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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Em discurso para eleição da presidência da Câmara, Ramalho promete portas abertas aos deputados

    Em discurso para eleição da presidência da Câmara, Ramalho promete portas abertas aos deputados

    BRASÍLIA (Reuters) - O deputado Fábio Ramalho (MDB-MG), que apresentou candidatura avulsa à presidência da Câmara, afirmou nesta sexta-feira, que caso vença a disputa pelo posto manterá portas abertas aos deputados, em uma crítica a seu principal adversário, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

    Apesar de defender que a Câmara não pode se tornar um “puxadinho” do Palácio do Planalto, Ramalho reafirmou seu compromisso com as reformas que o governo do presidente Jair Bolsonaro pretende promover.

    “O que jamais irei fazer é o que eu vejo nessa Casa. Uma Casa de uma panelinha de 12 pessoas. Uma Casa onde temos uma presidência que é de porta fechada, que tem uma casa oficial que o deputado não pode ir”, disse Ramalho, em referência a Maia, atual presidente da Câmara.

    “O meu gabinete durante dois anos foi de portas abertas', afirmou o deputado, que ocupava a vice-presidência. “A minha casa, em 12 anos, é uma casa aberta para receber todos os parlamentares.”

    Ao mesmo tempo em que defendeu a independência e soberania do Parlamento, Ramalho não deixou de lembrar aos colegas que visitou o presidente Jair Bolsonaro no hospital após sofrer o atentado a faca durante a campanha eleitoral em 2018.

    Como último argumento, destacou que a votação para a presidência da Câmara é secreta, uma aposta nas prováveis traições de parlamentares de blocos ou partidos que fecharam com outros candidatos, e afirmou que o país passa por mudanças, razão pela qual deveria haver uma renovação no comando da Casa.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Candidatura do MDB ao comando do Senado será definida na 5ª, diz Jucá

    BRASÍLIA (Reuters) - O MDB reúne sua bancada no Senado nesta terça-feira, mas só deve definir que nome irá oferecer para a presidência da Casa na quinta-feira, afirmou o presidente do partido, senador Romero Jucá (RR).

    Segundo ele, o ideal é que a bancada tenha consenso em torno de um nome. Atualmente dois senadores concorrem pela indicação dos pares: a senadora Simone Tebet (MS), que lançou oficialmente sua candidatura, e Renan Calheiros (AL), que tem negado sua intenção de disputar o posto, mas articula nos bastidores.

    “Não está definido, não será definido hoje”, disse Jucá ao chegar para a reunião. “É um processo que vai ser concluído só na quinta-feira”, afirmou.

    Na sexta-feira, o Senado se reúne para escolher, por meio de votação secreta, seu próximo presidente. Tradicionalmente, a maior bancada --atualmente a do MDB--, tem o direito de indicar um nome para o comando da Casa.

    Jucá explicou que a reunião desta terça é a primeira de muitas conversas e que trabalha pela unidade da bancada. Para ele, é natural que os interessados em disputar a presidência se coloquem e busquem o convencimento de seus pares, e não há risco de a bancada sair do processo dividida.

    O senador não descarta, ainda a possibilidade de uma candidatura avulsa.

    “A candidatura avulsa, ou de outros partidos, já aconteceu aqui no Senado e a gente espera que, no caso aqui do MDB, possa não acontecer”, afirmou.

    “É melhor nós termos a unidade, até para podermos atrair outros partidos para construir uma mesa proporcional, comissões proporcionais, enfim”, defendeu.

    Além de Renan e Simone, senadores de outros partidos alimentam a intenção de disputar a presidência do Senado. Esse é o caso de Major Olimpio (PSL-SP) e Davi Alcolumbre (DEM-AP).

    Jucá reafirmou que o MDB terá postura independente, e que continuará defendendo a reforma da Previdência.

    “O MDB pautou a reforma da Previdência no debate político. O MDB tem uma proposta econômica clara. Nós fizemos isso no governo do MDB de Michel Temer, arrumamos o país.”

    Questionado se o partido, na presidência do Senado, funcionará como uma garantia da governabilidade do governo do presidente Jair Bolsonaro --um dos pontos levantados como trunfo da senadora Simone Tebet--, Jucá afirmou que isso não depende 'só de um partido político ou de uma Casa Legislativa'.

    “A governabilidade é um conjunto”, argumentou. “O MDB tem compromisso com o Brasil, tem responsabilidade. Na verdade nós não somos aliados ao grupo do governo. Nós não temos responsabilidade na governabilidade. Governabilidade é um tema que está afastado no MDB.”

    “O MDB passou 20 e tantos anos responsável pela governabilidade e foi um peso muito grande.”

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Oposição à eleição de Maia cresce na Câmara e partidos articulam bloco

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - A oposição à reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara dos Deputados, favorito na disputa, se intensificou nesta terça-feira, e partidos seguem articulação para a formação de um bloco que envolva não apenas siglas da esquerda, mas também do centro.

    O PT, que no final do ano passado parecia isolado após anúncio da formação de bloco entre PCdoB, PDT, e PSB, reverteu o quadro após Maia obter o apoio formal do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

    Em reunião nesta terça-feira, petistas discutiram a formação de um bloco com o PSB e o PSOL, e ficou acertado o envio de emissários a outros partidos, como PDT, PCdoB, Rede, PTB, PP e MDB.

    A maioria dos partidos envolvidos na discussão têm nomes para disputar o comando da Casa. Esse é o caso do PSOL, com Marcelo Freixo (RJ), do PSB, com JHC (AL), do MDB, com Fábio Ramalho (MG), e Alceu Moreira (RS), e do PP, com Arthur Lira (AL). A estratégia, por ora, seria apresentar uma série de candidaturas avulsas para forçar a disputa a um segundo turno. Mas não está descartada, no futuro, a definição de uma candidatura do bloco.

    'As várias candidaturas que serão apresentadas, 90 por cento delas vão juntar. Vai juntar todo mundo e todo mundo vai apoiar quem for para o segundo turno. Todos contra Maia', disse à Reuters o candidato Fábio Ramalho, que hoje é vice-presidente da Câmara.

    Ramalho diz que seu grupo tem mais de 350 votos, e a formação do bloco 'está caminhando para isso'. Questionado se haveria a formação de um bloco apenas com PP e PTB, caso não consigam fechar o acordo com os partidos de esquerda, o deputado mineiro respondeu que 'não, aí temos que aguardar um pouco'.

    'Temos até 13h30 do dia 1º (de fevereiro)', afirmou, em referência ao prazo limite para a formação de blocos parlamentares antes da eleição da Mesa, que ocorre às 18h.

    Na mesma linha, o líder do PP, Arthur Lira (AL), um dos principais interlocutores da oposição a Maia, confirmou que já vinha conversando com o PT e o PSB.

    'Vamos tentar juntar todos. Se não conseguirmos, paciência, mas um bloco será feito', disse Lira à Reuters.

    'Há muitos pontos em comum entre os partidos de esquerda e alguns partidos de centro que não concordaram com as situações postas lá no outro grupo. Acho que ao final vai se convergir para formar um bloco', avaliou o líder do PP, que também tem o nome na disputa pelo comando da Casa.

    MAIOR QUE A PERNA

    Até então encarado como um perfil moderado e opção viável para a presidência da Câmara mesmo pela oposição, Maia viu a resistência à sua candidatura ganhar força nos últimos dias.

    O apoio do PSL desagradou o PSB, por exemplo, que se opõe fortemente à agenda do governo. O presidente do partido, Carlos Siqueira, já declarou abertamente que não existe a possibilidade de aliança com Maia porque o deputado se tornou o candidato do governo.

    Inicialmente, haveria chance de o partido apoiar a reeleição de Maia, até por identificar no deputado uma figura flexível, aberta ao diálogo, e que não 'atropelaria' divergências. Mas a guinada para a direita, com o apoio do PSL, acabou minando a disposição dos socialistas, que majoritariamente passaram a rejeitar uma aliança.

    A leitura que se faz é que Maia deu um passo maior que a perna ao garantir o apoio do partido de Jair Bolsonaro sem avaliar os impactos do movimento.

    Da mesma forma, o PSOL se opõe a Maia, ao PSL, e vê na sinalização para a formação de um bloco uma união contra o governo e seus 'retrocessos civilizatórios'. O partido alerta ainda para a necessidade de se aliar ao PCdoB e ao PDT.

    Segundo uma fonte que participou da reunião desta terça, o PSOL simpatiza com a ideia do bloco, mas lembrou que tem um candidato --Freixo-- à presidência da Casa.

    O mesmo movimento de Maia de aproximação com o governo teve outra leitura entre o PCdoB e o PDT, que veem no apoio à reeleição do atual presidente uma chance de garantir postos estratégicos na Casa. Os partidos, segundo duas fontes consultadas, não estão fechados a negociações, e há esperanças, dentre os articuladores do bloco, de integrá-los ao grupo.

    Há uma certa desconfiança, segundo uma das fontes, quanto às reais intenções do PP, MDB e PTB, mas ideia é tocar as conversas e garantir um bloco que tenha força e número.

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    Candidatura de Simone Tebet não divide MDB, diz partido

    BRASÍLIA (Reuters) - A candidatura da líder Simone Tebet (MDB-MS) à presidência do Senado anunciada na véspera não divide o MDB, afirmou nota divulgada pelo partido nesta terça-feira.

    Simone, que até então vinha se movimentando de forma discreta na disputa pelo comando do Senado, confirmou sua candidatura na segunda-feira e se posicionou como uma forte concorrência ao senador Renan Calheiros (MDB-AL), que também atua para conseguir o posto.

    'O MDB vê com satisfação o lançamento da candidatura da senadora Simone Tebet para a presidência do Senado. O partido tem bons candidatos e vai colocá-los para avaliação da bancada', diz a nota.

    'Em nenhum momento, esta candidatura divide o MDB', avalia.

    A nota destaca que o nome da senadora foi o único oficialmente apresentado até o momento e lembra que Renan ou outros nomes ainda não se posicionaram.

    Também por meio de nota em que confirma sua candidatura à presidência do Senado, Tebet ressalta o papel do Senado em um momento em que o Congresso poderá votar temas polêmicos como a reforma da Previdência.

    'Coloco minha candidatura em defesa da independência, da autonomia, da soberania do Senado, que será a ponte de travessia para todas as saídas econômicas, sociais, regionais e políticas para o país', disse a senadora.

    Em campanha aberta pelo posto já desde o ano passado, Renan enfrenta certa resistência entre aliados do governo, mas tem desenhado um alinhamento à nova gestão, apesar da candidatura ao posto do deputado federal e senador eleito Major Olímpio (PSL-SP). Por isso mesmo, vêm prometendo apoio à reforma da Previdência, carro-chefe da área econômica do governo, e não são raras as declarações favoráveis a integrantes do governo, principalmente ao ministro da Economia, Paulo Guedes.

    Apesar de toda sua movimentação, Renan ainda insiste que não deseja o cargo e que sua candidatura depende da bancada do partido.

    'Não quero ser presidente do Senado. Os alagoanos me reelegeram para ser bom senador, não presidente', disse Renan na terça-feira no Twitter. 'Já fui várias vezes, em momentos também difíceis. A decisão caberá à bancada, e temos outros nomes.'

    A bancada do MDB deve se reunir entre os dias 29 e 31 de janeiro para discutir as candidaturas de seus integrantes e os postos que pretende ocupar na Mesa do Senado.

    Por se tratar da maior bancada da Casa, o MDB tem preferência na indicação de um nome para comandar a Casa, mas não são impedidas candidaturas de outras legendas. Dentro do partido já foram ventilados alguns nomes para a disputa além de Tebet e Renan, como o dos senadores Eduardo Braga (AM) e Fernando Bezerra Coelho (PE).

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Onyx busca bloco de sustentação para governo fora da disputa pela presidência da Câmara, diz deputado

    BRASÍLIA (Reuters) - O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, trabalha na formação de um bloco de sustentação do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) na Câmara dos Deputados independentemente da disputa para a presidência da Casa, afirmou nesta sexta-feira o deputado e candidato João Campos (PRB-GO).

    'Onyx, portanto, o ministro da articulação política do governo nos disse, nos comunicou que está buscando criar um bloco independentemente de candidato à presidência (da Câmara), que garanta a governabilidade já que o governo terá muitas matérias importantes a serem encaminhadas ao Congresso Nacional que precisa de uma base de sustentação para que essas matérias se concretizem, se viabilizem', disse Campos.

    Onyx reuniu-se pessoalmente com Campos, o presidente do PRB e deputado eleito Marcos Pereira (SP) e o deputado Leonardo Quintão (MDB-MG), que não se reelegeu, mas integrará a equipe da Casa Civil que faz a articulação com o Congresso.

    Segundo Campos, não há condição no fato de um candidato à presidência estar no bloco de sustentação do governo e ter apoio para a disputa. 'Isso pode até ser uma consequência, mas daí dizer que ele (Onyx) estabeleceu uma condição não procede', disse.

    O deputado disse ter reafirmado a Onyx na conversa que 'naturalmente' é candidato à Presidência da Câmara. Afirmou que o nome há de ser favorito independente de si próprio, mas pelo diálogo que busca estabelecer entre a Câmara e a sociedade.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    ENTREVISTA-Bolsonaro não poderá ficar 'refém' de presidente da Câmara, diz aliado que defende nome do PSL

    Por Maria Carolina Marcello e Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Caso saia vitorioso das urnas no segundo turno da disputa presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) não poderá ficar 'refém' do novo presidente da Câmara, afirmou o deputado Delegado Waldir (PSL-GO), aliado do presidenciável e defensor da tese segundo a qual o comando da Casa deve ficar com o PSL.

    Segundo ele, um nome do PSL à frente da Câmara traria uma garantia de governabilidade a Bolsonaro.

    'Nós não queremos um presidente (da República) refém de um presidente da Câmara', disse à Reuters por telefone. 'Nós queremos um presidente (da República) independente.'

    'O presidente da República acaba comendo na mão do presidente Câmara, por isso não concordo que ele seja do centrão, ou seja do partido A, B, C ou D e de algumas pessoas. Por isso que eu prego que ele seja do PSL', afirmou.

    Sobre o atual presidente da Casa, que já demonstrou a intenção de se reeleger ao cargo, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Waldir voltou a dizer que preferiria um nome de seu partido e lembrou do acordo do carioca com partidos de esquerda para se eleger.

    Afirmou que apesar do alinhamento do deputado à agenda de reformas, Bolsonaro poderia, sim, ficar refém de Maia.

    'Com certeza. Você não pode esquecer que o pai dele foi derrotado pelo filho do Bolsonaro e por um aliado do Bolsonaro ao Senado no Rio de Janeiro', lembrou. Cesar Maia (DEM) ficou em terceiro lugar, atrás de Flávio Bolsonaro (PSL) e Arolde de Oliveira (PSD).

    Delegado Waldir diz não conversar com o centrão ou partidos, mas com pessoas, e defendeu que o próximo a ocupar a cadeira de comando da Câmara não esteja envolvido nas investigações da Lava Jato.

    'O pai do Rodrigo Maia foi derrotado, o sogro dele é investigado na Lava jato, o Rodrigo é investigado na Lava Jato. Então nós não podemos ficar reféns de réus da Lava Jato ou de pessoas investigadas na Lava Jato.'

    O deputado do PSL aproveitou, inclusive, para citar outros nomes do partido que se colocam como fortes candidatos à Presidência da Câmara. Além de si mesmo, lembrou de outro filho de Bolsonaro, Eduardo (SP), Joice Hasselmann (SP) e Kim Kataguiri (SP), assim como Luciano Bivar (PE), presidente licenciado da legenda.

    'Isso lá na frente vai afunilar', avaliou, defendendo que o candidato do partido seja definido pelo voto da bancada.

    'Dentro da bancada devemos fazer uma eleição e aquele que for mais votado dentro da bancada, que tenha experiência e que queira ser o presidente da Câmara seja o escolhido para ser o nosso candidato e tenha o apoio dos demais.'

    Eduardo Bolsonaro tem dito, no entanto, que o PSL poderia apoiar um nome de fora do partido para o comando da Câmara, desde que afinado às bandeiras do pai. [nL2N1WQ0CW][nL2N1WW2AB]

    MUDAR REGIMENTO 'ANDIDEMOCRÁTICO'

    O deputado federal reeleito classificou o atual regimento da Câmara de 'muito antidemocrático' e defendeu mudanças para agilizar, por exemplo, a tramitação de propostas legislativas. Ele disse que, respeitado o direito das minorias, é preciso mudar a forma de se fazer obstrução na Casa --recurso ao qual se recorre para evitar a votação de determinadas matérias.

    'Os partidos nanicos conseguem travar toda a pauta da Câmara por horas e por dias com as ferramentas previstas no regimento', criticou. 'Penso que, se não agirmos tomando cuidados com esses pequenos detalhes, nós voltaremos a ter quatro anos de muita embromação do eleitor', completou.

    O parlamentar disse que é indispensável também enxugar o número de comissões temáticas na Câmara, considerado por ele excessivo, e até mesmo o quadro funcional de forma a dar vazão aos trabalhos dos deputados e não penalizar os novatos.

    Ao ser questionado sobre o foco da pauta legislativa, Delegado Waldir defendeu que, a partir de fevereiro de 2019, o novo Congresso priorize não apenas a pauta econômica.

    'Penso que a pauta prioritária é a de interesse do país, as pautas econômicas, as reformas tributária, previdenciária, reforma da segurança pública, na legislação penal e de processo penal, reformas mais necessárias para o equilíbrio do país', afirmou.

    'Eu penso que tem que tramitar todas as pautas importantes, não devemos focar apenas em uma pauta. Não tem que parar o país apenas em função de uma pauta. A Câmara tem que ser mais produtiva, ela é muito improdutiva', completou.

    Bolsonaro lidera com folga as pesquisas para o segundo turno da eleição presidencial. Levantamento do Datafolha divulgado na quinta-feira mostrou o candidato do PSL com 59 por cento dos votos válidos, contra 41 por cento de Haddad.

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    PSL deve reivindicar presidência da Câmara em eventual gestão Bolsonaro, diz Luciano Bivar

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente licenciado do PSL e deputado federal eleito, Luciano Bivar (PE), afirmou nesta segunda-feira que o partido deverá se tornar a maior bancada da Câmara dos Deputados no próximo ano com a migração de parlamentares e, nessa condição, deve reivindicar a presidência da Casa, no início do que ele acredita que será o governo do correligionário Jair Bolsonaro.

    'Ora, tradicionalmente o partido que tem mais deputados é quem indica o presidente da Câmara. Então, isso é um assunto para se discutir depois do dia 28 de outubro', disse Bivar, em entrevista à Reuters.

    Bivar, que disse que vai reassumir o comando do partido em dezembro, não quis adiantar se colocaria seu nome para presidir a Câmara.

    'Olha, isso é uma coisa do partido, então vamos ver como vai decorrer. A gente está muito focado agora na eleição do Jair Bolsonaro', ressalvou.

    O presidente licenciado destacou que o partido esperava conquistar uma grande bancada, mas se surpreendeu com o resultado. O PSL, que hoje tem oito deputados, elegeu 52 deputados, ficando atrás somente do PT, com 56.

    Ele conta com a migração de parlamentares de outras legendas que não atingirem a chamada cláusula de barreira --norma que impede ou restringe o funcionamento parlamentar ao partido que não atingir um percentual de votos-- para suplantar os petistas e se tornar a principal força da Câmara.

    'Não imaginava que o povo estava tão indignado como nós. Então isso é uma prova insofismável da indignação do povo. Então elegemos hoje a maior bancada, pode ficar certo que esses outros partidos que não  alcançaram a cláusula de barreira migrarão para o nosso lado e vamos ser, sem dúvida, o partido de maior bancada na Câmara Federal', disse.

    Bivar afirmou que a eleição de parlamentares do PSL e de outros partidos simpáticos a Bolsonaro neste domingo demonstra que o candidato a presidente do partido, caso venha ser eleito, terá uma base no Congresso 'consistente demais'.

    'Vamos ter absolutamente toda a bancada, governabilidade perfeita, vamos viabilizar os projetos que a sociedade exige, as reformas que estão aí em curso vamos concluí-las. Acho que a gente vislumbra uma coisa muito boa para a nação brasileira', disse.

    'Não tenho dúvida que a gente vai atingir isso (maioria parlamentar) com facilidade porque a gente professa o bem. Os novos deputados que estão aí sabem que, se não for por esse caminho, a vida dele é um voo de galinha', completou.

    O dirigente partidário disse acreditar que somente o PT, a quem chamou de 'seita' e não de partido, deve ficar na oposição a um eventual governo Bolsonaro. Segundo ele, o deputado que se alinhar a 'essa seita a tendência deles é se acabar'.

    Apesar de otimista com uma vitória no segundo turno, Bivar afirmou que a disputa não será fácil contra a candidatura do petista Fernando Haddad. Para ele, as 3 semanas a mais vão servir para que as propostas da campanha de Bolsonaro fiquem cristalinas as diferenças entre os projetos.

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    Em último debate, favorito à Presidência do México diz que colapso do Nafta 'não é fatal'

    Por Anthony Esposito e Noe Torres

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O colapso do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) não seria fatal ao México, afirmou o candidato esquerdista e favorito a vencer a eleição presidencial do país. André Manuel López Obrador, na terça-feira, enquanto mantinha a calma diante dos ataques de seus rivais no último debate televisionado antes das eleições marcadas para o dia 1º de Julho. 

    Perguntado sobre o que faria caso falhassem as negociações para renegociar o acordo que sustenta a grande maioria do comércio do país, López Obrador disse que redirecionaria a economia para o mercado interno, ressuscitando a economia rural. 

    Irei sugerir que o tratado continue, mas (o fim do Nafta) não pode ser fatal aos mexicanos, nosso país tem muitos recursos naturais, muita riqueza , disse em discussão em mesa redonda entre os quatro candidatos na cidade de Mérida. 

    Extensas negociações convocadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para modernizar o Nafta chegaram a um impasse desde que o presidente norte-americano impôs tarifas sobre importações de aço e alumínio a seus principais parceiros comerciais. 

    Com apenas pouco mais de duas semanas antes dos eleitores irem às urnas, o debate foi uma das últimas chances para os candidatos que querem diminuir a liderança do esquerdista López Obrador na corrida presidencial.

    Os quatro candidatos discutiram sobre suas visões de mudanças para os sistemas educacional e de saúde pública do México, mas, aparentemente, ninguém atingiu nenhum golpe decisivo o bastante para alterar o atual cenário eleitoral. 

    O ex-prefeito da Cidade do México, que está em sua terceira tentativa de chegar à Presidência, saiu ileso dos dois debates anteriores e desde então só amplia sua vantagem de dois dígitos na maioria das pesquisas. 

    Ele tem o dobro do apoio de Ricardo Anaya, que lidera uma coalizão de direita-esquerda, de acordo com uma pesquisa nacional publicada no início da terça-feira. 

    López Obrador novamente prometeu financiar grandes projetos ao terminar com a corrupção, mas foi acusado por Anaya de distribuir contratos sem licitações públicas quando era prefeito da Cidade do México. 

    O esquerdista negou as acusações e Anaya levantou um cartaz que direcionava os espectadores a um website que teria evidências para suas acusações. 

    O endereço eletrônico, no entanto, não funcionava, e o partido de centro-direito Partido de Ação Nacional (PAN), que era chefiado por Anaya, disse no Twitter que o site havia sofrido um ataque virtual da Rússia. 

    O PAN não comentou mais o assunto imediatamente e a Reuters não conseguiu verificar independentemente a acusação de que o endereço havia recebido dezenas de milhares de acessos simultâneos de endereços russos. 

    López Obrador, de 64 anos, se beneficiou do amplo desencantamento com o atual partido do governo, o Partido Revolucionário Institucional (PRI), diante de escândalos de corrupção política, níveis recordes de violência e vagaroso crescimento econômico.

    ((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759)) REUTERS ES

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