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    Polícia da Rússia detém ao menos 400 pessoas em protesto a favor de jornalista em Moscou

    Por Anton Zverev

    MOSCOU (Reuters) - A polícia russa deteve ao menos 400 pessoas nesta quarta-feira, incluindo o político de oposição Alexei Navalny, em um protesto em Moscou que pedia punição para os policiais envolvidos em uma suposta incriminação de um jornalista.

    A polícia retirou abruptamente acusações relacionadas a drogas feitas na terça-feira contra o jornalista Ivan Golunov, em um raro recuo das autoridades diante da indignação dos apoiadores do repórter, que alegaram que ele foi incriminado devido às suas reportagens.

    Golunov, jornalista de 36 anos conhecido por expor a corrupção entre autoridades municipais de Moscou, foi detido pela polícia na quinta-feira e acusado de traficar drogas, uma alegação que negou com veemência.

    Mas a maneira enfática como os apoiadores de Golunov disseram que ele foi incriminado e detido desencadeou uma demonstração de união midiática incomum e uma reação atipicamente rápida de autoridades receosas de agitações sociais, em um momento no qual o presidente Vladimir Putin já enfrenta inquietações devido à queda do padrão de vida da população.

    As autoridades esperavam que libertar Golunov e assegurar punições para aqueles que supostamente incriminaram o jornalista acalmaria os apoiadores do jornalistas, mas seus colegas decidiram prosseguir com um protesto convocado para esta quarta-feira, feriado nacional na Rússia.

    As autoridades alertaram de antemão que a manifestação seria ilegal e poderia colocar a segurança pública em risco.

    De acordo com as leis do país, a data e o horário de protestos que envolvam mais de uma pessoa precisam ser acordados previamente com autoridades. Os organizadores do evento desta quarta-feira propuseram que Moscou negociasse esses termos com eles durante uma transmissão ao vivo, o que foi recusado pelas autoridades.

    Testemunhas da Reuters disseram que mais de 1 mil pessoas se deslocaram até a região central de Moscou, entoando gritos como 'A Rússia será livre', 'Rússia sem Putin' e 'Abaixo o czar' à medida que a polícia alertava que não infringissem a lei e bloqueava algumas ruas.

    Alguns dos manifestantes usavam camisetas brancas dizendo 'Eu sou/Nós somos Ivan Golunov', a mesma manchete de primeira página veiculada pelos três principais jornais diários da Rússia na segunda-feira.

    Importantes jornalistas e ativistas russos estavam entre muitos dos manifestantes e detidos.

    Uma testemunha da Reuters viu ao menos três policiais levarem o político de oposição Alexei Navalny a um caminhão.

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    Polícia de Hong Kong dispara balas de borracha durante protestos contra lei de extradição

    Por James Pomfret e Clare Jim

    HONG KONG (Reuters) - A polícia de Hong Kong disparou balas de borracha e lançou gás lacrimogêneo contra manifestantes que arremessavam garrafas de plástico, nesta quarta-feira, quando protestos contra um projeto de lei de extradição que permitiria que pessoas sejam enviadas à China continental para julgamento se tornaram violentos.

    Dezenas de milhares de manifestantes se reuniram pacificamente diante da legislatura da cidade sob controle chinês antes de os ânimos se acirrarem e alguns manifestantes agrediram policiais com guarda-chuvas.

    A polícia os orientou a recuar, dizendo: 'Usaremos a força'.

    Ambulâncias foram às pressas à área dos protestos à medida que o pânico tomou conta da multidão, e muitas pessoas tentavam fugir do gás lacrimogêneo, segundo uma testemunha da Reuters. Mais de 10 pessoas ficaram feridas nos confrontos, noticiou a Cable TV.

    A polícia usou spray de pimenta, gás lacrimogêneo e cassetetes para forçar a multidão a recuar, e alguns indivíduos foram perseguidos. Algumas lojas do IFC, um dos edifícios mais altos de Hong Kong, baixaram as portas de aço.

    A Civil Human Rights Front, entidade que organizou um protesto no domingo que estimou ter reunido mais de 1 milhão de pessoas nas ruas para protestar contra o projeto de lei, acusou a polícia de recorrer a uma violência desnecessária.

    Os manifestantes, na maioria jovens vestidos de preto, montaram barricadas para se prepararem para uma ocupação longa na área, relembrando as manifestações pró-democracia 'Occupy' que paralisaram a ex-colônia britânica em 2014.

    A violência havia abrandado no início da noite local, mas dezenas de milhares ainda obstruíam as ruas e os arredores da via Lung Wo, uma grande artéria no sentido leste-oeste que fica próxima dos escritórios da executiva-chefe de Hong Kong, Carrie Lam.

    No domingo, os opositores do projeto de lei realizaram a maior manifestação política na cidade desde que o Reino Unido devolveu Hong Kong à China mediante a fórmula 'um país, dois sistemas' garantindo sua autonomia, o que inclui liberdade de reunião e de imprensa e um Judiciário independente. No entanto, muitos acusam Pequim de interferir ostensivamente desde então.

    O projeto de lei proposto provocou amplo repúdio em casa e no exterior, e até críticas raras de juízes, da comunidade empresarial de Hong Kong, de algumas figuras pró-establishment e de vários governos estrangeiros e câmaras de comércio.

    (Reportagem de Clare Jim, James Pomfret, Greg Torode, Jessie Pang, Twinnie Siu, Jennifer Hughes, Felix Tam, Vimvam Tong, Thomas Peter, e Joyce Zhou; Reportagem adicional de Ben Blanchard e Gao Liangping, em Pequim)

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    4 D

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    Hong Kong avança com projeto de extradições à China apesar de maior protesto desde autonomia

    Por James Pomfret e Farah Master

    HONG KONG (Reuters) - A líder de Hong Kong, Carrie Lam, prometeu nesta segunda-feira levar adiante um projeto legislativo para permitir que suspeitos sejam extraditados à China continental, um dia depois do maior protesto na cidade desde que foi devolvida pelos britânicos aos chineses em 1997.

    Um batalhão de choque da polícia cercou o Parlamento de Hong Kong e reagiu a um grupo violento em meio a centenas de manifestantes que participaram de uma marcha pacífica de domingo, que organizadores disseram ter atraído mais de 1 milhão de pessoas, ou uma de cada sete da cidade.

    'Não acho que é uma decisão apropriada para nós agora recuar neste projeto de lei por causa dos objetivos muito importantes que este projeto de lei pretende cumprir', disse Carrie, com expressão contida, a repórteres, flanqueada por seguranças e juízes.

    'Muito embora iremos continuar a fazer a comunicação e a explicação, existe pouco mérito a ser obtido em adiar o projeto de lei. Isso só causará mais ansiedade e polarização na sociedade'.

    Os protestos mergulharam Hong Kong em uma crise política, como os meses de manifestações pró-democracia 'Occupy' fizeram em 2014, aumentando a pressão sobre o governo de Carrie e seus apoiadores oficiais em Pequim. Brados ecoaram pelas ruas da cidade de arranha-céus no domingo pedindo sua renúncia. 'Extradite a si mesma, Carrie!', dizia um cartaz.

    O projeto de lei desencadeou uma oposição anormalmente ampla, de empresários e advogados normalmente pró-establishment a estudantes, figuras pró-democracia e grupos religiosos que temem a erosão da autonomia legal de Hong Kong e a dificuldade de obter até mesmo proteções judiciais básicas na China continental.

    O Reino Unido devolveu Hong Kong à China mediante a fórmula 'um país, dois sistemas', com garantias de que sua autonomia e liberdades, incluindo um sistema de justiça independente, seriam protegidas.

    Mas muitos acusam a China de uma ampla interferência em muitos setores, como impedir reformas democráticas, limitar as liberdades, interferir em eleições locais e ainda pelo desaparecimento de cinco vendedores de livros sediados em Hong Kong, a partir de 2015, que se especializavam em obras críticas dos líderes chineses. Mais tarde todos ressurgiram detidos na China, e alguns apareceram em confissões aparentemente forçadas transmitidas em Hong Kong.

    No mês passado, depois de ouvir o empresariado e outros grupos, Carrie disse que só suspeitos de crimes mais sérios com uma pena mínima de ao menos sete anos serão extraditados.

    (Reportagem adicional de Ben Blanchard e Michael Martina, em Pequim)

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    Milhares protestam contra Trump em Londres, mas em menor número do que em 2018

    Por Andrew MacAskill e Andrew R.C. Marshall

    LONDRES (Reuters) - Milhares de pessoas protestaram no centro de Londres, nesta terça-feira, contra a visita de Estado repleta de pompa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Reino Unido, mas em número muito menor do que as dezenas de milhares que se reuniram para se opor à visita dele no ano passado.

    Os manifestantes exibiram cartazes espirituosos e às vezes grosseiros durante o que os organizadores chamaram de 'Carnaval da Resistência' na Trafalgar Square, enquanto a primeira-ministra britânica, Theresa May, conversava com o presidente em Downing Street, a pouca distância.

    Havia um clima de festival no protesto, em que o líder do Partido Trabalhista, de oposição, Jeremy Corbyn, falaria mais tarde.

    Entre os britânicos, Trump é um dos líderes estrangeiros mais conhecidos e menos queridos. Só 21% das pessoas entrevistadas pela empresa YouGov têm uma 'opinião positiva' a seu respeito, e entre as mulheres esta cifra encolhe para 14%.

    O tom do protesto foi dado por uma grande estátua que mostrou Trump em um banheiro dourado com as calças nos tornozelos, e os cartazes diziam: 'Trump, fique longe! Somos bastante capazes de bagunçar nossa própria política', 'Não se supera o racismo' e 'Tranquem-no na torre'.

    'Trump é um ignorante de 70 anos que sempre viveu como um privilegiado', disse Anna Fenton, gerente de marketing londrina de 23 anos cujo cartaz dizia 'Eca, por onde eu começo?'

    Anna disse que estava protestando para mostrar solidariedade às 'pessoas que a linguagem e as políticas de Trump prejudicaram', inclusive mulheres, lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros.

    A multidão de vários milhares de pessoas foi bem menor do que as dezenas de milhares que protestaram quando Trump visitou o país como presidente pela primeira vez, em julho de 2018.

    Também havia pequenos grupos de apoiadores. Alguns homens com bonés vermelhos com o slogan 'Faça a América Grande Novamente' caminhavam entre a multidão. Defensores de Trump disseram que os protestos contra ele são um insulto ao aliado mais poderoso do Reino Unido.

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    1 S

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    Manifestantes contra mudança climática ameaçam paralisar ruas centrais de Londres

    LONDRES (Reuters) - Manifestantes ambientalistas estão planejando paralisar partes da região central de Londres nos próximos dias com o bloqueio de algumas das mais movimentadas ruas da cidade na tentativa de forçar o governo a fazer mais para combater a mudança climática.

    Os manifestantes planejam bloquear o tráfego no Marble Arch, Oxford Circus, Waterloo Bridge, Parlament Square e no Piccadilly Circus a partir de segunda às 11h (horário local, 7h em Brasília). Os bloqueios devem continuar dia e noite em cada um desses lugares e manifestantes afirmam que os protestos podem durar cinco dias.

    'Vamos pacificamente bloquear o tráfego o tempo todo. Será um festival em escala total de resistência criativa, com reuniões de pessoas, ações artísticas, performances, conversas, workshops, comida e espaços para as famílias', disse o Extinction Rebellion, grupo que organiza os protestos.

    O grupo, que ganhou as manchetes com manifestantes seminus na Câmara dos Comuns do Parlamento britânico neste mês, alertou seus membros que alguns deles podem ser presos por participarem de desobediência civil não-violenta.

    O grupo reivindica que o governo declare emergências climática e ambiental, reduza as emissões líquidas de gases do efeito estufa a zero até 2025 e crie uma Assembleia de Cidadãos composta por membros do público para liderar decisões para lidar com a mudança climática.

    (Reportagem de Andrew MacAskill)

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    Venezuelanos protestam por poder, água e fim de governo de Maduro

    Por Vivian Sequera e Mariela Nava

    CARACAS/MARACAIBO, Venezuela (Reuters) - Depois de semanas de cortes de energia e de acesso limitado à água, dezenas de milhares de venezuelanos foram às ruas no sábado para apoiar o líder da oposição Juan Guaidó e protestar contra o presidente Nicolás Maduro, acusado de arruinar a economia do país sul-americano.

    Os venezuelanos, que já sofrem com a hiperinflação e com a escassez generalizada de alimentos e medicamentos, dizem que a crise caótica no país piorou ainda mais no último mês, quando cortes de energia elétrica deixaram vastas áreas do território venezuelano no escuro por dias, cortando também o fornecimento de água e de serviços de telefonia celular.

    Guaidó, que lidera a Assembleia Nacional controlada pela oposição e é reconhecido como chefe de Estado legítimo pela maioria dos países Ocidentais, chamou protestos para o sábado para marcar o início do que chama de uma nova onda de protestos 'definitivos' para derrubar Maduro.

    Guaidó invocou a constituição para assumir a presidência interina em janeiro, denunciando Maduro como um 'usurpador' depois do início de seu segundo mandato seguindo uma eleição nacional de 2018 que é amplamente vista como fraudulenta.

    Maduro, que tem o apoio das Forças Armadas e de aliados militares que incluem Rússia e China, caçoa de Guaidó pintando-o como uma marionete dos Estados Unidos, e diz que ele enfrentará a Justiça.

    Em Caracas, milhares de apoiadores da oposição se reuniram em um ponto de encontro no distrito de El Marques, na região leste da cidade. Os manifestantes disseram que suas casas estavam sem água por dias e que muitos precisaram retirar água de canos não confiáveis ou de riachos vindos da montanha de Avila, ao lado de Caracas.

    'Precisamos nos livrar desse usurpador, e não podemos pensar em nada além disso', disse Claudia Rueda, uma mulher de 53 anos no protesto em Caracas.

    Em um determinado ponto, a multidão gritava 'A água se foi, a energia se foi e agora, Maduro, você precisa ir também.'

    Dois grandes blecautes desde fevereiro levaram o governo de Maduro a cancelar dias de aulas e trabalho e deixaram vários estabelecimentos fechados. A retomada dos serviços ainda é irregular, e cidades como San Cristobal, Valencia e Maracaibo ainda relatam faltam de energia de maneira intermitente.

    A Assembleia Nacional, em sua conta no Twitter, diz que dois de seus parlamentares foram presos por autoridades no protesto em Maracaibo e pedia a liberação imediata dos dois. O Ministério da Informação da Venezuela não respondeu a um pedido sobre comentários.

    O Partido Socialista promoveu uma marcha rival em Caracas no sábado mas o comparecimento foi pequeno, com apenas algumas centenas de pessoas reunidas vestindo camisetas e bonés vermelhos tocando tambores e dançando salsa.

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    Manifestantes protestam em frente à Casa Branca contra visita de Bolsonaro

    Por Lisandra Paraguassu

    WASHINGTON (Reuters) - Um grupo de cerca de 50 pessoas, na sua maioria norte-americanos, se reuniu neste domingo em frente à Casa Branca para protestar contra a visita do presidente Jair Bolsonaro.

    Com cartazes e faixas com a foto de Bolsonaro e a frase “Ele Não”, os manifestantes fizeram um protesto pacífico, sem serem incomodados pelo Serviço Secreto norte-americano que faz a segurança do local.

    “Um encontro entre Bolsonaro e Trump legitima o fascismo e essa nova ultradireita que está crescendo no mundo. Não podemos deixar isso passar em branco”, disse Michael Shallal, da organização DC United Against Hate, uma das organizadoras do protesto.

    Bolsonaro ficará hospedado a poucos metros do local do protesto, mas o presidente ainda não havia chegado a Washington enquanto os ativistas gritavam palavras de ordem.

    Poucos brasileiros participarem do evento, e boa parte deles preferiu não se identificar.

    “A gente ouve e lê o que está acontecendo no Brasil e fica muito preocupado, até com nossas famílias”, disse à Reuters uma brasileira presente à manifestação.

    Lacy MacAuley, ativista moradora de Washington, levou o bebê de menos de 1 ano para o protesto. “Nós temos que pensar no mundo que vamos deixar para ele”, disse. “Nós temos que defender as pessoas. Estamos aqui protestando contra um encontro de governos fascistas, racistas, que oprimem os mais pobres, as mulheres”, afirmou.

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    3 M

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    Polícia de Mianmar usa balas de borracha para dispersar protesto

    Por Thu Thu Aung

    YANGON (Reuters) - A polícia de Mianmar disparou balas de borracha, gás lacrimogêneo e canhões de água na terça-feira para dispersar um protesto contra uma estátua do herói da independência, general Aung San, que é rejeitada por membros da minoria étnica karenni, disseram a polícia e um líder do protesto.

    Organizadores disseram que ao menos 3 mil pessoas se reuniram no feriado do Dia da União em Loikaw, capital de Kayah, Estado montanhoso do leste também conhecido como Karenni, apesar de não receberem permissão para a manifestação.

    A inauguração neste mês da estátua de Loikaw, que retrata o general coberto de ouro montado em um cavalo, ressuscitou uma onda de protestos, e 54 pessoas foram acusadas de reunião ilegal, incitação e difamação.

    'Não estamos objetando à estátua do general em si, estamos exigindo que primeiro implementem suas promessas', disse Khun Thomas, líder da Força Jovem Estadual de Karenni, na manifestação, transmitida ao vivo no Facebook com smartphones.

    Yanghee Lee, relatora especial de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) para Mianmar, denunciou o que chamou de 'reação policial violenta' aos protestos.

    'O governo de Mianmar precisa respeitar o direito de todas as pessoas de se reunirem pacificamente e expressarem suas opiniões sobre questões que as preocupam', disse ela em um comunicado divulgado em Genebra.

    'Usar força desproporcional contra manifestantes pacíficos é inteiramente inaceitável. As prisões precisam parar.'

    Aung San, pai da líder de Mianmar, Aung San Suu Kyi, foi o arquiteto do pacto de 12 de fevereiro de 1947 entre grupos étnicos que é lembrado pelo feriado nacional, mas que, segundo minorias, jamais foi implantado depois de seu assassinato naquele mesmo ano.

    Ao assumir o poder, em 2016, Suu Kyi estabeleceu como prioridade fazer as pazes com grupos étnicos armados, mas o avanço lento e a insatisfação crescente com seu partido em áreas de minorias representarão um desafio nas eleições marcadas para o ano que vem.

    Os participantes do protesto de terça-feira, o maior de uma série que começou no Estado em meados de 2018, depois que autoridades anunciaram os planos de instalação da estátua, exigem que sua principal autoridade e seu ministro das Finanças renunciem por não negociarem com o grupo.

    Mais de 10 pessoas sofreram ferimentos leves durante a ação policial para dispersar o protesto, disse Khun Thomas à Reuters.

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    4 M

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    Húngaros protestam em prédio da TV estatal para exigir independência da mídia e do Judiciário

    Por Gergely Szakacs e Krisztina Than

    BUDAPESTE (Reuters) - Cerca de dois mil húngaros protestaram no edifício da televisão estatal na segunda-feira para exigir uma mídia pública e um Judiciário independentes, a reunião mais recente a unir uma oposição fragmentada em um ato contra o primeiro-ministro de direita, Viktor Orban.

    Os manifestantes bradaram 'Fidesz Sujo', uma referência ao partido governista de Orban, e ergueram cartazes dizendo 'A TV perdeu seu caráter de televisão pública', afirmando que a TV pública se tornou porta-voz do governo. Eles enfrentaram centenas de policiais.

    Mais cedo seguranças expulsaram dois parlamentares independentes do prédio por eles terem tentado entrar em um estúdio para ler uma petição contra o que dizem ser um regime autoritário.

    Os dois parlamentares estavam entre cerca de uma dúzia de membros do Parlamento que passaram a noite no prédio protestando contra as políticas de Orban, e no domingo um grande protesto levou cerca de 10 mil pessoas às ruas.

    'Vim principalmente para defender os tribunais independentes', disse Gabor Hacsi, advogado de 35 anos que foi se manifestar na TV estatal e se referia a uma lei aprovada na semana passada que criaria novas cortes administrativas que responderiam ao governo.

    A marcha de domingo, batizada de 'Feliz Natal, senhor primeiro-ministro', na prática uniu grupos opositores em uma ação contra Orban pela primeira vez desde 2010, ano em que ele assumiu o poder.

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    6 M

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    EUA detêm líderes religiosos e ativistas durante protesto na fronteira com México

    Por Marty Graham

    SAN DIEGO (Reuters) - Ajoelhados diante de um batalhão de choque, 32 líderes religiosos e ativistas foram detidos em uma cerca na fronteira dos Estados Unidos com o México, na segunda-feira, durante um protesto em apoio a uma caravana de imigrantes centro-americanos.

    Mais de 400 manifestantes, muitos deles líderes de igrejas, mesquitas, sinagogas e comunidades indígenas, tentavam impedir a detenção e deportação de imigrantes e para que os EUA recebem a caravana que chegou a Tijuana, no México, em novembro.

    Cantando e orando, os líderes religiosos seguiam em frente em filas de quatro a seis pessoas, alguns com camisetas dizendo 'O Amor Não Conhece Fronteiras'. Eles foram algemados e levados por agentes federais ao entrarem em uma área restrita diante da cerca.

    'Como fiel que acredita em nossa humanidade em comum... estamos pedindo aos EUA que respeitem o direito dos imigrantes', disse Joyce Ajlouny, secretária-geral do Comitê de Serviço dos Amigos Americanos, que organizou uma semana de ações de apoio aos imigrantes.

    O porta-voz da Patrulha de Fronteira dos EUA, Theron Francisco, disse que 31 pessoas foram detidas pelos Serviços Federais de Proteção por invasão e que uma foi presa pela Patrulha de Fronteira por agredir um agente.

    As detenções marcaram o segundo confronto com as autoridades norte-americanas desde que a caravana chegou a Tijuana. Agentes da Patrulha de Fronteira dispararam gás lacrimogêneo contra os imigrantes em 25 de novembro porque disseram ter sido agredidos com pedradas.

    Milhares de imigrantes estão vivendo em abrigos e acampamentos lotados em Tijuana depois de partirem da América Central em fuga da pobreza e da violência. Eles podem ter que esperar semanas ou meses para pedirem asilo na fronteira dos EUA.

    Dados divulgados na segunda-feira pela Alfândega e Proteção de Fronteira (CBP) mostraram que os pedidos de asilo na divisa EUA-México aumentaram 67 por cento no ano fiscal de 2018 em relação ao ano anterior.

    Autoridades imigratórias dos EUA dizem que estes pedidos, a maioria dos quais é aceita, exploram uma brecha legal que permite que imigrantes entrem no país enquanto aguardam uma audiência a respeito de sua solicitação de asilo em um tribunal.

    'Como a maioria destes pedidos não terá sucesso quando forem adjudicados em um tribunal de imigração, precisamos que o Congresso trate destas vulnerabilidades', disse o comissário da CBP, Kevin McAleenan, em um comunicado.

    Os líderes do protesto disseram que o presidente norte-americano, Donald Trump, retratou a caravana como uma ameaça de segurança para impulsionar sua agenda 'anti-imigrante' e restringir ainda mais a capacidade de pedirem asilo.

    (Reportagem adicional de Andrew Hay, no Novo México)

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    6 M

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    Indígenas reivindicam que Funai fique na Justiça em carta entregue a governo de transição

    BRASÍLIA (Reuters) - Cerca de 80 indígenas foram à sede do governo de transição, nesta quinta-feira, em protesto contra a indefinição sobre qual pasta ficará responsável pela Fundação Nacional do Índio (Funai), e reivindicaram a permanência no Ministério da Justiça.

    Os indígenas foram ao local para entregar uma carta ao presidente eleito Jair Bolsonaro, na qual pedem que a Funai permaneça sob a Justiça, que será comandada pelo ex-juiz federal Sérgio Moro. Duas lideranças entraram no local para entregar o documento, mas não ficou claro se foram recebidos por algum membro da equipe de transição de governo.

    'Que fique bem claro que hoje nenhum ministério no Brasil, desses ministérios que estão aí, a não ser o Ministério da Justiça, tem condições de lidar com assuntos fundiários e com o que está acontecendo no atual momento... que é o genocídio sobre povos indígenas', disse Kretã Kaingang, um dos representantes do movimento, que abarca mais de 40 etnias do país inteiro.

    'Aqui no documento deixa bem clara a nossa posição da permanência da Funai dentro do Ministério da Justiça, porque ali nós teríamos condições de fazer o diálogo para garantir o direito constitucional', acrescentou.

    A ida dos indígenas ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde fica a equipe de transição, ocorre em meio à indefinição sobre o destino da Funai.

    Na quarta-feira, o presidente eleito disse que a Funai irá 'para algum lugar', mas indicou que o órgão não ficaria no Ministério da Justiça.

    A futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou nesta quinta-feira que considera difícil a fundação ser deslocada para a pasta que vai comandar, enquanto futuro ministro da Cidadania, Osmar Terra, disse que está sendo avaliada a possibilidade de a Funai ir para a sua pasta ou para o Ministério de Direitos Humanos.

    Durante a campanha e após sua eleição, Bolsonaro se posicionou contrário à demarcação de terras indígenas e disse que tal medida 'enjaula' povos nativos.

    'Aqui no Brasil alguns querem que o índio continue dentro de uma reserva como animal em zoológico. Eu não quero isso', disse Bolsonaro na quarta-feira. 'Eu quero tratar o índio como um ser humano, como um cidadão. Eu quero que explore sua propriedade, explore o subsolo, ganhe royalties em cima disso, eu quero que ele plante ou arrende sua terra para que seja plantada.”

    (Reportagem de Mateus Maia)

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    Protesto contra Bolsonaro convocado por mulheres reúne milhares em diversas cidades

    Por Tatiana Ramil

    SÃO PAULO (Reuters) - Milhares saíram às ruas de várias cidades do país neste sábado para protestar contra o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, em manifestação convocada por mulheres que reuniu uma diversidade de pessoas.

    No Largo da Batata, em São Paulo, crianças e idosos eram vistos em meio à multidão.

    'Não quero um presidente fascista, de extrema-direita e completamente ignorante. Um Trump piorado, que prega violência e se vale de um discurso sem profundidade e preconceituoso. Estou aqui porque o mundo é para todos', disse à Reuters a cineasta Ana Poeta na capital paulista.

    No Rio, manifestantes contrários ao candidato se reuniram na Cinelândia, no centro, enquanto um grupo a favor de Bolsonaro se concentrou na praia de Copacabana.

    Houve manifestações também em cidades fora do Brasil.

    'Estamos, hoje, juntas e de cabeça erguida nas ruas de todo o Brasil porque um candidato à Presidência do país, com um discurso fundado no ódio, na intolerância, no autoritarismo e no atraso, ameaça nossas conquistas e nossa já difícil existência. Estamos na rua porque seu programa político econômico é um retrocesso, uma reprodução piorada das políticas terríveis do (presidente, Michel) Temer', diz manifesto de mulheres contra Bolsonaro.

    Numa onda semelhante ao “#MeToo”, em que mulheres cobram punições a autores de assédio e direitos iguais aos dos homens, grupos em redes sociais com milhões de seguidores começaram a pregar o “#EleNão”, voto contra Bolsonaro nas eleições. Artistas, como a cantora Daniela Mercury e a atriz Claudia Raia, também aderiram ao movimento.

    Adversários de Bolsonaro, que recebeu alta do hospital neste sábado 23 dias após ser esfaqueado, também têm explorado essas polêmicas do candidato a fim de pregar o voto das mulheres contra ele.

    'O Brasil tem uma dívida com as mulheres, uma dívida em relação à violência, muita impunidade... Uma sociedade plural, que quer ser justa, como a brasileira, não pode permitir a discriminação contra as mulheres”, disse o candidato pelo PSDB, Geraldo Alckmin, durante campanha em São Paulo.

    Bolsonaro se envolveu em discussões públicas com mulheres e declarações do líder das pesquisas têm dividido opiniões e alimentado movimentos contrários e em apoio ao candidato por parte do eleitorado feminino.

    Em Manaus, o candidato do PT, Fernando Haddad, destacou o papel das mulheres na sociedade e em seu eventual governo.

    “Nossa equipe vai ter muitas mulheres, nós queremos inclusive fixar meta”, afirmou Haddad, elogiando sua vice, Manuela d´Ávila.

    “A Manuela vai ter papel não só como vice, mas como uma agente política importante. Ela dialoga com toda juventude brasileira e nós queremos que o protagonismo da juventude e da mulher esteja presente”, acrescentou.

    (Por Tatiana Ramil)

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