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    Presidente do PSG é investigado na França por corrupção, dizem fontes

    PARIS (Reuters) - O presidente do clube de futebol Paris Saint-Germain, o catari Nasser al-Khelaifi, está sob investigação na França por suspeita de corrupção, disse uma fonte judicial francesa nesta quinta-feira.

    Outra fonte afirmou que Khelaifi e um colaborador próximo foram interrogados pelos investigadores em março em relação ao processo de escolha da sede do campeonato mundial de atletismo de 2017. A candidatura do Catar não foi bem-sucedida, e o evento foi concedido a Londres.

    O clube francês não respondeu imediatamente a um pedido por comentário. A Reuters não pôde contactar os representantes de Khelaifi no Catar.

    A decisão da Justiça de colocar o dirigente sob investigação significa que Khelaifi agora é formalmente tratado como suspeito, o que aproxima o processo de ir a julgamento. Sob a lei francesa, no entanto, um suspeito não é formalmente acusado de um crime a menos que vá a julgamento.

    A medida tomada por um juiz investigativo demonstra o amplo escopo de uma investigação francesa sobre a rede de corrupção no atletismo mundial, incluindo subornos para encobrir resultados positivos em exames de doping e na escolha das sedes de eventos.

    Nesta semana, promotores franceses recomendaram que Lamine Diack, senegalês ex-chefe da Associação Internacional de Federações de Atletismo (Iaaf), e seu filho sejam julgados por uma série de suspeitas de práticas ilícitas cometidas ao longo de vários anos com o envolvimento ativo de atletas e suas federações.

    Os dois negam envolvimento no caso. Um advogado que representa Diack se recusou a comentar sobre a medida. O filho, Papa Massata Diack, não respondeu aos pedidos por comentários.

    Os juízes que conduzem o caso de Diack acusam o senegalês de favorecer a candidatura do Catar ao campeonato mundial de 2017 em troca de pagamentos, disseram fontes.

    (Reportagem de Emmanuel Jarry; Reportagem adicional de Eric Knecht em Doha)

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    Presidente da comissão da Previdência diz que pode encerrar debates em 10 sessões

    (Reuters) - O presidente da comissão especial da Câmara dos Deputados que vai analisar o mérito da reforma da Previdência, Marcelo Ramos (PR-AM), disse nesta segunda-feira que pode realizar as audiências essenciais para discutir a proposta em até 10 sessões, mas ressaltou que a partir daí o andamento vai depender do governo.

    “Essas audiências eu posso realizar nas dez primeiras sessões, que são o prazo para apresentação de emendas. Passado isso, já não depende só de mim. Aí depende de o governo construir a maioria. Havendo maioria, eu posso votar na décima primeira', disse Ramos, segundo a Agência Câmara Notícias.

    A comissão tem 40 sessões para proferir o parecer da Proposta para Emenda à Constituição (PEC) que altera as regras das aposentadorias. Mas a apresentação de emendas ao texto tem que ser feita nas primeiras 10 sessões.

    Em entrevista à Rádio Câmara, Ramos defendeu que os primeiros debates sejam centrados em representantes do governo federal. O presidente da comissão disse, na semana passada, os prazos só deveriam passar a contar a partir de 7 maio.

    'A minha sugestão é que a gente abra audiências ouvindo a equipe técnica do governo, e já vire a página desse negócio de: ‘não trouxeram os números, o ministro não veio aqui’. Vamos tirar logo esse discurso”, argumentou.

    Na semana passada, a oposição tentou evitar a votação da reforma na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara com o argumento de o governo não havia apresentado detalhadamente os números relacionados à proposta, o que foi feito dois dias depois de a CCJ aprovar a admissibilidade da PEC.

    Está prevista uma reunião de Ramos com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com o relator da reforma, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), na terça-feira para a montagem do cronograma de trabalhos da comissão.

    Vencida a etapa da comissão especial, a reforma irá para o plenário da Câmara. Por ser uma PEC, a reforma da Previdência precisará passar por dois turnos de votação no plenário, com um intervalo de cinco sessões entre eles.

    Nas duas votações, a PEC precisa receber o aval de três quintos dos 513 deputados em votação nominal, o equivalente a 308 votos. Só então a reforma poderá seguir para o Senado.

    Ramos defendeu que o governo aproveite o tempo dos trabalhos da comissão especial para conseguir garantir os votos necessários para aprovar a PEC no plenário com uma margem de segurança de 15 ou 20 votos.

    (Redação São Paulo)

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    Marcelo Ramos (PR-AM) vai presidir comissão da Previdência e Samuel Moreira (PSDB-SP) será relator

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou nesta quinta-feira que o deputado Marcelo Ramos (PR-AM) será o presidente da comissão especial da reforma da Previdência, e a relatoria ficará a cargo de Samuel Moreira (PSDB-SP).

    Segundo Maia, diversos parlamentares de diferentes partidos estavam interessados em ocupar tanto a presidência como a relatoria da comissão especial, e os nomes escolhidos foram resultado de um consenso entre as legendas alinhadas com a proposta de reforma da Previdência.

    'Para que a comissão ande é preciso um consenso', disse Maia em entrevista na porta da residência oficial ao sair para a Câmara, após anunciar os nomes dos escolhidos para comandar a comissão especial.

    A comissão, que vai analisar o mérito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma previdenciária, tem instalação prevista ainda para a manhã desta quinta-feira. O colegiado terá 49 titulares e igual número de suplentes.

    'Espero que o relator Samuel consiga construir um sistema, inclusive que ele possa ter sub-relatores, porque a demanda para ajudar é muito grande', disse Maia.

    'Espero que o relator possa construir um processo de construção de voto dele para o futuro ouvindo e colocando esses parlamentares com participação de forma efetiva, até porque uma votação dessa é uma construção muito coletiva, e não uma construção individual', acrescentou.

    A PEC da Previdência será analisada pela comissão especial após ter tido admissibilidade aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na terça-feira, graças a um acordo do governo com o chamado centrão.

    A comissão especial terá um prazo de 40 sessões, a partir de sua constituição, para proferir parecer, sendo que a apresentação de emendas à proposta tem de ser feita nas 10 primeiras sessões.

    Depois da comissão especial, a PEC segue para o plenário da Câmara, onde passa por dois turnos de votação, com um intervalo de cinco sessões entre eles. Nas duas votações, a PEC precisa receber o aval de três quintos dos 513 deputados em votação nominal, o equivalente a 308 votos, para ser aprovada e encaminhada ao Senado.

    (Com reportagem adicional de Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Presidente sudanês Omar Bashir é forçado por militares a renunciar, dizem fontes

    Por Khalid Abdelaziz

    CARTUM (Reuters) - O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, foi obrigado pelos militares a renunciar, nesta quinta-feira, após três décadas de poder autocrático, e medidas estão sendo providenciadas para formar um conselho de transição que administre o país, disseram fontes sudanesas.

    Fontes do governo e o ministro da Produção e dos Recursos Econômicos, Adel Mahjoub Hussein, disseram à TV al-Hadath, cuja sede fica em Dubai, que o governo de Bashir havia chegado ao fim e que consultas estavam sendo realizadas para a configuração de um conselho militar.

    Fontes sudanesas disseram à Reuters que Bashir, de 75 anos, estava na residência presidencial sob 'forte vigilância'. Um dos filhos de Sadiq al-Mahdi, o líder do maior partido de oposição do país, o Umma, disse à TV al-Hadath que Bashir estava em prisão domiciliar juntamente a 'um número de líderes do grupo terrorista Irmandade Muçulmana'.

    Mais cedo nesta quinta-feira, a televisão estatal informou que os militares fariam um pronunciamento em breve. No entanto, horas depois, nenhuma declaração fora emitida, em meio a relatos de diferenças sobre a composição do conselho de transição.

    Alguns manifestantes, que se uniram contra Bashir desde 19 de dezembro, afirmaram temer que o atraso permita o exílio do ex-presidente.

    A televisão e a rádio estatais tocaram músicas patrióticas, um lembrete de como as tomadas militares de poder se desdobraram durante episódios anteriores de conflitos civis.

    Tropas estavam presentes no Ministério da Defesa e nas principais vias e pontes da capital.

    Milhares de pessoas correram para protestar contra o governo do lado de fora do ministério, enquanto grandes multidões tomaram as ruas no centro de Cartum, dançando e gritando slogans anti-Bashir. Os manifestantes gritavam: 'Caiu, vencemos'.

    Os manifestantes pediram um governo civil e disseram que não aceitariam uma administração liderada por militares e figuras de segurança ou assessores de Bashir.

    Omar Saleh Sennar, membro sênior da Associação de Profissionais do Sudão, um dos principais grupos de protesto, afirmou que estava aguardando o pronunciamento do Exército e esperava negociar com os militares uma transferência de poder de Bashir.

    'Aceitaremos apenas um governo civil de transição', disse Sennar à Reuters.

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    Líder do Haiti descarta renúncia e pede diálogo após protestos violentos

    Por Robenson Sanon

    PORTO PRÍNCIPE (Reuters) - O presidente do Haiti, Jovenel Moise, adotou um tom combativo na quinta-feira em seu primeiro pronunciamento desde que protestos violentos aconteceram na capital, rejeitando pedidos de renúncia, mas pedindo diálogo para tratar da inflação em disparada e de uma suposta malversação de fundos.

    Milhares de manifestantes vêm pedindo há dias a renúncia de Moise e uma investigação independente sobre o destino dos recursos do acordo PetroCaribe, uma aliança entre países caribenhos e a Venezuela.

    Os termos preferenciais do acordo para a compra de energia deveriam ajudar a liberar fundos para auxiliar o desenvolvimento do país, assolado por desastres naturais e listado como o mais pobre das Américas, segundo o Banco Mundial.

    Os protestos, que supostamente deixaram vários mortos e muitos outros feridos, sublinharam os temores generalizados com o estado da economia diante de uma inflação crescente e da dificuldade da população para arcar com necessidades básicas.

    Também na quinta-feira, o Departamento de Estado dos Estados Unidos ordenou a saída de todos os funcionários norte-americanos não envolvidos em emergências e seus familiares devido aos distúrbios contínuos, citando a queima de pneus, os bloqueios de ruas e os crimes violentos, inclusive roubos a mão armada.

    Em um discurso no palácio presidencial, Moise disse que não entregará a nação a traficantes de drogas e que o diálogo é a única maneira de evitar uma guerra civil

    'Eu, Jovenel Moise, chefe de Estado, não entregarei o país a gangues armadas e traficantes de drogas', afirmou, se referindo a autoridades de governo que, segundo ele, foram às ruas com 'chefes de gangues procurados pela lei'.

    Mas ele acrescentou: 'Ouvi a voz do povo. Conheço os problemas que o atormentam. É por isso que o governo adotou muitas medidas. Pedi ao primeiro-ministro que as explique e as aplique sem demora para aliviar a miséria'.

    O Haiti tem uma longa tradição de corrupção, e parceiros internacionais e agências reguladoras anti-corrupção culparam políticos haitianos muitas vezes por não reprimirem essa prática.

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    Presidente do Ibama pede exoneração do cargo após críticas sobre aluguel de veículos

    BRASÍLIA (Reuters) - A atual presidente do Ibama, Sueli Araújo, pediu exoneração do cargo nesta segunda-feira depois que o presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, criticaram um contrato de 28,7 milhões assinado no final do mês passado para aluguel de veículos para o órgão, no mais recente ataque à agência de proteção ambiental.

    Suely Araújo comandava o Ibama desde 2016 e já tinha seu substituto indicado, o procurador do órgão Eduardo Bim. A presidente esperava a posse de seu substituto para a fazer a transição no órgão, mas a acusação de Salles a fez antecipar a saída.

    Uma porta-voz do órgão disse que a presidente do Ibama pediu exoneração depois que Bolsonaro sugeriu no Twitter que há irregularidades no orçamento do órgão, que inclui 28,7 milhões de reais em aluguel de veículos neste ano.

    No domingo, o presidente retuitou um post em que Salles levantava suspeitas sobre o valor do contrato de aluguel de carros, mas foi além.

    'Estamos em ritmo acelerado, desmontando rapidamente montanhas de irregularidades e situações anormais que estão sendo e serão comprovadas e expostas. A certeza é: havia todo um sistema formado para principalmente violentar financeiramente o brasileiro sem a menor preocupação', escreveu, apagando o post em seguida.

    Bolsonaro vem atacando com frequência o Ibama, que tem entre suas atribuições fiscalizar o desmatamento e a mineração ilegal na Amazônia.

    Em nota, a presidente do Ibama explicou que o contrato abrange 393 veículos adaptados para fiscalização, combate a incêndios, vistorias, atividades de inteligência e outras realizadas pelo órgão, e vão atender 26 Estados e o Distrito Federal.

    'A acusação sem fundamento evidencia completo desconhecimento da magnitude do Ibama e das suas funções. O valor estimado inicialmente para esse contrato era bastante superior ao conseguido no final do processo licitatório, que observou com rigor todas as exigências legais e foi aprovado pelo Tribunal de Contas da União', diz a nota assinada por Suely Araújo.

    Depois da repercussão, Salles escreveu também em sua conta no Twitter que não havia levantado suspeitas sobre o contrato e sim apenas destacado 'seu valor elevado'. Ainda no domingo, seguidores de Salles esclareceram ao ministro a necessidade de veículos para que o Ibama fizesse seu trabalho, ao que o ministro apenas respondeu que havia chamado atenção para o valor e verificaria em breve sua real necessidade.

    (Reportagem de Brad Brooks, em São Paulo, e Lisandra Paraguassu, em Brasília)

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    Presidente do STJ diz não ver riscos à democracia diante de fala de filho de Bolsonaro

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otavio de Noronha, afirmou nesta segunda-feira que houve um exagero na repercussão da declaração do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, de que para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF) basta um soldado e um cabo.

    'Nitidamente, não vi nenhum interesse de ameaça, estão exagerando na dimensão do que ele falou', afirmou Noronha a jornalistas, ao deixar evento da Fundação Getulio Vargas.

    Noronha pontuou que a declaração do 'rapaz', como o presidente do STJ chamou Eduardo, em um vídeo que viralizou nas redes sociais no domingo, foi em resposta a uma pergunta que considerava a possibilidade de o Supremo não deixar alguém legitimamente eleito assumir o cargo.

    'Nota que não teve nenhuma intenção, estão superdimensionando uma declaração feita antes do primeiro turno', afirmou.

    Após um jornalista observar que o deputado é filho de um candidato à Presidência, Noronha pontuou que se não fosse a declaração 'não teria dado a consequência que deu'.

    Noronha também destacou não ter visto declarações de ambos os presidenciáveis que ameacem a democracia.

    'Não vi nenhuma declaração do candidato Bolsonaro que ameaçasse a democracia, como também não vi nenhuma declaração do candidato Haddad que ameaçasse a democracia, eu acredito que isso está muito mais de quem ouve e quem lê de criar um ambiente que não traduz a realidade do Brasil', disse Noronha.

    'O ambiente do Brasil é de democracia, nós vamos exercer nosso voto no próximo domingo com ambiente de total tranquilidade, com manifestações de ambos os lados. Tudo correndo com tranquilidade.'

    O presidente do STJ disse ainda que a Constituição sacramenta um ambiente democrático no Brasil e que o Brasil tem hoje um Judiciário 'totalmente independente'.

    'O Brasil vive hoje um momento de extrema democracia, com as instituições bem fortes, bem firmes, bem instituídas. Ao meu sentido, não corre nenhum risco, pouco importa quem seja o presidente eleito, não estou nem um pouco preocupado com isso', disse Noronha.

    'O ambiente democrático está estabelecido por força de preceito constitucionais. O Supremo tem total independência para decidir, o Superior Tribunal de Justiça tem decidido com total independência', acrescentou.

    O presidente do STJ também reforçou o papel das Forças Armadas no atual ambiente.

    'Nós temos as Forças Armadas com compromisso sérios com a democracia, as declarações dos generais, dos comandantes têm sido muito claras, no sentido de que eles garantem a democracia.'

    (Por Marta Nogueira)

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    Bolsonaro e Haddad vão disputar 2º turno

    Por Eduardo Simões e Mateus Maia

    SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) - A eleição presidencial deste ano terá segundo turno entre os adversários Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), no que deve ser uma disputa plebiscitária entre antipetismo e petismo.

    Com 96,06 por cento das seções eleitorais apuradas, Bolsonaro tem 46,66 por cento dos votos, enquanto Haddad aparece com 28,43 por cento. Ciro Gomes (PDT) tem 12,52 por cento, enquanto Geraldo Alckmin (PSDB) soma 4,82 por cento, mostraram dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Assim, Bolsonaro, que tem encarnado o antipetismo nos últimos anos e, nesta eleição, consolidou-se como principal nome do antagonismo ao PT, enfrentará Haddad, ungido à cabeça de chapa do PT pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, depois de o ex-presidente ter a candidatura barrada pelam Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa.

    Os dois candidatos registraram índice elevado de rejeição entre o eleitorado, segundo pesquisas de opinião, o que deverá implicar em uma escolha pelo menos pior por parte do eleitorado.

    'Muito provavelmente nós vamos ter uma eleição de segundo turno que vai estar muito mais marcada por elementos negativos --quer dizer, Haddad tentando desconstruir Bolsonaro e Bolsonaro tentando desconstruir Haddad-- do que de fato por uma lógica de valores positivos', disse o cientista político Creomar de Souza, da Universidade Católica de Brasília.

    Após a confirmação de que enfrentará Bolsonaro no segundo turno, Haddad disse que se sente desafiado com os resultados das urnas devido ao que afirmou serem riscos à democracia do Brasil. Ele também afirmou que pretende unir os democratas do país na campanha de segundo turno.

    Em um hotel na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde aliados do ex-capitão do Exército acompanharam a apuração, havia um forte esquema de segurança e um misto de conformismo e desapontamento com o fato de o candidato do PSL não ter sido eleito neste domingo.

    Em vídeo transmitido ao vivo pelas redes sociais, Bolsonaro voltou a colocar em dúvida a confiabilidade das urnas eletrônicas, disse que se 'problemas' não tivessem ocorrido, o presidente teria sido definido nesta noite. Ele também afirmou que o segundo turno não será fácil e fez uma pregação contra o socialismo e o comunismo.

    'Não podemos dar um passo à esquerda', afirmou.

    Entre os derrotados neste domingo, Ciro disse que ainda fará reuniões para definir seu posicionamento no segundo turno, mas descartou apoio a Bolsonaro, lembrando que tem histórico de defesa da democracia e contra o fascismo.

    'Ele não, sem dúvida', disse Ciro a jornalistas em Fortaleza, onde acompanhou a apuração.

    Em São Paulo, onde também acompanhou a apuração com aliados, Alckmin manifestou respeito pela decisão do povo.

    Ao longo do domingo, os cerca de 147 milhões de brasileiros aptos a votar foram às urnas em clima de tranquilidade, mas o alto nível de polarização da campanha também se refletiu no sentimento dos eleitores.

    'A gente está em um mato sem cachorro. Eu tenho 42 anos, nunca passei por uma eleicao que tivesse tanta dificuldade de escolher um candidato. E isso demonstra nossa realidade, onde a gente espera que exista um super-herói e eles só estão nos quadrinhos', disse a contadora Veronica Mazzaro, que não declarou voto.

    (Reportagem adicional de Ricardo Brito, em Brasília, Lisandra Paraguassu e Tatiana Ramil, em São Paulo, e Marta Nogueira, no Rio de Janeiro)

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    Eleição presidencial terá 2º turno entre Bolsonaro e Haddad, diz Datafolha

    Por Lisandra Paraguassu e Eduardo Simões

    BRASÍLIA/SÃO PAULO (Reuters) - A eleição presidencial deste ano terá uma batalha num segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), apontou projeção do instituto Datafolha, baseada nos dados da apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Com 85,86 por cento das seções eleitorais apuradas, Bolsonaro aparece com 47,60 por cento dos votos, enquanto Haddad tem 27,24 por cento. Ciro Gomes (PDT) soma 12,45 por cento e Geraldo Alckmin (PSDB) tem 4,97 por cento.

    Mantido o cenário atual e confirmado o que aponta a pesquisa de boca de urna do Ibope, Bolsonaro e Haddad deverão fazer um segundo turno de caráter plebiscitário: de um lado o antipetismo, encarnado pelo ex-capitão, de outro o petismo e o lulismo, representado por Haddad.

    Os dois candidatos registraram índice elevado de rejeição entre o eleitorado, segundo pesquisas de opinião.

    'Muito provavelmente nós vamos ter uma eleição de segundo turno que vai estar muito mais marcada por elementos negativos --quer dizer, Haddad tentando desconstruir Bolsonaro e Bolsonaro tentando desconstruir Haddad-- do que de fato por uma lógica de valores positivos', disse o cientista político Creomar de Souza, da Universidade Católica de Brasília.

    Mais cedo, pesquisa de boca de urna do Ibope apontou Bolsonaro com 45 por cento dos votos válidos, seguido por Haddad, com 28 por cento, Ciro Gomes (PDT), com 14 por cento, e Geraldo Alckmin (PSDB), com 4 por cento.

    O Ibope entrevistou 30 mil eleitores neste domingo. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

    A divulgação da boca de urna foi recebida com festa entre petistas que estão reunidos em São Paulo acompanhando a apuração junto com Haddad, após momentos de tensão com a divulgação das boca de urnas estaduais.

    Mais cedo, pesquisas de boca de urna e as apurações para governos estaduais e para vagas no Senado mostraram resultados supreendentes, com a ascensão de candidatos ligados a Bolsonaro em grandes colégios eleitorais, como Rio de Janeiro e Minas Gerais.

    (Reportagem adicional de Mateus Maia, em Brasília)

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    Boca de urna indica 2º turno para presidente; com 68% das seções apuradas pelo TSE, Bolsonaro lidera

    Por Mateus Maia e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA/SÃO PAULO (Reuters) - Pesquisa de boca de urna do Ibope apontou que a disputa pela Presidência da República deve ser definida em um segundo turno entre os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) e, com 68,27 por cento das seções eleitorais apuradas, o ex-capitão do Exército lidera com folga, mas sem chegar ao patamar de metade dos votos mais um para vencer no primeiro turno.

    A boca de urna do Ibope apontou Bolsonaro com 45 por cento dos votos válidos, seguido por Haddad, com 28 por cento, Ciro Gomes (PDT), com 14 por cento, e Geraldo Alckmin (PSDB), com 4 por cento.

    O Ibope entrevistou 30 mil eleitores neste domingo. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

    Até o momento, com mais de dois terços das seções apuradas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Bolsonaro lidera com 48,42 por cento e Haddad tem 26,56 por cento. Ciro Gomes (PDT) tem 12,37 por cento e Geraldo Alckmin registra até o momento 4,88 por cento.

    Mantido o cenário atual e confirmado o que aponta a pesquisa de boca de urna do Ibope, Bolsonaro e Haddad deverão fazer um segundo turno de caráter plebiscitário: de um lado o antipetismo, encarnado pelo ex-capitão, de outro o petismo e o lulismo, representado por Haddad. Os dois candidatos registraram índice elevado de rejeição entre o eleitorado, segundo pesquisas de opinião.

    'Muito provavelmente nós vamos ter uma eleição de segundo turno que vai estar muito mais marcada por elementos negativos --quer dizer, Haddad tentando desconstruir Bolsonaro e Bolsonaro tentando desconstruir Haddad-- do que de fato por uma lógica de valores positivos', disse o cientista político Creomar de Souza, da Universidade Católica de Brasília.

    (Reportagem adicional de Alexandre Caverni e Eduardo Simões, em São Paulo)

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    França investiga paradeiro de chefe da Interpol após mulher relatar desaparecimento

    PARIS (Reuters) - A polícia francesa abriu uma investigação sobre o paradeiro do presidente da Interpol, Meng Hongwei, depois de sua mulher dizer que ele está desaparecido desde que viajou à China, seu país natal, na semana passada.

    A mulher de Hongwei entrou em contato com a polícia em Lyon, cidade francesa onde fica a sede da agência de colaboração internacional de polícia, após não ter notícias de seu marido desde que ele foi para a China no dia 29 de setembro, informaram fontes policiais.

    Ligações para a porta-voz da Interpol não foram respondidas de imediato.

    A principal função da Interpol é fornecer um mecanismo para que forças policiais de diferentes países informem umas às outras sobre suspeitos procurados.

    Meng ocupou diversos cargos importantes na China, incluindo o de vice-ministro de Segurança Pública.

    Ele foi nomeado presidente da Interpol em 2016 e, na época, grupos de direitos humanos expressaram preocupação de que Pequim poderia tentar usar sua posição na organização para perseguir dissidentes no exterior.

    Há muito tempo Pequim tenta conseguir o apoio de outros países para prender e deportar de volta à China cidadãos que acusa de crimes como corrupção e terrorismo.

    A Reuters não foi imediatamente capaz de contactar o Ministério de Segurança Pública da China para comentar.

    (Reportagem da Redação de Paris e de Catherine Lagrange, em Lyon)

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    Novo presidente de Cuba faz primeira viagem aos EUA para denunciar embargo na ONU

    HAVANA (Reuters) - O novo presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, chegou a Nova York no domingo em sua primeira visita aos Estados Unidos, onde denunciará o embargo econômico norte-americano de décadas contra seu país na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), noticiou a mídia estatal.

    As tensões entre os inimigos da Guerra Fria se intensificaram depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, endureceu o embargo no ano passado, na esteira da retomada das relações diplomáticas levada a cabo por seu antecessor, Barack Obama. Washington também alegou a ocorrência de uma série de ataques contra a saúde de seus diplomatas em Havana.

    O governo cubano disse que nenhum ataque aconteceu e que a gestão Trump está usando qualquer um que tenha ocorrido – se algum de fato ocorreu – como pretexto para escalar sua postura hostil contra a ilha comunista.

    Díaz-Canel, que assumiu a Presidência de seu mentor, Raúl Castro, em abril, discursará na Cúpula de Paz Nelson Mandela da Assembleia-Geral nesta segunda-feira e na própria Assembleia-Geral na quarta-feira, segundo o veículo estatal Cubadebate.

    Nesta sessão Cuba apresentará pelo 27º ano seguido uma resolução pedindo o fim do embargo comercial dos EUA contra a ilha.

    'Trazemos a voz de Cuba que, acima de tudo, vem denunciar a política anormal do bloqueio, uma política que já fracassou, continuará a fracassar e que é o bloqueio mais longo da história da humanidade', disse Díaz-Canel ao chegar, de acordo com o Ministério de Relações Exteriores cubano.

    (Por Sarah Marsh)

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