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    Justiça manda prender novamente funcionários da Vale e da Tüv Süd

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Justiça de Minas Gerais mandou prender novamente todos os funcionários da Vale e da auditora Tüv Süd que haviam sido soltos recentemente, informou em nota nesta quarta-feira o Tribunal de Justiça mineiro, em meio às investigações de autoridades sobre o rompimento da barragem de rejeitos da mineradora em Brumadinho (MG), no 25 de janeiro, que deixou ao menos 200 mortos e mais de 100 desaparecidos.

    Dos empregados que haviam sido presos e depois liberados, onze são da Vale e dois da Tüv Süd, empresa responsável pelo laudo de estabilidade da estrutura que entrou em colapso. Os 13 são investigados por envolvimento no desastre. [nL1N1ZT114]

    No início de fevereiro, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu colocar em liberdade três funcionários da Vale e dois da auditora, ao afirmar que eles já prestaram declarações, já foram feitas buscas e apreensões e não foi apontado qualquer risco que eles pudessem oferecer à sociedade.[nE6N1XX03G]

    Ao final do mês passado, o STJ liberou oito funcionários da companhia que tinham sido presos, em meados de fevereiro, com argumentos semelhantes.[nL1N20A10X] [nL1N20M1TC]

    Mas na decisão desta quarta-feira, a 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais negou, por unanimidade, habeas corpus impetrados em favor dos funcionários.

    'Com essa decisão, os 13 devem retornar à prisão para cumprimento da prisão temporária decretada pelo juiz da comarca de Brumadinho, Rodrigo Heleno Chaves', disse o TJMG em nota.

    De acordo com o voto do relator, desembargador Marcílio Eustáquio Santos, a decretação da prisão temporária foi 'devidamente fundamentada pelo juiz, como forma de se buscar informações sobre o conhecimento dos investigados a cerca da situação de instabilidade da barragem'.

    Além disso, Santos disse em seu voto que ficou demonstrado que a 'prisão temporária é necessária ao bom andamento do inquérito policial no qual, frisa-se, apura delito de elevada gravidade concreta'. O relator descartou a alegação de 'qualquer constrangimento ilegal na manutenção da medida cautelar'.

    As prisões não envolveram integrantes da cúpula da companhia, que afastou no início de março o presidente-executivo da Vale, Fábio Schvartsman, o diretor-executivo de Ferrosos e Carvão, Peter Poppinga, além de Lucio Flavio Gallon Cavalli (diretor de Planejamento e Desenvolvimento de Ferrosos e Carvão) e Silmar Magalhães Silva (diretor de Operações do Corredor Sudeste), após recomendação de autoridades que acompanham o caso.

    Em nota, a Vale afirmou que 'essas prisões são desnecessárias, pois os colaboradores já haviam prestado depoimento de forma espontânea e estavam disponíveis para prestar novos esclarecimentos às autoridades a qualquer momento'.

    A empresa reiterou ainda que, atendendo à recomendação da força-tarefa, inclusive como medida cautelar alternativa à prisão, todos esses funcionários já estavam afastados.

    'A companhia e seus empregados têm apresentado, desde o momento do rompimento da barragem, todos os documentos e informações solicitados voluntariamente e, como maior interessada na apuração dos fatos, a Vale continuará contribuindo com as investigações', disse a empresa.

    Já a Tüv Süd informou que, em respeito às investigações, no momento não está comentando o caso.

    (Por Marta Nogueira)

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    Polícia prende PM reformado e ex-PM por suspeita de assassinato de Marielle

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - Um policial militar reformado e um ex-policial militar foram presos, nesta terça-feira, por suspeita de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, às vésperas de o crime completar um ano, informaram a polícia e o Ministério Público do Rio de Janeiro.

    A primeira fase da investigação que resultou nas prisões desta terça ainda não deixou claro o motivo para o crime e se foi uma ação encomendada. A segunda fase das investigações já começou nesta terça com o cumprimento de mais de 30 mandados de buscas e apreensões.

    'Estamos entregando a primeira fase com quem ocupou o veículo, quem dirigiu e quem atirou em Marielle e Anderson, mas ainda há respostas a alcançar', disse a jornalistas o delegado responsável pelas investigações, Giniton Lages.

    'Foi um crime praticamente perfeito, sofisticado e que exigiu muita dedicação ... a solução desse crime é um recado para as pessoas que esse tipo de crime não pode se repetir”, acrescentou.

    A operação para prender os suspeitos do crime foi deflagrada nas primeiras horas do dia pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, e cumpriu mandados na casa de um dos policiais presos no mesmo condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro tem casa, na zona oeste do Rio de Janeiro, segundo as autoridades.

    Ao chegar ao Itamaraty para um almoço com o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, Bolsonaro disse a jornalistas que só conheceu sobre Marielle após a morte da então vereadora e afirmou que também está interessado em saber quem foi o mandante do assassinato.

    O secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Marcus Vinícius Braga, afirmou que, com as prisões, os investigadores se aproximam de solucionar o crime.

    'Foram presos dois policiais com participação direta e efetiva no crime', disse ele à Reuters. 'Com essas prisões ficamos perto da solução do crime', acrescentou.

    Os suspeitos presos foram identificados como Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz. Não foi possível contactar representantes dos suspeitos de imediato.

    De acordo com as investigações, Lessa foi o autor dos disparos de arma de fogo contra Marielle e Anderson, enquanto Queiroz seria o condutor do veículo utilizado para a execução. Lessa é policial militar reformado, enquanto Queiroz foi policial militar, tendo sido expulso da corporação.

    Marielle e Anderson foram assassinatos em uma emboscada em 14 de março do ano passado no bairro do Estácio, na zona norte do Rio.

    O assassinato da então vereadora, que denunciava abusos cometidos por policiais militares, aconteceu quando ela voltava de um evento e o carro em que estava foi atingido por diversos tiros.

    O crime chamou atenção de entidades internacionais de defesa dos direitos humanos, que têm cobrado das autoridades brasileiras uma solução para o caso.

    Giniton Lages afirmou que a segunda fase das investigações deve buscar respostas para perguntas sobre o crime que ainda estão sem reposta: por que Marielle foi morta e se os criminosos agiram sob encomenda.

    'Ele tinha uma obsessão por pessoas com posições políticas diferentes da dele', declarou Lages. 'A segunda fase das investigações está em curso e nada do que foi dito até agora pode ser desconsiderado... o caso ainda está em aberto', completou.

    GOVERNADOR ESPERA DELAÇÃO

    Antes das prisões desta terça, uma das linhas de investigação apontava que o assassinato de Marielle teria sido encomendado por milicianos incomodados com a atuação da vereadora no combate à especulação imobiliária na zona oeste. Um vereador do Rio chegou a ter seu nome ligado ao crime. Outra linha apontava para possibilidade de políticos do Estado terem arquitetado o crime para atingir um parlamentar do partido de Marielle.

    O governador Wilson Witzel (PSC) disse esperar que os presos possam contribuir com a investigações com um acordo de delação premiada.

    'Isso já foi consagrada pela Lava Jato', lembrou ele. 'Demos uma resposta importante à sociedade sobre um crime bárbaro contra uma parlamentar no desempenho de sua atividade, que teve a sua vida ceifada de forma criminosa, odienta e inaceitável', acrescentou.

    A denúncia apresentada pelo Ministério Público estadual contra os suspeitos presos nesta terça afirma que “é inconteste' que Marielle foi 'sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia”.

    (Reportagem adicional de Lisandra Paraguassu, em Brasília)

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    Polícia espanhola investiga 28 jogadores de tênis por manipulação de resultados

    MADRI (Reuters) - A polícia espanhola prendeu diversos suspeitos em uma investigação sobre manipulação de resultados de partidas de tênis por uma quadrilha armênia, informou nesta quinta-feira o serviço de polícia da União Europeia, Europol.

    Como parte da investigação, foram realizadas 11 operações de busca em residências pela Espanha e apreendidos 167 mil euros em espécie, uma arma, mais de 50 dispositivos eletrônicos, cartões de crédito, cinco carros de luxo e documentos relacionados ao caso. Quarenta e duas contas bancárias foram bloqueadas.

    A Guarda Civil da Espanha disse em comunicado que 15 pessoas foram presas, incluindo os líderes da organização criminosa, enquanto outras 68 estão sendo investigadas.

    Das 83 pessoas envolvidas no caso, 28 são jogadores profissionais de tênis que disputam torneios das categorias Future e Challenger, e um deles, cuja identidade não foi revelada, participou do Aberto dos Estados Unidos de 2018.

    “Nossos agentes provaram que o grupo operava desde fevereiro de 2017 e estimam que eles ganharam milhões de euros com a operação”, acrescentou a Guarda Civil em comunicado.

    As prisões acontecem um dia depois que a Unidade de Integridade do Tênis revelou que, em 2018, mais jogadores foram punidos por violar regras anticorrupção do que em qualquer outro ano desde que a organização foi criada.

    (Reportagem de Mitch Phillips e Richard Martin; Reportagem adicional de Martyn Herman)

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    Empresário canadense ligado a líder norte-coreano é detido na China

    Por Josh Smith e David Ljunggren

    SEUL/OTTAWA (Reuters) - O empresário canadense Michael Spavor, ligado ao líder norte-coreano, Kim Jong Un, foi detido por autoridades da China devido à suspeita de pôr em risco a segurança do Estado, noticiou a mídia estatal chinesa nesta quinta-feira.

    Spavor, consultor de negócios que tem laços profundos com a Coreia do Norte, já andou de jet ski com Kim Jong Un e sentiu o chão tremer durante um teste nuclear norte-coreano.

    O governo do Canadá diz não ter conseguido contatá-lo, e ligações, mensagens e e-mails para Spavor não haviam tido resposta até esta quinta-feira.

    Quando o líder norte-coreano decidiu se reaproximar do mundo e atrair investimentos estrangeiros neste ano, Spavor estava em uma posição privilegiada para desempenhar um papel.

    Sendo um dos pouco ocidentais com laços pessoais com o governo da Coreia do Norte e com o próprio Kim, Spavor vem tentando despertar o interesse internacional em investimentos em projetos econômicos norte-coreanos, antecipando-se ao eventual relaxamento das sanções e ao estreitamento das relações.

    Spavor é mais conhecido na região por seu relacionamento com Kim e por ter facilitado uma visita do astro de basquete norte-americano Dennis Rodman a Pyongyang em 2013.

    'Aquela foi a experiência mais incrível que tive na vida... passamos três dias juntos', disse Spavor à Reuters em uma entrevista concedida em 2017.

    Imagens da ocasião mostraram Spavor bebendo coquetéis com Kim a bordo de um de seus barcos particulares depois de andarem de jet ski em uma baía próxima de Wonsan, uma das áreas de desenvolvimento econômico aos cuidados do líder.

    Em 2015 Spavor se envolveu nos esforços para atrair mais de 150 milhões de dólares de fundos estrangeiros para Wonsan, incluindo 39 milhões de dólares para abrir uma nova cervejaria.

    A investigação de Spavor vem na esteira da detenção, ocorrida em Pequim na segunda-feira, do ex-diplomata canadense Michael Kovrig, que a mídia estatal chinesa disse estar sendo investigado pelas mesmas acusações.

    A China expressou revolta quando o Canadá prendeu em 1º de dezembro a executiva Meng Wanzhou, diretora financeira da empresa chinesa Huawei Technologies, e o inquérito sobre Spavor provavelmente agravará a desavença diplomática.

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    Venezuela prende 34 gerentes de supermercados por aumento de preços

    Por Alexandra Ulmer e Deisy Buitrago

    CARACAS (Reuters) - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse na quinta-feira que 34 gerentes de supermercados foram presos sob acusação de esconderem alimentos e aumentarem abusivamente os preços, no mais recente ato repressivo do governo de esquerda contra o empresariado enquanto o país sofre um colapso econômico grave.

    'Tivemos um grupo de supermercados que escondia os produtos das pessoas e começou a cobrar o que queria. Há 34 gerentes de grandes supermercados atrás das grades por violarem a lei', disse Maduro, muitas vezes revoltado, durante uma transmissão de uma hora na televisão estatal.

    'Eu digo uma coisa e os supermercados vêm e dizem outra... que desculpa eles têm para não seguir as regras?', questionou Maduro, estimulando os venezuelanos a se pronunciarem se virem preços injustos para evitar 'serem roubados'.

    No mês passado Maduro prometeu um ressurgimento econômico para o país rico em petróleo, que é vítima de uma hiperinflação e da escassez de produtos básicos, ordenando que o salário mínimo fosse aumentado 60 vezes e desvalorizando a moeda em 96 por cento.

    O governo, mesmo carente de fundos, disse que cobrirá os salários nos três primeiros meses para que os negócios não aumentem os preços, apesar de o Congresso de maioria opositora estimar a inflação anual em 200 mil por cento.

    A mídia local noticiou que muitos dos gerentes presos trabalhavam na Central Madeirense, rede fundada cerca de 70 anos atrás por imigrantes portugueses. A empresa e o Ministério da Informação da Venezuela não responderam a pedidos de comentário.

    Alguns donos de negócios, duvidando que o governo cobrirá os novos salários, tentaram equilibrar as contas elevando preços e demitindo funcionários, o que contribui para o êxodo em massa de mais de 2 milhões de pessoas que já fugiram da nação de 30 milhões de habitantes.

    Economistas dizem que as reformas de Maduro não atacam os problemas centrais da Venezuela, que são os controles monetários e a criação excessiva de dinheiro, e podem inclusive desestabilizar a economia.

    Mas Maduro adotou um tom otimista ao comentar as medidas, dizendo que o aumento dos salários ocorreu sem sobressaltos e que as autoridades não estão mais imprimindo dinheiro de forma insustentável.

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