alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE projecoes

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia FMI eleva crescimento do Brasil em 2019 a 2,5%, mas reduz projeção para 2020 a 2,2%

    FMI eleva crescimento do Brasil em 2019 a 2,5%, mas reduz projeção para 2020 a 2,2%

    SÃO PAULO (Reuters) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou nesta segunda-feira a perspectiva de crescimento do Brasil neste ano, vendo a continuidade da recuperação após a recessão que afetou o país, mas ao mesmo tempo reduziu a previsão para o ano que vem.

    Na revisão de seu relatório 'Perspectiva Econômica Global', o FMI passou a ver uma expansão de 2,5 por cento da economia brasileira este ano, 0,1 ponto percentual a mais do que em outubro.

    A melhora na expectativa para o Brasil ajudou a compensar em parte a revisão para baixo do México e uma contração mais severa do que o esperado anteriormente na Venezuela na perspectiva para a América Latina.

    A estimativa para a região foi reduzida em 0,2 ponto percentual para ambos os anos, mas ainda assim a projeção é que a América Latina vai ganhar fôlego no período, passando de um crescimento de 1,1 por cento em 2018 para 2,0 por cento neste ano e 2,5 por cento em 2020

    'As reduções são apenas parcialmente compensadas por uma revisão para cima na estimativa de 2019 para o Brasil, onde a recuperação gradual da recessão de 2015-16 deve continuar', disse o FMI no relatório.

    Para 2020, entretanto, a projeção para o Brasil foi reduzida em 0,1 ponto, para 2,2 por cento.

    A estimativa do FMI para este ano fica em linha com o esperado por economistas consultados na pesquisa Focus realizada semanalmente pelo Banco Central, que veem uma expansão de 2,53 por cento este ano. Mas para 2020 o levantamento do BC aponta uma expectativa melhor, de 2,60 por cento.[nL1N1ZL06P]

    (Por Camila Moreira)

    0

    0

    12

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Embraer estima lucro baixo ou zero nos próximos dois anos

    Embraer estima lucro baixo ou zero nos próximos dois anos

    SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer informou nesta quarta-feira que espera ter uma posição líquida de caixa quando concluir a venda do controle de sua divisão de aviação comercial para a Boeing, mas alertou que terá lucro pequeno ou zero nos próximos dois anos.

    A companhia espera que as operações atinjam equilíbrio financeiro descontando pagamento de juros e impostos em 2019, segundo documento enviado ao mercado. A medida, chamada de Ebit, deve subir para entre 2 e 5 por cento da receita em 2020.

    Em 2018, a Embraer não conseguiu cumprir várias de suas projeções, ficando abaixo em pelo menos 250 milhões de dólares da previsão de receita na divisão de aviação executiva e 200 milhões abaixo do previsto na área de defesa.

    A companhia queimou duas vezes mais caixa que o esperado, tendo um fluxo de caixa negativo de cerca de 200 milhões de dólares em 2018. Mas espera reverter o resultado como efeito da entrada de recursos da Boeing e previu fluxo positivo de 1 bilhão de dólares com a conclusão da operação.

    As ações da Embraer exibiam queda de cerca de 3 por cento por volta das 12h15, enquanto o Ibovespa tinha baixa de 0,3 por cento.

    As entregas da divisão de jatos comerciais, que será controlada em 80 por cento pela Boeing a partir de 2020, devem ficar praticamente estáveis neste ano ante 2018, variando entre 85 e 95 aviões.

    A empresa também cortou a projeção de receita de 2018 em 300 milhões de dólares, prejudicada por entregas menores de jatos executivos e incidente com o cargueiro KC-390.

    A companhia afirmou que suas projeções para 2019 consideram custos associados ao acordo com a Boeing.

    A Embraer também divulgou projeções para 2020. A companhia espera que suas receitas caiam cerca de 50 por cento, dada a separação do grupo de sua divisão comercial.

    (Por Marcelo Rochabrun)

    0

    0

    25

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia FMI reduz projeções de crescimento econômico global por guerra tarifária e turbulência nos mercados emergentes

    FMI reduz projeções de crescimento econômico global por guerra tarifária e turbulência nos mercados emergentes

    Por David Lawder

    NUSA DUA, Indonésia (Reuters) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) cortou suas previsões de crescimento econômico global para 2018 e 2019, afirmando que a guerra comercial está pesando e que os mercados emergentes enfrentam dificuldades com condições financeiras mais restritivas e fluxo de saída de capitais.

    As novas projeções, divulgadas na ilha indonésia de Bali, onde as reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial estão sendo realizadas, mostram que a onda de forte crescimento, alimentada em parte pelos cortes nos impostos dos EUA e pela crescente demanda por importações, está começando a diminuir.

    O FMI disse em uma atualização do seu relatório 'Perspectiva Econômica Mundial' que agora prevê um crescimento global de 3,7 por cento em 2018 e 2019, abaixo da previsão de julho, de crescimento de 3,9 por cento para os dois anos.

    A redução reflete uma confluência de fatores, incluindo a introdução de tarifas de importação entre os Estados Unidos e a China, desempenhos mais fracos dos países da zona do euro, Japão e Reino Unido e crescentes taxas de juros que pressionam alguns mercados emergentes com saídas de capital, especialmente Argentina, Brasil, Turquia, África do Sul, Indonésia e México.

    'O crescimento dos EUA vai diminuir quando partes de seu estímulo fiscal retrocederem', disse o economista-chefe do FMI, Maurice Obstfeld, em comunicado. 'Apesar da força da demanda presente, reduzimos nossa projeção de crescimento dos EUA em 2019 devido às tarifas recentemente adotadas sobre uma série de importações da China e à retaliação da China.'

    Com a maior parte do impacto da guerra tarifária entre EUA e China a ser sentida no próximo ano, o FMI reduziu a previsão de crescimento dos EUA em 2019 a 2,5 por cento de 2,7 por cento anteriormente, enquanto a estimativa para a China passou a 6,2 por cento de 6,4 por cento. Para 2018 as projeções para os dois países permaneceram em 2,9 por cento para os EUA e 6,6 por cento para a China.

    Obstfeld disse não estar preocupado com a capacidade do governo chinês de defender sua moeda contra mais enfraquecimento, mas afirmou em entrevista à imprensa que Pequim enfrentará um 'exercício de equilíbrio' entre ações para sustentar o crescimento e garantir a estabilidade financeira.

    Se a China e os EUA resolverem suas diferenças comerciais, 'haverá uma alta significativa nas projeções'.

    A estimativa de crescimento da zona do euro em 2018 foi reduzida a 2 por cento de 2,2 por cento anteriormente, com a Alemanha particularmente afetada pela queda nas encomendas à indústria e nos volumes comerciais.

    Obstfeld disse que o FMI não vê um recuo generalizado dos mercados emergentes nem contágio para as economias emergentes com situação mais forte e que tenham evitado grandes fluxos de saída, como alguns na Ásia e alguns países exportadores de petróleo e metais.

    'Mas não há como negar que a suscetibilidade a grandes choques globais aumentou', disse Obstfeld. 'Qualquer forte reversão para os mercados emergentes apresentará uma ameaça significativa para as economias avançadas.'

    O Brasil teve sua estimativa de crescimento em 2018 reduzida em 0,4 ponto percentual, a 1,4 por cento, devido à greve dos caminhoneiros. O Irã, que enfrenta uma nova rodada de sanções dos EUA no próximo mês, também teve sua projeção reduzida.

    Alguns países emergentes ricos em energia tiveram desempenho melhor devido aos preços mais altos do petróleo, com a Arábia Saudita e a Rússia recebendo revisões para cima em suas projeções.

    0

    0

    14

    5 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Queda de venda a Argentina e México faz Anfavea cortar previsões sobre veículos do Brasil

    Queda de venda a Argentina e México faz Anfavea cortar previsões sobre veículos do Brasil

    SÃO PAULO (Reuters) - Uma desaceleração recente nas vendas de veículos à Argentina e ao México fizeram o setor automotivo brasileiro cortar suas previsões para produção e exportações em 2018, enquanto a greve dos caminhoneiros contribuiu para o setor não elevar expectativas de vendas no mercado interno.

    A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) reduziu nesta sexta-feira a expectativa para a produção em 2018 de crescimento de 13,2 para alta de 11,9 por cento, para 3,021 milhões de unidades. No primeiro semestre, o crescimento foi de 13,6 por cento, a 1,435 milhão de veículos.

    Já a previsão para as exportações foi cortada de crescimento de 4,5 por cento para estabilidade sobre o recorde do ano passado, a 766 mil veículos.

    Estávamos contando com uma exportação maior...Esperávamos passar das 800 mil unidades este ano, mas olhando os pedidos do México e da Argentina vamos ficar no mesmo nível do ano passado, que não é um número ruim pois estamos rondando o recorde , disse o presidente da Anfavea, Antonio Megale. Estávamos vindo num ritmo mais forte de exportações, mas estamos começando a ver México e Argentina, os dois principais mercados do Brasil, refazendo suas encomendas , disse o presidente da Anfavea, Antonio Megale, a jornalistas nesta sexta-feira.

    A Argentina, que elevou os juros para 40 por cento ao ano no começo de maio em meio a uma forte desvalorização do peso, registrou tombo de 31 por cento nas vendas internas de veículos em junho sobre o mesmo mês do ano passado e uma queda de 5 por cento ante maio, para 55,4 mil unidades, segundo dados da associação de montadoras Adefa.

    Até a elevação dos juros na Argentina, o Brasil direcionava 70 por cento de suas exportações de veículos para o país vizinho, que registrou vendas internas de 883,8 mil veículos em 2017.

    Já o México, segundo maior mercado de veículos do Brasil e que passou a travar uma disputa comercial com os Estados Unidos neste ano, as vendas de veículos de janeiro a maio, segundo dados mais recentes da associação setorial Amia, caíram 9 por cento sobre um ano antes, para 561 mil unidades.

    Acreditamos que os problemas de exportação são mais conjunturais que estruturais. Estamos ampliando as nossas frentes de comércio, buscando novos mercados. O Chile está crescendo, estamos exportando muitas máquinas (agrícolas) para os Estados Unidos e a exportação de caminhões para a Rússia está avançando , disse Megale.

    Segundo ele, as medidas de ajuste tomadas pelo governo argentino deverão fazer efeito nos próximos meses e a expectativa da Anfavea é que o mercado vizinho vai recuperar o nível de compras de produtos brasileiros em 2019.

    A indústria automobilística do Brasil tem capacidade para produzir 5 milhões de veículos por ano e as exportações vinham ajudando o setor a ocupar essa capacidade e a ampliar o número de trabalhadores ocupados. Em junho, pela primeira vez em vários meses, nenhum funcionário de montadora estava no Programa Seguro Emprego (PSE), do governo federal, disse Megale. Ele, porém, não comentou se essa situação poderá mudar nos próximos meses por conta da queda nas vendas externas.

    No primeiro semestre, as exportações de veículos montados do Brasil subiram apenas 0,5 por cento sobre um ano antes, para 379 mil unidades, registrando em junho recuo de 4,4 por cento sobre um ano antes, para 64,9 mil unidades.

    No mercado interno, a expectativa de vendas da Anfavea foi mantida em crescimento de 11,7 por cento, a 2,5 milhões de unidades. Megale afirmou que a greve dos caminhoneiros, no final de maio, prejudicou o nível de confiança dos consumidores e de alguns empresários na economia.

    No primeiro semestre, as vendas de veículos novos no Brasil subiram 14,4 por cento sobre um ano antes, a 1,167 milhão de unidades. Antes da revisão das projeções a Anfavea já esperava um crescimento menor nas vendas do segundo semestre sobre o ano passado.

    ROTA 2030

    O governo federal publicou mais cedo medida provisória 843 que cria o programa automotivo Rota 2030, que tem como foco declarado incentivar a pesquisa e desenvolvimento do setor automotivo no Brasil.

    Na véspera, o ministro da Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Marcos Jorge, afirmou que as montadoras de veículos terão até 1,5 bilhão de reais em crédito anual a ser abatido de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), se fizerem investimentos de pelo menos 5 bilhões de reais.

    Questionado, o presidente da Anfavea afirmou que o número de 1,5 bilhão de reais era uma estimativa do governo e que o incentivo poderá até ser maior uma vez que os investimentos de 5 bilhões pelas montadoras poderão ficar acima disso. Cinco bilhões é a média do que foi investido durante o Inovar Auto , disse Megale, se referindo ao programa automotivo criado no governo Dilma Rousseff e encerrado no final do ano passado.

    Após a publicação da MP e de decreto que reduziu o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de veículos com motores híbridos ou elétricos, o governo terá 120 dias para que a medida seja transformada em lei.

    O mais difícil era lançar a MP, temos muitos aliados no Congresso que entendem que o Brasil precisa de políticas de desenvolvimento, temos boas perspectivas sobre a conversão em lei da MP , disse Megale ao ser questionado sobre o risco de a MP caducar diante do foco dos parlamentares nas eleições de outubro.

    Além da própria conversão em lei, o Rota 2030, que tem vigência de 15 anos, também depende de uma série de regulamentações que precisam ser emitidas pelo governo nos próximos meses e anos, incluindo a forma como serão medidos os investimentos em pesquisa e desenvolvimento e seu abatimento no IRPJ e CSLL das montadoras. Não resolvemos todos os problemas, mas agora vamos poder nos planejar , disse Megale, acrescentando que nos próximos 30 dias o Mdic deve preparar a norma sobre essa medição.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

    0

    0

    30

    8 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. projecoes

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.