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    Mercado aposta em petróleo a US$100/barril com sanções ao Irã

    Por Devika Krishna Kumar e Amanda Cooper

    NOVA YORK/LONDRES (Reuters) - Operadores do mercado de petróleo apostam que os preços de referência da commodity nos EUA poderão subir a 100 dólares o barril até o próximo ano, um patamar que até recentemente muitos consideravam impensável devido ao crescimento recorde da produção norte-americana e à demanda global relativamente estável.

    Mas o iminente retorno das sanções dos EUA sobre o Irã e gargalos que impedem o petróleo norte-americano de chegar ao mercado alimentaram uma recuperação que levou os preços de referência a máximas em quatro anos.

    Enquanto grandes nações produtoras dizem que a oferta é ampla, fundos de hedge e especuladores estão cada vez mais céticos em relação a esse argumento, apostando que o mercado poderia se recuperar à medida que as sanções sobre as exportações de petróleo do Irã voltarem em 4 de novembro.

    O viés de alta é visível no mercado de opções dos EUA. O número de posições em aberto em 100 dólares por barril em dezembro de 2019, com opções de compra, ou seja, apostando em futuros nesse nível, subiu 30 por cento na semana passada, para um recorde de 31 mil lotes, de acordo com dados da CME.

    'Nas últimas duas semanas, tem havido muito mais evidências de que mesmo alguns dos maiores clientes --Índia e China-- não vão comprar petróleo iraniano a partir de novembro', disse John Saucer, vice-presidente de pesquisa e análise da Mobius Risk.

    Como resultado, ele disse, 'essas sanções provavelmente serão muito mais eficazes do que as pessoas pensavam'.

    As exportações globais do Irã caíram para 2 milhões de barris por dia (bpd) em setembro, ante 2,8 milhões de bpd em abril, segundo o Instituto de Finanças Internacionais.

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    Petrobras eleva em 5% preço do GLP industrial e comercial, 5ª alta desde março

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras elevará em 5 por cento o preço médio do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), para uso industrial e comercial, embalado em botijões de acima de 13 kg, a partir de 20 de setembro, segundo informações publicadas no site da petroleira nesta quarta-feira.

    Desde março, este é o quinto aumento seguido do preço do GLP industrial e comercial feito pela Petrobras, acompanhando uma escalada dos preços internacionais do petróleo, que se acentuou a partir daquele mês.

    Neste ano, o reajuste aplicado a partir de quinta-feira só perde para uma alta de 7,1 por cento realizada em 8 de maio. Em julho a estatal havia subido 4,4 por cento; em 16 de maio, outros 3,6 por cento; e em 27 de março, 4,7 por cento.

    O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) afirmou em nota que, com o aumento, o ágio praticado pela Petrobras está em cerca de 15 por cento em relação ao preço no mercado internacional.

    Além disso, o sindicato afirmou que o preço do granel na Petrobras está 65,38 por cento acima do valor do botijão de até 13 kg, para uso residencial, o chamado gás de cozinha.

    'Na avaliação do Sindigás, esse ágio vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos, impactando de forma crucial empresas que operam com uso intensivo de GLP', afirmou o Sindigás.

    A Petrobras afirma que a política de preços para o GLP de uso industrial e comercial vendido nas refinarias às distribuidoras tem como base a cotação de paridade de importação, formado por valores internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas, por exemplo.

    GÁS NATURAL CANALIZADO

    O anúncio do aumento do preço do GLP industrial e comercial vem após a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) ter anunciado nesta quarta-feira que o consumo de gás natural pela indústria no Brasil atingiu o maior volume em mais de três anos em julho.

    No total, o consumo de gás em julho somou 73,4 milhões de metros cúbicos/dia, alta de 6,4 por cento ante o mesmo período de 2017.

    O volume consumido em julho pela indústria --setor responsável pela maior demanda de gás do Brasil-- foi o maior registrado pela Abegás desde junho de 2015, somando 29,3 milhões de metros cúbicos/dia, alta de 6,29 por cento ante o mesmo mês do ano passado.

    (Por Marta Nogueira)

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