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    Rebeldes sírios veem acordo sobre Idlib como vitória; Damasco diz ser teste para Turquia

    AMÃ/BEIRUTE (Reuters) - Autoridades de oposição da Síria louvaram um acordo entre a Rússia e a Turquia a respeito da província síria de Idlib nesta terça-feira, dizendo que o pacto poupou a região controlada por rebeldes de uma ofensiva sangrenta do governo e que frustrará o objetivo do presidente Bashar al-Assad de recuperar toda a Síria.

    O governo da Síria, embora tenha saudado o acordo revelado na segunda-feira, prometeu levar adiante sua campanha para retomar 'cada centímetro' do país. O embaixador sírio no Líbano disse que o acordo testará a capacidade da Turquia de cumprir a promessa de desarmar os rebeldes.

    Em uma cúpula realizada na segunda-feira, o presidente russo, Vladimir Putin, o aliado mais poderoso de Assad, e o presidente turco, Tayyip Erdogan, concordaram em criar uma zona desmilitarizada em Idlib da qual se exigirá a saída de rebeldes 'radicais' até meados do próximo mês.

    O pacto diminuiu a possibilidade de uma ofensiva do governo sírio que, segundo um alerta da Organização das Nações Unidas (ONU), criaria uma catástrofe humanitária na região de Idlib, lar de cerca de três milhões de habitantes.

    A região de Idlib e o território adjacente ao norte de Aleppo representam o último grande bastião opositor da Síria, onde o apoio militar iraniano e russo ajudou Assad a reconquistar a maioria das áreas antes dominadas pela insurgência.

    Mas a grande oposição turca a um ataque em Idlib obstruiu os planos do governo para uma ofensiva, e o acordo anunciado na segunda-feira parece manter um papel para Ancara no noroeste – algo que Assad considera inaceitável.

    'O acordo de Idlib poupa as vidas de civis e impede que sejam alvos diretos do regime. Ele enterra o sonho de Assad de impor seu controle total sobre a Síria', disse Mustafa Sejari, autoridade do Exército Livre da Síria (FSA), à Reuters.

    'Esta área continuará nas mãos do Exército Livre da Síria e forçará o regime e seus apoiadores a iniciarem um processo político sério, que leve a uma transição verdadeira para acabar com o controle de Assad', disse Sejari.

    O porta-voz da opositora Comissão de Negociações da Síria disse que o acordo deteve uma ofensiva para a qual forças governamentais vinham se preparando nas últimas semanas, classificando-o como 'uma vitória do desejo de viver sobre o desejo de matar'.

    A 'conjuntura do ataque está praticamente excluída, ao menos por um período de tempo que não é pequeno, e esperamos que seja permanente', disse Yahya al-Aridi à Reuters por telefone.

    (Por Suleiman Al-Khalidi em Beirute e Tom Perry e Ellen Francis em Beirute)

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    Parlamentares anti-Brexit são alertados a apoiar May para não enfrentarem eleição antecipada

    LONDRES (Reuters) - Parlamentares conservadores britânicos pró-União Europeia foram ameaçados com uma eleição geral ainda este ano se frustrarem os planos da primeira-ministra Theresa May para as operações alfandegárias após a saída da UE, disse um parlamentar nesta quarta-feira, o que pode aumentar a discórdia dentro do partido da premiê.

    Os conservadores encarregados da disciplina partidária ameaçaram convocar uma moção de confiança que pode derrubar o próprio governo da conservadora May, disse um parlamentar à Reuters. A parlamentar rebelde Anna Soubry afirmou à rádio BBC que a possibilidade de uma eleição nacional também foi mencionada.

    'Foi um espetáculo pavoroso', disse Anna à BBC Radio 4. 'Esta insensatez de ameaçar com eleições gerais, e moções de confiança na primeira-ministra... venham com tudo, porque serei a primeira na fila a dar meu voto de confiança total na primeira-ministra', disse Anna. 'O problema é que não acho que ela esteja mais no comando'.

    Parlamentares conservadores temem uma eleição e a possível vitória do trabalhista Jeremy Corbyn, cujo partido assumiu a liderança das pesquisas no início deste mês.

    Os trabalhistas dizem que o referendo de 2016 que decidiu a desfiliação britânica da UE, conhecida como Brexit, deve ser respeitado, mas atacaram a premiê devido às divisões em seu Partido Conservador.

    Nos últimos quatro anos, um dos períodos mais tumultuados da história política britânica recente, houve quatro votações: o referendo sobre a independência escocesa de 2014, a eleição britânica de 2015, o referendo do Brexit de 2016 e a eleição antecipada convocada por May no ano passado.

    May escapou por pouco de uma derrota no Parlamento pelas mãos de parlamentares pró-UE de seu próprio partido na terça-feira, socorrida por quatro parlamentares trabalhistas que contrariaram sua sigla e apoiaram o governo.

    Os distúrbios em torno dos planos para o Brexit afetaram a libra esterlina.

    Por 307 votos a 301, o Parlamento rejeitou uma emenda em uma legislação comercial que teria obrigado o governo a tentar negociar uma união alfandegária com a UE se não tivesse conseguido obter um acordo com o bloco que oferecesse livre-comércio para bens sem atritos até o dia 21 de janeiro de 2019.

    Na segunda-feira, May enfureceu parlamentares conservadores que querem manter os laços mais estreitos possíveis com a UE ao decidir aceitar várias exigências de parlamentares pró-Brexit linha-dura de seu próprio partido.

    (Por Guy Faulconbridge e Alistair Smout)

    ((Tradução Redação Rio de Janeiro; 55 21 2223-7128))

    REUTERS PF

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    Rebeldes do sul da Síria anunciam cessar-fogo em meio a avanços de Assad

    AMÃ/BEIRUTE (Reuters) - Rebeldes do sul da Síria anunciaram nesta sexta-feira que concordaram em cessar os combates e entregar armas pesadas por meio de um acordo mediado pela Rússia para restaurar a soberania do Estado sobre áreas que eram ocupadas por rebeldes na província de Deraa, após uma ofensiva governamental feroz.

    Um comandante da aliança regional que apoia o presidente sírio, Bashar al-Assad, disse mais cedo que forças do governo estão avançando por territórios rebeldes ao longo da fronteira da Síria com a Jordânia, e que em breve chegarão à principal passagem de fronteira entre os dois países.Com a ajuda do poderio aéreo da Rússia, o ataque varreu territórios dos insurgentes em Deraa na última quinzena, reduzindo um dos últimos bastiões rebeldes no país.Os insurgentes disseram que o acordo foi mediado por Moscou e que permitirá que tantos combatentes quanto civis em áreas opositoras acertem sua situação com o governo sob proteção russa.Os rebeldes que não quiserem voltar a viver sob o jugo de Assad partirão para o bastião opositor situado no noroeste sírio, disseram.O comandante da aliança pró-Assad disse à Reuters que o Exército e aliados chegaram depois de ocuparem uma série de vilarejos. Dentro de um período curto de tempo, eles chegarão à passagem (de Nasib) , disse o comandante, que não é sírio, sob condição de anonimato.Várias testemunhas situadas ao longo da cerca de fronteira da Jordânia com a Síria disseram ter visto veículos blindados e um tanque com uma bandeira russa seguindo para a passagem de Nasib, uma rota comercial vital.Rebeldes e um grupo jihadista que jurou lealdade ao Estado Islâmico também comandam parte da província de Quneitra, no sudoeste, ao longo da divisa com as Colinas de Golã ocupadas por Israel.O comandante disse que um ataque aéreo israelense atingiu um vilarejo sírio de Quneitra nesta sexta-feira, mas sem causar vítimas.(Por Laila Bassam e Ellen Francis, em Beirute, e Suleiman al-Khalidi, em Amã)

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