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    Em Davos, Bolsonaro defenderá agenda de reformas e abertura comercial

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro vai defender, em discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, a agenda de reformas econômicas do governo e que o Brasil está disposto a fazer uma maior abertura comercial e desburocratizar sua economia, disse à Reuters uma fonte da equipe dele nesta sexta-feira.

    No discurso, de cerca de 10 minutos que será realizado na próxima quarta-feira, o presidente vai destacar ações para simplificar a economia e fará uma defesa da segurança jurídica para o ambiente de negócios e da democracia e Estado de Direito, segundo a fonte, que pediu para não ser identificada.

    VENEZUELA

    Bolsonaro também deverá se pronunciar sobre a situação da Venezuela, que passa por uma crise sem precedentes e diante da crescente pressão internacional contra o regime de Nicolás Maduro, cuja reeleição é contestada por muitos países.

    Nesta semana, na primeira visita de um chefe de Estado ao recém-empossado presidente, Bolsonaro recebeu em Brasília o presidente argentino, Mauricio Macri, que chamou Maduro de 'ditador'.

    Na quinta-feira, o presidente brasileiro recebeu a visita de opositores de Maduro no Palácio do Planalto. Ele gravou um vídeo, veiculado nas redes sociais, no qual diz que o atual 'desgoverno' chegou ao poder na Venezuela com a ajuda dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e destacou que isso torna o Brasil responsável 'em parte' pela situação.

    Bolsonaro destacou ainda, no vídeo, que uma solução para a Venezuela virá 'brevemente', sem dar detalhes de como isso se daria. Até o momento, apesar das críticas ao regime de Maduro, o presidente descarta uma ação militar no país vizinho para derrubar o atual governo.

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    Previsões sombrias para Davos: excesso de crises, mas escassez de líderes mundiais

    Por Silvia Aloisi

    MILÃO (Reuters) - Uma gama de diferentes crises manterá diversos líderes mundiais longe do Fórum Econômico Mundial de Davos na próxima semana, que será realizado em meio a um crescente pessimismo com a economia global e as perspectivas políticas.

    As expectativas em torno de disputas comerciais, relações internacionais tensas, o Brexit e uma desaceleração do crescimento global que alguns temem ser capaz de levar a uma recessão mundial devem dominar o encontro, que ocorre entre os dias 22 e 25 de janeiro, deixando o clima carregado.

    O relatório de riscos globais do próprio Fórum, divulgado nesta semana, deu o tom do encontro ao alertar sobre os ventos contrários que se aproximam na economia, em parte devido a tensões geopolíticas entre grandes potências.

    Cerca de 3 mil líderes de empresas, governos e da sociedade civil devem se reunir no resort de esqui coberto de neve, mas entre eles haverá apenas três líderes do G7, grupo composto pelos sete países mais industrializados do mundo: o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, a chanceler alemã, Angela Merkel, e o premiê italiano, Giuseppe Conte.

    Donald Trump, que no ano passado roubou os holofotes em Davos com a rara aparição de um presidente norte-americano em exercício, cancelou sua participação devido aos problemas decorrentes da paralisação parcial do governo dos EUA.

    Seu homólogo francês, Emmanuel Macron, também não irá ao encontro pois precisa lidar com os protestos dos “coletes amarelos”, enquanto a premiê britânica, Theresa May, encontra-se em uma batalha para encontrar uma solução para o Brexit.

    Fora dos G7, os líderes de Rússia e Índia não prestigiarão Davos, enquanto a China --cujo presidente Xi Jinping foi o primeiro líder chinês a comparecer à cúpula, em 2017, quando fez uma defesa vigorosa do livre comércio-- enviará o vice.

    Com isso, o papel de tranquilizar líderes empresariais deve ficar a cargo de personalidades como o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, e seu homólogo britânico, Philip Hammond, bem como o vice-presidente chinês, Wang Qishan, e uma série de chefes de bancos centrais.

    “Davos vai ser dominada por um nível alto de ansiedade sobre os mercados de ações, a desaceleração do crescimento e a política internacional”, disse Nariman Behravesh, economista-chefe da IHS Markit.

    “A presença de lideranças vai ser menor que no ano passado, mas aqueles que vão, de Mnuchin a chefes de bancos centrais e Abe, vão tentar transmitir uma noção de confiança e acalmar os nervos de homens de negócios e investidores.”

    Como observadora de Davos, ela disse que a ausência dos principais líderes neste ano não significa que o Fórum perdeu seu apelo como plataforma global para políticos de alto nível apresentarem sua agenda.

    O baixo comparecimento entre os principais líderes ocidentais pode também dar maior destaque a personagens políticos que de outra maneira poderiam não aparecer tanto.

    Davos será a primeira viagem internacional importante do presidente Jair Bolsonaro, eleito em meio a uma onda de nacionalismo conservador e anti-establishment também vista em outros países.

    No Twitter, Bolsonaro disse que apresentará “um Brasil diferente, livre das amarras ideológicas e corrupção generalizada”.

    (Reportagem adicional de Yawen Chan, em Pequim; Kaori Kaneko, Tetsushi Kajimoto e Linda Sieg, em Tóquio; Tom Miles, em Genebra; Dmitry Zhdanikov, em Londres; e Anthony Boadle, em Brasília)

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    May enfrenta perspectiva de derrota em votação de acordo do Brexit

    Por William Schomberg

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra britânica, Theresa May, enfrenta nesta terça-feira a perspectiva de derrota em uma histórica votação no Parlamento sobre o acordo do Brexit fechado pelo governo com a União Europeia, aumentando a incerteza sobre a separação do Reino Unido do maior bloco comercial do mundo.

    May pediu na segunda-feira que os parlamentares analisem novamente o acordo, mas o Parlamento parece pronto para rejeitar os termos em uma votação marcada para começar às 17h (horário de Brasília).

    A esperança de May de salvar o plano será determinada pela escala de seu fracasso: se conseguir limitar o tamanho da esperada derrota, May provavelmente pedirá mais concessões a Bruxelas para tentar aprovar o acordo no Parlamento em uma segunda votação.

    Mas um resultado humilhante pode forçar May a adiar a saída do Reino Unido da União Europeia, prevista para 29 de março, e potencialmente abrir outras opções desde a realização de um segundo referendo até a possibilidade de deixar o bloco sem nenhum acordo.

    Dominic Raab, que renunciou como ministro do Brexit em novembro em protesto aos planos da premiê, disse que é hora de se preparar para um Brexit sem acordo, algo que muitos empresários temem poder resultar em caos para seus negócios.

    “É hora de nós, através dessa votação, deixarmos claro que os termos atuais são inaceitáveis, mas que não estamos simplesmente jogando nossas mãos para o alto”, disse Raab à rádio BBC. “Nós vamos sair em 29 de março”.

    Em meio à mais profunda crise política do Reino Unido em ao menos meio século, May e líderes da UE trocaram garantias sobre o acordo de retirada na segunda-feira, mas houve poucos sinais de mudança de opinião entre os parlamentares.

    Muitos membros do próprio Partido Conservador de May dizem que o acordo da premiê daria muito poder a Bruxelas, especialmente os termos elaborados para evitar o retorno de uma fronteira dura na Irlanda.

    O Partido Unionista Democrático da Irlanda do Norte, que apoia o governo minoritário de May, tem dito que não apoiará o acordo.

    May tem advertido de que, sem seu acordo, a possibilidade de não realizar o Brexit é mais provável do que a de deixar a União Europeia sem um acordo.

    A premiê também tem dito que, se o Parlamento votar contra os termos, o Reino Unido pode ser dividido e advertido seu Partido Conservador contra permitir que a oposição de esquerda, o Partido Trabalhista, tome controle da iniciativa.

    O líder trabalhista, Jeremy Corbyn, deve convocar uma votação de desconfiança em May se ela perder a votação desta terça-feira.

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    Líderes mundiais se reúnem em Buenos Aires para cúpula do G20 ofuscada por disputas

    Por Matt Spetalnick e Eliana Raszewski

    BUENOS AIRES (Reuters) - Uma cúpula dos países com as maiores economias do mundo terá início nesta sexta-feira com líderes que terão que lidar com as repercussões de uma guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e se preparar para o tipo de drama geopolítico polarizador que o presidente norte-americano, Donald Trump, muitas vezes leva à arena internacional.

    A reunião anual de dois dias será um grande teste para o G20, grupo que reúne as nações mais industrializadas e cujos líderes se reuniram pela primeira vez em 2008 para ajudar a resgatar a economia mundial de sua pior crise financeira em sete décadas, mas que agora enfrenta dúvidas sobre sua relevância para lidar com as mais recentes crises.

    Paira sobre a cúpula em Buenos Aires uma disputa comercial agressiva entre EUA e China, as duas maiores economias do mundo, que impuseram tarifas de centenas de bilhões de dólares às respectivas importações.

    Todos os olhos estarão em uma reunião prevista entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, no sábado, para ver se conseguem encontrar uma maneira de acalmar os ânimos e avançar para a resolução de diferenças que ameaçam a economia global.

    Na véspera da cúpula, países-membros do G20 ainda corriam para chegar a um acordo sobre grandes questões, como o comércio, a imigração e a mudança climática, que em anos anteriores foram equacionadas com muita antecedência. Estas divisões ressaltaram as fraturas no grupo.

    O ceticismo de Trump quanto ao aquecimento global ser causado pela atividade humana até colocou em questão se os países conseguirão obter consenso suficiente sobre o tema para incluí-lo no comunicado final da cúpula.

    O encontro também será marcado pela escalada do conflito entre a Rússia e Ucrânia, um tópico que estará nas mentes de muitos líderes quando encontrarem o presidente russo, Vladimir Putin.

    Também há dúvidas sobre como lidar com a presença constrangedora do príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman. O governante de fato da Arábia Saudita chegou em meio a uma polêmica a respeito do assassinato do jornalista Jamal Khashoggi no consulado saudita em Istambul em outubro.

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    Eleição parlamentar dos EUA coloca em jogo controle do Congresso e veredicto sobre Trump

    Por John Whitesides

    WASHINGTON (Reuters) - Depois de uma campanha polarizada marcada por embates sobre raça, imigração e outros tópicos culturais, os eleitores norte-americanos votam nesta terça-feira para determinar o equilíbrio de poder do Congresso e o futuro da Presidência de Donald Trump.

    As primeiras eleições parlamentares desde que Trump surpreendeu conquistando a Casa Branca em 2016 serão um referendo do presidente republicano polarizador e um teste que mostrará se os democratas conseguem transformar a energia da resistência liberal anti-Trump em vitórias nas urnas.

    'Tudo que conquistamos está em jogo amanhã', disse Trump a apoiadores na noite de segunda-feira em Fort Wayne, no Estado de Indiana, durante um dos três comícios que realizou para incentivar o comparecimento no último dia antes da votação.

    Todas as 435 cadeiras da Câmara dos Deputados e 35 dos 100 assentos do Senado estão em disputa nesta terça-feira nas eleições, concentradas em dezenas de corridas apertadas de costa a costa que, segundo as pesquisas, podem pender para qualquer lado. Também serão decididos 36 governos estaduais.

    Segundo os institutos de pesquisa, os democratas devem conquistar o mínimo de 23 vagas que precisam para ter a maioria na Câmara, o que lhes permitiria frear a agenda legislativa de Trump e investigar seu governo.

    Os republicanos devem manter sua pequena maioria no Senado, que atualmente é de duas cadeiras, preservando assim o poder para aprovar indicações à Suprema Corte e outras instâncias jurídicas.

    Mas ao menos 64 disputas na Câmara continuam competitivas, de acordo com uma análise de três institutos de pesquisa apartidários feita pela Reuters, e o controle do Senado deve ser decidido em meia dúzia de corridas apertadas no Arizona, Nevada, Missouri, Dakota do Norte, Indiana e Flórida.

    Os democratas também têm chance de reconquistar os governos de vários Estados disputados como Michigan, Wisconsin e Ohio, uma ajuda em potencial para o partido nestes locais na eleição presidencial de 2020.

    Em uma polêmica de última hora, NBC, Fox News e Facebook retiraram do ar na segunda-feira um anúncio da campanha de Trump que críticos qualificaram como racista. Na propaganda de 30 segundos, um vídeo de um tribunal que mostra um imigrante mexicano ilegal condenado em 2014 pelo assassinato de dois policiais é justaposto a cenas de imigrantes percorrendo o México.

    O comparecimento do eleitorado pode ser o mais alto para eleições de meio de mandato em 50 anos, preveem especialistas.

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    Petroleiras preparam ofertas para leilão de pré-sal do Brasil temendo eleições

    Por Alexandra Alper

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Exxon Mobil, a Shell e outras empresas vão participar na próxima sexta-feira de um leilão de cobiçadas áreas de petróleo e gás do pré-sal, antes de eleições que criam temores sobre barreiras para o investimento estrangeiro e até sobre a continuidade das licitações.

    O leilão no Rio de Janeiro de quatro blocos nas bacias de Santos e Campos acontece apenas uma semana antes da eleição presidencial mais imprevisível em uma geração, que inclui candidatos que podem procurar diminuir o ritmo dos leilões de petróleo, revisar a legislação favorável ao mercado ou até mesmo reclamar campos de óleo já leiloados.

    'Eles podem tentar revisar o processo todo de abertura (da indústria petrolífera) para as companhias internacionais de petróleo', disse um executivo do setor de serviços petroleiros, que recusou ser identificado.

    Atraídas pela geologia de classe mundial, pela diminuição de reservas em outros lugares e a alta dos preços da commodity, as companhias deixaram muito dinheiro no Brasil, o maior produtor da América Latina, para garantir participação na camada de pré-sal do país, onde bilhões de barris de petróleo estão presos sob uma camada grossa de sal no oceano.

    A chinesa CNOOC, a Chevron, a BP, a norueguesa Equinor e a francesa Total também estão todas registradas para participar no leilão.

    O seu interesse foi incentivado por políticas favoráveis ??à indústria sob o presidente Michel Temer, incluindo o afrouxamento de regras que favoreciam fornecedores locais e a suspensão da obrigação de a Petrobras ser o único operador nos blocos de pré-sal.

    Temores de um retrocesso dessas políticas devem encorajar grandes apostas na sexta-feira, de acordo com Edmar Almeida, professor do departamento energia na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

    'Será um leilão muito disputado', ele disse.

    O candidato de direita, Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas, falou pouco sobre o setor petroleiro, apesar de, como deputado, ter uma vez votado contra diminuir o monopólio da Petrobras. Ele tem comentado ideias de privatizações e indicou que irá adotar uma abordagem favorável ao mercado, se for eleito.

    Entretanto, as pesquisas de intenção de voto indicam que o provável segundo turno no dia 28 de outubro teria uma disputa apertada. Fernando Haddad, um acadêmico de esquerda que subiu para o segundo lugar nas pesquisas depois de ser apoiado pelo ex-presidente Lula, que está preso atualmente, tem uma visão muito mais nacionalista da indústria.

    Prometendo 'recuperar o pré-sal para servir ao futuro da população brasileira, não aos interesses das empresas internacionais', de acordo com a sua plataforma, ele restauraria os requerimentos mais restritos para usar fornecedores locais.

    É incerto se Haddad adotaria também a promessa de Lula de retomar o monopólio da Petrobras como única operadora de campos de pré-sal e diminuiria o ritmo dos leilões.

    Ciro Gomes, ex-governador de esquerda que está em terceiro lugar, ameaçou congelar os leilões e expropriar os blocos que já foram vendidos.

    Se Haddad ou Ciro ganhar, 'nós podemos dar adeus para os leilões', disse outro executivo do setor, que pediu para não ser nomeado. 'Eles querem nacionalizar tudo de novo. Será o inferno', disse.

    As melhores ofertas desta semana devem ser pelos blocos de Titã e Saturno, na Bacia de Santos, que foram retirados pela Justiça de um leilão anterior em março, decepcionando a Exxon.

    Tanto Pau Brasil, na Bacia de Santos, e o sudoeste do campo de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos, não receberam ofertas em uma rodada no ano passado. Porém dessa vez a Petrobras exerceu seu direito de preferência na licitação do bloco de Tartaruga Verde, adjacente a uma área que a estatal já possui.

    Sob as leis brasileiras, a Petrobras pode expressar interesse prévio em operar um bloco onde poderia operar com pelo menos 30 por cento de participação. A estatal também pode fazer ofertas por outros blocos no dia do leilão em que não exerceu preferência.

    As empresas competirão ofertando a maior quantidade de petróleo --subtraindo custos indiretos-- ao governo, com os lances mínimos indo de 9,5 por cento a 35 por cento.

    (Por Alexandra Alper)

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