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    Guedes quer Secretaria de Privatizações para acelerar venda de ativos, diz fonte

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende criar uma Secretaria de Privatizações no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para acelerar o programa de venda de ativos brasileiros como forma de tentar melhorar a saúde fiscal do país, afirmou uma fonte com conhecimento do assunto à Reuters nesta segunda-feira.

    Preliminarmente, a nova estrutura deverá se chamar Secretaria de Privatizações e Desinvestimento e será vinculada diretamente à superpasta da Economia que Guedes vai comandar a partir de janeiro.

    Desde a campanha eleitoral, o guru econômico de Bolsonaro tem defendido a privatização de estatais e outros órgãos da burocracia como forma de fazer caixa a fim de reduzir o endividamento público do país --ele chegou a declarar, em entrevista, que há cerca de 1 trilhão de reais em ativos a ser privatizados.

    A intenção de se criar esse órgão, segundo a fonte, é colocar a política de venda de ativos no centro das decisões do governo, sinalizando essa ação como uma das prioridades da futura gestão. Essa fonte lembrou que ainda na década de 1980, antes do Plano Cruzado, Paulo Guedes já fazia uma defesa enfática da venda de ativos brasileiros para pagar a dívida do país, o que ajudaria a derrubar os juros e fazer o Brasil ingressar em um ciclo de grandes investimentos. 'Ele enxerga mais longe que todos', disse a fonte, que pediu anonimato.

    Bolsonaro, por sua vez, tem dado respaldo ao plano de privatizações de Guedes, seu 'posto Ipiranga', mas sempre tem demonstrado que haverá limites para o projeto. 'Vai ser um grande plano de privatização? Sim, vai ser, mas com muita responsabilidade', disse Bolsonaro em uma transmissão de vídeo no mês passado, voltando a especificar que não pensa em privatizar Furnas, subsidiária de geração controlada pela Eletrobras.

    A estrutura na burocracia federal que atualmente mais se assemelha é a Secretaria Especial de Programa de Parcerias de Investimentos (SPPI), órgão vinculado à Secretaria-Geral da Presidência que gerencia, além de privatizações, concessões e parcerias-público privadas.

    O PPI foi criado em 2016 por medida provisória no início do governo do atual presidente Michel Temer para garantir a ampliação e o fortalecimento da interação entre o Estado e a iniciativa privada para a celebração de contratos de parceria para a execução de empreendimentos públicos de infraestrutura e outras medidas de desestatização.

    As privatizações ganharam impulso no país na década de 1990 com o Programa Nacional de Desestatização (PND) do governo do então presidente Fernando Collor de Mello.

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    Bolsonaro fala em privatizar 100 estatais mas poupa BB, Caixa e 'miolo' da Petrobras

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, deputado Jair Bolsonaro, afirmou nesta terça-feira que é possível privatizar mais de 100 estatais “tranquilamente”, mas ressalvou que há áreas que devem permanecer sob o controle do governo, como as que geram energia, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e “talvez o miolo” da Petrobras.

    'A gente não vai privatizar tudo, qual país que tem zero de estatais? Eu desconheço, pode ser que tenha', disse Bolsonaro em entrevista na saída da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados.

    'No meu entender... não podem ser privatizadas, as que geram energia, Banco do Brasil, Caixa Econômica, talvez o miolo da Petrobras, seria por aí. Agora de 140 e pouco estatais, acredito que mais de 100 dá para privatizar tranquilamente', acrescentou.

    FUSÃO

    O candidato do PSL ressaltou sua proposta de fundir os ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura. Segundo ele, um “montão de problemas da classe produtora do campo” poderá ser eliminado com a fusão das duas pastas.

    Bolsonaro também criticou a presença de ONGs internacionais no país, que, segundo ele, “atrapalham” o agronegócio e a agricultura familiar.

    Em aceno ao setor, ele disse ainda que há uma indústria da “multagem” por parte de órgãos como o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e que a Constituição de 1988 relativizou a propriedade privada no Brasil.

    O presidenciável afirmou que tudo está caro no país por causa do chamado “custo Brasil” e destacou, sem dar detalhes, que poderá conceder subsídios.

    “Ninguém está falando em subsídios aqui. O ideal é não ter subsídios. Mas se tiver que dar, daremos sim”, disse.

    'TIRAR DO CANGOTE'

    Em uma avaliação sobre a economia, após a divulgação de números oficiais que apontaram retração na indústria, Bolsonaro repetiu já ter defendido para sua equipe econômica a necessidade de desregulamentar, desburocratizar e diminuir encargos trabalhistas como saída da atuação situação. [nL2N1VQ0DP]

    “É tirar o Estado do cangote de quem está produzindo, é jogar pesado na questão da violência porque com violência não há economia, é fazer comércio com o mundo todo e fazê-lo sem o viés ideológico”, disse ele, ao frisar que é necessário tomar uma série de medidas e não será de uma hora para outra que vai se resolver a questão.

    MUSEU

    Bolsonaro afirmou que, se eleito, vai evitar o aparelhamento político para impedir que situações como o incêndio do Museu Nacional no Rio de Janeiro repitam-se. Ressaltou que não vai aceitar indicações políticas para qualquer tipo de cargo.

    Instado a responder especificamente sobre o caso do museu, diante da mobilização que gerou, o candidato disse: “Já está feito, já pegou fogo, quer que eu faça o quê?” Ele argumentou que, embora tenha Messias em seu nome, não tem como “fazer milagre”.

    Perguntado se o caso do museu do Rio não foi por falta de dinheiro e manutenção, Bolsonaro respondeu em tom de crítica.

    “Você não tem dinheiro, paciência. Agora, para mim, é dinheiro para quermesse, homem nu para criança tocar não falta. Para escrever a vida de Zé Dirceu também não falta dinheiro da Lei Rouanet”, disse, referindo-se a ex-líder petista condenado na lava Jato.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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