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    Irã pedirá ajuda de premiê japonês contra sanções dos EUA sobre petróleo

    Por Parisa Hafezi

    DUBAI (Reuters) - O Irã pedirá que o Japão seja um mediador entre os governos de Teerã e Washington para suavizar as sanções impostas pelos Estados Unidos contra o petróleo iraniano, disseram autoridades iranianas antes de uma visita do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.

    Abe, o primeiro líder japonês a visitar o Irã desde a Revolução Islâmica de 1979, chega a Teerã no momento em que um confronto em ebulição entre o Irã e os EUA provoca o temor de outro conflito militar no Oriente Médio.

    'O Japão pode ajudar a amenizar a tensão atual entre o Irã e a América... como gesto de boa vontade, a América deveria ou anular as sanções injustas ao petróleo ou prorrogar as dispensas ou suspendê-las', disse um funcionário iraniano de alto escalão à Reuters.

    Durante uma visita de quatro dias ao Japão no mês passado, Trump acolheu a ajuda de Abe para lidar com o Irã, ressaltando o que chamou de 'relacionamento ótimo' entre Tóquio e Teerã.

    Como aliado dos EUA que também tem boas relações diplomáticas com o Irã, o Japão poderia estar em uma posição única como mediador entre a República Islâmica e Washington.

    'O senhor Abe pode ser um ótimo mediador para facilitar isso (a suspensão das sanções ao petróleo)... o Japão sempre respeitou o Irã, e o senhor Abe pode desempenhar um papel muito construtivo para acalmar a tensão atual, que pode prejudicar a região (Oriente Médio)', disse outra autoridade iraniana, que pediu para não ser identificada.

    As tensões entre Washington e Teerã aumentaram consideravelmente nas últimas semanas um ano depois de os EUA abandonarem um acordo firmado entre o Irã e potências mundiais para limitar o programa nuclear de Teerã em troca da suspensão de sanções.

    Washington, que considera o acordo nuclear falho e pressiona o Irã a voltar a negociar, reforçou as sanções no início de maio, ordenando que todas as nações e empresas parem de importar petróleo iraniano para não serem banidas do sistema financeiro global.

    O país também enviou forças armadas adicionais à região para se contrapor ao que descreve como ameaças iranianas.

    Em maio, o Irã ameaçou retomar em 60 dias o enriquecimento de urânio acima da pureza físsil baixa – adequada para a geração de energia nuclear civil – permitida pelo acordo a menos que outras potências se empenhem em encontrar uma maneira de proteger seu petróleo e suas indústrias bancárias dos EUA.

    Signatários europeus do pacto prometeram ajudar o Irã a encontrar outras maneiras de fazer negócios, mas até agora sem sucesso. Todas as grandes empresas europeias que haviam anunciados planos de investir no Irã os cancelaram desde então por medo da punição norte-americana.

    Abe deve conversar com o presidente iraniano, Hassan Rouhani, na tarde desta quarta-feira e se encontrar com o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, na quinta-feira.

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    Arábia Saudita reporta ataque a instalações de petróleo perto de Riad

    Por Stephen Kalin e Rania El Gamal

    RIAD/DUBAI (Reuters) - A Arábia Saudita informou que drones carregados de explosivos atingiram unidades de extração de petróleo na região de Riad nesta terça-feira, no que o governo chamou de ato de terrorismo, dois dias após navios petroleiros sauditas serem sabotados na costa dos Emirados Árabes Unidos.

    O ministro da Energia do maior exportador de petróleo do mundo, Khalid al-Falih, disse que um ataque a duas unidades não interrompeu a produção da commodity nem a exportação de petróleo ou produtos derivados.

    O ministro afirmou, em comentários televisionados pela mídia estatal, que os dois ataques recentes ameaçaram o abastecimento global de petróleo e comprovaram a necessidade de combater 'grupos terroristas por trás desses atos tão destrutivos', incluindo a milícia Houthi, apoiada pelo Irã no Iêmen.

    Administrada pelos houthis, a Masirah TV citou uma autoridade militar nesta terça-feira dizendo que os houthis haviam lançado ataques com drones em 'instalações sauditas vitais'. Uma coalizão militar liderada pela Arábia Saudita combate os houthis no Iêmen há quatro anos.

    O ataque desta terça-feira e a operação contra embarcações comerciais ao longo da costa dos Emirados Árabes Unidos ocorreram no domingo, à medida que os Estados Unidos e o Irã trocavam farpas sobre as sanções e a presença militar dos EUA na região.

    Os Emirados Árabes Unidos não revelaram detalhes sobre a natureza do ataque a navios próximo de Fujairah, região vizinha ao Estreito de Ormuz, nem culparam qualquer parte ou país.

    O Irã foi um dos principais suspeitos de sabotagem no domingo, apesar de Washington não ter provas conclusivas, disse um funcionário norte-americano familiarizado com a inteligência dos EUA na segunda-feira.

    O Irã negou envolvimento e descreveu o ataque aos quatro navios comerciais como 'preocupante e terrível'. O país pediu uma investigação.

    O embaixador dos EUA na Arábia Saudita disse que Washington deveria aceitar o que chamou de 'respostas razoáveis após a guerra', após determinarem quem estava por trás dos ataques perto de Fujairah.

    'Precisamos fazer uma investigação completa para entender o que aconteceu, por que isso aconteceu e, em seguida, chegar a respostas razoáveis após a guerra', disse o embaixador John Abizaid a repórteres na capital saudita em comentários publicados nesta terça-feira.

    'Não é de interesse (do Irã), não é do nosso interesse, não é do interesse da Arábia Saudita ter um conflito.'

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro, +5521 2223 7141))

    REUTERS DM PF

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    Preços do petróleo batem máximas de 2019 com EUA prometendo maiores sanções ao Irã

    Por Stephanie Kelly

    NOVA YORK (Reuters) - Os preços do petróleo avançaram mais de 2 por cento nesta segunda-feira, para máximas de quase seis meses, pela crescente preocupação a respeito de uma redução na oferta global, após os Estados Unidos anunciarem restrições ainda maiores às exportações de petróleo do Irã.

    Washington afirmou que eliminará em maio todas as isenções que permitiam a oito economias continuarem comprando petróleo iraniano, sem que enfrentassem as sanções norte-americanas.

    'O prêmio do risco geopolítico está de volta ao mercado do petróleo, e em grande estilo', disse John Kilduff, sócio da Again Capital em Nova York. 'A maioria dos interesses comerciais legítimos, senão todos, evitará compras de petróleo do Irã. O fluxo iraniano será reduzido a uma gota.'

    Os contratos futuros do petróleo Brent avançaram 2,07 dólares, ou 2,88 por cento, e fecharam a 74,04 dólares por barril. A máxima da sessão, de 74,52 dólares o barril, foi o maior nível do valor de referência desde 1º de novembro.

    Já os futuros do petróleo norte-americano saltaram 1,70 dólar, ou 2,66 por cento, fechando a 65,70 dólares por barril. O contrato bateu 65,92 dólares/barril, sua máxima desde 31 de outubro.

    Em novembro, os EUA reimpuseram sanções às exportações de petróleo da República Islâmica, mas cederam isenções aos oito principais compradores do produto iraniano: China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Turquia, Itália e Grécia. Foi permitido a eles que mantivessem aquisições limitadas por seis meses.

    O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, reiterou nesta segunda-feira que o objetivo de Washington é derrubar as exportações de petróleo iraniano para zero e acrescentou que os EUA não têm planos de dar qualquer período de 'carência' após 1º de maio.

    O Irã declarou que a decisão dos EUA de não renovar as isenções 'não tem valor', mas que Teerã estava em contato com parceiros europeus e vizinhos e que agiria 'de acordo', noticiaram agências de notícias locais, citando o Ministério das Relações Exteriores.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a Arábia Saudita e outros países da Opep podem 'mais que compensar' qualquer queda na oferta iraniana.

    A Arábia Saudita disse que irá coordenar com outros produtores para garantir uma oferta adequada de petróleo e um mercado equilibrado.

    (Reportagem adicional de Alex Lawler em Londres e Henning Gloystein em Cingapura)

    ((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447745))

    REUTERS GA RS

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    EUA não renovarão isenções a importadores de petróleo do Irã; preços saltam

    Por Lesley Wroughton

    WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos afirmaram nesta segunda-feira que vão eliminar em maio todas as isenções concedidas a oito economias que compram petróleo do Irã sem sanções, em uma medida que visa elevar a pressão para sufocar as receitas da República Islâmica.

    A decisão, tomada pelo presidente Donald Trump, elevou os preços do petróleo às máximas de 2019, embora a Casa Branca tenha dito que os EUA estão trabalhando com a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos para garantir que o mercado de petróleo seja 'abastecido adequadamente'.

    As sanções foram impostas quando Washington pressionou o Irã a reduzir seu programa nuclear e deixar de apoiar militantes em todo o Oriente Médio.

    O secretário de Estado Mike Pompeo reiterou nesta segunda-feira que o objetivo de Washington é derrubar as exportações de petróleo iraniano para zero e acrescentou que os Estados Unidos não têm planos de dar qualquer período de 'carência' após 1º de maio.

    'Hoje estou anunciando que não vamos mais conceder isenções', disse Pompeo em um comunicado. 'Estamos indo para zero. Vamos zerar o placar.'

    Os preços do petróleo Brent trabalham em alta após tocarem mais cedo uma máxima de 74,31 dólares por barril, maior nível desde o início de novembro.

    Os Estados Unidos voltaram a impor sanções em novembro às exportações de petróleo iraniano depois que Trump retirou-se unilateralmente de um acordo nuclear de 2015 entre o Irã e seis potências mundiais. Trump criticou frequentemente o acordo, alcançado pelo antecessor Barack Obama, como 'o pior negócio de todos os tempos'.

    Juntamente com as sanções, Washington concedeu isenções a oito economias que reduziram suas compras de petróleo iraniano, permitindo que continuassem a comprá-lo sem incorrer em sanções por mais seis meses. Eram China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Turquia, Itália e Grécia.

    Os Estados Unidos haviam discutido nos últimos dois meses se renovariam ou não algumas isenções, evitando um aumento nos preços do petróleo e dos combustíveis, o que poderia prejudicar os consumidores norte-americanos.

    As exportações do Irã caíram para menos de 1 milhão de barris por dia, de mais de 2,5 milhões de bpd antes de as sanções serem reimpostas.

    Nos últimos meses, a Arábia Saudita e outros membros da Opep reduziram drasticamente o suprimento. Enquanto o reino deve aumentar a produção novamente, os analistas temem que o movimento dos EUA --junto com as sanções à indústria petrolífera da Venezuela-- deixará o mundo com capacidade ociosa inadequada.

    (Reportagem adicional de Makini Brice e Doina Chiacu)

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    1 M

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    Produção de petróleo do Brasil recua pelo 2º mês seguido em fevereiro

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A produção média de petróleo do Brasil em fevereiro caiu 5,4 por cento ante o mês anterior para 2,489 milhões de barris ao dia, no segundo recuo mensal consecutivo, em meio à interdição e paradas para manutenção em plataformas na Bacia de Campos, mostraram dados oficiais da agência reguladora ANP nesta terça-feira.

    Na comparação anual, a produção média de petróleo no país caiu 4,9 por cento.

    'Os principais motivos para a queda em relação a janeiro foram a interdição da plataforma P-43, que opera nos campos de Barracuda e Caratinga, e a parada programada para manutenção da FPSO Capixaba, que opera nos campos de Jubarte e Cachalote', afirmou a autarquia em nota.

    Quanto ao gás natural, a produção brasileira em fevereiro foi de 110 milhões de metros cúbicos ao dia, 2,7 por cento abaixo da de janeiro, mas 0,3 por cento acima na comparação anual.

    No total, a produção média de petróleo e gás no Brasil totalizou 3,182 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d).

    Somente no pré-sal, a produção totalizou 1,826 milhão de boe/d, queda de 0,6 por cento em relação ao mês anterior e alta de 3,6 por cento se comparada ao mesmo mês em 2018. A participação do pré-sal na produção total nacional em fevereiro foi de 57,4 por cento.

    A Petrobras havia informado anteriormente que sua produção havia caído em fevereiro por ocorrências operacionais nas plataformas P-18 e P-20, que operam no campo de Marlim, na Bacia de Campos, e no FPSO Cidade de Angra dos Reis, localizado no campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos.

    Na ocasião, a empresa não entrou em detalhes sobre as ocorrências operacionais.

    Já a Shell, segunda maior produtora do Brasil e principal parceira da Petrobras nos campos produtores do pré-sal, produziu em fevereiro 426.050 boe/d.

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    2 M

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    Brent e petróleo nos EUA fecham sem direção comum após máximas em 2019

    Por Laila Kearney

    NOVA YORK (Reuters) - Os preços do petróleo fecharam perto de uma estabilidade nesta quinta-feira, após atingirem máximas de 2019, com a Opep destacando a necessidade de estender seu programa de cortes de produção além de junho, enquanto reduz sua previsão para a demanda do seu produto.

    A incerteza sobre o progresso das negociações comerciais entre EUA e China e sobre o crescimento econômico mundial pesaram nos preços do petróleo.

    O Brent alcançou pico de quatro meses, a 68,14 dólares por barril, antes de fechar a 67,23 dólares o barril, queda de 0,32 dólar ante o fechamento da quarta-feira.

    Os futuros do petróleo dos EUA, ou WTI, fecharam a 58,61 dólares por barril, alta de 0,35 dólar.

    Ambos os valores de referência registraram rali na quarta-feira, com dados do governo norte-americano mostrando uma surpreende queda no estoque e uma estimativa menor que a esperada para o crescimento de produção dos EUA.

    Em seu relatório mensal, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo reduziu a perspectiva para a demanda por seu produto neste ano, prevendo um forte crescimento na oferta de petróleo por não membros.

    Os sinais baixistas do panorama de demanda pela Opep e a crescente produção foram compensados pela aparente decisão da organização de estender seus cortes de fornecimento, acordo de membros e produtores aliados que ajudou na alta dos preços do petróleo de mais de 20 por cento neste ano.

    Novas preocupações quanto à economia mundial prejudicaram os preços do produto.

    Em relação às negociações comerciais com a China, o presidente norte-americano, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira que os EUA estão indo bem, mas que não pode dizer se um acordo final será alcançado.

    (Reportagem adicional de Noah Browning e Henning Gloystein)

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    Venezuelanos enfrentam dificuldades com água e comida por blecaute; exportação de petróleo é interrompida

    Por Shaylim Valderrama e Anggy Polanco

    CARACAS/SAN CRISTÓBAL, Venezuela (Reuters) - Grande parte da Venezuela, incluindo áreas da capital Caracas, permanecia sem eletricidade nesta segunda-feira pelo quinto dia seguido, comprometendo as vitais exportações de petróleo e deixando pessoas com dificuldade para obter água e comida.

    O presidente Nicolás Maduro, que tem dito que o blecaute sem precedentes é resultado de uma sabotagem dos Estados Unidos na usina hidrelétrica de Guri, determinou novamente a suspensão das aulas e do funcionamento de empresas e estabelecimentos comerciais, como havia feito na sexta-feira.

    Fontes do setor de energia --de onde vem a maior parte das receitas externas da Venezuela, vital para o governo Maduro-- disseram que as exportações do principal terminal petrolífero do país, José, foram interrompidas pelo blecaute.

    O Congresso controlado pela oposição convocou uma sessão de emergência para discutir os cortes de energia, que associou com suposta negligência por parte do governo socialista de Maduro.

    O mandato de Maduro está sendo contestado pelo líder do Congresso, Juan Guaidó, que invocou a Constituição venezuelana em janeiro para assumir a Presidência após declarar a reeleição de Maduro em 2018 uma fraude.

    Guaidó foi reconhecido como chefe de Estado legítimo da Venezuela pelos Estados Unidos e Brasil e pela maior parte dos países do Ocidente, mas Maduro mantém o controle das Forças Armadas e das instituições estatais.

    O blecaute, que começou na tarde de quinta-feira, tem intensificado a frustração entre venezuelanos que já sofrem com ampla escassez de alimentos e remédios, à medida que a antes próspera economia do país passa por um colapso hiperinflacionário.

    Alimentos têm estragado dentro de geladeiras, hospitais têm enfrentado dificuldade para manter equipamentos funcionando e moradores têm se aglomerado nas ruas de Caracas em busca de instáveis sinais de telefonia para contatar familiares que vivem no exterior. Nesta segunda-feira, venezuelanos faziam fila para encher recipientes com a água que escorriam de uma montanha próxima a Caracas.

    “Isso está me deixando louca”, disse Naile Gonzalez em Chacaíto, um bairro comercial de Caracas. “O governo não quer aceitar que isso é culpa deles, porque eles não fazem nenhuma manutenção há anos.”

    Especialistas consultados pela Reuters acreditam que o blecaute nacional começou em linhas de transmissão que levam a eletricidade da hidrelétrica de Guri ao sul da Venezuela.

    A rede elétrica da Venezuela tem sofrido com anos de falta de investimento e manutenção. Restrições em importações têm afetado o fornecimento de peças de reposição, enquanto muitos técnicos qualificados têm deixado o país em meio a um êxodo de mais de três milhões de venezuelanos nos últimos três anos.

    Na manhã desta segunda-feira, uma subestação de energia explodiu no sudeste de Caracas, cortando o fornecimento para áreas próximas, de acordo com testemunhas da Reuters.

    A falta de eletricidade têm agravado uma crise em hospitais da Venezuela, que também sofrem com falta de investimentos e manutenção, além da escassez de medicamentos.

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    Petrobras pagará dividendos mínimos até elevar saúde financeira; quer ser estatal ágil

    Por Marta Nogueira e Gram Slattery

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras planeja pagar dividendos mínimos aos acionistas até que julgue ter saúde financeira suficiente para remunerar mais os investidores, afirmou nesta quinta-feira o presidente da petroleira, Roberto Castello Branco, que manteve como um dos principais objetivos a redução da dívida.

    Após quatro anos de prejuízos anuais consecutivos, a Petrobras registrou em 2018 lucro líquido de 25,8 bilhões de reais, refletindo maior ganho operacional e a melhora do resultado financeiro, resultante de menor despesa com juros e de maiores receitas financeiras devido aos ganhos com a renegociação de dívidas do setor elétrico.

    Por meio de um amplo programa de desinvestimentos e corte de custos, a empresa registrou no fim de 2018 indicador dívida líquida sobre Ebitda ajustado de 2,34 vezes, inferior à meta de 2,5 vezes, e o endividamento líquido alcançou 69,4 bilhões de dólares, uma queda de 18 por cento ante 2017.

    'Uma empresa endividada como a Petrobras... deveria pagar menos dividendos e trabalhar muito mais para criar valor para o acionista, mas somos obrigados pela lei a pagar o dividendo mínimo e permaneceremos assim até que nos julguemos com a saúde financeira suficiente para então remunerar os nossos acionistas no curto prazo', afirmou o CEO, durante teleconferência com analistas de mercado sobre os resultados em 2018.

    'Por enquanto nosso foco é no médio e longo prazo, é criar valor para o acionista.'

    Na véspera, a Petrobras anunciou remuneração total aos acionistas de 7,1 bilhões de reais pelo exercício de 2018.

    Para reduzir ainda mais a alavancagem da empresa, Castello Branco afirmou que tem um plano ousado de desinvestimentos, que prevê a saída completa de determinados ativos que não são o foco da empresa. O presidente reiterou que irá focar na exploração de produção de petróleo em águas profundas e ultraprofundas.

    'A desalavancagem é o resultado de várias iniciativas, a mais importante delas é um programa mais agressivo de desinvestimentos, e sair de onde nós não somos o dono natural', disse Castello Branco.

    'Temos que realmente nos focar no que é mais importante, no que realmente vai contar para a geração de valor para o acionista.'

    Para Castello Branco, uma empresa que tem o seu fluxo de caixa exposto a volatilidades de preços de commodity, como é o caso da Petrobras, tem que ter uma alavancagem mais próxima a 1,5 vez. Ele disse ainda que isso acontece com os pares da Petrobras 'nesse estágio do ciclo econômico'.

    Dessa forma, sem informar prazos, ele ressaltou que o objetivo da empresa é continuar pagando dívidas e atingir um indicador de endividamento líquido sobre Ebitda ajustado de 1 a 1,5 vez. No atual plano de negócios 2019-2023, a empresa prevê chegar a 2020 com o indicador abaixo de 1,5 vez.

    UMA ESTATAL COMO POUCAS

    Castello Branco, que no passado defendeu publicamente por muitas vezes a privatização da Petrobras, reiterou que o controle da empresa permanecerá nas mãos do governo, mas ressaltou que irá trabalhar para que seja uma estatal de alta qualidade, 'como poucas no mundo'.

    Segundo o executivo, a gestão de uma estatal não tem tanta liberdade para tomar decisões como a de uma empresa privada.

    'Temos que responder a mil indagações de órgãos públicos, não temos a mesma agilidade que tem uma empresa privada, mas já que a Petrobras irá permanecer como empresa estatal, vamos procurar ser uma empresa estatal como poucas no mundo, de alta qualidade', afirmou.

    Para isso, a companhia está trabalhando para tornar processos decisórios mais ágeis. No entanto, Castello Branco não entrou em detalhes.

    PRODUÇÃO

    Também na teleconferência, o diretor-executivo de Desenvolvimento da Produção & Tecnologia da Petrobras, Rudimar Lorenzatto, adiantou que a produção da companhia deverá crescer em março e abril, com a finalização do comissionamento do sistema de gás das plataformas P-74 e P-75, no campo de Búzios, na Bacia de Santos.

    'Certamente nós teremos a produção aumentada nos meses de março e abril', afirmou.

    A produção média de petróleo e gás da Petrobras em janeiro caiu 3 por cento ante o mês anterior, para 2,61 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), em meio a paradas para manutenção em diversas plataformas.

    Em fevereiro, as paradas programadas para manutenção devem continuar no mesmo nível, segundo o diretor-executivo de Exploração e Produção, Carlos Alberto de Oliveira. Mas a partir de março, a expectativa é de que as paradas devem diminuir.

    'A gente está prevendo que nós vamos ter uma maior concentração de paradas agora, depois de fevereiro, somente no segundo semestre do ano. Então a gente vai conseguir assistir um crescimento da produção a partir de março, essa é a nossa expectativa, até pela entrada de novos sistemas', afirmou.

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