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    PSL fecha questão a favor de PEC da Previdência e de projeto que muda regras para militares

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O PSL decidiu nesta quinta-feira fechar questão a favor da reforma da Previdência e também em relação ao projeto que além de mudar as regras de aposentadoria, reestrutura a carreira dos militares.

    A decisão do partido do presidente Jair Bolsonaro ocorre em um momento em que quicavam reclamações de aliados sobre a postura pouco incisiva na defesa das propostas e também à expectativa do mercado, após dias de turbulência política e bate-boca público entre Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

    “No momento in totum a gente apoia a reforma, tal qual ela está posta”, disse o presidente do partido, Luciano Bivar, a jornalistas.

    Segundo ele, foi resolvida dentro da bancada, que tem boa parte de seus integrantes ligados às polícias, a resistência criada pelo tratamento diferenciado dispensado pelo governo aos militares.

    “Isso tudo foi superado na reunião”, disse o presidente do PSL.

    O líder do partido na Câmara, Delegado Waldir (PSL-GO), afirmou que foi “superada toda e qualquer dificuldade”. De acordo com o deputado, pontos específicos e ajustes poderão ser objeto de emendas durante a votação, sem que isso interfira não posição geral adotada pelo PSL de defesa da reforma.

    “Estamos dando a demonstração que acho que o mercado esperava, que o presidente Rodrigo Maia esperava, de ser o primeiro partido a fechar questão em relação à reforma da Previdência. Nós estamos dando o exemplo, somos o partido do presidente, estamos dando o exemplo”, disse o líder.

    Waldir aproveitou para fazer um afago no presidente da Câmara, após dias de trocas de farpas entre ele e Bolsonaro.

    A crise chegou a um ponto em que o presidente da República chegou a dizer que Maia estaria abalado por questões pessoas, possível referência ao padrasto de sua esposa, Moreira Franco, preso e solto na semana passada. Em resposta, o presidente da Câmara afirmou que Bolsonaro estava brincando de ser presidente e que estava na hora de o governo funcionar.

    “Bandeira branca, paz e amor, e nós vamos fazer a reforma da Previdência”, disse o líder do PSL, acrescentando que “sem dúvida nenhuma” a coordenação do andamento da proposta é “do nosso líder no Parlamento, que é o presidente Rodrigo Maia”.

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    PEC da Previdência não anda na Câmara até reforma dos militares chegar ao Congresso, diz líder do PSL

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), disse na manhã desta segunda-feira à Reuters que a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência não vai andar na Casa até que o projeto que altera o regime previdenciário para os militares seja enviado pelo governo ao Congresso.

    Waldir, líder do partido do presidente Jair Bolsonaro, disse que os líderes partidários da Câmara não vão indicar nomes para compor a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, o primeiro colegiado pela qual a reforma precisa tramitar, em razão de o governo não ter mandado o texto referente aos militares.

    'Na próxima semana, os líderes não vão indicar nomes (para a CCJ). Enquanto não chegar o texto dos militares, a Câmara não vai andar com o atual texto da PEC da reforma', disse Waldir.

    Na quarta-feira, dia em que apresentou a PEC da reforma, o governo prometeu enviar o projeto de lei referente aos militares até o dia 20 de março.

    Questionado se o fato de paralisar a tramitação da PEC não atrapalha os planos do governo para aprová-la no Congresso até o meio do ano, o líder do PSL respondeu: 'É o risco que o governo assumiu, e o Parlamento quer ver se o tratamento de equidade proposto pelo governo realmente vai acontecer', disse.

    Waldir disse que não tem 'bola de cristal' para falar sobre a previsão de quando a reforma será aprovada pelo Congresso.

    O líder do PRB na Câmara, Jhonatan de Jesus, defendeu uma solução até mais drástica do que a do líder do PSL: a de que o projeto referente aos militares, assim que chegar ao Congresso, seja integralmente apensado à PEC da reforma da Previdência.

    'Acho que (a reforma dos militares) não tem que ser paralela à PEC, tem que ser uma só. Colocar a PEC para tramitar e não ter duas reformas', disse o líder do PRB.

    Para Jhonatan de Jesus, governo vai ter muita dificuldade em construir uma base pensando em votar a reforma. Ele disse que o Executivo precisa estabelecer um diálogo com o Congresso e destacou que o problema não é a suposta falta de indicação de cargos federais feita pelos parlamentares.

    Já na quarta-feira, os presidentes do PP, senador Ciro Nogueira (PI), e do PRB, deputado Marcos Pereira (SP), criticaram a ausência de medida em relação aos militares.

    “A respeito da chegada da PEC da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, tenho a convicção de que, sem uma reforma que alcance também os militares, o texto apresentado não deveria sequer tramitar”, escreveu Ciro em sua conta no Twitter na quarta-feira.

    Pereira foi na mesma linha. “A ausência dos militares das Forças Armadas na proposta de reforma da Previdência enviada hoje por Bolsonaro à Câmara é um sinal ruim para a sociedade e pode dificultar o andamento da proposta entre os deputados”, escreveu o parlamentar, que é primeiro vice-presidente da Câmara, no Twitter.

    Na quinta-feira, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por sua vez, determinou o envio da PEC à CCJ, apesar de o colegiado ainda não ter sido instalado.

    Numa avaliação diferente da expressa pelo Delegado Waldir nesta sexta, o líder do DEM na Câmara, Elmar Nascimento (BA), disse na quinta que há expectativa de instalação de todas comissões na próxima semana. 'Está bem próximo de a gente fazer um acordo para poder instalar até todas (as comissões) na semana que vem”, disse Elmar.

    (Edição de Alexandre Caverni e Maria Pia Palermo)

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    À bancada do PSL, Bolsonaro diz que quer aprovação rápida da Previdência

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em reunião com a bancada do PSL da Câmara, ser importante a aprovação rápida da reforma da Previdência pelo Congresso, mas fez questão de ressalvar que eventuais mudanças ao texto encaminhado pelo governo sejam feitas com brevidade.

    O relato sobre a fala do presidente no encontro, ocorrido na quarta-feira, foi feito à Reuters nesta quinta-feira pela deputada Bia Kicis (PSL-DF). Segundo a deputada, Bolsonaro destacou que a discussão sobre a Previdência --considerada por ele a proposta mais importante-- está agora com o parlamento.

    O encontro do presidente com a bancada do PSL ocorreu horas após ele ter ido pessoalmente à Câmara apresentar ao presidente daquela Casa Legislativa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e outros parlamentares a reforma.

    O presidente, segundo Bia Kicis, não demonstrou preocupação com o fato de que na véspera da entrega da proposta de reforma ao Congresso a Câmara dos Deputados ter aprovado um projeto de decreto legislativo que revoga os efeitos de um decreto que altera as regras de classificação de informações secretas e ultrassecretas para permitir que servidores comissionados, dirigentes de autarquias e de empresas públicas, entre outros, possam determinar o sigilo de dados.

    A deputada disse que o presidente lembrou no encontro que não foi ele que assinou o decreto. Ele foi editado no momento em que Bolsonaro estava hospitalizado pelo presidente em exercício, Hamilton Mourão.

    'Para nós, não representou nenhuma derrota', disse Bia Kicis, ao destacar que na quarta, dia em que o governo apresentou a reforma, a Câmara aprovou um projeto que determina que a adesão ao chamado cadastro positivo seja automática e não voluntária, como é atualmente.

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    Após conseguir 'céu', líder do PSL garante a Rodrigo Maia 54 votos para reelegê-lo

    BRASÍLIA (Reuters) - O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), afirmou nesta quarta-feira que o partido vai entregar todos os 54 votos da bancada para a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ), depois que o atual presidente da Câmara prometeu o 'céu' para a legenda.

    'Nós conseguimos o céu para o PSL', disse Waldir em conversa com jornalistas no Palácio do Planalto, ao se referir ao fato de que o acordo vai garantir o empenho de Maia na aprovação da reforma da Previdência e assegurar ao partido a vice-presidência da Câmara e as presidências das comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Finanças e Tributação.

    Pelas contas do líder, os 54 votos da legenda incluem, além dos 52 deputados federais eleitos, os deputados Pastor Gildenemyr, do PMN, e Bia Kicis, eleita pelo PRP. Esses dois parlamentares foram eleitos por legendas que não ultrapassaram a chamada cláusula de barreira, levando-os a migrarem para o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro e que tem direito a funcionamento na Câmara.

    Waldir disse que, se Maia entregar a reforma da Previdência, seria 'espetacular' e classificou o espaço do PSL no acordo 'fenomenal'. Segundo ele, a legenda conseguirá novas relatorias na Câmara com Maia, citando que até poderá ter um representante relatando a reforma da Previdência.

    No início de janeiro, o presidente do PSL e deputado federal eleito, Luciano Bivar (PE), anunciou que a legenda vai apoiar a manutenção de Maia no comando da Câmara nos próximos 2 anos. A votação, que ocorrerá no dia 1º de fevereiro, é secreta.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    Bolsonaro pede 'serenidade' ao PSL e que parlamentares não se manifestem sobre Presidência da Câmara

    BRASÍLIA (Reuters) - Depois de uma longa reunião com o presidente eleito, Jair Bolsonaro, o PSL definiu que a liderança do partido ficará nas mãos do deputado Delegado Waldir (GO) e, a pedido do presidente, deve evitar discussões sobre a sucessão para a presidência da Câmara.

    De acordo com o deputado Eduardo Bolsonaro (RJ), que era o líder do partido na Câmara, Waldir ficará na liderança pelo menos até fevereiro, quando a bancada fará uma eleição interna para escolher o nome para o próximo ano.

    A liderança do partido, que se tornou a segunda maior bancada da Câmara, vinha sendo alvo de disputas envolvendo principalmente Waldir e a deputada eleita Joice Hasselmann (PR), que pretende ocupar o cargo a partir de 2019.

    A decisão saiu de uma reunião da bancada com o presidente eleito e serviu para acalmar os ânimos do partido.

    'Bolsonaro pediu serenidade e que os parlamentares não declarassem votos para a presidência da Câmara. Mais para frente vamos ter uma noção mais clara da situação', disse Eduardo.

    Deputados do partido têm se apresentado como possíveis nomes para a presidência da Casa, além de ter declarado voto a outros parlamentares que pretendem disputar o cargo com o atual presidente, Rodrigo Maia (DEM).

    A advertência veio no mesmo dia em que Bolsonaro se reuniu com a bancada do DEM na Câmara e ouviu dos Democratas que há grandes possibilidades de o partido aderir formalmente ao governo, mas a decisão será tomada nas próximas semanas.

    Perguntado sobre a posição de Bolsonaro sobre a presidência da Câmara, o presidente do DEM, ACM Neto, afirmou que a melhor posição é a adotada até agora por Bolsonaro, de manter distância das disputadas internas da Casa.

    Eduardo disse ainda acreditar que o presidente da Câmara deve ser de outro partido, e não do PSL. 'Bolsonaro não faz questão que seja do PSL', afirmou.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    PSL espera chegar a 61 deputados e tornar-se maior bancada da Câmara

    BRASÍLIA (Reuters) - O PSL, partido do presidente eleito Jair Bolsonaro, espera chegar à marca de 61 parlamentares na Câmara dos Deputados, se aproveitando da mini janela partidária que se aproxima para incrementar o número de deputados da sigla, que elegeu 52 deputados na eleição deste ano, e tornar-se o maior partido da Casa.

    'Eu acredito que pode chegar a 61 deputados, a bancada do partido, 61 deputados é a nossa projeção', disse o deputado eleito Marcelo Alvaro Antonio (PSL-MG), após reunião da bancada eleita pelo partido de Bolsonaro em Brasília. O PT, partido que mais elegeu deputados na eleição de outubro, terá 56 deputados a partir de fevereiro.

    Na mesma linha de Alvaro Antonio, o senador eleito e atual deputado Major Olimpio (PSL-SP) disse que o PSL poderá assumir o posto de maior bancada da Câmara na mini janela partidária, que permitirá a troca de partido pelos parlamentares sem risco de perda de mandato.

    'Nós temos muito respeito por todos os partidos... Agora, nós sabemos que vai ter uma mini janela aí e nós faremos, respeitosamente, o convite a parlamentares que tenham o alinhamento ideológico, os princípios do governo Bolsonaro', explicou Olimpio.

    A bancada eleita do partido se reuniu nesta quarta-feira pela primeira vez em um hotel na zona central de Brasília. Segundo Alvaro Antonio, o encontro foi de alinhamento do partido. Bolsonaro compareceu para dar as boas-vindas aos congressistas.

    Alvaro Antonio disse que ainda não há definição de nomes para os cargos de liderança da bancada do PSL na Câmara e que a posição do partido na eleição para presidente da Câmara ainda será discutida.

    'Essa questão da presidência da Câmara, ela ainda está sendo discutida, tanto internamente, quanto com outros partidos também. Então não tem nada definido se teremos um candidato a presidente ou não teremos um candidato a presidente no PSL', disse.

    Bolsonaro tem afirmado que o Palácio do Planalto terá posição de neutralidade na eleição à presidência da Câmara e tem dito que o ideal seria que o PSL não lançasse candidato.

    (Reportagem de Mateus Maia)

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    Coligação de Bolsonaro entra com ação para ter acesso à sala-cofre no TSE

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A coligação do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) entrou nesta sexta-feira com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ter acesso junto com o PT à sala-cofre da corte, por onde passam os dados sigilosos da apuração de uma eleição, disse nesta sexta-feira o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que antecipou que se o pedido for negado haverá recurso no Supremo Tribunal Federal (STF).

    Segundo Onyx, que foi indicado como futuro ministro da Casa Civil caso Bolsonaro seja eleito, na lei brasileira eleitoral não há nada que impeça o acesso e considera que a presença dos “fiscais” será importante para a lisura do processo.

    Desde antes do primeiro turno, Bolsonaro e seus apoiadores vêm questionando a votação eletrônica no país e defendendo a necessidade de se implantar o voto impresso no Brasil.

    Supostas falhas em urnas eletrônicas foram denunciadas na votação de primeiro turno pelo partido, rejeitadas pela Justiça Eleitoral.

    “O TSE tomou uma decisão que não está suportada por nenhuma lei que foi criar uma sala-cofre.... Ali ficam ministros do TSE e convidados para acompanhar os números na tela e ninguém sabe se são corretos ou não”, disse ele a jornalistas.

    “Em nome da transparência que se permita que cinco da nossa coligação e do oponente possam adentrar na sala-cofre”, acrescentou.

    Onyx disse que se a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, não acatar o pedido a coligação vai recorrer ao STF para conseguir o acesso.

    O pedido feito pela coligação teve como base um super especialista em TI e um corpo jurídico.

    “Que medo se tem da transparência?”, questionou.

    O disse ainda que realmente, por questão de segurança, se chegou a cogitar que Bolsonaro não fosse votar no domingo, mas se concluiu que a presença dele no domingo tem “um simbolismo muito grande“.

    MINISTÉRIOS

    Lorenzoni disse ainda que ainda há estudos sobre a possibilidade de fundir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, apesar de um possível recuo sinalizado por Bolsonaro.

    O deputado revelou que o martelo sobre os ministérios ainda não foi batido e que a tendência é de que sejam entre 14 e 16.

    “Pedi para ele (Bolsonaro) que a definição dos nomes saia em dezembro... para dar tempo de amadurecer tudo, ajustar e tomar pé das coisas”, finalizou.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    PSL deve reivindicar presidência da Câmara em eventual gestão Bolsonaro, diz Luciano Bivar

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente licenciado do PSL e deputado federal eleito, Luciano Bivar (PE), afirmou nesta segunda-feira que o partido deverá se tornar a maior bancada da Câmara dos Deputados no próximo ano com a migração de parlamentares e, nessa condição, deve reivindicar a presidência da Casa, no início do que ele acredita que será o governo do correligionário Jair Bolsonaro.

    'Ora, tradicionalmente o partido que tem mais deputados é quem indica o presidente da Câmara. Então, isso é um assunto para se discutir depois do dia 28 de outubro', disse Bivar, em entrevista à Reuters.

    Bivar, que disse que vai reassumir o comando do partido em dezembro, não quis adiantar se colocaria seu nome para presidir a Câmara.

    'Olha, isso é uma coisa do partido, então vamos ver como vai decorrer. A gente está muito focado agora na eleição do Jair Bolsonaro', ressalvou.

    O presidente licenciado destacou que o partido esperava conquistar uma grande bancada, mas se surpreendeu com o resultado. O PSL, que hoje tem oito deputados, elegeu 52 deputados, ficando atrás somente do PT, com 56.

    Ele conta com a migração de parlamentares de outras legendas que não atingirem a chamada cláusula de barreira --norma que impede ou restringe o funcionamento parlamentar ao partido que não atingir um percentual de votos-- para suplantar os petistas e se tornar a principal força da Câmara.

    'Não imaginava que o povo estava tão indignado como nós. Então isso é uma prova insofismável da indignação do povo. Então elegemos hoje a maior bancada, pode ficar certo que esses outros partidos que não  alcançaram a cláusula de barreira migrarão para o nosso lado e vamos ser, sem dúvida, o partido de maior bancada na Câmara Federal', disse.

    Bivar afirmou que a eleição de parlamentares do PSL e de outros partidos simpáticos a Bolsonaro neste domingo demonstra que o candidato a presidente do partido, caso venha ser eleito, terá uma base no Congresso 'consistente demais'.

    'Vamos ter absolutamente toda a bancada, governabilidade perfeita, vamos viabilizar os projetos que a sociedade exige, as reformas que estão aí em curso vamos concluí-las. Acho que a gente vislumbra uma coisa muito boa para a nação brasileira', disse.

    'Não tenho dúvida que a gente vai atingir isso (maioria parlamentar) com facilidade porque a gente professa o bem. Os novos deputados que estão aí sabem que, se não for por esse caminho, a vida dele é um voo de galinha', completou.

    O dirigente partidário disse acreditar que somente o PT, a quem chamou de 'seita' e não de partido, deve ficar na oposição a um eventual governo Bolsonaro. Segundo ele, o deputado que se alinhar a 'essa seita a tendência deles é se acabar'.

    Apesar de otimista com uma vitória no segundo turno, Bivar afirmou que a disputa não será fácil contra a candidatura do petista Fernando Haddad. Para ele, as 3 semanas a mais vão servir para que as propostas da campanha de Bolsonaro fiquem cristalinas as diferenças entre os projetos.

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    ANÁLISE-Bolsonaro transforma nanico PSL em potência no Congresso

    Por Bruno Federowski e Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato a presidente Jair Bolsonaro, que foi o mais votado no primeiro turno da eleição neste domingo e fará o segundo turno com Fernando Haddad (PT), transformou seu partido, o até então nanico PSL, em uma potência parlamentar, provocando uma mudança sísmica ao passo que eleitores deram um enfático recado nas urnas contra o establishment.

    O forte apoio dado a aliados de Bolsonaro nas eleições legislativas desafiou muitas previsões e sugere que Bolsonaro, até então um apagado deputado, pode ter mais facilidade para conquistar apoio a reformas econômicas duras.

    O PSL deve ficar com 51 cadeiras na Câmara dos Deputados, de 513 assentos, de acordo com projeção da XP Investimentos, ficando atrás apenas do PT, de Haddad, que deve ter 57 vagas.

    Trata-se de um crescimento explosivo para um partido que tinha apenas 8 deputados e nenhum senador antes de domingo.

    'O PSL é um novo capítulo na história política do Brasil. É um grupo que abraça uma tese única de austeridade fiscal, de governo menor, de reforma da Previdência', disse Lucas de Aragão, da consultoria Arko Advice.

    Ele afirmou que o crescimento do PSL melhora as perspectivas para as reformas fiscais, mas reconheceu que elas ainda enfrentarão oposição ferrenha do PT.

    Para se ter uma ideia, o MDB, do presidente Michel Temer, por décadas uma das maiores forças nos governos de coalizão de todo o espectro político, deve cair para a quarta posição na Câmara, com apenas 33 cadeiras.

    Vários dos principais parlamentares do MDB não conseguiram se reeleger, incluindo o presidente do Senado, Eunício Oliveira. Isso tira do caminho figuras históricas que poderiam extrair custosas concessões de um eventual governo Bolsonaro.

    Os resultados enfatizam a revolta dos eleitores contra escândalos de corrupção que levaram à prisão dezenas de políticos e empresários, afetando partidos tradicionais que até então definiam o debate político.

    FORÇA NO SUDESTE

    Bolsonaro quase venceu a disputa no primeiro turno da eleição de domingo, mas enfrentará Haddad em um segundo turno no dia 28 de outubro.

    Independentemente do resultado, o PT continuará tendo uma base forte no Congresso após ter um resultado sólido na votação, especialmente no Nordeste, tradicional reduto petista que se beneficiou de políticas sociais durante seus 13 anos no poder.

    No entanto, o PSL dominou os dois maiores Estados do país, São Paulo e Rio de Janeiro.

    Com 98 por cento dos votos apurados em São Paulo, Eduardo, filho de Bolsonaro, foi o candidato mais votado da história para a Câmara dos Deputados, ajudando o PSL a atrair mais de 20 por cento dos votos para a Câmara em São Paulo.

    A contagem foi ainda maior no Rio de Janeiro, onde seu partido obteve quase 23 por cento dos votos para a Câmara.

    Até este ano, o PSL era um entre dezenas de partidos pouco conhecidos na política brasileira, com poucas cadeiras e sem ideologia clara.

    Isso mudou quando Bolsonaro chegou à legenda em março - tornando-se sua nona afiliação partidária. Sua campanha de mídia social eletrizou o PSL, empurrou-o para a direita e ajudou a projetar candidatos como o Major Olimpio, o mais votado para o Senado em São Paulo.

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    Líderes na disputa presidencial, PT e PSL formam maiores bancadas da Câmara, mostra levantamento da XP

    (Reuters) - O PT e o PSL, partidos dos dois candidatos à Presidência que disputarão o segundo turno no fim do mês, terão as maiores bancadas na Câmara dos Deputados após as eleições deste domingo, de acordo com um levantamento feito pela XP Investimentos.

    O PT de Fernando Haddad, que conta com 61 parlamentares na Câmara atualmente, elegeu 57 deputados federais neste domingo. O número de eleitos, no entanto, é bem menor que os 70 eleitos em 2014.

    O PSL, por sua vez, embalado pela onda pró-Bolsonaro neste domingo elegeu 51 parlamentares. Há quatro anos, o partido tinha conseguido eleger apenas um deputado. A bancada atual, de oito deputados, já tinha se beneficiado pela transferências de parlamentares em função da filiação do presidenciável em março deste ano.

    Mas o nanico PRTB, do general da reserva Hamilton Mourão, candidato a vice na chapa de Bolsonaro, não elegeu nenhum parlamentar à Câmara.

    O MDB do presidente Michel Temer, que historicamente sempre foi uma das forças na Câmara, reduziu sua presença na Casa pela metade quando comparado com o número de eleitos há quatro anos. O partido, que teve o ex-ministro Henrique Meirelles na disputa pelo Planalto, elegeu 33 deputados federais neste domingo, uma forte queda também frente aos atuais 51 emedebistas na Câmara.

    O PSDB de Geraldo Alckmin, outro partido com forte presença na Câmara, perdeu espaço. Neste domingo, o partido elegeu 29 deputados federais. Em 2014, o partido havia eleito 53 parlamentares, número que caiu para 49 na bancada atual.

    O chamado centrão --formado por PP, PR, PRB, DEM e Solidariedade--, partidos que nesta eleição fecharam apoio a Alckmin, elegeu 137 deputados federais. Individualmente, o PP deve ser a terceira maior bancada na Câmara, com 37 deputados.

    A bloco deve tentar emplacar o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para a reeleição ao comando da Câmara.

    O PDT de Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, elegeu 25 parlamentares para a Câmara. Já a Rede Sustentabilidade, partido da presidenciável Marina Silva não conseguiu nenhuma cadeira.

    (Por Laís Martins)

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