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    Placeholder - loading - Imagem da notícia ENTREVISTA-Petrobras vê salto na produção de petróleo em 2019 e corte de US$10 bi na dívida

    ENTREVISTA-Petrobras vê salto na produção de petróleo em 2019 e corte de US$10 bi na dívida

    Por Devika Krishna Kumar e Simon Webb

    NOVA YORK (Reuters) - A Petrobras tem como objetivo elevar a produção de petróleo de 8 a 10 por cento, para cerca de 2,3 milhões de barris por dia (bpd), em 2019 e reduzir a dívida em mais 10 bilhões de dólares no próximo ano, disse o diretor-executivo financeiro e de relacionamento com investidores da estatal, Rafael Grisolia, à Reuters.

    A petroleira mais endividada do mundo está a caminho de reduzir a dívida para 69 bilhões de dólares até o final deste ano, apesar de ficar abaixo da meta de 21 bilhões de dólares de desinvestimentos (biênio 2017-2018), afirmou o executivo em entrevista em Nova York na sexta-feira.

    A empresa reduziu significativamente sua dívida líquida em relação aos 106 bilhões de dólares de 2014, quando destinou montantes elevados para financiar o desenvolvimento de enormes campos de petróleo no pré-sal.

    Posteriormente, a Petrobras perdeu a confiança do investidor à medida que os preços do petróleo caíram, um escândalo de corrupção atingiu a empresa e as perdas na área de abastecimento aumentaram.

    A Petrobras pretende reduzir a dívida líquida em mais 10 bilhões de dólares em 2019 para chegar numa razão de 2 vezes a dívida líquida pelo Ebitda, disse ele.

    A empresa continuará cortando dívida até que a proporção dívida líquida/Ebitda atinja 1 a 1,5 vez, destacou o executivo, o que colocaria a companhia em linha com suas pares do setor de petróleo no mundo.

    'Se você olhar para os nossos concorrentes diretos e pares como Chevron, Exxon e BP, precisamos procurar uma estrutura de capital mais leve', disse Grisolia.

    A empresa deve atingir uma proporção de 1,5 vez em 2020 como parte do próximo plano de negócios de cinco anos da Petrobras, disse ele, embora isso dependa dos preços internacionais do petróleo e de outras variáveis, como a taxa de câmbio.

    Nos próximos cinco a seis anos, uma vez que a empresa tenha atingido as metas de reestruturação de dívida, a Petrobras pode considerar investimentos estrangeiros para facilitar as exportações resultantes do aumento da produção dos campos do pré-sal, disse ele.

    A empresa pode investir em terminais no exterior para receber gás natural liquefeito (GNL), disse Grisolia. Isso ajudaria o Brasil a exportar mais gás, ele acrescentou.

    A Exxon Mobil, BP e Shell estão entre as empresas que planejam investir bilhões de dólaresno desenvolvimento de reservas em águas profundas no Brasil.

    Estima-se que o Brasil deva responder por uma grande parte do aumento na produção global de petróleo e gás de países não membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

    PREÇOS DO PETRÓLEO AJUDAM

    A companhia espera que a sua produção de petróleo aumente em cerca de 8 a 10 por cento no próximo ano, de cerca de 2,1 milhões de barris por dia (bpd) em 2018, afirmou Grisolia. Isso deve contribuir para o aumento da receita, destacou o CFO.

    Os preços do petróleo subiram para máximas de três anos e meio recentemente, à medida que as ofertas globais se tornaram mais apertadas.

    Preços mais altos do petróleo do que os estimados pela empresa em 2018 aumentaram a receita e permitiram que a Petrobras atingisse sua meta de redução de dívida, disse ele. Isso compensou 7 bilhões de dólares em vendas de ativos que a Petrobras esperava receber este ano, acrescentou o executivo.

    A empresa já recebeu 5 bilhões de dólares em vendas e receberá outros 2 bilhões de dólares antes do final do ano, eledisse.

    'Todo o desinvestimento e dinheiro do desinvestimento ajudará, mas nós não precisamos necessariamente deles para atingir a meta de 69 bilhões de dólares até o final do ano', destacou.

    SUBSÍDIOS AO DIESEL

    Em maio, um protesto dos caminhoneiros em todo o país contra preços crescentes do diesel paralisou a maior economia da América Latina e forçou o governo a baixar os preços do diesel por meio de cortes de impostos e subsídios.

    Isso prejudicou o preço das ações da Petrobras, já que os investidores ficaram preocupados sobre a possibilidade de a empresa perder novamente dinheiro para subsidiar as vendas de combustível.

    A empresa espera receber de 2 bilhões a 2,5 bilhõesreais de subsídios da reguladora de petróleo do país, a ANP, dentro de duas semanas, para compensar o fato de estar segurando as cotações nas refinarias, disse Grisolia.

    Subsídios tornaram menos lucrativo para o setor privado a importação de diesel, disse ele, mas algumas compras externas do produto continuam, e ele não prevê qualquer escassez de combustível.

    (Reportagem de Devika Krishna Kumar e Simon Webb em New York)

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    Petróleo Brent oscila perto de US$80 o barril com temores sobre oferta

    Por Amanda Cooper

    LONDRES (Reuters) - Os contratos futuros do petróleo operavam em alta nesta quarta-feira, depois de uma queda nos estoques dos Estados Unidos e com a perspectiva de perda da oferta iraniana, o que aumentava as preocupações com o delicado equilíbrio entre consumo e produção.

    O petróleo Brent subia 0,13 dólar, ou 0,16 por cento, a 79,19 dólares por barril, às 8:23 (horário de Brasília).

    O petróleo dos Estados Unidos avançava 0,62 dólar, ou 0,9 por cento, a 69,87 dólares por barril.

    'Acreditamos que os fundamentos do mercado do petróleo apoiam cada vez mais os preços, pelo menos nos níveis atuais', disse Gordon Gray, chefe global de pesquisa para o mercado de petróleo e gás do HSBC.

    'Enquanto não estamos explicitamente prevendo que o Brent suba para 100 dólares o barril, vemos riscos reais disso acontecer. O fato de que uma oferta muito maior já é necessária para a Arábia Saudita --e os baixos níveis de capacidade ociosa restante-- deixa o sistema global altamente vulnerável a qualquer interrupção ainda maior.'

    Os estoques de petróleo dos EUA caíram 8,6 milhões de barris na semana até 7 de setembro, para 395,9 milhões, disse o American Petroleum Institute (API), enquanto a Administração de Informações sobre Energia (EIA) dos EUA cortou sua previsão para o crescimento da produção de petróleo em 2019.

    Fora dos Estados Unidos, os operadores têm focado no impacto das sanções dos EUA contra o Irã, que atingirão as exportações de petróleo a partir de novembro.

    'O Irã está se tornando cada vez mais a preocupação do mercado de petróleo. As duas últimas semanas viram o esperado aperto nos fluxos do petróleo iraniano tomando forma, com as saídas gerais caindo acentuadamente', disse a consultora JBC Energy.

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    EUA não conseguirão interromper exportações de petróleo do Irã, diz chanceler a jornal

    BEIRUTE (Reuters) - O plano dos Estados Unidos para reduzir as exportações de Petróleo do Irã não serão bem-sucedidos, disse o ministro de Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, nesta quarta-feira, segundo um jornal local.

    Autoridades norte-americanas têm dito nas últimas semanas que pretendem pressionar países a parar de importar o petróleo do Irã em uma tentativa de forçar Teerã a encerrar seus programas nuclear e de míssil e seu envolvimento em conflitos regionais na Síria e no Iraque.

    'Se os norte-americanos querem manter essa ideia simplista e impossível em suas mentes, eles também devem saber suas consequências', disse Zarif ao jornal Iran. 'Eles não podem pensar que o Irã não exportará petróleo e que outros irão exportar'.

    O presidente iraniano, Hassan Rouhani, sugeriu no mês passado que o Irã poderia bloquear o Estreito de Hormuz, uma importante rota para o transporte de petróleo, se os Estados Unidos tentassem interromper as exportações de petróleo de Teerã.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, respondeu alertando que o Irã pode enfrentar sérias consequências se ameaçar os Estados Unidos.

    'Os norte-americanos montaram uma sala de guerra contra o Irã', disse Zarif. 'Nós não podemos ser arrastados a um confronto com os EUA ao cair na armadilha desta sala de guerra e jogar em um campo de batalha'.

    (Reportagem de Babak Dehghanpisheh)

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    Petrobras busca ampliar mercado na China com novo tipo de petróleo

    Por Florence Tan e Alexandra Alper

    CINGAPURA/RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras planeja levar mais petróleo ao maior importador global, a China, com a comercialização de um novo tipo de óleo, o 'medium-sweet grade', que poderá ser enviado a partir de outubro, disseram duas fontes com conhecimento do assunto.

    A Petrobras espera começar a bombear o petróleo do pré-sal de novas plataformas no quarto trimestre, o que aumentaria a produção do maior produtor da América Latina e elevaria suas exportações.

    A nova oferta pode ampliar a participação de mercado do Brasil na China, já que os compradores cortaram as importações de petróleo dos Estados Unidos após o anúncio de Pequim de que irá estabelecer tarifas sobre o petróleo dos EUA em retaliação a medidas semelhantes de Washington.

    'A curva de exportação de petróleo da Petrobras está aumentando e a China é atualmente o principal mercado da empresa', disse um porta-voz da Petrobras em um e-mail.

    'Com o crescente interesse das refinarias (chinesas) em comprar petróleo diretamente dos produtores... a Petrobras aumentará sua presença com essas refinarias.'

    A Petrobras iniciou a produção em abril em seu campo de Búzios, na bacia de Santos, a partir da plataforma P-74, localizada a cerca de 200 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, em lâmina d'água de 2.000 metros, segundo o site da companhia.

    Mais duas plataformas, a P-75 e a P-76, devem entrar em operação no quarto trimestre. A produção total da Búzios deve crescer para 750 mil bpd até 2021, quando mais quatro plataformas entrarem em operação, disse a empresa.

    O petróleo bruto de Búzios tem densidade API de 28,4 graus e contém cerca de 0,31 por cento de enxofre, semelhante em qualidade ao do campo de Lula, um dos óleos mais populares na China, disse a empresa.

    A nova oferta pode ajudar a elevar as exportações de petróleo bruto da Petrobras, que caíram 53,8 por cento em junho ante o ano anterior, para 696 mil barris por dia (2,86 milhões de toneladas), em meio a um aumento da produção de refino da empresa.

    A produção total da Petrobras em junho foi de 2,03 milhões de bpd, queda de 1,5 por cento em relação a maio.

    A produção líquida de petróleo do Brasil, incluindo os biocombustíveis, deverá aumentar em 200 mil bpd, para 3,5 milhões bpd em 2019, depois de se manter estável em 2018, de acordo com a consultoria Energy Aspects.

    IMPULSO CHINÊS

    A demanda da China por petróleo com baixo teor de enxofre, como o petróleo de Angola e do Brasil, saltou nos últimos dois anos depois que seus refinadores independentes, também conhecidos como 'teapots', foram autorizados a importar petróleo bruto.

    Isso elevou o Brasil em dois patamares desde 2017, para o quinto lugar na lista de fornecedores da China, com 657 mil bpd no primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados da alfândega chinesa.

    As importações de petróleo do Brasil por teapots mais que dobraram no primeiro semestre de 2018, para 350 mil bpd, em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com a consultoria SIA Energy, de Pequim.

    Mais da metade dos embarques do Brasil para a China passou por portos na província de Shandong, que abriga a maioria das refinarias independentes da China, segundo dados do Thomson Reuters Eikon.

    A Petrobras também forneceu a primeira carga de petróleo à fabricante de químicos chinesa Hengli Group para o início de operação de sua nova refinaria no nordeste da China no quarto trimestre deste ano. Petróleo da área de Mero também foi entregue em Shandong em junho.

    A Petrobras inclusive ampliou sua equipe de comercialização em Cingapura para ampliar os esforços de marketing na China, disseram duas fontes com conhecimento do assunto. A estatal recrutou um profissional que já era da companhia e contratou e operador de petróleo de uma refinaria chinesa para início em setembro, segundo as fontes.

    'Para melhorar sua participação no mercado chinês, e considerando a entrada das 'teapots' no mercado internacional, a Petrobras considera que é necessário ter um profissional fluente em mandarim para o desenvolvimento específico desse mercado', disse a Petrobras, sem confirmar a nova contratação.

    A líder em refino na Ásia, Sinopec, comprou um terço das importações de petróleo do Brasil pela China no primeiro semestre de 2018, alta de 13 por cento ante o ano anterior, segundo o analista da SIA Energy, Seng Yick Tee.

    'A Sinopec e as independentes têm apetite por importações adicionais de petróleo do Brasil, e as potenciais tarifas sobre o óleo dos EUA são uma das razões', afirmou Tee.

    Ele adicionou que margens fracas e um aperto no crédito tem pressionado as refinarias independentes, o que deve levá-las a buscar oferta de petróleo mais competitivo.

    Outros vendedores de petróleo do Brasil incluem a Royal Dutch Shell e a Equinor. As estatais chinesas China National Petroleum Corp (CNPC) e CNOOC Ltd também possuem fatias em campos de petróleo no país.

    (Por Florence Tan, em Cingapura, e Alexandra Alper, no Rio de Janeiro)

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    Petróleo passará minério como 2º produto na exportação do Brasil em 2018, prevê AEB

    Por Roberto Samora

    SÃO PAULO (Reuters) - As exportações de petróleo do Brasil deverão ocupar em 2018 a segunda colocação entre os produtos com maior valor nos embarques brasileiros, impulsionadas por um forte aumento dos preços, de acordo com previsão desta terça-feira da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

    O faturamento com as exportações de petróleo do Brasil, que só ficará atrás do da soja --que ocupará a primeira posição pelo quarto ano consecutivo-- deverá somar cerca de 21 bilhões de dólares em 2018, à medida que a produção do pré-sal cresce com novos players além da Petrobras.

    Enquanto isso, as divisas geradas com a soja em 2018 foram estimadas em 28,3 bilhões de dólares.

    As previsões representam um forte aumento na comparação com os números divulgados pela AEB ao final do ano passado, quando a associação esperava para 2018 embarques equivalentes a 22,8 bilhões de dólares de soja e 16,5 bilhões de petróleo, respectivamente.

    Já o minério de ferro, que vem sendo o segundo principal produto do Brasil nos últimos anos, deve perder o posto para o petróleo apesar de um crescimento esperado na extração da Vale, maior produtora global da matéria-prima do aço.

    Os embarques de minério foram projetados em 19,2 bilhões de dólares no ano, praticamente estáveis ante 2017, mas com uma queda na comparação com os 20,4 bilhões previstos anteriormente.

    As cotações de soja e petróleo, por sua vez, subiram desde que a AEB divulgou suas estimativas preliminares para 2018, com questões relacionadas a uma seca na Argentina, que derrubou a safra do país vizinho, sem falar que a colheita do Brasil surpreendeu e atingiu um recorde --o país é o maior exportador global da oleaginosa.

    Mais recentemente, os preços no Brasil estão sendo sustentados por uma guerra comercial entre EUA e China, o que também tem impulsionado embarques do produto brasileiro.

    No caso do petróleo, um acordo para reduzir a produção de grandes produtores globais impulsionou os preços.

    'Em 2018, a concentração nos três principais produtos de exportação crescerá ainda mais, com soja, petróleo e minério de ferro atingindo o recorde de 30,5 por cento, consolidando a elevada dependência das commodities nas exportações e no superávit comercial...', disse a AEB, em comunicado divulgado pelo seu presidente José Augusto de Castro.

    Com a alta nos números de soja e no petróleo, a associação também revisou a previsão de exportação total do Brasil, para 224,44 bilhões de dólares, versus 218,96 bilhões de dólares na previsão do final do ano passado.

    Dessa forma, a AEB estimou superávit de 56,31 bilhões de dólares, ante 50,34 bilhões de dólares na projeção do final do ano passado.

    Com a alta na estimativa do saldo comercial, agora a AEB vê uma queda menor no superávit ante o ano passado, de quase 16 por cento, ante redução de 23 por cento prevista ao final do ano passado.

    Segundo a AEB, a forte concentração das exportações com commodities reforça, com números, 'a imperiosa necessidade de reformas estruturais para reduzir o Custo-Brasil e gerar competitividade nas exportações de manufaturados'.

    'Pelo quinto ano consecutivo, as exportações brasileiras de manufaturados permanecerão estagnadas em patamar inferior aos valores de 2007, especialmente após a crise argentina deflagrada no final do primeiro semestre', disse.

    Entre os dez principais produtos exportados pelo Brasil, nove são commodities e apenas um (automóveis) é manufaturado.

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    Irã diz que vai retaliar se EUA tentarem bloquear exportações de petróleo

    (Reuters) - O Irã vai reagir com medidas na mesma proporção se os Estados Unidos tentarem bloquear suas exportações de petróleo, disse o Ministério de Relações Exteriores iraniano nesta terça-feira, e o chefe das Forças Armadas da República Islâmica afirmou que as ameaças dos EUA poderiam gerar uma reação 'inimaginável e indesejável'.

    Autoridades dos EUA têm intensificado esforços diplomáticos para pressionar outros países a paralisar as importações de petróleo iraniano.

    'Se os Estados Unidos querem tomar um passo sério nesta direção, serão definitivamente recebidos com uma reação e contramedidas equivalentes por parte do Irã', disse o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, Bahram Qassemi, segundo a agência estatal de notícias Irna.

    O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, reiterou no sábado a sugestão do presidente iraniano, Hassan Rouhani, de que Teerã pode bloquear exportações de petróleo do Golfo Pérsico se suas próprias exportações forem interrompidas.

    As já tensas relações entre Teerã e Washington têm piorado nos últimos dias.

    O chefe das Forças Armadas do Irã, general Mohammad Bagheri, disse nesta terça-feira que o Irã quer paz, mas vai defender seus interesses no Golfo Pérsico.

    'Como poder dominante no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz, o Irã tem sido o garantidor da segurança dos embarques e da economia global nessa passagem vital, e tem força para tomar medidas contra qualquer plano para essa região', disse Bagheri.

    Na segunda-feira, o Irã minimizou um alerta do presidente norte-americano, Donald Trump, de que estaria arriscando sofrer consequências terríveis, 'como poucos durante a história sofreram antes', se fizesse novamente ameaças contra os EUA.

    O Irã tem enfrentado a ameaça de sanções dos Estados Unidos desde que Trump decidiu, em maio, retirar Washington de um acordo nuclear fechado em 2015 entre potenciais mundiais e Teerã.

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    Irã diz que responderá da mesma maneira se EUA tentarem bloquear exportações de petróleo

    (Reuters) - O Irã irá responder com medidas equivalentes se os Estados Unidos tentarem bloquear as exportações iranianas de petróleo, disse o Ministério de Relações Exteriores de Teerã nesta terça-feira.

    Autoridades norte-americanas estão intensificando esforços diplomáticos para pressionar países a parar de importar petróleo do Irã.

    'Se os Estados Unidos querem tomar um passo sério nesta direção, serão definitivamente recebidos com uma reação e contramedidas equivalentes por parte do Irã', disse o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, Bahram Qassemi, segundo a agência de notícias estatal Irna.

    O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, reiterou no sábado a sugestão do presidente iraniano, Hassan Rouhani, de que Teerã pode bloquear exportações de petróleo do Golfo Pérsico se suas próprias exportações forem interrompidas.

    As tensas relações entre Teerã e Washington têm piorado nos últimos dias.

    Na segunda-feira, o Irã minimizou um alerta do presidente norte-americano, Donald Trump, de que estaria arriscando sofrer consequências terríveis, 'como poucos durante a história sofreram antes', se fizesse novamente ameaças contra os EUA.

    O Irã tem enfrentado a ameaça de sanções dos Estados Unidos desde que Trump decidiu, em maio, retirar Washington de um acordo nuclear fechado em 2015 entre potenciais mundiais e Teerã.

    (Reportagem de Babak Dehghanpisheh)

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    Petrobras busca parceiro para revitalizar campos terrestres

    Por Alexandra Alper

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras lançou, em maio, licitação para contratar empresa prestadora de serviço para a revitalização de campos terrestres do Polo Canto do Amaro, no Rio Grande do Norte, na Bacia Potiguar.

    Pelo contrato de serviço, que terá prazo de 15 anos, a empresa vencedora fará investimentos e aportará conhecimento e tecnologias com o objetivo de elevar o fator de recuperação dos campos e, assim, aumentar o retorno para a Petrobras.

    A empresa vencedora, segundo a petroleira, terá sua remuneração baseada no resultado da produção total obtida pela Petrobras no Polo Canto do Amaro. O plano foi noticiado pela primeira vez pela Reuters em junho.

    Essa é a primeira vez que a companhia utiliza esse modelo de negócio, derivado de iniciativa estratégica que busca soluções de projeto através de serviços com aporte tecnológico, para a revitalização e aumento do fator de recuperação em campos maduros , disse a Petrobras em comunicado à Reuters na noite de quinta-feira.

    A partir dos resultados alcançados, a estatal vai avaliar a aplicação do modelo em outros projetos, segundo a Petrobras.

    Pelo modelo, a empresa contratada será responsável por todo o investimento a ser feito nos campos e pelo custo de operação e manutenção de todos os poços e abandono dos poços por ela perfurados.

    Além disso, a Petrobras continuará como operadora dos campos, detentora das reservas e responsável pelos outros custos de operação do sistema de produção.

    O acordo representaria um novo caminho para a endividada petroleira impulsionar a produção em campos maduros, sem perder o controle ou arriscar capital.

    Tal acordo também permitiria que empresas de serviços de petróleo usassem equipamentos caros ociosos por anos durante a desaceleração da indústria de petróleo no Brasil. O setor foi prejudicado pelos baixos preços do petróleo e por um enorme escândalo de corrupção na Petrobras.

    A Reuters publicou anteriormente que tanto a Schlumberger quanto a Halliburton estavam preparando ofertas para o projeto. Ambas as companhias preferiram não comentar quando procuradas nesta sexta-feira.

    A Petrobras não informou quando a companhia ganhadora será definida.

    (Por Alexandra Alper; Reportagem adicional por Liz Hampton)

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    ANP vê como possível leilão de excedente da cessão onerosa em 29 de novembro

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) avalia ser possível resolver os trâmites necessários para realizar o mega leilão de volumes excedentes da chamada cessão onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos, em 29 de novembro, disse o diretor-geral da reguladora, Décio Oddone, em linha com o que vem sendo sinalizado pelo governo.

    O contrato da cessão onerosa foi assinado entre governo e Petrobras em 2010, permitindo que a estatal produzisse até 5 bilhões de barris de óleo equivalente em uma determinada região do pré-sal. Mas as reservas encontradas são muito maiores, e o governo quer licitá-las.

    O leilão depende, no entanto, de aprovação no Senado e sanção presidencial de um projeto de lei, além de uma revisão do contrato da cessão onerosa entre Petrobras e União, antes que o governo possa aprovar a realização do certame.

    Se o governo decidir, esse prazo de 29 de novembro, que o (secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia) Márcio Félix está sinalizando, é possível sim, para nós é possível , disse Oddone, ao chegar a evento no Rio de Janeiro para lançamento do Anuário da Indústria de Petróleo.

    A ANP tem o modelo dela pronto. Não vou dizer para vocês que a ANP não está pronta para fazer leilão. Claro que está pronta.

    Normalmente, a autarquia precisa de cerca de quatro meses para concluir trâmites para a realização de um leilão de áreas exploratórias de petróleo, a partir da aprovação do governo federal. Dentre eles, a ANP realiza consulta e audiência públicas das minutas dos contratos e editais das licitações.

    Oddone reafirmou que a agência calcula que haja entre 5 bilhões e 15 bilhões de barris de óleo equivalentes excedentes ao contrato da cessão onerosa. Segundo ele, considerando-se um volume de 10 bilhões de barris de excedentes, que seria o mais provável, em sua avaliação, seriam demandadas 17 plataformas de produção de óleo e gás e bilhões de reais em investimentos --para cada plataforma, por exemplo, seriam necessários 6 bilhões de dólares.

    A produção dos excedentes, segundo Oddone, vai gerar ao longo de toda a vida útil das áreas uma arrecadação total, nominal, para o governo federal, de 1,8 trilhão de reais.

    Ele previu que o pico de produção dessas reservas deve ser de 2 milhões de barris por dia, marca que poderia ser alcançada em 10 anos caso elas sejam licitadas ainda em 2018.

    REFINO

    Oddone também voltou a defender o processo de venda de controle da Petrobras de algumas de suas refinarias, como forma de reduzir o monopólio da empresa na produção de combustíveis no país. A empresa hoje é dona de quase 100 por cento da capacidade do Brasil de refino de petróleo.

    Na terça-feira, a Petrobras anunciou a suspensão de venda de 60 por cento de sua participação em instalações de refino e logística no Nordeste e Sul do país, além de outros ativos, após decisão cautelar do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela qual a venda de ações de empresas públicas depende de autorização legislativa.

    Acho que o processo de desinvestimento da Petrobras, como proposto pela Petrobras, deve continuar , pontuou Oddone.

    (Por Marta Nogueira)

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    ANP vê como possível leilão de excedente da cessão onerosa em 29 de novembro

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) avalia ser possível realizar os trâmites necessários para o mega leilão de volumes excedentes da chamada cessão onerosa, no pré-sal da Bacia de Santos, em 29 de novembro, disse o diretor-geral da reguladora, Décio Oddone, em linha com o que vem sendo sinalizado pelo governo.

    O contrato da cessão onerosa foi assinado entre governo e Petrobras em 2010, permitindo que a estatal produzisse até 5 bilhões de barris de óleo equivalente em uma determinada região do pré-sal. Mas as reservas encontradas são muito maiores, e o governo quer licitá-las.

    O leilão depende, no entanto, de aprovação no Senado e sanção presidencial de um projeto de lei, além de uma revisão do contrato da cessão onerosa entre Petrobras e União, antes que o governo possa aprovar a realização do certame.

    Se o governo decidir, esse prazo de 29 de novembro, que o (secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia) Márcio Félix está sinalizando, é possível sim, para nós é possível , disse Oddone, ao chegar a evento no Rio de Janeiro para lançamento do Anuário da Indústria de Petróleo.

    A ANP tem o modelo dela pronto. Não vou dizer para vocês que a ANP não está pronta para fazer leilão. Claro que está pronta.

    Normalmente, a autarquia precisa de alguns meses para concluir trâmites para a realização de um leilão de áreas exploratórias de petróleo, a partir da aprovação do governo federal. Dentre eles, a ANP realiza consulta e audiência públicas das minutas dos contratos e editais das licitações.

    Oddone também voltou a defender o processo de venda de controle da Petrobras de algumas de suas refinarias, como forma de reduzir o monopólio da empresa na produção de combustíveis no país. A empresa hoje é dona de quase 100 por cento da capacidade do Brasil de refino de petróleo.

    Na terça-feira, a Petrobras anunciou a suspensão de venda de 60 por cento de sua participação em instalações de refino e logística no Nordeste e Sul do país, além de outros ativos, após decisão cautelar do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela qual a venda de ações de empresas públicas depende de autorização legislativa.

    Acho que o processo de desinvestimento da Petrobras, como proposto pela Petrobras, deve continuar , pontuou Oddone.

    (Por Marta Nogueira)

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    Opep concorda com modesto aumento de produção após acordo entre sauditas e Irã

    Por Rania El Gamal e Alex Lawler e Shadia Nasralla

    VIENA (Reuters) - A Opep concordou nesta sexta-feira com um modesto aumento na produção de petróleo a partir de julho, depois que seu líder, a Arábia Saudita, persuadiu o Irã a cooperar em meio a pedidos de grandes consumidores para ajudar a reduzir o preço da commodity.

    Mas o acordo falhou em anunciar uma clara meta de aumento de produção, deixando operadores avaliando quanto a Opep vai efetivamente produzir. Os preços do petróleo nos EUA subiram 5 por cento.

    Espero que a Opep aumente a produção substancialmente. É preciso manter os preços baixos! , escreveu o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Twitter, menos de uma hora depois de a Opep ter anunciado sua decisão.

    Os Estados Unidos, a China e a Índia pediram à Opep que liberasse mais oferta para evitar um déficit petrolífero que prejudicaria a economia global.

    A Organização de Países Exportadores de Petróleo disse em comunicado que o grupo retomará o comprometimento de 100 por cento dos cortes de produção acordados anteriormente, o que na prática representaria aumento de produção. A Opep não deu um volume específico.

    A Arábia Saudita disse que a mudança seria traduzida em um aumento nominal da produção de 1 milhão de barris por dia (bpd), ou 1 por cento da oferta global. O Iraque disse que o aumento efetivo seria de cerca de 770 mil bpd, porque muitos países que sofreram com o declínio da produção teriam dificuldade de alcançar as cotas completas.

    Ao evitar estabelecer objetivos individuais para os países, o acordo parece dar margem de manobra para a Arábia Saudita produzir mais do que o seu objetivo oficial da Opep e preencher a lacuna deixada por produtores como a Venezuela, que não conseguem bombear o suficiente para suprir sua cota oficial.

    O Irã, terceiro maior produtor da Opep, exigiu que a organização rejeite pedidos do presidente dos EUA, Donald Trump, por um aumento no fornecimento de petróleo, argumentando que o norte-americano contribuiu para um aumento recente dos preços ao impor sanções ao Irã e à Venezuela.

    Trump impôs novas sanções a Teerã em maio, e analistas do mercado esperam que a produção do Irã caia em um terço até o final de 2018. Isso significa que o país tem pouco a ganhar com um acordo para aumentar a produção da Opep, diferentemente da Arábia Saudita.

    No entanto, o ministro de Energia da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, parece ter convencido seu colega iraniano Bijan Zanganeh a apoiar o aumento poucas horas antes da reunião desta sexta-feira, em Viena, na Áustria.

    A Opep e seus aliados participaram desde o ano passado de um pacto para reduzir a produção em 1,8 milhão de bpd. A medida ajudou a reequilibrar o mercado nos últimos 18 meses e impulsionou os preços para cerca de 75 dólares por barril, de 27 dólares em 2016.

    Mas interrupções inesperadas na Venezuela, Líbia e Angola reduziram efetivamente os cortes de oferta para cerca de 2,8 milhões de bpd nos últimos meses.

    O aumento do bombeamento acordado nesta sexta-feira tem sido altamente influente no mercado e foi visto como modesto.

    Será o suficiente para o momento, mas não o suficiente para o quarto trimestre para suprir os cortes nas exportações iranianas e da Venezeula , disse Gary Ross, chefe de análises globais de petróleo na S&P Global.

    Não há muita capacidade ociosa no mundo. Se perdermos 1 milhão de bpd de produção da Venezuela e do Irã no quarto trimestre, de onde virão esses barris? Estamos em busca de preços mais altos por mais tempo , ele disse.

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