a Petrobras em comunicado à Reuters na noite de quinta-feira.

    A partir dos resultados alcançados, a estatal vai avaliar a aplicação do modelo em outros projetos, segundo a Petrobras.

    Pelo modelo, a empresa contratada será responsável por todo o investimento a ser feito nos campos e pelo custo de operação e manutenção de todos os poços e abandono dos poços por ela perfurados.

    Além disso, a Petrobras continuará como operadora dos campos, detentora das reservas e responsável pelos outros custos de operação do sistema de produção.

    O acordo representaria um novo caminho para a endividada petroleira impulsionar a produção em campos maduros, sem perder o controle ou arriscar capital.

    Tal acordo também permitiria que empresas de serviços de petróleo usassem equipamentos caros ociosos por anos durante a desaceleração da indústria de petróleo no Brasil. O setor foi prejudicado pelos baixos preços do petróleo e por um enorme escândalo de corrupção na Petrobras.

    A Reuters publicou anteriormente que tanto a Schlumberger quanto a Halliburton estavam preparando ofertas para o projeto. Ambas as companhias preferiram não comentar quando procuradas nesta sexta-feira.

    A Petrobras não informou quando a companhia ganhadora será definida.

    (Por Alexandra Alper; Reportagem adicional por Liz Hampton)

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    ANP vê como possível leilão de excedente da cessão onerosa em 29 de novembro

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) avalia ser possível resolver os trâmites necessários para realizar o mega leilão de volumes excedentes da chamada cessão onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos, em 29 de novembro, disse o diretor-geral da reguladora, Décio Oddone, em linha com o que vem sendo sinalizado pelo governo.

    O contrato da cessão onerosa foi assinado entre governo e Petrobras em 2010, permitindo que a estatal produzisse até 5 bilhões de barris de óleo equivalente em uma determinada região do pré-sal. Mas as reservas encontradas são muito maiores, e o governo quer licitá-las.

    O leilão depende, no entanto, de aprovação no Senado e sanção presidencial de um projeto de lei, além de uma revisão do contrato da cessão onerosa entre Petrobras e União, antes que o governo possa aprovar a realização do certame.

    Se o governo decidir, esse prazo de 29 de novembro, que o (secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia) Márcio Félix está sinalizando, é possível sim, para nós é possível , disse Oddone, ao chegar a evento no Rio de Janeiro para lançamento do Anuário da Indústria de Petróleo.

    A ANP tem o modelo dela pronto. Não vou dizer para vocês que a ANP não está pronta para fazer leilão. Claro que está pronta.

    Normalmente, a autarquia precisa de cerca de quatro meses para concluir trâmites para a realização de um leilão de áreas exploratórias de petróleo, a partir da aprovação do governo federal. Dentre eles, a ANP realiza consulta e audiência públicas das minutas dos contratos e editais das licitações.

    Oddone reafirmou que a agência calcula que haja entre 5 bilhões e 15 bilhões de barris de óleo equivalentes excedentes ao contrato da cessão onerosa. Segundo ele, considerando-se um volume de 10 bilhões de barris de excedentes, que seria o mais provável, em sua avaliação, seriam demandadas 17 plataformas de produção de óleo e gás e bilhões de reais em investimentos --para cada plataforma, por exemplo, seriam necessários 6 bilhões de dólares.

    A produção dos excedentes, segundo Oddone, vai gerar ao longo de toda a vida útil das áreas uma arrecadação total, nominal, para o governo federal, de 1,8 trilhão de reais.

    Ele previu que o pico de produção dessas reservas deve ser de 2 milhões de barris por dia, marca que poderia ser alcançada em 10 anos caso elas sejam licitadas ainda em 2018.

    REFINO

    Oddone também voltou a defender o processo de venda de controle da Petrobras de algumas de suas refinarias, como forma de reduzir o monopólio da empresa na produção de combustíveis no país. A empresa hoje é dona de quase 100 por cento da capacidade do Brasil de refino de petróleo.

    Na terça-feira, a Petrobras anunciou a suspensão de venda de 60 por cento de sua participação em instalações de refino e logística no Nordeste e Sul do país, além de outros ativos, após decisão cautelar do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela qual a venda de ações de empresas públicas depende de autorização legislativa.

    Acho que o processo de desinvestimento da Petrobras, como proposto pela Petrobras, deve continuar , pontuou Oddone.

    (Por Marta Nogueira)

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    ANP vê como possível leilão de excedente da cessão onerosa em 29 de novembro

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) avalia ser possível realizar os trâmites necessários para o mega leilão de volumes excedentes da chamada cessão onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos, em 29 de novembro, disse o diretor-geral da reguladora, Décio Oddone, em linha com o que vem sendo sinalizado pelo governo.

    O contrato da cessão onerosa foi assinado entre governo e Petrobras em 2010, permitindo que a estatal produzisse até 5 bilhões de barris de óleo equivalente em uma determinada região do pré-sal. Mas as reservas encontradas são muito maiores, e o governo quer licitá-las.

    O leilão depende, no entanto, de aprovação no Senado e sanção presidencial de um projeto de lei, além de uma revisão do contrato da cessão onerosa entre Petrobras e União, antes que o governo possa aprovar a realização do certame.

    Se o governo decidir, esse prazo de 29 de novembro, que o (secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia) Márcio Félix está sinalizando, é possível sim, para nós é possível , disse Oddone, ao chegar a evento no Rio de Janeiro para lançamento do Anuário da Indústria de Petróleo.

    A ANP tem o modelo dela pronto. Não vou dizer para vocês que a ANP não está pronta para fazer leilão. Claro que está pronta.

    Normalmente, a autarquia precisa de alguns meses para concluir trâmites para a realização de um leilão de áreas exploratórias de petróleo, a partir da aprovação do governo federal. Dentre eles, a ANP realiza consulta e audiência públicas das minutas dos contratos e editais das licitações.

    Oddone também voltou a defender o processo de venda de controle da Petrobras de algumas de suas refinarias, como forma de reduzir o monopólio da empresa na produção de combustíveis no país. A empresa hoje é dona de quase 100 por cento da capacidade do Brasil de refino de petróleo.

    Na terça-feira, a Petrobras anunciou a suspensão de venda de 60 por cento de sua participação em instalações de refino e logística no Nordeste e Sul do país, além de outros ativos, após decisão cautelar do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela qual a venda de ações de empresas públicas depende de autorização legislativa.

    Acho que o processo de desinvestimento da Petrobras, como proposto pela Petrobras, deve continuar , pontuou Oddone.

    (Por Marta Nogueira)

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    Opep concorda com modesto aumento de produção após acordo entre sauditas e Irã

    Por Rania El Gamal e Alex Lawler e Shadia Nasralla

    VIENA (Reuters) - A Opep concordou nesta sexta-feira com um modesto aumento na produção de petróleo a partir de julho, depois que seu líder, a Arábia Saudita, persuadiu o Irã a cooperar em meio a pedidos de grandes consumidores para ajudar a reduzir o preço da commodity.

    Mas o acordo falhou em anunciar uma clara meta de aumento de produção, deixando operadores avaliando quanto a Opep vai efetivamente produzir. Os preços do petróleo nos EUA subiram 5 por cento.

    Espero que a Opep aumente a produção substancialmente. É preciso manter os preços baixos! , escreveu o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Twitter, menos de uma hora depois de a Opep ter anunciado sua decisão.

    Os Estados Unidos, a China e a Índia pediram à Opep que liberasse mais oferta para evitar um déficit petrolífero que prejudicaria a economia global.

    A Organização de Países Exportadores de Petróleo disse em comunicado que o grupo retomará o comprometimento de 100 por cento dos cortes de produção acordados anteriormente, o que na prática representaria aumento de produção. A Opep não deu um volume específico.

    A Arábia Saudita disse que a mudança seria traduzida em um aumento nominal da produção de 1 milhão de barris por dia (bpd), ou 1 por cento da oferta global. O Iraque disse que o aumento efetivo seria de cerca de 770 mil bpd, porque muitos países que sofreram com o declínio da produção teriam dificuldade de alcançar as cotas completas.

    Ao evitar estabelecer objetivos individuais para os países, o acordo parece dar margem de manobra para a Arábia Saudita produzir mais do que o seu objetivo oficial da Opep e preencher a lacuna deixada por produtores como a Venezuela, que não conseguem bombear o suficiente para suprir sua cota oficial.

    O Irã, terceiro maior produtor da Opep, exigiu que a organização rejeite pedidos do presidente dos EUA, Donald Trump, por um aumento no fornecimento de petróleo, argumentando que o norte-americano contribuiu para um aumento recente dos preços ao impor sanções ao Irã e à Venezuela.

    Trump impôs novas sanções a Teerã em maio, e analistas do mercado esperam que a produção do Irã caia em um terço até o final de 2018. Isso significa que o país tem pouco a ganhar com um acordo para aumentar a produção da Opep, diferentemente da Arábia Saudita.

    No entanto, o ministro de Energia da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, parece ter convencido seu colega iraniano Bijan Zanganeh a apoiar o aumento poucas horas antes da reunião desta sexta-feira, em Viena, na Áustria.

    A Opep e seus aliados participaram desde o ano passado de um pacto para reduzir a produção em 1,8 milhão de bpd. A medida ajudou a reequilibrar o mercado nos últimos 18 meses e impulsionou os preços para cerca de 75 dólares por barril, de 27 dólares em 2016.

    Mas interrupções inesperadas na Venezuela, Líbia e Angola reduziram efetivamente os cortes de oferta para cerca de 2,8 milhões de bpd nos últimos meses.

    O aumento do bombeamento acordado nesta sexta-feira tem sido altamente influente no mercado e foi visto como modesto.

    Será o suficiente para o momento, mas não o suficiente para o quarto trimestre para suprir os cortes nas exportações iranianas e da Venezeula , disse Gary Ross, chefe de análises globais de petróleo na S&P Global.

    Não há muita capacidade ociosa no mundo. Se perdermos 1 milhão de bpd de produção da Venezuela e do Irã no quarto trimestre, de onde virão esses barris? Estamos em busca de preços mais altos por mais tempo , ele disse.

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