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    Petrobras deve ampliar prazo para venda de refinarias, diz fonte

    Por Carolina Mandl e Tatiana Bautzer

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras deverá ampliar mais uma vez o prazo para a assinatura de acordos de confidencialidade junto a interessados em um processo aberto pela companhia para a venda de 60 por cento de sua participação em ativos de refino e logística no Nordeste e Sul do país, disse uma fonte com conhecimento do assunto nesta semana.

    Uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski nesta semana, exigindo que o Congresso aprove todos os programas de vendas de empresas controladas pelo Estado, lançou um novo obstáculo ao esforço para vender as refinarias, que já vinha sofrendo com pouco interesse de potenciais compradores.

    A Petrobras não respondeu aos pedidos de comentários.

    O atual prazo para potenciais interessados assinarem os acordos de confidencialidade termina na próxima segunda-feira, mas a fonte disse que isso poderia ser prorrogado.

    Em um comunicado ao mercado em 18 de junho, a Petrobras informou que cinco empresas haviam assinado acordos de confidencialidade. Mas, geralmente, a assinatura desses acordos apenas permite mais acesso a informações detalhadas sobre os ativos à venda e não sinaliza interesse firme.

    A Reuters publicou no mês passado que a decisão da Petrobras de cortar os preços do diesel, em resposta a um protesto dos caminhoneiros no mês passado, assustou potenciais compradores da refinaria.

    O grupo brasileiro Ultrapar, a Cosan SA Indústria e Comércio e a Cepsa SA, empresa de energia controlada pelo fundo soberano Mubadala Development Co, estão entre as cinco empresas que assinaram acordos de confidencialidade, disse uma fonte com conhecimento do assunto.

    Outra fonte disse que a Petrobras espera que mais investidores assinem acordos de confidencialidade antes de passar para a próxima fase do processo de venda das refinarias.

    Apesar da decisão de Lewandowski, uma terceira fonte dentro da petroleira disse que a empresa ainda pretende vender as refinarias e está trabalhando para concluir o processo, conforme aprovado pelo Conselho.

    As parcerias incluiriam duas refinarias (Abreu e Lima e Landulpho Alves) e cinco terminais no Nordeste, onde a capacidade de processamento é de 430 mil barris por dia (bpd), enquanto no Sul, cuja capacidade de processamento é de 416 mil bpd, seriam duas refinarias (Alberto Pasqualini e Presidente Getulio Vargas) e cinco terminais.

    Cada um dos dois grupos de ativos que a Petrobras colocou à venda tem lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de 1 bilhão de dólares, de acordo com uma quarta fonte com conhecimento do processo.

    (Reportagem adicional de Marta Nogueira no Rio de Janeiro e Ricardo Britto em Brasília)

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    Petrobras amplia prazo para parceiros em refino; acordos ajudarão mercado, diz ANP

    SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras informou nesta segunda-feira que ampliou prazo para a assinatura de acordos de confidencialidade junto a interessados em um processo aberto pela companhia para a venda de 60 por cento de sua participação em ativos de refino e logística no Nordeste e Sul do país.

    A petroleira disse que a data final para que sejam firmados esses acordos foi prorrogada para até 2 de julho.

    Com a extensão de prazo, além das cinco empresas que já assinaram o acordo até o momento, outras empresas que já manifestaram interesse também poderão participar do processo, ampliando a competitividade , disse a estatal em nota.

    A mudança no prazo foi solicitada por interessados, segundo a empresa, o que sinaliza que os investidores ainda estão de olho no setor, apesar da intervenção do governo federal com um programa de subsídio ao diesel e de uma consulta pública aberta pela reguladora do setor (ANP) que vai resultar em uma resolução para determinar a periodicidade dos reajustes.

    O desinvestimento nos ativos de refino pela Petrobras, anunciado em 27 de abril pela empresa que detém praticamente o monopólio do setor, pode ajudar o Brasil a diversificar os players do segmento, gerando maior competitividade entre os agentes com benefícios ao consumidor, aposta a ANP.

    A extensão do prazo para novos interessados acontece após uma greve de caminhoneiros que durou 11 dias no final de maio, em protesto contra a elevação e a frequência quase que diária nos reajustes dos preços do diesel.

    Os protestos, que atacaram a política de preços da Petrobras para o combustível, levaram o governo federal a anunciar um programa de subvenção ao diesel que incluiu um congelamento das cotações e redução de impostos.

    A pressão sobre a política de preços da estatal, que inclusive resultou na saída do então presidente da companhia, Pedro Parente, assustou investidores interessados na aquisição das refinarias, disseram fontes à Reuters ainda no final de maio.

    Mas a Petrobras disse em seu comunicado que os negócios em refino têm atraído alguns investidores e que esse interesse pode aumentar com o prazo maior.

    As parcerias incluiriam duas refinarias (Abreu e Lima e Landulpho Alves) e cinco terminais no Nordeste, onde a capacidade de processamento é de 430 mil barris por dia (bpd), enquanto no Sul, cuja capacidade de processamento é de 416 mil bpd, seriam duas refinarias (Alberto Pasqualini e Presidente Getulio Vargas) e cinco terminais.

    Nesse modelo, o parceiro controlaria a operação, enquanto a petroleira brasileira seguiria com participação de 75 por cento do mercado brasileiro, uma vez que suas outras nove refinarias e 36 terminais, a maioria no Sudeste, ficariam totalmente sob seu controle.

    TEMPORÁRIO

    Para o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, a ideia é que consulta pública sobre periodicidade de reajustes de preços de combustíveis resulte em algo que implique na menor interferência possível no mercado, e que a resolução fruto das sugestões dure apenas por um tempo, até que a Petrobras eventualmente deixe de ter o monopólio do setor.

    A expectativa é de que seja o menos impactante possível, e que respeite o anseio da sociedade de haver uma maior previsibilidade na precificação de combustíveis, e a nossa expectativa é de que seja temporário , afirmou Oddone sobre a consulta pública na noite de domingo, em entrevista ao programa Poder em Foco, do SBT.

    Segundo ele, uma vez que o Brasil vive uma situação em que uma solução estrutural para a questão, seja via mercado, seja via tributos, não vai acontecer no curto prazo, a ANP optou por realizar a consulta pública, que está aberta até 2 de julho, mesma data estabelecida pela Petrobras para receber formalmente interessados no processo de venda das refinarias.

    Se a Petrobras avançar com a venda das refinarias e tiver um mercado competitivo não haverá mais necessidade disso (medida sobre periodicidade de reajuste), porque o mercado vai se encarregar de adotar a sua prática de repasse de reajustes naturalmente , afirmou o diretor-geral da ANP.

    Oddone explicou que em um mercado de refino com outros agentes, com alguns deles interessados em aumentar a sua participação no setor, eventualmente adiando reajustes, a medida da ANP sobre a periodicidade de repasses de preços perderia a validade .

    Ele comentou ainda que, se o governo no futuro decidir eventualmente mudar questões tributárias, instituindo impostos que possam ser reduzidos quando há alta de preços do petróleo, isso também aliviaria preocupações sobre a volatilidade das cotações dos combustíveis.

    Por outro lado também, se o governo trabalhar na questão tributária e implementar algum modelo novo, via tributo, que se encarregue de fazer esse amortecimento de preço, uma demanda da sociedade, também a nossa medida perderia a validade.

    (Por Luciano Costa e Roberto Samora)

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    Petrobras amplia prazo de busca por parceiros em refino e diz ter cinco interessados

    SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras ampliou prazo para a assinatura de acordos de confidencialidade junto a interessados em um processo aberto pela companhia para a venda de 60 por cento de sua participação em ativos de refino e logística no Nordeste e Sul do país, segundo comunicado nesta segunda-feira.

    A petroleira disse que a data final para que sejam firmados esses acordos foi prorrogada para até 2 de julho, ante um prazo anterior não divulgado pela estatal. O processo de desinvestimento nos ativos de refino foi originalmente iniciado ao mercado pela empresa em 27 de abril.

    O anúncio da companhia acontece após uma greve de caminhoneiros que durou 11 dias no final de maio, em protesto contra a elevação nos preços do diesel.

    Os protestos, que atacaram a política de preços da Petrobras para o combustível, com reajustes diários, levaram o governo federal a anunciar um programa de subvenção ao diesel que incluiu um congelamento das cotações e redução de impostos.

    A pressão sobre a política de preços da estatal, que inclusive levou à saída do então presidente da companhia, Pedro Parente, assustou investidores interessados na aquisição das refinarias, disseram fontes à Reuters ainda no final de maio.

    Mas a Petrobras disse em seu comunicado que os negócios em refino têm atraído alguns investidores e que esse interesse pode aumentar com o prazo maior.

    Com a extensão de prazo, além das cinco empresas que já assinaram o acordo até o momento, outras empresas que já manifestaram interesse também poderão participar do processo, ampliando a competitividade , disse a estatal, adicionando que a mudança nas datas foi solicitada por interessados.

    As empresas que participarem do processo receberão instruções da Petrobras sobre como apresentar suas propostas vinculantes pelos ativos após a data final para assinatura dos acordos de confidencialidade.

    As parcerias incluiriam duas refinarias (Abreu e Lima e Landulpho Alves) e cinco terminais no Nordeste, onde a capacidade de processamento é de 430 mil barris por dia (bpd), enquanto no Sul, cuja capacidade de processamento é de 416 mil bpd, seriam duas refinarias (Alberto Pasqualini e Presidente Getulio Vargas) e cinco terminais.

    Nesse modelo, o parceiro controlaria a operação, enquanto a petroleira brasileira seguiria com participação de 75 por cento do mercado brasileiro, uma vez que suas outras nove refinarias e 36 terminais, a maioria no Sudeste, ficariam totalmente sob seu controle.

    O processo de busca por parceiros faz parte de um amplo programa de desinvestimentos e parcerias da petroleira estatal.

    (Por Luciano Costa)

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